By; Vivian
Me chamo Vivian, tenho 26 anos, 1,60 de altura, 48kg, pele clarinha, peitinhos pequenos e pontudos com mamilos rosados, bucetinha raspadinha bem rosada e apertadinha, cuzinho virgem (ate esse final de semana) bem fechadinho e rosado, bunda redondinha e empinada. Minha amiga Ana é morena gostosa, curvilínea, seios grandes e pesados, buceta sempre molhada quando a gente conversa de sacanagem.
No sábado acabamos saindo com um grupo de amigas e quando ficou só nós duas ela começou a falar do namorado, o Juan, um mexicano alto de 1,80m, acima do peso, barrigão grande e macio de cerveja, pele morena escura, barba por fazer, cheiro forte de macho suado, e uma pica monstruosa de 20cm de comprimento e grossa, veias saltadas pulsando, cabeça roxa enorme, prepúcio puxado pra trás, bolas pesadas e cheias de porra grossa e quente.
– Sabe, ele tem essa fantasia louca de foder uma garota branca magrinha e pequena como você, bem apertadinha, enquanto eu assisto e me toco – Ana disse com a voz rouca, os olhos brilhando de tesão.
Eu senti a bucetinha já molhar só de imaginar.
– Sério? E você toparia ver ele comendo uma bucetinha? – perguntei, já imaginando a verga grossa esticando tudo.
– Topo pra caralho se você topar, eu quero ver ele enchendo sua bucetinha de porra quente – ela respondeu, mordendo o lábio.
Depois de mais cervejas e conversa safada, eu concordei.
– Tá bom, vamos fazer isso. Quero sentir essa pica grossa rasgando minha bucetinha apertada e depois meu cuzinho.
No domingo eu fui até a casa deles. Entramos no quarto grande com cama king size. Conversamos um pouco, o clima pesado de tesão no ar. Juan estava só de cueca preta apertada, a barriga grande estufando, a pica já meia dura marcando. Ana sentou do lado dele na cama, olhou pra mim com um sorriso safado, enfiou a mão dentro da cueca dele, agarrou a pica grossa e começou a masturbar devagar, subindo e descendo, o polegar espalhando o pré-porra na cabeça roxa.
– Olha só que pica deliciosa, vem cá chupar essa rola grossa pro meu macho, sua putinha branca magrinha.
Ana me chamou, tirando a pica pra fora. A pica saltou dura pra caralho, pingando pré-porra transparente, o cheiro forte de pau e bolas pesadas enchendo o quarto.
Eu me ajoelhei no chão frio, a boca já salivando pra caralho.
– Caralho, que pica monstruosa, tá pulsando, que cabeça roxa gostosa – sussurrei
E comecei a lamber devagar a cabeça inchada, lambendo o buraco que jorrava pré-porra doce, depois chupando só a cabeça, abrindo a boca o máximo possível, engolindo centímetro por centímetro, a pica esticando minha garganta apertada, eu engasgando forte “gluck gluck gluck”, lágrimas escorrendo, saliva grossa escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitinhos pequenos.
– Isso, engole essa pica toda, sua vadia branca, chupa fundo – gemia Juan (com sotaque) com voz grossa, a mão grande na minha nuca empurrando mais fundo, as bolas pesadas batendo no meu queixo.
Eu mamava como uma puta faminta, subindo e descendo a cabeça, a língua enrolando nas veias saltadas, chupando as bolas pesadas uma de cada vez, lambendo o saco, voltando pra pica, mamando forte, a boca fazendo barulho molhado e obsceno.
Ana se afastou um pouco, sentou na poltrona do canto, abriu as pernas grossas, enfiou a mão dentro da calcinha molhada e começou a se masturbar devagar, os dedos esfregando o grelinho inchado, gemendo baixo enquanto assistia.
Eu chupei por uns bons dez minutos, a garganta acostumando com a grossura, engolindo até o fundo, o nariz encostando no pelo pubiano escuro dele, o cheiro forte de macho me deixando louca. Depois eu montei nele. Juan deitado, barrigão grande e macio subindo e descendo, eu completamente nua, minha bucetinha raspada pingando mel pra caralho. Eu segurei a pica grossa com as duas mãos, esfreguei a cabeça roxa na entrada molhada da buceta, depois desci devagar, a cabeça abrindo meus lábios rosados, esticando a bucetinha apertada pra caralho.
– Aaaaiii caralho, tá rasgando minha bucetinha, que pica grossa pra porra, tá enchendo tudo, tá fundo demais! – gritei desesperada, descendo centímetro por centímetro até encaixar a pica inteira, a barriga dele contra a minha barriga magrinha, eu rebolando devagar, sentindo ele me preencher completamente, a cabeça batendo no fundo do útero.
Eu fiz a maior parte do trabalho, subindo e descendo o quadril, rebolando gostoso, os peitinhos pulando, a buceta fazendo barulho molhado “ploc ploc ploc squish” com o mel escorrendo.
– Fode essa bucetinha apertada, usa essa putinha magrinha branca, mete fundo!
Incentivava Ana da poltrona, os dedos agora enfiados fundo na buceta dela, o barulho molhado da masturbação dela enchendo o quarto.
Eu gozei uma vez assim, o corpo tremendo inteiro, a buceta apertando a pica dele como um torno, o gozo escorrendo quente pelas coxas. Depois eu desci, chupei de novo, limpando minha própria porra da pica, lambendo tudo, engolindo meu mel misturado com o pré-porra dele.
Então ele me colocou de quatro na cama. Eu de quatro, bunda empinada, arqueando as costas, a bucetinha pingando, o cuzinho piscando. Ele se posicionou atrás, a barriga grande batendo nas minhas costas, a pica grossa entrando na buceta de uma vez só, metendo forte, as bolas pesadas batendo no meu grelinho inchado.
– Isso, fode minha bucetinha, rasga ela, enche de porra! – eu gemia desesperada, rebolando contra ele.
Ele metia com força, o pau entrando e saindo, esticando a buceta, eu gozando de novo, a buceta esguichando mel quente, o corpo se acabando. Depois de muito foder, ele gemeu rouco
– Vou gozar pra caralho, porra!
E encheu minha buceta de porra quente, jatos grossos e quentes jorrando fundo, enchendo até transbordar, a porra branca grossa escorrendo pelas minhas coxas magrinhas, pingando no lençol.
Eu gemi, apertando a buceta pra sentir a porra escorrendo. Ele tirou a pica devagar, a porra jorrando pra fora da buceta inchada, e posicionou a cabeça roxa na entrada do meu cuzinho apertado e virgem.
– Agora quero esse cuzinho apertado, sua safada branca, vou rasgar ele – ele disse.
Eu, louca de tesão, com a buceta ainda pulsando e cheia de porra, respondi;
– Sim, fode meu cuzinho, mete essa pica no meu cuzão apertado, mesmo doendo pra caralho, eu quero sentir você rasgando tudo!
Ele empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo o anel rosado do cu, doendo pra porra, eu gritando
– Aiiii caralho, tá doendo demais, tá rasgando meu cuzinho, mas não para, fode ele, mete fundo!
Lágrimas escorrendo dos olhos, a dor misturada com um prazer intenso e sujo que me fazia tremer inteiro. A pica entrou centímetro por centímetro, rasgando o cu virgem, até encaixar toda, as bolas batendo na buceta cheia de porra. Ele começou a meter no cu, devagar no começo, depois mais forte, cada estocada me fazendo gemer desesperada
Meu corpo se acabando de gozar, o grelinho pulsando, a buceta pingando porra e gozo quente, o cu apertando a pica como um vácuo.
Agora vinha a parte que eu mais queria: ele metia forte no cu por uns minutos, eu gozando sem parar, choramingando, depois ele tirava a pica quase toda, só a cabeça roxa dentro do cu. Eu começava a rebolar a bunda gostoso, twerkando pra caralho, a bunda tremendo.
– Porra, que puta safada, que delícia! – ele ria excitado pra caralho, a pica pulsando.
Eu rebolava mais forte, com a bunda tremendo, o cheiro forte de sexo pelo quarto, eu gemendo
– Aaaahhh, fode mais, mete forte!
Ele voltava a meter forte “plap plap plap”, fodendo o meu cu, eu gritando de prazer e dor
– Aaaaahhh caralho, fode mais forte, mete até o fundo nesse cuzão, eu tô gozando pra porra!
– o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo, gozando forte, a buceta esguichando porra velha e gozo novo.
Ele repetiu isso muitas vezes: tirava devagar, eu rebolava twerkando desesperada, com a bunda tremendo, ele ria e voltava a meter forte, batendo a barriga na minha bunda, as bolas batendo na buceta pingando.
Fizemos isso umas quinze vezes seguidas, cada vez mais intenso, eu gozando a cada ciclo, o cu ficando mais largo, mais gostoso, o cheiro de sexo, porra e suor enchendo tudo, Ana na poltrona se masturbando loucamente, os dedos enfiados fundo, gozando várias vezes só de assistir.
– Isso, fode essa putinha branca, rasga o cuzão dela, faz ela chorar!
Finalmente
Juan não aguentou mais, meteu fundo pra caralho, as bolas apertando
contra a buceta, e gozou dentro do cu, jatos quentes e grossos de
porra enchendo o, agora, meu cuzão.
Eu gritei alto, chorei de
tanto prazer e dor, o corpo se acabando inteiro
– Aaaaaahhh caralho, enche de porra quente, tô gozando pra porra com o pau no cu!
O corpo tremendo descontrolado, o grelinho pulsando forte, a buceta esguichando gozo, o cu apertando a pica, lágrimas escorrendo, gritos roucos, gozando intensamente enquanto ele enchia o cu de porra.
Ele tirou o pau devagar, e eu expeli tudo: a porra branca grossa jorrou pra fora escorrendo pelas coxas, eu rebolando ainda, expelindo o sêmen dele todo, o cu piscando e cuspindo tudo.
– Isso, expulsa a porra toda, sua putinha, que delícia! – Juan gemeu, a pica ainda dura e suja.
Ana se levantou, veio até mim, me beijou na boca bem demorada, depois desceu e chupou por uns 5 minutos a minhas buceta, me fez gozar forte enquanto me sugava.
– Delícia pra caralho, adorei sentir o gosto da porra do meu namorado misturada com a sua.
Eu fiquei ali, ofegante, o cu doendo e pulsando, a buceta ainda cheia de porra, o corpo mole de tanto gozar, chorando de prazer, enquanto Ana me beijava e Juan batia na minha bunda dela.
Ele ainda meteu na buceta dela enquanto ela me chupava.
Foi a experiência mais intensa da minha vida, que eu nunca imaginei participar.
Enviado ao Te Contos por Vivian
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