segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Realizei meu sonho; A Mãe da Minha Amiga (30-08-2026)

  

By; Fabiana

Ei Te Contos. Meu nome é Fabiana, 22 anos, branca, 1,57m, 61Kg, olhos e cabelos (compridos e ondulados) castanhos claros, coxas grossas, seios grandes, bumbum médio.

O que contarei aconteceu nesse sábado, dia 29 de Agosto e pra mim foi a realização de um sonho.

Estava descalça, de calcinha e camiseta branca, sem costura.

Eu sempre tive a fantasia de transar com a mãe de uma amiga minha. Sua mamãe, Maria Luiza. Sempre a admirei pela sua postura diante da vida e pela bela mulher que ela é. Quando vou a casa de minha amiga Eliane, fico horas conversando com sua mamãe. Eliane brinca comigo me perguntando se eu fui a sua casa para vê-la ou para ficar conversando com sua mamãe. (risos) Ela fica admirada pela afinidade que nós temos. Nem ela, sendo filha, tem tantas afinidades assim. Eu as conheço há 8 anos, mas temos a sensação de nos conhecer a um tempo bem maior. Maria Luiza já brincou comigo dizendo que também sou sua filha. (risos). Ela é uma mulher alto astral e muito sensual.

Maria Luiza é viúva, tem 44 anos, pele branca, 1,64m, 68Kg, olhos castanhos escuros, cabelos compridos, lisos, loiros, coxas grossas, seios médios, quadril largo, bunda bem redonda e dura.

Eu sinto esta vontade louca de transar com ela há três anos e nem sou de ficar com mulheres tá, mais ela mexe comigo. Acredito que as minhas vontades sexuais, em relação a ela, sejam recíprocas (mútuas, ela também sente algo em relação a mim), pois do contrário, eu não estaria sentindo isso por ela. Criei coragem e fui a luta!

Num sábado, eu fui pra uma balada com umas amigas da faculdade, na volta eu resolvi pedir pra me deixarem na casa da Eliana, eu sabia que ela não estaria lá, mas que sua mãe sim então era a minha chance.

Quando cheguei por volta das 2h da madrugada toquei o interfone e ela me atendeu, disse que eu estava vindo de uma balada e que minha amiga estava acompanhada e me deixou sozinha e ali era o mais perto que eu poderia ir já que moro um pouco longe, ela me deixou subir, disse que eu poderia dormir la no quarto da Eli que não teria problema nenhuma, ate tenho roupa lá então de boa.

Tomei banho, vesti uma calcinha e camiseta e fiquei um pouco deitada e adormeci. Por volta das 04h37m, eu acordei e me levantei e fui tomar um gole de água na cozinha. Não parava de pensar na Maria Luiza, estava excitada por tê-la visto de calcinha e camisola branca, de renda. Tive a idéia de espiá-la dormindo em sua cama. Quando chego a entrada de seu quarto, percebo que a porta está entreaberta. Ela dormindo graciosamente e, como de costume, seu abajur estava aceso. Um quarto a meia luz. Silenciosamente, empurrei a porta para tentar vê-la um pouco melhor. Foi uma cena linda! Ela estava dormindo de lado, pernas confortavelmente abertas e seu edredom quase todo fora de seu corpo! Ela estava de quina pra lua (um grande bumbum redondo, carnudo e apontado para o alto). Uma calcinha branca e cavada que a deixava muito sexy!

Uau... Fiquei molhada em ver, pela primeira vez, quase do jeito que veio ao mundo. Linda! Era ainda melhor do que eu havia imaginado!

Não resisti a quela tentação... Abri a porta com cuidado e me aproximei de sua cama. Ela dormia parecendo uma gatinha manhosa! Misericórdia, Senhor! (exclamei pensando) Meu coração estava acelerado! Eu estava com medo, mas criei coragem, respirei fundo e, cuidadosamente, sentei sobre sua cama. Aproximei meu rosto daquele bumbum maravilhoso! Sentia meu corpo suar e minhas mãos tremerem! Eu estava tensa e ao mesmo tempo excitadíssima!

Delicadamente, enfiei meu rosto entre as pernas dela e comecei a esfregar minha boca sobre suas coxas. Que macias! Ela não acordou. Apenas se mexeu na cama e se ajeitou. Eu estava ansiosa, com medo do que poderia acontecer, mas continuei. A vontade de estar com ela era mais forte que o medo! (risos) Comecei a esfregar meus lábios da boca sobre sua calcinha, na região da entrada de sua buceta e no cuzinho. Que cheiros maravilhosos exalavam! Sua calcinha e sua pele cheiravam maravilhosamente bem. Encantei-me! Maria Salete não acordou e ainda abriu um pouco mais suas pernas. Ela estava relaxada! Comecei a beijar seu bumbum e suas costas. Acomodei-me a seu lado, sobre a cama, e a abracei por trás, puxando-a para meu corpo quase nu.

Neste momento, Ela acordou e virou seu pescoço, olhando-me. Parecia estar tomando consciência de onde estava e com quem estava. Eu continuei abraçada a ela e sentindo o calor de seu corpo junto ao meu. Ela indagou:

- Fabi!? O que você faz aqui, menina? Meu Deus, que susto! Assim você me mata do coração!

E comecei a esfregar meu corpo nela. Meus seios, sob minha camiseta, tocavam suas costas e eu fiquei molhada, ainda mais!

E Ela falou:

- Menina, tome tento! Vá deitar... Isto não deve acontecer! Eu a vejo como minha filha. Controle-se... Deste jeito acabaremos fazendo coisas que não devemos! Vá para a cama!

Eu logo respondi, carinhosamente e sussurrando em seu ouvido esquerdo:

- Na cama eu já estou! Eu não sou sua filha. Eu sou uma mulher que lhe deseja. Você me excita por demais!

E comecei a beijar seu pescoço e sua orelha. Passei minhas mãos nas suas coxas, bumbum e seios. Em sua cama macia, o calor de seu corpo me alucinava a cabeça. Eu a apertava de uma maneira tão intensa que ela não resistiu e deixou a nossa emoção aflorar! Ela começou a gemer em meus braços e a esfregar seu bumbum na minha calcinha. Eu fiquei doida! Ela virou seu corpo e nos beijamos! Sentia pela primeira vez o gosto de seus lábios, da sua saliva e seus toques macios sobre meu corpo. Que sensação maravilhosa! Impressão de estar fazendo algo proibido! Ela me apertava com tanto tesão que eu logo gozei. As contrações intensas dentro de mim me fizeram gemer bem gostoso e pude sentir meu líquido quente esguichar lá do fundo de minha buceta e escorrer na minha calcinha.

Ela me beijava e chupava minha língua. Quando ela tocou-me na calcinha, logo notou que eu havia me acabado em seus braços macios! Sua língua maravilhosa começou a percorrer meu pescoço e meus seios. Ela tirou minha camiseta e abocanhou meus seios inchados. Sugou meus bicos duros. Ela os apertava de uma maneira gostosa. Sentia muitas contrações dentro de minha vagina, fazendo-me se contorcer a todo instante. Nós gemíamos e sussurrávamos sobre sua cama. Ela foi abaixando minha calcinha e passando seus dedos em meu sexo, enfiou seus dedos, indicador e médio, dentro de mim. Ela os mexia para lá e para cá enquanto beijava minha boca. Eu estava ofegante e sentia meu corpo tremer inteiro com os carinhos que recebia dela. Tive outro orgasmo!

Aaai... Hum. Delícia gozar com ela. Maravilhosa!

Eu passava minhas mãos sobre sua bunda redonda e descia sua calcinha. Quando toquei sua buceta percebi que ela estava ensopada! (fiquei louca) Comecei a dedilhar seu clitóris e ela a gemer ainda mais. Fiquei tocando-o até ela gozar em meus dedos! Pude sentir sua respiração ofegante em meu rosto e seus gemidos de gozo. Ela ficou ainda mais linda tendo um orgasmo! Ela retirou os dedos de minha buceta e enfiou em minha boca. Eu fiz o mesmo nela. Ficamos nos beijando e sentindo o aroma e o sabor de nossas buceta!

Fui descendo minha língua por todo seu corpo. Por onde eu lambia, deixava um rastro molhado de salivas. Chupei seus seios. Quando cheguei a sua buceta, abocanhei-a. Abri suas pernas e comecei a passar minha língua em seu grelinho e na entrada da buceta. Enfiei minha língua nela. Que boceta gostosa de lamber! Apertei a pele que recobre seu clitóris, com meus dedos indicadores, e comecei a lambê-lo. Balançava minha língua para lá e para cá até ela gozar em minha boca. Ela mexia seu quadril descontroladamente. Ela sentia contrações e, quando gozou, enfiei minha língua na sua buceta e lambi seu líquido quente. Ela segurou em minha nuca e apertou minha boca na sua buceta, gemendo bem gostoso. Aaai... Aaai!

Ela me puxou para cima dela e nos beijamos. Ela queria sugar seu líquido misturado a minha saliva. Sentia sua língua lambendo a minha e me deixando doida novamente. Estávamos intensas! Ela me puxou para o lado e ficou sobre mim, ainda me beijando. Pedi a ela que me deixasse fazer meia nove com ela. Ela sorriu e prontamente virou seu belo quadril para o meu deleite! Eu estava sob aquele bundão maravilhoso que eu tanto me masturbei pensando! Ela jogou seus cabelos loiros para o lado e caiu de boca na minha boceta. Ela tinha uma sede para me chupar que eu logo gozei sentindo seus seios roçando minha barriga.

Mesmo estando a meia luz, eu podia ver aquela bunda gostosa e grande sobre meu rosto. Passei minha língua em seu ânus e fiquei doida. Comecei a lamber seu cu e depois enfiei minha língua dentro de sua boceta. Apertava aquela bunda carnuda e sentia-a gozando na minha boca. Abria seu clitóris e sugava seu grelo. Ela até abaixava seu quadril enquanto gozava. Enquanto isso, ela dedilhava minha boceta e enfiava seus dedos. Lambeu meu cu e até enfiou seu dedo indicador nele, levando-me a intensos orgasmos!

Ficamos trocando prazer em sua cama até amanhecer. Gozamos diversas vezes e fomos muito carinhosas uma com a outra. Dormimos juntinhas, bem gostoso, toda melada de gozo! Acordamos lá pelas 8h da manha do domingo e ainda gozamos mais um pouco juntas, foi uma delicia. Como é ela é gostosa e como é gostoso realizar um sonho assim.

Voltei para casa realizada.

  • Enviado ao Te Contos por Fabiana

domingo, 30 de agosto de 2026

Minha Loucura Libertadora (30-08-2026)

By; Claudiana

Ola Te Contos, me chamo Claudiana, tenho 30 anos, sou de São Paulo, sou recém separada e atualmente organizando a minha vida. Ainda não fiquei com ninguém após a minha separação, isso não vinha sendo “problema” para mim, pois estava bem focada em resolver minha vida.

Acontece que nesses ultimos dias, acho que de terça pra cá meu corpo enlouqueceu, só pensava em gozar, precisava descarregar toda essa energia acumulada. Nesse sábado a loucura que sempre sonhei em fazer aconteceu.

Saí do chuveiro e me enxuguei, sentindo o pelo do corpo ainda úmido e arrepiado. Pendurei a toalha no gancho e fiquei parada no meio do banheiro, a luz do teto refletindo na umidade da pele. O ar estava frio. Meus olhos se fixaram na toalha ali, pendurada, e um pensamento tomou conta da minha cabeça:

E agora? Me visto ou não?”.

A ideia parecia absurda, uma loucura completa.

Sair de casa nua, no meio da noite, em São Paulo?! Mas só de imaginar, uma onda de calor percorreu meu corpo, diferente do calor do banho. Era um calor que vinha de dentro, apertando meu peito e descendo até a buceta, que começou a pulsar devagar. Fiquei minutos ali, imóvel, em dúvida. Os bicos dos meus seio endureceram, não por causa do frio, mas pela antecipação. Minha bunda se contraiu. “Vai dar certo”, eu me convenci, a voz na minha cabeça soando estranhamente convincente. Respirei fundo, o ar frio queimando meus pulmões, e abri a porta do banheiro.

Cada passo até a porta da frente foi uma tortura deliciosa. O chão gelada na sola dos meus pés me fez dar um pulo. O vento que entrava pela janela da sala bateu direto na minha bunda, meus seios, na minha buceta recém-depilada. Eu me sentia completamente exposta, mesmo estando sozinha. Minhas mãos tremiam enquanto eu destravava a porta. O clique da tranca soou alto demais no silêncio da madrugada.

Empurrei a porta e saí para a garagem. O ar lá fora era mais frio ainda. Meu corpo todo estava arrepiado, os pelos dos braços e das pernas eriçados. Caminhei até o carro, a chave na mão suando. Cada movimento era uma mistura de vergonha pura e uma excitação que eu nunca tinha sentido. A sensação de estar deliberadamente vulnerável era um afrodisíaco potente. Entrei no carro o mais rápido que pude, o couro frio do banco em contato com minha pele nua me fez estremecer. Travei as portas e respirei aliviada, mas o coração ainda batia forte.

Eram quase duas da manhã quando liguei o carro. A estrada para o Guarujá estava vazia. Só o barulho do motor e o som da minha própria respiração ofegante preenchiam o silêncio. Minhas mãos no volante estavam suadas, e eu sentia o couro do banco grudar nas minhas costas e na minha bunda a cada curva.

A adrenalina ainda corria forte em minhas veias. A passagem pelo pedágio foi um alívio. Meu carro tem o sistema de cobrança automática, então eu não precisei parar, nem abaixar a janela, nem encostar em ninguém. Apenas acelerei pela pista designada, a pequena placa verde acendendo para indicar que a passagem foi registrada. Aquilo me deu uma falsa sensação de segurança, como se a máquina me tornasse invisível.

Cheguei à Praia da Enseada pouco antes das três da manhã. Desliguei o carro e fiquei ali por um instante, ouvindo o som distante das ondas. “Consegui”, pensei.

Desci do carro, e o vento do mar me atingiu com força, muito mais frio e úmido do que o vento na cidade. Caminhei pela areia fria e fofa, que afundava sob meus pés. Meu corpo todo estava exposto àquele vasto espaço vazio. Sentei na areia, perto da água, e as ondas quebravam a poucos metros de mim, o barulho ritmado preenchendo tudo.

Nesse momento, a imensidão do céu e a nulidade das minhas roupas me atingiram. Levei a mão à buceta, que já estava encharcada, e comecei a me masturbar com fúria, sentindo os grãos de areia ásperos contra a pele sensível das coxas. O contraste do vento gelado batendo nos meus mamilos e o calor ardente dos meus dedos massageando o clitóris criou um curto-circuito no meu cérebro.

De repente, as contrações vieram violentas; meu corpo arqueou na areia e eu senti um orgasmo explosivo, que começou como um choque na base da coluna e se espalhou em ondas quentes por todo o ventre. Eu soltei um gemido abafado, sentindo a buceta pulsar ritmicamente contra meus dedos, expelindo ondas de prazer que me deixaram sem fôlego, trêmula e completamente entregue àquela imensidão.

Voltei para o carro depois de um tempo, o corpo gelado. Dentro do carro, com as portas trancadas, o tesão começou a diminuir. No lugar dele, a culpa apareceu, pesada e sufocante. Juntou-se à vergonha e uma vontade imensa de me cobrir, de desaparecer.

Por que eu fiz isso? Sou louca?”, me perguntei em voz alta.

Mas então, a memória da adrenalina, da sensação do vento no meu corpo, do perigo, voltou com força. E com ela, o tesão. A buceta voltou a pulsar, mais devagar, mas com insistência. Era como se meu corpo tivesse uma vontade própria, me empurrando para continuar.

Eram quatro da manhã quando saí do carro de novo. Desta vez, caminhei pela orla, na beira da calçada. O silêncio só era quebrado pelo mar e pelo meu próprio coração. Sentei num banco de madeira, o frio da madeira contra minha bunda e minhas coxas me fez estremecer. Meus seios estavam duros, os bicos apontados para o céu. A buceta estava molhada, não de água do mar, de excitação. De repente, as luzes de um carro iluminaram meu corpo. Ele passou devagar, e eu vi o rosto do motorista se virar para me olhar. Seus olhos se arregalaram. O carro seguiu em frente, mas a vergonha que senti naquele segundo foi quase paralisante. Meus ombros se encolheram, e tive vontade de me jogar no chão.

Mas foi exatamente esse terror de ser vista que disparou o gatilho final. A humilhação de ser exposta como um animal no cio para um estranho transformou-se em pura luxúria. Sem conseguir me conter, deslizei a mão entre as pernas e dei apertos rápidos e fortes no clitóris. O orgasmo veio como uma avalanche, visceral e descontrolado. Senti meus músculos íntimos se contraírem em espasmos violentos, como se estivessem tentando sugar todo o ar ao redor. Foi um gozo desesperador, acompanhado de um calafrio que percorreu cada centímetro da minha pele nua, deixando-me em um estado de exaustão erótica absoluta, com a respiração cortada e a buceta latejando em brasa.

Corri de volta para o carro, arrependida. “Devia ter parado”, pensei.

O cheiro do meu próprio suor e da minha excitação preenchia o carro. Mas a ideia de voltar para casa assim, nua, passando pela cidade, me deu um frio na barriga. E o tesão voltou, mais intenso, me empurrando para mais um momento. Era um ciclo louco: vergonha, culpa, arrependimento, e depois a memória do prazer me puxando de volta para o abismo.

Às cinco da manhã, fui até as pedras do outro lado da praia. O mar estava mais agitado, as ondas batendo forte nas rochas. Sentei na beira, e a água gelada bateu nas minhas pernas, subindo até molhar minha bunda, minha buceta. O choque do frio misturado com o calor do meu tesão foi quase demais. A excitação estava no limite, um ponto de ebulição, mas a culpa também estava lá, me dizendo que aquilo estava errado, que eu tinha ido longe demais.

Até onde eu vou?”, a pergunta me assustou dessa vez.

Voltei para o carro exausta. A vergonha era insuportável.

Preciso parar”, pensei, rindo muito por estar sendo tão safada.

Mas a adrenalina, a droga que eu mesma tinha injetado em mim, me chamou para mais um momento. Meu corpo pedia por mais, mesmo que minha mente estivesse em pedaços. Sentei no banco do motorista e, num impulso de torturar a mim mesma, comecei a me masturbar enquanto ria.

Era um orgasmo proibido, tingido de culpa, mas fisicamente devastador. Senti minha buceta contrair-se em espasmos lentos e profundos, como se meu corpo estivesse tentando expulsar toda a vergonha através do prazer. Eu gozei soluçando, sentindo o líquido quente escorrer pelas coxas e grudar no couro do banco, um êxtase que me deixou vazia e trêmula, enquanto ria descontroladamente.

Às seis da manhã, o sol começou a nascer, pintando o céu de tons de laranja. Caminhei pela praia novamente, o corpo todo sensível, cada grão de areia parecia uma agulha. O tesão ainda estava lá, mas agora estava misturado com um cansaço profundo e um arrependimento que me pesava no peito.

A beleza do nascer do sol parecia uma ironia. Parei diante da imensidão do horizonte, sentindo a luz do sol começar a aquecer minha pele nua. A vulnerabilidade de estar ali, exposta ao despertar do mundo, fez meu clitóris latejar com uma força renovada. Deixei meus dedos deslizarem rapidamente, em movimentos curtos e frenéticos, buscando o ápice para silenciar a angústia. O orgasmo veio como um raio, súbito e agudo, fazendo meus joelhos fraquejarem. Senti uma descarga elétrica que partiu da buceta e subiu até a nuca, deixando-me ofegante, com os bicos dos meus seios rígidos sob a luz alaranjada da manhã, em um gozo que era, ao mesmo tempo, libertador e desesperador.

Voltei para o carro, decidida que aquela era a última vez. A culpa estava me consumindo.

Fui longe demais”, pensei, de verdade.

Mas antes de ligar o carro, hesitei. Apenas o pensamento de ligar o motor e partir, sabendo que eu ainda estava pelada e que qualquer pessoa que olhasse pelo vidro veria minha nudez absoluta, disparou um último gatilho. Com a mão direita no volante e a esquerda mergulhada entre as pernas, dei um último aperto violento no clitóris. Foi um orgasmo seco, rápido e intenso, um espasmo único que me fez arquear as costas contra o banco. Senti a buceta pulsar violentamente por alguns segundos, um eco de prazer que reverberou por todo o meu ventre, selando minha rendição final ao vício da exposição antes que a razão pudesse me deter.

Antes de ir, dei mais uma volta. Eram sete da manhã, o sol já estava alto, e a praia começava a ficar movimentada. Vi algumas pessoas correndo, um casal caminhando. Senti uma vergonha tão intensa que mal conseguia respirar, mas junto com ela, um estranho orgulho.

Eu fiz isso”, pensei.

Eu tinha sido corajosa o suficiente para fazer aquilo, por mais louco que fosse. Tive um orgasmo tão forte que me fez soltar gemidos e gargalhadas, uma onda de calor que inundou minha buceta e me fez tremer inteira diante dos estranhos. Foi um gozo inacreditavel, que me deixou com as pernas bambas e um sorriso involuntário de satisfação no rosto.

Saí da Enseada às oito da manhã. A estrada de volta foi silenciosa. No pedágio, passei de novo pela pista automática, mas dessa vez não senti alívio, só um arrependimento profundo. A máquina não me protegia mais, apenas registrava minha passagem de volta para a realidade. Cheguei em casa às dez da manhã, entrei direto no banho.

Me enxuguei, olhei para a toalha pendurada no mesmo lugar de horas atrás e pensei:

Como eu deixei isso acontecer?”.

A vergonha, a culpa, o arrependimento. Tudo começou ali, depois do banho, com uma decisão que agora parecia a coisa mais estúpida do mundo. Depois de alguns minutos, após me enxugar percebi uma nova onda de excitação chegando. Eu queria gozar novamente. Corri desesperada pra cama, dessa vez fiquei de 4, passei a mão por baixo de mim, toquei a minha buceta e alucinadamente, me toquei ate descarregar toda a energia que ainda tinha, após mais uma gozada, a derradeira eu me ajeitei na cama e apaguei, como se tivesse tomado o mais poderoso remedio para dormir, acordei a pouco as 13h da tarde, relaxada mais ao mesmo tempo cansada, curioso isso, braço pesado, e buceta sensível. Uma espreguiçada bem longa e forte e então hora de levantar, comer algo e escrever o que fiz, a loucura que cometi essa madrugada a vocês.

  • Enviado ao Te Contos por Claudiana

sábado, 29 de agosto de 2026

Rapidinha com o meu namorado no carro ontem a noite (28-08-2026)

   

By; Micheli

Ola Te Contos. Meu nome é Micheli, tenho 21 anos e apesar da pouca idade já fiz muitas coisas em nome do prazer! Tenho 1,67m peso 60 kg, tenho um corpo muito bonito, cabelos até a altura dos ombros, castanhos e olhos castanhos também. Tenho seios muito sensuais que costumo realçar usando decotes e um bumbum empinadinho!

Namoro há 3 anos e considero meu namorado um cara de sorte. Ele tem um tipo físico que me atrai bastante e sempre que nos encontramos dá uma vontade louca de transarmos.

Nessa sexta feira, dia 28, armei uma surpresa pra ele! Ele havia me ligado que em alguns minutos passaria em casa e me levaria em um barzinho pra encontrarmos alguns amigos, onde comemoraríamos o aniversario de um deles. O Marcos se atrasou um pouco e apenas interfonou, desci pelo elevador e ele nem imaginava o que eu estava vestindo. Estava usando um vestidinho preto, curtinho, justinho, meio transparente, decote bem sensual, não estava usando sutien e os biquinhos do meu seio marcavam o vestido. Meu bumbum ficava marcadinho no vestido e enquanto eu andava até o carro, ele fazia movimentos sensuais pelo meu corpo. Caminhava devagar e usava uma sandália preta de salto bem fininho que ele adorava. A surpresa estava por vir.

Entrei no carro cumprimentei o Marcos com um beijinho na orelha, adoro provocá-lo. E ele dava sinais de excitação! Adoro isso!! Ele elogiou meu visual e disse que tinha a namorada mais gostosa do mundo! A conversa até o bar foi normal.

Chegamos!! Entramos e já vimos o pessoal fazendo a maior festa na mesa. Nos sentamos e entramos na conversa. Passadas algumas horas o pessoal estava bebendo bastante e eu e o Marcos começamos uma conversa, só nós dois. Então eu disse a ele que tinha uma surpresa que ele iria adorar. E ele ficou louco pra saber e resolveu me torturar até que eu lhe contasse.

Beijava meu pescoço, passava levemente as mãos nas minhas pernas e discretamente passava as mãos em meus seios que estavam durinhos. Aí eu já estava ficando bastante excitada. Pedi pra que fossemos dar uma voltinha pelo bar. Levantamos e fomos caminhando. O Marcos safadinho atrás de mim dava umas encochadinhas de leve. Coisa que eu adoro. Paramos num cantinho e ficamos observando as pessoas dançando, foi aí que peguei as mãos dele e conduzi ate a minha cinturinha, ele estava roçando o pau dele em mim e aquilo estava ficando cada vez mais gostoso e eu cada vez mais molhadinha!

Fui levando as mãos dele até a minha bundinha e ele percebeu que eu estava sem calcinha! Ele ficou sem reação, olhou nos meus olhos, percorreu meu corpo com uma cara de safado que eu adoro e começou a passar a mão em mim. Passava os dois polegares nos biquinhos do meu seio, adoro isso, e deixava eles bem durinhos, passava na minha bundinha a mão no meinho, e eu, acariciava o pau dele por cima da calça...

Pedi pra que saíssemos dali o mais rápido possível porque não iríamos aguentar muito tempo.

Fomos ate a mesa, deixamos a nossa parte da conta, nos despedimos e fomos até o carro. Ele abriu a porta pra mim e enquanto dava a volta pra entrar no carro eu sentei com as pernas levemente abertas na direção dele e ele entrou, viu aquela cena e não se conteve. Veio pra cima de mim, com tanto tesão, que eu não estava acreditando. Tirou meus seios através do decote do vestido e chupava, beijava com muito prazer, enquanto isso, suas mãos percorriam minhas coxas, e tocavam minha xoxotinha molhada! Eu gemia bem gostoso pra ele.

Ele tirou a camisa e a calça e eu comecei a beijar aquele corpo gostoso, lamber aquela pele macia e fui descendo, olhava pra ele com cara de safadinha e dei um beijinhos na pontinha do pau dele, ele gemeu gostoso e pediu pra que eu não parasse. Lambia os ladinhos, ia até lá embaixo e voltava, beijava de novo. Lambia sensualmente enquanto gemia pra ele.

Foi então que parei, tirei meu vestidinho, passei os dedos pela minha bucetinha, molhei eles passei no biquinho do seio e chupei com tanto prazer e perguntei:

- Quem é a namorada mais gostosa do mundo?

Ele nem precisou responder, me puxou pelas pernas, colocou aquela língua macia na minha xoxotinha e fodia ela tão gostoso que parecia seu pau, eu tentava me segurar em tudo que via, estava arrepiada, estava sendo possuída com tanto prazer, foi ai que ele parou, me afastou um pouco, olhos nos meus olhos e disse:

- A namorada mais gostosa do mundo é você e vai receber um premio por ser tão safada.

Colocou aquele pau gostoso duro em mim, deu uma dorzinha gostosa, dei um gritinho bom, fico arrepiada de lembrar, e ficamos ali alguns minutos. Estava ouvindo o pau dele entrar e sair e as bolas batendo na minha bundinha, gritava de prazer, gemia, queria mais, queria ele todo dentro de mim, passava as mãos pelos meus seios, lambia eles com tesão…

Ele me colocou de quatro e continuou a comer a minha xoxotinha de quatro, a posição que mais me da prazer. E ficamos ali, gemendo, metendo gostoso, por muito tempo, ai que delicia, adoro isso!!

Gozei tão gostoso, melei ele todinho que gozou em cima da minha bundinha gostosa, ai q tesão!

Eu chupei seu pau para deixa-lo limpinho, ele limpou a minha minha bunda com um paninho que deixa estrategicamente no porta luva, chupou minha buceta e depois nos vestimos e votamos pra casa.

Foi uma noite bem gostosa Te Contos.

  • Enviado ao Te Contos por Micheli

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Te Contos, esse vai pra serie; Tomara que minha mulher nunca descubra; A Diabinha que me atentou!.(2026)

  

By; Marcos

Me chamo Marcos, sou casado, tenho 39 anos e um filho de 19 meses. Minha esposa volta e meia precisa sair para resolver assuntos no trabalho no seu salão, tendo que deixar nosso filho com alguém de confiança. Como não há parentes disponíveis próximos, ela acabou contratando uma menina que mora em nosso prédio.

Ela se chama Deise, tinha 20 anos, morena, com cabelos longos que chegam a altura da cintura, seios médios em forma de pêra, que fazem um volume como se fosse saltar rasgando sua miniblusa, um bumbum volumoso, coxas grossas e cinturinha tão pequena que chega ser incompatível com o bumbum realçando-o ainda mais.

Minha esposa é por demais ciumenta, e para evitar problemas procuro sempre manter-me afastado de suas amigas e da babá de nosso filho. É costume toda vez que ela vai ficar muito tempo fora de casa, me avisar que está deixando a menina em casa, para que eu não chegue muito tarde e liberar a menina.

Deise tem um olhar penetrante e apesar de muito comportada, sabe do potencial dela e notei o início de um joguinho de sedução. Por três vezes seguidas cheguei em casa antes de minha esposa e liberava a menina para ir embora. às vezes ela puxava assunto, eu perguntava como estava a escola, sua família, seu namorado e cortava o papo pegando o bebê alegando que iria dar uma volta pelo condomínio para ela ir embora logo.

Até que um dia que a diabinha me pegou de jeito, cheguei em casa e deparei com Deise deitada em nossa cama com o bebê. Fiquei surpreso pois minha esposa não havia dito que sairia, e Deise me disse que ela teve que sair com certa urgência. Como de praxe, lhe disse que estava tudo bem e que ela podia ir embora mas, ao invés disso, ela pôs o bebê em seu quarto, veio para a sala de estar, sentou-se e começou a puxar conversa. Sentei na outra extremidade da mesa, que é grande e fui dando corda a menina.

No decorrer da conversa ela perguntou por quê eu tinha medo dela, no que respondi que ela estava enganada. Ela levantou-se, veio em minha direção, parou bem pertinho e pediu que eu estendesse as mãos. Eu tremia de tensão, ela deu um sorriso safado, e perguntou por quê estava tremendo. Levantei-me, me afastei, ela veio pegou minha mão e falou;

- vou te relaxar

E tentou estalar meus dedos. Tentei tirar, começamos uma brincadeira de força quando rapidamente ela agarrou minha mão envolvendo-se em meu braço colando seu bumbum em meu pau como se fosse me dar um golpe de judô, sentido bem forte o volume que se agigantava em minha calça, pressionando-me contra a parede. Ela disse:

- Nossa, eu realmente te deixo nervoso.

Perdi razão, tempo e espaço e agarrei-a bem forte contra meu pau, puxei seu rostinho para trás e beijei-a com intensidade no que fui correspondido. Minhas mãos rapidamente se revezaram em seus seios e sua bucetinha, e ela empinando a bundinha, roçava meu pau com força. Empurrei-a um pouco e disse-lhe que era louca, sem juízo, que minha mulher devia estar chegando, e ela sugeriu que ligasse para o celular dela.

Liguei, e minha esposa disse que saiu tão rápido que acabou esquecendo de me lembrar que era o aniversário da amiga dela, e que haviam reunido um grupo de amigas e primas para fazerem uma bagunça num barzinho e que iria chegar tarde, se eu não me importasse. Falei que tudo estava bem, que estava preocupado, ainda troquei umas palavras com ela e desliguei. Quando viro para a Deise, ela já estava nuazinha, no meio da sala, com um sorriso de putinha, e me disse:

- Hoje você não tem como fugir de mim. É todo meu.

Me agarrou pela gravata, levando-me até nosso quarto, me empurrou na cama abriu meu zíper e abocanhou meu pau com uma volúpia chupando com uma vontade e experiência que fiquei impressionado. Ela agarrou meu pau, lambia-o todo deixando-o bem molhado a ponto de escorrer saliva nele todo encharcando-o junto com sua mão e tocava uma punheta simultaneamente me levando as nuvens.

Como podia aquela garotinha chupar um pau com tanto profissionalismo. Isso levou alguns minutos, e em seguida ela ficou em com as pernas abertas sobre mim. Deitado eu tinha a visão maravilhosa daquela buceta com os pelos aparados a tesoura, porém muito volumoso. Do meio dela escorria um filete longo. Ela abriu com os dedos e disse;

- olha como voce tem me deixado esses dias todos.

Lentamente veio arriando a bucetinha, direcionando o filete para a minha boca, dizendo:

- Bebe do meu suquinho, mama tudinho.

Fiquei louco de tesão, puxando a buceta para minha boca chupando-a com muita pressão. Ela apertava a minha cabeça com se quisesse enfiá-la na buceta. E alguns minutinhos depois ela falou baixinho:

- Chupa forte, chupa forte, estou gozando, estou gozando.

Esfregou tanto em minha cara, que fiquei todo babado do prazer dela. Ela deslizou a buceta pelo meu corpo até chegar no meu pau que a essa altura estava quase explodindo, segurou-o, pôs bem na portinha da bucetinha e deu uma única e forte enterrada, soltando um gemido misto de dor e prazer. Iniciou uma cavalgada cadenciada, levando aquele rabo maravilhoso e empurrando para baixo com tanta pressão na roçada que eu sentia seus pêlos aparados massageando meu saco.

Eu olhava para aquela garotinha, e via sua expressão de prazer, sorriso de canto de boca, carinha de puta profissional. Pelo espelho via aquela bunda descomunal, grande, redonda, dura com uma pedra, subindo e descendo. Passei o dedo em sua buceta para lubrificar e comecei a enfiar naquele cuzinho. Ela empinou o rabo para trás facilitando a penetração, aumentando a cadência da cavalgada. Enfiei o segundo dedo, ela gemeu, e pediu;

- mete, mete, mete nesse rabo que ele é teu.

Rapidamente saí debaixo dela, que ficou de quatro, separei a bunda com as mãos, dei uma lambida forte, enfiando minha língua toda naquele cuzinho, seguido de uma chupada. Senti o corpinho dela se arrepiar todo, ela gemeu, eu apontei a cabeça de meu pau e comecei a empurrar devagarzinho com medo de machucá-la. Ela enfiou o rosto no travesseiro, com os braços para trás, firmou suas mãos em minhas coxas e puxou-me contra sua bunda, gritando:

- Mete forte.

Meu pau escorregou de uma só vez para dentro daquele cuzinho guloso, ela soltou um grito abafado pelo travesseiro, e num misto de choro e riso, mexia freneticamente para frente e para trás, dizendo:

- fode, fode, fode esse rabo ele é só teu.

Não demorei muito para explodir numa gozada longa, me sentindo com nos tempos de adolescente. Há muito tempo eu não gozava com tanta intensidade, com tanta porra. Parecia uma fonte inesgotável. A sensação era de ter espirrado uns 20 litros. Ela agarrada em minhas pernas não deixa eu sair de dentro dela. Desfaleci de cansaço, caindo sobre aquele corpinho lindo.

Deixei-me relaxar um pouco. Olhei para o relógio, e ví que ja passava das 22:00 h. Disse-lhe que estava na hora dela ir. Ela foi para o banheiro, e enquanto se lavava, eu da cama admirava aquela mulher em corpo. Ela se vestiu, veio em minha direção dar um beijo de despedida, e falou:

- Sempre quis ter um homem de verdade, para me sentir uma mulher de verdade. Estou realizada, e espero que tenhamos outros momentos como este. Saiba que meu namorado (que tem 19 anos) nunca me fez gozar. Por este motivo também nunca comeu meu rabo. Voce foi o primeiro. E ele é realmente só teu. Nos beijamos, e ela se foi.

Naquele dia, minha esposa chegou realmente muito tarde, e eu não conseguia dormir, lembrando detalhadamente de cada milímetro de nossa babysitter e dos momentos que tivemos. Que se repetiram algumas outras vezes desde aquele dia, até que sua família mudou-se para outro estado.

Estou vivendo dessas lembranças há seis meses. Amo minha esposa mas, sinto saudades daquela ninfetinha safadinha.

  • Enviado ao Te Contos por Marcos

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Trocamos o almoço no refeitorio da fabrica por uma foda gostosa no motel (26-08-2026)

   

By; Karen

Ola Te Contos, me chamo Karen, tenho 25 anos, sou solteira, sou morena jambo, cabelos e olhos castanhos escuros e 1,67 de altura. Trabalho em uma fabrica de calçados, e em um setor onde temos cerca de 30 pessoas, de uns dois meses pra cá, tenho tido um contato maior com um cara de 40 anos, o problema é que ele é casado, tem cabelos e olhos castanhos escuros, moreno claro, 1,73 de altura e peito peludo.

Nos conhecemos e logo começamos a conversar com frequência, como sempre no começa eram conversas de temas normais do cotidiano, ate termos mais liberdade e intimidade um com o outro para aquelas conversas mais quentes surgirem, sempre fora do trabalho, sempre pelo whats ate que não aguentamos mais e nessa quarta feira trocamos o almoço no refeitório da fabrica por uma saidinha ate ao motel.

Estávamos cheios de tesão dentro de um quarto. Fomos para o chuveiro, e lá nos beijávamos e acariciávamos o tempo todo. Ele me virou do costas, beijava minha nuca, dava mordidinhas, me chamava de puta, piranha; recebia tapas na bunda e adorava. Ia ao delírio.

Ele abaixou-se e beijou minha bunda, logo em seguida passou a língua em meu cuzinho, o que me fez delirar de prazer. Pegava em meus peitos e chupava-os com vontade, dava mordidas e os apertava com certa força, me fazendo gemer e muito. Estava louca de vontade de chupar o pau dele que a toda hora encostava em mim e eu fazia de tudo para tocá-lo.

Abaixei-me e fiquei cara a cara com o meu objeto de desejo e não mais resistindo comecei a chupar com toda a vontade que havia guardado por tempos. Engolia tudo, tirava, chupava com certa rapidez, beijava apenas a cabeça, lambia tudo, passava a língua em volta e deixei que ele fodesse minha boquinha.

Por estar já há algum tempo sem ter um cacete a minha disposição, a ansiedade por aquilo tudo me deixava arrepiada, aumentando ainda mais o meu tesão. Queria chupar o máximo que pudesse, colocá-lo todo em minha, senti-lo todo dentro de minha boca. A sensação era ótima! Ter aquele cacete duro enchendo minha boca, indo até a garganta, me deixando com a boca toda tomada por aquele pau que eu tanto esperei. Tudo isso sempre estimulada por ele, meu macho, me chamando de puta, vagabunda, dizendo que eu era boqueteira e tudo mais. Sempre disse a ele para que fizesse isso comigo, mas não imaginava o quanto ficaria excitada com ele me dizendo essas coisas.

Chupei até ele gozar em minha boca e engoli tudo; toda aquela porra quentinha e gostosa. Estava com tanta vontade de porra que até me engasguei. Mas não deixei escapar nada.

Após este banho maravilhoso, ele me enxugou, sempre me beijando e fomos para a cama, e nela continuavam as carícias e as chupadas. Me chamava de piranha e dava tapas em mim pedindo pra que eu o chupasse da forma que ele quisesse e eu adorava pois estava em minha boca aquilo que tinha esperado por tempo.

Mandou que me deitasse e começou a penetrar a minha buceta, ainda com os dedos. Ele colocava e tirava com força; dois, três dedos... Sentia uma mistura de dor e tesão. Na verdade, nem sabia direito o que estava sentindo, mas não queria que ele parasse. Doía mas era bom. Estava mais molhada do que nunca.

Em certo momento ele penetrou também o meu cuzinho com os dedos! Colocou três dedos dentro de meu cu e a outra mão, por inteiro, em minha buceta. Me sentia aberta, arreganhada, mas mesmo assim sentia muito tesão.

Em certas horas, em que ele mexia dentro de mim com força, me faltava o ar mas a sensação era ótima. Eu gemia, pedia pra ele ir devagar e ele me dizia que eu era a sua puta, a sua piranha e era assim que estava me tratando. Disse para que eu me tocasse, fizesse uma siririca, mas não conseguia nem me mover direito. Sabia que tinha que atender aos desejos do meu macho e assim o fiz, meio sem jeito, pois mesmo estando super molhada e com o tesão a mil, a dor também era bem grande. Mesmo sentindo dor por estar sendo invadida daquele jeito, eu sentia que iria gozar...

Na verdade, não sabia bem o que acontecia, todas as sensações eram boas, mesmo a dor sendo quase que constante, parecia que ia gozar a todo tempo: quando ele me tocava, quando eu me tocava, quando ele estava com a mão toda em minha buceta, fazendo movimentos fortes e intensos, ou quando ele tinha enfiado os dedos nos meu dois buracos ao mesmo tempo. Ele mandou ficar de quatro e colocou novamente a sua mão toda em minha buceta, que à esta altura já estava bem maior do que ela era de início, e continuou colocando no meu cu os dedos, mandando que eu continuasse a siririca.

Eu estava exausta, e já não suportava nem ficar mais naquela posição... Caí de bruços na cama. Ele me disse que queria que eu gozasse, mas eu não tinha mais forças pra nada. A dor e o tesão se misturavam, minhas pernas estavam meladas, eu estava totalmente acabada, quase chorei, mas não conseguia nem chorar, pois no fundo estava contente.

Nunca pensei que fosse capaz de suportar algo desse jeito, fiquei surpresa comigo mesma. Ele me beijou, tomamos banho novamente, mas desta vez apenas trocando carícias e logo depois voltamos pra cama, onde ficamos nos acariciando e nos beijando.

Estava exausta e feliz

Descansamos um pouco, com toda as caricias o pau dele estava já duro prontinho para que eu desse uma boa montada. Sentei e comecei a cavalgar bem gostoso, castiguei o seu pau, subindo e descendo ora feito uma louca e ora bem devagar, ele gozou bastante na minha buceta, que queimava em brasas, foi uma delicia essa hora de almoço.

Mais um banho após nos recuperarmos, e partimos para uma lanchonete fazer um lanche rapido e voltarmos ao trabalho.

Saciados exaustos e felizes.

  • Enviado ao Te Contos por Karen

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Fui transar com o coroa separado apos a balada e agora ele ta maluquinho (15-08-2026)

   

By; Monique

Ola Te Contos, me chamo Monique, tenho 24 anos, solteira. O que quero contar aconteceu sábado, dia 15 desse mês de Agosto.

Minha amiga Debora me chamou para ir pra balada, ela tinha brigado com o namorado e tava afim de curtir, não tinha nada melhor pra fazer e aceitei ir com ela. Coloquei um vestidinho preto que fica bem grudado no meu corpo, lingerie e meia pretos, um scarpan bem alto e fui pra casa dela que fica aqui perto e de lá partimos para balada lá perto das 9;30 da noite.

Passamos por umas 4 boates ate achar uma que estivesse boa, beijei vários caras na boca e até perdi a conta. Eu bebi um pouco pra ficar mais soltinha e me lembro que falei pra minha amiga que lá eu não tinha dono e ela só fazia rir.

Dançamos muito e eu fiquei escorrendo de suor, pedi pra ela ir no banheiro comigo pra mim tirar a minha meia calça. Na volta, comecei trocar olhares com um cara, meio magro mas, muito alto como ele não tirava os olhos da onde a gente tava, eu avisei a Débora:

- Amigaaa, aquele gato tá comendo a gente com os olhos?

Ela me deu um empurrão na brincadeira e respondeu:

- Sua putinha, ele tá comendo é você com os olhos! Depois que rimos ela continuou dançando.

O cara era um homem de uns 40 anos, magro, estava meio deslocado, estava com um grupo de amigos, pareciam que estavam vindo do trabalho pelas roupas que estavam usando, camisa de botão, calça social.

Não demorou e logo ele veio pra pra perto da gente e me chamou pra dançar. A Débora acabou achando um carinha com quem ela já tinha se enrolado a um tempo atras e acabou ficando com ele. Então fui com ele, que pegou a minha mão e me levou pra pista começamos a dançar. Foi que nos apresentamos, seu nome é Daniel, tem 46 anos, separado, e sim estava vindo de uma reunião com seus amigos, e acabou ali meio que perdido já que não é muito de sair para boates. E recém separado.

Dançamos bem gostoso ate que de repente ele se encostou bem em mim e pude sentir uma coisa dura entre nós. Depois, começou a acariciar as minhas costas me deixando sem saber o que fazer eu fiquei com meu corpo pegando fogo e já comecei a ficar toda molhadinha. O cacete dele se esfregava nas minhas coxas por baixo da roupa e as vezes eu roçava nele de propósito e deixava aquela coisa dura quase que no meio das minhas pernas. Ele foi me levando para um lado mais escuro da pista e mordiscava levemente a minha orelha, eu ja estava molhadíssima foi então que me disse:

- Você é uma delicia de mulher e me deixa muito louco, sabia?

Eu ja sabia o que me esperava, fiquei desnorteada, não conseguia sair dos braços dele não demorou ele me pegou de jeitoo e me beijou, parecia um leão com fome e ficou beijando e alisando minhas costas nuas por causa do vestido. me chamava de gostosa, tesuda, que pele macia, cheirosa. Eu tava mole e meu corpo queimava de tão quente, eu tremendo de tesão falei que precisava ir ao banheiro e ele falou pra mim ir mas, que depois iria apagar meu fogo, não sei porque, mais essas palavras me excitaram ainda mais.

Sai muito depressa dali e fui ao banheiro, encontrei a Débora saindo do banheiro, e ela foi logo me dizendo:

- Tô indo pra casa do Ronaldo (o amigo dela), vamos que eu passo e te deixo na sua casa.

Eu disse que ia ficar e que nos falavamos no outro dia.

cortei ela e respondi: - Você que é foda! Aposto que vai dar pra ele, né? Então amiga! Fica de boa mas, cuidado heim? Qualquer coisa já manda a localização, tô indo nessa, amanhã a gente se fala. E trocamos beijinhos e ela saiu e foi embora.

Quando voltei ele estava sentado numa cadeira das mesas que haviam por ali. Parei na frente dele e ele sem mais, sem menos me puxou e me colocou sentada no colo dele. Eu sentei no colo dele, e comecei a beijá-lo, senti que seu cacete estava duro feito pedra e comecei a me mexer deixando a minha bundinha se esfregar naquela tora. Depois, falou baixinho no meu ouvido que queria me comer de qualquer maneira.

Aquilo me deixou zonza e me arrepiei da cabeça aos pés. Sai do colo dele sem responder nada e deixei a entender que queria dançar e fui andando para a pista de dança. Ele logo veio andando e colou em mim me fazendo sentir outra vez o cacete dele na minha bundinha. Me abraçando por trás sussurrou no meu ouvido, que queria sair dali comigo.

Eu só respondi que tudo bem!

Então, ele foi me puxando pela mão até o carro dele. Quando entramos o meu vestidinho subiu indo parar mais da metade das minhas coxas e por mais que eu puxasse ele pra baixo não adiantava.

Depois que saímos do estacionamento disfarçadamente olhei e percebi o cacete dele ainda mais duro por baixo da calça. E ainda tive a impressão de que aquela tora era muito grande. Não demorou e ele pegou a minha mão e colocou em cima daquele cacete. Quando senti a minha mão no cacete dele nossa, era um cacetão de respeito, bem grosso e comprido e fiquei alisando suavemente por cima da calça dele. Ele ficou tão doido, que desabotoou a calça, desceu o zíper e colocou aquela a tora pra fora da calça e me mandou chupar aquilo tudo. Eu me assustei e disse que não podia fazer aquilo por que era perigoso com ele dirigindo, e comecei a punhetar aquela coisa grande e dura que quase nem cabia na minha mão, enquanto ele começava a gemer de tesão e prazer.

Eu não parava de olhar para o cacete dele, enquanto punhetava aquilo tudo...era enorme, uma cabeça redonda e vermelha, cheio de veias grossas que quando pulsava eu sentia na palma da minha mão. Ele de repente parou o carro numa rua deserta e nem quis saber me pegou pelos cabelos e foi me deitando sobre seu colo e forçou a entrada da minha boquinha naquele cacete. Mau cabia na minha pequena boca, era muito grande, chupei com muita vontade, estava muito gostoso, ele falava que eu tinha uma boquinha gulosa.

Fiquei chupando primeiro a cabeça e depois comecei a passar a língua por todo o comprimento enquanto tinha que segurar aquilo tudo com as minhas duas mãos. E, quando consegui enfiar a cabeça na minha boca ele esporrou jatos de porra que foram parar na minha garganta... eram fortes e logo encheu a minha boquinha. Uma porra grossa e quente que eu acabei tendo que engolir toda ela pra não sujar o banco do carro e a calça dele.

Depois eu peguei um lenço de papel que tinha no porta luvas, limpei os cantos da minha boca e mau acabei de me limpar ele me catou e me deu um puta beijo na boca e com a mão na minha coxa falou bem no meu ouvido:

- Quero te comer! sua gostosinha...deixar você engolir todo o meu cacete!

Meu corpo tremia de tesão. Ele me deixava excitada dizendo palavras no meu ouvido, que eu iria ser sua puta, que agora eu iria conhecer um fudedor, um homem que sabia comer uma mulher. quanto mais ele me falava mais excitada eu ficava, minha calcinha já estava toda molhadinha. Naquela hora só pensei em me dar toda pra ele.

Mau chegamos na casa dele, depois que eu entrei e fiquei esperando ele fechar a porta, me virou de costas, puxou meu cabelo, começou a beijar o meu pescoço, foi descendo beijando e mordendo minhas costas, chegou na minha bundinha por cima do vestido e deu umas mordidinhas e passou as mãos por baixo da minha roupa com tanta força que a minha calcinha entrou no meu reguinho. Depois acho que ele não aguentando mais, sentou rapido no sofá, me puxando pela mão e falou:

- Vem cá! Senta aqui no meu colo!

Sentei no colo dele e naquele momento, senti seu cacete todo duro e enorme outra vez, roçando na minha bundinha enquanto ele me beijava. Fiquei ate com medo pensando naquela maravilha me penetrando e me abrindo toda. Então eu continuei no colo dele e ele me segurando pela cintura forçava o meu quadril pra baixo e aquela coisa super dura dele cutucava o meu bumbum me deixando cada vez mais doida.

Não aguentando mais, desci do colo dele e ficamos em pé um na frente do outro e enquanto eu tirava a camiseta dele e desbotoava a sua calça ele puxou o zíper do meu vestido nas costas e senti o vestido ir escorregando pelo meu corpo até cair no chão me deixando só de calcinha e sutiã na frente dele.

Quando abaixei a calça dele junto com a cueca um cacete enorme, escuro e de cabeça grande e vermelha pulou para fora que me deixou de boca aberta. No carro não parecia tão grande assim. Não dava pra segurar com uma mão só enquanto ele tirava meu sutiã e arrancava a minha calcinha.

Como ele era mais alto, fiquei na ponta dos pés e coloquei aquela tora no meio das minhas coxas enquanto ele me puxava mais pra perto dele. Minhas coxas não conseguiam encostar uma na outra e eu estava muito assustada. Levantou a minha perna e meteu na minha xaninha ali mesmo em pé. Eu como já estava doida de tesão, delire, dei um gritinho e gozei naquela tora encharcando ela com o meu melzinho.

Mas, depois de lambuzar o cacete dele com o meu melzinho, parece que ficou mais fácil da minha xaninha engolir aquilo tudo. Vendo que eu gostava, ele metia cada vez mais gostoso, me apertava, rebolava e enfiava um dedo no meu cuzinho tentando abrir o meu anelzinho. Joguei a cabeça pra trás sentindo um braço dele em volta da minha cintura e o outro nas minhas costas me segurando e fiquei ali nos braços dele que me fodia enquanto ia mamando os meus peitinhos. Eu me sentia uma puta nas mãos dele.

Já tinha gozado umas 3 vezes e ia pedir pra ele me deitar em algum lugar ali por que não estava aguentando mais ficar em pé ainda mais com aquele cacete negro e duro, grosso, cheio de veios latejando, com aquela cabeça vermelha enorme e molhadinha. Então ele me pegou no colo, e antes que eu pudesse dizer alguma coisa me beijou na boca, mordendo de leve a minha língua e os meus lábios (eu sussurrei por duas ou tres vezes um PARA! mas ele sabia que eu também estava doida por ele) enquanto subiamos as escadas para o quarto dele feito uma princesa sendo carregada no solo sentia o cacete dele tocar as minhas pernas, as polpinhas do meu bumbum enquanto ele caminhava comigo me beijando...e me levando pra cama dele.

Quando me colocou bem devagarinho deitada na cama dele eu disse que estava um pouco cansada e que queria descansar mas ele ficou me acariciando e esfregando levemente o corpo dele no meu. Agarrado na minha cintura começou a beijar as minhas costas encostando aquele monstro de cacete na minha bundinha. eu abri as pernas e ele colocou o cacete no meio das minhas coxas e quando peguei nele comecei a esfregar aquilo nelas. era lindo, grosso, cheio de veias, grande e com a cabeça vermelha e imensa...aí eu não resisti...tirei ele das minhas coxas, me virei, fui sentando nas minhas propias pernas com os joelhos dobrados, fui descendo e segurando no saco dele e coloquei aquele cacete na minha boca e comecei a mamar. Eu sabia que ia ser comida de novo por ele e que ele não ia me dar mole.

Mamei como se fosse uma bezerrinha louca por leitinho e depois segurando aquela tora com as duas mãos levantei a cabeça e olhando bem no olhos dele pedi que ele enfiasse aquela tora enorme de novo em mim. Ele segurando meu queixo falou:

- É isso que você quer, né sua putinha? Você quer que eu coma sua buceta? Mas eu não quero isso! Quero seu rabo! Quero esse seu cuzinho rosado.

Gelei quando ouvi ele dizer que queria comer a minha bundinha fiquei... assustada, por que o cacete dele era maior e mais grosso do que os outros que já tinham me comido, porem ele me acalmou garantindo que não iria doer...e riu quando eu respondi:

- É né! Você fala isso por que o cuzinho não é seu! Tá louco! Eu não aguento, não!

Ele ainda rindo, abriu uma gaveta ali da cama, pegou uma latinha e falou:

- Chupa! Chupa meu pau e empina essa bundinha enquanto chupa ele bem gostoso

E foi empurrando a minha cabeça na direção da tora dele. Quando eu comecei a chupar o cacete dele de novo senti ele passar o dedo no meu cuzinho com uma coisa que parecia um gel, era geladinho mas logo senti meu anelzinho todo molhado e tipo anestesiado. Logo, sem pensar fui virando e fiquei de quatro ali mesmo mas, ele disse:

- Assim não! Quero que você sente no meu colo, sua putinha! Hoje vou matar todo o meu tesão em você.

Fui subindo com meus pés nas pernas dele e com as mãos para trás me apoiei no peito dele. Ele foi me descendo na direção do cacete dele bem devagar com as mãos grudadas na minha cintura. Senti quando a cabeça grossa do cacete dele encostou no meu cuzinho apertado. Ele me desceu um pouquinho em cima daquela coisa dura e grossa e senti aquela baita cabeça ir abrindo as minhas preguinhas. Não doía, acho que porque eu estava anestesiada, sei lá, mas mesmo assim não acreditei que meu cuzinho se abria para engolir aquela tora inteirinha... e eu sentindo!

Quando a cabeça passou eu senti um frio na minha coluna e meu corpo se arrepiou inteirinho e meus peitinhos ficaram duros na hora e meio que sentada de cócoras no colo dele e doidinha de tesão só respondi:

- vê se não me alarga muito viu?. Por favor!

Eu estava toda dormente embaixo. mas sentia a tora dele latejar no meu buraquinho. Gemendo de tesão ele falou:

- nossa, que cuzinho apertadinho! Tá uma delícia...você tá judiando do meu cacete.

Dei uma levantadinha pra tentar me ajeitar no colo dele mas, ele pensando que eu fosse sair segurou mais forte na minha cintura e meteu mais um pouquinho, acho que até a metade. Senti o cacete dele latejar algumas vezes e também que ele deu uma parada pois eu contraria as minhas preguinhas no cacete dele e não sentia mais nada.

Virei o rosto pra olhar pra ele e notei quando ele olhou pra baixo na direção do seu cacete e da minha bundinha com os olhos brilhando de tesão e deu um sorriso bem safado. Eu perguntei:

- Você tá gostando, né? Seu safado! Tá comendo o meu cuzinho e olhando a minha bunda, né?

Então, ele respondeu: - Não vejo a hora de enterrar tudo!

Ele enfiou mais ainda o cacete no meu cuzinho, me fazendo dar um gritinho e um pulinho, riu e disse:

- Que delicia! Seu cuzinho é uma delícia, nunca fodi um cuzinho tão gostoso, tão apertadinho e tão guloso...ele aguenta, sim!

Joguei me corpo pra trás enquanto ele me abaixava e me levantada sentada no colo dele, senti que ele entrava e tirava o cacete até a portinha do meu anelzinho e colocava dentro de mim tudinho de novo me deixando maluca. Eu tinha certeza que estava sendo alargada. Teve uma hora que ele ainda falou:

- Vai minha vadiazinha, eu sei que você tá gostando, eu sei que você quer, rebola putinha, rebola cachorra!

Com as mãos dele agarradas na minha cintura e elas me jogando pros lados é óbvio eu obedeci, rebolei, rebolei e ele foi ficando doido, beijando as minhas costas e a minha nuca, puxando os meus cabelos enquanto eu cravada com o cacete dele no meu cuzinho só gemia e gozava. Meu melzinho molhou muito as coxas dele e ele não tava nem ai! Só queria meter em mim!

Eu já me sentia toda alargada no cuzinho e pedia pra ele gozar logo. Mas infelizmente pra mim, meu bumbum deixou ele tão maluco que ele apertava os biquinhos dos meus seios e falava:

- Você quer mais rola no cu, é? quer sentir todo o meu caralho enterrado dentro desse cuzinho guloso...quer?

Depois daquilo, não teve jeito Eu rebolei mais rapido no cacete dele e cheguei uma hora a sentir ele tocando quase no meu intestino e falava:

- Vai! Vai seu tarado! É assim que você me quer?

Fiquei naquele movimento até sentir sua porra quente e grossa encher o meu cuzinho. Ele gritou, me puxou até o saco dele tocar as minhas polpinhas me agarrou mas forte e beijou as minhas costas como se estivesse beijando a minha boca.

Sai do colo dele e senti o quanto a minha bundinha já estava ardida, deitei de bruços na cama e procurei relaxar um pouco e ele deitou do meu lado e começou a me acariciar as costas e o meu bumbum. Senti a porra dele ir saindo de dentro de mim e escorrer até a minha xaninha.

Levantei, tomei uma ducha e quando coloquei a calcinha e já ia começar a me vestir pra ir embora ele falou que ficasse com ele que cedo ele me levaria em casa ou em qualquer lugar. Eu acabei tirando a roupa novamente, vesti uma camisa dele e deitei e dormimos juntos.

Pela manha demos transamos de novo, dessa vez ele só comeu a minha buceta, depois tomamos um café e ele me deixou em casa, trocamos contado, ficamos de papinho durando a semana e acabamos marcamos de nos ver, transamos no meio da semana e no final de semana passado passei todo com ele fodendo muito.

Beijos Te Contos

  • Enviado ao Te Contos por Monique

terça-feira, 25 de agosto de 2026

Dois anos de um caso bem gostoso.

   

By; Tânia

Oi me chamo Tânia, tenho 30 anos, sou de Manaus tenho os cabelos claros magra branca, seios pequenos e bunda durinha e gostosa.

Minha história começa em 2024 eu casada a 8 anos, nosso casamento estava tudo ótimo, ate meu marido começar a se entupir de trabalho, ele só chegava cansado e quase não me dava mas atenção, no sexo então era uma vez no mês, e querendo ou não nós mulher sentimos falta de um bom sexo.

Eu viva de siririca, era dia e noite vendo vídeo de sexo, ate que um dia recebi uma solicitação de amizade no Instagram de um moreno alto que se chamava Pedro, aceitei e ele já me mandou msg, depois de algumas horas já estávamos conversando bem, descobri que ele era do mesmo bairro que, era solteiro, morava só ele e um cachorro, confesso que fiquei interessada mais sou casada tive que me controlar.

Depois de umas duas semana conversando agente já tinha bem intimidade e topei sair com ele, no dia botei um vestido colado vermelho e um fio dental, fomos pra um restaurante la na ponta negra e depois fomos pra um shopping depois de várias horas passeando e conversando agente começou a se beijar no carro, ele perguntou se eu queria ir pra casa dele, topei na hora e fomos.

Chegamos la o lugar era bem ajeitado, fomos pro quarto e começamos e se pegar, fui tirando a roupa dele e ele a minha quando vimos estávamos só de roupa íntima, ajoelhei na frente dele e baixou sua cueca, quando tirei pra fora o pau dele quase cai pra trás, era um pau lindo, moreno da cabeça rosa, grosso de uns 18cm, na hora eu pirei cai de boca que nem uma esfomeada, tentava engolir o pau dele todo e ele gemendo baixo segurando minha cabeça.

Depois de alguns minutos ele levanta e o pau dele escapole da minha boca, ele me deixa na cama abre minhas pernas e começa e me chupar, gozei umas duas vezes na boca dele, depois ele me pois de quatro e meteu a picona dele na minha buceta.

Nossa fui nas nuvens nas primeiras 3 socada dele eu me gozei toda a um bom tempo eu não sentia uma pica tão gostosa, depois de varios minutos fodendo em todas as posições ele falou que queria fuder meu cu, eu não neguei claro!

Ele meteu tanto no meu cu que eu sentia que nem fechava mais, no final ele gozou dentro do meu cu, ficamos na cama por alguns minutos exaustos se beijando, depois tomei banho e fui pra casa quando cheguei em casa fui no banheiro ainda estava escorrendo gala do meu cu e tava tão aberto que meti 3 dedos.

Depois desse dia agente passou a transar quase todo final de semana, minha vida melhorou muito,

È isso Te Contos, assim comecei o meu caso que dura ate hoje. bjs

  • Enviado ao Te Contos por Tânia

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

O casado veio de São Paulo ate aqui ao Rio só para me comer (22-08-2026)

  

By; Eliana

Oi Te Contos, sou a Eliana, tenho 26 anos, sou carioca, estou solteira e aproveitando bastante.

Mês passado fui a São Paulo a um evento onde a empresa em que trabalho participou, lá conheci o Romulo, um coroa de 43 anos, pouco mais alto que eu, corpão forte, conversamos bastante e a noite quando saimos para um barzinho acabamos dando uns belos amassos, foi bem excitante, ele tem um pegada bem gostoso, queria ter curtido mais e até dado pra pra ele, mais não deu tempo, apenas trocamos contato e ficamos conversando, somente nessas conversas foi que eu soube que ele era casado, mas realmente não me incomodou, queria mesmo era uma foda gostosa com ele e só.

Nessa ultima quinta no final da tarde ele me manda uma mensagem, se eu gostaria de encontrá-lo aqui no Rj, pois ele conseguiria dar um pulinho aqui pra vir me ver se eu topasse, claro que topei.

Ele veio ao Rio de Janeiro na sexta feira a noite, fui esperá-lo no aeroporto e mal ele me viu já veio e me agarrou, me deu um beijo tão quente, que de uma forma muito louca, que eu nem me lembro direito, nós fomos até meu carro que estava no estacionamento do aeroporto e transamos ali mesmo. Fomos pro hotel que ele fez reserva e passamos a noite apenas transando.

O dia já tinha amanhecido no sabado, eu estava na cama, virada de costas pra ele, apenas pensando na loucura que eu havia cometido, quando notei que ele acordou. Fingi que estava dormindo e ele começou a acariciar as minhas costas. Suas mãos deslizavam de cima a baixo sobre as minhas costas nuas. Eu adoro ser acariciada nas costas, então eu deixei ele à vontade.

Eu podia sentir toda a suavidade de suas mãos sobre minhas costas, mas continuei ali deitada, fingindo que estava dormindo, quando na verdade eu estava ficando muito excitada e completamente molhada, quando ele se aproximou de mim e disse ao meu ouvido:

- Não vai acordar, minha safadinha? - a mão dele se deslizou até minha buceta que já estava latejando de tesão - Está molhadinha, né?

Não podia negar que aquilo me excitava, então me virei para poder beijá-lo e ele fudia a minha buceta com os dedos de sua mão.

- Adoro sentir sua buceta assim: toda molhadinha...vire-se!

Fiquei de bruços e ele se ajoelhou ao meu lado e com uma das mãos ele continuava a me acariciar as costas, e com a outra ele fudia a minha buceta. Virei meu rosto para poder vê-lo melhor, quando reparei que seu pau estava duro e latejante e não resisti em chupá-lo.

- Não... - ele pediu

- Eu quero chupar você…

Segurei bem firme seu pau e fiquei acariciando ele, sentindo toda a textura e sentindo como ele estava duro e firme na minha mão. Comecei a beijar apenas a cabeça, passando apenas meus lábios sobre ela, depois fui deslizando meus lábios até seu saco e depois eu subia assim sucessivamente. A mão dele não parava nem um segundo de fuder a minha buceta, e ele começou a brincar com ela e com o meu cuzinho ao mesmo tempo. Enfiei a minha boca naquele pau e eu chupava com toda minha força...

- Ai que tesão....como você chupa gostoso...

Eu não parava. Eu chupava e chupava cada vez mais, sentindo todo o corpo dele tremer de tesão. Eu sabia que ele estava prestes a gozar quando ele puxou meu cabelo na tentativa de me fazer parar, mas eu segurei na cintura dele com tanta força, que cravei as minhas unhas na bunda dele, de forma a sentir que eu o machucava. Ele começou a gritar de dor e de prazer, e eu chupava o pau dele ainda mais força.

- Você quer que eu goze na sua boca, né safada?

Fiz sinal com as mãos que sim e ele se entregou. Senti toda a sua porra entrar pela minha boca e garganta. No começo bem quente e depois um pouco gelada. Propositadamente eu deixei um pouco de porra na minha boca, levantei-me e o beijei.

- Se lambuza com sua porra, meu cachorro!

- Você é uma safada...venha aqui que eu vou te dar o que você quer.

Bruscamente ele me virou de costas, me colocou de quatro e começou a lamber meu cuzinho e com uma das mãos fudia a minha buceta.

- Rebola pra mim, minha putinha, rebola.

Eu rebolava e ele esfregava sua cara na minha buceta, que estava muito ensopada, e ele também esfregava a sua cara no meu cu, que estava latejando de vontade de sentir aquele pau de novo dentro de mim.

- Onde você quer meu pau, minha vadia?

- No meu cu... - eu gemia de tesão que mal eu conseguia falar.

- Vem cá...vou dar o que você quer, safada!

Ele se ajoelhou atrás de mim, segurou a minha cintura e enfiou aquele pau no meu cu com tanta força que eu gritei. Era uma mistura selvagem de dor e prazer e deixei que ele continuasse.

- Vou fuder seu cu...vou arrombar você, minha puta safada!

- Fode, fode...fode meu cu, meu cachorro, goze de novo dentro de mim, goze!

Ele socava tanto que eu podia sentir o saco dele batendo na minha buceta. Nossa, que tesão. Ele me empurrou contra a cama de modo que eu ficasse de bruços novamente, ele segurou meu cabelo, debruçou-se sobre mim, e continuava a fuder meu cuzinho com toda força.

- Gosta assim, safada?

- Gosto.

- Quer que eu goze em você, quer?

- Não, quero que goze em mim...em mim...pode?

- Posso...

Ele ficou meio sentado em cima de mim e fudia meu cu com toda a força que ele podia. Eu adorava aquilo, pois a dor era grande, mas o prazer era ainda maior e deixei que ele me fudesse daquela forma, quando de repente ele tirou o pau dele me virou e gozou novamente em cima de mim. Saiu muita porra, tanto que eu pude ficar brincando com ela sobre meu corpo. Uma delícia.

Ele ficou ali sentando na minha frente se recuperando o gozo quando eu voltei a chupá-lo.

- Pára...assim...está...sensível...

Ele tentou tirar a minha boca do pau dele, mas eu me segurei de novo em sua cintura e fiquei chupando ele até que o pau dele ficasse duro novamente.

- Agora é minha vez de gozar, meu safado. Venha fuder a minha buceta com esse eu pau delicioso.

- Você me quer te fudendo com força, quer?

- Quero...venha....

Abri bem as minhas pernas e ele começou a me provocar apenas roçando seu pau na minha buceta. Eu gemia muito, estava com muito tesão, e eu queria muito sentir aquele pau na minha buceta.

- Está me provocando, safado, está?

- Sim, eu adoro provocar você...

Ele sabia muito bem como me provocar, me deixar com mais tesão do que eu estava naquele momento. Ele enfiava somente a cabecinha e depois tirava, enfiava e tirava. E eu adorava.

- Toca o seu clitóris pra eu ver, toca...

Eu massageava meu clitóris e ele brincava com a minha buceta, e com a minha outra mão eu brincava com os restos da porra dele sobre meu corpo.

- Eu adoro ver você se tocando assim...delícia...

Ficamos assim por alguns minutos até que ele enfiou todo o seu pau na minha buceta bem devagarzinho para que eu pudesse sentir cada centímetro dele. Ele me abraçou com força e me beijou com mais força ainda.

- Quer ser mesmo fudida?

- Quero...

E ele começou a socar a minha buceta com muita força enquanto ele me beijava.

- Quer que eu goze dentro de você, minha safada?

- Quero...

- Então me avise quando for gozar, que eu vou gozar com você...

E ele me socava, me arranhava, me beijava, puxava meus cabelos, me xingava de tudo quanto é nome e eu adorava. Por alguns minutos fiquei segurando o orgasmo até ver que ele não aguentava mais segurar.

Gozamos, e como gozamos. Meu corpo todo tremia junto ao dele. Senti toda aquela porra entrando em mim. Foi um tesão delicioso.

Só sei dizer que foi um ótimo dia, na noite de sábado ele voltou para SP. Passamos o resto do dia transando da mesma forma, até na hora que nos despedimos no aeroporto quando ele tinha que ir embora, repetimos aquela dose no carro.

  • Enviado ao Te Contos por Eliana

domingo, 23 de agosto de 2026

Uma madrugada de uma foda bem gostosa com o novinho do trabalho (22-08-2026)

  

By; Fabiane

Te Contos me chamo Fabiane. Tenho 30 anos, estou separada a 8 meses depois de um casamento de 9 anos e desde então tenho me mantido longe de qualquer tipo de relacionamento, seja ele casual ou não.

Porém ontem, sábado dia 22 de agosto, não resisti as investidas de um “garotinho” de 20 anos.

Já o conheço a algum tempo, aliás ele trabalha no mesmo local que eu presto consultoria. Ele é gaúcho, possui olhos claros. Para ser mais exata são verdes. Nunca havia ocorrido absolutamente nada entre nós que não fosse do campo profissional. Ele é uma pessoa muito competente. Tenho estado um tanto triste com o acontecido e todas as pessoas com que me relaciono profissionalmente tem me ajudado muito emocionalmente. Porém sábado pela manha apás o meu ex marido vir buscar a minha filha e eu conhecer a “namorada” dele, tomei uma decisão de que seria o dia que eu deixaria de ficar enclausurada. Como a minha situação foi repentina, não tenho muitas companhias para sair, pois o meu circulo de amizades antes era um tanto restrito a casais.

Após um longo banho preparatório e a escolha de uma roupa apropriada para o “ataque”, resolvi ligar para meus colegas de trabalho da empresa que presto consultoria. Não disse aonde iria, apenas convidei a todos que quisessem sair, para irem comigo, mas sem citar nomes. A pessoa que atendeu o celular, disse que iria verificar quem gostaria de sair e que em poucos minutos me retornaria.

Dito e feito!! O meu sábado estava armado. Saí com dois dos vários colegas de trabalho. Dois “guris” de 20 aninhos. Eu estava me sentindo poderosa, mas ate então sem segundas intenções. O local aonde tínhamos escolhido para ir estava excelente e nos divertíamos muito.

Apás algumas garrafinhas de ice, começamos a nos soltar e tudo começou a ficar bem melhor. Ele foi muito gentil e não me atacou” prontamente, soube como ninguém a fazer o clima acontecer naturalmente. No final da noite já tinha rolado o beijo. Meu Deus!!! Eu que até então era arredia quanto a “garotinhos” estava me sentindo realizada! Um beijo delicioso, macio e ao mesmo tempo envolvente e cheio de desejos.

Ficamos neste clima gostoso até o final da noite. Eu não estava dirigindo e os dois me trouxeram em casa. Obvio que a esta hora as garrafinhas de ice já tinham surtido efeito, e o clima já tinha se estabelecido entre nós dois.

Quando chegamos na minha casa, fui descer do carro e um natural “fica” saiu da minha boca. O outro amigo, mal podia acreditar no que estava escutando. Neste momento me senti seduzindo e seduzida. Entrei em casa enquanto ele se despedia do amigo e fui direto tomar uma ducha para tirar aquele cheiro de cigarro que fica empregnado quando estamos em ambientes fechados.

Quando dei por mim, ele estava em pé em frente ao box me olhando. Sai do box, enrolei-me na toalha, peguei-o pela mão e fomos para o quarto. Ele ia me dizendo que não tinha muita experiência. Ele deitou-se na cama, ainda meio assustado com a situação. Retirei a roupa lente lentamente e ele sussurrava sem parar no meu ouvido, que sempre tinha me desejado, mas que nunca havia tido coragem de me dizer.

Nossa! O tesão era imenso! Dois meses sem sexo e eu tendo o prazer de aproveitar o “garotinho”, Não exitei e percorri todo o seu corpo com a minha boca e ele respirando cada vez mais rápido me enchia cada vez mais de tesão. Fiz um bom boquete nele que ele dizia que não estava acreditando, me chamava de gostosa, dizia que eu poderia fazer o eu quisesse com ele.

Não me fiz de rogada e tirei o maximo proveito que pude. Ele me deitou, abriu bem as minhas pernas e chupou a minha boceta como ninguém. Gozei a primeira vez, e ele percebendo, disse que ainda não tinha acabado, e que queria que eu gozasse mais uma vez na sua boca, para sentir o meu gosto.

Nossa!!!! Como ele sabia o que estava fazendo!!!! E é claro, que gozei mais uma vez.

Ele me penetrou lentamente, tirando e colocando todo o pau em um movimento maravilhoso!! Gozei mais uma vez e ele ainda se mantinha “intacto”. Não estava acostumada com isso!! Ele me colocou de quatro, empinei bem a bundinha e mais uma vez pude ser totalmente preenchida por aquele delicioso pau. Desta vez gozamos juntos, e ele a todo momento dizia que não acreditava que estava me comendo.

Transamos mais duas vezes durante o término da madrugada, e as 7 horas da dessa manhã, ele foi embora. Mas me deixou satisfeita, realizada e sedenta por mais uma próxima vez com o meu novo “garotinho”.

  • Enviado ao Te Contos por Fabiane

Rapidinha no carro com a nossa diarista nessa segunda (14-09-2026)

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