sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Acabei dando pro mesmo cara que vi minha amiga dando uma mamada (Julho-2026)

  

By; Leticia

Ola a todos aqui do Te Contos, me chamo Leticia, sou casada e tenho 27 anos. Contarei um caso que aconteceu nesse mês de Julho passado.

Nos primeiros dias de julho, houve um dia em que pequei uma amiga dando uma mamada no pátio da casa dela e não era o marido dela.

Fiz um barulho no portão ela olha pra trás e logo tentou limpar a boca e falei que ia embora, ela foi atrás de mim enquanto o carinha saiu rapidinho de lá e quando ela me alcançou falou.

- Calma vamos conversar

Paramos mais distante da casa dela e conversamos, ela disse que já se encontra com ele a um tempinho, que dava no jardim e quando entrava em casa o marido dela nem desconfiava e que iria me apresentar. Eu disse que nem pensar, guardaria o segredo dela mais não queria nada. Confesso que fiquei cheia de tesão com o que vi e com o que ela contou sobre eles dois.

E dias depois, já mais pro dia 20 de julho ela saiu de ferias com o marido, e numa volta do trabalho encontro ele quase em frente a casa dela, ele me viu, me reconheceu e quis conversar e falou que morava fora do país que estava num intercambio.

E vem um leve chuvisco e ele convida a entrar no pátio da casa de minha amiga e aceitei e ficamos encostados na árvore e depois de alguns minutos logo acontecem papos excitantes sobre minha amiga.

Ele pega minha mão passou por cima da calça dele e logo tiro, mas ele logo recoloca, eu estava excitada e fiquei alisando e disse…

- Eu vi teu pau naquele dia é grande né

- Se quiser eu deixo você pegar

E me levou pro outro lado da árvore e o muro assim de fato quem passasse não poderia ver nós dois lá.

- Tu és maluco, sou casada não posso fica pegando em rola sabia?

- Já que estamos aqui e ninguém tá vendo eu deixo vai pega.

Ele desafivelou o cinto e pôs minha mão no zíper da calça dele, eu queria senti o peso e por isso desabotoei a calça dele e pus a mão e sentir dura e o punhetei levemente.

- É pesado né? Disse eu.

E ele fez força pra me abaixar, mas eu disse;

- não posso sou casada

Mas ele forçar levemente meu corpo pra baixo... E dessa vez me agachei e mamei e bati-a no rosto no estilo pirulito que bate e bate e digo pra ele deixar amolecer, pois queria sentir um prazer intimo meu.

Quando a senti mole me agacho e a fiz endurecer na boca e fiz isso por saber que deixa amolecer teria na segunda chupeta gotas de esperma na cabeça... Eu gosto.

E vou dizer uma coisa, na oportunidade do sigilo, eu ia querer na boceta e claro como eu estava num lugar que ninguém me via eu podia dar a boceta e por isso me levantei, desabotoei minha calça e desci junto à calcinha até os joelhos e falei;

- põem na minha boceta e bomba.

Que demais aquele homem bombando na gulosinha que vendo um cacete duro trata de deixa agasalhada e eu ia gozar bombando a boceta no pau dele e senti-lo gozando enchendo minha xotinha. E como ninguém tá sabendo o que estou fazendo por que não dar o cu? E falei…

- Come o meu cuzinho?

Me viro de costa pego no pau e encosto na entrada do meu cuzinho... A cabeça passa e o buraquinho ardeu, mas e começa a cair pingos de chuva me incomodando.

Pego ele pelo pau e caminhamos pelo jardim até ao pátio e foi lindo ir vendo o pau dele ir balançando e a frente da casa favorecia a situação: o muro é alto com plantas do lado de dentro dificultando a visão de quem olha do lado de fora e do portão.

Pus minha mochila no chão e deitei, a calça atrapalhava, mas não ia tirar toda e foi na boceta pra mais uma gozada e logo eu viro de costa numa posição submissa oferecendo o cuzinho.

O que era chuvisco vira chuva torrencial e ninguém na rua e pra completa cai um trovão e cai a energia elétrica e no silêncio dessa escuridão sou uma casada numa casa vazia deitada de bundinha pra cima com calça e calcinha até os joelhos. Era se como aquele homem tirasse proveito da situação me comece com mais força e assim meu cuzinho ia ser arrombado.

O pau dele abriu meu cuzinho, ele segurou firme e meteu à cabeça com força, contrair as pregas como se não deixasse, mas a potência do pau viril abriu o buraquinho e quando sinto que já não havia como impedi entrada, me entreguei. E aquele homem arrebentou as minhas pregas… que delicia !!

Meu cuzinho latejava e ardia muito, eu contraia o cuzinho apertando fortemente o pau dele. E falei bem baixinho…

- Vai, mete que eu aguento!

E no ultimo ato enfio dois dedos na xotinha a me masturbar e dei uma metida pra trás e entraram mais da metade e aperto bem firme as pregas no pau dele.

E excitada arrebitei a bunda e passei a as duas mãos pra trás simulando como se eu estivesse pressa com as mãos nas costas e passo as minhas próprias estocadas e ele arfando como um touro raivoso ariou totalmente o peso do corpanzil em cima de mim forçando meu corpo ao chão, e sem consegui contrair ar pregas eu estava entregue e ele foi alargando por completo, entrou tudo e ele foi enchendo meu buraquinho me deixando com o cuzinho cheio de porra.

Meti dois dedos na boceta apertava e o cuzinho molhado com esperma e no acelerado do abre e fecha das pregas apertava a vara e foi assim minha masturbação final, Apertando um cacetâo com as pouquíssimas pregas que eu achava que ainda tinha.

E logo refeita me levantei puxando a calcinha e abotoando a calça e passei os dois dedos nos lábios dele e dei um beijo e isso era como um selo de acordo do silêncio. Ele acende um cigarro e sem pega da mão dele e dei uma tragada.

E me despedi num longo beijo ardente e na saída da casa como mulher casada e cuidadosa olho os lados e corri pra casa.

Assim que entrei em casa, corri para o banho, minhas roupas joguei todas na maquina, a luz voltou estava já saindo do banho, meu cuzinho ardia ainda, tive que ter cuidado para não dar nenhuma bandeira quando meu marido chegou do trabalho… mais tudo ocorreu bem.

  • Enviado ao Te Contos por Leticia

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