quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Fui transar com o coroa separado apos a balada e agora ele ta maluquinho (15-08-2026)

   

By; Monique

Ola Te Contos, me chamo Monique, tenho 24 anos, solteira. O que quero contar aconteceu sábado, dia 15 desse mês de Agosto.

Minha amiga Debora me chamou para ir pra balada, ela tinha brigado com o namorado e tava afim de curtir, não tinha nada melhor pra fazer e aceitei ir com ela. Coloquei um vestidinho preto que fica bem grudado no meu corpo, lingerie e meia pretos, um scarpan bem alto e fui pra casa dela que fica aqui perto e de lá partimos para balada lá perto das 9;30 da noite.

Passamos por umas 4 boates ate achar uma que estivesse boa, beijei vários caras na boca e até perdi a conta. Eu bebi um pouco pra ficar mais soltinha e me lembro que falei pra minha amiga que lá eu não tinha dono e ela só fazia rir.

Dançamos muito e eu fiquei escorrendo de suor, pedi pra ela ir no banheiro comigo pra mim tirar a minha meia calça. Na volta, comecei trocar olhares com um cara, meio magro mas, muito alto como ele não tirava os olhos da onde a gente tava, eu avisei a Débora:

- Amigaaa, aquele gato tá comendo a gente com os olhos?

Ela me deu um empurrão na brincadeira e respondeu:

- Sua putinha, ele tá comendo é você com os olhos! Depois que rimos ela continuou dançando.

O cara era um homem de uns 40 anos, magro, estava meio deslocado, estava com um grupo de amigos, pareciam que estavam vindo do trabalho pelas roupas que estavam usando, camisa de botão, calça social.

Não demorou e logo ele veio pra pra perto da gente e me chamou pra dançar. A Débora acabou achando um carinha com quem ela já tinha se enrolado a um tempo atras e acabou ficando com ele. Então fui com ele, que pegou a minha mão e me levou pra pista começamos a dançar. Foi que nos apresentamos, seu nome é Daniel, tem 46 anos, separado, e sim estava vindo de uma reunião com seus amigos, e acabou ali meio que perdido já que não é muito de sair para boates. E recém separado.

Dançamos bem gostoso ate que de repente ele se encostou bem em mim e pude sentir uma coisa dura entre nós. Depois, começou a acariciar as minhas costas me deixando sem saber o que fazer eu fiquei com meu corpo pegando fogo e já comecei a ficar toda molhadinha. O cacete dele se esfregava nas minhas coxas por baixo da roupa e as vezes eu roçava nele de propósito e deixava aquela coisa dura quase que no meio das minhas pernas. Ele foi me levando para um lado mais escuro da pista e mordiscava levemente a minha orelha, eu ja estava molhadíssima foi então que me disse:

- Você é uma delicia de mulher e me deixa muito louco, sabia?

Eu ja sabia o que me esperava, fiquei desnorteada, não conseguia sair dos braços dele não demorou ele me pegou de jeitoo e me beijou, parecia um leão com fome e ficou beijando e alisando minhas costas nuas por causa do vestido. me chamava de gostosa, tesuda, que pele macia, cheirosa. Eu tava mole e meu corpo queimava de tão quente, eu tremendo de tesão falei que precisava ir ao banheiro e ele falou pra mim ir mas, que depois iria apagar meu fogo, não sei porque, mais essas palavras me excitaram ainda mais.

Sai muito depressa dali e fui ao banheiro, encontrei a Débora saindo do banheiro, e ela foi logo me dizendo:

- Tô indo pra casa do Ronaldo (o amigo dela), vamos que eu passo e te deixo na sua casa.

Eu disse que ia ficar e que nos falavamos no outro dia.

cortei ela e respondi: - Você que é foda! Aposto que vai dar pra ele, né? Então amiga! Fica de boa mas, cuidado heim? Qualquer coisa já manda a localização, tô indo nessa, amanhã a gente se fala. E trocamos beijinhos e ela saiu e foi embora.

Quando voltei ele estava sentado numa cadeira das mesas que haviam por ali. Parei na frente dele e ele sem mais, sem menos me puxou e me colocou sentada no colo dele. Eu sentei no colo dele, e comecei a beijá-lo, senti que seu cacete estava duro feito pedra e comecei a me mexer deixando a minha bundinha se esfregar naquela tora. Depois, falou baixinho no meu ouvido que queria me comer de qualquer maneira.

Aquilo me deixou zonza e me arrepiei da cabeça aos pés. Sai do colo dele sem responder nada e deixei a entender que queria dançar e fui andando para a pista de dança. Ele logo veio andando e colou em mim me fazendo sentir outra vez o cacete dele na minha bundinha. Me abraçando por trás sussurrou no meu ouvido, que queria sair dali comigo.

Eu só respondi que tudo bem!

Então, ele foi me puxando pela mão até o carro dele. Quando entramos o meu vestidinho subiu indo parar mais da metade das minhas coxas e por mais que eu puxasse ele pra baixo não adiantava.

Depois que saímos do estacionamento disfarçadamente olhei e percebi o cacete dele ainda mais duro por baixo da calça. E ainda tive a impressão de que aquela tora era muito grande. Não demorou e ele pegou a minha mão e colocou em cima daquele cacete. Quando senti a minha mão no cacete dele nossa, era um cacetão de respeito, bem grosso e comprido e fiquei alisando suavemente por cima da calça dele. Ele ficou tão doido, que desabotoou a calça, desceu o zíper e colocou aquela a tora pra fora da calça e me mandou chupar aquilo tudo. Eu me assustei e disse que não podia fazer aquilo por que era perigoso com ele dirigindo, e comecei a punhetar aquela coisa grande e dura que quase nem cabia na minha mão, enquanto ele começava a gemer de tesão e prazer.

Eu não parava de olhar para o cacete dele, enquanto punhetava aquilo tudo...era enorme, uma cabeça redonda e vermelha, cheio de veias grossas que quando pulsava eu sentia na palma da minha mão. Ele de repente parou o carro numa rua deserta e nem quis saber me pegou pelos cabelos e foi me deitando sobre seu colo e forçou a entrada da minha boquinha naquele cacete. Mau cabia na minha pequena boca, era muito grande, chupei com muita vontade, estava muito gostoso, ele falava que eu tinha uma boquinha gulosa.

Fiquei chupando primeiro a cabeça e depois comecei a passar a língua por todo o comprimento enquanto tinha que segurar aquilo tudo com as minhas duas mãos. E, quando consegui enfiar a cabeça na minha boca ele esporrou jatos de porra que foram parar na minha garganta... eram fortes e logo encheu a minha boquinha. Uma porra grossa e quente que eu acabei tendo que engolir toda ela pra não sujar o banco do carro e a calça dele.

Depois eu peguei um lenço de papel que tinha no porta luvas, limpei os cantos da minha boca e mau acabei de me limpar ele me catou e me deu um puta beijo na boca e com a mão na minha coxa falou bem no meu ouvido:

- Quero te comer! sua gostosinha...deixar você engolir todo o meu cacete!

Meu corpo tremia de tesão. Ele me deixava excitada dizendo palavras no meu ouvido, que eu iria ser sua puta, que agora eu iria conhecer um fudedor, um homem que sabia comer uma mulher. quanto mais ele me falava mais excitada eu ficava, minha calcinha já estava toda molhadinha. Naquela hora só pensei em me dar toda pra ele.

Mau chegamos na casa dele, depois que eu entrei e fiquei esperando ele fechar a porta, me virou de costas, puxou meu cabelo, começou a beijar o meu pescoço, foi descendo beijando e mordendo minhas costas, chegou na minha bundinha por cima do vestido e deu umas mordidinhas e passou as mãos por baixo da minha roupa com tanta força que a minha calcinha entrou no meu reguinho. Depois acho que ele não aguentando mais, sentou rapido no sofá, me puxando pela mão e falou:

- Vem cá! Senta aqui no meu colo!

Sentei no colo dele e naquele momento, senti seu cacete todo duro e enorme outra vez, roçando na minha bundinha enquanto ele me beijava. Fiquei ate com medo pensando naquela maravilha me penetrando e me abrindo toda. Então eu continuei no colo dele e ele me segurando pela cintura forçava o meu quadril pra baixo e aquela coisa super dura dele cutucava o meu bumbum me deixando cada vez mais doida.

Não aguentando mais, desci do colo dele e ficamos em pé um na frente do outro e enquanto eu tirava a camiseta dele e desbotoava a sua calça ele puxou o zíper do meu vestido nas costas e senti o vestido ir escorregando pelo meu corpo até cair no chão me deixando só de calcinha e sutiã na frente dele.

Quando abaixei a calça dele junto com a cueca um cacete enorme, escuro e de cabeça grande e vermelha pulou para fora que me deixou de boca aberta. No carro não parecia tão grande assim. Não dava pra segurar com uma mão só enquanto ele tirava meu sutiã e arrancava a minha calcinha.

Como ele era mais alto, fiquei na ponta dos pés e coloquei aquela tora no meio das minhas coxas enquanto ele me puxava mais pra perto dele. Minhas coxas não conseguiam encostar uma na outra e eu estava muito assustada. Levantou a minha perna e meteu na minha xaninha ali mesmo em pé. Eu como já estava doida de tesão, delire, dei um gritinho e gozei naquela tora encharcando ela com o meu melzinho.

Mas, depois de lambuzar o cacete dele com o meu melzinho, parece que ficou mais fácil da minha xaninha engolir aquilo tudo. Vendo que eu gostava, ele metia cada vez mais gostoso, me apertava, rebolava e enfiava um dedo no meu cuzinho tentando abrir o meu anelzinho. Joguei a cabeça pra trás sentindo um braço dele em volta da minha cintura e o outro nas minhas costas me segurando e fiquei ali nos braços dele que me fodia enquanto ia mamando os meus peitinhos. Eu me sentia uma puta nas mãos dele.

Já tinha gozado umas 3 vezes e ia pedir pra ele me deitar em algum lugar ali por que não estava aguentando mais ficar em pé ainda mais com aquele cacete negro e duro, grosso, cheio de veios latejando, com aquela cabeça vermelha enorme e molhadinha. Então ele me pegou no colo, e antes que eu pudesse dizer alguma coisa me beijou na boca, mordendo de leve a minha língua e os meus lábios (eu sussurrei por duas ou tres vezes um PARA! mas ele sabia que eu também estava doida por ele) enquanto subiamos as escadas para o quarto dele feito uma princesa sendo carregada no solo sentia o cacete dele tocar as minhas pernas, as polpinhas do meu bumbum enquanto ele caminhava comigo me beijando...e me levando pra cama dele.

Quando me colocou bem devagarinho deitada na cama dele eu disse que estava um pouco cansada e que queria descansar mas ele ficou me acariciando e esfregando levemente o corpo dele no meu. Agarrado na minha cintura começou a beijar as minhas costas encostando aquele monstro de cacete na minha bundinha. eu abri as pernas e ele colocou o cacete no meio das minhas coxas e quando peguei nele comecei a esfregar aquilo nelas. era lindo, grosso, cheio de veias, grande e com a cabeça vermelha e imensa...aí eu não resisti...tirei ele das minhas coxas, me virei, fui sentando nas minhas propias pernas com os joelhos dobrados, fui descendo e segurando no saco dele e coloquei aquele cacete na minha boca e comecei a mamar. Eu sabia que ia ser comida de novo por ele e que ele não ia me dar mole.

Mamei como se fosse uma bezerrinha louca por leitinho e depois segurando aquela tora com as duas mãos levantei a cabeça e olhando bem no olhos dele pedi que ele enfiasse aquela tora enorme de novo em mim. Ele segurando meu queixo falou:

- É isso que você quer, né sua putinha? Você quer que eu coma sua buceta? Mas eu não quero isso! Quero seu rabo! Quero esse seu cuzinho rosado.

Gelei quando ouvi ele dizer que queria comer a minha bundinha fiquei... assustada, por que o cacete dele era maior e mais grosso do que os outros que já tinham me comido, porem ele me acalmou garantindo que não iria doer...e riu quando eu respondi:

- É né! Você fala isso por que o cuzinho não é seu! Tá louco! Eu não aguento, não!

Ele ainda rindo, abriu uma gaveta ali da cama, pegou uma latinha e falou:

- Chupa! Chupa meu pau e empina essa bundinha enquanto chupa ele bem gostoso

E foi empurrando a minha cabeça na direção da tora dele. Quando eu comecei a chupar o cacete dele de novo senti ele passar o dedo no meu cuzinho com uma coisa que parecia um gel, era geladinho mas logo senti meu anelzinho todo molhado e tipo anestesiado. Logo, sem pensar fui virando e fiquei de quatro ali mesmo mas, ele disse:

- Assim não! Quero que você sente no meu colo, sua putinha! Hoje vou matar todo o meu tesão em você.

Fui subindo com meus pés nas pernas dele e com as mãos para trás me apoiei no peito dele. Ele foi me descendo na direção do cacete dele bem devagar com as mãos grudadas na minha cintura. Senti quando a cabeça grossa do cacete dele encostou no meu cuzinho apertado. Ele me desceu um pouquinho em cima daquela coisa dura e grossa e senti aquela baita cabeça ir abrindo as minhas preguinhas. Não doía, acho que porque eu estava anestesiada, sei lá, mas mesmo assim não acreditei que meu cuzinho se abria para engolir aquela tora inteirinha... e eu sentindo!

Quando a cabeça passou eu senti um frio na minha coluna e meu corpo se arrepiou inteirinho e meus peitinhos ficaram duros na hora e meio que sentada de cócoras no colo dele e doidinha de tesão só respondi:

- vê se não me alarga muito viu?. Por favor!

Eu estava toda dormente embaixo. mas sentia a tora dele latejar no meu buraquinho. Gemendo de tesão ele falou:

- nossa, que cuzinho apertadinho! Tá uma delícia...você tá judiando do meu cacete.

Dei uma levantadinha pra tentar me ajeitar no colo dele mas, ele pensando que eu fosse sair segurou mais forte na minha cintura e meteu mais um pouquinho, acho que até a metade. Senti o cacete dele latejar algumas vezes e também que ele deu uma parada pois eu contraria as minhas preguinhas no cacete dele e não sentia mais nada.

Virei o rosto pra olhar pra ele e notei quando ele olhou pra baixo na direção do seu cacete e da minha bundinha com os olhos brilhando de tesão e deu um sorriso bem safado. Eu perguntei:

- Você tá gostando, né? Seu safado! Tá comendo o meu cuzinho e olhando a minha bunda, né?

Então, ele respondeu: - Não vejo a hora de enterrar tudo!

Ele enfiou mais ainda o cacete no meu cuzinho, me fazendo dar um gritinho e um pulinho, riu e disse:

- Que delicia! Seu cuzinho é uma delícia, nunca fodi um cuzinho tão gostoso, tão apertadinho e tão guloso...ele aguenta, sim!

Joguei me corpo pra trás enquanto ele me abaixava e me levantada sentada no colo dele, senti que ele entrava e tirava o cacete até a portinha do meu anelzinho e colocava dentro de mim tudinho de novo me deixando maluca. Eu tinha certeza que estava sendo alargada. Teve uma hora que ele ainda falou:

- Vai minha vadiazinha, eu sei que você tá gostando, eu sei que você quer, rebola putinha, rebola cachorra!

Com as mãos dele agarradas na minha cintura e elas me jogando pros lados é óbvio eu obedeci, rebolei, rebolei e ele foi ficando doido, beijando as minhas costas e a minha nuca, puxando os meus cabelos enquanto eu cravada com o cacete dele no meu cuzinho só gemia e gozava. Meu melzinho molhou muito as coxas dele e ele não tava nem ai! Só queria meter em mim!

Eu já me sentia toda alargada no cuzinho e pedia pra ele gozar logo. Mas infelizmente pra mim, meu bumbum deixou ele tão maluco que ele apertava os biquinhos dos meus seios e falava:

- Você quer mais rola no cu, é? quer sentir todo o meu caralho enterrado dentro desse cuzinho guloso...quer?

Depois daquilo, não teve jeito Eu rebolei mais rapido no cacete dele e cheguei uma hora a sentir ele tocando quase no meu intestino e falava:

- Vai! Vai seu tarado! É assim que você me quer?

Fiquei naquele movimento até sentir sua porra quente e grossa encher o meu cuzinho. Ele gritou, me puxou até o saco dele tocar as minhas polpinhas me agarrou mas forte e beijou as minhas costas como se estivesse beijando a minha boca.

Sai do colo dele e senti o quanto a minha bundinha já estava ardida, deitei de bruços na cama e procurei relaxar um pouco e ele deitou do meu lado e começou a me acariciar as costas e o meu bumbum. Senti a porra dele ir saindo de dentro de mim e escorrer até a minha xaninha.

Levantei, tomei uma ducha e quando coloquei a calcinha e já ia começar a me vestir pra ir embora ele falou que ficasse com ele que cedo ele me levaria em casa ou em qualquer lugar. Eu acabei tirando a roupa novamente, vesti uma camisa dele e deitei e dormimos juntos.

Pela manha demos transamos de novo, dessa vez ele só comeu a minha buceta, depois tomamos um café e ele me deixou em casa, trocamos contado, ficamos de papinho durando a semana e acabamos marcamos de nos ver, transamos no meio da semana e no final de semana passado passei todo com ele fodendo muito.

Beijos Te Contos

  • Enviado ao Te Contos por Monique

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