terça-feira, 18 de agosto de 2026

Fodendo gostoso com meu tio que sempre brigou comigo. (Agosto-2026)

   

By; Lorrane

Ola Te Contos, me chamo Lorrane, tenho 25 anos, namoro e moro em São Paulo.

Já tem tempos que eu vinha insatisfeita com o rumo que minha vida vinha tomando ultimamente. Tinha meu trabalho, é verdade, mas mesmo gostando muito do que fazia, eu estava numa época em que nem isso me trazia gratificação. Eu frequentava os mesmos lugares, me encontrava com as mesmas pessoas, quando queria me divertir e aquelas pessoas e suas conversas e hábitos já estavam me cansando, a ponto de eu me enjoar tanto que fazia bem umas três semanas que não saia e não procurava ninguém!

Meu namorado estava ficando muito chato, com atitudes para comigo de um marido depois de anos de casamento, o que não era muito do meu gosto, pois nunca quis realmente curtir esse tipo de relacionamento! Estava com tanto tédio e tão aborrecida com a mesmice das coisas, que achava que a qualquer momento eu não iria aguentar e faria uma loucura qualquer!

Foi quando recebi um telefonema de meu tio, ele tem uns 44 anos, de quem eu não tinha notícias já fazia um longo tempo!

Eu e esse meu tio nunca nos demos bem um com o outro. Brigávamos muito, principalmente durante minha adolescência quando ele ficava me criticando por tudo, como as roupas que eu usava, meu comportamento muito avançadinho, segundo suas próprias palavras, enfim...me tratava como se fosse meu pai. Acredito que ele agia assim por se sentir responsável por mim depois que meu pai (seu irmão) havia falecido!

De qualquer maneira, a situação entre a gente piorou bastante quando eu terminei meu curso universitário e decidi dar um tempo fazendo uma viagem com o objetivo de ganhar mais experiência e curtir a vida antes de enfrentar as responsabilidades do trabalho e da profissão!

Ele naturalmente foi contra, mas como eu era maior de idade, não poderia impedir e assim ficamos brigados e sem se falar até aquele dia em que recebi seu telefonema. Eu morando em São Paulo e ele, casado, pai de dois filhos já adultos, morava no Rio de Janeiro.

Em seu telefonema ele me disse que estaria vindo a São Paulo para uma espécie de congresso, organizado pela empresa em que ele trabalhava e perguntava se eu podia me encontrar com ele no hotel em que ia ficar hospedado, pois queria me rever após tanto tempo.

Como não tinha nada melhor para fazer e estava de saco cheio de tudo, e também porque sentia falta de alguém da família para conversar de vez em quando sobre os velhos tempos, concordei em vê-lo no dia seguinte, à noite. Marcamos o encontro para as 21 horas, mas no dia do encontro, uma hora antes, ele tornou a me ligar perguntando se eu faria questão de ir com ele a uma recepção promovida pela empresa dele, e que seria realizada no salão do hotel!

Perguntou também se eu me importaria de ser apresentada como sua esposa! Eu ri e disse que não e perguntei se essa turma de colegas não conhecia a Marlene sua mulher, e ele me disse que não, que nunca tinha vindo com ela nesses encontros realizados pela empresa. Pediu desculpas pelo inconveniente e disse que estaria me esperando em seu apartamento e que juntos desceríamos até o salão onde seria a festa!

Quando meu tio abriu a porta do apartamento em que estava hospedado, achei que ele estava diferente de como estava da última vez em que havíamos nos visto! Estava mais bem cuidado, mas moço e parecia até menos conservador e careta do que sempre havia sido!

Quando comentei sobre isso, ele me disse que a vida tinha lhe ensinado que nem tudo podia ser definido como certo ou errado, e que sua maneira antiga de ser e de se comportar estavam lhe adoecendo, lhe deixando deprimido, com hipertensão arterial e afastando a família e os amigos de seu convívio! Por isso tinha decidido mudar chegando inclusive a fazer terapia por uns tempos!

Ao ouvir aquilo, fiquei muda de espanto! Nem parecia ser meu tio falando! Não aquele com quem eu vivia brigando justamente por causa desse temperamento autoritário e convencional que ele tinha e a mania de querer mandar em mim e interferir em minha vida!

Fomos conversando até o elevador. Eu perguntei por Marlene (sua esposa), por Carlos e Mariano, seu primos, disse também o quanto ele parecia bem e ele por sua vez também me elogiou dizendo o quanto estava me achando bonita e atraente.

Quando chegamos ao salão de recepções do Hotel, meu tio me apresentou como sua esposa a alguns casais amigos, e todos me cumprimentaram falando algo sobre como fazíamos um casal elegante e simpático, etc. Eu estava me divertindo muito com a nossa mentirinha e procurava fazer o papel de uma esposa carinhosa e atenciosa para meu tio!

Circulamos por entre as pessoas, até chegarmos à mesa em que íamos ficar e em que já se sentara um outro casal bem jovem que parecia em lua de mel, pois ficavam se beijando a todo o momento. A música que estavam tocando era legal, e a bebida, a brincadeira de enganar aquela gente toda, tudo isso me fez mais descontraída e com vontade de me divertir!

Brincamos um pouco com o casal que estava conosco, chamando a atenção pela quantidade de vezes em que se beijavam, quando a mulher, cujo nome era Solange, revidou a brincadeira dizendo que nós dois fazíamos justamente o contrário, que não havíamos nos beijamos em momento algum, desde que tínhamos chegado e ficaram insistindo para que nos beijássemos, meu tio e eu estávamos um sentado ao lado do outro, quando ele então, puxando meu rosto para perto dele, me sapecou uma beijoca.

Mas o casal não ficou satisfeito e o cara até falou que aquilo não era beijo de verdade, exigindo um beijo de língua, desses pra valer! Meu tio então, olhou em meus olhos como se pedisse meu consentimento e como eu, aquelas alturas, já meio embriagada e confesso, culposamente excitada com aquela brincadeira toda, com a mentira e com o inusitado de toda aquela situação, fechei os olhos e entreabri a boca esperando o beijo dele. Foi incrível! Nunca em toda minha vida fiquei tão excitada com um simples beijo! O que vinha em minha mente era:

Nossa! Estou realmente beijando meu tio!”

Podia até sentir a umidade em meu sexo molhando a minha calcinha e um calor me subindo pelas pernas, pelo corpo, pescoço e rosto! Fiquei envergonhada de estar sentindo aquilo!

O que é que meu tio estaria pensando ao sentir o gosto e o prazer com que eu lhe retribua o beijo, prolongando-o mais do que o necessário”.

Quando terminamos, casal aplaudiu o beijo e logo em seguida passaram a se ocupar novamente um com o outro, nos deixando de lado. Ele me pediu desculpas pelo constrangimento criado pela mentira inventada por ele! Depois ele me disse que embora aquilo não fosse certo, ele havia gostado do sabor de minha boca e do beijo que tinha me dado.

Em seguida levantou-se e me perguntou se eu queria dançar! Eu me sentia meio estranha, como se estivesse dentro de uma história que não era a minha! Aquele era meu tio e ao mesmo tempo não parecia ser!

Enquanto dançávamos, eu podia sentir o perfume da loção que ele estava usando e sentia o calor da mão dele em minha cintura. De repente ele começou a lamber o lóbulo de minha orelha, descendo com a ponta da língua até a base do meu pescoço, enquanto descia a mão que estava em minha cintura e alisava a minha bunda por cima do meu vestido. Eu queria recuar, lhe dizer que ele não devia estar fazendo aquilo, que não estava certo, e que ele era o meu tio, mas não conseguia! Era como se um torpor estivesse tomando conta do meu corpo, de minha mente. Uma excitação tão violenta e uma antecipação de um prazer que me bloqueava qualquer reação contrária!

Ele então começou a falar coisas em meu ouvido, dizendo que sempre tinha sentido essa atração por mim, desde quando eu era adolescente. Que sempre fantasiou fazer sexo comigo várias e várias vezes.

Depois de ter falado tudo isso, ele começou a me beijar, a pegar e apertar o meu seio e me disse que me levaria até seu quarto para que ficássemos mais à vontade! Eu nem me lembro bem se concordei. Quando dei por mim, já estava encostada na parede do elevador que estava subindo, enquanto meu tio continuava me beijando e tentava levantar o meu vestido e enfiar a mão em minha calcinha.

Eu não sabia o que estava me acontecendo, pois eu queria aquilo tanto quanto ele e a consciência disso me deixava perplexa e ainda mais excitada! Era como um furacão que me deixava tonta e sem fôlego. Mordia a boca dele com uma voracidade que chegava a machucar e também era mordida e chupada com igual furor, até sentirmos um gosto de sangue na boca, não sei se na minha ou na dele. Era como uma luta! Parecia que nossos corpos se juntavam e se repeliam ao mesmo tempo e que quanto mais forte era a repulsa, mais forte era a atração.

Saímos do elevador meio tontos, sob impacto de um desejo que nos consumia, que nos isolava de todo mundo e nos colocava à margem. Entramos no apartamento com uma pressa, uma urgência, como se estivéssemos com medo de não conseguirmos ir adiante, sabendo de antemão que não mais poder suportar a vida se tivesse que ser vivida com a frustração desse desejo, dessa atração que tínhamos um pelo outro.

Meu tio me empurrou e me jogou na cama e em seguida desceu as alças do meu vestido, puxando-o pra baixo, em seguida tirou minha calcinha, me deixando nua. Depois me pegou pelos pulsos e puxou meus braços pra cima e começou a mordiscar os bicos dos meus seios. Eu comecei a gemer, a me torcer, querendo escapar daquela posição e comecei a xingá-lo, chamando-o de tarado, dizendo que ele estava fodendo com a sobrinha dele, e em seguida comecei a rir, de boca aberta, de pernas abertas, pedindo a ele que me fodesse todinha, pois eu estava adorando.

Meu tio me bateu no rosto, mas de leve, apenas o suficiente para me causar dor, enquanto enfiava de uma vez até o fundo, seu cacete em minha boceta e o tirava quase na mesma hora. Passou a combinar as bofetadas que me dava no rosto, com as estocadas que dava em minha boceta, a ponto de me fazer desejar essas bofetadas mais do que tudo.

Mordia meus seios e o meu corpo com força e, no entanto a dor que ele me provocava, só acelerava o meu prazer e trazia consigo a ausência da culpa, pois servia como uma punição. Eu não estava passiva naquela luta de prazer e dor, de sexo e violência. Também mordia, chupava, arranhava suas costas e o apertava endurecendo os músculos das pernas, devido toda a tensão sexual que eu estava sentindo! Queria lambuzá-lo com minhas secreções para sentir o cheiro do pecado em sua pele! Para sentir nele o meu cheiro!

Depois ele me virou de costas e me fodeu o rabo. Enfiou-se por dentro de mim com tanta força e tão completamente, que quase perdi os sentidos pela dor que senti. Depois de ficar quieto por alguns segundos esperando que a dor diminuísse, ele começou com os movimentos de vai e vem, enquanto me batia na bunda ou apertava com força os meus peitos. Minhas pernas estavam bambas e eu estava me sentindo alucinada, gritando e xingando, empurrava minha bunda em direção ao cacete dele, numa sofreguidão, apertando, ora empurrando-o pra fora, ora abrindo mais espaço para ele entrar.

Meu tio passou a apertar meu grelinho, torcendo-o, me obrigando a abrir mais as pernas, enquanto ele se acomodava melhor dentro de mim! Tirava o cacete e sucessivamente enfiava-o em minha boceta, em meu rabo, sem tréguas e sem pausas.

Depois pegou o cacete e enfiou-o em minha boca, todo de uma vez e me mandou chupá-lo, me chamando de vagabunda, de puta safada. Enquanto eu o chupava, enchendo minha boca com seu cacete num vai e vem gostoso, ele lambia minha boceta, enfiava a língua dentro dela, enfiava os dedos, mordia e esfregava o rosto nela!

Aos poucos aquela febre toda foi diminuindo, diminuindo, até que ficamos exaustos eu e ele, deitados, um ao lado do outro, ele com uma das mãos acariciava levemente um dos meus seios, enquanto eu brincava e apertava de leve a cabeça de seu cacete, ainda em semi ereção!

Ficamos assim por um longo tempo, sem nos falarmos, até que ele começou dizer que já que aquilo tinha acontecido e que ambos queríamos que acontecesse, de agora em diante deveriamos repetir mais vezes tudo isso. Assim combinamos todos os detalhes das nossas futuras trepadas.

Foi uma noite estranha e excitante! Enquanto eu vinha para meu apartamento, eu não parava de pensar em tudo o que havia acontecido e mesmo ainda sentindo dores no corpo, no rabo e na boceta, já sentia vontade de trepar de novo com ele. Sentia o início de uma inquietação, de um desassossego e tesão que iriam me acompanhar até o nosso próximo encontro e que me perturbavam por me fazer sentir culpa e medo e por me tornar consciente do fato de que por mais culpa e medo que eu sentisse, mas eu ansiava e desejava trepar com meu tio.

  • Enviado ao Te Contos por Lorrane

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