quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Ainda hoje lembro daquele pau gozando.

   

By; Suzi (nome fictício)

Oi te contos, sou a Suzi, tenho 45 anos e sou casada.

Eu sempre fui muito safada e lá pelo final da minha adolescência, lá pelos meus 18 anos aprontava muito. Vou contar um acontecimento que se passou comigo.

Nessa época moravamos em um bairro bem pobre. Eu tinha um vizinho, ele devia ter uns 35 anos, tinha 2 filhos pequenos, e eu uma garota levada, as coisas eram mesmo difícil pra gente, eu morava nos fundos em uma casa de madeira de 4 cômodos. Já ele, a esposa e os 2 filhos, morava na frente em um comodo de alvenaria, um comodo grande até, sem banheiro para tomar banho ele fez usando uma parede da casa um banheiro com tábuas, mas tinha as frestas e dava pra ver até a pessoa tomando banho.

Pois bem a esposa dele saia para trabalhar as 6 hs da manhã, minha mãe saia tambem para trabalhar nessa hora, e eu acabava ficando sozinha pois estudava somente a tarde, eu ouvia a esposa dele sair ela sair esperava um pouco e ia ate lá, a porta ficava aberta, eu entrava de pontas de pé e deitava devagarinho do lado dele, e acordava comigo masturbando ele, o cara ficava doido de nervoso, mandava eu embora, mas eu voltava e pegava na vara dele e fazia ele gozar, quase todos os dias eram assim.

No dia em que ele estava com muito tesão ele me erguia e me colocava escanchada em sua cintura a vara parecia ferro na porta da minha bucetinha, ele encostava a cabeça na portinha e falava;

- não vou te comer

E eu doida pra ele comer, então ele roçava ate me gozava toda por baixo, assim eu ia embora pra casa, mais não entrava, eu ficava esperando um pouco, quando ele ia tomar banho eu ia devagarinho e ficava olhando pela fresta, ele batia punheta, a porra esguichava longe era muito tesão.

Eu comecei a dar cedo, meus 3 primos me comiam toda semana, mais eu queria dar pro vizinho, mais ele foi cauteloso e não quis. Realmente eu adorava aquele cacete enorme, as vezes eu ia devagarinho a noite e assistia ele comer a esposa dele, me matava na siririca sem poder fazer barulho e desejando estar no lugar dela e receber aquele pauzão.

Nunca consegui dar pra ele, acabei que segui minha vida, namorei, trabalhei e casei, mais nunca esqueci aquele pau gozando .

  • Enviado ao te contos por suzi (nome fictício)

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