By; Sofia
Oi Te Contos, me chamo Sofia, tenho 23 anos, sou acompanhante de luxo, já enviei alguns contos aqui e esse é bem recente, aconteceu sábado dia 29.
Ele pegou meu contato com uma outra pessoa, combinamos de eu encontrá-lo em seu apartamento. Ele reside no Itaim e me surpreendi com o belíssimo prédio já da calçada. Quando ele abriu a porta, me deparei com um homem alto, em forma, bonito e um pouco sério. O encontro desenrolou rapidamente.
Seu apartamento era um duplex, mas sequer conheci a sua cama, transamos na sala mesmo. O homem era bonitão. Depois revelou ter 40 anos, mas te daria uns 34. Gostoso e com um sex appeal elevado. Quando colocou o pau pra fora, não me decepcionei. Era grande, até demais no tamanho, mas na medida certa em grossura.
Após ficar nu, me colocou sentada na sua frente, naquele sofá de couro, e logo comecei a chupar aquele colosso. Obviamente não dava pra fazer garganta profunda, mas me empenhei o máximo que pude. Depois ele perguntou se também podia me chupar, como se eu fosse capaz de negar um pedido desses. Seu oral estava um pouco afobado, rápido demais para os parâmetros que gosto, então, em determinado momento pedi que me deixasse chupá-lo outra vez.
Em pouco tempo ele já quis transar. Habilmente pegou uma camisinha no bolso da sua calça recém tirada, que estava jogada perto da gente, encapou e começamos comigo por cima. Não deu nem dois minutos e me pegou no colo, invertendo para que eu ficasse deitada e ele viesse por cima.
Nessa hora quase soltei um grito quando ele entrou todo e pedi que não entrasse tudo, afinal, um pau comprido como o seu machucava se fosse tão fundo. Ele respeitou os meus limites e logo depois me pediu para ficar ajoelhada no chão, em cima do tapete, de quatro, apoiada no sofá, enquanto ele vinha bem gostoso por trás de mim. Nesse momento me senti no filme “Cinquenta Tons de Cinza”, com ele me pegando daquele jeito sexy, respirando no meu ouvido e beijando a minha nuca. Percebi que ele não metia com força ou rapidez e em alguns momentos até ficava parado, movimentos esses que sugerem quando o cara está se segurando para não gozar.
A transa estava tão gostosa, que quando ele perguntou no meu ouvido, bem baixinho, se podia gozar na minha boca, eu não consegui resistir. Estava muito envolvida naquela atmosfera sexual. Após o meu consentimento, ele deu só mais duas bombadas e então tirou a camisinha, me chamando:
- “Vem!”
Fiquei com a língua pra fora, o encarando bem safada, enquanto ele se masturbava. Logo posicionou o pau na minha boca e veio. Seu jato foi leve e incrivelmente sem gosto.
“Esse deve comer só coisa saudável”, pensei.
Depois se sentou no sofá e ficou me olhando em silêncio, até que, diante da minha falta de ação, perguntou se eu queria cuspir. Confirmei e me indicou onde eu poderia ir.
Quando retornei, ficamos um tempão conversando até o término do tempo. Uma pena que não rolou segundo round, ele era mesmo uma delícia!. Uma hora passou voando! Ate ele achou, disse que estava na correria, mais disse que na próxima vez marcaria mais tempo.
Me vesti, ele continuou nu, o que foi uma delicia continuar vendo aquele gostoso por mais um tempinho, fez o pagamento, nos despedimos e vim embora.
Enviado ao Te Contos por Sofia
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