terça-feira, 8 de setembro de 2026

Ela foi "promovida" de funcionaria da loja a Minha escrava sexual (2026) (Bi)

   

By; Madelena

Oi Te Contos, gostaria de começar dizendo que conheci vocês atras do blogger, minha amiga me que me mostrou e passei a partir dali a acompanhar vocês, li os contos e gostaria de contar a minha historia.

Eu tenho 32 anos, tenho uma loja de roupas. Uma vez por semana pelo menos, vou a loja para dar uma olhada em como andam as coisas por lá. Sou casada há 9 anos e meu marido viaja toda semana devido ao seu trabalho, eu fico muito tempo sozinha em casa, o que é otimo!

Te Contos, eu tenho uma tara por mulheres desde o tempo da escola, principalmente loiras, adoro dar e adoro comer! Principalmente bucetas e peitões de loirinhas gostosas. Eu sou Bi sexual e liberada pelo marido a me relacionar com mulheres. Alguns ele não tem contato, e outras eu deixo ele participar.

Poucas semanas antes da copa do mundo, em uma de minhas passadas na loja, meu administrador falou que havia contratado uma noiva funcionaria, fui conhece-la como fiz com todas as outras. E logo de cara ela me chamou a atenção. Loirinha como eu gosto, de longos cabelos cacheados, peitinhos redondos, não grandes como eu adoro, mas estavam com o biquinho duro, o que me encantou. A nova funcionaria se chamava Sueli e tinha 25 anos, solteira e sem filhos e com um corpinho lindo.

Ela havia mexido comigo, e decidi que ia come-la. Comecei a ir mais a loja, para sonda-la, fazer amizade, conquistar a confiança. Logo ela saiu comigo, na desculpa de irmos a uma confecção conhecer uma nova linha de roupas.

Da confecção levei Sueli para almoçar e bebemos um drink. Ela adorou o lugar. Na volta para casa falei a ela que precisava passar em casa para pegar uns papeis da loja e ela foi.

Chegando, deixei ela na sala e fui pegar os ditos papéis, quando cheguei na sala, sentei-me ao lado dela e perguntei se queria tomar um banho para descansar um pouco. O dia estava quente, Sueli percebeu minha intenção, afinal ela não era a primeira funcionária que eu transava da loja, acredito que ela já havia ouvido comentários sobre minha bissexualidade. Ela me olhou sem jeito e sem graça me perguntou aonde ficava o banheiro. Levei ela para minha suíte, mostrei-lhe o banheiro e sai. Dei um tempo quando vi que ela já estava tomando banho, tirei toda a minha roupa e entrei no banheiro com a desculpa de levar-lhe uma toalha.

Quando abri a porta do box, Sueli levou um susto, mais não disse nada. Não resisti ao ver aquele corpo gostoso nu, e cai de boca. Comecei beijando e mamando-lhes os peitinhos irisados. desci com a lingua até a sua barriga até chegar em sua deliciosa buceta, enquanto a chupava, Sueli gemia e si contorcia, quando a penetrei com o dedo senti que estremeceu, a safada gostou, e eu mais ainda.

Desliguei o chuveiro a rodeei por trás e a levei aos beijos para minha cama, ao lado da cama agarrei lhe pelos cabelos e a botei de joelhos no chão para chupar minha buceta melada. Pressionava o rosto dela contra minha buceta, até ver que estava ficando sem ar. Isso me deixava com mais tesão ainda. Sempre fui fã de um sexo violento.

Depois fizemos um 69 delicioso, em que a fiz gozar, beije-lhe a boca para que ela sentisse o gosto do proprio mel. Depois peguei o consolo e a sinta no criado mudo e enquanto ela me lambia, e chupava do jeito e na hora que eu mandava, eu esfregava o consolo na bucetinha bela e a penetrava no cuzinho rosado. Que visão deliciosa, ver o cuzinha e arregaçando as pregas.

Ela gemia, não sei se de dor ou prazer mais isso me enlouquecia ainda mais. Quando o consolo lhe entrou todo no rabo tirei e mandei que chupasse o consolo como se fosse um caralho. Enquanto ela chupava o consolo, sentindo o gosto do proprio rabo eu abri lhe as pernas e esfregava a minha buceta na buceta dela com toda a força que eu tinha, queria ver aquela buceta vermelha, em brasas.

Vesti a cinta e mandei que ela gritasse feito uma puta, uma cadela no cio. Penetrava a bucetinha com gosto, enquanto mordia os peitinhos dela. No inicio por vergonha não sei, ela não me obedeceu, não gritava, quando comecei a morder seus seios com força ela começou a gritar e gemer gostoso. Agarrei pelos cabelos, beijei-lhe a boca e falei.

- Que dizer que a vaca gosta de sentir dor, é?

Ela olhou em meus olhos deu um sorriso seco e gemeu que sim, mandei então que gritasse mais alto e comecei a penetrá-la com mais rapidez e chama-la de puta, vaca, vadia, piranha. todos os palavrões que me vinham a mente naquela hora.

Depois que Ela gozou de novo, mandei que ficasse de quatro, e com a cinta enrabei aquele cu delicioso. Aguarrada em seus cabelos mandei que ela rebolasse para mim, enquanto isso eu alternava movimentos de tirar e por o consolo no rabo dela.

Como foi bom!. Gozei como se fosse um macho e de quebra Sueli ainda tomou meu melzinho. Depois dessa transa eu e Sueli fodemos sempre. Ela agora é minha dama de companhia. Inclusive quando meu marido está viajando ela dormi aqui comigo. E quando meu marido está em casa a deixo ele assistir eu e ela trasando. Ele adora me ver transando com Sueli. Mais não a deixo toca-la, essa é só minha.

Ela me confidenciou que na primeira vez só aceitou transar comigo porque ficou com medo de perder o emprego. Hoje ela faz por prazer. Para mim não faz diferença, só sei que ela me dá muito prazer, e faz tudo que eu mando na cama. Ela é a minha escrava branca.

  • Enviado ao Te Contos por Madalena

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