domingo, 6 de setembro de 2026

Lua, linda e com raiva

  

by; @mrerio

A semana tinha sido um pouco estressante para nós dois, e eu precisava ocupar a cabeça com alguma coisa para relaxar. Lua e eu já nos conhecíamos havia alguns anos e estávamos juntos há um tempinho.

Eu estava com muita vontade de comer alguma coisa, e ela também. Como Lua queria passar um tempo com a mãe, tive a ideia de cozinhar para ela na casa da família. Assim, ficávamos juntos e ela ainda poderia relaxar um pouco depois daquela semana cansativa.

O problema foi que, quando eu já terminava de preparar o jantar, o irmão dela chegou. Pouco depois, aconteceu uma situação muito chata. Lua, irritadíssima com o que houve, deu um baita sermão no irmão — e sobrou até para a mãe.

Olha — disse ela, ainda com raiva —, me tira daqui! Esse povo me tirou do sério.

Ei, calma! Você não queria passar um tempinho com a sua mãe? Tem certeza?

Claro que tenho... Por favor.

Quer ir lá para casa?

Perfeito. Posso passar a noite lá? — perguntou, sem conseguir me olhar nos olhos.

Claro. Pegue suas coisas.

Avisei à mãe dela que, assim que o alarme disparasse, poderia tirar a travessa do forno, pois o jantar estava pronto.

Lua pegou as coisas e, antes de partirmos, trouxe também as bebidas que havíamos comprado.

Quando chegamos em casa, ela não quis que eu preparasse nada. Expliquei que poderia fazer sanduíches ou alguma coisa simples, mas Lua recusou, dizendo que não queria me incomodar ainda mais. Ela sabia, porém, que cozinhar era uma das coisas que me ajudavam a desestressar. No fim, pedimos comida.

Ficamos no sofá, comendo e assistindo a alguns seriados. Quando terminou de comer, ela se deitou no meu colo. Depois de um tempinho, percebi que se mexia sob a coberta que nos envolvia.

Eu me ajeitei no sofá para deixá-la mais confortável, e ela mudou de posição, apoiando as costas no meu peito. Puxou meus braços para que eu a abraçasse. Fiz carinho em sua barriga e, pouco depois, notei que ela voltava a se mexer por baixo da coberta.

Ela estava linda, mesmo vestindo apenas uma camiseta larga de malha. Tinha os cabelos presos e trazia na pele um delicioso perfume de sabonete. Enquanto eu a observava, ela fechava os olhos e soltava suspiros presos. Desci a mão sem pressa. Lua a segurou e a guiou para mais baixo. Estava sem calcinha e usou meus dedos para desenhar pequenos círculos sobre si.

Senti o calor antes mesmo de tocá-la por inteiro e logo entrei no jogo, movendo os dedos junto aos dela, sem deixar que afastasse a própria mão. Ficamos assim por um bom tempo, até que um espasmo percorreu seu corpo e sua respiração engasgou. Ela me olhou com um sorriso discreto, deu-me um beijo e me chamou de gatinho. Retribuí o beijo e a chamei de lindinha. Então, pegou minha mão e levou à boca os dois dedos que haviam acabado de tocá-la.

Lua se virou de frente para mim e subiu um pouco, sentando-se no meu colo. Abraçava-me e me beijava enquanto tirava minha bermuda, até me deixar nu da cintura para baixo. Minhas mãos subiram pela lateral de seu corpo, por baixo da camiseta, sentindo suas costas e contornando seus seios. Ela me provocava, ondulando o quadril sobre o meu colo e sentindo meu corpo roçar no dela.

Ela se posicionou sobre mim e, num único movimento, encaixou-se com força. Ainda estava tomada pela raiva, e eu podia sentir isso no ritmo que cravava contra meu corpo. Ao mesmo tempo, ficava cada vez mais excitada e arquejava baixinho. Minhas mãos apertavam sua cintura e a seguravam com firmeza enquanto ela acelerava sem pedir licença, até finalmente desabar sobre mim, exausta e satisfeita.

Podemos continuar na cama? — perguntou.

Peguei-a no colo e a levei para o quarto. Mais uma vez, ela veio por cima de mim, com movimentos apressados. Dessa vez, além de me sentir dentro dela, tocava-se enquanto ditava o próprio compasso. Eu a acompanhava, forçando o quadril contra o dela e fazendo seu corpo se contorcer de prazer.

Ela estava cada vez mais úmida, e aquilo me deixava ainda mais excitado. Lua tirou a camiseta, expondo os seios salpicados de pintinhas. Eram médios e redondos. Sem resistir, arrastei os lábios por sua pele antes de beijá-los e chupá-los. Sua respiração ficou entrecortada, e ela se apertava ao meu redor enquanto eu pulsava dentro dela. Sentir sua pele lisa roçando na minha, sem nada entre nós, era uma textura deliciosa que me enlouquecia.

Ela acelerou ainda mais sobre mim e se tocou com mais força, até se jogar para a frente e desabar sobre o meu corpo, ofegante e cansada.

Continua. Não para!

Mesmo debaixo dela, mantive o ritmo para atender ao seu pedido. Minhas mãos agarraram sua bunda e apertaram com força. Eu já não conseguia me segurar.

Eu vou gozar!

Vai. Quero sentir tudo!

Depois de mais algumas investidas, ela sentiu meu corpo estremecer sob o dela. Minha pele se arrepiou, e as pulsações se intensificaram dentro dela, até o líquido quente se espalhar. Abraçada a mim, Lua passou a fazer movimentos curtos e lentos.

Que delícia! — murmurou.

Essa foi ótima mesmo!

E o seu carinho, então? É muito bom!

Ela ficou ali por mais alguns minutos enquanto eu acariciava seu corpo. Depois se levantou e me puxou para o banheiro. Tomamos banho juntos e voltamos para a cama. Dormimos abraçadinhos, com ela deitada sobre o meu peito e os meus braços envolvendo seu corpo.

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