segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Ele tava cansado voltando do trabalho, mesmo assim meteu bem gostoso em mim (11-09-2026)

  

By; Mari

Ola Te Contos, me chamo Mari, tenho 26 anos, sou morena e bem discreta, mas por dentro eu fico cheia de desejos loucos. Um deles era essa fixação que eu tenho pelo meu vizinho, o Rafa – ele é todo gato, mas comprometido, o que só me deixava mais curiosa pra ver o que ele escondia debaixo daquela roupa de trabalho. Moramos no mesmo predio, eu em um andar antes do dele.

Eu sempre tentei arrumar um jeito de chamar a atenção dele, e sexta feira a noite, quando eu voltava da academia e o vi voltando do mercado, resolvi puxar conversa.

Indo pra casa, é? — soltei, com um sorriso malandro.

Ele riu, cansado mais simpático.

Parece que o mundo tá trabalhando em dobro hoje.

Eu sempre trocava uma palavra com ele, coisas bobas como o clima ou o trampo, mas daquela vez tinha um clima diferente no ar. Talvez fosse minha empolgação ou o cansaço dele que abriu a porta. Ele acabou oferecendo companhia, e eu não perdi tempo:

Seria uma maravilha se você fosse até minha casa — respondi, rindo pra quebrar o gelo.

Chegamos no meu andar, à porta do elevador se abre, e eu convidei logo:

Quer tomar um suco comigo? Prometo que não vai demorar.

Ele topou, e lá estávamos nós, sentados na mesinha da cozinha, conversando como se fossemos velhos amigos. Falamos do trabalho, de sonhos que deixamos pra trás e de coisas novas que descobrimos. Com cada história, as barreiras entre a gente sumiam, e eu me sentia leve, rindo de verdade, sem frescuras. Ele me olhava com uma calma que me deixava quente, e o silêncio que veio depois estava carregado de um tensão gostoso, cheia de pensamentos safados e curiosidade mútua.

De repente, não aguentei mais. Me aproximei e o beijei, meio nervosa, achando que ele ia se afastar. Mas não, ele retribuiu na hora, e os beijos foram ficando mais intensos, nossas línguas se enrolando como se estivessem famintas. Minha buceta já estava latejando de desejo, e ele percebeu, começando a tirar minha roupa devagar, beijando meu pescoço, meus peitos, descendo até o meu umbigo. Eu gemia baixinho, uma mistura de prazer e medo, mas caralho, aquilo era exatamente o que eu planejava, então deixei rolar.

Ele me jogou contra a mesinha da cozinha, que virou o nosso playground improvisado. Me virou de costas, segurando meus braços e puxando meu cabelo, e eu senti o pau dele duro roçando na minha bunda. Ele era selvagem, fodendo minha boceta com força, enfiando fundo enquanto eu gemia de tesão. Cada estocada me fazia tremer, meu cuzinho se contraindo com a pressão, e eu sentia a umidade escorrendo pelas minhas coxas. Ele gemeria no meu ouvido, dizendo coisas tipo “Sua putinha safada, tava louco pra te comer assim”, e eu respondia apertando ele com minhas paredes, gozando como nunca antes. Fiquei fraca, exausta, mas satisfeita pra caralho, como se tivesse levado uma surra de prazer.

Ele me olhou nos olhos, ainda ofegante, e sorriu:

Acho que eu precisava dessa pausa.

Eu também — eu disse, me aninhando nele por um segundo.

Quando vi seu pau todo melado abaixei e olhando em direção aos seus olhos eu o chupei limpando seu pau, tirando todo o melado de gozo seu e meu, deixei limpinho, dei um beijinho na ponta da cabeça e guardei dentro de sua cueca e calça, ele terminou de se arrumar enquanto eu nem me importei em me vesti, estava aproveitando o momento.

Depois, nos despedimos como se nada tivesse acontecido, ele pegou suas coisa e subiu pela escada para seu ap e eu fui direto para o banho, toquei uma siririca bem gostosa, gozei novamente maravilhosamente e depois fui relaxar na sala lembrando de tudo.

Ainda quero mais, quero ele mais tempo.

  • Enviado ao Te Contos por Mari

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