domingo, 30 de julho de 2023

Um segredo meu; Fiquei 1 ano dando pro dono do bar e começou assim !

 

By; Helen

Meu nome é Helen. Já tem um tempo que acompanho os contos aqui no site, mas nunca tive coragem de escrever nada. Mas a pos tanto veio a coragem e escolhi escrever isso que se passou comigo em 2008.

Primeiro, deixe-me me apresentar. Na época tinha 20 anos. Sou branquinha, mas como vivo no clube, tenho a pele bem queimada de sol e as marquinhas do biquíni bem desenhadas. Tenho um 1.60 de altura. Tenho coxas e bunda bem torneadas da academia. Peitos pequenos, mas parecem dois limõezinhos, bem redondinhos e bicudinhos.

Então, na época eu fazia um curso na federal em Belo Horizonte, e morava com uma prima minha em uma república. Eu tinha um namorado que via uma vez por mês ou até uma vez a cada dois meses, ele morava no interior e eu não ganhava muito com a bolsa estágio que recebia. Para ajudar a pagar as contas eu fazia um bico de dog walker levando os cachorros das velhinhas que moravam no meu bairro para passear.

Todo dia que ia passear com os cachorros, passava na porta de uma bar e todos os bêbados mexiam comigo, gritando coisas como “aho lá em casa”, “a cachorrinha tem telefone”, “delícia” e afins. Eu ficava sem graça, mas um pouco excitada com a idéia de tantos homens me desejando. O dono do Bar, Seu Nestor, sempre chamava atenção dos bêbados, para não ficarem me enchendo.

Um dia voltando da faculdade no final da tarde passei na porta do bar e Seu Nestor estava abrindo as portas. Ele me viu do outro lado da rua e gritou:

- Oh Menina! Pode fazer um favor para mim?

Atravessei a rua e fui até ele e falei: - Boa tarde Seu Nestor, em que posso te ajudar, meu nome é Helen.

Ele ficou meio sem graça, mas respondeu:

- Boa tarde Helen! É que minha neta deixou um cachorro para eu tomar conta, mas não tenho tempo para sair com ele, e acho que ele está ficando estressado. Teria como você passear com ele para mim.

– Claro, onde está o cachorro? – Perguntei.

– Lá no quintal dos fundos do bar – ele me respondeu e já foi entrando para dentro do bar.

Eu o segui, passamos por detrás do balcão por um corredor estreito que dava nos fundos da loja, era margeado por caixas de cerveja empilhadas e três portas, sendo duas de banheiros e uma que deveria ser o depósito. O corredor era muito estreito o que fazia com que eu fosse andando atrás dele. Quando chegamos na porta que dava para os fundos ele apontou com a mão o cachorro, mas como não dava para eu ver eu me espremi entre ele e a parede, virando minha bunda para ele enquanto passava, nisso eu senti uma coisa dura sob seu shorts. Parei na frente dele e reparei no cachorro, era um dog alemão gigante.

Fiquei reparando no cachorro quando sinto Seu Nestor falando pertinho do meu ouvido:

- Vai aguentar ele, é bem grande? – Me arrepiei toda, senti minha buceta molhando toda na hora.

Me virei e ele falou: - O cachorro, ele é bem grande, não acha?

Eu sorri e falei com ele que já dei conta de maiores. Falei com ele então que pegaria o cachorro lá umas 08:30 que tinha um trabalho da faculdade para fazer. Ele falou tudo bem, mas não saiu da porta, tive que me espremer no corredor para passar por ele de novo, mas dessa vez passei de frente e realmente senti algo grande e duro no shorts dele.

Fui para casa com o rosto fogueando. Entre e fui direto tomar um banho, não aguentei e bati uma siririca para aquele velho safado. Seu Nestor deveria ter uns 60 anos, mas aparentava ter menos. Ele era militar reformado, e tinha um físico que muito garoto invejaria. Tirando os cabelos do peito branco, porque os da cabeça ele tingia, ninguém daria mais de 45 para ele. E eu estava lá, me excitando por um velho que poderia ser meu pai. Que droga. Mas tava foda, tinha dois meses que não via meu namorado e via de regra, dois meses que eu não transava. Terminei o banho, coloquei uma calcinha pequenininha que eu tinha, um sutiã que valorizava meus peitinhos e fui fazer meu trabalho.

No horário marcado eu coloquei uma saia jeans que ia até o meio das minhas coxas, um par de tênis e um tomara que caia. Quando cheguei no bar estava cheio e os bêbados ficaram todos me comendo com os olhos. Mexi com o Seu Nestor e reparei que ele também me comeu com os olhos. Ele falou que o cão estava lá atrás, mas que não poderia me acompanhar porque o bar estava cheio. Fiquei decepcionada porque queria outra sarrada daquele velho safado.

Fui até os fundos e peguei o Titan, era o nome do cachorro. Levei até a praça onde normalmente levo os outros cães e realmente ele era muito forte, quase não consegui segurá-lo quando ele cismava com alguma coisa. Voltei já era quase 09:30, por ser uma terça feira o movimento do bar já tinha sido a reduzido a dois clientes só. Cumprimentei o Seu Nestor que estava no balcão conversando com um cliente e fui levar o Titan até os fundos, soltei o cachorro mas quando estava voltando eu escorreguei em um lodo e caí virando meu pé, no susto eu dei um grito. Seu Nestor veio correndo me viu caída e já foi me pegando no colo e perguntando se eu estava bem. Eu falei que estava bem mas ele falou que tinha sido paramédico do exército e que ia olhar com calma. Nisso ele me levou para a porta que seria o depósito que na verdade vi que era um quarto, sem janelas, mas com um ar condicionado para refrigerar o lugar, tinha uma cama de casal e uma cômoda. Ele me colocou sentada na cama e falou que ia pegar o kit de primeiros socorros e já voltava. Ouvi uma conversa na parte da frente do bar e logo em seguida as portas foram baixadas.

Seu Nestor então voltou com uma maletinha e colocou do meu lado, pediu para ver onde estava doendo. Mostrei o tornozelo para ele, ele então pediu para tirar meu tênis, eu concordei, doeu bastante quando ele puxou. Ele então pegou uma pomada na maleta e falou que era um anestésico que ia ajudar com a dor. Espalhou um pouco nas mãos, ajoelhou-se na minha frente e começou a massagear meu tornozelo. Na hora eu senti que já deu uma melhorada. Mas o toque dele me excitava de mais, sendo que dei um gemidinho na hora que ele começou a esfregar o creme. Ele me perguntou se estava doendo, mas eu mordi o lábio e falei que estava bom. Ele percebendo minha excitação, falou que era bom passar na perna toda, para não ter perigo da dor voltar. Começou então massageando a batata da perna, indo e descendo as mãos pela minha panturrilha. Foi subindo pelo meu joelho onde ficou fazendo movimento circulares. Quando ele começou a massagear minha coxa, instintivamente eu abri as pernas, mostrando minha calcinha para ele. Ele riu e falou que estava vendo que tinha outro lugar que precisava de massagem.

Ele então continuou massageando minha coxa, mas agora do lado de dentro dela, os dedos subindo cada vez mais até minha buceta. Eu ia gemendo baixo enquanto ele me massageando, até que seus dedos grossos chegaram no meio das minhas pernas. Ele começou esfregando por cima da calcinha e eu já deu uma gemida mais alta. Na hora eu tapei a boca com a mão, mas ele falou que eu podia gemer a vontade, que ele tinha fechado o bar já e que ninguém ia nos ouvir ali. Quando ele falou isso senti um misto de pavor e tesão, já que estava totalmente à mercê daquele homem, mas ao mesmo tempo estava totalmente hipnotizada pelo seu toque.

Ele chegou minha calcinha para o lado e começou a esfregar os dedos por cima da minha xana, que estava muito molhada àquela altura. Eu fui gemendo, e quando ele foi e colocou um dedo dentro de mim, e quando fiz isso eu já comecei a tremer as pernas, acabei gozando na sua mão. Fiquei tremendo e segurando o braço ele. Ele então falou que eu estava muito gulosa, mas que já ia me dar de comer mas não ia ser com a mão não. Nisso ele tirou a camisa e o shorts, revelando um pau de uns 18 cm duro como uma rocha apontando para o céu.

Ele ficou em pé na beirada da cama e me chamou me mostrando o pau. Eu fui engatinhando até ele e comecei a chupar aquele mastro. Eu lambia das bolas até a cabeça e depois colocava tudo na boca e começa a chupar de novo. Ele começou socar o pau na minha garganta como se minha boca fosse uma buceta, antecipando o que ia acontecer lá embaixo. Eu comecei a engasgar quanto senti a primeira jatada de porra na boca. Ele gozou com força na minha boca e assim que tirou o pau ele fechou minha boca e falou para eu engolir tudinho. Eu nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca, mas aquele velho tarado tinha uma voz que me comandava mesmo, eu faria o que ele quisesse.

Engoli então tudo e mostrei para ele a boca limpa, ele então falou comigo para tirar a roupa que ele ia me dar um banho de língua para depois começarmos a festa. Tirei toda roupa e deitei peladinha na cama. Ele entrou pegou minha perna que tinha machucado, começou lambendo minha coxa e foi lambendo até no meio das minhas pernas. Abriu então minha buceta e caiu de boca no meu grelo que já estava teso. Ele ia me chupando e me dedando, primeiro com um depois com dois dedos. Aqueles dedos grossos e ásperos que iam e voltavam sincronizados com a língua do Seu Nestor. Uns cinco minutos assim e eu já gozei de novo, tremendo na cara dele.

Ele então se levantou, pegou uma camisinha na cômoda, colocou no pau e veio para cima de mim. Ele entrou no meio das minhas pernas e colocou aquela tora na portinha da minha xaninha. Pedi a ele para ir com cuidado porque estava muito sensível. Ele foi colocando o pau aos poucos, fazendo movimento de vai e vem, até entrar todo.

Quando estava todo dentro ele começou o vai e vem. Ele me martelava com força sentia que ia desmaiar. Em dado momento ele pegou minhas duas pernas, colocou-as ao redor do pescoço, elevando minha bunda um pouco fora da cama, e começou a bombar bem mais rápido. Vi que ele ia gozar e sentia que ia gozar de novo, junto com ele. Ele gozou com um grito e eu também. Tirou então aquela cobra gigante de dentro de mim, mas ainda estava dura. Com certeza ele tinha tomado algum estimulante, porque não tinha condições. Tirou a camisinha e pediu para eu chupar o pau dele de novo, ele deixou na cama e eu subi em cima dele, mas antes que eu começasse a mamar, ele me virou me deixando com a buça bem na cara dele, começamos então um 69 gostoso, com ele me chupando e eu mamando ele.

Em dado momento ele tentou enfiar um dedo no meu cuzinho, eu dei uma travada. Ele percebendo isso me perguntou se eu nunca tinha dado o rabo e eu (menti, já tinha dado) confirmei com “unrum” porque estava com a boca ocupada. Ele então falou que de hoje não passava que a gente tinha que fazer o trabalho completo, que nós dois merecíamos. Eu estava enfeitiçada com aquele pau, com aquele homem. Acabei fazendo que sim com a cabeça. Ele então se levantou e eu fiz um som de decepção porque ele tirou o pau da minha boca, ao que ele me respondeu que já já ela ia tá cheia de novo.

Ele pegou um tubo de lubrificante na gaveta e outra camisinha. Me chamou na beirada da cama de novo e me mandou chupar o pau dele. Enquanto eu chupava ele virou minha bunda de lado para ele e começou a passar lubrificante no meu cuzinho, enfiou primeiro o dedo mindinho e ficou fazendo movimento de vai e vem e despejando mais lubrificante, no início doeu muito, mas com o lubrificante meu cuzinho foi acostumando. Ele então trocou de dedo e já meteu logo o médio. Mas sempre com mais lubrificante.

Quando penso que não ele já estava metendo dois dedos no meu cuzinho e eu já estava acostumando. Ele então me deu a camisinha e me mandou tomar cuidado que era a ultima, tentei rasgar o envelope, mas tava numa tremedeira com aqueles dois dedos socados no meu cú. Com muito custo eu consegui. Coloquei a camisinha na rola dele. Ele então me deitou de lado e pediu para eu abrir a banda da bunda que ficou para cima. Ele chegou por trás de mim e ficou esfregando a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho com bastante lubrificante já. Foi forçando e quando ela passou em senti muita dor. Ele então levantou minha perna e começou a estimular meu grelo, enquanto meu cuzinho acostumava com a grossura e o tamanho da rola dele. Ele ia brincando comigo e enfiando cada vez mais. Eu toda hora falava para ele tirar, mas ele falava que eu iria aguentar, que eu queria aquilo, eu queria viu. Com muito custo ele botou a rola toda no meu cú. Aí falou;

- agora que ficaram só meus ovos de fora, vou começar a bombar.

E começou um movimento bem devagar, que foi aumentando, enquanto ele continuava brincando com minha buceta, ora esfregando meu clítoris, ora enfiando dois dedos nela e fazendo movimento de vai e vem.

Ficamos assim por uns dez minutos até que senti que ele começou a bombar mais forte e a me estimular mais. Acabamos gozando juntos novamente. Sendo que dessa vez ele caiu ao meu lado ofegante.

Ele ligou o ar condicionado com um controle remoto e perguntou se eu não queria tomar um banho. Eu assenti com a cabeça. Fomos para o banheiro, quando chegamos no box, com o chuveiro ligado ele começou a me beijar, foi beijando minha boca, meu pescoço, depois meus peitos, chupando-os com vontade. Ele começou a me dedar de novo, enquanto chupava meus peitos, mais uma vez eu gozei na mão dele.

Terminamos o banho e fomos para a cama. Ele me perguntou se eu queria dormir lá mas falei que tinha ir embora senão minha prima ficava preocupada e punha metade do mundo atrás de mim. Vesti minha roupa e fui saindo, quando cheguei na porta do quarto perguntei para ele se ele ia precisar que eu passeasse com o Titan de novo. Ele sorriu e falou que se eu quisesse podia passear com ele todo dia.

Depois daquele dia eu fiquei um ano dando para o Seu Nestor pelo menos duas vezes por semana. Aprendi muito de putaria com ele, mas isso fica para outras histórias…

  • Enviado ao Te Contos por Helen

sexta-feira, 28 de julho de 2023

Perdi o meu cabacinho com o meu primo nessas ferias (julho-2023)

 

By; Caca (Carla)

Olá eu sou a Caca, tenho 17 anos (18 anos em Outubro) e era virgem ate esse mês de férias, aconteceu a duas semanas, tenho 1, 60 de altura, cabelos castanho claro, olhos mel, bumbum é seios médios bem redondinhos e durinhos…

Cada vez que me lembro minha bucetinha pulsa, mas enfim, tenho uma tara enoooooorme por militares, aquelas roupas marcando o bumbum, aqueles soldados com cara de durões, fico imaginando o quanto deve ser bom meter com ele me pegando com força… Mas vamos ao que interessa.

Nesse mês fomos para o interior, e mesmo sem querer acabei indo. Chegando lá era aquela chatice, cidadezinha silenciosa, e a casa que agente fica então… Piorou, quando estamos lá e recebemos visitas é até uma novidade.

Num dia de manhã ainda lá no sítio, recebemos um telefonema de minha tia avisando que iria até lá para fazer uma visita fiquei na esperança de que ela me levasse com ela, assim ela fez, ainda bem, pois já não aguentava mais aquela monotomia.

Chegando em sua casa, que era em outra cidade, minha prima estava em casa, como não me dou bem com ela preferi ficar na casa de outra tia na mesma cidade, peguei minhas coisas e fui…

Chegando lá, já tinha ouvido falar que meu primo Sérgio estava servindo o exército mas até então, a última vez que o vi eu nem me lembro. Quando cheguei e vi ele sentado não acreditei minhas pernas até amoleceram, sem brincadeira, olhei pra aquele homem com o peitoral todo definidinho, cabelo bem cortado… Loirinho, estava com roupas simples mas ele por sí só já é um deus maravilhoso com aqueles olhos esverdeados, um alemão com uma bunda tão durinha.. Rsrs.

Conversamos normalmente, respeitei até porque não sabia se ele tinha namorada, ou era casado. O dia foi passando… E a noite passei em claro, nem consegui dormir direito pensando no estrago que ele poderia fazer comigo virgem. Será que dói muito?

No dia seguinte, passei a manhã na casa de outros parentes para não ficar sozinha, minha tia que é mãe dele foi trabalhar cedo junto da minha prima e tio, ele foi o primeiro que acordou e saiu morava perto do quartel mas tinha que estar lá as 7: 00.

No finalzinho da tarde voltei para casa dele. Chegando lá minha tia havia saido novamente e meu tio estava no portão, entrei, para tomar um banho, depois de ter passado o dia todo na casa de parentes não tem nada melhor para relaxar.

Perguntei pro meu tio se minha tia havia saído, mas ele não respondeu porque não estava mais lá, eu fiquei sozinha, aproveitei e fui tomar banho.

Não parava de pensar no meu primo… Imaginava ele com aquela farda linda que ele chegava todos os dias, a qual fazia com que o verde de seus olhos se destacasse, rasgando ela com as mãos e lambendo aquele suor todo… Não aguentei tive que bater uma siririca pra ele no chuveiro, só mexi no grelinho porque eu tinha medo de colocar o dedo e machucar.

 Então sentei no chão com as pernas apoiadas nas paredes de frente pro chuveiro, deixava a água cair na bucetinha enquanto cheirava uma camiseta branca, que fazia parte do uniforme dele e que estava no cesto pra lavar. Aquele cheiro de macho me deixava arrepiada… Passava a camiseta na bucetinha, chupava aquele caldo salgadinho de suor dele, esfreguei ela no grelinho.. Não aguentei e gozei. Minhas pernas ficaram moles, lambi os dedos imaginado que fosse a porra dele, gemia bem baixinho chamando o nome dele, de repente… Um barulho de moto??? Como assim?? Ahhhhhh é.. Ele tem uma moto! Pensei rápido como que eu provocaria ele pra ver se ele topava. Antes de ir para casa, ele havia passado na casa da minha tia onde fiquei durante o dia.

Saí apressada enrolada só na toalha, e ele estava guardando a moto. Entrei no quarto da irmã dele e virei com a bunda para porta, acho que ele viu tudo, que bom era essa a intenção. De repente vi uma sombra atras de mim.. Hummm ele não perdeu tempo, passou a mão na minha bunda e já me puxou pela toalha, Pensei” agora vai ou racha rs”

Ele começou a me agarrar, tirando minha toalha, passando as mãos nos meus seios, pegou minha mão fez eu pegar no pau dele…. Hummmmmm como era grosso e grande, estava muito duro e pulsava na minha mão.

- Olha só como você me deixa, tá durinho só pra você..

Eu já estava com tanto tesão que não conseguia nem pensar direito. Ele foi me arrastando pro quarto dele, me jogou na cama brutamente , me mordia, me encochava, segurando meu braços que eu não conseguia nem me mexer, ai como ele era tarado e gostoso, passava o dedo na minha buceta.

- Quantos anos você tem??

- Respondi, 17. Ele olhou pra mim e falou:

- Ahhh.. Mas você é muito novinha ainda… Não posso, vou te machucar!

- Novinha mas já sei o que é bom e quero sua rola na minha bucetinha, esperei a noite toda por isso, você não quer estreiar ela ?

Na hora ele começou a chupar meus seios, passava a cara na minha buceta, parecia estar gostando muito, e eu então… Me sentia no céu, tirei a roupa dele e quando vi aquela rola já toda meladinha , não resisti, cai de boca, não sabia como fazia boquete, então apenas chupei, lambia todo o meladinho, ele tremia todo, e o pau dele mexia na minha boca.

- Agora deixa eu passar só a cabecinha nela, deixa?

- Fiz que sim com a cabeça… Bem dengosa

Quando ele colocou a cabecinha senti uma leve ardência, mas quando ela passou… Perdi o folego, sangrou um pouco, era desconfortável, uma dor gostosa que eu queria sentir mais, foi tão delirante que então entendi o porque as mulheres gemiam tanto, é de tesão.

Ele metia com força, as vezes dava até vontade de chorar, mas passei tanta vontade de meter com ele que eu queria aproveitar até a dor. Ele metia e parava.

- Porque você parou?

- Se não eu vou gozar.

- Continua por favor!

Ele meteu com força algumas vezes e respirou fundo.

- Vou gozar…

Ahhhhh que gozada…

– Isso… Goza na minha bucetinha.

Eu sentia aquele pau grosso latejando na minha bucetinha. Quando ele tirou a rola, aquele líquido quente escorria na minha bunda e no meu cuzinho, passei os dedos e lambia, passava nos seios, não perdi uma só gota de porra.

Todo suado e olhando pra mim, parecia desacreditado do que acontecera. Sem demora me vesti, ele foi para o banho, e os outros foram chegando conforme o tempo passava, tio, tia, prima. No dia seguinte ele me deu uma pílula para tomar e evitar uma possível gravidez.

Não tivemos tempo para outra transa, mas ainda deu tempo para eu chupar o pau dele na noite antes de voltarmos para casa. Agora quero transar outra vez !

  • Enviado ao Te Contos por Caca

Minha amiga me comeu já que meu marido não esta! (22-07-2023)

 

By; Lana

Oi te contos, me chamo Lana, tenho 29 anos, sou casada, meu marido se chama Arthur, ele tem 50 anos e tem um problema que não quer tratar.

Nosso casamento não esta tão bem, tenho sido comida poucas vezes e mal, seu pau está sempre meia bomba, não importa o que aconteça, nunca mais endurece.

E por mais que eu goste disso, meu desejo foi ficando incontrolável.

Sábado, meu marido saiu para ver um jogo qualquer de futebol, minha amiga Carol veio aqui em casa passar um tempo comigo.

Bebemos, conversamos, bebemos, bebemos e acabei contando pra ela, superficialmente, o que estava acontecendo em meu casamento. Primeiro ela achou que era brincadeira, mas depois ficou extremamente interessada, incrédula.

Pra provar pra ela viemos até o quarto e mostrei meus brinquedinhos que comprei para usar quando estiver necessitando, (plug anal, penis de borracha, vibradores e uma cinta que ainda não tinha usado que veio de brinde). Ela morreu de rir, pegou, perguntou como era e vestiu, brincando, eu falei que não sabia pois nunca tinha usado. Eu estava sentada na cama e ela ficou de joelhos, com a cinta, dançando e fazendo piada. Ela dizia;

- “Vou te comer” com uma voz masculina e morremos de rir.

Estava muito engraçado. Deitei na cama rindo e ela deitou sobre mim, brincando, e simulou que estava transando comigo. Entrei na brincadeira e envolvi as pernas nela. Ela apertou meus peitos com jeito, ainda fazendo vozes e piadas.

Eu ria, e ria. Estava de vestido e naquela brincadeira, de repente senti a cinta roçar de leve em minha buceta por fora da calcinha… Aquilo, junto com os toques dela nos meus peitos, seu cabelo roçando no meu ombro, sua respiração, a bebida…

E quando eu vi estava apertando ela contra mim com as pernas, mordendo os lábios. Ela já havia parado com as piadas. Apenas sorria me olhando fixo.

- “É assim que se faz?” - Perguntou e roçou com vontade o consolo.

Não controlei a respiração e respondi apenas com um gemido involuntário.

Ela fez de novo, e apertou mais meus peitos e falou:

- “Acho que você merece que alguém te coma, sabia?”

Não respondi nada. Apenas sorri e gemi de novo, dessa vez por querer. Ela entendeu o recado e me deu um beijo no pescoço. Segurei sua cabeça e a abracei. Ela desceu a mão e afastou minha calcinha para o lado.

- ”Tem certeza, Lana?”

Apenas puxei ela com as pernas e aquele pau entrou de uma vez. Nossa. Que saudade de sentir alguém me comendo. O calor, o pau duro. Ela foi intensificando e eu fui me perdendo. Rapidamente gozei, mas ela não parou. Tirou meu vestido, me virou de costas, empinou minha bunda e meteu na minha buceta. Enquanto isso alisava meu cuzinho e me batia.

Eu gemia e gritava. Ela puxou meu cabelo e eu fiquei de joelhos. Me abraçou pela cintura e me beijou o pescoço, com o consolo dentro de mim. Depois baixou a mão e me masturbou enquanto fazia movimentos lentos com o quadril.

Não lembro a última vez que tive orgasmos múltiplos, mas eu desfaleci completamente. Ela me vendo gozar continuou na posição até não sobrar mais nada de mim.

Depois, me deitou virada pra cima, tirou a cinta e sentou de costas pra mim com a buceta em minha boca. Começou a rebolar nela enquanto eu a chupava. Enquanto isso, ela metia com a mão o pinto da cinta em minha buceta. Deitou começou um 69. Gozei novamente com a chupada dela.

Ficamos deitadas por um tempo, ela se despediu me dizendo que voltara no final de semana para me comer de novo e foi embora.

  • Enviado ao Te Contos por Lana

quinta-feira, 27 de julho de 2023

Eu transei com a Carol (lesb) (Julho-2023)

By; Taty

Oi a todos meu nome é Taty, tenho 20 anos, sou de São Paulo.

Eu acabei de tocar uma siririca lembrando desse momento maravilhosa que aconteceu nesse inicio de mês de Julho, então vim aqui compartilhar essa delícia com vocês.

Eu moro em Osasco, famosa OZ, tenho um irmão mais velho e pela tarde nos reuníamos com outra galera da rua em uma praça, meu irmão, andava de skate com os amigos dele enquanto eu só ficava no banco sob a sombra de uma árvore lendo meus bons livros, nossa mãe me forçava a sair e interagir com outras pessoas, más mal sabe ela que eu gostava mais te interagir com meus livros, vez ou outra eu acenava pros amigos do meu irmão quando chamavam meu nome.

- E aê Taty, beleza ?

E eu acenava com minha mão sem nem tirar meus olhos das páginas que eu lia. Minha atenção só era tirada quando ela chegava, a minha musa, meu sonho de consumo.

Ai, a Carol <3 Ela era maravilhosa, tão estilosa com seu estilo skatista, sempre com sua camisetona de banda, shorts e tennis, um piercing na boca, pulseiras de couro... aaaaiiii ai. Aquele era o melhor momento do dia, ver ela interagir com os rapazes da rua, como ela era habilidosa com aquele skate, fazia manobras que deixavam meu irmão e os outros rapazes putassos de inveja, ela se destacava, e meu coração batia mais forte por ela, hora ou outra nossos olhares se encontravam e eu fingia estar lendo novamente, nesses momentos eu podia jurar que ela sorria ao me ver desconfortável.

Talvez ela soubesse do meu interesse por ela, será que ela imaginava que eu me masturbava todas as noites pensando nela ? Ninguém cogitava ou opinava sobre a minha sexualidade, eu era a irmã estranha e quieta do carinha popular, todos estavam ocupados demais ouvindo as asneiras do meu irmão pra repararem em mim, más eu acho que a Carol percebia algo em mim que eu não falava para os outros.

Certo dia Carol ligou convidando meu irmão pra jogar vídeo game porque ela estava sozinha em casa e teria a tv só pra ela, estava chovendo horrores e certamente ninguém se encontraria na praça pra andar de skate ou jogar bola, tanto ele quanto eu estávamos entediados em casa, e nossos pais também não estavam lá, lembro dele conversando com ela pelo celular.

- Bora zerar essa merda de jogo hoje então hein... ta... demorou então, colo ai logo mais, vou tomar um banho e vazar.

Antes de desligar ele foi interrompido pela Carol perguntando algo de última hora

- Quem, a Taty ? – Meu ouvido se movia como a de um cachorro entrando em estado de alerta, porém fingia desinteresse olhando a tv. - Beleza, eu chamo ela também, sem problemas.

Logo mais ele desliga e joga uma almofada em mim

- Quer colar na Carol ?

- Quero colar velcro com ela ( pensei ) – Na Carol ?

- É, to indo lá e ela sabe que o pai e a mãe não estão aqui, ai ela te convidou também, vamos jogar vídeo game, se quiser jogar também, ou levar teus livros, pra mim tanto faz.

- Vou sim, vou me arrumar então.

E assim o fiz, me arrumei bem arrumadinha, até perfume eu coloquei, por baixo eu vestia minha melhor calcinha e sutiã, mesmo sabendo que ela não veria, más a Carol me incentivava a me arrumar, me mostrar atraente. Sai do meu quarto e la estava meu irmão prestes a bater na porta, ele me olhou de cima a baixo e disse

- Vai pro shopping carai ? Até maquiagem botou !!

- Cala a boca seu bosta, cansei dos seus amigos me achando a estranhona, decidi me arrumar melhor.

- Ta, foda-se, vamos !!

Chegando lá, lá estava a Carol, com suas tradicionais camisas de banda e um rabo de cavalo, ela cumprimentou meu irmão com os típicos insultos que cada um trocava pro outro e ao me ver ela deu um largo sorriso, ah que sorriso, e me deu um abraço apertado e disse;

- Nossa, que cheirosa. Bem vinda.

As horas foram passando e íamos interagindo e rindo, jogamos jogos de corrida, de luta, comíamos pipoca, bebíamos refrigerante, fazíamos apostas em quem ganharia, riamos de quem perdia e etc. Em determinado momento o celular do meu irmão toca e é a namorada dele pedindo pra ir ajudar ela com algo urgente, ele resmungou más como a casa dela não era longe ele disse que ia.

- Carol, eu preciso dar uma passada na casa da minha mina, ela precisa da minha ajuda. Vou correr lá.

- Claro, claro, corre lá.

- Taty, você volta pra casa sozinha, pode ser ?

- Claro, vai lá.

Carol levou meu irmão até o portão e voltou e me encarou timidamente.

- Quer continuar jogando ou topa ver um filme ?

- Um filme seria legal.

- Hmmm, vou comprar uns pãezinhos pra gente comer alguma coisa e dai já passo no camelô e vejo algum filme pra gente assistir, é 10 min.

- Não quer que eu vá com você ?

- Não não, eu vou correndo, ta o maior pé d’agua agora, fica ai jogando um pouco que eu já volto - Carol dizia pegando as chaves na mesa de centro e um granda-chuva perto da porta.

Ao me ver sozinha na casa da minha crush eu decidi que eu estava disposta a agarrar aquela oportunidade de xeretar e conhecer o quarto e a cama onde eu me imaginava todas as noites. Não foi difícil saber qual era o quarto de Carol, o pôster na porta do quarto era um belo de um indicativo, sem pestanejar eu corri pra lá, me sentia eufórica, como uma criança explorando um lugar proibido, olhei seus cds, deitei em sua cama, cheirei seu travesseiro e me abracei nele, fingi estar abraçada nela, perto da cama e em meio a algumas peças de roupas jogadas no chão estava a calcinha (tipo shortinho) que ela usou, queria saber como era o cheiro da buceta dela, peguei a calcinha e a encarei em dúvida;

“será que tava cheirando a buceta ou cheirando a cú, será que me arrependeria de esfregar aquela peça de roupa no meu nariz ? “AH, FODA-SE”” – respondi a mim mesma, e imediatamente me afoguei naquela calcinha, ela era preta com elástico branco, ela tinha um cheiro característico de pele, más nenhum odor constrangedor como eu me preocupava.

Eu beijava a calcinha dela no lugar onde o clitóris dela deveria roçar cada vez que se movia, eu lambia o tecido, eu o cheirava, eu estava literalmente fazendo amor com uma calcinha, más para mim era mais que aquilo, era a representação da mulher que eu desejava, era o mais próximo que eu chegaria ao corpo dela.

Decidi me masturbar enquanto sentia o cheiro de Carol, levei meus dedos pra dentro da minha calça e comecei a esfregar o meu clitóris, pra cima e pra baixo, e em círculos, sentia algo em mim esquentar, sentia meus lábios vaginais morderem minha calcinha, la estava eu, deitada na cama de Carol, cheirando-a e me masturbando, eu estava louca, más mais do que louca eu estava desesperada para gozar, eu estava quase lá quando de repente

- QUE PORRA É ESSA ??

Dei um pulo, apoiei meus braços na cama e encarava com espanto Carol que me encarava de volta perplexa.

- O que você pensa que ta fazendo ? – Carol perguntava

- Eu... – Eu olhava ao redor algo que pudesse justificar meus atos, más nada aparecia, eu estava deitada na cama de Carol com minha calça desabotoada e sua calcinha ainda estava apoiada sobre os meus seios. Decidi tomar a decisão mais coerente que era fugir, eu estava muito envergonhada - ME DESCULPE

Sai disparada pra fora do quarto más antes que eu pudesse cruzar a porta, Carol se pôs na minha frente bloqueando a passagem.

- Calma, eu já entendi tudo. Só acho que podemos fazer isso de um jeito melhor. – Carol mudava o tom de sua voz e agora segurava a minha mão tentando me acalmar.

- O que acha ? - Carol levou minha mão até seus lábios e a beijou.

- Mhmm – era tudo o que eu conseguia responder no momento.

- Então você quer saber o que eu estou usando agora ? – Carol sussurrava em meus ouvidos enquanto beijava o meu pescoço.

- Quero sim – Respondi tremula e ofegante.

Carol me empurrou para a sua cama e começou a se despir na minha frente, tirou seu camisetão, revelando seus lindos seios, abaixou sua bermuda até a altura dos joelhos e depois usou os pés para leva-la ao chão. Olhei para ela com surpresa, ela usava uma calcinha rosa com desenhos de sapinhos.

- Surpresa ?

- Demais !! – Respondi

- Quem disse que eu não posso ser fofinha as vezes ?

Eu ri

- Agora vamos ver a sua ? – Carol já se abaixava de encontro com as minhas calças, pronta para puxa-las junto com meus sapatos.

- Acho que você vai gostar, é a melhor que eu tenho. - A encarava com meu melhor olhar de safada.

- Noooossssaaa !! - Carol se surpreendia com a minha calcinha rendada preta com bastante transparência.

- Ela combina com meu sutiã - Imediatamente tirei minha camisa por cima dos ombros e a encarava com desejo.

Carol deu uma longa pausa para me admirar.

- Caramba Taty, que mulherão que você é. Quero te comer todinha.

- Ta esperando o que então ? – Eu via Carol se surpreender com minhas insinuações, jamais ela deveria imaginar que a quietona da irmã do melhor amigo dela fosse tão safada.

- Demorou então. - Carol tirou sua calcinha e jogou na minha cara – Vai se divertindo ai com os sapinhos que eu agora vou chupar a sua buceta.

Deixei de me apoiar em meus cotovelos e comecei a cheirar a calcinha de Carol enquanto ela se preparava para me chupar.

- Essa calcinha é linda demais pra se tirar – Carol dizia.

Ela puxou minha calcinha pro lado e começou a me chupar, o quarto ecoava os estalos que a sucção de Carol fazia em meus lábios vaginais. Eu gemia enquanto me afundava no cheiro de sua calcinha. Carol era muito habilidosa, ela dava leves tapinhas na minha buceta e a beijava com fúria.

Eu gritava de prazer, eu me agarrava aos lençóis de sua cama. Carol veio ao encontro de minha boca e sua língua massageava a minha, eu podia sentir o gosto do meu sexo através de seu quente e saboroso beijo. Eu explorava a buceta de Carol com meus dedos enquanto nos beijávamos com fúria, Carol tirava meus seios do sutiã e os mamava intensamente, eu podia sentir meus mamilos completamente rígidos e sensíveis por conta do prazer. Carol esfregava a calcinha dela em meu rosto e eu me cansei dela.

- Chega da calcinha, senta na minha cara AGORA. – Ordenei

- Uau, a gatinha tem garras. Muito que bem - Carol me encarava com luxuria e foi de joelhos até meu rosto massageando seu clitóris.

Eu podia contemplar aquela visão vista de baixo, suas pernas, aquele bucetão maravilhoso, aquela barriga, seus seios. Meu sonho estava se concretizando, eu ia cair de boca na mulher dos meus sonhos.

- Chega de cheirar calcinha então Taty, vem, CHEIRA MEU GRELO !!

Carol como a dominadora que era puxou minha cabeça contra seu sexo, esfregando seu clitóris em meu rosto, era como se ela quisesse foder a minha cara, ela estava molhada, seu sexo estava quente, aquele cheiro delicioso de buceta melada misturado com tesão, eu queria aquela mulher, e queria agora, segurei a sua cintura e meti a boca em sua buceta, enquanto enfiava a cara nela minhas mãos buscavam pelos seus seios, eu podia sentir seu corpo tremer e pulsar e enquanto eu trabalhava no oral, mesmo de costas para minha buceta, Carol massageava meu clitóris com uma mão, eu me lambuzava nela, enfiava um dedo em sua buceta e ela estava tão molhada e relaxada, aquele era o cheiro e gosto de Carol, más eu não estaria satisfeita até provar do gozo dela.

A segurei com força pelos glúteos e a puxava com força de encontro com minha língua e boca, era como se agora fosse tudo ou nada, era pra valer, seria o melhor oral da vida dela, e eu estava empenhada e sabia que estava funcionando porque ela parou de me masturbar para segurar minha cabeça contra ela, ela agarrava meus cabelos e gemia, suas pernas tremiam.

- Vou gozar, VOU GOZAR - Carol gritava

Eu não me importava, eu queria ela me encharcando com seu orgasmo, e ela desaguou, seu corpo relaxava após um longo gemido de alivio

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHH.

Ela sentava em meu peito e me encarava de cima.

- Quem é você Taty ?? Como você faz isso ?

E eu apenas respondi com um sorriso sarcástico e safado.

- Eu não sou quietinha não. – Respondi

- Agora vem aqui que vou retribuir o favor.

Fizemos a famosa pose de tesourinha e esfregamos nossas bucetas enquanto nos beijávamos até que eu também gozei. Depois ficamos deitadas curtindo o momento de carícias até que ela lembrou que havia voltado para pegar a carteira que esqueceu.

- Ainda quer ver algum filme ?

Balancei a cabeça dizendo que não e comecei a chupar os seus peitos

Aquele dia foi maravilhoso, até hoje tenho a calcinha de sapinhos que peguei dela como recordação daquela transa maravilhosa.

  • Enviado ao Te Contos por Taty

 

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