sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Transando com a minha cunhadinha

By: Luiz

Meu nome é Luiz, tenho 25 anos, sou moreno, e 1,76 de altura, namoro uma morena chamada Nadia de 22 anos que é muito linda e gostosa, bunda farta, cochas grossas, peitos empinados, cabelos cacheados e com 1,70 de altura.

Tem uma irmã, a Carlinha, minha cunhadinha, que quando comecei a namorar sua irmã ela era apenas uma criança sapeca de 14 anos. Hoje Carlinha com 18 anos já é uma linda morena parecida com sua irmã, só que mais magra e um pouco mais baixa, seus peitinhos parecem duas mangas rosa, sua barriguinha uma maravilha, sua bundinha empinada e cochas definidas com pelugens douradas. 

Carlinha a tão pouco só tinhas umas paquerinhas, ficantes, hoje ela namora Guto, um cara legal, que furou rápido o cabacinho de Carlinha, sei disso, pois em menos de três meses de namoro vi os dois transando no quarto dela, quando fui a casa de minha namorada apanhar o capacete da minha moto e vi que a moto de Guto estava em frente da casa, achei estranho pois sabia que só Carlinha estaria em casa, pois os pais dela tinham ido pra um casamento em uma cidade próxima e Nádia estava na faculdade e Guto não tinha ainda essa intimidade com a família pra ficar só com Carlinha em Casa.

Entrei malandramente devagar, e rodeei a casa até a janela do quarto dela que era o único cômodo que estava aceso, eu escondido olhei pra dentro do quarto e vi Carlinha de quatro na cama peladina e Guto também pelado por trás dela, com as mãos segurando na cintura dela ele socava com força na xoxota dela e ela gemia e pedia pra ele meter mais:

- “METE VAI, METE TUDO... ME CHAMA DE CACHORRA SEU PUTO...”.

E o Guto no clima daquela foda chamando ela de cachorra e dava uns tapas de leve em sua bunda empinada até ele dizer que ia gozar e ela se deitou de frente e ele jorrou porra em seus peitinhos lindo. 

Fiquei louco, meu pau parecia que ia arrebentar a minha bermuda de tão duro que estava. Em seguida sabendo que a foda deles tinha acabado, voltei ao portão esperei uns cinco minutos e chamei de fora por Carlinha. Ela veio até a janela da cozinha que dar pra ver o portão e pediu pra eu entrar.

Quando eu me deparei com ela, ela agiu como se nada estivessem acontecidos minutos antes, Guto deitado no chão da sala fingindo estar dormindo, peguei meu capacete, abracei minha cunhada e dei um beijinho na testa dela como sempre fiz, mas dessa vez me deu tesão quando meus braços envolveram suas costas e minha mão segurou seus ombros, passei a olhar minha cunhada diferente, mas não deixava com que Nádia e ninguém percebessem.

Mas não demorou muito pra Carlinha perceber, pois ela me flagrou olhando ela um dia com um shortinho que deixava sua buceta igual um capô de fusca. 

Daí pra frente eu senti que ela passou a me provocar; sentava no meu colo, saia do banheiro de toalha e ia à sala falar comigo e sua irmã e fazia comentários e um dia que eu sabia que ela estava só em casa e iria à praia com Guto, rodeei a casa até a janela dela e ela estava só com a parte de cima do biquíni, com a xoxota gostosa de fora, de frente pro espelho, eu senti que pelo reflexo ela me viu, mas ela não fez nada, pelo contrario sentou-se na cadeira de frente pro espelho de forma que eu pudesse ver pelo reflexo, abriu bem as pernas e começou a tocar  na  sua xaninha linda... eu percebia que ela olhava pro espelho em direção ao reflexo da já nela, mas eu não saía dali pis sabia que ela fazia questão que eu visse e ficasse maluco.

E ela estava certamente correta, eu fique looouco com aquela xoxota raspadinha, ficou mais linda ainda com aquele grelinho rosinha pro lado de fora. 

No mesmo dia a noite eu fui pra casa de Nádia, pois ela me ligou pra ver um filme lá, como era de costume depois que Carlinha começou a namorar deitávamos eu e Nádia no sofá-cama e Carlinha e Guto num colchão do lado na sala. Quando eu cheguei Guto já estava no colchão, Nádia em seu quarto e Carlinha tomando banho pois tinha acabado de chegar da praia. Eu me deitei no sofá-cama e logo depois Nádia se deitou do meu lado e gritou pra Carlinha se apressar pra começarmos a ver o filme, quando de repente Carlinha entra na sala com um shortinho aparecendo a poupa da bunda, uma tomara-que-caia, cheirosa e toda bronzeada com as marquinhas do biquíni expostas, ela na hora de deitar ainda vira a bunda pro meu lado e quando se deita ainda olha pra minha cara e sorrir, Guto e Nadia sem desconfiar de nada, afinal ela era minha “cunhadinha querida”. 

Apagaram a luz, rolou o filme. Eu estava tão cansado aquele dia que me apaguei num instante e acordei um bom tempo depois com Nadia me perguntando se eu ia ficar por ali mesmo que ela estava indo pro quarto, muito sonolento eu disse que iria ficar ali sim, achei estranho, pois era tarde e Nadia foi pro quarto e deixou a tv ligada, foi quando minutos depois percebi que levantou alguém do colchão e foi até a tv, era Carlinha, logo quando ela se levantou eu olhei pra ver se Guto estava lá, não estava, ele já tinha ido embora como eu imaginava.

Quando a tv se desligou e Carlinha voltou para o colchão em vez de ir para o seu quarto logo meu coração acelerou e por instinto e desejo meu pau ficou duro. Eu ficava imaginando um monte de sacanagens e já estava louco de tesão e doido pra pular em cima dela já passando a mão nela toda e sem atitude fiquei parado e suando frio até sentir a mão Carlinha em meu pau, fiquei alucinado, parecia que era a primeira vez que uma mulher pegava em meu pau, daí ela se sentou e disse bem baixinho no meu ouvido:

- “acorda seu bobo, eu sei que você está doido pra me comer...”. 

Na hora eu pulei por cima dela no colchão já comecei beijando e passando a mão em seus peitos, sua bunda, mordendo seu pescoço e ela parou e me disse:

- “quero que você me foda como fode a minha irmã, do jeito que eu assistia escondida e desejava você fazendo aquilo tudo em mim...”.

Coloquei ela ajoelhada no colchão de costas pra mim comecei a beijar o pescoço dela e ia ate a orelha e mordia e com uma mão em seu peito e a outra já apalpando sua xaninha por cima da calcinha. Tirei sua blusa e rapidamente eu a deitei e comecei a chupar seus peitinhos e ainda com a mão em sua buceta que por sinal já estava bem molhadinha, passava minha língua em todo o seu peito e dava mordidinhas de leve nos biquinhos, fui descendo beijando sua barriga até tirar seu short e calcinha colocá-la deitada de costas e entrei mordendo seu pescocinho e descendo pelas costas até chegar a sua bunda, e beijando as duas bandas desci pras cochas e voltei com a boca pro meio da bunda, já aberta e empinada, comecei a lamber com a pontinha da língua seu cuzinho e com o dedo atolado na sua xoxota... ela gemia alto de tesão e colocou a cara na almofada pra abafar seus sussurros...

Virei ela de frente pra mim e já cai de boca pertinho de sua xaninha, ainda deixando minha cunhadinha louca, passando a língua em sua virilha passei pra sua xoxota e comecei a lamber subindo e descendo com minha lingua e com os meus labios por cima dos dentes dava mordidinhas de leve no seu grelinho maravilhoso e gostoso... Ela não se conteve e me pediu:

- “por favor, mete logo seu pau na minha xoxota eu quero gozar tudo de vez”.

Então rapidamente eu me deitei, coloquei meu pau pra fora e pedi que ela viesse sentar nele. Ela se sentou bem devagar e logo começou a subir e descer bem rápido com as mãos no meu peitoral ela apertava e louca pra gozar ela parou e pediu pra eu meter nela de quatro, eu disse melhor:

- “fique de joelhos e encoste a cabeça no colchão”.

Ela fez o que eu pedi, sua bunda totalmente empinada e aberta com sua xoxota escorrendo, fiquei louco e pensei que não iria aguentar, achava que iria gozar primeiro que ela. 

Mas aguentei, coloquei meu pau e comecei a meter bem devagar, depois aumentei a velocidade e ela começou a se endurecer toda querendo gozar e eu louco pra dar uns tapas e chama-la de cachorra mas não podia, agarrei nos peito dela e meti com mais força ainda até ela se amolecer e sentir que ela gozou, daí eu tirei meu pau, ela se virou de frente ainda em estado de êxtase, segurei seu queixo ela abriu a ... 

Logo me vesti e ela também, ela me beijou e me pediu pra fazer isso mais vezes so que num motel...

Dito e feito, passamos a sempre dar um jeitinho de irmos ao motel.

  • Enviado ao Te Contos por Luiz

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Ganhando um trato na biblioteca do colégio onde trabalho

 By: Fatima

Oi galera aqui do TeContos, eu me chamo Fátima, tenho 45 anos, sou casada, mãe e trabalho como secretária num Colégio do Estado numa pequena cidade do interior.

Como a grande maioria das mulheres casadas eu também carrego minhas fantasias sexuais, entretanto meu marido é extremamente conservador e nunca vai além do “papai e mamãe”, do gozar dentro e virar para o lado.

Nunca o convenci a bater uma punheta e menos ainda deixar fazer um boquete. Quando vejo alguns vídeos na internet chego até a molhar a calcinha tamanho é o tesão que tenho.

Considero-me uma mulher atraente e me destaco pelo volume do traseiro que, embora não seja desproporcional, chama a atenção principalmente quando ponho roupas mais justas.

Na escola a garotada vive indo na secretaria com uma desculpa qualquer mas com a intenção clara só de secar minha bunda e aí quando vejo que são os do segundo grau, punheteiros inveterados, eu faço questão de me levantar da minha mesa e ir até ao arquivo que fica junto ao balcão e ficar de costas fingindo que estou procurando algo no arquivo. Eles faltam pular o balcão para me currar e eu me divirto sabendo que eles vão fazer verdadeira festa no banheiro! Alguns mais atrevidos já até me abordaram no pátio para me dizer:

- “Eh D. Fátima, como a sra. Está gostosa!” Apenas sorrio e me divirto.

Nas últimas férias fui escalada para organizar os registros dos alunos dos cursos técnicos noturno que haviam começado no semestre. Certa tarde eu estava sozinha na escola quando um dos rapazes ligou perguntando se poderia retirar alguns documentos pessoais cujos originais tinham sido retidos na secretaria, eu disse que sim e que o aguardaria pois já estava terminando meu trabalho. Era uma tarde ensolarada, então eu fui trabalhar trajando uma bermuda clara no meio das coxas, baby-look regata e sem sutiã.

Quando o Maurício chegou, acompanhado de um dos colegas de classe, eu estava na sala da diretoria. Ao me verem entrando na secretaria seu colega não conteve um leve assobio de espanto, eu sorri, os cumprimentei e fui ate ao balcão entregar seus documentos, momento em que o Mauricio comentou em tom confidencial:

– Nunca tinha podido reparar como a sra esta com tudo em cima!

– Obrigada! Certamente você só tem olhos para as periguetes que infestam os cursos noturnos! – Sorri maliciosamente e lisonjeada.

– Eu abriria mão de minhas férias só para ficar aqui ajudando-a na organização desta secretaria.

– Ora! Pois saiba que vocês chegaram em muito boa hora. Eu tenho que organizar a biblioteca e tem algumas caixas que eu já estava pensando quem eu poderia pedir para movimentá-las para mim. Para vocês dois será um passatempo de cinco ou dez minutos! Vocês estão a fim?

– Claro! Tenho certeza que será um enorme prazer fazer-lhe companhia mesmo que por tão pouco tempo.

Sai da sala e abri uma porta que dava para o corredor que levava à biblioteca e segui à frente de ambos, com intuito de fazê-los devorarem minha bunda e minhas pernas.

Na biblioteca toda vez que um ia movimentar uma caixa, eu me abaixava para fazer anotações procurando sempre deixar à mostra meus peitos para ele a bunda para outro. Eu já estava morrendo de excitação com aquele jogo. Quando terminou eu estava apoiada com o cotovelo em uma estante de frente para o colega do Maurício, quando ele encostou seu corpo por trás e sussurrou no meu ouvido:

– Só isso para hoje?

Seu hálito quente e seu sexo pressionando minha bunda quase me fez desmaiar! Eu disse baixinho com a voz rouca:

– Vocês querem fazer mais alguma coisa?

– Dar um trato em você, como você nunca teve em sua vida… você nunca mais vai esquecer esse dia!

– Aqui mesmo? Você está maluco! Eu disse tentando ser difícil, mas já de pernas bambas.

Maurício contornou minha cintura com seus braços peludos, me apertou firme contra seu corpo me tirando levemente do chão e me conduziu assim até à mesa de trabalhos da biblioteca. Não esbocei qualquer resistência. Seu colega desabotoou e abriu o zíper da bermuda puxando-a para baixo junto com a calcinha.

Neste momento senti o cacete do Maurício esfregando entre minhas pernas e as mãos do seu colega tirando meus peitos de dentro da camiseta começando massageá-los com volúpia… eu estava de joelhos sobre uma poltrona com o Maurício me metendo por trás e o pau do seu colega já em minha boca… com uma mão eu segurava seu cacete com a outra acariciava meus peitos com os mamilos até doloridos de tão duros… comecei a gozar imediatamente… um orgasmo intenso e longo enquanto os dois se movimentavam sincronizada e freneticamente dentro de mim.

Eu continuava a gozar parecendo que aquilo não teria mais fim, quando de repente Mauricio deu um gemido arrancou o pau da buceta e soltou um enorme jato de porra no rego de minha bunda… senti o liquido quente escorrer em direção ao meu cu e meu gozo foi ainda maior… neste momento seu colega também tirou o pau de minha boca e esporrou fartamente na minha cara e nos meus peitos.

Eu queria mais… meu orgasmos não cessava… Mauricio colocou o pau mole na minha bunda deitou nas minhas costas mordendo com força meu pescoço e minhas orelhas o que me fez relaxar e voltar a mim. Aquietei-me, sem fôlego, tentando entender tudo aquilo de olhos cerrados ouvi a voz do Mauricio dizendo:

– Como vamos limpar toda essa porra? Tem papel toalha por aqui?

– Toalheiro… na… secretaria… balbuciei sem forças.

Ouvi os passos de Mauricio saindo da sala e vi que seu colega já havia fechado o zíper de sua bermuda o que indicava que já estavam satisfeitos. Maurício voltou com um pacote de toalhas na mão e começou limpar carinhosamente minha bunda, esfregando varias folhas  e quando ele passou uma folha com o dedo no meu cu soltei um gemido baixinho pois foi muito gostoso.

Quando ele terminou a limpeza seu colega já havia saído da sala, ele me ajudou a vestir a calcinha e a bermuda, me perguntou:

– Cumprimos nossa promessa?

– que promessa?

– Dar um trato em você que nunca mais iria esquecer!

– Ah! Claro. E qual é a próxima promessa? Perguntei, passando os braços ao redor de seu pescoço.

– Um bis quando você quiser!

Ele respondeu, me envolvendo num beijo quente e apaixonado, saímos abraçados como antigos namorados.

Até hoje mesmo dando umas escapadas no distanciamento devido a pandemia nós nos encontramos para eles me darem um bom trato.

  • Enviado ao Te Contos por Fatima

Rapidinha na garagem (08-11-2020)

By: Alice

Ola me chamo Alice, Tenho 19 anos e ainda moro com meus pais e meus irmao.

O que aconteceu foi que num domingo a noite ja passava das dez eu e meu namorado estavamos trocando zaps e o clima começou a esquentar, entao pedi a ele vir ate em casa que eu nao estava mais aguentando de tanto tesao. Ele disse que nao dava pois ja passava das dez e meu pai iria com certeza reclamar, mas eu insisti falei que daria um jeito e que eu estava com tanto tesao que era capaz de fazer qualquer loucura que ele quisesse. Ele brincando perguntou o que, mas disse que ele teria que vir para conferir.

A sua proxima mensagem ele dizia que ja estava na garagem indo para a minha casa. Nessa hora comecei a pensar como passaria pela sala com meus pais ali assistindo tv.

Coloquei um vestidinho solto rodado, sem calcinha e um sapatinho baixo e ja fui saindo do quarto em direçao a porta, quando claro fui indagada pela minha mae onde eu estava indo. Respondi de prontidão que a lugar algum so ia na porta de casa por que o o Roger ia passar ali para me deixar um livro que eu teria que usar na faculdade. Ninguem contestou nada e desci as escadas de casa em direçao ao portao.

Roger ja estava com o carro estacionado e quando abri o portao ele ja veio ao meu encontro e me deu um super beijo gostoso, colou seu corpo no meu e ja senti seu pau duro, no meio do beijo eu dei uma lambida nos seus labios e ele logo percebeu meu tesao. O chamei para entrar e entramos na garagem de casa, fechei o portao e disse que nao tinha tanto tempo portanto ja abaixei sua bermuda e peguei no seu pau e avisei para ele colocar a camisinha que eu queria dar gostoso e rapido para ele para meus pais nao perceberem.

Ele abriu sua carteira mas nao encontrou nenhuma camisinha...Isso foi um balde de agua fria pois nao transamos sem preservativo. Ele tentou dizendo que jurava que gozava fora mas eu nao aceitei e fiquei p da vida por ele nao vir preparado.

Ele de pau duro para fora ficou consternado e eu mais ainda. Foi quando ele me agarrou colocando suas maos por dentro do meu vestido e apertando meu bumbum, sinceramente eu ja estava perdendo o tesao, o tempo passava voando eu estava preocupada se meus pais me chamassem ou aparecessem. Quando num movimento rapido ele me vira de costas me da uma encoxada gostosa e fala no meu ouvido que entao teria que comer minha bundinha ja que ali nao tinha problemas.

Fui envolvida pela sua pegada mas como nunca conseguimos fazer anal, porque sempre doía, falei que nao que eu iria chupa-lo apenas. Ele nao aceitou e lembrou que eu havia dito que faria qualquer loucura.

O safado ja foi passando seu pau pelo meu bumbum e fiquei completamente molhada de novo e falei que so um pouquinho entao.

Foi quando senti seu pau se esfregando no meu bumbum indo em direçao ao meu cuzinho. Empinei o bumbum um pouco para facilitar peguei seu pau, ele levantou minha saia me deixando quase nua e foi enfiando devagar seu pau. O tesao era tao grande, ja que a situaçao de perigo ajudou um pouco que eu fui sentindo a invasao com prazer dessa vez e nao com dor.

Logo senti sua mao no meu seio e foi quando realmente encaixou aquele pau dentro, ficamos parados por um instante ate começar a fazer movimentos lentos. Ele segurou no meu quadril e começou a bombar lentamente.

Começou a ficar muito gostoso aquele pau dentro de mim, eu mesmo comecei a tocar na minha bucetinha e a pressão foi ficando cada vez maior, ele ja fodia meu cuzinho como fodia minha buceta. Ele falava que a visao do pau dele entrando na minha bunda era linda. Aproveitei e apoiei minha perna no capo do carro do meu pai e deixei minha bundinha mais exposta ainda, queria sentir tudo, estava muito bom, nao sei o que me deu, talvez o tesao, mas comecei a xinga-lo, chama-lo de cachorro, pedia para ele me foder, nossos corpos batiam com certa violencia e exagero, mas era muito bom, meu dedinho na minha bucetinha me dava mais tesao ainda, sinceramente nesse momento imaginei sendo penetrada na minha bucetinha tambem, nao sei se aguentaria mas a sentia em chamas, as vezes deixava meu dedo escorregar um pouco para dentro. 

Eu ja nao tinha mais controle e gozei me contorcendo toda e tirei seu pau de dentro de mim. Eu nao queria chupa-lo depois de fazer anal mas peguei aquele pau e bati forte ate ele gozar e jorrar toda sua porra em mim.

Caiu na minha cara, nos meus seios, no meu vestido. Limpei meu rosto dei um beijo nele, nos despedimos e entrei em casa com cara de santa.

Ninguem me perguntou nada entao entrei para o meu quarto e deitei na minha cama para terminar meu momento de êxtase ainda sentindo o meu cuzinho piscar.

  • Enviado ao Te Contos por Alice

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Carnaval de 2019 foi marcante, trai pela 1ªx

 By: Camile

Oi gente, me chamo Camile e contarei sobre uma deliciosa transa que aconteceu comigo no carnaval do ano passado, 2019, e até hoje em ficou louca imaginando tudinho.

Eu fui com meu marido para a cidade de Três Ranchos – MG, tenho 27 anos, sou casada a 6 anos, enfermeira, morena clara, 1,68 m, 57 kg, cabelos e olhos castanhos, tenho um corpo bem cuidado por ainda não ter tido filhos, frequento academia para estar sempre em forma: Seios médios ( 89 cm de busto ) cintura fina (68 cm) e 99 cm de quadril.

Tenho um relacionamento com meu marido relativamente bom, ele tem 37 anos, é um homem super tradicional e conservador, já passamos por uma fase complicada, onde alguns fatores quase nos levaram à separação, o sexo era um deles, mas hoje isso já foi superado, claro que com muito conversa, onde ambos fizemos nossas aberturas, para que pudéssemos continuar juntos, isso na verdade por insistência dele, mas não me arrependo, acima de tudo eu gosto muito dele e não tenho intenção alguma de me separar, e tenho liberdade para fazer sempre o que quero.

Ficamos hospedados em um clube-hotel que há na cidade. Eu sempre gostei muito de pegar um sol e também de dançar, fomos para esta cidade por insistência minha, uma vez que ele preferia ficar em Brasília.

Já no primeiro dia de estadia, já na piscina, coloquei um biquíni fio dental preto para pegar um sol, modéstia à parte tenho uma bunda que chama muito a atenção dos homens, dizem que é tenho de mais bonito no corpo.

Na piscina um grupo de jovens conversava animadamente e um deles em especial me chamou a atenção por se tratar de um homem muito bonito, um físico trabalhado, estava de sunga e tinha coxas torneadas, eu tenho fraco por coxas. Meu marido se preocupava em ler um livro deitado numa esteira,.

No Sábado, no período da tarde, novamente na piscina do hotel, lá estava o jovem mulato, me olhando, aquilo de certa forma mexia comigo, a ponto de me fazer levantar algumas vezes e andar em volta à piscina provocando ele que me olhava descaradamente.

 À noite, no salão do clube sempre havia o baile e no sábado eu fui com meu marido e dancei muito, e acabei por encontrar o mesmo jovem lá, como eu estava no meio do salão dançando sem meu marido, ele se aproximou e puxou conversa, se apresentou como Alan, logo descobri que ele tinha 22 anos e estava com a família em uma mansão na cidade, mas que vinha sempre para o hotel se divertir com os amigos. Conversamos muito, ele disse que meu marido era um homem de sorte por ter uma mulher linda como eu, foi muito simpático e sempre que podia me cantava.

Nesta noite ficamos apenas neste gostoso papo. Procurei meu marido que estava numa mesa conversando com algumas pessoas de Brasília sobre política, estava um pouco alto da bebida e disse que eu poderia ir pois ele iria depois, e assim eu o fiz um tanto quanto chateada por que meu marido não quis subir comigo.

Passou o domingo, na qual em encontrei novamente com Alan, conversamos bastante e ele sempre me cantando.

Na segunda à noite, no salão, eu usava um vestidinho de lycra azul claro curtinho e coladinho ao corpo, sandália de salto alto e um biquíni fio dental por baixo. Reencontrei Alan no salão, passamos um bom tempo dançando perto um do outro e conversando, ele tinha um olhar sensual e que me deixava desconcertada, já de tarde, passava das 01:30 hs, ele perguntou se eu não queria dar uma volta, conhecer a casa onde estava com a família, eu disse que não poderia por causa do meu marido, ele então me disse que meu marido estava tão concentrado com os amigos na mesa, e eu pude confirmar que ele estava como nas últimas noites, com amigos de Brasília, um tanto quanto bêbado, eu então resolvi aproveitar a noite e aceitei o convite de Alan. 

Ele me levou para a mansão, lá estavam seus familiares e amigos, fui apresentada a alguns, muita gente legal e após 30 minutos, ele me chamou para dar uma volta de lancha. Lá em três ranchos tem um lindo lago que é de uma barragem, é enorme e muito lindo, muitas pessoas de influência tem propriedades lá. 

Saímos na lancha, e bem distante, ele parou e começamos a conversar, ele começou a me elogiar, dizer que eu era linda, que tinha um corpo lindo e que estava louco para me beijar, foi difícil resistir, era um jovem rapaz com um olhar lindo, olhos verdes, um corpo saradinho..alto e forte,....um homem de parar o trânsito.

Ele então me abraçou e me beijou, uma boca gostosa, carnuda, eu estava com tesão. Num momento eu fui até a parte de trás da lancha, não era uma lancha enorme, mas confortável, tinha um sofá, eu me ajoelhei nela ficando de costas para ele, olhando o mar batendo no vidro das janelas, ele veio até mim e me abraçou, esfregando a vara já dura na minha bunda, eu apoiei as mãos no encosto, ele beijava minha nuca, eu estava cheia de tesão.

Estava um calor enorme, eu me virei de frente para ele, que acabou tirando a camisa, tinha um tórax lindo, lisinho, ele se sentou no sofá, eu fiquei sentada ao lado dele, nos beijamos, ele passava as mãos em minhas costas, e foi até minhas coxas, eu passava as mãos no peito dele, abri levemente as pernas, ele disse em meu ouvido: 

- "...está muito calor, por que vc não tira este vestido, e fica de biquíni....". 

Eu até que pensei em não fazer isso, mas já estava ali e resolvi atender ao seu pedido, me levantei, e tirei o vestido, fiquei de biquíni na frente dele, ele segurou em minha cintura, me puxou para ele e me fez sentar no colo dele com as pernas entre abertas, seu pau ficou pressionando minha bocetinha por cima do tecido, não demorou para que a parte de cima fosse tirada e meus seios beijados e sugados por sua boca , eu rebolava no colo dele cheia de tesão. 

Ele queria mesmo transar comigo!!!

Me ajoelhei entre as pernas dele, abri sua calça e tirei seu pau para fora, era moreno, não muito grande, devia ter uns 18 cm, mas era grosso, comecei passando a língua no saco dele, estava lisinho como eu gosto, passava a língua de baixo para cima olhando a para seu rosto, fui até a glande e comecei a chupar como se fosse um pirulito, passava a língua em volta, abocanhei gulosamente, todinho, inteiro, e passei a punhetar aquela vara negra com meus lábios, sem tocar as mãos, só a boca, ele puxava meus cabelos, me chamava de safada, e eu chupando ele, numa gula enorme, cerca de 20 minutos depois, ele levantou, me colocou de joelhos no sofá, de quatro e de costas para ele, arrancou a parte de baixo do meu biquíni, a noite linda, as águas nos balançando, e eu ali, entregue a ele.

Ele passou a me chupar, estava louco de tesão, passava a língua na minha bocetinha, na minha bunda, eu rebolava na cara dele e empurrava o corpo para trás de tanto tesão ele me chupou de uma forma que eu acabei gozando.

Foi algo muito gostoso, pois eu raramente gozo com alguém me chupando, ele se aproveitou deste momento de puro êxtase e se posicionou atrás de mim, segurou em minha cintura e colocou seu pau na minha bunda, começou a empurrar devagar, eu estava cheia de tesão, estava em estado de gozo ainda, a dor não existia, eu estava gostando, e ele me chamava de putinha, ele começou a forçar a entrada, eu devia estar louca, afinal, eu era casada, mas o tesão falou mais alto e num súbito momento, eu sem pensar em mais nada, empurrei o corpo contra o dele, que fez o pau entrar de uma vez, dei um grito alto, mas de tesão, ele gritou também, e deu um tapa na minha face, o que me fez ficar mais excitada, amo quando levo tapas no rosto. Alan segurou em meus cabelos e metia forte em mim, eu gritava dizendo: 

- mete meu gato,  hum...que gostoso... 

Ele estava com muito tesão e em menos de dez minutos disse que ia gozar, tirou o pau e eu me sentei, coloquei o pau na boca e ele gozou forte, era uma avalanche, saía muito leite, eu bebia tudo, como uma loba, gulosa, não deixei uma gota sair, foi uma delicia, ele gozou gostoso...

Achei que iríamos descansar um pouco, mas em 5 minutos ele já estava de pau duro de novo e me acariciava os seios, lambia e mordia delicadamente os biquinhos, eu me arrepiava de tesão. Enquanto sugava e mordia meus seios foi enfiando um dedinho na minha grutinha que já estava novamente ensopada.

Eu gemia e pedia pra ele continuar, então ele enfiou um segundo dedo na minha bucetinha e eu apertava seu rosto contra meus seios. Ele enfiava e tirava os dedos ensopados de dentro de mim, eu estava quase gozando quando ele parou e me colocou sentada no seu colo enquanto encaixava seu pau duríssimo na minha buceta melada.

Eu sentei e comecei a cavalgar, logo seu pau estava todo dentro de mim e ele apertava minha bunda me chamando de puta gostoso, dizendo pra eu sentar gostoso no pau dele.

Cada vez que ele mordia meus seios, ou falava bobagens ao meu ouvido eu me aproximava mais ainda do gozo. Gozei gostoso gemendo alto e quando ele percebeu que eu gozava foi enfiando um dedinho no meu cuzinho e me mandava cavalgar  que ele queria me sentir gozando de novo, não resisti ao tesão daquele pau tão gostoso todinho dentro de mim e seu dedo no meu cuzinho e acabei avisando que iria gozar de novo. Ele aumentou o ritmo e enquanto eu gozava senti seu gozo quente me preenchendo. Foi uma bela gozada, pelo que percebi, não só pra mim.

Tomamos uma ducha juntos, nos beijamos e depois de uns 20 minutos voltamos, já eram umas 05:30 hs, foi tudo muito gostoso, voltei para o hotel e meu marido já dormia, tomei um banho e fui dormir também.

Meu marido dormia,  me deitei e dormi, ainda sentindo a bucetinha latejar de tanto que gozei. Meu marido estava tão bêbado que nem no dia seguinte perguntou onde eu estava. Ele achou que estava em debito comigo.

  • Enviado ao Te Contos por Camile

domingo, 8 de novembro de 2020

Eu vi tudinho e passei a ter muito tesão da minha mulher.

By: Hilario

Sou o Hilario, tenho 45 anos, minha esposa tem 38 anos e é um foguete na cama.

Um tempo atras, a cerca de 4 anos, estava em um sitio da minha família em Minas Gerais, estava a espera do resto dos familiares que iriam passar o feriado neste sitio. Eu e minha mulher, resolvemos ir ate a cidade para comprar alguns mantimentos, como estava muito calor minha mulher vestia somente um vestido de malha curto e por baixo só uma calcinha e sem sutiã.

Na volta, devido o calor intenso começou a chover muito e a estrada de terra estava muito perigosa. Eu tinha que dirigir devagar.

Mesmo dirigindo devagar, quando nós estávamos no meio do caminho não vi um buraco e acabei afundando uma roda do carro, eu e minha mulher saímos do carro na chuva e tentamos colocar alguns galhos debaixo da roda porem a única coisas que conseguimos foi ficar todos molhados.

Minha mulher com o vestido colado ao corpo molhado parecia, mais pelada do que vestida, com os seios lindos e a pequena calcinha a mostra, mas ela parecia nem notar pois estava preocupada com a chuva que não parava e nosso carro agarrado na estrada.

Foi quando por nossa sorte parou um jipe e o motorista perguntou se estávamos precisando de ajuda? O motorista era um homem alto parecia ter uns 40anos, então contamos para ele o que tinha acontecido, ele prontamente começou a nos ajudar colocando um cabo de aço e puxando o nosso carro, a chuva parecia que não ia parar nunca.

Quando Jorge o motorista esta preparando o cabo para puxar minha mulher resolveu a sai do carro, quando Jorge viu aquela beleza toda molhada, naquele vestido transparente, ele ficou totalmente excitado podendo ver o volume aumentar sob sua calça.

Não demorou muito e já estávamos em condição de continuar nossa viagem porem como a chuva aumentava Jorge nos convidou  a esperar a estiada em sua casa que ficava perto dali, quando chegamos Jorge nos falou que estava morando sozinho pois havia terminado de arrumar a casa no sitio e sua mulher e filhos viria na próxima semana;

A casa era realmente boa, muito confortável, Jorge foi dentro do quarto e voltou com uma camiseta sua e ofereceu a minha Mulher e falou para ela colocar suas roupas atrás da geladeira, minha mulher pegou a camisa e foi ao banheiro se trocar quando voltou estava linda pois a camisa de Jorge parecia mais um mine vestido.

Eu tinha uma dúvida e eu acredito que Jorge também, que foi tirada quando minha mulher colocou para secar também sua calcinha, ela estava sem nada por baixo senti uma tesão enorme e pelo visto Jorge também pois não tirava os olhos dela.

Antes de continuar tenho de dizer para vocês um pequeno problema que tenho, muitas vezes meu pau não consegue uma ereção completa e também tem o seu tamanho que eu sei que não satisfaz uma mulher porem sempre achei que minha esposa nunca me trairia, mas sinceramente eu a entenderia se me traísse, já que ela, muito fogosa, tem um homem como eu.

Enquanto conversávamos fomos conhecendo um pouco mais do amigo, ele nos preparou um chá com conhaque e canela para nos aquecer devido a forte chuva que tomamos. Como a chuva aumentava Jorge disse que poderíamos passar a noite ali e que faria alguma coisa para comermos, minha mulher se ofereceu para ajudar então eles foram para cozinha que ficava no final do corredor depois de alguns minutos resolvi ver como eles estavam na cozinha de uma parte do corredor já dava para ver uma parte da cozinha. 

Vi minha mulher tentando apanhar uma vasilha que estava no alto como a camisa que servia de vestido era curta deixava ver aquela a poupa da bela bunda que ela tem, Jorge não se continha a medida que olhava passava a mão naquele grande volume sob sua calça, ao ver aquela cena fiquei com o pau duro de tesão e parei onde estava e fiquei observando.

Como minha mulher não conseguia pegar a vasilha Jorge pegou para ajuda-la ao faze-lo Jorge se posicionou atrás dela encostando aquele cacete na bunda dela e apertando.

Como minha mulher sempre foi moralista pensei que ela iria sair fora mas para minha surpresa ela ficou quieta como se nada estivesse acontecendo, quando Jorge afastou dela dava para ver que ele estava com o cacete quase rasgando a calça ele continuou fazendo alguma coisas depois ele falou que iria ver se eu queria mais um pouco de chá ,enquanto ele pegava voltei para a sala e fingi que estava dormindo ele chegou e me chamou mas fingi que estava dormindo, ele deu meia volta, logo o segui.

Fui atrás, do corredor deu para ver Jorge agarrar minha esposa por trás e começar a beijar sua nuca depois sua orelha minha mulher gemia  e rebolava apertando seu corpo ao de Jorge, depois Jorge levantou a camisa que ela usava, a deixando nuazinha.

Jorge virou ela e começou a chupar seus peitos como louco quanto mais Jorge chupava mais ela se entregava, depois Jorge tornou a virar ela, apoiou ela na mesa e pediu  para ela levantar mais a bundinha deixando aparecer aquela buceta gostosa, Jorge pegou seu cacete que era bem maior que o meu colocou na entrada daquela gruta e foi enfiando devagar, minha mulher murmurava e pedia para ele enfiar tudo, que queria aquele pau todo dentro dela.

Jorge então enfiou tudo minha mulher rebolava como louca Jorge socava sua pica com tanta vontade que minha mulher chegava a levantar com as estocadas.

A cena daquele pau entrando violentamente na minha esposa e ela gostando não sai da minha cabeça. Ele as vezes apertava sua bunda outras vezes ele esfregava seus seios. Quando Jorge percebeu que minha mulher gozou tratou de estocar mais forte, que se acaso eu estivesse dormindo com certeza teria acordado devido ao barulho do corpo contra corpo. Então ele tirou o pau de dentro dela e gozou em suas costas.

Minha esposa ficou parada, retomando a respiração e depois segurou no pau dele e ficou alisando e o beijou. Antes que eles notassem minha presença voltei para sala e fingi que dormia logo minha esposa apareceu e me chamou para jantar.

Logo depois da janta a chuva parou e ao invés de dormirmos ali resolvemos ir embora.

No caminho de volta eu comecei a pensar novamente no que ocorreu e resolvi falar para ela que tinha visto tudo. Ela inicialmente tentou negar, mas depois falou que estava arrependida e com vergonha e falou que imaginava que eu tinha ouvido ou visto algo mesmo, pois o barulho era alto dos gemidos.

Eu falei que estava com o pau duro ate naquela hora. Ela pareceu surpresa pois sabia que era difícil eu ter uma ereção e pediu para ver.

Tirei meu pau pra fora enquanto dirigia, ela perguntou se eu ia deixa-la por isso, eu disse que não que ate tinha gostado mas que queria que ela me chupasse e que ia come-la ali na estrada. Ela disse que me chupava mas que devido ao pau do amigo ela não aguentaria dar de novo, mas falou que ia fazer uma coisa que nunca fez, eu perguntei o que já com o pau em riste. Ela disse que ia me chupar ate o fim.

Nem pensei duas vezes, peguei sua cabeça e levei ate meu pau e ela começou a chupa-lo de uma maneira que nunca tinha feito antes, parecia que estava gostando muito, babou muito e o engolia inteiro ate que avisei que ia gozar, ela intensificou a chupada e gozei como nunca tinha gozado na minha vida.

Nosso libido aumentou satisfatoriamente depois desse episodio, hoje transamos mais em uma semana do que transamos desde o casamento, qualquer encostao ja e motivo.

  • Enviado ao Te Contos por Hilario

sexta-feira, 6 de novembro de 2020

A única traição que tive foi a minha transa mais louca!

 BY: Vitoria

Me chamo Vitoria, tenho 24 anos, e o que contarei aconteceu no ano passado semanas antes de me casar. E  foi a minha transa mais louca e inesquecível da minha vida.

Minha cunhada havia armado uma ida ao clube das mulheres e tratou de convencer seu irmão a nos deixar ir. Conseguiu, assim no final de semana nos arrumamos e fomos conhecer a boate. 

Eu coloquei uma minissaia preta e uma frente única branca. Tenho 1,70m, meus seios são grandes e empinados, tenho a bunda grande, cintura fina, pernas longas ou seja a típica mulher brasileira, com algumas diferenças, minha pele é branca pois não tomo sol, tenho os olhos verdes e sou ruiva…Chamo a atenção por onde passo, pois tenho uma beleza incomum. Outra característica é que sou extremante fogosa, e gosto de sexo selvagem. 

Às vezes meu noivo não acompanha meu ritmo, mas nunca pensei em traí-lo pois temos uma vida sexual extremamente ativa. Adoramos fazer sexo de todos os jeitos, mas aquele sábado iria ser diferente.

Chegamos em 5 meninas, eu, minha cunhada e as amigas dela. Pegamos uma mesa bem em frente ao palco. A animação já estava à solta. Um loiro bem musculoso estava no palco fazendo sua performance. Começamos a beber, como não tenho costume fiquei alegrinha rapidamente. 

Estávamos conversando e rindo quando um outro dançarino entrou no palco. Era um cara lindo, alto, forte e seu sorriso era hipnotizante. Pela animação das mulheres, ele era o astro da casa. Dançava muito bem, ele começou a puxar algumas garotas para o palco e dançava com elas, até quando ele me puxou…Apertou-me de encontro ao seu corpo e afundou o rosto em meus cabelos. Ele passava as mãos em meu corpo e se esfregava em mim. Eu estava um pouco tonta por causa da bebida e estava adorando aquilo. 

Ele disse em meu ouvido que ficou interessado em mim deste que cheguei, realmente, agora que ele tinha falado, lembrava dele na entrada quando eu havia chegado. Ele me disse para esperá-lo nos fundos do palco ao lado do banheiro feminino assim que terminasse o show. Desci do palco debaixo de aplausos das minhas amigas, eu estava com medo, mas ao mesmo tempo excitadíssima pela proposta. Resolvi que só iria ao encontro dele para explicar que eu estava para casar, me enganando frente ao real motivo de ir ao seu encontro. 

Disse à minha cunhada que iria ao banheiro e fui até os fundos do palco. Estava por lá já há alguns minutinhos quando uma porta abriu, eu nem havia reparado nesta porta, pois era escondida. Ele estava lá, meu Deus de Ébano, me puxou pela mão para uma sala com apenas um abajur aceso.

Quando eu ia começar a falar do meu noivo e depois tentar sair, ele me abraçou, começou a me beijar e se esfregar em mim, suas mãos começaram a descer em direção a minha bunda. Ele espalmou aquelas mãos grandes em meu traseiro e me levantava em direção a ele. Eu sentia seu pau crescer cada vez mais de encontro à minha xotinha. 

Seu beijo estava me tirando da razão, e comecei a pensar em transar com ele ali mesmo. Eu nem havia terminado meu pensamento quando senti minhas roupas serem tiradas e então já que eu estava na chuva…

Arranquei o roupão dele e cai de joelhos abocanhando uma tora imensa que estava me cutucando desde que começamos os amassos. Eu estava definitivamente perdida, falei a ele pra me foder depressa, pois a minha cunhada não podia sentir muito a minha falta. 

Deitei numa espécie de divã que tinha ali e ele caiu de boca na minha xaninha…O desgraçado chupava que era uma maravilha, a língua dele me penetrava como se fosse um pênis, ele me mordia e enfiava a língua no cuzinho também que não estava acostumado com esta invasão pois meu noivo não gostava muito de sexo anal.

Comecei a gozar…Pensei...”Vem lindo, me chupa gostoso, arromba a minha xoxota com o teu cacete…” 

Ele me virou de quatro e preparei-me para a invasão, mas eu não esperava que fosse acontecer assim…Ele entrou rasgando, batendo em minha bunda e me apertando contra ele, foi tão rápido que quando percebi, só as bolas estavam de fora…Aquela tora estava toda dentro de mim…Ele começou num entra e sai furioso, eu sentia suas bolas batendo contra meu grelo…

- ”Vadia, rebola pro teu macho, mexe essa bunda gostosa…Aiii minha puta ruiva, essa tua pele branca me deixa louco….a branca gozando com a tora negra enfiada até o talo…Geme vadia, assim gostosa…” 

E ele me castigava comendo minha boceta como se eu fosse acostumada com uma tora daquele tamanho…Mas eu estava adorando…

- ”Aiii gostoso, você ta me arrombando….que delícia!…Teu cacete ta me deixando louca…Vem, me arromba, me arregaça… 

Já estávamos um tempo ali e ele não gozava, eu já estava fraca e ele querendo me comer sem parar…Até que ele tirou da minha boceta e quis enfiar no meu cuzinho…Eu sentia a boceta arregaçada e aberta pelo tamanho dele, tinha certeza que no cu não ia caber, pois eu era quase virgem do anal ainda…

Mas ele não quis saber me botou de barriga pra cima, levantou minhas pernas nos seus ombros e assim, comigo olhando para o monstro, tentou me enrabar…Eu prendi a respiração e tentei relaxar, mas era impossível ele era muito grande…ele parou, mirou e deu uma cuspida bem no meu cu…e enfiou um, dois, três dedos em mim….nunca tinha sido invadida com tanta violência…eu já estava quase gozando quando ele tirou os dedos e tentou me enrabar de novo…agora eu já estava mais relaxada e depois que a cabeçona entrou rasgando o resto foi fácil…Fácil em termos.

Ele me enrabava e apertava meus peitos e mordia meus mamilos, me virou de quatro engatado em mim e me cavalgou com violência, gritando, xingando e batendo em minha bunda até deixá-la com a marca das mãos dele…Minha pele já estava vermelha e tudo ardia, mas a foda estava maravilhosa.

Mesmo estando tão bom eu já estava ficando preocupada pois ele não gozava e minha cunhada já devia estar me procurando…Mas minha preocupação com isso durou pouco, pois comecei a gozar como eu nunca tinha gozado antes… 

Eu já estava acabada quando ele tirou o cacete e me fez chupá-lo…Eu caí de boca, pois era uma forma de agradecer pela maravilhosa gozada que ele me proporcionou…Agora ele fodia minha boca, como se fosse uma boceta…Eu relaxei a garganta e sentia o pau bater lá no fundo…Ele começou a gozar…eu tentei engolir o que pude mas muito da sua porra escorreu da minha boca pelo meus peitos até a barriga. 

Ele esfregava seu pau em meu rosto, meus seios e enfiava em minha boca enquanto os últimos espasmos do seu pau faziam com que o seu sêmen vertesse em mim. 

Ele me abraçou e me beijou, nossos gostos se misturaram, ele me colocou sentada em seu colo, pegou uma toalha e me limpava com carinho, ficou preocupado, pois minha pele estava toda marcada, eu precisava ir embora. Vesti-me e saí com seu telefone num pedaço de papel.

Cheguei até a mesa das minhas amigas e ainda curtimos o resto da noite. Tive que inventar uma menstruação fora de hora, pois meu noivo tinha ficado morrendo de ciúmes e queria me comer de qualquer maneira. As marcas em minha pele demoraram a sair e ficaram me fazendo lembrar da transa mais louca que já tive sem meu noivo. 

Fiquei muito tempo lutando contra minha consciência e principalmente contra minha boceta e meu cuzinho que estavam morrendo de saudades daquela tora.

  • Enviado ao Te Contos por Vitoria

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

Comecei bem o Halloween 😈 fudida pelo ex

By: Lilian

Oi Te Contos, passando pra falar de Halloween quente e com muito orgasmo 💦😍 foi a melhor sexta/sábado do meu ano. Chorei no pau, tendo um orgasmo e pedindo mais!

Já tinha falado do meu ex aqui, ultimamente a gente estava só fazendo sexo por telefone. Ele não estava na cidade, mas a gente aproveitava ao máximo as mensagens picantes, as fotos íntimas e a imaginação até gozar.

Estivemos separados por um longo tempo, aí esse ano em plena pandemia voltamos a nos falar e tudo voltou junto: safadeza, sexo e desejo.

A gente tentava marcar a trepada e não dava certo, até que finalmente na sexta dia 30 conseguimos sair. Fomos para um motel bem aconchegante, pegamos um pernoite. Como tínhamos saído do trabalho fomos logo tomar aquele banho.

Nossa, fazia tempo que não via aquele homem nu. Aquele pau ali na minha frente só me dava água na boca. Ele me agarrou ali mesmo no banheiro, passou a mão na minha bunda e deu maior tapão.

Me inclinou na parede e já foi metendo um dedo no meu cuzinho. Depois desceu pra minha xotinha. Enquanto a água molhava nosso corpo eu gemia loucamente no seu dedo.

Saímos do banho diretamente pra cama, para reduzir aquele fogo. Depois de tantos anos aquele homem aprendeu a fuder uma buceta com a língua. Obrigada pelas ex’s que ele teve. Me jogou na cama, abriu minhas pernas e meteu a língua. Nossa, que língua deliciosa. Chupava e metia o dedo e eu urrava de prazer.

Enquanto ele metíamos dedo veio mamar, tenho seios grandes, biquinhos sensíveis, ele mamava como se o mundo fosse acabar, ainda estou com os biquinhos sensíveis. Ele me fez gozar só de mamar e meter o dedinho na minha bucetinha.

Quando ele meteu aquele pau em mim eu gritei, chorei de prazer recebendo aquele pau na minha xota. Ele me pegou em posições que eu nunca tinha dado antes. Atua gostoso na minha cara. Me enforcava, depois me pegou por trás. Fudia minha bucetinha encharcada e metia um dedo no meu cu.

Me chamava de puta, cachorra, safada e eu só pedia mais pica:

- fode sua putinha vai, fode minha bucetinha, mete o dedo no meu cu!

Ele me fudeu completamente. Aí ele me pediu pra ficar de joelho e me deu leitinho na boca, leite quentinho por ter mamado deliciosamente bem.

Depois de fuder por mais de 5h e muito gozo, dormimos agarradinhos. Porém o dia amanheceu do jeito que eu gosto: Acordei levando pica!

Dei bom dia e fui tratar logo de acordar meu amiguinho. Quando ele ficou duro, cai de boca, num delicioso 69 a gente urrou de prazer e juntos gozamos gostoso na boca um do outro.

Ele fudeu tanto minha bucetinha que não conseguia nem sair da cama, fiquei de perninha bamba e toda molhadinha!!

Pena que ele é meu ex e tá indo embora pra SP, se não fosse isso, seria novamente sua putinha. Contando pra vocês e toda molhadinha 🤤👅

  • Enviado ao Te Contos por Lilian

terça-feira, 3 de novembro de 2020

Vi minha vizinha traindo seu marido em sua própria cama

By: Yliane

Ola, me chamo Yliane, tenho 32 anos, eu moro em Mato Grosso, tenho uma vizinha com o nome de Daniela, casada que mora ao lado de minha casa. O marido dela viaja muito e Daniela reclama muito da ausencia dele. Como ela ainda não tem filhos sentia muita solidão, e com isso ela vinha sempre na minha casa para conversar.

Como somos da classe média alta, sempre estavamos a procura de profissionais para manutenção de nossa casa, do tipo jardineiro, eletricista, encanador, piscineiro, etc.

Como a Daniela já fazia alguns dias que não aparecia na minha casa e eu sabia que o seu marido ainda estava viajando, eu fiquei preocupada. Ela sumia da minha casa quando ele chegava o que era de estranhar a ausencia dela.

Numa certa tarde eu resolvi fazer uma visita, para ver o que estava acontecendo. Toquei a campainha inúmeras vezes, já estava desistindo quando ela abriu a porta. Daniela estava só de roupão e muito nervosa e sem graça. Perguntei se ela estava ocupada que eu poderia voltar mais tarde. Daniela respondeu que estava tudo bem e me convidou pra entrar.

Nesse momento eu percebi que um vulto saiu rápido da parte de onde ficava os quartos. Perguntei se ela estava sozinha, a resposta foi que sim. Ela me convidou pra tomar um café e fomos na varanda dos fundos da casa dela. Notei que o jardim da casa dela estava muito bem cuidado. Ela me disse que tinha contratado um excelente profissional, um senhor do tipo que entendia de tudo um pouco, e como ele estava separado da mulher não tinha onde ficar estava morando na casa dela, o que a fazia sentir mais segura.

Depois de algum tempo de papo, chegou o tal funcionario, era um homem de mais ou menos 40 anos, usava barba, parecia bastante rústico, era forte bem musculoso, tinha as mãos grandes e ásperas, ele estava com o cheiro forte de suor a bermuda que ele usava estava meio suja, devidos os serviços. Daniela me apresentou esse senhor com o nome de Manoel.

Nesse instante eu reparei um troque de olhares entre os dois. Como isso não é algo comum entre patrão e funcionário, conclui que ali tinha alguma coisa mais do que um somples funcionário. Percebi que ela tambem não reclamou das viagens do marido, como sempre fazia.

Logo em seguida, eu fui embora, mas aquilo não saiu da minha cabeça por varios dias.

Na semana seguinte eu resolvi retornar a casa da Daniela, no meio da tarde, só que dessa vez eu não toquei a campainha como eu sempre fazia. Abri o portão e passei pela lateral da casa, tendo o cuidado pra não fazer barulho e chamar a atenção. Eu já estava quase chegando na varanda quando eu levei o maior susto, eu ouvi gemidos altos vindo do andar de cima, entrei por traz da casa com muito cuidado e fui subindo as escadas, cada vez os gemidos estavam mais altos e mais intensos. Subi toda a escada e fui pelo corredor ate conseguir olhar para o quarto.

A Daniela deitada totalmente nua na cama, com as pernas bem abertas e o Manoel entre elas. Fiquei com vontade de voltar, mas a cena era demais, resolvi sondar. Ele estava com a cara metida entre as pernas chupando a xoxotinha da Daniela, ela gemia alto, parecia que estava muito gostoso. Era um contraste entre os dois. Ele negro, grande e todo suado. Ela muito bonita, branquinha, pequeninha e limpinha. Tinha momento que ela abria mais o beicinho da xoxotinha com as mãos e puxava a cabeça dele para o reguinho dela.

Ficaram assim um bom tempo, tinha momento que parecia que ela estava gozando na boca dele e ele chupava, lambia sem dó. Depois ela pediu pra ele colocar o pau nela. Ele continuou chupando, mas eu vi que ele estava abrindo a braguilha da bermuda.

Quando ele tirou o pau pra fora eu fiquei assustada, pois o pau dele era enorme e muito grosso para ela, a cabeça da cor vinho escuro e parecia uma cogumelo. Fiquei horrorizada, de onde eu estava eu via que a xoxotinha dela era pequena demais para aquele mastro.

Ele tirou a Daniela da cadeira e a colocou deitada no chão em cima de uma toalha. Daniela abriu bem as pernas dela e colocou nos ombros dele, a barba dele estava toda melada do suco da xoxotinha dela. O sr. Manoel, deu uma boa punhetada no mastro e depois pincelou a bocetinha dela, preparando para meter. 

Eu seria capaz de apostar que aquele pau não entraria nunca naquela xoxotinha tão pequena. Percebi que ele cravou com força a cabeça do cacetão, ele gemeu forte.

Logo em seguida, ele começou a empurrar devagar mais com força. Cada estocada dele o cacete ia entrando aos poucos. A xoxotinha dela era pequena mais muito gulosa. Ela não reclamava da grossura, ficava quietinha, gemendo baixinho esperando ele recolher o mastro. Tinha momento que ela gemia alto, parecia que estava adorando levar a pica, a xoxotinha dela estava bem abertinha. Ele conseguiu empurrar tudo.

Começou a bobar com força, ele tirava praticamente tudo para fora deixando só a cabeça lá dentro e depois metia com força pra dentro. Cada vez que ele socava ela levava um choque e tremia todinha. Como ela estava com as pernas nos ombros dele, a xoxotinha estava totalmente exposta pra ele poder foder do jeito que ele queria. Ele parecia muito rude, chacoalhava o corpo dela todinho, as tetas dela balançava com os golpes dele, mas ela estava gostando da vara do negão. Ela começou a brincar com o grelinho enquanto ele estocava com força.

Eu ouvi ele dizer: – Eu sempre tive vontade de foder com uma mulher branca. A sua boceta é muito gostosa de foder, ela e apertadinha, quente e meladinha, meu pau entra gostoso.

Ele afundava sem dó e apertava com a mão grossa o peitos dela. Depois de muito tempo bombando ela, eu já estava quase indo embora ( pra deixar os dois curtindo a foda sozinhos), foi o momento que ele mudou de posição. Colocou ela de quatro, e começou a bombar com muita força por traz. 

Cuspiu na mão grossa dele e salivou o cuzinho dela. E depois começou a enfiar um dedo no rabinho dela e pediu :

- A patroinha tem que pedir pro patrão abrir o rabinho tambem, eu gosto muito de foder cú.

Ela levava na bocetinha caladinha, estava adorando a foda.. Depois de algum tempo eu notei que ela estava gozando gostoso. Eu resolvi ir embora, e deixar os dois a vontade, pois já tinha a certeza da minha desconfiança. 

Fiquei muito feliz de saber que a minha amiga já não estava tão infeliz com as viagens do marido, pois já tinha uma vara muito gostosa pra ela trepar. Fiquei com um pouco de inveja, pois eu nunca ganhei um pau como aquele, quem sabe um dia o contrato.

  • Enviado ao Te Contos por Yliane 

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Comecei bem o feriadão (30-10-2020)

By: Ana

Sou a Ana, tenho 23 anos, sou loira, tenho 1.70 de altura seios medios, corpo bem cuidado com muita academia, tenho seios pequenos, durinhos, bunda redondinha, firme (que mede 98cm) e coxas grossas.

Eu trabalho em uma agencia de viagem, não estou namorado no momento (pandemia atrapalhou e muito aff), mas já venho a uns 2 anos mais ou menos, saindo com um coroa que trabalha perto de onde trabalho. Ele é casado, tem 46 anos, filhos e gosta de me dar otimos presentes.

O que vou contar aconteceu nessa sexta feira 30 de Novembro de 2020.

Eu acordei e de imediato. Olhei para o despertador... Aff! 9h35 desconfiei que tivesse desligado o cellular, calado seu despertador irritante e dormido novamente. Estava uma hora atrasada para começar mais um dia de rotina, corri para tomar banho, trocar de roupar e correr para o trabalho.

Atrasada mais cheguei, trabalhei e no meio da tarde já não tinha mais cliente, de imediato liguei para o Paulo, avisando que poderia nos encontrar, ele ficou bem feliz já que não precisaria inventar nenhuma mentira poi sua esposa foi para a casa de sua familia já na sexta e ele só iria no sabado proximo ao almoço.

Ele Pediu que eu escolhesse onde jantaríamos, então escolhi um lugar descontraído, movimentado e com música. Por volta das 22 horas encontrei com ele próximo ao local que escolhi, era uma choperia da qual ouvira falar muito sobre seus pratos deliciosos e Chopp maravilhoso. Não era distante, mas raramente sobrava um tempinho para ir. Naquela noite havia música ao vivo onde predominou a mpb e um pouco de rock brazuca dos anos 80 e 90, foi diversão garantida com comidas e bebidas deliciosas e companhia maravilhosa, e o tempo voou, passava bastante da meia noite quando saímos para terminar a noite em sua casa.

Sim, fomos para a sua casa em um condominio bem conhecido, não foi a primeira vez, por alto já me levou la umas 5x. Eu adoro sua cama king size de lençóis branquinhos e de um perfume leve e fresquinho que lembra orquídea. Pelo controle remoto ele ligou o som e a musica era gasolina para minha fogueira que já ardia.

Com seus lábios nos meus ele caminhou comigo, deitou-me em sua cama e começou a me despir. A cada peça de roupa que retirava o local onde a mesma se encontrava era acariciado. Foi assim com meus pés após tirar meus sapatos e a seguir calça jeans. Muitas carícias depois, minhas roupas estavam quase todas espalhadas pelo chão do quarto, deixou-me somente de calcinha e sutiã; o mesmo estava erguido exibindo parte dos meus seios, meus mamilos eriçados denunciaram o quanto eu estava excitada.

Ele ajoelhou sobre a cama acariciando minhas pernas, beijou meus joelhos e foi descendo com sua boca até meus pés os beijando com carinho e sugou sedutoramente meus dedos. Eu vibrava de desejo ansiando por sentir seu corpo sobre o meu, entorpecendo-me com seus beijos e incendiando-me com seu calor.

Todo sedutor ele se alojou entre minhas pernas flexionadas deitando seu corpo sobre o meu... Ah! Como não estremecer sentindo seu beijo quente que me fez delirar, não conseguia controlar meu corpo e o alisava com os movimentos de minhas pernas contorcendo-me como se fosse um réptil enquanto deslizava minhas unhas acariciando suas costas nuas. Quis morder seu corpo que emanava um leve perfume quase um alucinógeno.

Seguiram-se os arrepios com sua boca deslizando em meu pescoço a caminho dos meus seios nus, meu sutiã já estava pelo chão. Ele fez uma parada saboreando meus bicos inchados de tesão antes de prosseguir até meu ventre. Seus lábios deslizavam em sincronia com suas mãos que puxaram minha calcinha até os meus pés. Dobrou minhas pernas e deixou-me abertinha... Ahh!

Quando ele tocou sua boca em minha buceta eu ronronei entre gemidos, aquele homem realmente sabe como enlouquecer esta gatinha.

Ele me comeu muito, minha buceta e meu cuzinho se deliciaram com aquela rola, eu aproveitei bem a sua cama, seu banheiro, sua sala e ate a sua cozinha, eu fui muito gozada, ele estava com a corda toda. Paramos de transar la pelas 4h da manha, depois dele me chupar muito...

Na manhã seguinte acordei cedo e evitei fazer movimentos para não acordar o homem que dormia gostoso. Com um sorriso bobo pensei:

"será que ele sonhou comigo?"

Fiquei viajando em meus pensamentos e apesar de ter tido o suficiente, lamentei que a noite tivesse chegado ao fim – eu sempre quero mais – Foi muito bom dormir aninhada em seus braços e sentir-me segura e protegida assim como me senti naquela noite.

Depois que despertei fui tomar um banho, era perto das 9h da manha, me vesti, em seguida ele acordou, disse que queria mais, só que precisava viajar, foi ate a carteira me deu um otimo presente, fui comer algo em sua cozinha enquanto ele se arrumava para viajar, então me deixou em casa e viajou.

Foi um otimo começo de feriadão.

  • Enviado ao Te Contos por Ana

Que fogo!

By: Esthela

Me chamo Esthela, tenho 34 anos, seio medio, coxas grossa e bunda bem gostosa. Eu ou casada e tenho 2 filhos, meu casamento vai muito bem, mas de uns tempo pra cá, tenho fortes desejos por um amigo do meu filho.

O garoto tem 18 para 19 anos e é bem gostoso, lindo peitoral, coxas grosas, braços fortes e imagino que tenha um pau bem deliciosos por suas altura.

Agora mais cedo, por voltas das 7h da noite eu estava em casa, estava esperando meu marido e meu filho mais novo para jantar, estava frio fiquei na sala vendo tv, ate que comecei a mexer no celular, quando passei pelo instagram do amigo do meu filho e me bateu um desejo incontrolavel de dar uma boa trepada com ele.

Nao resistir corri pro quarto fechei a porta comecei a tirar minha roupa.. tirei minha blusa, tirei meu short lentamente, fui tirando de vagar meu sutiã e comecei a passar a mao sobre meus seios apertando gostoso imaginando ele me tocando, cada toque me arrepiava toda ate que fui descendo com minhas maos sentindo um desejo que ele estivesse fazendo tudo isso, tirei minha calcinha imaginando ele a tirando com os dentes.

Comecei a tocar na minha buceta greludinha e imaginando ele brincando com ela, comecei a enfiar 2 dedos dentro imaginando a pika dele na minha buceta, comigo gemendo e chamando o nome dele, ele enfiava gostoso com  uma mao nos meus seios e a outra na minha buceta, quanto mas molhada ficava eu imaginava ele chupando sugando meu melzinho e tambem imaginava ele me comendo gostoso..

Assim foram 5 minutos só enfiando os dedos imaginando o safado me comendo eu gemiii tao gostoso e muito, ai nao aguentei e gozeiiii muito que chegou molhar minha cama foi tão maravilhoso, quero trepar agora, estou escrevendo e com a buceta bem molhada.

Que loucura.

  • Enviado ao Te Contos por Esthela

domingo, 1 de novembro de 2020

Foi só uma vezinha

By: Helena

Oi, Eu me chamo Helena, o que resolvi contar aconteceu no ano passado, mas somente agora tenho coragem e vontade de contar. Eu Sou casada e tenho mais de 30 anos (pra quê dizer a idade exata, certo?). Sou feliz no casamento, coisa rara hoje em dia, e meu marido e eu curtimos muitas fantasias na cama, algumas delas até MUITO liberais para a maioria das pessoas.

Apesar disto, nunca levamos adiante qualquer uma delas, exceto as que só envolvem ele e eu. Como exemplo, adianto que fantasiamos sexo grupal, sexo na praia, entre outras coisas. Como disse, algumas realizamos (sexo na praia, por exemplo) e outras não, nem planejamos. Achamos que nosso casamento é estável e vai muito bem e não queremos correr riscos de que algo saia do controle e tenhamos qualquer tipo de problema.

Aconteceu que meu marido saiu em viagem de trabalho por mais de um mês consecutivo e eu fiquei sozinha em São Paulo. No início estava tudo bem, mas ele me ligava quase toda noite e conversávamos muito e, por telefone, mantínhamos papos picantes e excitantes, praticamente sexo virtual. Porém, tudo isto me abrasava e me deixava hiper-excitada não só a noite, mas o dia todo… e a masturbação já não resolvia.

Em nossas conversas eu lhe dizia, em detalhes, o que faria com ele no momento em que ele abrisse a porta do apartamento e dos prazeres que lhe daria, que faria coisas que nunca tinha feito antes e que ele jamais se esqueceria e etc…

Ele, ao seu lado, fantasiava comigo enquanto se masturbava no quarto do hotel, dizia que estava me imaginando toda nua, no apartamento, com vários homens ao mesmo tempo, como uma vadia, como uma verdadeira putinha…Eu entrava em sua fantasia e dizia que sairia na noite e pararia em alguma rua escura de Sampa e seria uma puta de verdade para todos que parassem, que chuparia vários homens, talvez até na rua mesmo, pela janela do carro e etc…

Neste dia, depois que ele desligou, eu estava muito excitada. Sentia um calor e um tesão percorrendo todo o corpo e continuei imaginando em detalhes tudo aquilo que fantasiamos instantes antes… Respirei fundo e fui até o quarto. Abri o guarda-roupas e fiquei olhando, olhando… Não sabia exatamente oque procurava, nem o que planejava, mas logo tudo foi ficando claro. Avistei uma minissaia de napa que fazia tempo não usava mais e a separei… Uma meia-arrastão, uma blusinha branca, semitransparente, e um casaco longo, quente completaram a escolha. Ahh, claro, uma calcinha preta, minúscula e transparente (tipo fio-dental) também. Tomei um banho rápido, sequei e escovei os cabelos compridos e pretos, pouco acima da cintura e me vesti… Antes de colocar o casaco observei que meus seios continuavam bonitos e erguidos, apesar dos anos, e que os bicos salientes e grandes marcavam a blusinha, conferindo um charme especial e bem provocante. Pela transparência do tecido suas formas também poderiam ser admiradas…

Fechei o casaco e desci o elevador. Eram mais de onze-e-meia da noite, mas não queria ser surpreendida por algum vizinho babaca.

Peguei o carro e em questão de 30 minutos estava na Avenida Paulista. Fiz um retorno e entrei na Rua Frei Caneca, onde consegui um local para estacionar o carro numa travessa. Sai do carro e segui adiante. Estava super nervosa e hesitante. Estava com medo de agressões ou qualquer outra coisa e, sabendo que ali era lugar de prostituição, também receava pela reação “delas”.

Mal cheguei na esquina e um carro parou do meu lado. Assustei-me, mas resolvi “encarnar” a personagem e me aproximei. Era um senhor de idade razoável e estava num carro antigo que nem sei o nome. Não senti firmeza e, sem preconceitos, fui logo dando um preço bem alto para despachá-lo. Mais três ou quatro carros pararam depois. Eu já estava mais calma, mas não muito. Recebia as propostas com naturalidade e continuava “escolhendo”.

Tà certo que eu não me comparava a algumas das beldades que faziam ponto naquela região, mas não deixava nada a desejar. Alguns deles só paravam pra curtir e, no fundo, não queriam nada mesmo… Num deles encontrei 3 rapazes, muito jovens (imaginei que podiam ser “menores”) que vieram com um papo de que o amigo fazia aniversário e etc.

Entrei na brincadeira e me debrucei na janela, mostrando meus seios sob a roupa e permitindo que ele colocasse a mão no meu corpo e ficasse me alisando.

Quando ele finalmente chegou “lá”, tirei a sua mão e disse que não, sorrindo e sai andando pela calçada… Relaxada pela “brincadeira” me assustei novamente quando um carro preto parou do meu lado, e era um rapaz de, talvez, uns 25 anos dentro. Era bonito e educado, Conversamos um pouco e disse-lhe meu preço. Ele riu e disse que eu estava fora da realidade (mas não de maneira pesada, continuou educado) e barganhou o preço, alegando que não queria nada demais e que curtia mesmo era sexo oral, que adorava ser chupado com maestria… e perguntou se eu fazia aquilo bem, ao que respondi:

- “Como você nunca recebeu…”.

Ele riu e me ofereceu cem reais (Bem, para quem não vivo disto até que achei o preço razoável…rs). Além do mais, era um rapaz bonito, educado e de corpo aprazível. Inspirava confiança.

Ainda tive dúvidas da loucura que estava por fazer, lembrei de meu marido e pensei em desistir, mas ao pensar nele lembrei de tudo o que havíamos confidenciado ao telefone e o fogo reacendeu em mim…

– Combinado! – respondi sem pestanejar e entrei no carro.

Eu não sabia o que fazer, já que não conhecia a região, mas ele conhecia (ainda bem) e me levou para um Hotel com garagem numa das ruas próximas. Fingi que conhecia o local. Descemos do carro e subimos para o quarto…

Chegamos lá e ele tirou a camisa e desatou a cinta, deitou-se na cama. Eu, cheguei até a janela, fiquei olhando, olhando… absorta em pensamentos, quebrados pela voz dele:

- “Que houve?”, meio desconfiado já…

Virei-me e nada disse, apenas sorri e resolvi enfrentar o que tinha escolhido logo. Retirei o casaco e me debrucei aos pés dele, sempre sorrindo e comecei a abaixar o zíper de suas calças, vagarosamente… Depois de aberta a puxei até seus pés e a retirei completamente. Eu subia com minhas mãos por suas pernas, passando minha língua junto até sua cueca e, ainda por cima dela, lambia seu membro que já estava duro e enorme. Aliás, que grata surpresa! Além de tudo era bem dotado o rapaz. Que mais eu poderia querer!!!

Enquanto subia e descia por suas pernas e coxas, roçava meus seios nelas… Em pouco tempo ele já começara a gemer e de olhos fechados. Então, num puxão rápido, abaixei sua cueca até o joelho e pude finalmente vislumbrar aquele membro grosso e cheio de veias, bem roliço e de cabeça vermelha e inchada, e saltou aos meus olhos, mantendo-se rijo e em pé ao ser “libertado”. Não pude conter um som de satisfação que o fez sorrir. Livrei-o da cueca completamente e voltei ao meu sobe-desce, agora com aquilo tudo livre, eu podia me demorar mais “lá em cima” e comecei a lambê-lo em toda a sua extensão…Ele gemia mais e mais. Eu roçava meus seios naquele gigante acordado, raspando os bicos salientes em sua cabeça e na uretra, como que a querer “penetrá-la”, para logo depois eu molhá-lo com minha saliva até que, por fim, abocanhei-o de uma só vez.

Ele gemeu alto e eu continuei a sugá-lo. Agora era eu quem estava loquinha de tesão. Esqueci-me do teatrinho que fazia e o chupava gostosamente. Queria aproveitar ao máximo aquele pau gostoso que estava à minha disposição. Ele estava achando estranho e até me questionou. Disse que as putas não costumavam fazer daquele jeito e que eu era muito boa e… especial. Disse-lhe:

- “Ainda não viu nada!”…

E continuei a chupá-lo forte e fazendo barulho a cada chupada. Diminui as chupadas, tornando-as mais leves e lentas. Aos poucos tentava colocar um pouco mais daquela maravilha para dentro de minha boca.

Meu marido adorava quando eu fazia aquilo, pois lentamente eu conseguia colocar seu pênis inteirinho na minha boca, e era isto que eu tentava fazer com ele naquele momento.

Minutos depois senti meu lábios em sua pélvis e seu saco em meu queixo. Havia conseguido e mantive-me imóvel, pois a ânsia era grande e qualquer movimento eu engasgaria, ou pior, vomitaria. Passados aqueles segundos piores comecei a deglutir ritimadamente. Ele gemia, mais alto agora, dizendo coisas e coisas. A cada deglutida os músculos da garganta pressionavam sua glande, complementada pelo movimento leve de minha língua.

Depois dessa fase, se você aguenta até o fim, a ânsia passa e você consegue movimentá-lo dentro de sua boca mais facilmente.

Completamente absorta ao que estava fazendo e tendo como fundo “musical” os gemidos cada vez mais altos daquele desconhecido, até me esqueci de que era um estranho e fazia nele como se fosse com meu marido, até que o inevitável aconteceu.

Ao sentir o primeiro jato de esperma em minha garganta voltei a realidade e me contive, permanecendo imóvel. Logo vieram os jatos seguintes, menos abundantes que o primeiro. Eu sentia aquele líquido viscoso escorrendo pela minha garganta e sentia o seu sabor amargo. Resolvi não pensar em mais nada e fiquei ali, apenas recebendo suas últimas gotas e ainda sugando, sentia o pulsar de seu coração acelerado nas veias daquele membro viril. Eu sugava como se fosse um alimento, precioso, que não pode ser desperdiçado… e assim permaneci até que ele começou a amolecer e diminuir dentro de minha boca, dando um descanso.

Saiu “limpinho” e mole, mas ainda inchado e de tamanho que deixaria muitos com inveja. Meu “cliente” permanecia de olhos fechados e a respiração começava a voltar ao normal…

Eu me levantei e fui até o banheiro. Ao olhar no espelho não acreditava no que tinha feito. Sequer tinha tomado as devidas precauções e usado camisinha, era uma louca.

Ao voltar para o quarto meu “amigo” já estava de calças e vestia a camisa, tinha um sorriso no rosto que não dava pra explicar, mas estava visivelmente cansado.

Eu vesti meu casaco, mas não o fechei, aguardando que ele se aprontasse e sentando-me na cadeira em frente, sem cerimônias, de pernas abertas para que ele visse minha tanguinha.

- “Vamos?”- disse ele, e descemos as escadas, em silêncio.

Voltou ao local onde tinha me encontrado e, antes de eu descer, elogiou minha performance e me pagou, dizendo:

- “Não sei quem você é. Pelo que fez é uma profissional, mas as “profissionais do ramo” recebem ANTES! De qualquer forma, foi a melhor noite de toda a minha vida”

Peguei as duas notas de cinquenta e sai do carro. No final ele disse:

- “teria pago mais se necessário!

Ao que respondi: - “Teria feito por menos…rs!” e ele se foi, rindo…

Voltei rapidamente para meu carro e voltei pra casa. Emoções demais para uma noite só e a sensação de volúpia, de ter corneado meu marido e tudo o mais dava uma sensação gostosa, morna no corpo… Dormi nua sob o cobertor e sonhei, sonhei muito…

  • Enviado ao Te Contos por Helena


Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...