quarta-feira, 20 de outubro de 2021

Sexo a três - Um casal e eu

 by; Paulo H.

Revi um amigo que há algum tempo não o encontrava. Estudei com ele no colégio, lá no início dos anos 90 e se chama Armando. Marcamos o encontro num barzinho na Lagoa. Ele é casado, mas eu não conhecia sua esposa. 

Cheguei cedo e busquei uma mesa num canto mais isolado. Nesse momento, percebi uma mulher branca, de cabelo preto, bonita, sentada numa mesa próxima a minha. Ela exalava sensualidade e usava um vestido de alça. 

Fiquei hipnotizado por ela e buscava trocar olhares, já que a minha esposa não quis ir e pensei em aproveitar a “solteirice”. Passados uns 30 min, escuto meu nome sendo chamado. Era o Armando. Veio até a mim e perguntou se eu não tinha visto a esposa dele, já que ela tinha saído mais cedo do serviço e iria nos encontrar no bar. Nesse momento, surge atrás dele, a mulher que eu estava paquerando. Gelei, pois me preocupei dela contar que eu a estava “comendo com os olhos”. Carolina era o seu nome. Ela, por volta dos 30 e poucos anos e ele com 46 anos. Formavam um belo casal!

Pedimos bebidas e comidas, tudo por conta dele já que eu era o convidado e deveria ser muito bem tratado (palavras dele). Como o nosso encontro era um dia de semana, o bar não estava lotado, então não ficaria aberto durante muito tempo e aproveitamos para falar de tudo! Não sei como (talvez pela bebida) a conversa foi para sexo, no caso, as fantasias sexuais realizadas. Carolina se apressou em dizer que existia uma que gostaria muito em realizar e que isso não demoraria a acontecer. Perguntei qual seria e ela disse que quando realizasse, eu seria o primeiro a saber! Fiquei muito curioso!

Continuando a conversa, não percebemos que o bar estava fechando e essa foi a deixa para o Armando sugerir a saideira em outro lugar. O local, sugestão de Carolina, foi o apartamento deles já que o sofá da sala era confortável e caberia nós três confortavelmente! Além disso, haveria duas garrafas de vodca na geladeira nos esperando. Nesse momento, vi uma piscadela de Armando para Carolina e, logo após, um roçar na minha perna, embaixo da mesa. Isso me deixou apreensivo, curioso e excitado! Muito excitado! Admito que gostei da sensação. Será que eu a comeria na frente dele? Seria um ménage? 

Aceitei o convite para estender a noite no apartamento deles. 

Saímos do bar cedo ainda, por volta das 22h30 e fomos no carro de Armando. Eu fui ao banco de trás com Carolina, já que o banco ao lado do condutor estava com várias caixas e foi mais rápido ela ir atrás. Durante o trajeto ao apartamento Carolina foi segurando a minha mão! Estava mais excitado pois via, por meio do decote, seus seios brancos e duros!

Chegamos e subimos ao apartamento que fica no último andar do prédio.

Entramos no apartamento e fui logo sentando no sofá, enquanto a Carol foi ao banheiro tomar um banho e o Armando preparava a dose de vodca para nós dois. Ele aproveitou para contar que Carol era muito fogosa e ele adorava transar com ela. Disse que, ultimamente, estavam conversando sobre fantasias sexuais. 

Ele contou que havia uma fantasia que eles estavam querendo realizar. Ela queria ser penetrada por outro homem enquanto ele deveria apenas assistir e, num determinado momento, ela o chamaria para participar. Mas havia um problema: não encontravam ninguém de confiança. Até agora!

Quis saber detalhes, mas nesse momento, a Carol saiu do quarto deslumbrante, usando um short jeans curto e apertado. Meu Deus, que bunda maravilhosa essa mulher tem! 

Ficamos nos três conversando e falando de assuntos diversos até que o Armando disse que precisava tomar um banho e iria nos deixar à vontade!

Ficamos apenas nós dois. Eu e aquela mulher! Descobri que além de bela, era inteligente! Meu tesão só aumentava.

Carol voltou a tocar no assunto de sexo e quis saber se eu tinha alguma fantasia e se gostaria de realizar. Respondi que havia algumas. 

Uma delas seria sexo com um casal que iria se ‘aproveitar’ de mim. Contei que queria ser amarrado numa cama, ter os olhos vendados e gostaria de sentir mais de uma boca e mãos tocando meu corpo, beijando minha boca e chupando meu pau. Gostaria de fazer sexo oral na mulher enquanto seu homem ficaria beijando e chupando seus seios. Depois, a mulher se sentaria no meu pau e cavalgaria enquanto o esposo ficaria assistindo a cena e se masturbando. Quando eu gozasse, seria a vez de ele colocar ela de quatro e enfiar o pau. 

A outra fantasia seria um ménage com duas mulheres. Nessa eu não saberia de nada pois seria uma surpresa criada por uma delas. Gostaria de chupar a buceta de uma enquanto a outra me penetraria com um dedo.

A Carol se tremia toda e estava ofegante. Exalava sexo e isso me excitava. O Armando nada de sair do banho. Não pensei duas vezes e agarrei Carol pela cintura e beijei aquela boca. Que boca! Nos agarramos no sofá. Tirei a blusa e aquele short que deixava a polpa da bunda à mostra! Ela não usava calcinha.

Beijei e cheirei muito o corpo de Carol. Chupei seus seios e sua buceta!

Ela tremia e gemia de prazer. Nessa hora percebi que o Armando estava espiando a cena da porta do banheiro. Não pensei duas vezes: enfiei meu pau com força em sua buceta. Ela urrava! 

Não sei como fomos parar na cama. Lá pude ver o quanto ela era gostosa! Ela aceitava todas as minhas carícias e me chamava de gostoso. Até que não aguentei mais e gozei dentro daquela buceta.

O Armando? Só assistindo e batendo punheta. 

Quando saí de dentro de Carol, ele avançou para cima dela e enfiou o pau com força naquela mulher maravilhosa. Ele queria mostrar que ele era o homem dela. 

Ficamos nos revezando em dar prazer para a Carol até não aguentar mais. Estava cansado e precisava voltar para casa. Deixei-os dormindo e fui embora. 

No outro dia, havia uma mensagem de Carol pedindo desculpas por não ter dado atenção devida. Respondi que aceitaria as suas desculpas se ela me ajudasse a realizar as minhas fantasias. 

Ela topou!

  • Enviado ao Te Contos por Paulo H.

terça-feira, 19 de outubro de 2021

Furacão Irene.

 By; Julio

Eu me chamo Julio, hoje tenho 27 anos e sou casado, e vou falar de um acontecimento nos meus 21 anos de idade, meu relacionamento com uma mulher mais experiente.

Irene na época devia ter por volta de 40, 42 anos, viúva, a pouco mudara para o apartamento ao lado. Mãe de um casal, o rapaz mais velho e a garota com seus 16 anos.

No princípio não lhe dei muita bola, não aparentava nada demais como mulher, sempre conversava sobre assuntos sérios, tinha posições conservadoras com as quais meus pais concordavam.

Mas o tempo foi passando, mais de ano que morava ao lado e aos poucos aquela loira falsa, de rosto arredondado, peitos nem tão chamativos e bunda pequena, foi se mostrando mais aberta do que imaginava. Não era sempre, mas fui percebendo um duplo sentido no que falava, havia indiretas não para mim, mas para outros com os quais ela convivia.

Não sei se sentia falta do marido ou se apenas demonstrava que nem tão conservadora assim era. Só que continuava com suas posições recriminando as atitudes modernas dos jovens de então – o que era estranho, mas era assim que era Irene. Duas mulheres de opiniões contrárias vivendo num só corpo.

Pelo menos era visão que passei a ter depois de um tempo.

Por essa época descobri que Irene tinha uma habilidade para cortar cabelos, minha mãe passou a cortar com ela, era cômodo, fácil, não demorou muito e ela se ofereceu para o corte dos cabelos masculinos.

- Não é minha praia, mas se quiserem, também faço.

Aceitamos, não era tão habilidosa quanto os profissionais, demorava mais que o normal, mas a facilidade de mal sair de casa para uma coisa assim fez com que os homens da minha família passassem a utilizar dos seus serviços.

Foi então que comecei a perceber e desejar aquela quarentona. Havia minha namorada, mas ali as coisas no assunto sexo eram mais complicadas, devido a educação conservadora de Fátima havia pouco ou quase nada além de alguns amassos dentro do carro.

Tinha uma vontade reprimida e uma mulher que em determinados momentos pronunciava frases de duplo sentido, cheias de possibilidades. Não era casada, não parecia gostosa – não despertava um desejo forte, um tesão. Porém acendeu-se uma chama de ver o que ela faria na cama.

Ficou nisso uns tempos, claro não tinha coragem de chegar numa mulher assim, ainda que tenha começado a me masturbar pensando nela, haviam outras, mas ela foi ocupando espaço no mundo solitário e pervertido dos meus instintos.

Imagino que o mesmo se dê com as mulheres, ou não?

Numa sexta-feira quando ia ao encontro de Fátima, ao abrir a porta do apartamento dou de cara com dona Irene. Estava num vestido azul vivo que lhe definia o corpo, pela primeira vez lhe vi as pernas torneadas. Era tipo de mulher que se transforma completamente mesmo sem um banho de loja. Bastou arrumar o penteado e usar uma roupa mais chamativa, ficou interessante porque não sensual.

- Oi!

- Olá!

- Vai para onde? Vai encontrar com a namorada?

- Sim, vamos a um cinema.

Vamos descendo escadas nessa conversa social. Desço admirando seu jeito ainda que com cuidado para não dar na cara. Quando ela me pergunta se...

- ...importa de me deixar no meio do caminho, vai para o Boa Vista, não é?

- Sim, porque?

- Estou atrasada, fiquei sem carro o Beto (filho dela) foi para a faculdade.

- Sem problema levo a senhora.

Dirijo prestando atenção ao trânsito e também nas coxas de Irene, ainda que na escuridão do carro eu mais imaginava do que lhe via as pernas.

Certa hora ao passar a marchar a mão vai de encontro as coxas... Foi sem querer juro, ou não? Fato é que vejo no seu rosto um sorriso de quem entendeu um recado.

Ao parar num sinal, fico com a mão sobre o câmbio e foi então que sem dizer uma palavra ela coloca a mão sobre a minha. Meu coração dispara, não esperava tal reação assim tão descarada, ainda mais quando ia encontrar Fátima. Sorrimos, cruzamos os dedos sobre o câmbio até o momento que o sinal verde aparece, não faltava muito para chegar na rua onde dona Irene ia ficar.

Paro o carro, ela abre a porta:

- Obrigada Júlio.

- As ordens.

Ela olha de relance e me beija a face. Não dizemos nada, o gesto dizia tudo.

...

Com ela nem sempre era possível uma conversa sem testemunhas, por isso ficamos sem falar ou mostrar o que queriamos. Pouco nos vimos também. Porém...

Dias depois surge a oportunidade, coincidência ou não, lá estava ela a sair de casa e eu também só que agora ia ver um filme, era início da noite de um sábado. Estava brigado com Fátima por isso saia sozinho. Mais uma vez chamativa Irene, usava um conjunto vermelho vivo, justo, como o do outro dia.

- Saindo?

- Vou ao cinema.

- Vai com a namorada?

- Vou sozinho.

- Brigaram?

Balanço a cabeça e ela sorri.

- Quer carona dona Irene?

Ainda falava assim com ela.

- Quero estou de novo sem carro, me deixa no caminho?

Penso antes de falar vem à memória a noite no carro. Tento controlar o carinho que passei a ter por ela, sinto um agito no meio das minhas pernas, sem meu controle.

- Com certeza.

Dirijo tentando não dar na cara, falo de outros assuntos, mas ela insiste em falar do meu relacionamento com Fátima, da sorte por tê-la como namorada. Vou ouvindo aquilo dirigindo para o local que ela me indicou e quando chego achando que a conversa acabava ali, sou surpreendido por uma pergunta inesperada:

- Vai mesmo ao cinema? Certeza?

- Sim, porque?

- Não prefere uma companhia a ficar sozinho uma sala de cinema?

- Sim, mas briguei com ela não vou chama-la, hoje não.

- Então...

Fala se ajeitando no banco do carro...

- ...então porque não me convida?

- Onde, onde a senhora quer ir?

- Quero ir a um Motel que eu conheço...

Eu nem acreditava, meu pau estava explodindo na calça, quando chegamos eu já não me aguentava... fomos para o quarto... Quando, eu abro a porta, Irene entra com um olhar curioso.

- Faz tempo que não venho aqui. Vim quando meu marido era vivo.

- Vinha muito com ele?

- Quem disse que era só com ele?

Ela ri do que fala, faz um trejeito meio sacana com a cabeça e senta na cama redonda cruzando as pernas, admirei as pernas agora são os joelhos que se destacam.

- Me serve uma bebida. Vê se tem vodka.

Examino e encontro uma garrafa, encho um copo.

- Põe gelo, pena que não tem limão.

Entrego ela bebe num gole metade do copo.

- Toma também. É bom pra relaxar.

Ela se recosta colocando os cotovelos sobre a cama.

- Tira meus sapatos por favor.

Ajoelho a sua frente, seguro o tornozelo e tiro um sapato. Ela passa o dedão e o peito do pé no meu rosto, sinto meu pau adquirir vida.

- Serve mais, quero uma noite louca, não quero lembrar de nada.

Busco a garrafa completo o que falta... ela bebe quase tudo... Bebo do mesmo copo o pouco que resta. Seus olhos estão cada vez mais brilhantes e a protuberância na minha cintura não se esconde mais.

Sacana ela estende a mão e aperta a elevação no meio das minhas pernas.

- Gosto assim, lindo... ver um homem assim. Ainda mais você.

Desce a mão pela coxa.

- Vem... tira minha calcinha.

Ajoelho fico de frente, ela ainda apoiada na cama pelos cotovelos, a saia justa atrapalha, mas ela ajuda puxando a roupa para que as mãos possam entrar e conhecer a carne macia das suas coxas, abre mais e as mãos vão se afundando nesse mundo novo que são suas pernas.

Chego a calcinha percebo pelo toque que é rendada e mínima. Aperto sua cintura com as duas mãos, ela solta um leve gemido...

- Você, você não pode fazer isso com ela...

Faço cara de quem não entende.

- Fátima..., com ela você não pode.

Percorro com a palma da mão a extensão da calcinha, chego aos pelos sinto alguns perceptíveis ao tato, misturados com o tecido rendado e o calor que começa a brotar...

- Ela é virgem não é?

- Sim.

Desço a mão entre suas pernas, passeio os dedos num fio grosso que vai ficando a calcinha rendada preta de Irene, sinto a úmida que brota. Afasto o fio da calcinha e começo a enfiar meus dedos no meio da xana dela, abusado vou tateando sua intimidade.

Ela puxa definitivamente a saia até a cintura, deita por completo na cama seus olhos estão no teto espelhado do quarto, removo a calcinha preta.

Habilidosa ela vira o suficiente para abrir o zíper. Puxo com força a saia, exponho dona Irene, é bela a visão do seu corpo nu. Admiro sua buceta, escondo os dedos nos seus pelos, ela empina o corpo...

Ela ri, sua mão encontra a minha no meio da buceta, entrelaçamos os dedos junto com seus pelos, ela me guia em direção a entrada da xana carnuda.

Meus dedos se afundam, a buceta molhada facilita minha ação, começo a massagear por dentro, conhecendo seu íntimo. Sua mão busca a minha que agora lhe aperta a cintura.

- Aannnhh!!! Aannhh!!

Ela tampa a boca com a outra mão, para abafar o gemido, enfio dois dedos e faço um movimento massageando na busca do seu prazer. Ela ergue as pernas abertas, fica com os joelhos na altura do meu peito, depois cruza nas minhas costas, me abraça com as pernas.

Seu gemer aumenta.

- Uunnhhh!! Uuunnnnhhh!!!

As mãos se fecham agarrando o cetim do lençol da cama.

- Me come, por favor não faz isso comigo, me come.

Ela ri, ela chora... balança a cabeça como louca ainda segurando o lençol.

- Me fode, Aannhh..., antes que eu...

Paro, em desespero abaixo como posso as calças e entro... enfio tudo, todo no fundo dessa louca – mexo o corpo com força estocando dona Irene.

- Uunnhhhhh!!!.... Uuunnhhhh!!!.... UUUuuunnnhhhh!!!

Geme alto, grita alto...

- Seu fudido gostoso, safado é isso que precisa, faz comigo só comigo....

Melhoro minha posição e seguro Irene pelas ancas, metade do seu corpo está no ar, nossos corpos se trombam, fazendo um barulho surdo... seco... rítmico...

- AAAnnhh!!! AAAAnnnhhhh!!! AAAnnnhhhh!!!

Esporro, ejaculo, goozzzo dentro da buceta, doce.. quente dessa mulher recatada.

- Seu puto, não me esperou... gozou antes de mim...

Deito de lado e vejo que ela trabalha com os dedos frenéticos que abrem e entram nas peles e pelos da xana – bate... bate desavergonhadamente a siririca na minha frente, me olhando nos olhos.

Seus movimentos vão ficando frenéticos, loucos – ela geme, funga, chama:

- Me beija... me chupa...

Fala isso chorosa, faço enfio minha língua e sinto o tesão e a tensão que ela está falta muito pouco, parece que vai explodir como um vulcão... seus dedos loucos trabalham a xota, a xana – ela uuurrraa, beeerrrra, xiinngga dentro da minha boca...

Descolamos...,

Deita sua cabeça no meu ombro respirando ofegante... suada... molhada...

- Faz tempo que não faço assim.

- Nunca fiz assim.

- Quando precisar me chama, quem sabe de vez em quando a gente se encontra.

- Ai, nossa...

Se ajeita sentando na cama.

- ...preciso de um banho.

Ainda fizemos mais uma vez naquela noite, o tempo voa mais que o esperado, mas a partir dali dona Irene, quer dizer Irene se tornou uma fonte de 'alivio' pra mim. Acho que fui o mesmo pra ela.

Isso não mudou o comportamento e as falas dessa devassa recatada que era Irene a vizinha safada.

  • Enviado ao Te Contos por Julio

 

Minha primeira vez me fez vira uma putinha.

By; Cristina

Oi, Meu nome é Cristina, hj tenho 26, sou negra, 1,65 alt, sou magra e tenho peitos tamanho GG.. Há quem adore fazer uma espanhola em meus peitões!e Eu amo sexo..

Vou começar a contar de quando iniciei no sexo, aos 17 anos com meu tio Carlos. Ele na verdade não é meu tio de verdade, pois não é irmão nem de mãe e nem de pai.. Então, vou descrevê-lo, ele deve ter 1,70, magro e já passava dos 45 anos na época.

Ele, sempre me olhava com olhos diferentes, mas nunca dei maldade até que um dia...

Eu sempre tive o costume de ir para a casa desses meus tios, para ficar com a minha prima que é um pouco mais nova do que eu, gostavamos de ir ao cinema, clubes.. nunca sozinhas, sempre na companhia dele.

Neste dia em questão que aconteceu o fato, ele nos levaria ao clube que fica na Pampulha, aqui em Belo Horizonte, que é excelente. Quando estavamos no clube, minha prima Lô passou mal e minha tia resolveu voltar com ela para casa para que ela assim melhorasse, pensei que todos voltariamos, mas minha tia pediu que ele ficasse comigo mais um pouco para que eu aproveitasse o clube.

Ficamos e como sempre brincalhão, meu tio e eu fomos para a piscina para que assim ele pudesse me vigiar mais de perto, pelo menos era o que eu pensava.

Ele começou a me fazer boiar até que percebi que a mão dele dentro do sutiã do meu biquini, segurando os bicos dos meus peitinhos, eu olhei para ele assustada, por não saber o que estava acontecendo direito...

Lembro que comecei a sentir muito calor na minha xaninha virgem, até que ele percebendo o meu susto, me deu um beijinho na orelha, eu me arrepiei todinhaaaaa e dei uma tremia que até o momento não sabia o que era.

Sai da piscina assustada e pedi ao meu tio para irmos embora, pois disse que tbm não estava bem. Ai ele disse que tinha certeza que não era nada e que queria que ficassemos mais um pouco.

Normalmente quando vamos a este clube, meus tios alugam um chalezinho, para o qual eu o pedi para que me desse a chave para que eu pudesse deitar um pouco, a minha cabeça estava muito confusa, foi ai que comecei a ter pensamentos esquisito, me deitei um pouco e acabei pegando no sono..

Depois de um tempo percebi que alguém estava me alisando, passando a mão em minha bundinha que neste momento já estava toda pra fora, ouvi uma respiração ofegante e quente perto do meu ouvido, não tive coragem nem para abrir os meus olhos.. Comecei a ouvir meu tio dizendo.

- Oi Cris, eu sei que esta acordada, sua xaninha está tão molhadinha que dá vontade de chupar ele todinha. Você deixa?! Você vai gostar.. abre a perna um pouquinho para o titio, vai?! Sempre quis da uma lambidinha nesta bucetinha gostosa.. vem neguinha pro titio..

Eu sem reação e saber o que fazer, abri um pouco as pernas, ele sem perder tempo, caiu de boca e eu comecei a gemer como louca, tudo aquilo era novo para mim.

Ele me pegou pela cintura e virou de uma vez, e caiu de boca e tirou meu minusculo sutiã (nesta epoca meus peitinhos eram pequenos, como ele dizia, cabia em sua boca, hoje não cabe mais...)

Ele começou a morder meus peitinhos e a dizer que era louco pra me comer e eu só gemia, gemia e gemia como louca. Foi quando tive meu primeiro orgasmos que quase desmaiei. Ele começou a tirar a roupa e mandou eu abrir meus olhos e foi quando vi aquela pica enorme, deve ter uns 18cm (para quem nunca tinha visto uma, parecia realmente grande) ele começou a balançar em minha direção e dizendo..

-Abre a boquinha Cris, que o titio vai te dar um pirulito para vc chupar até sair uma surpresinha!.

No começo, claro tive muito nojo, pois não gostei do cheiro, peguei com minha mãozinha pequena e coloquei na boca, ele começou a enfiar e eu a engasgar, ele gemia igual a um cachorrinho no cio e gemia e me chamava de gostosa, e de outras coisas mais. Eu chupava, até que comecei a gostar e lambia, até mordia as bolas.. foi quando ele deu um berro e jorrou uma gosma em meu rosto (só depois vim a saber que era porra), caindo um pouco em minha boca e eu engoli..

Ele começou a pedir desculpas, que não poderia ter deixado isto ter acontecido e que não contasse a ninguém. Disse que a muito queria fazer isto, mas não sabia que era capaz.

Foi então que olhei para ele, tirei minha cara de inocente e fiz aquela cara de safada e o disse:

-EU QUERO MAIS TITIO !!!

E eu chupei o pau dele novamente por quase 2 horas, foi uma delicia. 

Foi ai que nasceu a putinha CrisSafada.

  • Enviado ao Te Contos por Cristiane

Gozei muito fodendo a minha buceta e meu cuzinho usando uma calabresa hoje cedo (18-10-2021)

 By; Eloisa

Olá! Meus amores, eu me chamo Eloisa, tenho 26 anos, sou noiva e sou do Para.

Eu acho legal as pessoas que planeja suas vida sexual seja sozinho(a) ou acompanhado(a). Eu não, as vezes tô de bobeira e aconteceu algo e simplesmente sinto um tesão tão doido que não me controlo, nunca planejo nada, as coisas acontece.

E foi assim hoje, eu fui ao supermercado fazer compra estava de corredor e corredor até que cheguei, em uma gôndola onde tinha mortadela, carne seca, linguiça calabresa, eu peguei o que precisava e fui pra casa.

Já em casa, guardando minhas compras, peguei o pacote de linguiça calabresa, separei os gomos e levei a geladeira, mas um gomo me chamou a atenção. Era grosso grande e tinha a ponta maior semelhante a cabeça de uma rola, fiquei uns segundos olhando aquilo e o guardei.

Comecei a fazer outras coisas, mas pensava na calabresa e do nada começou subir um tesão incontrolável, passei a mão na minha xaninha por cima do short senti ela muito quente.

Parei o q fazia sentada no sofá e comecei a acariciar minha xaninha por cima do short, sentia ela molhada, arranquei o short calcinha e comecei a me masturbar, não aguentei subir no quarto, peguei uma camisinha e voltei correndo pra cozinha atrás do gomo de linguiça calabresa.

Quando o peguei estava frio por causa da geladeira, mas não me importei senti um calafrio na espinha com ele na mão. Coloquei um preservativo nele devido a química e encostada na pia comecei introduzir na buceta, soltei um gemido alto, mas o tesão era demais e comecei a socar ele na buceta, a posição desconfortável me fez voltar ao sofá onde deitei toda arreganhada e molhada e coloquei aquela linguiça na minha xaninha.

Socava devagar pra senti-me invadido depois com força e assim ia alternado, fechava as perna contráia a xaninha e socava com vontade nela.

Fiquei assim não sei por quanto tempo, foi quando resolvi penetrar meu cuzinho, fui me arrumando dando um jeito procurando a melhor forma, quando consegui dei umas 4 socada no cuzinho senti a xaninha contrair, o cuzinho aperta a calabresa, sabia que estava preste a gozar, então soquei com força, comecei a goza, minha buceta contraia e meu cuzinho apertava tanto a calabresa que era difícil continua a penetrar.

Deixei ela parada dentro do meu cuzinho e meti o dedo na buceta, e fiquei massageando o grelinho com a calabresa no cuzinho e não demorou gozei de novo, meu cuzinho contraia tanto que expulsou a linguiça e meu corpo todo começou a tremer de tanto tesão que parecia que estava tomando choque, começou a escorrer da xaninha e descia pelo rego, a sensação era demais cheguei a chora de tesão, tremia demais, meu grelinho ficou tão duro eu não conseguia toca-lo de tão sensível que estava.

Passando essa sensação consegui levantar, meu sofá estava molhado, minhas pernas bamba e eu quase sem sentido, foi um orgasmo muito intenso, tomei um banho e só tive força pra deitar na cama e dormi.

Acordei atrasada para trabalhar, quando desci do meu quarto dei de cara com a calabresa no chão da sala, dei risada, peguei ela e joguei no lixo, e fui trabalhar feliz da vida e renovada.

  • Enviado ao Te Contos por Eloisa

domingo, 17 de outubro de 2021

Tarde maravilhosa com a Ju (Leb) (17-10-2021)

 By; Ana Maria

Ola Pessoal, Eu me chamo Ana maria, tenho 22 anos, e sou aqui de Fortaleza.

Nesse domingo eu acordei um pouco mais tarde, pois não tinha nada pra fazer e estava cansada do sabado e da semana cansativa. Lá estava eu deitada na minha cama, nua debaixo dos cobertores, fiquei curtindo a preguiça e brincando com minha xoxota, a brincadeira evoluiu e cabei gozando gostoso, depois levantei-me, tomei um banho e fui para o restaurante almoçar.

Na saída aqui de casa encontrei a Juliana ( uma amiga aqui do predio que  me convidou para almoçar na sua casa, e eu aceite.

Terminado o almoço, vinhemos aqui para minha casa para conversamos, pois como fico sozinha o domingo inteiro, fica melhor sem que ninguem reclame do barulho.

Chegamos lá, Ju ficou na sala enquanto fui trocar de roupa, estava no meu quarto só de calcinha, fio dental, quando vejo Ju parada na porta me olhando com uma cara muito safada, ele chegou mais perto e disse que me achava muito gostosa, dei uma risada e tirei minha calcinha e foi ai que levei um susto, quando me curvei senti sua mão na minha bunda e descendo até meu cu terminando por chegar na minha buceta, nossa, me arrepiei toda.

Me levantei e olhei para ela, ela chegou mais perto e começou a me beijar na boca, sua língua procurava a minha, senti sua mão na minha buceta e a outra tocar no meu seio, fiquei molhada na hora.

Decidi entrar na brincadeira e comecei a despir minha amiga enquanto sentia seus dedos já entrarem e saírem da minha buceta, logo estávamos nuazinhas, sua bucetinha com poucos pelos fechadinha, ela me deitou de costas na cama, ajoelhou-se, levantou minhas pernas e começou a me chupar, que delicia, sua língua entrava fundo na minha buceta, mordiscava meu grelo quase me levando ao gozo, dai ela parava, vinha e me beijava, eu podia sentir o cheiro e o gosto da minha buceta na sua boca.

Ju descia novamente, levantava minha pernas e desta vez primeiro ficava chupando meu cu por alguns minutos e logo em seguida sentia sua língua penetrar meu rabinho ao mesmo tempo que seus dedos entravam e saiam da minha buceta, não aguentando mais gozei forte, dei um gemido alto e me contorci toda em cima da cama, que loucura, ela me beijou novamente e deitou ao meu lado.

Eu me virei e comecei a chupar seus peitinhos e fui descendo pela sua barriga chegando até sua xota, comecei a brincar com minha língua no seu grelo, Ju se abriu toda, escancarando sua xota, me coloquei no meio de suas pernas, afastei os lábios da sua buceta com os dedos e comecei a chupá-la, enfiava minha língua sentindo o gostinho do seu liquido que saia.

Pedi então para que ficasse de 4, empinando bem a bunda, Abri a sua bunda deixando seu cuzinho pronto para receber minha língua, enfiei o mais fundo que pude arrancando um gemido abafado, Ju rebolava como uma doida.

Fui até minha gaveta e peguei meu vibrador, uma replica perfeita de um pau de 20cmx5, meu amigo de todas as horas, passei um pouco de creme e voltei para cama.

Comecei então a enfiar na sua buceta, ju deu um grito e logo estava tudo dentro dela, Ju estremecia de tesão, sua buceta pingava, enquanto enfiava o vibrador nela, enfiava minha língua no seu rabo.

De repente ela pede para que eu enfie no seu cu, tirei o vibrador todo melado de sua buceta e então comecei a forçar a entrada do seu cu que foi se abrindo e engolindo tudo.

Ju berrava com a cabeça enfiada no travesseiro, logo estava tudo dentro e iniciei o movimento de vai e vem ela não aguentou e gozou, sua buceta escorria o gozo, o qual lambi tudo.

Tirei o vibrador do seu rabo que ficou piscando, Ju deitou ainda com a respiração ofegante, deitei ao seu lado e ficamos abraçadinhas curtindo o tesão.

No final da tarde ela foi embora mas combinou de voltar na semana para repetimos, só vou ter que tomar cuidado com minha mãe não desconfie de nada, hehehe.

  • Enviado ao Te Contos por Ana Maria

 

sexta-feira, 15 de outubro de 2021

Minha primeira vez foi na cozinha de casa

 By; Julia

Ola, meu nome é Julia, hoje tenho 23 anos, tenho 1,66 de altura, 62kg, belos seios farto, e uma bunda de dar inveja.... Isso me aconteceu com meu primeiro namorado. eu tinha 15 anos, e ele 19.

Eu sempre tive muita atração fisica por ele, sempre rolava forte amasos, no cinema, no carro, nas baladas, no sofá de casa... mas nunca chegamos aos finalmente pois como eu era muito nova ficava insegura!

Ate que um dia, ele chegou, e ficamos vendo filme com uma coberta por cima, pra rolar umas caricias, eu apertava o pau dele por cima da calça, e ele massageava minha xaninha, eu estava de saia pra facilitar o acesso sempre sem calcinha, e nesse dia, nós estavamos loucos, já não aguentavamos mais de tanto tesão, eu como era menor, não podia ir no motel, em minha casa era dificil, sempre tinha alguém, e na casa dele tambem, mas no momento da loucura falei;

- estou com muita sede, vamos tomar algo na cozinha.

Ele concordou sem entender, e me abraçou por trás pra disfarçar a excitação dele, ao fechar a porta da cozinha, já peguei no pau dele, e disse;

- to morrendo de tesão, acho que não vou aguentar....

Começamos a nos beijar loucamente, eu arranhava ele de tanto tesão, quando ele mesmo disse;

- não dá mais, tem que ser agora.

Como já estavamos no auge do excitação, sentei em cima da pia, puxei a saia, ele tirou o pau grosso enorme dele, e começou a passar na portinha da minha xaninha, eu já estava encharcada, escorria meu melzinho de tanto tesão, ele me perguntou;

- tem certeza?

Eu disse; - sim, se não eu vou morrer de tanta vontade.

Então ele começou a enfiar de devagarzinho, pois como eu era virgem ele sabia que seria um pouco mais dificil, eu o segurava com tanto força de medo de doer muito, foi quando comecei a sentir que o pau dele estava me rompendo, doeu... mas foi coisa de dois segundo, ele parou um pouquinho e disse;

- tá td bem?

Eu respondi que sim, que era pra continuar, aí começamos os movimentos, ele metia tão gostoso, que eu tinha vontade de gritar de tanto tesão, foi a melhor sensação do mundo, enquanto ele me penetrava chupava meus seios, e eu curtia o momento de prazer maravilhoso, foi quando ele avisou;

- vou gozar....

Ele tirou o pau, e imediatamente eu o abocanhei e comecei a chupar a cabecinha maravilhosa, e fazendo movimentos, ate que ele soltou aquele jato de leite maravilhoso, escorria pela minha boca e eu lambia, e ele dizia;

- isso, continua não para que ta gostoso!

Quando deixei o pau dele limpinho, ele disse;

- agora vc vai conhecer o que é sexo oral

E começou a me chupar, foi muito bom, ele colocava a lingua lá dentro e mexia em meu clitoris, foi muito tesão, que gozei depois de 5 minutos, foi a sensação maravilhosa!!!!

Após isso, nos beijamos enlouquecidamente, e fomos nos acalmando, pois tinhamos que voltar pra sala como se nada tivesse acontecido, pois meus familiares estavam lá.... foi uma deliciosa e inesquecível aventura!

  • Enviado ao Te Contos por Julia

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Domingão quente levando no cuzinho (10-10-2021)

 By; Veridiana

Me chamo Veridiana, tenho 29 anos, sou de São Paulo e no momento estou passando uns dias aqui no Ceara com o meu namorado.

Bom, confesso que sempre fui putinha, durante uns anos um pouco mais, em outros, um pouco menos, mas sempre puta!. Sou uma mulher bonita modéstia à parte, sou baixa, magra, clarinha, seios pequenos, mas durinhos, uma bundinha redondinha que muito homem fica louquinho para comer!!!!

Eu adoro dar o cuzinho e meu namorado sempre ta querendo comer minha bundinha, só que eu resolvi regular esses dias, muito mais por charme do que por convicção (rsrs).

Ontem (domingo, 10 de Out) ele já estava feito louco pra comer meu cuzinho, pegamos uma praia pela manha e no caminho de volta ao hotel paramos para comprar umas coisas e ele passou em uma banca e comprou 3 revistas, eu nem desci do carro, portanto não vi que revistas ele comprou.

Ao chegar no quarto eu achei que após o banho ele fosse me comer, mais ele deitou e dormiu e me deixou na mão, eu fui então dar uma olhada nas revistas, para matar o tempo e que surpresa boa, era só revista de putaria, uma melhor que a outra!!!!

Ao começar a ler, percebi que meu namoradinho estava de sacanagem comigo, era só revista sobre sexo anal, comecei a ler e minha calcinha foi ficando meladinha, eu estava com um tesão louco, algum tempo depois ele acordou e me viu ao lado dele na cama lendo aquelas revistas todas, ele não falou nada, simplesmente me virou de bruços e começou a me lamber, tirou minha calcinha e me lambeu, chupou cada pedacinho da minha bunda, enfiava a língua no meu buraquinho por baixo do meu quadril, ele me abraçava e alcançava meu grelo e brincava um pouquinho e parava e mandava que eu continuasse lendo, eu tentava, mas estava louca...

Ele ficou assim por muito tempo, me falava que ia abrir minhas pregas com a língua, que ia comeu meu cu e eu ia pedir mais, que eu ia preferir dar o cu no lugar da xoxota, e isso tudo só me deixava mais tesuda!

Depois de algum tempo assim, ele me colou de ladinho, deitadinha, passou um monte de gelzinho no meu rabo e no caralho gostoso dele e começou a esfregá-lo em mim, eu já implorava pra ele me foder e ele só me provocando, até que começou a meter... nossa que tesão!!!!

Ele forçava meu cu e brincava no meu grelo, acho que nunca senti tanto tesão, de repente aquele caralho estava inteiro na minha bunda, mas ele não ficou forçando, deixou eu me acostumar, depois bombou umas poucas vezes e eu senti a porra me invadindo, aquele calor gostoso da porra dentro do meu rabo, ele tirou o pau e me fez gozar com a boca,dando chupadas fortes na minha buceta, me fazendo gemer como nunca, eu dormi satisfeita!

Acordei algum tempo depois com ele me lambendo de novo, estava com o pau prontinho pra outra, só que desta vez ele me castigou, lambeu meu rabinho e me deixou de quatro e enfiou sem dó!

Eu mordi o travesseiro para não gritar, mas no fundo estava uma delícia, aprendi que brincando com o grelo ficava mais fácil, fui logo mexendo no meu botãozinho e ali eu me acabei, dei o cu como uma puta deve fazer, de quatro e bombando muito, gozei como uma alucinada com um cacetão atolada na minha bundinha!!!!

Que delicia !!!

  • Enviado ao Te Contos por Veridiana

Enrabada hoje pela manha e ja descansando para ser enrabada novamente a noite (11-10-2021)

 By; Lorena

Me chamo Lorena, tenho 28 anos, sou morena, 1,55 de altura, coxas roliças e um bumbum redondinho e empinadinho. Sou casada há bastante tempo, meu marido é gamado pelo meu corpo e nem se fala pelo meu bumbum, não consegue ficar perto de mim se tentar encostar-se, me beija o tempo todo, no rosto, na mão e se tem oportunidade arrisca-se alisando o meu corpo brincando de alguma forma.

Vinhemos passar esse final de semana prolongado em um hotel aqui na serra. Aqui no chalé em que estamos hospedado tem uma sauna que fica dentro do próprio box do chuveiro, que também é a banheira. A banheira tem um sobressalto, fazendo um pequeno degrau, o que foi muito conveniente para as nossas brincadeiras, permitiu que a nossa diferença de altura fosse compensada.

O tempo estava ameno, estavamos tomando sol na beira da piscina, após o sol nos aquecer um pouco fomos tirando parte das roupas até ficarmos de biquíni e short de natação. Estávamos sozinhos na beira da piscina, em cadeiras espreguiçadeiras separadas e quem estivesse distante não poderia perceber que embora nós dois estivéssemos lendo livros, de vez em quando olhávamo-nos com tesão.

Eu me virei de costa, claro propositadamente, só para incomodá-lo, porque ele ama o meu bumbum e adora comer o meu rabinho. Permaneci lendo o livro que coloquei no chão á frente da caldeira, e deixei o sol me aquecer as costas, o bumbum, as coxas. Eu ás vezes virava o rosto para olhá-lo, o via olhar para mim e suspirar, demonstrando a tesão que estava sentindo. Abri um pouco as pernas, o sol aqueceu a minha xaninha dentro da calcina do biquíni, ela começou a se molhar. Meu marido tentava disfarçar o volume que formou, quase estourando a sunga.

Ficamos nesta brincadeira por um longo tempo, ate que resolvemos voltar para o quarto, eu me vesti e fomos embora.

Nas escadas ele já passava a mão nas minas coxas, na minha bundinha, enfiava a mão por trás entre as pernas alcançando a xaninha, chegamos ao apartamento com o tesão a flor da pele, fechamos a porta e demos vazão a nossa ânsia de sexo, com beijos molhados arrancamos nossas roupas até que ficamos completamente nus.

Entramos na sauna que já estava quente, abrimos o chuveiro para uma lavada caprichada na xaninha, rabinho, e no pau dele, e aí a pegação começou, beijamos ardentemente, beijo de lingua que se enfiavam dentro da boca um do outro e partimos para um sexo tarado, tesudo, gostoso e melado.

Levantei uma perna e coloquei o meu pé na beirada da banheira, abri as pernas e pedi que ele me chupasse a xana, ele se sentou no fundo da banheira, puxou-me pela bunda, abocanhou minha xana e chupou meu grelo com tanta gula que quase gozei. Ele passava a língua desde o clitóris até o reguinho, tentava enfiar dentro da xana, mordiscava o clitóris. Eu sentia aquela língua me explorando e ficava toda arrepiada quando ele passava a língua no meu reguinho e brincava com a ponta da lingua no meu anelzinho.

Soltei-me dele, desci o corpo e sentei no seu pau, fazendo com que enterrasse inteiramente na minha xana. Ele embora tenha gostado, reclamou dizendo que também queria ser chupado. Eu lhe disse que não tinha importância que já houvesse tido a penetração, pois era liquido meu mesmo, ele gostou desta resposta.

Ficamos neste sarro, comigo rebolando sobre o seu cacete, beijando-o, ele sugando meus seios, alisando a minha bunda, e enfiando o dedo médio no meu anelzinho. Abaixávamos a cabeça um do outro, e mordíamos as nossas nucas, enfiando a língua na orelha, mordendo o lóbulo, o que arrepiava a nós dois.

Sai do colo dele, fiz com ele se levantasse e abocanhei o seu pinto engolindo até que chegasse à minha garganta, retornando lambendo e chupando toda a extensão até os testículos. Ele só não gozou, porque tínhamos transado bastante nos dias anteriores, ele estava conseguindo se controlar e aproveitar a putinha em que me transformo quando estamos transando.

Virei-o de costas para mim, passei a alisar as suas costas, mordiscar suas orelhas e a nuca. Ele fica arrepiado quando faço isso roçando meus seios em suas costas e a xaninha no seu bumbum.

Como estávamos fechados dentro de um ambiente de sauna, podíamos falar normalmente e gemer a vontade. Pedi ao meu marido que passasse óleo de amêndoas no meu corpo, a mão deslizava com carinho escorregando e levando o óleo para o meu reguinho, e lógico ele sabia que eu queria mesmo era ser enrabada, porque adoro sexo anal.

Nesta hora desligamos a sauna porque o ambiente já estava bem quente.

Ele me virou de costas para ele, abraçou-me por traz e eu pude sentir o pinto roçando a minha bundinha. Ele esfregava o pau na bundinha e começou a deslizar aquele cacete no meu reguinho, chamando-me de safada, putinha gostosa, amante tesuda. Suas mãos bolinavam o meu clitóris e minha xana já encharcada, com meu tesão a flor da pele, comecei a gemer e pedi que me enrabasse com carinho. Ele fez com que o pau entrasse na xaninha, para lubrificar um pouco mais, ficou brincando durante algum tempo, e eu com a mão por baixo da minha perna acariciava o seu saco, enchendo a mão e pressionando com carinho, chegando a tocar o rabinho dele com o dedo médio.

Dei um jeito de o seu pau sair da xaninha e segurei-o com a mão esquerda direcionando-o para o meu cuzinho e fui forçando a entrada empurrando a bundinha para traz, desta forma eu controlei a enterrada e pude sentir aquela vara entrando pedaço por pedaço, até que eu senti as bolas em minha bundinha.

Eu comecei a rebolar, para cima e para baixo, para um lado e para outro, e sentia aquela vara toda enterrada no meu cú, me preenchendo inteira, me fazendo sentir amada e desejada, me deixando louca de tesão, eu parei de rebolar e pedi que retirasse o pinto até a portinha e enterrasse de novo, bem devagarzinho, ficamos nesta brincadeira por um longo tempo, ora ele entrando e saindo, ora eu rebolando para cima, para baixo e para os lados.

Não doía, pois estava bem lubrificado e nós já temos muita experiência em transa anal, o meu rabinho já aprendeu a se distender e aceitar o pau dele, mesmo com a grossura que tem.

Após bom tempo neste sarro pedi me estocasse com força para podermos gozar. As estocadas foram intensificando, enquanto ele bolinava meu clitóris e enfiava um ou dois dedos na xaninha. Ele socava com tanta vontade que logo senti minhas pernas bambas e explodi num gozo fantástico, ele percebendo também liberou o seu gozo jorrando o leitinho que me encheu as entranhas e escorreu pelas minhas pernas. Foi uma manhã sensacional.

Agora estamos recuperando um pouco a nossas forças para foder mais a noite ... quero voltar pra casa amanha a tarde muito bem fodida...

  • Enviado ao Te Contos por Lorena

Como é bom transar ...

 By; Eduarda

Meu nome é Eduarda, tenho 32 anos, sou morena clara 1,68 de altura, olhos mel, cabelos pretos e liso até a altura dos ombros, seios grandes, quadril largos e uma bundinha tamanho médio, mas bem empinada, eu sou viúva há 6 anos, casei quando tinha 20 anos e até então só tinha transado com meu marido.

No escritório minhas colegas falavam em suas transas e aventuras e eu só ouvia, pois quando casada eu e meu marido não passávamos muito do papai e mamãe, nós eramos evangelicos muito participativo, mas eu tinha uma curiosidade louca de fazer certas coisas.

Após um ano que meu marido faleceu, eu desacreditei na religião em que estava seguindo, e eu comecei a frequentar um bar/restaurante muito bem badalado de São Paulo, ia sozinha após o expediente pedia um bom vinho e ficava ali por horas concentrada em alguma tarefa do serviço que levava para fazer.

Certo dia notei que um homem moreno 1,80 de altura, cabelos e olhos pretos, um corpo atlético, que não tirava os olhos de mim, fiquei meio sem graça e desviei o olhar, passou algumas semanas e um dia aquele homem chega próximo da minha mesa e pergunta se pode sentar, levei um susto, fique meio sem graça, mesmo assim disse que sim e começamos a conversar, tínhamos varias coisas em comum ambos viúvos Fernando esse era seu nome, era espanhol, estava no Brasil, pois trabalha em uma empresa espanhola e tinha sido transferido para cá, ficamos amigos e toda semana nos encontrávamos para beber e conversar.

Porem em um certo dia notei que Fernando estava diferente, perguntei pra ele o que estava acontecendo e ele sem mais nem menos me beijou, ficamos ali nos beijando por vários minutos, nunca tinha beijado ninguém com tanta vontade, Fernando começou a dizer em meu ouvido que me queria, me desejava que não aguentava mais ficar ali sem me ter.

Foi quando eu disse pra ele para irmos para um local mais reservado, fomos direto pro motel e nem bem entramos e começamos nos beijar novamente, só que desta vez os beijos eram pelo corpo todo, suas mãos percorriam todo meu corpo e eu retribuía com muita vontade, tiramos as roupas, eu que nunca tinha chupado um pau (incrivel né, mais é verdade), pela primeira vez lá estava eu chupei com muita vontade, primeiro a cabeça depois fui deslizando até chegar nas bolas como adorei fazer aquilo, Fernando também chupou meu grelinho, como ele chupa gostoso.

Então ele me vira de quatro e começa a penetrar em mim, nossa aquilo estava sendo maravilhoso, quase morri de tanto tesão, ao mesmo tempo ele me beijava me acariciava com tanto tesão, depois ele senta e pede para eu sentar em seu pau e cavalgar aquilo estava sendo a melhor experiência da minha vida, gozei uma, duas, três vezes e já com as pernas moles não aguentando mais, Fernando também goza, ficamos ali por alguns minutos parados para nos recompor e começamos tudo novamente...

Estamos juntos desde então e transamos como loucos, não tenho mais nenhum pudor sou realmente uma vadia na cama.

  • Enviado ao Te Contos por Eduarda

Minha sogra e eu transamos na madrugada de sabado (09-10-2021)

 By; João Victor

Eu me chamo João Victor, tenho 32 anos uma barriguinha saliente formada em um casamento de 16 anos, com 2 filhos e uma esposa que ate hoje me dá grandes alegrias na cama.

Estávamos em casa nessa sexta feira e recebemos a visita da minha sogra, uma mulher cheinha de uns 66 anos de grandes peitões parecendo dois melões e um bunda bem avantajada, ela já tinha combinado com a minha mulher que passaria o final de semana com a gente, já que o meu sogro estava fazendo obras no sitio que eles tem no interior e ela não queria ir desta vez.

Ficamos assistindo televisão até que as crianças foram dormir e eu também fui com a minha esposa para o nosso quarto e o quarto de hospede fica colado ao nosso onde ficaria a minha sogra.

Na madrugada acordei de pau duro devido a um sonho que tive e na penumbra do quarto vislumbrava a calcinha enfiada na bunda da minha esposinha e logo comecei a lamber as suas coxas já fazendo ela gemer e pedir para continuar enfiando a língua na xoxota dela e no cuzinho, mesmo tentando falar baixo devido estarmos muito perto da parede do outro quarto eu resolvi fazer um jogo com a minha esposinha mais com outras intenções que era da minha sogra escutar eu dando uns amassos na sua filha, e assim fiz pedindo para ela falar mais alto o que ela queria,

Logo já estávamos pelados e ela de bruços pedia para eu enfiar a piroca nela porque ela já estava toda melada, soquei a pica naquela xoxota e a nossa cama ficou batendo na parede do quarto do lado, e ela gemendo pedia para enfiar la no fundo para socar com força, sem piedade, ela empinou aquela bundão que ela puxou da mãe para cima e ficando de quatro com a cara no travesseiro recebeu a minha piroca fundo no seu bucetão, e agora mais rápido eu acelerava os movimentos indo la no fundo e voltando e ela pedindo para fuder mais, me chamando de safado e eu ali socando sem parar batia no bundão dela, sabendo que a minha sogra escutava tudo e despreocupado com as crianças pois o quarto delas ficava na parte de baixo da casa que era muito grande.

Ela continuou rebolando aquele cuzão e logo me disse que estava gozando e caiu enquanto eu ainda socava a pica nela e esgotada pediu para parar me deixando na mão. Pediu desculpas e foi no banheiro e logo depois voltou para a cama se desculpando mais uma vez e indo dormir.

Fui então ate a cozinha na parte debaixo tomar um copo de água para baixar o meu animo. E para a minha surpresa encontro a minha sogra vestindo uma camisola que ficava na altura dos joelhos e deixava aqueles peitões dela amostra já que era muito transparente o que me deixou logo de pau durão, ela informou que estava com insônia e que chegou agora ali na cozinha para tomar um copo d água, percebi que ela olhava para o meu short sem parar e via o volume da minha piroca.

Enquanto ela pegava a garrafa de água quando e cheguei por trás dela e encostei a minha pica no seu bundão, e a coroa se entregou, empinando aquela bunda para trás e falando que tinha escutado eu transando com sua filha e que tinha deixado ela perturbada demais por isso estava ali tomando água.

Fiz ela colocar a garrafa de volta na geladeira enquanto agarrava ela por trás agora com a piroca mais dura do que nunca e sentia que ela estava sem calcinha o que me deixou mais tesudo e ela falava que não era certo fazer aquilo que alguém poderia chegar e eu fui levando ela para a sala agarrando os seus peitões deixando a coroa doida.

Já na sala virei ela para mim e enfiei a língua no fundo da sua boca e ela me chamando de meu genro dizia que estava a meses sem transar e que precisava de uma piroca na buceta urgente, levantei a sua camisola e ja passava a mão no seu bundão dela procurando o seu cuzinho, e ela me chamava de abusado.

Fui empurrando ela até o sofá e deitada levantei a sua camisola e enfiei a língua naquela buceta altamente molhada e mais uma vez falou que o meu sogro não gostava de lambe-la e eu aproveitei a posição e lambi o seu grelo fazendo ela se contorcer toda e pedindo para chupá-la mais, eu enfiei fundo a língua no seu bucetão para depois subir e me acabar no grelão que a coroa tinha, ela começou a espernear as pernas e enfiou a camisola na boca para não gritar e as suas pernas começaram a tremer anunciando o seu orgasmo forte enquanto ela gemia.

Enquanto ela gozava fui virando o seu corpo e deixando aquele bundão para fora do sofá e ainda no seu gozo lambi por trás a sua buceta fazendo ela delirar mais ainda e aos poucos fui subindo as linguadas ate chegar o seu cuzinho, ela pedia para eu tirar para parar com isso mais, empinava cada vez mais o bundão para mim, aproveitei a posição e enfiei dois dedos de uma so vez na sua buceta o que a fez empinar mais ainda o rabo para a minha boca e enfiei fundo a língua no seu cuzinho que piscava sem parar, e ela me chamava de depravado de tarado, que estava gostoso, e sem ela perceber soquei fundo a piroca na sua buceta, aquele bucetão engoliu todo o meu pau, a coroa revirava os olhos, enquanto agasalhava a minha pica toda na buceta, que entrou rasgando.

Naquela posição mesmo e tirei um peitão seu para fora e comecei a chupar os seus bicões deixando a coroa louca de novo, ele me dizia que iria gozar de novo, que não estava aguentando, que eu era gostoso demais, soquei a piroca bem no fundão dela enquanto eu apertava e beliscava os peitões dela, logo ela se esticou toda no sofá e com as pernas tremendo mostrava que estava gozando mais uma vez sem parar.

Com o caralho todo ensopado tirei da sua buceta e fui enfiando no seu cuzinho e ela tentando reclamar e me tirar de dentro mais totalmente esgotada de tanto gozar acabou recebendo a minha piroca no fundo do cuzão, socava a pica no cuzão da coroa que chorava dizendo que estava doendo mais que não era para eu parar de comê-la, meti fundo naquele cuzão empurrei ela para o canto do sofá e fiquei de ladinho com ela, coloquei a suas coxas no encosto do sofá e mandei a pica para dentro acelerando as estocadas naquele cuzão, que delicia, estava muito gosotoso o meu saco doía de tanto que eu estava segurando o meu gozo.

Quando estava sentindo que iria gozar eu parava e a coroa empurrava o bundão para trás pedindo para não parar e eu parado ficava recebendo aquele cuzão, não aguentei mais, e enchi o rabo da minha sogra de leite enquanto apertava os seus peitões e com a outra mão enfiava na sua buceta, ela gozava mais uma vez recebendo o meu leite naquele rabão, ela falava que aquilo seria um segredo nosso e que daria para mim sempre sem que a sua filha soubesse, e a tranquilizei dizendo que ela não saberia de nada e que seria um segredo so nosso.

Agora é ver ate onde essa doidera vai nos levar.

  • Enviado ao Te Contos por João Victor

A nossa traição inicial

    By; Bruna Ola Te Contos, me chamo Bruna, tenho 26 anos, sou casada, meu marido tem 30 anos e é advogado. Estou no segundo ano ...