quinta-feira, 4 de novembro de 2021

Aceitei fazer sexo com o seu Artur por 250 reais (30-10-2021)

 By; Christine

Oi, meu nome é Christine, eu tenho 19 anos, sou mineira, moro em BH, faço faculdade de psicologia, sou loira, cabelos lisos até o meio das costas, tenho olhos verdes, coxas grossas e torneadas, bumbum arrebitado e grande, seios de médios para grandes com biquinhos rosados e salientes, tenho 1,85m e lábios carnudos e rosados.

Sabado passado, estava um calor absurdo aqui, minha rua estava quase vazia, era perto das 3h da tarde, eu resolvi matar uma horinha na academia, já que sairia a noite, coloquei um shortinho bem colado, a calcinha que eu estava era bem pequena, sumia na minha bundona, coloquei um top deixando minha barriguinha sarada de fora, amarrei meu cabelo e saí.

Seguindo a rua de minha casa, notei que o seu Artur estava sentado na porta de sua casa, ele é um ex-bancário, que mora sozinho, pois perdeu a mulher, ele é um 60tão todo em forma.

Como ele era amigo do meu pai, resolvi puxar assunto:

-OI SR ARTUR, TUDO BEM!

Ele arregalando os olhos quando me viu com aquela roupa:

-OI MINHA QUERIDA, COMO VÃO AS COISAS?.

Ficamos nessa conversar um bom tempo, ele reparando em meu corpo e eu reparando se seu pau se mexia. Até que fui mexer no cabelo e de proposito deixei a minha piranha cair, me virei de costas pra ele e o short entrou no meu rego, o short era muito apertado, então ele entrou até a metade de minha bunda, que por ser muito grande, o engoliu todo.

O Sr. Artur engoliu seco nessa hora, notei que seu pau deu sinal de vida, nessa hora me arrepiei, inclusive os ralos pelinhos dourados do meu bumbum, ele então olhou pra mim e disse:

-VOCÊ TEM NAMORADO MINHA FILHA

Eu respondi que não, ele disse;

- AH SE EU FOSSE NOVO! e deu um sorriso.

Eu me arrepiei toda e os bicos dos meus seios ficaram durinhos, marcando meu top. Como a rua estava mais vazia, ele pediu para eu esperar um instantinho, entrou e voltou em seguida...

- Chris, aqui 250 reais, deixa eu te comer, guardo segredo.

Eu fiquei louca, o coroa tava querendo me pagar, minha buceta tava pulsando, olhei bem para os lados, para a casa da frente, olhei para ele e aceitei, ele entrou e entrei em seguida fechando o portão (grande de aluminiun).

Ele sentou em um cadeira e eu me sentei em seu colo de modo que seu pau ficasse bem no meu reguinho que já latejava por uma rola. Ele ficou doido com aquilo, mal conseguia falar e eu senti seu pau crescer na minha bunda, então com ar de inocente eu disse:

-O QUE É ISSO SR., ARTUR?

Ele pergunto o que e eu então meti a mão para trás e em baixo do meu bumbum, segurei firme seu pau e disse:

-ISSO AQUI!

Eu então comecei a rebolar no seu pau e a gemer:

-AH SR. ARTUR, QUE PAU GOSTOSO, EU QUERO ELE TODO EM MIM, VEM ME COMER, VEM!!!

Ele então disse em voz alta;

- venha Chris, vou te dar um suco pra beber.

Eu disse bem no seu ouvido:

-VOU ADORAR TOMAR SUCO NESSE CANUDÃO AQUI, SUCO NÃO, VITAMINA

Eu já agarrei seu pau e pus pra fora, caindo de boca como uma gulosa faminta, ele gemia de olhos fechados.

-AH, ISSO ! VAI, FAZ ESSE VELHO GOZAR!

Eu sugava sua rola que tinha uns 17 cm, lambuzei todo o seu pau de baba, chupei seus ovos, passei a língua em toda a extensão daquele cacete, mordi a cabecinha e enfiava tudo na boca de novo, segurei ele pelo pau e sai puxando-o para dentro de casa, entrando na casa, ele veio feito um tarado quase rasgando toda a minha roupa e me deixou peladinha, eu me deitei na cama e ele começou a chupar minha bucetinha rosada e toda depiladinha, eu estava com tanto tesão que a baba de minha rachinha gostosa molhava toda a sua boca.

-QUE BUCETA GOSTOSA CHRIS, LAMBUZE MINHA BOCA COM ELA.

Ele metia a língua em minha bucetinha e no meu cuzinho que piscava bastante querendo engolir aquela língua. Ele se deitou e eu me sentei em sua cara.

-VAI MEU CACHORRÃO, LAMBE A BUCETINHA DA SUA CADELA E DEPOIS ME FODA FEITO UM ANIMAL, QUERO TODO O SEU CACETE DENTRO DE MIM.

Eu comecei a rebolar em sua cara, depois começamos um 69 onde eu engolia quase todo o seu cacete, estava tão gulosa que chegava a engasgar, o que fazia seu pau ficar mais melado ainda, depois de babar em seu pau, me posicionei e comecei a sentar em seu pau bem devagar, senti minha bucetinha se abrindo e recebendo todo aquele caralho gostoso que ia me preenchendo aos poucos. Como disse, sou muito apertadinha, então ainda sinto um pouco de dor no início, mas essa dor me dá muito tesão. Depois que senti seus pentelhos na minha bundinha, comecei a subir e descer.

-AH MINHA PUTINHA, VOCÊ É DELICIOSA, QUERO TE FODER MUITO SUA VAQUINHA, VAI OHHHH!

-ISSO SEU VELHO TARADO, FODE, VAI, ME ARROMMBAAA!! AAAHHH!QUE ROLA GOSTOSAAAAAA.

Eu subia e descia naquela rola, primeiro bem devagar, sentindo ela me penetrar bem de leve, depois muito rápido fazendo nós dois urramos de prazer.

-AAAIII, SR. ARTUR, QUE GOSTOSOOOO, FOOODDEEEE!!

- ISSOOO PUTINHAAAA!!! QUE BUCETINHA LINDA E GOSTOSSSAAAAAA!!!

Depois de um tempo, fiquei de quatro na cama e ele começou a meter por trás, ele ia num ritmo louco:

-VVAAIIIIII, AAHHAHHHHH!VVVOUUU GOOZARRRRR!

Acabei gozando, depois, ele enfiou três dedos na minha rachinha, pegou o melzinho dela e passou no meu cuzinho que piscava querendo rola, depois senti ele cuspir no meu cuzinho e meter um dedo, depois dois, e começou a fazer círculos,

-AI QUE DEDO GROSSOS, PARECE QUE TENHO UMA ROLA NO CU, AI QUE DELÍCIA

Depois senti a cabeça do seu pau na entradinha rosada e fechadinha:

- VAI FODE MEU CUZINHO QUE ESTÁ QUERENDO MUITA ROLA

Ele meteu tudo sem dó, dei um grito;

-AAAAIIII, OOHHHHH, VOCÊ ESTÁ ME ARROMBANDOO!!!OOOHHHH! FOOODDEEEEE!

E ele foi metendo tudo, encostei meu rosto na cama e arrebitei mais minha bunda, e ele fodendo forte, depois fiquei na posição de frango assado e ele enquanto comia meu cu chupava meus peitos, quando ele disse que ia gozar, tirei seu pau do meu cu e comecei a punheta-lo.

- VAI SEU PUTO, GOZA NA MINHA CARA VAI!

Até ele gozar na minha cara e na boca.

-OOHH! SUA VAQUINHAAAA, TOMA POOORAAAAA!

E era muita porra, acho que há tempos ele não dava uma, a porra era grossa e muito consistente, eu estava toda melada, minha boca estava toda grudenta, fomos para o chuveiro e lá chupei seu pau até endurecer de novo, chupei muito até ele gozar nos meus peitinhos.

Após essa foda, tinha que ir embora, mas ele disse que se eu quisesse mais dinheiro falasse com ele que marcariamos outra foda e ele me pagava.

Eu me vesti e voltei pra casa, cuzinho piscando, cansadinha, bem melhor que academia... sem falar dos 250reais.

A pergunta que fica é; Repito ou Não?!

  • Enviado ao Te Contos por Christine

quarta-feira, 3 de novembro de 2021

Final de semana inesquecível (lesb)

 By; Karlinha

Meu nome é Karlinha, eu tenho 24 anos, e namoro a Mariana, começamos a namorar dessa maneira.

Alguns anos atras fui passar um final de semana na praia com meu namorado e um casal amigo do meu namorado que eu não conhecia, chegando lá fiquei sozinha com meu namorado por meio dia, foi o suficiente para transarmos o tempo todo.

Quando o casal chegou fui apresentada, fui super simpática com eles para que eles ficassem a vontade, mas na verdade fiquei impressionada com a beleza da garota que tinha apenas 20 aninhos. Realmente a garota me despertara algo que nunca sentira antes, ou não notara.

O tempo foi passando e fomos ficando íntimas um dia depois, Mariana saiu do banho, enrolada em uma toalha e eu aproveitei a oportunidade, assim que ela entrou em seu quarto eu bati na porta e ela disse:

- entra está aberta

Quando entrei ela ia vestir uma calcinha, caramba que corpo lindo, seios pequenos e durinhos, coxas lindas e com pêlinhos dourados, e uma bucetinha que mais parecia de uma menina, pequena inchada e lisinha, isto é bem depilada. Neste dia inevitavelmente a garota notou meu olhar guloso para seu corpo, e achei que gostou, pois além de não vestir a peça dizendo que não gostava, ficou um tempão procurando outra, permanecendo nua a minha frente, depois que achou a calcinha, virou-se frente para mim, e vestiu bem devagar, como sabendo o efeito que me causaria, depois escolheu um vestido, não usava sutiã, como eu, e ao vesti-lo virou-se costas para mim pedindo para fecha-lo...

Eu sabia que ela poderia fazer isto muito bem sozinha, mas me aproximei trêmula e pegando o fecho, me aproximei o maximo que pude dela, sentindo seu perfume gostoso, fiz o que me pediu, não sem antes admirar a suavidade da sua pele.

Quando Mariana se virou para mim, tive uma enorme e grata surpresa, ela girou o corpo e ficando a pouco centímetro de mim disse;

- Eu, não sei se estou certa, mas parece que você gostou muito de mim, devo te confessar que desde o nosso primeiro encontro eu também gostei muito de você, e não foi só amizade, tem algo diferente no ar, você não acha?

Senti o chão fugir dos meus pés, eu não fora nada discreta, não sabia o que dizer, e quando pensei que já sabia o que falar não pude pois, Mariana pegando meu rosto com muito carinho beijou minha boca com muita paixão, a partir daí uma verdadeira loucura tomou conta de nós, quando me dei conta, a mão dela subia pela minha coxa chegando a minha buceta, ela sabia das coisas, mais uma vez beijando minha boca para que não tivesse tempo de reagir, ela enfiou a mão dentro da minha calcinha e com o dedo começou a acaricia meu clitóris, que loucura, timidamente eu também levantei seu vestido e levei a mão aquela buceta tão pequena que me chamara tanto a atenção.

Em segundos estávamos na cama, rapidamente nos livramos das roupas, o corpo da garota, perfumado, recém saído do banho, eu comecei a mamar seus peitinhos, estes ficaram com os tiquinhos parecendo pregos de tão duros, ela gemia gostoso na minha língua, eu nunca fizera aquilo, mas sabia onde uma mulher gosta de ser tocada, lambida, enquanto mamava seus seios, minha mão estava em sua buceta...

Agora já bastante úmida, fui descendo lambendo sua barriga, que pele, demorei até chegar a bucetinha, inchada, parecia uma virgem, quando meti a língua ela abriu as pernas ao maximo, sua rachinha ficou aberta, como a boca de uma criança a espera do papá, enfiei a língua, lambi seu grelinho, ela se contorcia e gemia

- ai, ai, que gostoso, vai, não pára

De repente vi que ela se movimentava na cama, deu um jeito e logo senti algo em minha buceta, era sua língua, que gostoso, nunca fizera com uma mulher, era demais, não demorou muito e fiz pela primeira vez uma mulher gozar, senti as coxas de Mariana se fecharem em torno do meu rosto e ouvi os seus gritos

- ai amor estou gozando

Ela largou a minha buceta e seu corpo começou a se curvar parecendo um arco, vi suas coxas totalmente arrepiadas, intensifiquei os movimentos da minha língua principalmente em seu clitoris, e senti na boca toda sua feminilidade, ela teve um orgasmo longo, depois ficou quieta, por alguns minutos, ninguém falava nada, até que eu senti que ela começara a se mexer, e ai senti mais uma vez sua língua quente em minha buceta, mostrou que sabia muito bem o que estava fazendo, devido ao alto grau de tesão que eu estava sentindo logo gozei como uma louca na boca da minha nova amante

- chupa amor, chupa gostoso, eu vou gozar

Perdi o senso de decência e gritei, urrei e gozei loucamente naquela boca gostosa.

Depois ficamos na cama como duas namoradas que se amam, prometemos amor eterno e que não pararíamos mais, em seguida nos vestimos e fomos prepara a janta dos nossos namorados traídos.

Durante quase dois anos ficamos nos encontrando, transando muito... ate que resolvemos que era a nossa hora, terminamos com os nossos namorados e nos assumimos, casamos e somos felizes.... que felicidade aquele final de semana.

  • Enviado ao Te Contos por Karlinha & Mariana

Transei ao pouco com meu amante aqui no trabalho (03-11-2021)

 By; Marina

Me chamo Marina, tenho 27 anos, sou casada, trabalho em uma farmacia em um hospital. Eu tenho um amante maravilhoso no meu trabalho, um medico.

Hoje (Quarta feira 03 de Novembro), eu tenho que trabalhar até as 23:00 hs para cumprir uma escala. Eu deveria chegar as 19hr mas consegui chegar as 18hr. Como ninguem ainda tinha chegado a farmacia tava vazia e deu pra rolar uma sacanagem.

Quando eu cheguei sabia que ele ainda estava no hospital, mandei um audio avisando para ele vir ate mim pois eu tava de saia e sem calcinha, ele ficou louco, e em pouco tempo ele já chegou no andar onde fica a farmacia. Ele já tava doido de tesão, a pica tava igual uma estaca, não dava pra rolar ali porque alguem poderia chegar a qualquer momento.

Fomos para o banheiro feminino, a transa tinha que ser rápida, mas não podia deixar de ser gostosa, então fui logo subindo minha saia e puxando a cabeça dele pra baixo em direção a minha buceta, ele chupou tão gostoso que eu quase gozei, passou a língua nela todinha, depois virei de costas e dei a minha bundinha para ele lamber.

Eu tava em pé e minhas pernas já não se aguentavam mais, quando ele passava a língua no meu cú, quase subia pelas paredes. O pior é que não podíamos fazer nenhum barulho e eu tava louca pra gemer bem alto.

Quando eu já tava toda babada foi minha vez de chupá-lo, abri sua calça e puxei pra fora aquela rola linda. Gente, como eu chupei, voces não podem nem imaginar o que eu fiz com aquele pau na minha boca. Foi muito bom ele já tava quase gozando, aí subi e mandei ele sentar.

Sentei em cima dele com tanta vontade que ele deu gemido alto, lembrei a ele que não podíamos fazer barulho. Ele me mandou cavalgar gostoso, eu comecei rebolando bem devagar e fui aumentando o ritmo aos poucos.

Tinha que ser uma fodinha rápida, mas eu não queria sair de cima dele, virei de costas e cavalguei gostoso, ele segurava e apertava forte a minha bunda.

Pedi a ele que levantasse para me comer de 4, ele tava todo suado e eu doida para gozar. Não foi preciso muito tempo quando ele deu umas estocadas, gozamos juntos.

Foi MARAVILHOSO!!!!

Depois que acabamos, ficamos nos beijando, nos amassando e o pau dele já tava ficando duro novamente, fiquei com medo de chegar alguém e achamos melhor acabar por aí. Me recompus e saí na frente para ver se tava "limpeza ". Ele saiu logo depois e foi ao banheiro dos homens para se limpar pois ele é casado e não podia chegar em casa com o cheiro da minha buceta no pau dele.

Ele pode até dar uma com a mulher dele hoje, mas tenho certeza que ele vai pensar em mim na hora de gozar...

  • Enviado ao Te Contos por Marina

 

Bato siririca ate hoje lembrando de quando transei com minha cunhada e sua amiga (lesb)

 By; Mayara

Me chamo Mayara, tenho 23 anos, sou de Fortaleza-Ce. Isso já tem um tempo, mas eu sempre adoro lembrar e tocar um siririca bem gostosa.

Aconteceu depois que saímos da balada numa madrugada de Domingo, o calor era intenso e o cansaço depois de uma noite de muito pegação também. Eu estava acompanhada de minha cunhada Valeria e sua melhor amiga Alesandra, três mulheres voltando da balada totalmente excitadas e cheias de tesão.

Valeria assumiu logo a direção do carro, eu fiquei no banco de trás, e a Alê veio e sentou comigo depois de dar um beijo na boca de Valeria, disse que ia ficar comigo, Valeria ligou o carro e saiu numa velocidade baixa percorrendo varias ruas da cidade, fazendo um percurso bem maior que o de costume.

A Alê enquanto isso não perdeu tempo, foi logo me beijando a levantando a minha saia, e como eu já estava sem calcinha foi passando seus dedos sobre os lábios da minha bucetinha, Em seguida, me fez deitar de lado, me fez abrir as pernas e começou a lamber minha buceta suculenta e molhadinha.

"Que coisa mais gostosa", fiquei imaginando porque eu ainda não tinha feito aquilo antes, Foi então que Valencia perguntou:

- A bucetinha da minha cunhada deve ser muito gostosa, está gostando?

– Sandra respondeu, Muito gostosa mesmo! Quer provar?

– Claro que quero, quero comer a cunhada também, respondeu a Valeria!

Alesandra enfiou seus dedos na minha buceta bem devagar, e os tirou, e deu para Valeria lamber.

- Hmmm... Delícia! Cunhada eu não vou te perdoar se não me deixar mamar sua buceta também.

Alê enfiou de novo os dedos na minha buceta, e me deu para provar do meu próprio sexo, e depois voltou a me chupar. Valeria parou o carro em frente a sua casa, e como a rua estava deserta abriu a porta de traz do carro e veio chupar minha buceta, enquanto Alê veio me beijar a boca com sua boca lambuzada do meu néctar e com cheiro de buceta.

Entramos em casa e fomos direto pro quarto de hospede, onde eu e a Alê deveríamos dormir. Valeria disse que queria me chupar ate eu gozar, e a Alê se propôs a ajudar. Valeria continuou chupando minha buceta, e enfiando seu dedo em mim, depois lubrificou meu cuzinho com meu próprio liquido e começou a me penetras ali também. Com a mesma mão dois dedos na minha buceta e um no cuzinho. Eu já estava louca de desejo, quase gozando, quando Alê se juntou a Valeria e também enfiou seu dedo em mim. As duas ficaram se alternando, Valeria fodendo minha buceta com seus dedos e Alê fodendo meu cuzinho.

Gozei gostoso com aqueles dedos enfiados em mim e adorei sem comida pela minha cunhada e sua amiga, não sei se elas tinha planejado toda aquela sacanagem mas não podia ter sido melhor.

Valeria nos deixou e foi se deitar com meu irmão e disse que iria beija-lo sem lavar a boca, pra ele sentir o sabor da buceta da sua irmã, mas antes de sair ela me beijou na boca, e senti o gosto da minha buceta, depois beijou a Alê, e subiu para seu quarto.

Eu e a Alê depois de ficarmos a sós, deitadas na cama, começamos a nos acariciar, beijar e nos chupar, Alê ajoelhou-se sobre meu rosto, colocando sua buceta lisinha bem na minha boca, eu lambi e chupei com vontade, sua buceta, enfiava a língua no seu cuzinho e depois acabamos num meia nove o que nos proporcionou um delicioso gozo na boca da outra.

Depois de gozarmos Alê me beijou novamente na boca.

- Parabéns, você é muito gostosa!

Deitamos em seguida com nossas pernas cruzadas, esfregando nossas bucetas uma contra a outra, nos sentamos na cama sem desgrudar nossas bucetas e nessa posição, nos abraçamos, nos beijando e acariciando os seios, roçando buceta na buceta até gozarmos juntas.

Essa foi a melhor aventura e a melhor transa minha com mulheres que eu já tive, e sendo com minha cunhada e sua melhor amiga então foi maravilhoso.  

  • Enviado ao Te Contos por Mayara

Um amante! Era isso que eu precisava. (Set-2021)

 By; Claudia

Eu sou a Claudia, sou de uma cidade no interior de Goias, estou casada há 11 anos com o mesmo homem, e a vida sexual não é lá essas coisas. Apesar disso, até outro dia, mantive-me fiel. Tenho dois filhos (um casal) e, apesar de já ter 35 anos, mantenho a forma: tenho 1,66 e 60 kgs, faço dieta, caminhada, e sou bastante observada no shopping, no supermercado, na rua.

Dia desses, para mudar o visual, cortei os cabelos bem curtos. Um pouco por estar cansada do meu visual sem graça, um pouco para chamar a atenção do meu marido, que não anda "rendendo" o esperado na cama. Quem sabe mudando o cabelo...

Tudo começou no cabeleireiro, que corta meu cabelo há anos e é declaradamente gay. Depois do corte, ele olhou pra mim e disse:

- "Linda! Agora só falta um amante pra colocar o brilho nos olhos, e você estará perfeita..."

Eu ri muito de tudo isso, pois, apesar de sentir um desejo insuportável às vezes, nunca havia cogitado a traição. Conversamos bastante sobre trair ou não trair, e eu descobri que poderia dar ânimo novo ao meu casamento com um inofensivo caso extra-conjugal. Disse pra ele:

- "Eu nem imagino com quem isso poderia acontecer"

E ele respondeu: - "Não imagina porque é boba. Eu conheço pelo menos um que daria um dedinho pra te traçar..."

E não é que o "pretendente" era bastante conhecido meu? Cliente do mesmo cabeleireiro e dono do posto de gasolina aqui da cidade, haviamos nos encontrado lá algumas vezes, e, numa delas, ele comentou com meu amiguinho gay que era tarado por mim...havia descrito algumas roupas minhas, em algumas vezes que eu fora ou abastecer meu carro ou calibrar pneus. Roupas que faço ainda questão de usar, porque o corpo favorece (saias curtas, decotes, roupinhas mais justas). Estava feito o jogo: sinalizei pro meu amiguinho (cabeleireiro) "intermediar" a minha aventura e passei a aguardar ansiosa.

Em casa, trepava com meu marido imaginando aquele touro (sim, ele é um touro: 1,90 de altura, moreno queimado de sol, olhos claros) em cima de mim, me cavalgando, metendo até o fim...mas como eu disse, sou tímida, e ele é que teria que se aproximar...

Fui algumas vezes até o posto, ansiosa por um sinal, e nada. E quanto mais demorava, mais excitada eu ficava. E insegura: “será que ele havia desistido?”

Entre o excitada e o insegura, alguma coisa me dizia que ia rolar, era questão de tempo. Agora eu reparava que ele me dava uma bola descarada...rs...já devia saber de alguma coisa.

Até que um dia (um mês depois mais ou menos), fui ao posto agua de coco, era quase na hora de fechar. Eu não o vi por lá, meu marido estava numa viagem visitando a família dele com nossos filhos, e eu tinha ficado porque trabalhava. Fui à pé mesmo, pois estava sem carro, uma noite ardente, eu quase subindo pelas paredes de tanto tesão, louca pra encontrar meu tourinho...e nada. Tinha me masturbado a tarde toda sem conseguir chegar ao orgasmo, e me sentia só, muito só...

Estava voltando pra casa quando fortes pingos de chuva começaram a cair, resolvi não arriscar e voltei ao posto (agora fechado), e esperar por lá, até aquela tempestade de verão passar, me molhei bastante, a roupa grudou no corpo, mas como a chuva era forte, resolvi me abrigar lá mesmo...tudo escuro, nenhum vigia por perto, comecei a sentir frio e medo.

De repente, alguém fala no meu ouvido:

- "Isso é uma miragem"?

Putz, levei um susto e fiquei chocada. Era ele, todo ensopado como eu, voltara ao posto porque o vigia tinha tido um problema, iria passar a noite lá, eu fiquei trêmula, louca de desejo, senti o grelo enrijecer-se e a boceta molhar-se ainda mais quando vi o brilho nos olhos dele.

Ele não esperou e nem falou muito, puxou-me pra trás de uma bomba de gasolina e foi enfiando a lingua na minha boca, devíamos ao menos conversar, mas ele foi firme no que pretendia: enfiava a língua na minha boca e desabotoava meus shorts, com as mão grandes e decididas, mordia meus lábios de foma violenta, depois foi descendo pelo queixo, chupando e lambendo meu pescoço com vontade, e metendo dois dedos na minha boceta bem fundo, quando comecei e me retorcer de tanto prazer, os bicos dos meus peitos explodiam através da camiseta molhada, pedindo para serem lambidos, mordiscados...e foram atendidos!

Agora ele lambia e sugava meus peitos, com muita vontade. Meu Deus, que delícia! Os dedos dele na minha boceta daquele jeito e meus seios sendo sugadas por aquele homem tarado e bruto!

Aí, ele fez algo inesperado: quando viu que eu ia gozar, enfiou um dos dedos no meu cu, enfiou de uma vez, bem fundo, eu senti dor e prazer ao mesmo tempo, achei que ia explodir, e fiquei louca pra ser enrabada por aquele macho, quando senti a "ferramenta" dele por entre as calças.

Até esse momento, eu não havia feito nada pra dar prazer pro meu touro, e resolvi agir antes de gozar e amolecer. Mostrei pra ele que também sabia comandar e me desvencilhei dos seus dedos pra dar-lhe um banho de língua: comecei sugando sua lingua, suguei-lhe o queixo quadrado, mordi-lhe o pescoço, enquanto minhas mãos trabalhavam habilmente naquele pau enorme e sedento. Mudamos de posição e agora eu é que o atirava contra a bomba de gasolina, fazendo dele meu "brinquedo”.

Fui descendo pelos mamilos e sugando-os de leve, até chegar na piroca mais deliciosa do mundo e abocanhá-la até o fim. Ele começou sussurrando palavrões, me chamando de biscatinha e de puta, mas, a medida que eu aumentava o rítmo, ele parou de falar palavras inteligíveis e começou a arfar, a urrar...

A tempestade caía barulhenta no telhado de zinco do posto, e eu estava abaixada, de joelhos, sugando cada milímetro daquele pau maravilhoso, enquanto ele puxava a minha cabeça cada vez mais de encontro com sua rola. Quando senti que o pau inchou de forma ainda mais anormal, sinalizando que meu tarado ia gozar, fui diminuindo o rítmo e pedi, manhosa, que ele comesse meu rabo. Ele quase não acreditou e disse que não, que ia me machucar. Eu implorei, pra que o jogo ficasse ainda mais excitante, e ele disse que havia uma condição pra isso: entraríamos na lojinha do posto e eu seria besuntada de chantilly, pra não sentir dor, eu topei na hora.

Fomos meio que tropeçando, loucos de desejo, e ele me botou apoiada no balcão, as pernas semi abertas, de frente pra ele, e me deu aquele banho de língua (pra eu ficar menos resistente ainda, se é que isso era possível!). Chupou minha xoxota de todas as formas: de leve, só por fora, metendo toda a língua por dentro, com movimentos rápidos, com movimentos circulares, até eu implorar pra ele parar, porque iria gozar.

Ele disse: - "Agora minha putinha está preparada pro meu caralho..."

Virou-me de costas, em pé, e foi besuntando chantilly no meu cu com os dedos (a outra mão ainda trabalhava no meu grelinho!)...fui rebolando nos dedos dele até entrar o primeiro...aí pedi que ele metesse um segundo dedo, coisa que ele prontamente atendeu, quando implorei pelo terceiro dedo, ele começou a enterrar aquele pau enorme e maravilhoso no meu rabo, de forma delicada e segura.

Ele metia e apertava meus mamilos por cima da roupa molhada, falava bobagens no meu ouvido, tipo: biscatinha, putinha sem vergonha, cadela...eu fiquei louca...de repente, num tom até mesmo grave, ele ordenou:

- rebola no meu pau, cadela!!

Ai, que loucura, eu comecei a rebolar naquele cacete delicioso, feito doida, em movimentos que deixavam ele cada vez mais tarado, eu urrava de prazer, não sentia dor alguma, e pressentia que ia explodir no maior orgasmo da minha vida, fui abaixando o corpo lentamente e, através de sinais, pedi que ele deitasse no chão pra eu poder rebolar com o cu mais à vontade.

Ele acabou se deitando sem desencaixar o pau do meu rabo, e aí mandei bala: subia e descia do caralho dele com força, meu grelo ficando cada vez mais teso, e meu macho gritando:

- "que delícia, que delícia"...

E foi quando ele teve a brilhante idéia de manipular meu grelo enquanto eu cavalgava aquele pirocão com o cu, aii foi demais!. Senti o orgasmo vindo, o meu e o dele, o pau dele cada vez mais duro e mais inchado, meu grelo cada vez mais teso, ele gritando bobagens, me chamando de puta e gemendo, eu pedindo pra ele meter mais fundo, mais fundo, mais, mais, maiiiiiiiiiiiiissssssssssssssssss...

Explodimos feito loucos, em espasmos visíveis e incontroláveis, gritamos feito animais, nos retorcemos, nos contorcemos, havíamos suado em bicas, o pau dele todinho enterrado no meu cu, e nós caídos no chão, nem havíamos percebido que a chuva tinha passado.

Depois que recuperamos as forças, meu touro nos serviu uma cerveja e me lavou todinha na pia do banheiro do posto. Um lindo banho, cheio de doçura. Foi maravilhoso. Ele me lavou, me deu uma camiseta seca e limpa e me deixou em casa, como se fosse um namorado. Pedi que ele não ligasse no outro dia, pra não complicar as coisas, mas os homens não obedecem...rs

Estamos nisso faz uns dois meses. Meu marido retornou de viagem, mas, sabe como é, é muito tempo de casado... Então, quando as coisas ficam meio chatas, eu saio pra comprar alguma coisa n posto. Torço até pra que chova, mas, com chuva ou sem, ultimamente, quando volto de lá, tenho voltado bem mais amorosa...não é isso o que vale?

Às vezes, uma simples ida ao cabeleireiro pode ser bastante perigoso...e excitante!

  • Enviado ao Te Contos por Claudia

 

terça-feira, 2 de novembro de 2021

Meu caso...

 By; Ricardo

Oi, eu me chamo Ricardo, tenho 27 anos, sou casado, e a um tempo atras eu conheci a Vanessa, ela tem 18 anos. Eu moro em Ilhéus, que fica na Bahia.

Comecei a trabalhar em uma empresa que fica próxima de casa, e por esse motivo não é necessário pegar ônibus ou o carro. É tão perto que vou sempre em casa almoçar e gosto de fazer o trajeto a pé mesmo, pra me exercitar um pouco.

Foi em um desses retornos ao trabalho depois do almoço que tive a sorte de conhecer a Vanessa. Uma menina linda, de cabelos compridos e encaracolados, cor de mel, sua pele com morena do sol em uma pele lisa como podemos ver em poucas adolescentes. Seus seios são deliciosos, muito firmes e volumosos. Uma barriguinha bem definida e deliciosa. Embora já tenha visto Retaguardas maiores, o dela não deixa nada a desejar: Volumoso e arrebitado. Sempre passava por ela, e cruzamos olhares.

Um certo dia a chamei e me apresente. Ela toda sorridente, me disse que se chamava Vanessa e conversamos um pouquinho. Eu disse que havia gostado dela, e que queria um beijo. Pra minha decepção, ela só me deu um selinho no canto da boca e disse que gostaria de conversar comigo, no dia seguinte, no mesmo local.

No outro dia quando nos reencontramos, ela me deu um beijo maravilhoso e senti um tesão muito grande. Disse que queria sair com ela, e marcamos numa avenida aqui na cidade que fica a beira mar. Mal conseguia esperar a hora de encontrar aquela tesuda e ver o que acontecia, depois do trabalho.

O dia passou e nos encontramos na tal avenida (Ela é pouco movimentada e as pessoas que frequentam normalmente são casais de namorados). Sentamos num banco e começamos a conversar. Ela disse que estava ligada em mim já há um tempo e estava muito feliz de estar ali. Nos beijamos muito e eu comecei a correr as mãos por todas as partes de seu corpo. A principio ela pedia para eu parar, mas logo o tesão tomou conta do seu ser, e, em uma manobra rápida e ousada, desabotoei a sua calça e coloquei a mão em sua linda bucetinha..... Estava encharcada! Parecia uma cachoeira de tanto líquido que dali emanava. Meu caralho que já estava duro de tanto tesão não se continha dentro de minha roupa. Ela estava deitada com a cabeça no meu colo (por isso conseguia alisar aquela racha pequena e quente, e então eu perguntei:

- "Você tem coragem de chupar o meu pau aqui e agora?".

Ela respondeu que sim, e então tirei minha rola para fora. Confesso que foi a melhor chupada que já me deram.... Ela começou passando a língua na cabeça e deixou toda a sua saliva escorrer pelo meu cacete, que delícia! então ela abocanhou todo o meu pau até eu o sentir chegar na sua garganta! Uma maravilha!

Gozei profundamente em sua boca, e ela continuou chupando enquanto eu gozava. Então ela disse que como ela havia me feito gozar, queria que eu a fizesse gozar também, prontamente obedeci, perguntei se poderiamos ir a uma pousada. Ela disse que não pois tinha estava sem sua identidade... então eu propus que fossemos a praia (estava noite) e ela relutou. Mas como ela estava louca de tesão resolveu ir, pra minha surpresa ela retirou de sua bolsa uma canga, como que sabendo o que aconteceria, estendemos a ganga e a coloquei deitada sobre ela, retirei a sua calça e tive uma visão maravilhosa, uma buceta linda, com bem poucos pelos, da maneira como eu gosto, eu cai de lígua e chupei ela toda.

 Passava a lígua no seu cuzinho e subia até o seu grelo, ela ficou louca de tesão, e esbravejava para eu chupar mais e mais rápido, e eu obedecia, coloquei a minha língua dentro da sua buceta e pouco depois senti o gostos de seu prazer... uma coisa indescritível!

Ela me pediu para penetrá-la e prontamente o fiz, encostei a ponta do meu pau na sua bucetinha e senti o quanto ela era apertada. fiquei com medo de empurrar de vez e cortar o tesão dela, já que poderia fazê-la sentir dor, com jeito fui me atolando ali dentro, e logo estava encostando minhas bolas em sua buceta, comecei o movimento de vai-e-vem e ela correspondia.

Os gemidos deram lugar a gritos incontroláveis de prazer. Até que ela gozou novamente, ai ela virou, ficou de quatro e disse:

- "Ai meu amor, como você me fez gozar gostoso, quero que você coma o meu cuzinho! mete nele! Me faz sua puta!"

Ai eu coloquei o meu pau e ela sentiu um pouco de dor, perguntei se queria que parece e ela disse que não, mandou continuar, coloquei a cabeça e a dor começou a dar lugar ao prazer, coloquei devagar, mas de uma maneira firme, ela rebolava, esperneava, mandava eu comer ela e então num profundo prazer, gozamos deliciosamente. senti um jato sair da sua buceta e bater em minha cochas. Gozei tanto e com tanta intensidade que senti minhas pernas tremerem, foi uma delícia!

Muitas vezes depois voltamos a esse lugar para fazer transarmos, ou a pousadas e realizamos nossas fantasias sem preconceitos e com bastante amor.

  • Enviado ao Te Contos por Ricardo

 

Consegui comer o cu da minha melhor amiga...

 By; André

Ola, eu me chamo André, tenho 34 anos.

Renata é uma grande amiga que conheci logo nos meus primeiros dias de faculdade. Inteligente, casada, bonita, gostosa e um ano mais velha do que eu. Simpatizamos de cara um pelo o outro, mas sempre com o maior respeito. Qualquer envolvimento maior seria um risco para nossa amizade, além disso era também amigo do marido dela.

Enfim, com o passar dos anos, Renata e eu fomos nos tornando íntimos a ponto de compartilharmos segredos de nossas vidas amorosas: eu e minhas eventuais namoradas; ela e o maridão. Pelo que discutíamos, ambos sabíamos que nos daríamos muito bem na cama se tivéssemos nos conhecido em outras circunstâncias...

Havia apenas uma nota destoante, Renata se dizia avessa ao sexo anal... Ela tinha experimentado apenas uma única vez, mas sentiu tanta dor que ela jurara nunca mais levar na bundinha. Ainda assim, Renata ficava fascinada com os relatos das enrabadas que eu aplicava em minhas amantes .

Nossas conversas acabaram sendo uma ponte muito importante entre nós para que eu pudesse apoiá-la quando o casamento dela naufragou. Foram longas semanas de choro e sofrimento de minha amiga, feita em frangalhos pelo divórcio. Com o fim do casamento, continuamos a manter nossa sólida amizade. Não demoraria para Renata se envolver com outros homens, atraídos por sua beleza. Três homens em dois meses, período em que ela me presenteou com relatos detalhados de suas trepadas mais selvagens.

Como essa mulher gosta de levar pau! Ela adorava ficar de quatro para seus machos, provar de diferentes picas na boceta, lamber os caralhos encamisados...

Foi ai que eu acabei conhecendo minha amiga mais "a fundo".

Havíamos marcado um inocente cinema no centro da cidade. Tínhamos nos falado antes pelo telefone e minha amiga mostrara-se simpática e agradável como sempre. Contudo, ao nos encontramos no lugar combinado, me deparei com Renata se desfazendo em lágrimas. Procurei reconfortá-la e saber o que a estava incomodando. Ela me disse, então, que havia esbarrado no ex-marido a caminho dali, um papo a princípio amistoso que acabara desembocando numa troca gratuita de acusações e recriminações mútuas sobre o fracasso de sua relação.

Vendo o estado de minha amiga, resolvi cancelar o cinema e acompanhá-la de volta à casa dela. Ela não queria, contudo, que a mãe a visse daquela jeito, então decidi pelo meu apartamento, onde poderíamos conversar e eu tentaria acalmá-la. Renata concordou.

Chegamos a tempo de ver minha família partir para um final de semana em nossa casa de praia. Renata disfarçara bem as lágrimas até o momento em que ficamos a sós em minha sala de estar. Não consigo ver uma mulher chorar! Isso me toca fundo no coração... Procurei abraçá-la e lhe convencer que tudo ficaria bem.

Ela foi se acalmando à medida que relatava as barbaridades que ouvira do ex, principalmente em relação à "feiura" de seu corpo. O ex nunca aprovara o tamanho avantajado da bunda de Renata, nem o tamanho reduzido de seus seios... Ou seja, uma bunda e tetas pelas quais eu, em particular; e o restante da população masculina, em geral, babávamos, eram pelo ex desdenhadas de forma cruel e injusta (pois além dos atrativos já citados, Renata ostenta um sensual cabelo louro curtinho, olhos amendoados de felina, coxas grossas, quadris largos e convidativos, fora uma boquinha pequenina).

Foi quando aconteceu... totalmente inesperado para mim, enquanto enxugava as lágrimas dela que Renata me perguntou o que eu achava dos seios dela. Inocentemente, juro disse-lhe que eles pareciam muito bonitos, apesar de apenas poder visualizá-los por sob a blusa dela.

Renata, olhando-me diretamente nos olhos, perguntou se eu gostaria de ver seus seios. Fiquei estático! Não esperava por aquilo... cheguei mesmo a duvidar se ela não estaria se oferecendo a mim apenas para se vingar do ex. Sentindo minha hesitação, ela ruborizou de pronto e começou a improvisar um pedido de desculpas. Vendo aquela bela mulher se oferecendo a mim, meu tesão despertou num endurecer instantâneo do meu pau, apertado sob minha calça como um animal faminto enjaulado.

Sem dizer uma palavra, aproximei-me de minha amiga, ainda em meio às suas desculpas, sentada na beirada do sofá. Sabia que nossa atração era mútua, e que a vingança envolvida na oferta dela, se havia, era uma parte insignificante diante do desejo sexual transparente e genuíno que existia entre nós. De pé, diante dela, afrouxei minha calça e abaixei a cueca, liberando minha vara tesuda e inchada para o consumo dos olhos surpresos, e gulosos, de Renata. Os lábios dela ficaram úmidos de imediato. Passei a bater e esfregar a pica por aquela face tão delicada e familiar... e que agora eu descobria tão quente, suave e macia. Esfregava forte a cabeça do pau... passeava por seus olhos, testa, orelhas, bochechas, nariz e lábios...

Dominada pelo tesão, minha amiga perdeu as últimas amarras da razão e engoliu meu pau duro, ela pagava um boquete demorado e molhado sem pudor. Enlouquecido, fora de mim, eu entrelaçava meus dedos pelos cabelos curtinhos dela, puxando aquela boca esfomeada de encontro à rocha quente em que meu pau havia se transformado.

Eu respondia aos prazeres que aquela língua nervosa e lábios tarados me proporcionavam com o encravar profundo do cacete na garganta dela... até o talo... que ela realmente parecia adorar, ainda que quase se sufocando mais de uma vez, entalada em minha carne dura, gemendo como uma cadela obediente. Ela alternava o engolir do meu saco peludo e culhões com o sobe-desce suave do boquete, dispensando especial e maravilhosa atenção para o serpentear de sua língua sobre a glande já úmida pelo meu líquido seminal. Não tardei muito para alcançar um gozo inesquecível, farto, gritado, derramando sobre Renata uma sequência de esporradas que parecia não ter fim, e que para meu deleite vi aquela mulher maravilhosa engolir até a última gota, em confiança (sou um praticante fervoroso do sexo seguro, e ela sabia disso).

Precisei me sentar no sofá, abraçado à Renata, para não cair ao chão de tão forte que havia sido meu orgasmo.

- "Sua porra é deliciosa", me confessou a safadinha ainda com meu sêmen colado nos dentes, lábios, queixo e língua.

Decidimos, então, tomar um banho juntos. Ela se despiu à minha frente, fiquei embasbacado com a gostosura daquela fêmea, finalmente nua para mim. Um delicioso corpo de mulher, tão cretinamente desprezado pelo ex que não deu àquela maravilha o tratamento que ela merecia.

Debaixo da água quente do chuveiro, dei um banho de língua, dentes e sabonete naquela deusa. Viajei das orelhas e nuca (ponto fraco dela) à maciez quente dos pezinhos de Renata, que enlouquecida se limitava a gemer palavrões e a se contorcer como uma verdadeira puta. Mamei demoradamente naquelas tetas de menina... tão deliciosas... eu as engolia inteiras, alternando com o castigar safado da minha língua sobre os mamilos pontudos e rosados, o que arrancava urros de prazer de minha saborosa amiga. Não havia mais como me segurar... precisava comê-la já!

Entre carícias, fiz minha amiga encamisar minha vara inchada, o quê ela operou com muita doçura. Postei-a de quatro diante de mim, sua cabeça sob a ducha quente do chuveiro.... Aquela bunda enorme ficou empinada diante de mim... arreganhada... o cu e a boceta totalmente expostos para o meu prazer. Passei os dedos lentamente por aquele rego sedoso, detendo-me numa carícia especial, super suave por sobre o cuzinho apertado, de pregas quase virgens... O ânus da gata se contraiu de imediato, ela protestou

- "Eu sei que você gosta de enrabar, mas eu não quero. Você sabe disso".

Adoro submeter uma mulher aos meus caprichos de macho, subjuga-la à minha fome de sexo como uma verdadeira escrava. Amiga ou não, seria isso que faria com Renata. Enterrei-lhe a vara na xota até o talo num só movimento de tesão animal. Ela gritou alto, xingando e rebolando. E foi xingando, rebolando e berrando que ela se derreteu sob a força crescente das minhas estocadas. Fodia aquela boceta ardente e apertada com violência, enquanto atacava apaixonadamente o grelinho inchado dela com uma das mãos...

Foi quando cravei-lhe um dedo no seu cu e ela pediu para tirar. Respondi com mais um dedo... num enfiar profundo... arregaçando o buraco sem piedade, sentindo a musculatura e o calor do reto daquela gata em todo o seu esplendor. Só tirei-lhe os dedos do cu para cobrir-lhe a bunda de tapas carinhosos e cheios de tesão.

Foi apanhando delicadamente no rabo, com o grelo em minha mão e levando o caralho fundo na racha que minha bela parceira explodiu num gozo suado e potente, gritando como se não houvesse amanhã, rebolando ensandecida como uma cobra...

Pego na intensidade fantástica desse rebolado, me vi lançado aos berros num gozo fortíssimo que fez meus joelhos dobrarem numa sensação plena de prazer... Cada músculo do meu corpo doía, meu pau parecia um animal ferido quando o removi do interior pulsante da vagina.

Sem esperar, Renata atacou o caralho como uma predadora, arrancando-o da camisinha.

- "Não vou te dar sossego. Essa pica não vai baixar,"

Ela disse abocanhando o caralho todo melado de porra com um apetite tão grande que ela gemia de tesão enquanto mamava.

Sorri para mim mesmo... Renata nem desconfiava que estava pavimentando o caminho para a perda de suas pregas com aquele boquete. Realmente aquela deliciosa boquinha fez um ótimo trabalho de língua e lábios para manter o cacete durão e disposto.

Era chegada a hora de meter no cu de Renata, mas eu nada diria até ser tarde demais para ela me recusar. Enxuguei minha gata carinhosamente numa toalha felpuda, beijando-a novamente da cabeça ao pés, o que tornou a arrancar dela os melhores aromas da boceta carnuda e os mais saborosos gemidos.

Carreguei-a no colo de volta para sala e a deitei de bruços sobre o sofá, deitei-me sobre ela, fazendo-a sentir o peso do meu corpo e o roçar do meu peito cabeludo em suas costas, mordendo-a na nuca com suavidade, fui introduzindo a vara encamisada (camisinha lubrificada) na xota delicada bem lentamente. Entrei inteiro, sentindo a maciez quentinha e sedosa daquela bunda enorme que eu cobiçava. Ela gemeu, passei a estocar... mais lentamente ainda, um preguiçoso vaivém que a fazia suspirar como uma donzela inocente, mordiscava as orelhas dela, lambia-as, chamando-a, entre sussurros, de piranha, vadia, vagabunda, boqueteira, cadela... Ela adorava!

Tirei a vara dela tão suavemente quanto a havia penetrado e, ajeitando-me sobre ela, prendendo-lhe as pernas abertas sob meus joelhos, mirei-lhe o cuzinho. Foi uma enterrada forte e precisa, que pegou minha amiga de surpresa, num grito de

- "Ai, meu cu"!

Arrombada pela cabeça do pau, o melhor para ela seria relaxar e aproveitar. Ela protestou, e sem dizer mais nenhuma palavra, fui forçando o caralho para dentro daquele cuzinho a cada centímetro que eu avançava com tanta dificuldade, ela arfava, gemendo de dor, os olhos cheios de lágrimas... Foi quando ela me surpreendeu, começando a relaxar para fora as pregas como eu havia mandado... ela havia me obedecido mais cedo do que eu esperava... Eu sabia que ela cederia, pois sei quando uma mulher gosta de dar a bunda (os olhos de Renata sempre brilhavam quando contava a ela sobre as mulheres que eu enrabava, lembram-se?).

É a maior das delícias ver uma mulher se entregar para você por completo... de corpo e alma! Renata é uma mulher de personalidade forte, que sabe defender suas opiniões, mas naquele momento ela estava totalmente entregue, tomando no cu como uma puta de verdade. Uma puta com P maiúsculo. Apenas com o sexo anal, a forma mais selvagem de entrega de uma mulher a um homem, é que esta se mostra uma piranha completa, totalmente realizada em seu potencial erótico, orgulhosa de vencer o desafio dos seus próprios limites, indo além do convencional. E era assim que minha Renata se sentia (como depois me confessou), aguentando um pau no cu. Quanto mais eu metia naquele rabo, centímetro por centímetro, mais pica parecia sobrar.

Finalmente, senti meus pentelhos espremidos contra a pele macia da bunda de minha amiga. Fiquei parado por alguns instantes, sentindo a pressão da musculatura anal em torno do caralho enfiado inteiro, mordendo a nuca e lambendo-lhe o pescoço. Cinicamente, perguntei-lhe se queria que eu tirasse. Ela me disse, em tom de desafio, estar com muita dor no cu, mas que ia aguentar.

Comecei a estocar. Ela gemeu... muito. Passei a meter super forte. Ela gritava... de prazer! Ensandecida, Renata procurava rebolar ao máximo para aproveitar cada centímetro de vara que lhe fodia o cuzinho. Ela se despedia das pregas sem remorso. Pedia mais e mais... Ataquei-lhe o grelo com a mão... a nuca, pescoço, rosto e lábios receberam minha boca faminta... Levei-a a loucura. Minha amada anunciou aos gritos e entre lágrimas de tesão seu mais profundo orgasmo. Nunca vi uma mulher gozar tanto. Sua boceta ensopou minha mão, seu cu mordeu forte o caralho numa intensa contração da musculatura anal, sua bunda se contorcia para todos os lados com tanta vontade que temi perder o equilíbrio sobre ela.

Em seguida, eu me desfiz num gozo farto e completo. Após essa trepada, realmente memorável, dormimos juntinhos como antigos amantes.

É claro que muitas outras horas de prazer se seguiram naquele final de semana inesquecível... nossa pequena lua de mel. Mas, com a chegada da segunda-feira, o inevitável de compromissos profissionais e relacionamentos pendentes se abateu sobre nós. Fizemos juras de que nosso rompante de "loucura" não estragaria nossa amizade. E conseguimos. Continuamos amigos... até hoje.

  • Enviado ao Te Contos por André

 

segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Lembranças de quando chupei e dei o cuzinho para o meu primo, da tesão ate hoje.

 By; Bia

Eu me chamo Bia, tenho 23 anos, mas vou contar mesmo algo que me da muito tesão, principalmente nessa epoca do ano, pois foi pelo mês de Novembro, com 17 anos em que aconteceu isso que contarei...

Tenho um primo chamado Marcos, marquinhos para todos, eu nunca tinha olhado para ele com qualquer interesse, dos 16 aos 18 eu adorava chupar os meninos, e ate já tinha chupado um primo meu... mas nunca vi o Marquinhos um otimo candidato.

Na epoca ele estava com 18 anos, é loiro e tem as pernas bem grossas, aconteceu uma festa no sitio de minha familia, e convidei algumas amigas, e minhas amigas babavam vendo-o de sunga na piscina, ele parecia ter um cacete bem grande, o que as deixavam doidinhas, só a partir de muito ouvir elas falando que fui prestar atenção nele.

Nessa epoca embora uma boqueteira de primeira eu ainda era virgem. Eu adoro chupar um cacete! Eu gosto de sentir um pau pulsando em minha boca, sentir seu gosto, a cabeça se inchando cada vez mais até gozar. Todos os garotos que eu chupo eu os faço gozar em minha boquinha, e engulo tudo. Eu adoro ir embora para casa com aquele gostinho de porra na boca e isso nessa epoca pra mim era uma delicia.

A noite enquanto minhas amigas foram tomar banho, eu tomei banho primeiro e desci para tentar falar com ele primeiro que elas e consegui...  eu o chamei para dar uma voltinha perto do campinho e logo que chegamos por tras do muro, onde não dava para sermos vistos já fomos nos agarrando. Eram beijos demorados, mãos bobas, ele com a mão na minha bunda e a outra nos meus seios e eu segurando seu por cima da bermuda.

Depois de alguns minutos nos sarrando, me ajoelhei e tirei seu cacete para fora. Que cacete maravilhoso, não era tão grande quanto imaginava, mas era muito bonito e tinha a cabeça bem grande e vermelha. Depois de admirá-lo coloquei o que pude na boca e comecei a fazer o que mais gosto, chupar um pau bem duro. Eu chupava como se fosse um picolé, chegava a babar, tirava ele da boca e o punhetava um pouco para logo em seguida enfiá-lo na boca novamente, acho que fiquei 20 minutos ate ele gozar, e sem deixar que nenhuma gota de seu leitinho escapasse, engoli tudo sem parar de chupar.

Como seu pau não dava sinal de amolecer, continuei a chupar por mais alguns minutos até que o gostoso me encheu a boquinha de novo com sua porra quentinha e salgadinha.

Voltamos para perto das pessoas como se nada tivesse acontecido, e a noite no quarto me masturbei gostoso lembrando de seu cacete na minha boca, gozando...

No outro dia ele me chamou para ir ate ao seu quarto enquanto ninguem estivesse prestando atenção, e conseguimos essa façanha só depois da meia noite, assim que entrei no quarto e fechei a porta ele foi logo me agarrando, dizendo que queria me comer.

- Eu sou virgem mas se você quiser um boquete eu faço, argumentei.

- Você gosta mesmo de chupar, não é?, perguntou.

- Muito, respondi.

Ele foi logo abaixando sua bermuda e me dando o pau para mamar, nós estávamos em seu quarto, com ele pelado e eu de roupa. Ele estava sentado na cama e eu ajoelhada á sua frente me deliciando com seu pau. Chupei, chupei até que na hora em que iria gozar, ele se levantou, me agarrou, me beijando disse que se eu quisesse tomar leitinho eu teria que mostrar-lhe a bucetinha.

Envolvida pelo tesão, aceitei, ele ficou sentado na beirada da cama se masturbando olhando para mim, eu tirava bem devagar minha roupa olhando para ele, minha bucetinha pingava de tesão.

Eu sou bem moreninha, tipo índia, magra mas com uma bundinha bem empinada, durinha, tenho os cabelos castanhos encaracolados, olhos pretos e mesmo sem usar minha bucetinha, sempre a tratei muito bem, deixando meus pentelhinhos bem baixinhos e raspados do lado, tipo moicano.

Fora os boquetes que pagava para os meninos, nunca tinha rolado nada além deu umas chupadinhas em meus peitinhos, mas estava ali, peladinha na frente do meu primo.

Ele me puxou e começou a me chupar, lamber e morder meu corpo todo, me jogou na cama de bundinha para cima e começou a mordê-la. Ele abria minha bundinha com as mãos, deixando meu cuzinho e minha bucetinha bem á mostra, lambia e chupava com tesão, ele se deitou ao meu lado, fazendo um 69, e começou a me chupar, e enlouquecida pelo tesão que sua boca me proporcionada, gemendo muito e me contorcendo toda, enfiei seu cacete na boca e comecei a chupá-lo, ele ia e vinha com sua boca em minha xaninha virgem e em meu cuzinho.

Sentindo que eu estava para gozar, ele começou a penetrar com um dedo o meu cuzinho, então gozei. Era a primeira vez que eu gozava sem estar me masturbando. Quando comecei a gozar, seu pau escapuliu de minha boca mais continuei a punhetá-lo. Alguns instantes depois que comecei a gozar, senti um jato de porra me acertar o rosto e, percebendo seu gozo, enfiei seu cacete na boca. Desta vez eu não consegui engolir nem a metade, pois entre meus gemidos e espasmos de gozo, e também a imensa quantidade de porra que jorrava em minha boca, uma boa parte escapava pelo canto da boca.

Aos poucos fomos nos acalmando até que ele desfez a posição e deitou-se abraçado comigo.

- Eu nunca poderia imaginar que uma menina tão linda e tão novinha fosse tão safadinha como você, disse, me deixando um pouco envergonhada mas ao mesmo tempo feliz.

Depois de alguns minutos ele voltou a me chupar a bucetinha até que se posicionou para me comer, ele me beijava e roçava seu pau na entradinha.

Percebendo que eu não queria mesmo, ele me virou de ladinho e começou a esfregar a cabeça de seu cecete em minha bundinha e em minha bucetinha.

- Deixa eu colocar na bundinha então?

Ele pediu ao pé do ouvido, enquanto acariciava meu grelinho, como resposta, apenas levantei mais as penas, como minha bucetinha estava completamente molhada, ele passava seu cacete nela para lubrificá-lo, me matando de tesão, me dando beijinhos no pescoço, ele começou a enfiar seu cacete no meu cuzinho, eu sentia uma dorzinha gostosa, e gemendo, pedia para ele enfiar devagar.

Quando a cabeça se encaixou totalmente dentro do meu buraquinho apertado, senti um calor em meu cuzinho e comecei a gemer, sentindo seu pau pulsando, depois de alguns instantes, começou a forçar novamente provocando um pouco de dor.

- Deixa eu chupar ele um pouco, eu disse

Ele tirou bem devagar o cacete de meu cuzinho e me deu para chupar, eu o lambuzei todo com minha saliva e, depois dele me lambuzar também no cuzinho, voltamos á posição em que estávamos, ele começou a enfiar e, desta vez a cabeça entrou escorregando, ele deu uma paradinha e começou a enfiar e tirar, em estocadas curtas.

Gemendo, comecei a empurrar meu corpo para traz, engolindo seu cacete. Que delícia! Devia já ter mais da metade dentro de mim quando ele começou a me comer com mais vigor, sem parar de me masturbar.

Eu nunca poderia imaginar que dar o cuzinho fosse tão gostoso, eu sentia uma dorzinha deliciosa, uma queimação dentro me minha bundinha e sentia também minha xaninha derretendo de tesão. Ele me comia com firmeza mas devagar, sem pressa, curtindo meu cuzinho apertado. A cada estocada meu corpo tremia ainda mais, até que empurrei de uma só vez minha bundinha para traz fazendo com que seu cacete sumisse dentro de mim, e gozei loucamente, eu tremia, gemia, urrava e cheguei até a chorar de prazer, ele me acompanhou e gozou também, enchendo meu cuzinho de porra.

Refeitos, me vesti, trocamos um beijo e eu voltei para o meu quarto sem fazer barulho para não acorda as minhas amigas que dormiam nos colchonetes.

Apesar de meu cuzinho ter ficado ardendo por todo o dia seguinte, eu estava feliz da vida depois de tanto prazer. Fui embora do sitio para minha casa me sentindo mulher, não mais uma garotinha, apesar de ainda ser virgem.

Nas semanas seguintes conseguiamos dar um jeito de nos encontramos uma ou duas vezes por semana, chupava seu pau até ele gozar em minha boca, para depois ele me chupar a bucetinha também, com um ou dois dedinhos enfiados no cuzinho, para em seguida me comer a bundinha, me fazendo gozar.

Ficamos nisso por quase dois meses ate paramos de nos ver, e eu seguir me divertindo com os meninos e tambem depois com meninas tambem.

  • Enviado ao Te Contos por Bia

Contratei um Garoto de Programa para comer minha esposa nessa sexta (31-07-2026)

    By; Alex & Malu Te Contos, me chamo Alex e tenho 35 anos, minha esposa se chama Malu e tem 32 anos. Nosso caso começa bem par...