domingo, 25 de outubro de 2026

Meu cunhado foi quem tirou minha virgindade e ainda me comeu por 3 anos.

  

By; Josierica

Oi Te Contos. hoje estou com 27 anos, podem me chamar de Josi, o que quero contar pra vocês aconteceu quando eu era bem mais jovem com 18 anos.

Nessa época minha minha irmã mais velha já era casada, vivia a elogiar o marido. Conversas com as amigas eram truncadas quando eu chegava. Mas sempre se entendia alguma coisa como o tamanho do pau; as repetidas fodas que ela levava durante a noite. Eu ia juntando os fragmentos de frases e ficava deitada na minha cama a noite, sempre a pensar nessas delicias.

Meu cunhado sempre me olhava com desejo, embora disfarçasse muito. Eu percebia pelos restos de olhares e pela respiração ofegante que ele apresentava quando eu me aproximava dele pra beijinhos no rosto e coisas assim. Comecei a nutrir certo desejo por ele.

Tem uma passagem que reforçou ainda mais esse desejo, transformando-o em tesão propriamente dito. Foi no clube que frequentávamos. Numa brincadeira entre eu, ele e os meus dois sobrinhos na piscina de água quente, eu usando um minúsculo biquíni preto, atochadinho no rego, propositadamente, diga-se de passagem, e ele com suas olhadelas desesperadas. Divertia-me e ao mesmo tempo me excitava. De repente senti sua mão acariciando minha bundinha. Fingi-me de morta, e deliciei-me com o pequeno afago.

Logo ele se recompôs e saiu da piscina rapidamente. Dei um tempo bem curto e disfarçadamente o segui até os nossos carros, no estacionamento. Cheguei de mansinho até ele e perguntei o porquê de sua retirada intempestiva. Ele nada respondeu. Mas pude ver extasiada o extra volume entre suas pernas.

Ele então me enlaça pela cintura e puxa junto ao seu corpo dizendo que não se preocupasse com ele e agradeceu o meu carinho. Senti o seu corpo quente e o meu quase em febre. Senti medo. Afastei-me e corri de volta pras brincadeiras.

Pouco tempo depois, era carnaval, e como de costume fomos a um camping as margens de um grande rio, com direito a barraca, pescaria, natação e tudo mais. O local tinha pouca infraestrutura e ainda assim estava divertido.

Na primeira noite, por volta das 8 h, senti vontade de fazer xixi, mas tinha medo de ir até os banheiros que estavam a uns 100 m dali. Foi quando minha irmã sugeriu que meu cunhado me acompanhasse, e ele aceitou não sem antes ensaiar um muxoxo. Até notei um sorriso malicioso nos seus lábios. E fomos. Eu estava um tanto apreensiva em pensar no que poderia vir acontecer.

Ao tentar entrar no banheiro vi que era impossível, devido ao estado deplorável que se encontravam; decidi fazer xixi atrás deles. Mas a escuridão me apavorava. Pedi que ele fosse comigo. E ele foi. Pedi que ficasse bem junto a mim. E ele ficou juntinho. Desci a calcinha e quando ia ficar de cócoras ele disse:

- Cuidado com sapos. Entrei em pânico.

- Sapos? E subi de novo a calcinha, já desesperada, apertada pro xixi e com medo.

- Quer que eu te segure no alto? Ele pergunta.

Não havia outra saída. Aceitei, assustada com a proposta. Ele então levanta a minha saia, abaixa delicadamente a minha calcinha e me segura no ar pelas pernas separadas e diz:

- Mije a a vontade, você está protegida. Riu solto.

Urinei como égua. De pronto ele me põe de pé e antes que eu recompusesse e erguesse a calcinha, ele com papel higiênico, vêm e me enxuga a bucetinha úmida de xixi.

- Higiene é fundamental, disse sorrindo.

Um sorriso bem cafajeste, diga-se de passagem.

Fiquei pasma. Um tesão desgraçado tomou conta de mim. Ele passou-me o papel e depois o dedinho pra ver se eu estava enxutinha. Não estava, lógico que não Não estaria jamais depois daquilo. Gotículas de xixi agora se misturavam com o mel de minha xana.

- Acaba de fazer seu xixi, enquanto isso eu faço o meu.

E abriu as calças e tirou o pau rígido, enorme e urinou ali na minha frente sob a luz branca da lua. Eu de calcinha arriada, meladinha, cheia de tesão, tarada e com corpo em chamas soltei um suspiro e exclamei algo incompreensível. Ele termina a bela mijada, vira-se pra mim e diz:

- Enxuga.

Não pensei duas vezes. Agarrei seu cacete, apalpei, corri meus dedos em toda a sua extensão, explorei todo aquele território desconhecido pra mim e ele me pegando pelos cabelos levou minha boca em direção a aquela seta flamejante.

- Mama, disse ele quase num sussurro.

Abri a boca na tentativa de dizer alguma coisa, mas essa foi invadida pela enorme rola. Gostei, então… Chupei, mamei, suguei com força, lambi e passei a língua em cada nervura daquela pica gostosa. Palhetei-a de cima abaixo, como um profissional do sexo. Não bastava. Tive que passá-la em todo meu rosto, pescoço e nos meus peitinhos rijos de adolescente. Que sensação maravilhosa. Minha mente fervilhava e ia ainda mais a frente. Queria ser metida, fodida, não pensava em mais nada alem das frases desconexas de minha irmã. Ele gemia e se contorcia.

De repente ele desce as suas calças abaixo do joelho. Arranca de supetão minha calcinha. Ajoelha no chão me encavala sobre aquele membro enorme e chupando minha tetinhas ajeita a glande na entrada de minha bocetinha e força a entrada até obter resistência. Solto um gemido. Ele então para. Começa a acariciar meu ânus. Sinto-me entre a cruz e a espada. Decido-me por deixar rolar.

- Foda-se, pensei. Ou melhor, que eu me foda toda. Por ele.

Tornou a forçar a rola pra dentro de minha grutinha. Senti os céus desabar de dor. Voltei a  consciência.

- Sou muito nova pra você, falei. Acho que não vou aguentar isso tudo, ta doendo muito.

- É assim mesmo, fica tranquila. Se você relaxar entra tudo fácil, fácil.

- Não. Não, tira um pouquinho.

- Não posso parar agora, disse ele. Não vou deixar serviço incompleto.

- Tem dó de mim, para de meter um pouco, pra eu descansar. Eu estava tensa, com os músculos tensos. Ele então recuou um pouco. Fiquei na zona do conforto. Ele me beijou na boca, buscou minha língua, o meu céu da boca. Meu primeiro beijo de amor. E na vara. Levando ferro. Senti-me amada com as carícias que ele me fazia. O dedo médio da mão direita sempre a acariciar meu róseo botãozinho.

- tesuda, gostosa, cunhadinha gostosinha, eu te amo.

Sentia-me envaidecida e ia me relaxando, soltando o corpinho. Até que… De repente ele sente o meu corpo frágil bem molinho e relaxado e subitamente me puxa com força pela cintura e me encosta-se ao saco dele de supetão. Dei um gemido alto. Nem deu tempo pra desespero. Babau hímen, já era. Suas mãos me soltaram e eu tentei me desvencilhar daquela vara grossa. Ergui o corpo pra me desenvarar. Quando a cabeçorra do pau estava quase a descoberto ele me puxa de novo até embaixo. Outro gemido e sinto o saco encostar-se ao meu cuzinho, sinto os seus pentelhos no meu púbis ainda lisinho. sinto seu dedo me caçar novamente. Achou meu rabinho e forçou a entra da do ânus.

Joguei meu corpo todo pra frente a fugir da dedada no cú e acabei me atolando na vara de novo E sobe e desce e gemo de dor, de gosto, de varada em varada. E tome dedo no cú.

- Não quero saber de mais nada. Não para, não para.

Parou embaixo vara cravada. Pulsando, latejando. Ele tira o pau da minha gruta e sai esguichando porra em mim, na minha barriga nos meus peitinhos. Sentia-me toda esporrada.

Abraça-me forte. Em êxtase. Nos apreçamos para me limpar, tinha pouco papel ali, tive que termina de me limpar com folhas de uma arvore que nem sei qual era, vesti minha calcinha e arrumei a saia, ele já estava me esperando já vestido, assim que aprontamos ele me beijou, passou a mão na minha bunda, me chamou de delicia, cunhadinha putinha, que iria me comer sempre se eu quisesse e dali seguimos para dentro da casa, paramos na sala e ficamos conversando um monte de besteira de filmes, para disfarçar a demora, quando a minha irmã saiu nem reclamou só perguntou da demora e falamos que estava ali falando de filmes, no fim ate ela ficou conversando um pouco, depois eles foram por quarto deles (que eles estavam) e eu para o meu, agora já desvirginada, já uma mulher.

Quando voltamos, dessa viagem o meu cunhado passou a me comer toda semana, era certeza 2x na semana ele me levar pra um motel e me comer, foram 3 anos assim. E foram inesquecíveis.

  • Enviado ao Te Contos por Josierica

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