By; Luiza C.
Te Contos, me chamo Luiza C., sou do Rio Grande do Sul e quero contar sobre a mair exploração do meu desejo por sexo.
Há cerca de 3 meses passamos a ter um novo chefe, um homem muito gostoso e depois de muitas conversar eu passei a querer dar pra ele de todas as maneiras, ele me mostrou do que eu realmente gostava no sexo.
Apos ler um arquivo PDF no meu celular que ele me mandou, eu senti um calafrio que começa na nuca e termina em uma pulsação úmida entre as minhas pernas. Eu deixei de ser apenas uma mulher para me tornar sua submissa. Assinei o Contrato de Consentimento, Domínio e Entrega Total. A partir daquele clique, a minha vontade foi entregue em uma bandeja de prata para o homem que sempre dominou meus pensamentos mais sujos.
Sou uma loira alta, imponente, com mais de 1,70m e olhos azuis que parecem frios para quem não conhece o fogo que carrego. Tenho corpo lindo de uma mulher madura com muito tesão, dos meus seios médios que parecem implorar pelo aperto das mãos dele, e da minha natureza fogosa que me fazia gastar horas com meus brinquedinhos.
Ele é o contraste perfeito: Um moreno alto, com mais de 1,80m de puro charme e autoridade. O cheiro dele impregna o corredor do escritório e a pegada... ah, a pegada dele é algo que eu sentia apenas nos meus pensamentos sórdidos, mas que agora o contrato me garante que sentirei na pele.
Tudo mudou no início de Setembro, quando tive que tirar minhas ferias. Em um momento de audácia, alimentada pela distância e pelo desejo acumulado, confessei a ele por mensagem:
"Estou deitada nua agora, brincando com a minha bucetinha e pensando em como seria o seu pau dentro de mim".
O que se seguiu foi uma escalada de tensão que culminou na criação do nosso JOGO. Ele não queria apenas o meu sexo; ele queria a minha alma, a minha obediência e a minha submissão sexual. Agora, sou sua putinha, sua safada, termos que aceito com um orgulho perverso, pois marcam que eu fui a escolhida para ele ser meu dono.
Ainda não nos tocamos fisicamente desde a assinatura, mas as fotos e os vídeos que trocamos são o meu combustível. Ver o porte do meu mestre e saber que ele é o meu dono me faz contar as horas. O contrato é claro: minha vida agora segue as suas Regras de Ouro. Minha devoção visual será apenas dele, e o meu "Sim, Senhor" será o mantra da minha rendição.
Ele já me deu a primeira missão para o retorno ao trabalho. Não haverá "bom dia" casual. Assim que ele entrar, eu já terei um desafio a cumprir, em silêncio, de forma impecável, provando que a submissa está pronta para servir. Eu mal podia esperar para sentir suas mãos segurando meu pescoço enquanto eu mostro, com a minha boca, o quanto sou grata por ele ter aceitado ser o meu mestre.
O JOGO começou. E eu sou a sua peça mais obediente, submissa. Ele será meu dono para meus desejos mais sórdidos e picantes.
Eu contei cada minuto dessas férias por esse dia. Minha bucetinha latejava e ficava encharcada só de imaginar o momento em que a tela do celular seria substituída pela carne. Eu ansiava por sentir o gosto dele, por ter aquele pau que eu tanto visualizei finalmente preenchendo a minha boca e silenciando qualquer vestígio de autonomia que ainda restasse em mim.
Quando ele chegou, o mundo ao redor pareceu perder o foco. Ele estava radiante, com aquele ar de invencível que só um homem com mais de 1,80m e um charme devastador consegue sustentar. Ele entrou na nossa sala para o "bom dia" de praxe, mas quando seus olhos encontraram os meus, a mensagem foi clara: O JOGO havia começado. Ele me olhou com uma seriedade gélida que escondia o mestre implacável, e eu, seguindo a Regra da Devoção Visual, busquei o comando em seu olhar de forma discreta em sinal de respeito, como nosso contrato determina, como uma submissa deve ser.
Dez minutos se passaram. Para os outros, era apenas o início de mais um dia de trabalho; para mim, era a eternidade antes da minha rendição. Levantei-me e caminhei até a sala dele, seguindo o protocolo de discrição total. Ao entrar e fechar a porta, o som do trinco foi o sinal de que o Eu real havia ficado do lado de fora.
Ele estava sentado em sua cadeira, com aquele sorriso de quem aguarda sua vadiazinha, sua putinha. Como uma submissa que vive para a Resposta Instantânea, não esperei ordens verbais. Ajoelhei-me entre suas pernas e abri o zíper da sua calça. Quando ele surgiu, pulsando de tesão, percebi que a tela do celular não fazia justiça à realidade: era maior, mais imponente e estava ali, pronto para ser adorado por mim.
Comecei a chupá-lo, sentindo cada veia, o calor liso daquela cabecinha maravilhosa preenchendo a minha boca. Eu me deliciava com o pulsar do seu desejo contra a minha língua. Mas, em um momento de hesitação, eu tentei parar. Foi o meu primeiro erro.
— Quem mandou você parar, sua putinha? — a voz dele ecoou, autoritária e ríspida.
Senti o estalo seco: um tapinha de punição de Nível 1 no rosto que me fez arfar. Ele segurou o meu pescoço com aquela pegada lateral que me tira o fôlego e me mantém focada. Minha bucetinha, que já estava molhada, tornou-se um pântano de desejo.
— Quem manda aqui? — ele perguntou, apertando meu pescoço daquele jeito que só ele vai saber fazer como eu gosto.
— É o meu Senhor, o meu Mestre — respondi, com a voz embargada pela submissão.
— E quem é você?
— Sou sua putinha vagabunda, sua vadiazinha, Mestre.
Ele me levantou com uma força que me deixou tonta e me prensou contra a parede. O beijo era ardente, possessivo, enquanto suas mãos apertavam meu pescoço, reafirmando a Posse Declarada. Quando ele ordenou que eu tirasse toda a roupa, houve um milésimo de segundo de paralisia — o medo da exposição no trabalho lutando com o dever de obedecer. Mais um tapinha firme no rosto foi o suficiente para me lembrar de quem eu era.
Fiquei nua diante dele, expondo meus seios médios e meu corpo de loira alta à sua inspeção. Ele me jogou em cima da mesa de trabalho, entre papéis e pastas que não significavam nada perto do que estava prestes a acontecer. Ele me penetrou com fúria, seu pau delicioso rasgando a minha bucetinha encharcada.
O medo de alguém abrir a porta ou ouvir meus gemidos abafados era o combustível que faltava para o meu êxtase. Ele me comia com gosto, dando tapinhas na minha bunda e sussurrando que eu só tinha que obedecê-lo. Gozei de uma forma que nunca experimentei na vida, sentindo cada estocada dele dentro de mim, mostrando quem mandava, quem era a autoridade ali naquele momento.
Após o ato, um beijo carregado de submissão e degradação. Recompus-me, retoquei a maquiagem e saí daquela sala como se nada tivesse acontecido. Mas por dentro, eu sabia. O contrato assinado digitalmente agora estava selado com fluidos e marcas invisíveis.
O meu chefe é o meu Dono. E eu mal posso esperar para descobrir como ele vai abusar de mim no próximo encontro. Ele prometeu o maior sexo da minha vida. E eu? Eu apenas vivo para dizer:
- "Sim, Mestre".
O dia amanheceu chuvoso naquele dia. Eu sentia a tensão no ar antes mesmo de cruzar a porta do trabalho. O meu Mestre estava no centro de um furacão, resolvendo problemas críticos que exigiriam cada gota de sua autoridade invencível. Durante horas, mantive meu Comportamento de Seda, sendo a funcionária impecável, mas por dentro, o meu "Uniforme do Desejo" oculto sob a roupa social latejava em sincronia com o meu nervosismo.
Ele me convocou para uma reunião de alinhamento. Foram duas horas de uma intensidade profissional exaustiva. Ele estava ali, a poucos metros de mim, sério, gélido, focando apenas em metas e urgências. Não houve um olhar atravessado, nem um toque acidental. Ele era o mestre do trabalho, e eu era apenas sua ferramenta de produtividade. Até que o último item da pauta foi riscado.
Ele fechou a pasta, recostou-se na cadeira e o ar na sala mudou instantaneamente. A aura de executivo se dissolveu para dar lugar ao meu Dono sexual.
— Agora que terminamos o trabalho — ele disse, com aquela voz de comando que me faz perder o chão —, você volta a ser minha submissa, minha putinha safada. Venha até aqui como uma vadia comportada, ajoelhe-se e chupe este pau gostoso.
Um arrepio violento percorreu minha espinha, e minha bucetinha, já sensível pelo dia longo, respondeu com uma onda de umidade. Fiquei paralisada por um segundo, atordoada pela mudança brusca, mas o seu olhar não admitia hesitação.
— Obedeça. Venha, ajoelhe e chupe bem gostoso.
Levantei-me como se estivesse em transe. Tranquei a porta, sentindo o clique do metal como o início da minha sessão de Escala de Correção. Antes que eu pudesse tocá-lo, veio a ordem:
- "Tire a blusa e o sutiã".
Obedeci com a Resposta Instantânea que o contrato exige, expondo meus seios para o seu julgamento.
Ele não parou por ali. Virou-me de costas e, com um estalo metálico que me fez arfar, prendeu meus pulsos com as algemas. Senti o peso da minha vulnerabilidade aumentar. Então, ele me ajoelhou e colocou a venda. O escuro era absoluto. Eu não podia ver sua cara de safado, mas podia sentir seu perfume e o calor do seu pau maravilhoso sendo guiado até a minha boca.
Sem as mãos para me apoiar e sem a visão, meus outros sentidos explodiram. Eu o chupava com uma fúria devota, sentindo cada pulsação do seu desejo, enquanto ele segurava meu pescoço e me dava tapinhas firmes no rosto, o Nível 1 de admoestação que eu tanto adoro. Eu era apenas uma boca, uma vadia submissa servindo ao seu prazer sob o sigilo absoluto daquela sala.
A tensão acumulada em duas horas de reunião profissional explodiu quando ele me levantou. Senti minhas calças e calcinha serem arrancadas com pressa. Ele me penetrou ali mesmo, em pé, seu pau rasgando minha bucetinha encharcada de tesão. Eu gemia abafado, sentindo o metal das algemas nas minhas costas.
Ele me libertou das correntes apenas para me jogar contra a mesa. Fiquei de quatro entre os relatórios e o computador, a posição perfeita para que ele me possuísse com força bruta. Cada estocada me fazia lembrar quem mandava naquele local. Ele puxava meu cabelo, segurava meu pescoço e me chamava pelos nomes que o contrato me reserva: putinha safada, submissa.
Gozei de forma violenta, as pernas tremendo sobre a madeira da mesa, enquanto ele despejava seu prazer mais safado dentro de mim. O Mestre não apenas resolveu os problemas do trabalho; ele reafirmou sua posse absoluta sobre sua propriedade mais valiosa.
Após, recompus minha máscara de profissional. Mas enquanto retocava o batom, o latejar entre minhas pernas me lembrava que, não importa o quão séria seja a reunião, eu serei sempre a sua vadiazinha particular.
Enviado ao Te Contos por Luiza C.
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