By; @mrerio
Durante um de meus passeios fiz amizade com uma mulher mais nova, a Nina. Nunca houve nada entre nós, mas conversávamos praticamente todos os dias, até por ligação, e assim a gente foi estreitando laços e cultivando a amizade. Pra ela, eu sou o Mr.
Um dia ela me chama super animada no WhatsApp. Chegou a época das férias e ela quer muito viajar, curtir, conhecer lugares diferentes. Está realmente animada, depois de tudo que passou nos últimos tempos.
— Está pensando em ir pra onde? — Pergunto a ela.
— Ai, não decidi ainda, tem tanto tempo que não tiro férias que nem sei pra onde.
— Pensa aí, numa viagem legal que vc queria fazer...
— Ah, sei lá! Conhecer umas coisas diferentes. Pensei em praia, mas acaba que é tão parecido uma com a outra...
— Nordeste tem umas praias legais. Tem passeios bacanas em Jeri...
— Ah, queria ir pra lá mas acompanhada. Mas to inclinada a algo diferente de praia.
— Tem umas cidadezinhas bacanas também...
— Humm... Quais cidades?
— Tem cidades históricas como Ouro Preto, Olinda, Salvador, Fortaleza, e lugares de ecoturismo, como Foz do Iguaçu e o Jalapão...
— Interessante essa ideia, Ouro Preto é aí em Minas, correto?
— É sim!
— Tem mais alguma aí em?
— Tem uns locais aqui perto, Serra do Cipó, Rola Moça, uns locais em Sete Lagoas, tem uma cidade chamada Cordisburgo... — Digo com mais empolgação que nas falas anteriores.
— Nossa, legal! Vou pesquisar um lugar legal aí pra visitar.
— Se não se importar, pode ficar aqui em casa! — Ofereço sem nem pensar na proposta.
— Na sua casa? Sério? N-Não seria um problema para você?
— Nada, você economiza na hospedagem, consegue visitar uns lugares legais.
— E ganho um guia fanático pela região né? — Ela pergunta caindo na risada.
Começo a lembrar que vivo falando das atrações ambientais aqui da região, as grutas, os parques, as personalidades que já passaram por aqui, e sou capaz de ficar um bom tempo falando sobre isso. Adivinhem: ela já foi uma das vítimas das minhas "palestras".
Só então paro pra pensar melhor no convite que fiz sem pensar. Mas é uma amiga, então vai valer a pena tê-la como hóspede em casa.
— Ah, claro, ganha sim um guia da região. — Digo rindo junto com ela.
— Monta um roteiro bem legal pra mim? — Ela pergunta, já aceitando o convite.
— Posso sim, o que você quer ver mais?
— Você fala tanto das partes naturais daí que deu vontade de conhecer.
— Vou montar algo e te mostro, vamos agendando até você chegar.
— Não vai ser problema não? Assim em cima da hora?
— Relaxa, é tranquilo pra mim. Aqui é espaçoso, o lugar é bonito, vai adorar conhecer.
— Tá, vou ver o voo...
— Olha para o aeroporto de Confins, me fala o horário e eu te busco lá, é pertinho daqui.
— Não, não vou abusar de você!
— Não é abuso, o aeroporto fica a cinco minutos daqui, nem vai ser incômodo.
— Pronto, ganhei um guia e motorista.
Durante a conversa ela encontra as passagens, e combinamos que ela vem na sexta, depois do trabalho, e volta no segundo domingo seguinte, no meio da tarde.
Passamos as duas semanas seguintes conversando sobre a programação, bem animados com o passeio. E confesso que vai ser bom receber alguém em casa.
Na tão esperada sexta, tiro um tempo no dia pra lavar o carro, fazer umas compras e chamar uma pessoa pra dar uma boa faxina na casa e deixar um quarto preparado pra ela. Pouco antes de embarcar, ela me manda uma mensagem, e eu faço as contas pra chegar ao aeroporto a tempo de buscá-la.
Encontro com ela no desembarque e ela está linda: vestidinho floral de fundo branco, cabelos soltos, uma jaquetinha e um tênis. A gente se abraça, três beijinhos no cumprimento, e que perfume gostoso ela está usando. Coloco a mala dela no porta-malas e abro a porta pra ela entrar.
— Nossa, você está bem, Mr. Está um pouco diferente de quando a gente se viu.
— Obrigado, você também, mudou o cabelo... ficou bom...
— Ah, gostou? Já tem um tempinho que eu dei uma mudada nele…
Vamos conversando o caminho inteiro até chegar em casa. Eu a acomodo e tento deixá-la confortável.
— Nina! Você prefere jantar aqui ou quer comer fora? — Pergunto enquanto ela se ajeita no quarto.
— Vamos comer fora, assim é menos trabalho pra você.
— Bom, preparar algo aqui seria rápido, mas se não estiver cansada, tem um restaurante bem bacana na orla.
— Pode ser, vou pegar minha bolsa.
Ela deixa a jaquetinha na cama do quarto e eu ponho o blazer. Seguimos pro restaurante na orla da lagoa, e ela vai admirando a paisagem noturna, o movimento, o buffet ótimo, a música ao vivo que enche o salão. Depois do jantar, levo-a pra uma volta a pé pela orla, até pararmos no deck que avança lagoa adentro.
— Você tinha razão, a cidade é linda mesmo.
— Gostou?
— Muito. É bem gostoso aqui.
Um vento frio sopra devagar e percebo que ela se arrepia. Abraço-a pra esquentar e tento tirar o paletó, mas ela me impede, diz que prefere assim, e fica de costas pra mim, ainda dentro dos meus braços.
— Aqui também é bem romântico, né? — Ela diz, olhando pra lagoa.
— É bastante, os casais gostam de vir namorar aqui na beira da lagoa.
— É, estou vendo uns casaizinhos ali.
Ela se vira de frente pra mim e me abraça também, por dentro do paletó.
— Eu estava muito animada pra chegar aqui logo, sabia? — Ela me diz, com um sorrizinho nos lábios.
— É mesmo? Imagino.
— É, aquele dia que você me convidou pra vir eu quase nem dormi, imaginando como seria.
— É mesmo? O que você ficou imaginando?
— Isso aqui!
Ela fica na ponta dos pés e me rouba um beijo. Demoro uns segundos pra reagir e retribuir.
Sentir o corpo dela colado ao meu é bom demais: minhas mãos na cintura dela, as mãos quentes dela, uma nas minhas costas e outra na minha nuca, o perfume de flores subindo do pescoço dela e enfeitando ainda mais aquele momento que eu não esperava de forma alguma.
— Uau! — Exclamo, com um certo êxtase na voz.
— Quase pensei que tivesse pisado na bola!
— Não mesmo, foi uma delícia...
Seguro-a pela cintura e a coloco sentada no guarda-corpo do deck. Ficamos ali mais um tempo, nos beijando e abraçando, entre um beijo e outro, conversinhas ao pé do ouvido.
Quando finalmente voltamos pra casa, o clima já esquentou. Mal paro o carro na garagem e ela me beija com vontade ali dentro mesmo. Antes de abrir a porta de casa, voltamos a nos agarrar, só que dessa vez eu a levanto no colo, pressiono o corpo dela contra a parede e arranco uns suspiros e gemidinhos, enquanto ela me envolve com as pernas.
Abro a porta e entro com ela assim, no colo, sem fechar nada atrás de mim. Ouço os tênis dela caindo no chão e a sento no sofá.
Ela está linda no mesmo vestidinho, as coxas grossas bem aparentes nele, os seios médios quase pedindo pra sair. Ajudo-a a abrir a parte de trás do vestido e uma das alças cai, deixando à mostra o sutiã azul. Minha boca mergulha entre os seios dela, as mãos dela se enrolam nos meus cabelos e apertam minha cabeça contra o colo. Minhas mãos percorrem as coxas, até ficarem entre elas e o sofá, e eu a puxo pra mais perto, pra ponta do assento. Minha boca sobe pro pescoço e o marca de leve com os dentes, e ela recebe cada mordida com a cabeça pra trás, os olhos fechados, um suspiro fundo a cada uma.
Fico de joelhos na frente dela e ela se levanta. Termino de abrir o zíper, tiro a outra alça e vou descendo o vestido devagar, admirando o corpo dela se revelando aos poucos. Aquela pele clara me hipnotiza mais a cada centímetro que aparece, e que corpo ela tem. Quando o vestido cai, agarro-a pela cintura e começo a beijar a barriga, que é uma delícia. Minhas mãos deslizam até o bumbum e o apertam. É grande, firme, um pouco frio por causa do vento que entra pela porta aberta, e uma calcinha azul de renda o enfeita.
Tiro a camisa. Ela abre o sutiã e, em seguida, abaixa a calcinha, deixando-a cair sobre o vestido, no chão. Aproveito e coloco uma perna dela no meu ombro.
— Não acredito! — Ela exclama, sussurrando.
— Em quê você não acredita? — Pergunto, olhando pra cima, com o rosto bem pertinho da virilha dela.
Ela empurra minha cabeça com delicadeza na direção da boceta, lisinha, quente e molhada, pronta pra receber minha boca. Começo devagar, e minha língua passeia pelos lábios dela como se estivesse num parque de diversões, explorando tudo que está ali na minha frente. O cheiro chega antes do gosto, e o gosto é ainda melhor. Brinco com a ponta da língua no clitóris e alterno com chupadas firmes, e a cada passada arranco dela um gemido rouco. Quando vou mais fundo, o quadril dela vem junto, ditando o próprio compasso.
Com uma das mãos, começo a tocá-la. Meus dedos escorregam na entrada úmida, até que a penetro, e um gritinho escapa antes que ela consiga abafá-lo com a palma da mão.
Não sei quanto tempo passo ali, me deliciando na boceta lisa, rosada, que escorre tesão. Sei que, em algum momento, o corpo dela começa a tremer a cada movimento dos meus dedos, a cada deslizada da língua, a cada chupada. Então as pernas dela cedem, o corpo trava e ela me empurra, desabando no sofá. Volto a chupar pra não perder nem um segundo daquele gozo. Ela geme meu nome, alto, sem conseguir se conter, me empurra mais algumas vezes, e só então eu paro, com a boceta dela encharcada de gozo e saliva.
Minha boca sobe, beijando a barriga, o umbigo, até chegar nos seios, eriçados, durinhos. Eles cabem perfeitamente na minha boca. Meus lábios os acariciam, os provam, percorrem cada curva, e volto a subir até alcançar a boca dela. Ela me beija com uma vontade enorme, me aperta contra o corpo, e sentir o próprio gosto na minha boca a deixa ainda mais excitada.
— Me come agora!
Ela me pede, cheia de tesão. Já estou sem nada também. Deitada no sofá, ela abre as pernas pra me receber, e eu me posiciono bem na entrada. Começo a penetrá-la, olhando nos olhos dela. Que sensação sentir meu pau entrando naquela boceta apertada, quente, cheia de vontade. Sinto um pouco de resistência no começo, mas aos poucos vou entrando, e cada centímetro arranca gemidos de nós dois. A voz dela no meu ouvido é uma maravilha.
Meus quadris começam a ditar um ritmo de estocadas firmes e fundas. Uma das minhas mãos segura a coxa dela, a outra sobe até o pescoço e o aperta de leve. Ela arqueia o pescoço contra a minha mão e murmura entre os dentes:
— Assim...
Colo a boca no ouvido dela e vou dizendo o quanto ela é gostosa, o quanto está sendo bom comê-la ali, o quanto eu queria isso.
Sem sair de dentro dela, me sento no sofá e ela vem comigo, montando no meu colo. Dessa vez é ela quem marca o compasso, rebolando devagar, depois mais rápido, e sinto a boceta dela deslizando por mim, indo e vindo. Ter aquele corpo inteiro nas minhas mãos me leva cada vez mais alto: chupo os seios, beijo a boca, aperto as coxas e a bunda, arranho as costas. A cada movimento ela se entrega mais, geme sem se conter, e que sentada deliciosa ela tem.
Ela percebe que estou perto do limite. Sai de cima de mim e se ajoelha na minha frente, me masturba um pouco e logo coloca meu pau na boca. Ele ainda está molhado do gozo dela, e ela lambe tudo, me levando à loucura, me fazendo me contorcer a cada movimento da mão, a cada deslize dos lábios.
Ela para de chupar, aproxima os seios e me masturba até eu cobri-los de gozo. Desliza um deles pela glande, arrancando ainda mais, e volta pro meu colo. Me beija e vai movendo a boceta contra o meu pau.
— Foi pra isso que me convidou pra ficar aqui na sua casa?
— Se eu te falar que não pensei nisso, você acredita?
— Não parece! — Ela responde, olhando no meu olho...
— Eu não imaginava que isso ia acontecer.
— Que bom que aconteceu... Agora sei que vai ser uma ótima semana.
— Se depender de mim... Vai ser excelente...
— Toma um banho comigo, Mr.?
— Claro, vamos no meu banheiro, lá tem mais espaço pra gente...
— Me mostra...
Ela me estende a mão. Atravesso o corredor com ela até o meu quarto e, pela porta da suíte, abro o chuveiro. O vapor sobe e embaça o espelho, e a semana de férias dela começa, de verdade, só agora.
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Obrigado @ninaagost (Nina)!!!
Enviado ao Te Contos por mrerio.tumblr.com
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