quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Pra serie - Tomara que meu marido nunca descubra; Meu aluno, Meu amante. (2026)

   

By; Silvana

Te Contos, me chamo-me Silvana, tenho 39 anos, sou morena clara, sou casada há 18 anos, tenho 3 filhos, posso dizer com certeza que com minha idade e 3 gestações, meu corpo não é de se jogar fora, tenho 1.70 de altura e 58 kg bem distribuídos.

Sou professora de em uma faculdade e por curiosidade entrei neste site, achei legal e decidi relatar um fato que aconteceu-me há alguns meses atrás.

Eu tive em casa em discussão feia com o meu marido, o motivo que fez esse copo transbordar foi o gasto dele, mas juntou com varias coisinhas que já vinha me irritando, estourando numa discussão braba.

Naquele dia fui trabalhar totalmente fora de mim, pela tarde minhas aulas foram nulas, horriveis eu não conseguia pensar em nada. Geralmente volto pra casa após a ultima aula da tarde e meia hora antes da primeira aula da noite saiu de casa para faculdade. Mais nesse dia não fui, fiquei na faculdade, dei todas as aulas e no final quando acabei já chovia muito forte.

Peguei meu carro e quando estava passando pelo ponto de ônibus vi 4 alunos meus, ofereci-lhes carona, fui deixando todos em suas casas, que era caminho da minha, e por último ficou Rafael, não conseguia prestar atenção no trânsito tumultuado pela chuva intensa e escuridão, foi quando Rafael perguntou-me se estava tudo bem comigo, eu respondi que não mais que ficaria, e ele começou a falar pra ter calma, que com calma tudo se resolve, eu freei o carro e estacionei, não sabia o que fazer, minha raiva e meu tesão falou mais alto, agarrei-o e beijei sua boca, ficamos por alguns instantes unidos por nosso tesão, desci o ziper de seu jeans e coloquei para fora o seu pau, estava duro e era tudo aquilo que poderia imaginar, era imenso e grosso, latejava em minha mão, ajoelhei-me no banco do motorista, descobri sua glande colocando uma enorme cabeça vermelha, beijei e abocanhei-o.

Ele gemia alto, e eu mamava e chupava com muita fome, aquilo começou a inchar e pulsar em minha boca e recebi vários esguichos rebatendo em minha garganta, quentinho, gosmento, engoli todo aquele leite docinho.

Trocamos, em segundos ele despiu-me, mamou meus seios fartos e desceu ergueu minha saia, tirou minha calcinha ensopadíssima, e começou a me chupar, sua lingua ia de meu clítoris até meu cuzinho, não aguentava mais iria gozar ali em sua boca, puxei-o pelos cabelos e engatei seu pau em minha buceta que engoliu-o com facilidade, estava dilatada de tesão, deitou-se sobre mim e começou a bombar forte, sentia ele lá no fundo tocar meu útero, ele estava sem camisinha, relaxei e gozei em seu pau, seu suor caia sobre meu corpo, logo senti-o lavar meu útero com jatos fortes de seu esperma.

Descansamos um pouco e quando ele saiu de mim, limpei minha buceta com minha calcinha, pois poderia molhar o banco e seria difícil explicar ao meu marido, pensei ter acabado aquela loucura, mas ele queria mais, deveria estar no atraso, desceu sua lingua até meu cuzinho e disse que há muito tempo era tarado por minha bunda.

Sabendo o que viria a seguir, abri minhas pernas o máximo, apontou seu enorme e grosso pau em meu cuzinho e forçou e foi invadindo, gemi alto de dor e tesão, a portinha de meu cuzinho foi arrombado, pois não dava ele a meu marido a muitos anos, meu esfincter dilatou-se e em segundos meu ânus abocanhou toda aquela vara enorme, ele então começou a socar com força, entrava e saia forte, esfolando as paredes do meu cuzinho, fazia tempo que não gozava por ali, e foi uma delicia sentir ele inundar-me de esperma, sentia-me como uma adolescente transando dentro do carro apertado com seu namorado.

Ele novamente saiu de dentro de mim e minha calcinha entrou em ação, coloquei-a na entrada de meu cu e forcei, limpando toda porra que saia de dentro dele, vestimo-nos e guardei minha calcinha na bolsa encharcada de porra, deixei-o em sua casa e fui para meu apartamento.

Chegando vi meu corninho querido sentado no sofá assistindo jogo do seu time, o Palmeiras, dei-lhe um “boa noite”, e corri para o banheiro tomar um bom e relaxante banho, depois fui jogar minha roupa na maquina, para apagar os vestígios da transa. Depois fui comer algo na cozinha e ele veio se desculpa, da forma dela, sempre amenizando as coisas, o desculpei, mais o estrago já estava feito, tomou galha.

No outro dia conversei com o Rafael, não queria parar e muito menos ele, combinamos todas as coisas certinhos e então nossas transas tem continuado ate hoje, muito motel após as aulas.

  • Enviado ao Te Contos por Silvana

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