quinta-feira, 1 de outubro de 2026

BEM NOVINHO

  

By; @contos-de-valeria

Diferente dos outros contos que já escrevi, essa história não é minha e vem inspirada em uma confissão/desabafo de uma das minhas melhores amigas, a Natália. Em uma noite de vinhos e conversas sinceras ela fez um relato de uma aventura rápida que me deixou ao mesmo tempo chocada e incrivelmente excitada. Assim como eu, Natália tem 47 anos e a história que vou contar aconteceu no verão de 2019, quando estava prestes a completar 40 anos.

Casada com Milton desde os 23 anos de idade, Natália é uma mulher muito bonita, loira, olhos castanhos claros, cabelos lisos e longos, pele clara, um corpo longilíneo e ao mesmo tempo sexy, com seios médios siliconados e uma bunda proporcional. Durante 17 anos do seu casamento foi sempre fiel ao marido, apesar das investidas eventuais que recebia.

O casamento já não era mais o mesmo. Havia esfriado e entrado na famigerada rotina que, invariavelmente, mata qualquer relação. No verão de 2019 o casal resolveu tirar férias, o que era raro em razão do trabalho autônomo de ambos, e combinaram uma viagem com um grupo de amigos. O destino era a praia da Ferrugem, em Garopaba, Santa Catarina.

A bem organizada viagem envolveu quatro famílias amigas que se reuniu em duas grandes casas próximas à praia e alugadas para a ocasião. Um dos casais tinha filhos adolescentes e, acompanhando os filhos, estava Mateus, amigo de um dos filhos e que acabara de completar 18 anos. Em condições normais a presença de Mateus passaria batido por Natália, mas a situação que vivia no casamento e a carência a levaram a perceber a beleza do jovem convidado.

Mateus era moreno, pele bronzeada, surfista, porte atlético, simpático, sorridente e muito despachado. Em poucos minutos se enturmou com todos ao redor. Natália ficou estranhamente interessada nele. Discretamente analisou cada detalhe do jovem, mas buscou desviar os pensamentos tentando voltar a si, afinal era apenas um jovem entrando na idade adulta.

À noite teve mais uma transa burocrática e sem vontade com o marido que, novamente gozou antes dela. Depois de limpar-se deitou ao lado do marido que àquela altura já roncava em sono profundo. Apesar do ar-condicionado, o calor era um inimigo de uma boa noite de sono e Natália pôs-se a pensar no dia anterior e logo se lembrou de Mateus. Em pouco tempo suas mãos percorriam e apertavam os seus seios. Sentiu sua buceta ficar úmida e tirou a calcinha. Permitiu que seus pensamentos fossem mais longe, tocando uma siririca com a imagem de Mateus em sua mente. Gozou como há tempos não gozava.

Com o passar dos dias a interação entre todos os viajantes só aumentava e melhorava. Natália e Mateus tinham uma ótima relação e parceria: os dois gostavam de cozinhar e comandavam as refeições da turma. Os esbarrões na cozinha eram inevitáveis e, obviamente intencionais.

Em um determinado dia, após um churrasco com grande consumo de bebidas pelos mais velhos, incluindo Milton, a turma ficou sabendo de um show que aconteceria na praia de Garopaba, aberto ao público. Com exceção dos maridos, que estavam caindo de bêbados, todos se organizaram para ir ao show que aconteceria no final de tarde.

Natália tomou um banho demorado, colocou uma calcinha de renda preta, pequeníssima e um vestido leve, azul claro, decotado nos seios siliconados sem sutiã e cuja saia não chegava ao meio da coxa. Àquela altura do verão, a loira já desfilava uma pele bronzeada com marcas de biquini. Nos pés, apenas um chinelinho em couro.

Quando desceu as escadas deu de cara com Mateus que não escondeu a surpresa e soltou um sincero “UAU” que, provavelmente, foi notado por alguns. Ao embarcarem nos três carros que rumariam à praia de Garopaba, Mateus fez questão de apressar-se para entrar na carona oferecida por Natália, que ainda levou uma amiga com seu filho.

Após o show todos estavam cansados e quiseram voltar para casa. Natália não lembrava da última vez que tinha se divertido daquela forma, leve, e logo lembrou do marido que havia ficado em casa. Diferentemente dos demais, Natália não tinha nenhuma vontade de voltar e então disse que voltassem pois ela ficaria passeando mais um pouco por ali, visitaria banquinhas de artesanato e se distrairia sozinha.

Mateus percebeu a oportunidade e disse: - “Se não for incômodo eu posso te fazer companhia para não ficares sozinha.”

Natália enrubesceu e sentiu seu coração acelerar, pois sabia que algo a mais havia ali. Sem pensar muito respondeu: - “Fico bem sozinha, mas também seria ótimo ter uma companhia.”

E assim os dois ficaram por ali, na noite do centrinho de Garopaba. Caminharam à beira da praia molhando os pés, sentaram-se em um boteco, comeram petiscos, tomaram uns drinks, conversaram sobre várias coisas. Mateus mostrava grande maturidade e isso encantava Natália. Falou que gostaria de ser chef de cozinha.

Natália instintivamente disse: - “Você cozinha muito bem, sabia? Um bom cozinheiro conquista as mulheres!”

Mateus entendeu o recado, mas sua pouca experiência o deixou sem palavras e com um sorriso meio sem graça no rosto. Terminaram o petisco e o drink e Natália levantou-se, foi até o caixa exibindo suas curvas, pagou a conta e chamou Mateus: - “Vamos voltar.”

Duante o trajeto até o carro os dois caminharam lentamente e bem próximos um do outro, deram muitas risadas e por algumas vezes trocaram profundos olhares fixos. A situação já deixava Natália excitada e pensativa.

Ao entrar no carro e sentar-se o vestido de Natália acabou subindo um pouco, deixando a coxa praticamente exposta e a barra da saia no limite da calcinha. Mateus olhou fixamente mordendo os lábios levemente. Natália fingiu que não tinha visto nada e não ajeitou a saia.

Durante o percurso começaram a conversar sobre relacionamentos. Natália queria saber se Mateus namorava, mas ele só tinha ficado com algumas meninas. Natália ficou um pouco surpresa, pois imaginava que um rapaz bonito como ele despertasse mais o interesse das meninas.

A conversa foi avançando e quando os dois já se encontravam na escura estrada que leva à praia da Ferrugem, Natália perguntou, sem papas na língua: - “Transou com alguma delas?”

O desconforto de Mateus foi imediato. Ficou sem saber o que responder, gaguejou. Nessa fração de segundos em que ele pensava na resposta, Natália fez um rápido e discreto movimento subindo a saia do vestido alguns centímetros, revelando a ponta da calcinha preta em meio a penumbra.

Sem deixar Mateus responder, Natália provocou: - “É por isso que não tira o olho do meio das minhas pernas? Quer tocar um pouco para sentir?”

Mateus estava incrédulo, mas não perdeu tempo nem a oportunidade. Avançou sua mão esquerda sobre a coxa bronzeada de Natália, apertou e deslizou a mão para o meio de suas pernas, que se abriram automaticamente para facilitar o acesso. Mateus sentiu a calcinha melada e deslizou os dedos pelo lado e para dentro da buceta. Natália deu um gemido agudo, fechou os olhos, jogou a cabeça para trás e por alguns segundos esqueceu que estava dirigindo.

Andaram mais alguns metros com Mateus brincando em sua buceta, até que encontraram uma rua lateral completamente escura e deserta. Natália entrou, encostou o carro, desligou os faróis e pulou no colo de Mateus. Tascou um beijo lascivo e molhado, enquanto se esfregava no pau duríssimo que ainda estava dentro da bermuda.

Natália levantou-se um pouco e disse para Mateus tirar a bermuda, no que foi prontamente atendida. Sem nem olhar para o pau, Natália sentou-se de uma única vez, sentido um pau grosso e incrivelmente duro preencher a sua buceta. Um pau diferente era algo que não sentia há quase duas décadas. O tesão era gigantesco entre os dois.

Baixou o vestido e deu os seios para Mateus chupar. Gemia rebolando no pau e depois de uns poucos minutos Mateus não aguentou e avisou que ia gozar. Natália se sentou mais fundo e sentiu uma gozada vigorosa de Mateus que gemia e se contorcia, enquanto a buceta de Natália era enchida de porra além do limite. Mesmo com a gozada o pau de Mateus seguiu com a mesma rigidez. Natália sorriu e aproveitou. Tirou o vestido, ficando só com a calcinha de lado e cavalgou com vontade e tesão, até gozar intensamente.

Havia tanto tempo que não gozava sentada em um pau que o orgasmo durou muito tempo, estremecendo seu corpo inteiro. Natália deitou-se sobre o peito de Mateus e curtiu o final do orgasmo dando-lhe beijos ainda sentada no pau duro.

Mateus tirou toda a roupa e Natália deu um banho de língua nele, lambendo e chupando seu pescoço, seu peito, a barriga... o pau ainda era uma pedra.

- “Já ganhou uma chupada?”, perguntou Natália.

- “Essa vai ser a primeira.”, respondeu Mateus.

Tomada de um tesão incontrolável, Natália abocanhou o pau grosso e duro, sentiu o gosto de sua buceta misturado à porra dele e depois de alguns minutos ganhou uma boa gozada em sua boca, sorvendo e engolindo cada gota de porra.

- “Já chupou uma buceta?”, perguntou Natália.

Mateus sorriu e disse: - “Essa vai ser a primeira.”

Natália saiu do carro e se dirigiu ao capô onde se apoiou e empinou a bunda, mandando Mateus ajoelhar-se e chupar com vontade. Ele mergulhou naquela buceta melada, lambendo o cu, enfiando a língua e indo até o clitóris. Natália colocava a mão para trás e apertava a cabeça de Mateus contra sua bunda.

Natália agarrou Mateus pelos cabelos e puxou para que se levantasse. Naturalmente em pé, aproveitou a posição, segurando Natália pela cintura e meteu com força e vigor. Ela adorava aquela posição e a metida era perfeita, com um pau que ia fundo e preenchia os espaços.

Natália gozou, quase chorando de tanto tesão que sentia e, logo em seguida Mateus lhe deu mais uma carga de porra.

Os dois estavam exaustos e suados, gozados e satisfeitos. Deitaram pelados lado a lado no carro para descansar, um em cada banco e ficaram se admirando, conversando a dando risada. Lá pelas tantas o pau de Mateus fica duro de novo e Natália o momento para dar mais uma subida. Ela fechava os olhos e aproveitava cada centímetro daquele jovem virgem e vigoroso.

O telefone toca e o nome do marido aparece na tela do celular. Muito safado Mateus diz: - “Goza montada no meu pau enquanto ele liga”.

Aquela frase arrepiou o corpo de Natália que, prontamente, gozou solta e livre em cima de Mateus, vendo a tela piscar e depois se apagar com a informação de chamada perdida. Ainda sentada no pau mandou uma mensagem dizendo “sinal muito ruim, mas já estou na estrada a caminho”.

A noite foi encerrada com mais uma bela chupada de Natália, que se colocou do lado de fora do carro com a porta aberta e tomou mais um shot de porra, gota por gota, saboreando o gozo de Mateus.

- “Nada mal a tua estreia, hein?”

Os dois se vestiram e rumaram à casa que estavam. Para despistar, Natália deixou Mateus em um bar um pouco distante da casa e combinaram de dizer que ele tinha voltado com alguns amigos que encontrara no show.

Chegando em casa sem calcinha, Natália foi recebida com reclamações de seu marido e dos demais, afinal estavam todos famintos esperando os cozinheiros. Mal sabiam que ela já estava muito bem alimentada.


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