segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Nesse final de semana de eleição meu primo foi o primeiro que inaugurou o meu cuzinho (03-10-2026)

  

By; Ruthy

Oi Te Contos, me chamo Ruthy, tenho 19 anos, sou do interior do Ceará. Sou morena, peitos pequenos, tenho 1, 63 de altura, bunda redondinha, pernas fortinha, tenho 58kgs e malhando bastante.

Esse final de semana de eleição meus tios vinheram aqui para casa, eles votam aqui na cidade e para minha surpresa o meu primo (que tem 22 anos) veio com eles, e ve-lo me deixou louca de desejo.

Bem antes já trocamos algumas mensagens e elogios em fotos e no privado, ele sempre tem se mostrado louco pela minha bunda, o que me deixa muito feliz, é sinal que o tempo e esforço na academia tem dado resultado.

No sábado aconteceu; o dia passamos no rio tomando banho na cachoeira, eu escolhi o meu menor biquine, e deixei ele louco, não posso negar que ele de pau duro marcando no short não me deixou com agua na boca. A noite quando voltamos da rua, eu coloquei um shortinho, que acho bem enganoso, pois ele deixa a poupinha da bunda aparecendo, mas se olhar de frente acham ele comportado, e foi assim que tirei ele do serio, pois dava um jeitinho de dar uma abaixadinhas e empinadinhas a mais para ele ver o shortinho todo enfiado na minha bunda.

Pois foi assim que ele veio e me abraçou por trás e quando senti o corpo dele colado no meu, uma onda de calor subiu pela minha espinha. Meu corpo reagiu sozinho: comecei a mover a cintura, esfregando minha bunda no volume da bermuda dele. Foi instantâneo, tipo um fogo que acende e não para mais.

Aquele atrito me deu um prazer absurdo, algo que eu nem imaginava que aconteceria assim. Meu coração acelerou, e eu senti minha buceta se contraindo de vontade. Ele percebeu na hora e começou a se pressionar com mais força, seu pau endurecendo rápido contra mim. Putamente delicioso. Ele inclinou a cabeça e beijou meu cangote, a respiração quente roçando minha pele.

- “Tá louco pra dar esse rabo, né, safada?”

Ele sussurrou, com uma voz rouca que me deixou ainda mais excitada. Eu não respondi, estava em transe, o corpo todo formigando de tesão.

Ele me guiou para os fundos do quintal, onde tem um monte de plantas e árvores nos escondendo da vista. O ar cheirava a terra úmida, e meu coração batia forte, misturando nervosismo com uma curiosidade doida. Chegando lá, no meio daquela folhagem densa, Ele soltou a bermuda e puxou o pau pra fora, é grosso e comprido, com a cabeça inchada e brilhando um pouco.

- “Vem, chupa isso aqui”

Ele ordenou, e eu não pensei duas vezes. Caí de joelhos e enfiei a boca naquilo, lambendo a ponta com avidez. O gosto salgado e quente me enlouqueceu, e eu tentei engolir o máximo possível, mas era grande demais, batendo no fundo da garganta e me fazendo babar.

Enquanto eu chupava com tudo, sentindo as veias pulsarem contra minha língua, ele acariciava minha bunda por cima da roupa, depois arriou meu short num movimento rápido. Seus dedos exploraram meu cu, roçando a entrada sensível e me deixando gemendo em volta do seu pau.

Aquele toque me deu um prazer incontrolável, como choques elétricos subindo pelas minhas pernas. Ele cuspiu na mão, umedecendo o dedo, e enfiou devagar no meu cuzinho. Meu corpo tremeu inteiro, as pernas bambas, uma mistura de dor aguda e um êxtase que me fez ver estrelas. Nunca imaginei que algo pudesse ser tão intenso – minha buceta estava piscando e molhando dentro da calcinha.

Depois de uns minutos me fodendo com o dedo, Ele me fez ficar de quatro no chão macio. Ele passou mais saliva no meu rabo, lubrificando tudo, e encostou a cabeça do seu pau na minha entrada. Meu coração parecia que ia explodir, e eu senti meu cu se contraindo involuntariamente, como se estivesse implorando por mais. Ele forçou com cuidado, mas a dor veio forte quando a cabeça entrou, esticando meu orifício ao máximo.

- “Relaxa, vai ser bom”

Ele murmurou, e eu tentei, mesmo com lágrimas nos olhos. A dor era foda, mas o prazer era maior, uma sensação de preenchimento que me deixava viciada.

Enquanto ele começava o vai e vem, eu me ajeitei melhor, sentindo cada centímetro da sua rola invadir meu interior. Minha buceta pulsava (nem sei explicar), então comecei a me masturbar, enfiando dois dedos, apertando ela, tocando no meu clitoriz desesperadamente enquanto ele arrombava meu cu.

Os gemidos saíam altos, e eu não aguentei por muito tempo e gozei feito um loucamente, jatos quentes espirrando no chão, parecendo que eu estava fazendo xixi, o meu corpo sacudindo com espasmos. Logo em seguida, senti o pau dele pulsar lá dentro, enchendo meu rabo de porra quente e cremosa. Quando ele saiu, um filete escorreu por mim, misturando alívio com uma saudade imediata, como se eu já quisesse outra rodada.

Essa foi minha primeira vez que levei no cuzinho e foi viciante. Deixou meu corpo inteiro pulsando, com uma fome que eu sabia que se tivéssemos só nós eu não ia parar tão cedo.

Nos vestimos e eu corri para o banheiro do meu quarto, fui lavar meu rabinho, depois voltei pra sala onde estavam todos, ficamos trocando olhares o tempo todo, eu queria mais, só que infelizmente não tivemos como oportunidade.

Antes dele ir embora no domingo após o almoço ele ainda veio pertinho de mim, deu aquela deliciosa apertada na minha bunda e disse que próximo vez vai querer a minha buceta e o cuzinho. Vou dar ate me acabar!

  • Enviado ao Te Contos por Ruthy

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