terça-feira, 16 de abril de 2019

Eu quero Sexo!

By: Flavia

Oi, Sou a Flávia, estou com 52 anos, tenho boa saúde e bonitas pernas. Já empinei meus peitos com silicone e já recauchutei o bumbum com cirurgia plástica. Tudo isso para me sentir mais jovem, mais bonita e chamar mais a atenção dos homens.
Não tenho preconceito de idade com eles. Basta que sejam homens bem dotados, não afobados, de boa educação e que saibam de fato fazer uma coroa como eu gemer e gozar até pedir água.
Posso dizer que hoje, sinto o mesmo tesão e gozo até mais e melhor do que quando era jovem e estava começando a me deliciar com um pau duro na racha.
A história que quero compartilhar com vocês é esta:
Há cerca de três meses, comecei a participar dos encontros de um Grupos de Mulheres acima de 40 anos, que nada mais são do que ajuntamento de gente com disposição para se divertir e dançar.
Na minha estreia no Grupo fui apresentada aos demais e eles se apresentaram individualmente para mim. Um homem bonito, charmoso, cheiroso, que estimei ter uns 34 anos, encostou seu rosto no meu, beijou-me suavemente a face e se apresentou como doutor Ramon, médico pediatra.
Confesso que fiquei perturbada, o sangue subiu-me às têmporas; a buceta latejou e umedeceu, tamanho o tesão que aquele pedaço de mau caminho despertou em mim.
Ele portava aliança no dedo anular da mão esquerda. Casado! Deduzi prontamente. Mas vamos dar tempo ao tempo, pensei. Casado, mas decerto não é capado, então sempre há uma esperança. E confesso que prefiro mesmo foder com homens casados, porque eles precisam ser mais discretos que os solteiros e os viúvos.
Primeiro almoçamos, para depois então começarmos a dança, com os olhos pregados no bonito doutor, percebi que ele dava atenção constante para uma mulher, muito bonita, que estava em uma cadeira de rodas.
A certa altura da festa ele se chegou a mim e me convidou para dançarmos juntos, tomamos o rumo da pista e, pegados um no outro, começamos a dançar, posso dizer que encostada nele eu me senti ainda mais fêmea, se não fossem as implicações do ambiente, tenho certeza que teria dado para ele ali mesmo, em nosso primeiro encontro, tamanha a “química”.
Seu pau, de apreciável volume, estava o tempo todo a meio mastro, e seguidamente roçava minhas coxas, dançando e conversando, ele me contou que era casado e que a mulher sentada a quem dava constante atenção era sua esposa, que perdera os movimentos das pernas há alguns anos, lamentei e me solidarizei com ele.
O encontro terminou e na despedida ele encostou suavemente seus lábios nos meus, me deixando ainda mais tesuda.
Na semana seguinte, acho que mais de meia hora antes do horário marcado para o almoço do Grupo, lá estava eu a tremer minhas pernas pela ânsia da chegada do meu doutor gato, e dessa vez ele veio sozinho, sem a esposa, o que me encorajou a recebê-lo na porta do Clube.
Beijamo-nos um tanto quanto sutilmente, mas assim mesmo pude me extasiar com o calor dos seus lábios, veio o almoço, uma breve pausa, e a música convidou à dança, apenas nos olhamos e seguimos para o centro da pista.
Não deu meia marca e o meu doutor já havia encostado seu mastro na minha buceta, aproximamos bem nossos rostos um do outro, sem que eles se colassem, para não dar bandeira demais, veio então a cantada, direta, firme e decidida.
Ramon deixou muito claro que gostara de mim, que estava com enorme vontade de fazer sexo comigo. Disse-me também que dado o problema físico da esposa, não tinha mais contato sexual com ela fazia seis anos,
Com franqueza, colocou-me a par de todos os envolvimentos que teve neste tempo, fora de casa, e que no momento ele estava sem uma parceira preferencial para a cama.
Também fui direto ao ponto, esclarecendo que ele me provocava enorme tesão, que gostara muito dele já em nossa apresentação, e que eu também queria, sim, trepar com ele. Aliás, era tudo o que eu queria da vida naquela quadra.
Apenas deixei claro ao Ramon que não me sentiria bem se a esposa dele ficasse sabendo e promovesse alguma cena de ciúme quando nos víssemos outra vez. Explicitamente, eu lhe falei:
- quero dar para você, mas não quero ser pivô de nenhuma ciumeira.
Ele me tranquilizou com a informação de que assim que foi diagnosticada a invalidez física, ela o liberou de ser-lhe fiel. Apenas pediu que ele fosse discreto em suas aventuras e, na medida do possível, que ela nunca viesse saber com quem ele transava fora de casa.
Para mim, tudo bem!  
Combinamos de ir para o motel, cada um de nós com seu próprio carro, fui na frente, reservei uma suíte e aguardei por ele, mal havia preparado uma bebida para mim e outra para ele e já a recepção me comunicou da sua chegada, autorizei a deixarem que viesse ao meu encontro.
Abri a porta da suíte e imediatamente mostrei ao meu doutor que eu sabia fazer um homem gemer sem sentir dor, ele já chegou turbinado com o mastro brilhando de duro, apliquei-lhe um boquete de fazer-lhe ver estrelinhas e coraçõezinhos flutuando na frente dos olhos.
Abri meu sutiã e deixei que ejaculasse entre os meus peitos, aquela porra quente e aquele mastro tremulante me puseram louca do juízo.
Tomamos nossas bebidas, fomos para baixo do chuveiro e, mais que depressa nos enfurnamos na cama, daí foi a vez do Ramon me fazer gemer sem sentir dor, com seus lábios experientes e sua habilidosa língua.
Enfim, veio a penetração, num papai-mamãe que levou aquela maravilha de caralho do Ramon para as maiores profundezas da minha buceta.
Abri minhas pernas o quanto deu e rebolei medonhamente no cacete daquele homem, como se diz no vulgar, ele me comeu até nós dois ficarmos convencidos que pela próxima meia hora era preciso descansar.
Uma boa ducha morna, um whisky com muito gelo, e aquela vontade danada de quero-mais bateu firme em nossas moleiras e, claro em nossas genitálias, pus então o meu doutor pauzudo de barriga para cima e cavalguei nele até minha buceta explodir em gozo e ele inundar o interior da camisinha com esperma quente.
Cansados e absolutamente satisfeitos sexualmente, nos despedimos com um beijo de língua e seguimos nossas vidas, na certeza de novos encontros como aquele, é claro.
Contudo, deixamos muito claro um para o outro que daquela nossa maravilhosa cama de motel nenhum compromisso de fidelidade estaria decorrendo. 
Cada um de nós segue sua vida, mas continuamos fazendo tudo pata ter novos encontros e dar novas trepadas, sempre com tesão, respeito, amizade e alegria.
  • Enviado ao Te Contos por Flavia

Mamando e tomando leitinho da rola do meu sogro

By: Lucia

Oi, a todos do TE CONTOS. Eu me chamo Lucia, tenho 26 anos, não me considero nenhuma modelo de beleza, mas tenho meus atributos que chamam a atenção dos homens. Sou morena, altura média, pernas grossas, bumbum volumoso e empinado e seios fartos, bem firmes.
Sou casada há 5 anos, eu e meu marido mantemos um relacionamento afetuoso bem bacana, mas nosso relacionamento sexual, que eu achava satisfatório até a pouco tempo, mas recentemente não andava mil maravilhas, mas depois do que me aconteceu tudo mudou.
Voltando, todas as manhãs levantava sedenta de sexo, tentava fazer carinho em meu marido, mas era ignorada, pois sempre ele corria de manhã para ir ao seu trabalho, meu marido tinha 30 anos, era um advogado muito ocupado, me deixando ali, eu entendia que seu trabalho era muito importante, mas ele não me dava mais afeto e sexo como antes.
Certo dia, meu marido, me disse que haveria um problema, seu pai viria morar conosco um tempo, pois ele não estava muito bem de saúde, meu sogro tinha cerca de 56 anos, no começo não achei uma boa idéia, não teria um quarto para ele na casa, então meu marido sugeriu o quartinho da dispensa, que estava desocupado, tive que concordar.
Meu sogro chegou no dia seguinte, o acomodamos no quarto da dispensa, ele agradeceu muito, disse que não notaríamos a presença dele na casa.
Continuamos nossa rotina, certa manha, acordei um pouco tarde, e meu marido já estava na cozinha, tomando café, levantei e fui ate ele, eu usava uma camisola curta, que ia ate meio das coxas, cheguei ate meu marido e dei um beijo, e agarrei seu corpo passando a mão no seu pau por cima da calça, uma coisa que eu adorava de manhã era fazer uma chupeta gostosa em meu marido, mas novamente fui ignorada, recebi apenas um beijinho rápido, ele tomou o café quieto, quando foi saindo, eu o abracei.
- “Fica mais um pouquinho, quero você, quero fazer aquilo que você gosta!!”.
- “Querida, desculpe, agora não vai dar, tenho compromisso urgente!”.
Me senti um lixo na hora, desprezada, pelo meu próprio marido, ele pegou sua maleta e foi para seu trabalho, na hora me bateu uma depressão, um vazio dentro de mim, a um tempão não sabia que era um carinho de homem, recolhi a mesa, ainda era cedo, eu havia perdido o sono, então resolvi lavar a roupa
Fui ate a área de serviço, que fica próximo ao quarto da dispensa, eu estava de cabeça baixa, algumas lagrimas correram dos meu olhos, comecei a pegar a roupa suja no cesto e colocar na lavadora, nesse momento uma meia caiu no chão, eu me curvei para pegar, virando meu traseiro para quarto da dispensa quando ouvi uma voz.
- “Ahhhhhhhhh…… Bom Dia! Lucia!!”.
Minha nossa era meu sogro, levantei rapidamente, com certeza ele viu minha calcinha por de baixo da camisola, ele havia aberto a porta do quarto, estava usando apenas uma bermuda e estava sem camiseta, reparei que ele tinha o corpo magro, ao meu ver em forma para sua idade.
- “Bom Dia, dormiu bem ?”.
- “Dormi sim, nunca dormi tão bem na vida!”.
- “Que bom, havia me esquecido do senhor, tem café quente, se o senhor quiser tomar!”.
- “Obrigado, eu pego depois, esta fazendo o serviço da casa? Se precisar de ajuda?”.
- “Estou sim, obrigada, mas o senhor é visita não precisa se estressar!”.
Olhei rapidamente para ele, e vi seu olhos secarem meu corpo, o safado estava me cuidando. Ele pediu licença e foi ate o banheiro, passando por mim, como era um espaço estreito, senti ele esfregar seu corpo em mim, na hora fiquei atônica, mas não dei muita bola, continuei meu serviço, ele abriu a porta do banheiro e me pediu uma toalha, para secar o rosto, eu levei ate ele, quando ele percebeu minha expressão de tristeza.
- “Nossa, que cara é essa, que foi que houve?”.
- “Nada não, estou apenas cansada!”.
- “Cansada, isso não parece cara de cansada, você parece aborrecida com algo!”.
- “Estou sim, mas não é nada demais!”.
Ele foi ate a cozinha, e serviu 2 xícaras de café, trouxe uma ate mim.
- “Toma aqui, bebe isso e você vai se sentir melhor!”.
- “Obrigada!”.
Achei gentileza dele trazer café para mim. Ele me secava toda hora.
- “Então, Lucia, desculpa perguntar isso, mas como anda você e meu filho?”.
Eu olhei firmemente para ele, e tive que mentir.
- “Estamos indo muito bem!!”.
- “Bem, mas olha seu rosto de tristeza, ele te fez algo?”.
- “Na verdade fez e não fez!”.
- “Já estou entendendo, eu sou um cara vivido, sei exatamente o que esta acontecendo, vocês devem estar com problema na vida amorosa e sexual, estou certo ?”.
Como pode ele saber exatamente que eu sentia, não consegui mais mentir.
- “Na verdade, estamos sim, mas não quero falar sobre isso!”.
- “Hummm, tudo bem, desculpe, não quis ofender você, só queria ajudar!!”.
- “Me ajudar, mas como o senhor me ajudaria?”.
- “Eu poderia dar umas dicas de como apimentar seu relacionamento!!!”.
Qual seria as intenções de meu sogro.
- “Como assim, dar umas dicas, que o senhor ta querendo, sabe que sou casada com seu filho!!”.
- “Eu falei com todo o respeito, apenas quero te dar dicas de como seduzir ele, te ensinar algumas coisas que ele vai gostar!”.
Fiquei sem palavras, meu sogro era um pervertido.
- “Desculpa, mas não entendi muito bem, o que o senhor quer fazer ?”.
- “Isso mesmo que você ouviu, quero te ensinar tudo que sei, tudo que aprendi nesses anos!!”.
- “Meu deus, tenha respeito né!!!”.
Eu furiosa, fui para meu quarto, que proposta mais indecente fez meu sogro, nunca faria isso, trair meu marido, e muito mais com meu sogro.
Durante todo o dia não olhei para ele, fiz de conta que nem estava ali, de tarde, um pouco antes do horário de meu marido chegar, tomei um banho e preparei para ele, coloquei uma calcinha fio-dental, a mais pequena que tinha, e por cima apenas um vestido florido curtinho, não usei nada para meus seios.
Passou-se 30 minutos e meu marido não havia chegado, quando tocou o telefone na sala, fui correndo atender, quando entrei na sala, estava meu sogro sentado no sofá vendo TV, eu peguei o telefone, ficando de costas para meu sogro, era uma ligação de meu marido, avisando que haveria uma reunião com clientes, e após a reunião, teria uma janta importante com esses clientes, e viria muito tarde hoje, eu disse poucas palavras, concordei contudo, mas uma angustia bateu no meu peito, desliguei o telefone, totalmente desanimada.
- “O que foi Lucia, tudo bem?”.
- “Oi, estou bem sim, obrigada por se preocupar!”.
Nessa hora eu comecei a chorar.
- “Nossa, vem aqui minha filha, senta do meu lado! O que foi dessa vez ?”.
- “Ele não vem, vai ficar de novo no seu trabalho!”.
- “Nossa, você estava feliz, se preparou toda para ele, não acredito que ele não da bola para uma mulher assim!”.
- “Mas que nada, meu sogro, foi sempre assim, ate estou acostumada!”.
Nesse momento meu sogro me abraçou forte, cheguei a sentir um pouco de tranquilidade, um afeto de um homem.
- “Lucia, você é uma mulher muito linda, e hoje você esta estupenda e sexy!!”.
- “Obrigada!!”.
- “Eu nunca deixei uma mulher triste por causa de amor, sempre fui um homem carinhoso e sincero!!”.
Meu sogro estava sendo muito ousado.
- “Nossa, eu pensei que minha vida seria muito diferente, pensei que seria feliz casando, mas estou aqui triste!”.
Seus braços ainda colados ao meu corpo, senti roçar na frente sobre meus mamilos, o safado fez de proposito, me deixando atônica, mas acabei sentindo prazer com aquilo, ficando com meus mamilos duros e pontiagudos.
- “Lucia, desculpa falar isso, mas desde que quando casarão, achei que você seria muita mulher para meu filho, você com sua idade, uma mulher nova e saudável, deve ta louca por carinho e sexo!!”.
Eu olhei para seus olhos e percebi o tesão que ele estava sentindo, seu braço praticamente suspendia meus seios, fazendo aparecer um decote no vestido, nessa hora fiquei louca.
- “Sogro, o senhor promete, não contar a ninguém o que acontecer hoje?”.
- “Prometo, sera nosso segredo!”.
Nessa hora, me estreguei a ele, começamos a se beijar, aquela boca experiente, meu deixou louca de tesão, com suas mãos, ele começou a apertar meus seios, fiquei molhada na hora.
Ele me deixou sentada no sofá, e ficou de pé na minha frente, percebi um volume enorme em sua calça, seu pau estava estourando de tesão.
- “Você quer tocar nele?”.
Sem muita cerimonia, comecei a passar a mão no seu pau, ainda por cima da calça, fiquei impressionada, ele tinha um pau grande.
- “Vamos, Lucia, tira ele pra fora!!”.
Eu tava louca, comecei a tira sua cinta, e abrir o zíper, e fui abaixando sua calça juntamente com sua cueca, ate saltar pra fora seu pau gostoso. Meu marido não havia puxado seu pai, era um pau imenso, levei uma mão e segurei ele, latejava, mal conseguia fechar a mão, era grosso também, comecei a fazer movimentos.
- “Nossa, Lucia, é muito gostoso, a muito tempo não sei o que e isso!!”.
Fiquei pensando que loucura estou fazendo, eu estava dividida, queria parar, mas ao mesmo tempo não conseguia.
- “Lucia, você gosta de oral ?”.
Fiquei sem palavras, como ele sabia que eu gostava disso.
- “Eu adoro!!!”.
Forcei seu pau, para tirar a cabeçorra para fora e comecei a passar minha língua nele, as pernas deles retorceram de tesão, soltou um urro de prazer.
- “Huuuuuu…nossa…é muito gostoso Lucia!!”.
Abri mais minha boca e coloquei aquela cabeça do seu pau, tinha a pele enrugada, mas era muito gostoso, fui colocando mais na boca, mas era muito grande não entraria tudo, estava com a boca cheia, e comecei a chupar fortemente, era maravilhoso, estava saciando meu vicio de mamar, ele gemia gostoso, não falava mais nada, apenas curtia um boquete de sua nora.
Deixei seu pau bem molhado. Ele pediu pra me levantar, e pediu para eu deitar ficar de pé no canto do sofá, ele ficou atrás de mim e começou a passar a mão na minha bunda, ainda por cima do vestido.
- “Nossa, Lúcia, você é o sonho de qualquer homem, você tem uma bunda larga e gostosa!!”.
Ele foi puxando minha bunda pra trás, eu me escorei com as mão na guarda do sofá, ficando com meu corpo curvado, ele colocou seu pau por baixo encontro da minha buceta, que estava ensopada, tocou o tecido mas senti perfeitamente o tesão de seu pau, com meu corpo curvado, ele ergueu meu vestido ate as costas, pegou os fios do lado de minha calcinha e começou a tirar lentamente, fiquei louca de tesão.
Agora seria tarde voltar a trás, meu sogro agarrou minhas ancas e apontou seu pau na minha buceta, quase gozei, colocou apenas a cabeça, seu pau ardia de tão duro, e foi enfiando todo seu pau, eu gemi gostoso, meus braços amoleceram, e me rendi a ele, comecei a forçar meu corpo pra trás, me escorando na beira do sofá, ele atolou todo seu pau na minha buceta, me fazendo retorcer de tesão
Nunca pensei que meu sogro era tesudo, e começou a socar freneticamente, eu escorada na beira do sofá, não podia fazer nada, apenas sentia seu pau invadir minha buceta, em pouco tempo senti um tesão enorme, estava prestes a gozar, larguei um grito de tesão meu corpo tremia, estava gozando, coisa que não sentia a muito tempo.
- “Goza !! Sua safada, eu sabia que você estava querendo isso !!”.
Ele continuava a me foder fortemente.
- “Então gostosa, que você gosta mais?”.
Eu não conseguia falar nada, apenas virei meu rosto pra ele, expressando que estava gostando muito. Ele socou mais forte, acho que estava na hora de gozar.
Ele tirou seu pau, e veio novamente na minha frente, colocando seu pau na frente da minha cara, achei estranho, mas por instinto abri minha boca e comecei a chupar seu pau, senti o gosto do meu gozo em seu pau, ele agarrou minha cabeça e começou a socar mais forte, enfiando fundo na minha boca.
- “Hummm… que gostoso, você chupa muito bem, quero ver chupar todo meu leite !!”.
Fiquei pasma, não poderia deixar meu sogro gozar na minha boca, fiz isso apenas algumas vezes com meu marido, eu achava nojento, levei minhas mãos para empurrar meu sogro, para tirar o pau da minha boca, ele me evitou era mais forte, segurou forte, e disse.
- “Nossa, vou explodir !!!”.
Era tarde demais, ele começou a gozar, senti jatos fortes de porra na minha boca, eu não podia fazer nada, acabei engolindo um monte de leite, senti a maior culpa do mundo, fechei os olhos e tentei esquecer um pouco de minha culpa, meu sogro gemia e gozava muito na minha boca. Eu sentia o gosto forte descendo por minha garganta, me fazendo arrepiar.
- “Hummm.. Lucia, que delicia, estou acabado, você deve ter secado minhas bolas!!!”.
Depois de ter aproveitado, tirou o pau da minha boca.
“Então Lúcia gostou?”.
Eu abri meus olhos, ainda com um pouco de leite na boca, num ultimo gole coloquei pra dentro.
“Seu Ricardo! Não era para o senhor gozar na minha boca!!”.
- “Desculpe, Lucia, eu fiquei muito excitado quando transei com você!!”.
- “Eu sei, mas isso que fez comigo, foi um desrespeito!!”.
- “Mil desculpas, eu tive um lapso de conduta, que cabeça a minha gozar na boca de minha nora, isso jamais irá se repetir!!”.
- “Tudo bem eu perdôo você, também foi culpa minha!!”.
- “Com certeza foi culpa sua, acho que gostou muito, acabou engolindo todo meu leite?”.
Fiquei pálida na hora, eu havia mesmo engolido, podia ter evitado e jogado fora.
- “Chega, não quero mais falar sobre isso, o que aconteceu, aconteceu, e ficara apenas entre nós!!”.
- “Claro, claro, eu entendo!!”.
Eu peguei minha calcinha e fui ate o banheiro, tomar um banho frio para esquecer de tudo. Voltei a sala e meu sogro não estava mais lá, arrumei um pouco a bagunça, já eram quase meia-noite, meu marido ainda não havia voltado, fui dormir.
Levantei e meu marido estava ao meu lado, não vi a hora que chegou. Ele acordou comigo
- “Bom dia, querida, desculpe por ontem, consegui fechar um negocio incrível no escritório!!”.
- “Bom dia querido!!”.
- “Pode preparar meu café, tenho que estar cedo no trabalho!!”.
Levantei, me sentia estranha com o acontecido, mas levei tudo normalmente, coloquei a mesa, estranhei que meu sogro também acordou cedo, meu coração bateu forte, os dois se sentaram na mesa, um medo bateu em mim, vai que meu sogro conta tudo que aconteceu, eu estava ferrada. Ate ouvir Ricardo falar.
- “Lucia, senta na mesa, e toma café com nós!!”.
Sentei ao lado de meu marido e servi um xícara de café.
- “Pai, favor alcança o leite!!”.
Ricardo pegou o bule de leite e colocou na xícara de meu marido.
“Lucia, você quer leite também ?”.
Eu olhei pra meu sogro, um frio passava pela barriga.
- “Quero sim!!”.
Ate meu marido falar.
- “Mas…Lucia.. você nunca gostou de leite?”.
Dei uma risada e pisquei para meu sogro
- “Gosto sim, gosto muito de leite, principalmente quando esta quentinho!!”.
  • Enviado ao Te Contos por Lucia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...