quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Um boquete gostoso da epoca da facul.

 

By; Loira Casada

Oi a todos do TeContos. Sou uma mulher casada, vaidosa, gosto de me cuidar, estar bem com meu corpo, frequento academia e apesar da idade, tenho 33 anos, chamo muito a atenção, principalmente por causa da minha bunda. Tenho um rosto bonito, tenho 1,68 de altura, 63 kilos, cabelos lisos, olhos castanhos, coxas grossas, seios médios e durinhos, bunda arrebitada, grande e empinada ( 113 cm de quadril ). Mantenho o corpo sempre lisinho, todo lisinho.

Posso dizer que eu gosto realmente de sexo oral, é minha grande tara, é onde tenho muito prazer. Gosto principalmente de chupar um belo e vigoroso pau. Quando digo vigoroso, é por que gosto de homens que sabem ser chupados por um longo período de tempo, pois dificilmente eu me canso.

Eu tinha 15 anos de idade quando chupei um pau pela 1º vez, eu namorava um primo bem mais velho que eu, tudo escondido.

Minha adolescência e juventude foram cheias de namorinhos, e eu sempre gostei de usar minha boca para satisfazer a vontade dos meus homens. Mexe comigo essa coisa de poder satisfazer vontades eróticas de machos ousados, e grande parte deles tem essa coisa do sexo oral na mente, ou por que gostam muito, ou por que são mal chupados, seja por namoradinhas ou esposas.

Meu marido diz que eu devo ter algum problema, pois eu peço pra chupar ele sempre, e ele às vezes até nega. Bem, mas ele resolveu esse problema quando disse que aceitaria que tivéssemos um casamento liberal, assim eu poderia matar minha sede de sexo e leite de várias formas.

Eu acho que nunca fui uma jovem namoradeira, dessas de passar um longo tempo. Sempre me mantive focada em estudar, me formar, tirar boas notas, e por isso eu não queria me comprometer de forma mais séria. Mas isso não quer dizer que eu não tinha meus “cazinhos”, até por que eu sempre fui beijoqueira.

Hoje vou falar de um dos últimos cazinhos que tive antes de me formar.

A faculdade é sempre um meio para se ganhar conhecimento e experiências em todas as áreas. Vocês concordam? Tenho certeza, que para os que cursaram a faculdade, na grande maioria, sempre tem algo excitante que tenha acontecido, algo quente, ousado.

Então, falando do Júnior. Ele cursava educação física no período noturno assim como eu. Eu o conhecia através de amigas em comum, e já tinha esbarrado com ele em algumas festinhas e saídas entre turmas (eu cursei pedagogia). Júnior fazia o estilo Playboy da faculdade, tinha uma boa condição financeira, bonito, alto, malhado, vaidoso. Ele já havia me cantado várias vezes, mas nunca tinha rolado nada até que teve um domingo onde fizeram uma festa em uma fazenda, aqueles famosos churrascos à beira da piscina, regado a música alta e bebidas.

Fui com 2 amigas, chegamos por volta de umas 14:00 hs e o local estava cheio. Grande parte dos alunos eram de Educação Física. Ficamos usando nossos shortinhos e usando a peça do biquíni na parte de cima. Tinha muito mais homem que mulher na festa, cerca de 3 pra uma, então os meninos iam se arrumando como podiam.

Cerca de uma hora depois que chegamos, Júnior chegou, e tratou de vir nos cumprimentar e fixou-se em nosso grupinho. Ele era um exibicionista, sabia que tinha um físico lindo, e que a mulherada o admirava. Ele tratou rapidamente de ficar de sunga, era um azul claro, exibindo suas coxas fortes (meninos, eu amo coxas, de verdade), um peito lisinho, braços bonitos. Júnior era branco, mas com uma cor de bronze bonita, alto 1,85 mais ou menos, corpo admirável e atraente. E naquele dia, eu estava percebendo pelo tecido de sua sunga, um volume muito interessante.

A tarde foi passando, a mulherada dançando e bebendo, os rapazes super animados, a piscina cheia e Júnior ficou comigo o tempo todo, a conversa estava realmente agradável, e minhas amigas percebendo que o clima estava rolando, nos deixaram mais sozinhos. Eu já estava usando apenas biquíni, fio dental preto, e Júnior me elogiava a todo momento.

Assim que começou a escurecer, estávamos dentro da piscina e ele então me beijou. Foi um beijo roubado, mas movidos um pouco pelo álcool, foi inevitável, e foi um beijo longo, com ele já me puxando de encontro ao seu corpo, ele me abraçando pela cintura, minha perna esbarrando em seu pau. Não vou mentir, foi gostoso. Ficamos ali dentro da piscina conversando e nos beijando, por um bom tempo, a noite já havia entrado, o local já não estava tão cheio. Minhas amigas já haviam ido embora. Saímos da piscina, ele rapidamente tratou de colocar um short, e assumiu que eu tinha deixado ele excitado. Restavam na fazenda só casais, cerca de uns 8 mais ou menos, ficamos todos conversando todos, bebendo à beira da piscina, até que Júnior perguntou ao dono do local onde poderia tomar um banho pra tirar o cloro da piscina e ele disse que havia uma ducha na parte de trás da churrasqueira que não estava mais sendo usada. Ficava na lateral da casa, fora da visão da piscina.

Júnior levantou, pegou em minha mão e saímos juntos, notei alguns olhares, como estávamos todos em casais, o clima era de pura pegação. Passamos pela churrasqueira, indo para a parte de trás dela, onde havia a ducha. Sabe algo que descobri com o tempo? Que eu gosto de homem cafajeste, de homem que sabe que é bom no que faz e não tem medo de ser ousado, não tem medo de ser criativo. Júnior era assim. O sacana abriu a ducha e sem cerimônia tirou a sunga ficando pelado debaixo da água.

Gente, que ela era metido, eu sabia, mas ele podia viu. Que gato ele era e que físico lindo. E sem modéstia, ele tinha um pau vistoso e um saco com bolas grande e todo lisinho. Fiquei olhando ele se molhar, passando as mãos nos cabelos e rosto e aquele pau com cerca de uns 19 cm duro como pedra. Eu estava em estado de transe olhando ele. Movida por um tesão juvenil dos meus 22 anos, peguei uma cadeira de plástico e entreguei a ele, que entendeu de cara e sentou-se debaixo da ducha, diminuindo um pouco a pressão da água. Peguei a sunga dele e estendi no piso e me ajoelhei entre suas pernas.

– Mostra pra mim o que você sabe loirinha! Disse ele.

Como eu disse, sou gamada em coxas, e eu não podia deixar de aproveitar um pouco daquele par de pernas, sem tocar as mãos no corpo do Júnior, beijei seu joelho direito e depois o esquerdo e depois lambi a parte interna deles. Deslizei minha língua até as coxas e então passei a lamber e morder de leve, como se mordesse uma manga suculenta, mas de leve. Eu esfregava meu rosto nas coxas, e beijava. Acho que ninguém havia feito isso nele, pois ele segurava nos braços da cadeira com certa força, dando uns gemidos. Seu corpo molhado pela água que estava morna parecia ferver, brinquei por longos minutos naquele par de coxas musculosas e depois deslizei um pouco mais e cheguei ao seu enorme saco liso e com bolas grandes.

Eu continuava sem tocar as mãos nele, costumo fazer isso pois acho que o toque apenas da boca e da língua faz com que a sensibilidade do momento seja mais completo. Passei a língua sem pressa, de forma lenta, de baixo pra cima naquele enorme saco. Coloquei uma das bolas na boca e fiquei brincando com ela, depois engoli a outra. Esfreguei meu rosto no saco dele, sentindo o peso dos ovos. A água que caía corpo dele, respingava sob o meu.

Eu podia sentir minha bucetinha quente e úmida. Mais uma vez deslizei minha língua devagar subindo pela base de seu cacete, indo de encontro à glande grande e reluzente. Ao chegar na cabeça, fiz movimentos circulares com a língua, sentindo o quanto ela pulsava, o mel quente saía em grande quantidade já me dando a oportunidade de sentir seu gosto. Júnior colocou umas das mãos em minha nuca e disse:

– Abre a boca putinha.

Seguindo sua ordem eu abri a boca o que pude e ele foi forçando minha cabeça para baixo, deslizando aquele pau duto em minha língua. Para quem acompanha meus relatos, sabem que eu amo chupar, e engolir um pau inteiro é algo que gosto de fazer. O pau do Júnior tinha 19 cm, um tamanho ideal, não era tão grosso, e isso ajudava. O pau entrou na minha boca, indo até a garganta, dei uma leve engasgada que fez ele tirar o pau, babei o pau dele com minha saliva. Ele novamente segurou minha cabeça e me fez engolir seu pau, dessa vez segurou lá dentro, quase me sufocando.

– Puta que pariu. Eu já tinha ouvido falar dessa sua boca, mas não tinha noção de o quanto você chupa gostoso. Tu é uma putinha mesmo.

Júnior ficou de pé, eu de joelhos, ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca, ele colocava e tirava, eu com as mãos para trás do corpo, submissa às vontades daquele macho. As vezes ele parava e ficava batendo o pau na minha cara. Eu chupava sentindo muito tesão, as vezes lambia as coxas dele, e o saco, e depois voltava a sugar seu pau.

Em um dado momento, escutamos vozes se aproximando, fiz menção de me levantar, mas ele não permitiu, em vez disso, enfiou o pau todo na minha boca, me fazendo ficar quieta. Foi quando escutei atrás de mim um dos casais que estavam na piscina, teriam vindo se molhar ou se divertir também, e Júnior disse:

– Galera, por enquanto o local está ocupado, mas daqui a pouco eu libero pra vocês tá bom!

Alguém respondeu: – Tu é foda mesmo Júnior, mas fica tranquilo, vou esperar aqui na frente da churrasqueira.

Eles ficaram ali perto, sem nos ver, mas com certeza escutava, tudo.

Júnior fodia minha boca, eu toda molhada de tesão, ele tirou a parte de cima do biquíni, deixando meus seios à mostra. As vezes ele se curvava e beijava minha boca, manipulava meus seios, e depois voltava com o pau pra eu chupar. Eu me acabava lambendo suas pernas, seu saco. Até que ele mandou:

– Pede leite loirinha!

Eu disse: – Me da leite amor.

– Não, assim não, pede leite mais alto, pois sei que você quer!

– Goza na minha boca Júnior, quero sua porra! – Falei um pouco mais alto.

– Mais alto puta!

Então eu disse bem alto: – Goza seu tarado, goza essa porra na minha boca, quero seu leite.

O canalha então punhetou um pouco o pau esfregando em meu rosto, mandou eu abrir a boca e senti a vara deslizando mais uma vez em minha língua, indo até a garganta. O pau inchou e o leite jorrou garganta a dentro, era um leite quente, grosso, eu mal podia sentir o sabor no início, pois ele despejava na minha garganta.

– Engole puta, engole minha porra, engole tudo sua cachorra.!

Ele sacou o pau e gozou mais um pouco em meu rosto, eixando meus lábios melados de leite.

Ele passou os dedos espalhando sua porra como se fosse um batom.

Coloquei de novo o pau dele na boca, sorvendo todo o resto do mel de macho que eu tanto gosto.

Com certeza o casal que aguardava na frente da churrasqueira escutou tudo.

Nos molhamos juntos na ducha, ele colocou a sunga, mas o pau continuava duro. Ele então disse:

– Vamos pra dentro, tenho mais leite guardado pra você.

Fiquei animada claro, e saímos da ducha, passando pela frente da churrasqueira vimos o casal se amassando, a garota estava nua deitada em uma mesa e o rapaz chupava ela, a cena era muito excitante.

Fomos até a piscina onde haviam apenas 2 casais, o restante havia ido embora.

Júnior perguntou ao dono do local, que era amigo dele claro, se poderia ficar até o dia seguinte, e ele disse que não haveria problemas e que poderíamos ficar no quarto de cima, que eles (os outros casais) se ajeitariam nos de baixo.

E assim entramos……

Continuo em um próximo conto.

  • Enviado ao Te Contos por Loira Casada

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Amo levar no cú ! (03-10-2023)

 

By; Liliane

Oi sou a Lili, ontem cheguei em casa cedo da noite, 6 e 40, tomei um gostoso banho deixando a minha pele mais do que revigorada depois de um dia estressante de trabalho… e nua em frente ao espelho do meu armário, no quarto, eu passei minha toalha em meu corpo todo, me secando melhor… Sou loira, 1 e 60, corpo natural, rosados seios medianos de aréolas e mamilos vermelhinhos, uma xoxota sempre raspada e gordinha igualmente rosada e do grelo exposto e uma bunda tão redonda e empinada que chama a atenção em qualquer roupa que eu ponha…

Meu celular, em cima da minha cama, tocou… dei dois passos e o peguei… era o Marcelo, um carinha que eu tinha conhecido na casa de um casal de amigos, na noite anterior, e que aqui estava vindo me pegar para irmos a um encontro… nosso primeiro encontro… ele me disse que estava lá embaixo na portaria do meu apartamento, eu então mandei uma mensagem, falando:

“Pode subir, a porta está aberta…”

Ainda de frente ao espelho, eu peguei um frasco de hidratante, despejei um pouco numa mão, esfreguei uma mão na outra e fui passando em cada parte do meu corpo a começar pelos meus rosados seios… sempre me olhando no espelho… por fim passei apenas na minha bunda… nas duas nádegas, devagar, massageando-as e meio virada para o espelho para poder ver minha bunda melhor enquanto eu a massageava… de repente eu escuto a porta da sala sendo aberta… era o Marcelo entrando, me chamando pelo meu nome, sendo que eu respondi:

- “Tô aqui, pode vir…”

E assim eu vi a imagem dele no espelho no qual eu me olhava, trajado numa calça em linho preta, sapatos e camisa azul marinho de botões mangas compridas… porém, ele olhava apenas para a minha loira bunda redondinha e empinada, a qual eu massageava sutilmente…

Nisso eu virei meu rosto para ele e disse:

- “Entra… chega mais…”

Ele veio já todo empolgado, me elogiando, e não parando de me olhar a bunda… e ao virar de frente para ele eu pedi:

- “Me mostra as mãos…”

Ele me estendeu as mãos abertas e eu aqui despejei um pouco do hidratante em suas palmas… assim eu dei passos até a cama, coloquei meus joelhos nela e fui me pondo de quatro, ele arfando de tesão diante a visão maravilhosa da minha bunda virada e aberta pra ele, onde ele me observou a inchada buceta rosada entre pernas e o meu pequeno cuzinho de preguinhas bem rosadinhas entre redondas e aloiradas nádegas… porém, me deitei de bruços meio de pernas abertas, olhei ele por sobre o meu ombro esquerdo e disse:

- “ Vem… Passa em mim…”

Ele se descalçou dos seus sapatos e meias pretas e veio pra minha cama, vindo ajoelhado pro meu lado, sempre olhando pra minha vistosa e redonda bunda… e perguntou:

- “Nas costas toda?”

E eu, de rosto direito repousado nas costas das minhas mãos juntas, deitada de bruços e espiando ele de perfil, respondi:

- “Não… quero só na minha bunda…”

Se ele foi um bom entendedor… bem… assim ele colocou as palmas meladas de hidratante na minha loira bunda, em cada nádega, e assim massageou delicadamente, deslizando mãos para cima e para baixo, subindo e descendo os morros… e eu de bruços e de rosto nas costas das minhas mãos juntas, de olhinhos fechados, me arrepiando toda e pedindo baixinho:

- “Mais forte…”

Certamente ele estava de pau muito duro… me massageando a loira e redondinha bunda empinada… e a cada passada um pouco mais forte que ele dava com as mãos em minhas nádegas, elas se abriam e assim ele via não somente o meu cuzinho de pregas fechadas e rosadinhas, como logo abaixo, entre pernas, meu inchado bucetão igualmente rosado… ele perguntava:

- “Tô fazendo direitinho?”

E eu, meio gemendo e de olhinhos fechados:

- “rrmmmrr… tá delicioosooorrr…”

Ele foi se empolgando… massageando mais forte, se achando já o melhor massagista do mundo… onde as mãos dele estavam mais livres e desinibidas, indo a cima e abaixo, juntando minhas nádegas, arreganhando-as… e eu gemendo mais ofegante, sentindo os dedos dele escapulindo para entre minhas nádegas e raspando nas pregas do meu cuzinho, indo abaixo e rosando na minha buceta, e eu já bem excitada, pedi:

- “Tira a roupa…”

Foi questão de segundos e ele já estava nu… onde daqui deitada eu dei uma espiadinha no cacete dele… duro… e era uma delícia de se vê, do jeitinho que a minha bucetinha adora… continuei de bruços e pedi:

- “Me beija a bunda…”

Ele foi se ajeitando e perguntou: “Cê gosta na bunda, né?”

E eu: - “Você me deixou com tesão… cai de boca, vaiiimmr… mmmrrr, iissoo… beija a minha bunda toodaaa… assiimm… mmmrrr, adoro carícias na minha buundaa… aaaiimmrr… deliiiiciiaaa… beija, beija, beeijaa… rrmmmrr, passa a liinguaaa… gosto de línguuaaa… mmmrrr…”

Ele estava louco não somente por eu ter uma bunda gostosa e estar demonstrando gostar de carícias na bunda, como com o fato de ser aqui o nosso primeiro encontro… e ele de mãos nas minhas loiras nádegas lambia, mordiscava, chupava e beijava cada canto da minha bunda a cima e abaixo, quando eu então pedi:

- “Lambe meu cuzinho, laambii…”

E claro que ele obedeceu, pois uma bunda como a minha sendo ofertada assim, e diante dele louco, tarado… ele se posicionou meio de quatro entre as minhas pernas abertas e estiradas na cama, e debruçou o rosto na minha bunda arreganhada pelas mãos dele, me tocando o cuzinho com a língua e lambendo, lambendo, lambendo… e eu toda arrepiada e me contorcendo sutilmente deitada de bruços, gemendo diante dessas deliciosas passadas de língua no meio da minha bunda, no meu rego… atiçando o meu tremido e ouriçado cuzinho rosadinho, enquanto eu toda manhosa, pedia:

- “iissooo… aaiii deliiciiaaa, assiimm, assiimm, não tira a liinguaaa, rrrmmrr, põe mais, põõõiieee, rrrmmrrr… aaiii como é booom linguinha no cuuu… aaiiiimmrr, aaiiimmrr, aaii que teesããããooo… mmmrrr”

Ele ficou louco de tesão ao ficar provando do meu cuzinho por alguns minutos, me deixando roçando de bruços na cama e dando reboladas sutis na cara dele, que me segurava a bunda e me socava língua ou me lambia… porém, eu aqui suspendi meu corpo lerdo de tesão, toda arrepiada e ofegante, me pondo de quatro na cama e dando uma empinada de pernas abertas pra ele, toda cachorra, pedindo:

- “Me coomii…”

Ele aqui me chamou de gostosa ao encarar minha loira bunda redonda por trás e já veio me segurando pelas ancas, de pau na mão direita e dando uma esfregada de falo na minha buceta… onde eu olhei para ele por sobre o meu ombro direito, e disse, ou melhor, exigi, toda manhosa:

- “Na buceta não, amor, no cu… só quero no cuzinho!!”

O filho da puta ficou impressionado com a minha ousadia em pedir no cuzinho no nosso primeiro encontro… mas enfim, foda-se, pois o que me importava mesmo aqui era justamente matar a vontade do meu cuzinho, que estava todo ouriçadinho e latejando de tesão, muito a fim, pedindo a rola, bem dentro, toda e bem gostoso… afinal, eu sou assim, quando o meu cu pede pica, eu tenho que dar para ele uma pica, e não é qualquer pica, tem que ser uma que saiba entrar gostoso, que se mantenha sempre dura e que me foda gostoso, sem sair de dentro e muito menos sem parar… só quando eu pedir pra tirar…

O problema é que quando eu começo a tomar no meu cu, eu dificilmente peço que pare e que tire… adoro no cu, adoro… meu cuzinho chora de dor numa rola gostosa quando essa rola sabe fuder ele…

E já que ele deu aquela preparada gostosa no meu cu com tantas lambidinhas e socadas de língua bem dentro, fazendo meu rosado cuzinho ficar piscando todo ouriçado e estufadinho, eis que ele se ajeitou ajoelhado na cama atrás de mim, me segurando a nádega esquerda com a sua mão esquerda e com a direita empunhando seu rijo cacete, com o qual deu uma esfregada de falo no meu babado e lambido cuzinho e foi encaixando, e eu toda arrepiada e já dando aquela empinada safada de pernas e bunda abertas, pedindo toda manhosa, olhando para ele ali atrás de mim:

- “iissooo… dá uma cutucadinha com a cabeça da tua pica no meu cuzinho, vaaii… mmmrr, assiimm… aaii que teesããoo… adoro quando a cabeça da rola fica batendo no meu cuziinho aassiimm… mmrrr… agora colooca, vaaii… pode empurraarr… mas empurra devagar que eu quero curtir cada centímetro dessa tua roola gostoosa viindo pra dentro do meu cuuu… mmmrrr…”

O cara estava louco… de pau doendo de tão endurecido… eu estava até com receio dele broxar devido ao excesso de tara pela minha bunda… mas ainda bem que ele não teve nada disso, pelo contrário, pois quando a cabeça da rola dele veio pra dentro do meu cuzinho, eu gemi toda manhosa e arrebitadinha de quatro, agoniada de tesão com a ardência em minhas preguinhas vindo, vindo, vindo para dentro:

- “iissooo, põe maais, põõiieer… aaiii que deliiciiaaa… vem mais, veeiimm, rraammmrr, fode meu cuuu, foodii, foodii…”

Daqui em diante foi só no cu… com ele atrás de mim, de quatro, toda aberta e sendo repuxada pelas mãos dele segurando minhas ancas e me socando, socando, socando, e eu delirando com o tesudo vai e vem da grossa e dura pica dele fudendo o meu cuzinho, onde nisso ele gemia conforme se deliciava com a sensação de estar com o pau extremamente endurecido no meio da minha redonda bunda loira, a qual ele vislumbrava por cima e gemia de tesão simplesmente ao ficar assistindo o vai e vem desse seu pau no meu cu… no meu delicioso cuzinho rosadinho:

- “Noosssa, gata, que bunda mais liindaa, rraammrr, rraammrr, que deliiciaa, aaiii caraalho, vô goozaarr, rraammrr, rraaammrr…”

E eu, toda empinada, apenas delirava toda arrepiada e descontrolada de tesão com a varada ininterrupta que eu levava no meu cu, e assim fui sentindo nas minhas preguinhas entrando e sendo estufadas o aumento da velocidade do caralho dele, onde eu pedia entre gemidos:

- “mais foortii, mais foortii, iissoo, iissoo, assiimm, aaaammm, aaamm, aaamm, aaiii deliicia não paaraa, foodi, foodii, fooodii, fode meu cu, foodii, fode meu cuuu… aaii caraalhooo, que paulaada tesuuda no meu cuuziiinhooo…”

Ele me deu uma acelerada nesse entra e sai de pau na minha bunda tão forte, ao ponto de bater com força a virilha nas minhas nádegas, fudendo, fudendo, fudendo o meu cu, sem tirar de dentro, com a minha inchada bucetinha rosada toda molhada levando surra do saco liso dele conforme ele continuava me fudendo, fudendo e eu me descontrolando agonizada de espasmos e dor no cu, debruçando de peitos e cara na cama e ele ainda me segurando as ancas e me sapecando toda no cu, a essa altura já arrombado…

E nossa, eu aqui mordia a fronha enquanto sentia as impulsivas virilhadas dele na minha bunda enquanto o meu cu era fudido, até que ele deu uma parada ao gozar dentro:

- “rrrrrrraaaaaaaaaaaaammmrrr”

Claro que ele se deliciou ao gozar dentro do meu cu… sendo que mesmo depois de gozar e diante de um surto de espasmos consumindo seu corpo suado, ele continuou a me socar no cu, domando minhas ancas… pois para ele era hipnotizante ficar olhando pra própria pica indo e vindo no meio da minha bunda loira virada pra ele, com o meu cu cheio de porra…

Adoro… adoro sentir um pau muito endurecido e ainda melhor se for imenso e grosso, todo no meu cuzinho… é um prazer diferente, claro que dói pra caralho, às vezes chega a sangrar, mas a satisfação que me causa é inexplicável, eu deliro, eu reviro meus olhos, eu fico arrepiada o tempo inteiro e com a minha bunda toda ouriçada… adoro no meu cu, adoro, adoro… em quase toda transa eu peço pra colocar no meu cu, pois meu cu acaba sentindo ânsia de rola, sim, meu cuzinho adora uma rola, ele pede, pisca descontrolado louquinho por uma rola toda dentro e sempre em movimento, fudendo, fudendo… adoro… gozo no meu cu tanto quanto na minha bucetinha, por isso que sempre quando quero, eu prefiro pedir:

- “Na buceta não, amor, no cu… só quero no cuzinho!!”

  • Enviado ao Te Contos por Liliane

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Contando como trai pela primeira vez o meu marido Moacir

 

By; Mallu

Minha boceta só conhecia o pênis do Moacir, meu esposo. Nunca sequer passou pela cabeça que um dia poderia trair, saindo com outro homem.

A primeira vez aconteceu há alguns anos. Uma esposa fiel, dona de casa exemplar rompendo fronteiras. E sem passaporte, de forma clandestina, ingressando num mundo sem limites.

Me chamam de Mallu. Era trintona na época,1,72m de altura e o peso? Bem é segredo. Uns quilinhos acima do ideal. Digamos que uso manequim quarenta e seis ou oito. O meu forte é a bundinha, curvilínea, ampla e empinada. Meu rosto sempre foi muito elogiado. O cabelo escuro e liso na altura dos ombros. Seios médios e firmes, talvez porque não tive filhos.

Sempre gostei de usar saias ou vestidos curtos. Eles deixam minhas grossas pernas mais longas, realçando o bumbum.

Em matéria de sexo, casei virgem. Moacir foi constante no início. Depois, buscando promoção, só queria saber de trabalho. Dava para contar nos dedos da mão, quantas transas no ano. Isso mesmo, no ano!

Recatada, nunca comei iniciativa. Me arrumava tentando chamar atenção. Era inútil. Ganhava isso sim, bastante cantadas de outros homens, o que só exacerbava desejos inrustidos. Moacir nunca deu motivo para suspeitar que tivesse outra. Acho que se masturbava escondido.

Nessa época, reencontrei a Nice. Estudamos juntas o colegial. Ela também estava casada e o marido bastante liberal. Através dela soube o que era swing. Me contou suas experiências de troca de casais. Ate insinuou que eu e Moacir participássemos. Mesmo interessada, declinei.

As histórias da Nice me excitavam. Cada loucura! Logo ela que no colégio era tão puritana, CDF e certinha. Ela se denominava putinha e referia ao esposo como o corninho. E eu, mantendo a pose de casadinha feliz.

Certo dia, Nice me contou sobre um menage com um rapaz que tinha o pau torto e estupidamente grosso. E que tinha tido orgasmos múltiplos. O rapaz relatara a transa em um site de contos. Ela me mostrou no computador.

Li meio por cima a história. Não sei se foi a descrição da pica grossona e torta e o quanto a Nice gozou, só sei que me deixou com a xoxota molhadinha. Apesar de curiosa, fingí desinteresse.

Em casa tentei acessar o conto e não consegui. Mal sabia ligar o computador. Moacir que sempre usava. Eu não tinha e-mail e nem sabia bem o que era isso. Me senti ignorante e ultrapassada, comparada com Nice.

A frustração me assolou. Quando adolescente eu era a ¨mais¨ da turma e agora, na fase madura, a bobinha do grupo estava anos-luz adiante de mim. Me dei conta de quanto estivera parada no tempo, sem acompanhar as mudanças e avanços da vida moderna. Seria em parte, inveja da amiga?

Foi difícil confessar à Nice, o quanto eu era leiga em matéria de informática. Ela foi bem legal comigo. Sentia prazer em ensinar o que sabia, em especial sobre a vida digital. Me ajudou abrir um e-mail. E a navegar, mostrando quanta coisa excitante havia na net.

O que eu queria mesmo era saber tudo sobre o cara do pintainho torto. Aquela história me impressionara. Cutucava minha libido. Não saía da cabeça. Como seria? Esperei Moacir pegar no sono. Liguei o computador.

Finalmente consegui acessar o conto. E pude ler a história contada sobre a ótica dele. A medida que lia o relato, ia sentindo umedecer a xaxinha. Quando dei por mim, estava com as pernas abertas. A mão pressionada pelo elástico da calcinha atrapalhava a manipulação do clitóris.

Cerrei as pálpebras. Com a outra mão acariciei meus mamilos endurecidos de tesão. Não era Nice na narrativa e sim eu, sentada, com aquela rola torta e espessa, enterrada na grutinha.

Ofegante, segurando os gemidos, tive um orgasmo explosivo. Senti um vazio ali embaixo, enquanto a respiração normalizava. Céus, o que estava acontecendo comigo?

No final do relato tinha o seu e-mail. Eu já me correspondia com a Nice. Foi fácil mandar uma mensagem. Difícil foi escrevê-la. Nela apenas parabenizei pelo conto e que tinha ouvido de uma amiga história parecida.

A resposta chegou com um monte de perguntas e uma foto. Fiquei frustrada em vê-lo de cueca, sem mostrar a razão do meu interesse. Sergio, era um homem forte, tipo baixinho atarracado. Não dava para ver o rosto com nitidez, mas, não me pareceu bonito à primeira vista.

Passamos a nos corresponder. Contei que era casada e até sobre minha vida sexual. Ele queria que abrisse a web-cam. Eu disse que não tinha. Insistia em querer fotos minhas.

Eu me descrevia mas não enviava. Aliás, nem sabia como enviar. E no mais, pouco sabia dele. E se fosse um amigo ou conhecido do Moacir? Morria de medo que alguém soubesse.

Nossa mensagens foram ficando cada vez mais ousadas, picantes. Ele me cantava descaradamente e eu doida parar ver o ¨pau grosso e torto¨. Ele condicionava a ver fotos minhas em trajes íntimos.

Como ninguém cedia, ele propôs nos encontrarmos sem compromisso. Eu protelava, mesmo com garantias de discrição que ele dava. Quinze anos de conduta irrepreensível. Achar um outro homem bonito e pensar que seria delicioso beijá-lo, tinha sido máximo de atrevimento.

Até que meu maridinho teve de viajar a serviço. Ia ter três dias sozinha. Criei coragem e marquei encontro com Sergio num local público.

Ao me produzir, senti uma estranha excitação. Há quanto tempo não me preparava para um encontro. E às escondidas! O coração já batia acelerado, ao escolher a lingerie mais provocante, ao caprichar na maquiagem, no vestido justo e sexy, os sapatos de saltos altos e finos. Fui com a condição de só jantarmos.

Dizia para mim mesma: ¨-Que mal há em só flertar?¨.

Porém, estava excitada e no íntimo ansiava por algo, mais que um jantar. Também preocupada. Nunca tinha saido com outro homem e ainda por cima um desconhecido! E se algum conhecido me visse ali:? Ou um parente?

Tive vontade de desistir e dar o cano. Mas a adrenalina de fazer algo proibido falou mais alto. Fui ao encontro. Ao vê-lo, notei que não era um homem que chamasse atenção. Trinta e sete anos, de jeans, camisete e sapatos. Um homem comum.

Mas seu sorriso era cativante. Os dentes perfeitos. Alegre e espirituoso. Logo me deixou à vontade. Meu olhar sempre insistia em pousar ali, no montinho, tentando avaliar qual era o tamanho, a forma, dificultado pelo tecido espesso. Ficava ruborizada com tais pensamentos depravados.

Logo conversávamos como velhos amigos. Seu papo envolvente foi me conquistando. Uma taça de vinho bastou para me destravar. Já falava abertamente que queria ver o ¨torto e grosso¨. Ele dizendo que mostrava, só que num motel. Sergio insistia e eu relutava. Por fim, concordei mediante promessa que só iria tocar e masturbá-lo. Me arrependia por ter cedido e ao mesmo tempo, o desejo de aventura me fazia ir em frente.

Foi desconfortável o trajeto até o motel. Cada carro que passava eu escondia o rosto. Sentia como se toda minha vizinhança estivesse nas ruas, observando. E pensava na loucura que estava cometendo. E se ele fosse um psicopata pervertido? Na entrada do motel, já estava quase deitada no banco, toda abaixada.

Quando trancamos a porta do quarto, senti um alívio imenso. Estava entre quatro paredes. Tudo o que fizesse ali, ninguém poderia ver. Sergio me beijou com agarro. Senti a volúpia com que suas mãos passeavam pelo meu corpo. A língua que procurava sofregamente a minha. Deixei de resistir. Correspondi ardentemente.

Entre amassos fomos nos despindo. Já estava só com o conjuntinho de lycra e renda preto, meias presas à cinta liga. Por cima a calcinha da mesma cor. Só deixei tirar o soutien, liberando meus peitos endurecidos. Sentia o cheio dos cabelos de Sergio, diferente do meu esposo.

Caí na real que estava com outro. Isso me excitava e assustava! Ele beijava meu corpo inteiro. O pescoço, os seios, o ventre, as partes internas das coxas. Com os dedos afastou a faixa estreita da lycra que escondia minha xoxotinha.

E chegou lá. Seus lábios roçaram a entradinha da gruta. Sentia o hálito quente nas carnes sensíveis. Estremeci toda quando a língua áspera e úmida começou explorar cada curvinha. Ah, como chupava gostoso. Lambia, penetrava com a língua, mordiscava de leve, sugava carinhosamente meu mel, que devia estar a escorrer. A calcinha que eu não queria tirar, estava abaixada, enroscada na canela direita.

Tinha ouvido falar em banho de língua. Agora entendia o que era isso. Orgamo atrás de orgasmo. Delirava, não queria mas pedia para ele parar. Gemia, urrava. Aquilo estava me matando. Matando de prazer! Agarrei seus cabelos. Queria puxar sua cabeça dentro de mim!

Sergio sabia fazer uma mulher subir pelas paredes. Deveria existir cursos para ensinar a fazer sexo oral. Uma chupada demorada e bem feita, transforma qualquer homem em bom de cama. Moacir era um que teria de se matricular urgente.

Estava mole, esparramada na cama. Entregue e já sem importar com mais nada. Mas queria mais. Tudo que eu queria era alguém para meter e bombar em mim. Me penetrar, me possuir. Nessa hora, poderia ser qualquer um que tivesse um membro duro para satisfazer minha buceta carente e faminta.

E vi o pau rijo do meu amante. Era normal, parecia até pequeno (eu é que fantasiara uma coisa enorme), com a base escondida entre os pelos encaracolados. Mas era assustadoramente grosso. Muitas veias cheias em sua extenção. Os músculos delicados pulsando. E tortinho. Apontando para cima e para esquerda. Só a cabeçorra era grande e inchada. Parecia um cogumelo.

Peguei nele admirada, com carinho. Era a primeira vez que segurei um pau, que não fosse do Moacir. Deu vontade de chupá-lo. Senti que prendia entre a língua e o céu da boca. Na época não sabia chupar muito bem. Tentei enfiar tudo, me sufoquei. Tossi. O negocio parecia ter engrossado ainda mais.

O safado do Sergio sabia que eu iria dar para ele. Me fez deitar de costas com as pernas escancaradas. Vestido com a camisinha estufada, aquela tora parecia mais torta ainda. Pensei por um instante em desistir.

Sergio esfregando o tortinho na entrada da grutinha. E começou a enfiar. Rebolei instintivamente tentando evitar. Mesmo toda lambuzada, a penetração estava difícil. Naquele buraco só tinha entrado a rolinha do Moacir. Bem mais fino e sem ponta rombuda. Só pude dizer

- ¨-Não, não…¨, sem muita convicção.

Pouco a pouco foi escorregando dentro de mim. A cabeçona ia abrindo caminho, esticando as carnes rosadas que emolduram meu buraquinho.

O pau de outro homem estava entrando em mim, explorando minha xana apertada. Os lábios vaginais arregaçados, recebendo o mastro pulsante. Uma sensação estranha, de saber que era errado, era proibido, todavia, estava gostoso demais sentir o peso de outro homem, um estranho e sua carne rija dentro do meu sexo.

Eu ali parada, inerte e deixando acontecer. Não sei se era fruto da minha imaginação, mas, pude sentir a ponta rombuda raspando mais forte um dos lados das minhas entranhas, causando ardência e um prazer estranho. Quando dei por mim, estava rebolando, me ajustando ao ritmo de cada bombada.

Senti que mais um orgasmo estava vindo e surpresa ouvi escapar dos meus lábios pedidos de

- ¨-Ai, vai, mete forte, ai, mete, vai, põe tudo, ui, assim,vai¨, entrecortados por gemidos roucos de desejo.

Acabei chegando a clímax de forma incrível, gritando de prazer. Algo que há muito tempo não sentia, de entrega total. Meu corpo todo estremeceu e depois, parou por completo, mole, enquanto o coração batia de forma descompassada.

Aos poucos, foi normalizando e nessa hora, a razão voltou. Horrorizada, me dei conta que outro homem, fungava de tesão, mexendo o quadril, para cima e para baixo, com seu falo torto entrando e sainda da minha maior intimidade.

Por instantes, passou pela minha cabeça risco de gravidez, doenças sexuais, o fato de ser casada. Pensei até em meu marido, enquanto Sergio continuava me possuindo de forma ardososa, me chamando de ¨Gostosa¨, dizendo seguidas vezes isso e do quanto eu era ¨apertada¨. Pensei até em empurrá-lo, desengatar e fugir.

Seu ritmo aumentou e ele ejaculou, com o corpo todo tremendo. Me beijou enquanto sua rola pulsava dentro da minha xaninha estreita e arrombada. Se deixou cair por instantes e ficou ali, saboreando o ato de meter em mim. Ao tirar a pica torta, o preservativo quase tinha saído, com bastante sêmen acumulado na ponta. Eu acabara de deixar outro homem me comer!

Corri para o banheiro, lavei e me vesti rapidamente. Tudo que eu queria era fugir o mais depressa possível daquele motel, que ainda cheirava sexo e pecado. Tentava imaginar que era apenas um sonho e que não havia acontecido. Que logo eu acordaria e seria a mulher que jurara ser fiel ao meu marido.

Cheguei em casa me sentindo suja, diferente. A grutinha ardendo. Preocupada em como encarar Moacir. Sentia que meu marido, ao olhar meu rosto, iria saber que eu o havia traído. Eu o amava e aquela aventura havia sido somente pelo prazer. Que não era para jamais ter ocorrido, mas aconteceu.

Passado alguns dias, tudo havia normalizado. Apesar do sentimento de culpa, meu marido não percebeu nada, o que me acalmou. E mentalmente fiquei cantando aquela musiquinha que fala da bota nova (lavou tá novo)….

E hoje ainda estou casada com o Moacir, mas tenho mantido desde então alguns casos.

  • Enviado ao Te Contos por Mallu

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...