segunda-feira, 8 de julho de 2024

Com tanto tesão usei os brinquedos da minha amiga (06-Julho-2024)

 

By; Bianca

Meu nome é Bianca, tenho 23 anos, 1,67 de altura, tenho cabelo castanho comprido, um corpo malhado por gostar de me cuidar, seios médios, e a bunda também média bem durinha por conta dos exercícios e eu trabalho como Personal Trainer.

Infelizmente acabei pegando o covid, não tive que ir para o hospital, me recuperei em casa, nada de grave aconteceu, ainda bem. Mas digamos que para voltar ao normal, fôlego, ânimo, e até apetite sexual demorou um pouco pra voltar. Só que quando voltou, veio com tudo.

Foi na madrugada dessa sexta feira (06 de Julho) que acabei perdendo o sono, estava assistindo tv e voltei a imaginar cenas na minha cabeça com alguns caras que eu sinto muito tesão, minha imaginação estava a mil e claro, comecei a ficar bem molhada. Receber algumas metidas naquele momento seria o paraíso. Com o tesão que eu estava, teria uma grande chance de querer ficar fodendo a noite toda, mas infelizmente eu estava sozinha.

Uma amiga tinha deixado alguns brinquedos dela em casa, pois afinal na dela os pais estavam em cima, estavam quase descobrindo e tive que aproveitar.

Me levantei, peguei o vibrador, fui até o banheiro higienizar bem pra que eu pudesse usar tranquila. Enquanto eu higienizava já me imaginava batendo ali uma punheta bem gostosa devido ao meu tesão estar muito alto, deslizava minha mão molhada pelo comprimento todo do vibrador que era em forma de um pau, bem devagar e com um pouco de pressão. Voltei para a cama embaixo das cobertas, tirei toda a minha roupa, sem deixar nada no meu corpo e passei o vibrador todo pela minha buceta, deixando encharcado do meu mel.

Levei até a minha boca e chupava o vibrador enquanto eu deslizava os dedos pela minha bucetinha toda molhada. Depois de um tempo, me levantei, fiquei de quatro na cama, coloquei o vibrador na cama, segurei, me abaixei e continuei a chupar o vibrador com uma fome imensa, imaginando que eu tivesse chupando um cacete bem gostoso ali naquele momento, toda empinada. O vibrador ficou muito encharcado, e eu só queria saber de chupar mais e mais.

Como meu tesão estava muito grande e não diminuía, voltei no banheiro, peguei uma toalha, encharquei de óleo corporal, e voltei pra cama. Fiz um rolo com a toalha, e sentei em cima. Deitei na cama ainda sentada em cima da toalha e abocanhei o vibrador que estava na minha frente novamente.

Ao mesmo tempo que eu deslizava minha boca e língua pelo pau, eu roçava minha buceta na toalha, e que sensação maravilhosa, minha buceta piscava cada vez mais, só aumentava minha vontade de gemer bem alto sentando em um pau de verdade naquele momento. Gozei muito na toalha, ficando toda molinha em cima da cama.

Não podia deixar de no final bater com aquele vibrador imenso na minha cara, como se estivesse me dando um “muito bem minha gostosa”.

Acredito que a pessoa que eu imaginei nesse dia, deve ser bem sortuda né?

No domingo eu dei bem gostoso mais isso eu conto depois.

  • Enviado ao Te Contos por Bianca

quinta-feira, 4 de julho de 2024

Esposinha putinha, Corninho feliz !

 

By; Corninho Feliz

Ola, sou um Corninho Feliz.

Eu sou um corno assumido, sim, em uma noite, voltando do trabalho, eu peguei minha esposa fodendo com um garoto dono de uma pica majestosa, sai de lá e esperei ele sair, então eu voltei para casa e fui até o quarto e minha esposa me esperava de pernas abertas e me disse:

- ” oi amor, vêm chupar a boceta da sua mulherzinha, porque ela tá arrombadinha do jeitinho que você chupou outro dia”.

Eu ainda podia sentir o cheiro do sexo dentro do quarto me deixando inebriado de tesão, me fazendo arrancar a minha roupa olhando fixo para aquela xoxota toda dilatada e suada pelo mastro que ela teve que aguentar, e, como um louco me joguei de boca naqueles lábios inchados, suculentos e melados pelas gozadas que foram proporcionados à minha deliciosa putinha

Era tão saboroso, aquele misto do gozo dela, de camisinha e de pica, que eu enfiava a língua inteirinha, sugava tudo que eu podia, querendo obter um pouco mais do néctar que a minha esposinha esfregava na minha cara inteira e gemendo dizendo pra lamber tudinho, porque ela queria bem lambuzada para trepar comigo. Uauuu que sensação foi aquela !!! Um misto excitante de ciúme e de cumplicidade. Uma sensação de inveja e de desejo ardente de se sentir como corno, que me fez dar a melhor trepada da minha vida.

Ainda mais me confessando, enquanto metíamos, sobre como aquele cacetão a deixou louca de tesão, fazendo-a gozar por três vezes, dizendo como ela tinha tara para ensinar garotos a terem a sua primeira foda, como uma professorinha do sexo.

Uauuu aquela cara de biscatinha mordendo os lábios, sugando a mínha língua, confessando, gemendo com a língua dentro do meu ouvido, me fez estourar um jorro de porra dentro da sua boceta que depois parecia as lavas saindo de um vulcão escorrendo entre as suas nádegas. Ela me fez limpar tudinho depois com a língua, foi sensacional essa primeira experiência como corno assumido.

Mas as confissões não pararam por aí não.

Eu a fiz prometer que ela só treparia com outro, se eu estivesse presente, e que deveria ser com machos que não fosse da localidade e nem conhecesse a gente. Eu disse que ela poderia trepar mais algumas vezes com garoto e que eu ficaria no outro quarto sem que ele soubesse. Ela toda feliz concordou com tudinho e me prometeu que seria assim.

No meio da semana seguinte o garoto veio novamente trazer as compras depois que fechou o armazém. Eu já estava no outro quarto, no escuro e com a porta um pouquinho entreaberta esperando com um pouco de ciúme e muito tesão o desfecho da trepada deles

A minha biscatinha colocou um minúsculo baby-doll amarelo que deixava a sua calcinha enterrada na sua saborosa bunda que deixa qualquer macho louco de tesão.

No momento que ele entrou na sala eu já podia ouvir a minha safada dizendo a ele;

- ”vai arranca essa calça que eu tô louca de vontade de mamar esse cacete”.

Eu atrás da porta, ouvi o garoto gemendo de tesão enquanto minha mulher sugava aquele mastro com força. Abri a porta mais um pouquinho e consegui ver ela sentada no sofá chupando aquele pau como se fosse o melhor brinquedo que ela tinha.

Ahhhh eu já me masturbava devagarinho para aproveitar todo o tempo que eu podia, pude ver eles trepando na sala, aquela safada gemendo, mandando ele enterrar aquela pica enorme, socando de todos os jeitos imagináveis me deixando louco de vontade de estar ali participando.

Assim que eles acabaram de trepar, ela disse pra ele ir embora pra evitar qualquer problema. Agora era a minha vez de lamber aquela boceta toda fodida. Uauuu essa delícia só os corninhos consegue saber como é.

Então eu sentei no sofá e ela sentou na minha pica que entrou com facilidade e ela começou a rebolar e a chupar a minha orelha gemendo e me perguntou :

- ” Quer saber como eu fui deflorada, quer amor”.

Eu concordei com a cabeça e ela passou a confessar que ela tinha 16 anos e que morria de tesão pelo seu professor de história, e toda vez que ele dava uma prova, ela ia de mini-saia sem calcinha e de onde ela sentava, ele conseguia ver a sua xoxotinha peludinha. Ela disse que ele não tirava os olhos dela porque todos estavam entretidos com a prova e eu com uma carinha de putinha perguntei apenas com os lábios se ele queria, e ele disse que sim. Naquele noite ele me deflorou no carro que estava no estacionamento da escola. 

Uauuuu que tesão !!! ela começou a bombar aquela boceta, com toda a força que me fez dar um grito na hora do gozo.

Nem todos podem ter esse prazer, mas posso dizer que não há nada melhor que um corninho chupar e foder a sua esposinha fodida por outro homem.

  • Enviado ao Te Contos por Corninho Feliz

quarta-feira, 3 de julho de 2024

Levei rola... Adoro!!!

 

By; Vanessa

Oi me chamo Vanessa, sou casada, tenho 26 anos, sou loira cabelão com 1,75m, magra corpinho de modelo, seios e bumbum pequenos.

Sou casada, meu marido tem 41 anos, ele trabalha como diretor de produção em uma plataforma de petróleo aqui no Rj, isso faz ele passar alguns dias fora de casa me deixando muitas vezes subindo pelas paredes, eu não sou santa, traiu mesmo, eu gosto mesmo é de dar, e muito e só saio com preto, como toda boa loira, e tenho meus mil contatinhos.

Outro dia, estava esperando a minha vez na manicure do lado de fora do salão enquanto conversava com uma amiga que estava fumando um cigarro. Quando entrou um preto maravilhoso no salão, grande, forte, de barba. Ele veio pelas minhas costas e não vi ele chegar, ele entrou e ficou de papo com a minha amiga uns minutos. Esperei o gato sair e entrei, mas não sem antes secar ele de cima abaixo quando nos cruzamos. Na mesma hora perguntei pra minha amiga quem era o touro.

- Primo de uma amiga, gostoso, cachorro e maludo, do jeito que você gosta, disse ela.

Passa dia, menos dia, estáva eu subindo a ladeira cheia de sacola de compra pesada, quando o primo da amiga me para e se oferece pra me ajudar a subir com as sacolas. Óbvio que aceitei. A minha buceta chegou a se babar toda, ia ser hoje que eu ia dar pra ele, ainda bem que a casa tava arrumada. Ele entrou com as sacolas e as colocou na cozinha, parei do lado dele, encostada na máquina de lavar, cabelão solto, short e top minúsculos, sandalinha havaiana e francesinha. Deixei ele me secar bastante, enquanto ele me olhava e trocávamos algumas palavras.

- Quer um café?

- Quero.

Quando me virei na pia pra preparar o café, o cachorro se encostou em mim todinho. Me pegou na cintura, o peito nas minhas costas, a boca no pescoço, a rola já bem dura na bunda. E rebolei. Fui arrumando a cafeteira enquanto ele ia me bolinando. Botou os bicos pra fora do top e apertou. Encheu as mãos na minha bunda, apertou bem e bateu, uma, duas, na terceira agarrou bem firme de novo e abriu. Meu rabo já estava implorando por aquele macho.

Depois que acabei tudo, liguei a cafeteira e me virei pra ele na pia. Ele voou em cima de mim e me beijou. Me agarrou, me chupou, me lambeu toda me deixando já mole. Arriou o top fazendo os peitinhos bicudos saltarem e já veio engolindo eles. Primeiro um e depois o outro, lambeu, chupou e mordeu bem gostoso, gemi como cadela no cio.

Ele me catou pelos cabelos e me arriou, eu obedeci e ajoelhei, puxei a bermuda com as mãos junto com a cueca e aquela rola enorme pulou pra fora. Nem pensei e cai de boca já engolindo tudo. Acabou de endurecer na minha boca e chupei as bolas. Chupei bem gostoso e sem pressa, e ele gemeu… Voltei pra rola agora com ela tinindo de dura e engoli tudinho de novo.

Ele tomou posse de mim de novo, me catando firme pelos cabelos, na mesma hora ele começou a comandar a mamada, fiquei toda mole e me deixei levar, e ele fodeu minha boca com vontade. Batia com a rola na minha cara, esfregava e eu só obedecendo boazinha, babei e chupei muito.

Me levantou pelos cabelos e me jogou de cara na pia. Tirou o short, empinou bem o meu rabo, afastou a calcinha e meteu. Meteu de um vez só. Eu já tava toda molhada e doida pra ser comida, mas como era enorme, deu aquela fisgada me fazendo arrepiar toda. Ele nem se abalou comigo, deu umas metidas bem fundas e devagar já me fazendo gozar a primeirai vez. Começou a fincar firme e devagar, tirando e pondo tudinho, e eu gemendo já querendo gozar de novo.

Quando percebeu que a raba ja tava toda molinha e macia na rola dele, me catou firme pela cintura e começou a socar. Gozei a segunda mas ele continuou metendo, e eu continuei gozando. Quando ele viu que ia gozar, me puxou pelo cabelo de novo e gozou forte na minha cara me lambuzando todinha.

Na mesma hora o gato me levantou, me pegou no colo como se eu não pesasse nada e me levou pro quarto. Me deitou de ladinho, se encaixou atrás de mim e comigo mole ainda das gozadas, meteu de novo, a rola entrou que nem faca quente na manteiga. Foi metendo devagarinho e rebolando bem gostosinho atrás de mim. Quando dei por mim ele já tava socando sem pena. A rolona deslizava gostoso e minha buceta só mastigava.

Me virou de papai-mamãe com as pernas nos braços dele e meteu. Meteu muito. Meu caldo escorria e ele metia sem parar até que deu umas fincadas bem fundas e gozou dentro gemendo muito, desabando em cima de mim.

Descansamos um pouco e ele já veio me colocando de quatro. Me pegou pelo cabelo e fincou gostoso a rolona dura no meu cuzinho, e já veio socando. A mão grossa estalava na bunda com uns tapas que me faziam gemer deliciosamente. O corpo enorme e forte dele me sacudia toda a cada bombada funda e gozei, gozei, gozei… .

Dei horrores nesse dia, depois ainda sentei até não aguentar mais, e o tronco sempre duro. Depois desse dia ele passou a me comer sempre que meu marido esta lá na plataforma, é só mandar zap que ele vem correndo me comer gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Vanessa

 

segunda-feira, 1 de julho de 2024

Amo levar no cuzinho

 

By; Tereza

Oi, me chamo Tereza, sou casada, tenho 28 anos e essa é minha historia.

Desde muito nova, gostava de namorar e ficar no amassa-amassa nos escurinhos da praça. Tive um namoro muito rápido com Carlos, que vivia comendo minha bunda muito mais do que minha xoxota… O pior que eu gostava. Mas o namoro não deu certo, e eu muito safadinha logo fui arrumando outro e mais outros namorados, até que depois de passar na mão de vários, fui me casar com Heleno que terminava a faculdade de engenharia e era de uma família muito tradicional na cidade.

Dois anos depois, minha irmã mais nova, a Aline, casou-se justamente com o Carlos… Mas ninguém da minha família soube do meu namoro com ele. Morávamos em uma bela casa em um condomínio de classe média, onde tínhamos no quintal todo murado, uma pequena piscina. Heleno que adorava fazer um churrasquinho de vez em quando, sempre convidava pessoas da minha família e da dele nos finais de semana: carne, cerveja e piscina… Aline e Carlos normalmente também apareciam.

Heleno e Carlos foram ficando muito amigos, e passaram os dois a irem sempre juntos no estádio de futebol ver jogos do time da nossa cidade.

Quando Carlos, mesmo sem minha irmã, começou a aparecer em casa apenas devido à amizade com meu marido, comecei a ficar preocupada. É que, do jeito que eu tinha minhas lembranças da época das pegações, tinha certeza de que Carlos também não tinha esquecido.

No domingo que tinha jogo, eles combinavam e Carlos ia sozinho pra minha casa e às vezes ficávamos na piscina, almoçando carne de churrasco e algumas coisas que eu deixava pronto desde o dia anterior. A tarde se arrumavam e iam pro estádio.

Mas antes do ocorrido que pretendo narrar, foi em um dos churrascos onde tinham alguns parentes, inclusive minha irmã Aline, estava de biquini na cozinha salgando algumas carnes pra levar pro Heleno, quando apareceu Carlos me abraçando por trás e agarrando meus peitos e se esfregando na minha bunda.

– Sabe que eu sinto saudades dessa bundinha gostosa?

– Você é louco?

Ele teve a audácia de puxar meu biquini um pouco pra baixo e passar a mão direto na minha bunda, chegando a passar o dedo no meu cuzinho.

– Sou louco é pra comer esse delicioso cuzinho!

– Seu filho da puta… Vai comer o cu da sua mulher, vai!…

– Sua irmã não gosta de dar o cu, igual você gostava!
Fiz ele me largar.

– Pode chegar alguém seu cachorro!…

E essa de Carlos ir às vezes sozinho, eles combinaram de irem ver futebol a tarde e Carlos apareceu quase na hora do almoço. Eu novamente na cozinha preparando o arroz e o vinagrete pro churrasco que Heleno começava a colocar na brasa, Carlos novamente me agarrou por trás e beijando meu pescoço.

– Vamos combinar um motel, vamos?

Eu praticamente vendo Heleno lá perto da piscina ocupado com as carnes, dei uma esfregada de bunda na virilha do Carlos.

– Não sei Carlos, tenho medo!…

Ele praticamente desceu meu biquini até o meio das minhas coxas, e tirando seu pau pra fora começou a esfregar na minha bunda.

– Te garanto que não tem perigo… Conheço um motel bem discreto.

Quando levei a mão segurando seu pau duro.

– Cuidado Carlos, o Heleno não pode te ver desse jeito.

Ele já começando a querer colocar na minha bunda.

– Não Carlos, aqui é perigoso!…

Pedi pra ele ficar de olho no quintal, e abaixando na sua frente comecei a mamar no seu pau pra evitar do meu marido vê-lo de pau duro. Eu mamando com vontade, pois sempre sentia falta de chupar quando lembrava de alguns dos meus namorados.

– Isso sua safadinha, vai, chupa, chuuupa!!!

Eu mamando e lembrando dos velhos tempos, nem me importei dele gozar na minha boca me obrigando a engolir tudo. Nós dois se recompondo.

– E o motel Tereza?

– Vou pensar Carlos, depois a gente combina!

Quando vi o Heleno vindo na direção da cozinha, pedi pro Carlos voltar pro banheiro e fingir que estava saindo naquela hora. Mas a surpresa foi que Heleno com o celular na mão, falou que tinha recebido uma ligação e que tinha que levar uns documentos (plantas) até uma obra.

– Mas hoje é domingo!

– Mas lá estão trabalhando hoje pra adiantar o serviço.

– Mas é só levar, não é?

– É sim… Mas devo demorar uns 40 minutos pra ir e voltar.

Carlos até que foi atencioso e perguntou se Heleno queria que ele fosse junto.

– Não meu amigo, fica aí aproveitando a piscina que pretendo não demorar.

Escutamos Heleno saindo de carro da garagem, e passados uns 3 minutos, eu olhei pro Carlos e Carlos também me olhando, se aproximou e me abraçando me beijou.

– Vamos aproveitar Tereza!

Eu já levando a mão no seu pau.

– Só na bundinha, tá bom?

– Mas é justamente isso que eu quero hoje!

E ali mesmo na grama, o safado arriou meu biquini, pediu pra eu lubrificar seu pau com minha saliva e veio com tudo no meu rabo, empurrando com força… Depois de tantos anos sentir novamente um pau duro entrar na minha bunda, fui voltando no tempo da minha adolescência.

– Hhhhuuuuummmmm! Enfia tudo Carlos! Arrebenta meu cuuuuu!

E ele passou a socar com força que a impressão de que seu pau chegava lá na minha barriga. Carlos ficou mais de 10 minutos metendo no meu cu, me fazendo ficar em várias posições antes de gozar.

Fui rapidamente ao banheiro me recompor, e não demorou não outros 10 minutos pra ouvirmos o barulho do carro entrando na garagem. Fui pra pia da cozinha e Carlos correu pra varanda deitando em uma rede. Logo estávamos os três se divertindo na piscina como se nada tivesse acontecido.

Na segunda-feira, na parte da tarde, o celular tocou e ao atender era o Carlos.

– E o motel, já resolveu?

– Ainda não seu maluco… Tenho medo da gente ser descobertos.

E Carlos voltou a ligar na terça-feira e na quarta-feira insistindo no motel. Quando resolvi arriscar e ele falou de me pegar na minha própria casa na parte da tarde de quinta-feira, quase que falei pra ele ficarmos na minha casa, já que Heleno estava trabalhando, mas vai que ele por algum motivo resolva pegar alguma coisa em casa?

Concordei, e muito nervosa, no horário combinado (13:00 hs) fiquei atrás do portão até ouvir a buzina do carro. Entrei rapidamente, e em dez minutos estávamos entrando no motel. Aquele meu medo de ser apanhada traindo meu marido, foi me deixando com mais tesão ainda.

Ficamos umas 4 horas na cama do motel, onde Carlos acabou me deixando impressionada com seu vigor sexual: meteu na minha buceta umas três vezes, me fazendo ter gozar muito gostoso, me fez chupar seu pau antes de novamente meter no meu cuzinho por vários minutos me fazendo urrar igual uma cabrita levando ferro.

Quase todas as quintas-feiras, quando Carlos não estava trabalhando, ele me levava pro motel me transformando naquela putinha de quando a gente namorava. Quando Heleno arrumou uma obra fora do nossa Estado e passou a viajar constantemente ficando alguns dias fora, foi quando eu e Carlos passamos a trepar na minha própria cama. Ele chegava na quinta-feira cedo e só saia a noite, me deixando muitas vezes com o meu cuzinho todo ardido.

Mas como tudo que é bom muitas vezes também acaba, Carlos mudou-se pra longe me deixando muito triste. Até pensei em voltar a ser apenas a esposa do meu maridinho Heleno, mas, foi só começar a frequentar uma academia, pra me encantar com o proprietário que era um coroa boa pinta, que sempre procurava me orientar nos aparelhos. Mesmo nas segundas-feiras que a academia não funciona, passei a ir só pra deixar o coroa me foder, principalmente comer meu rabo.

  • Enviado ao Te Contos por Tereza

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...