By; Tereza
Oi, me chamo Tereza, sou casada, tenho 28 anos e
essa é minha historia.
Desde muito nova, gostava de namorar e ficar no
amassa-amassa nos escurinhos da praça. Tive um namoro muito rápido com Carlos,
que vivia comendo minha bunda muito mais do que minha xoxota… O pior que eu
gostava. Mas o namoro não deu certo, e eu muito safadinha logo fui arrumando
outro e mais outros namorados, até que depois de passar na mão de vários, fui
me casar com Heleno que terminava a faculdade de engenharia e era de uma
família muito tradicional na cidade.
Dois anos depois, minha irmã mais nova, a Aline,
casou-se justamente com o Carlos… Mas ninguém da minha família soube do meu
namoro com ele. Morávamos em uma bela casa em um condomínio de classe média,
onde tínhamos no quintal todo murado, uma pequena piscina. Heleno que adorava
fazer um churrasquinho de vez em quando, sempre convidava pessoas da minha
família e da dele nos finais de semana: carne, cerveja e piscina… Aline e
Carlos normalmente também apareciam.
Heleno e Carlos foram ficando muito amigos, e
passaram os dois a irem sempre juntos no estádio de futebol ver jogos do time
da nossa cidade.
Quando Carlos, mesmo sem minha irmã, começou a
aparecer em casa apenas devido à amizade com meu marido, comecei a ficar
preocupada. É que, do jeito que eu tinha minhas lembranças da época das
pegações, tinha certeza de que Carlos também não tinha esquecido.
No domingo que tinha jogo, eles combinavam e
Carlos ia sozinho pra minha casa e às vezes ficávamos na piscina, almoçando
carne de churrasco e algumas coisas que eu deixava pronto desde o dia anterior.
A tarde se arrumavam e iam pro estádio.
Mas antes do ocorrido que pretendo narrar, foi
em um dos churrascos onde tinham alguns parentes, inclusive minha irmã Aline,
estava de biquini na cozinha salgando algumas carnes pra levar pro Heleno,
quando apareceu Carlos me abraçando por trás e agarrando meus peitos e se
esfregando na minha bunda.
– Sabe que eu sinto saudades dessa bundinha
gostosa?
– Você é louco?
Ele teve a audácia de puxar meu biquini um pouco
pra baixo e passar a mão direto na minha bunda, chegando a passar o dedo no meu
cuzinho.
– Sou louco é pra comer esse delicioso cuzinho!
– Seu filho da puta… Vai comer o cu da sua
mulher, vai!…
– Sua irmã não gosta de dar o cu, igual você
gostava!
Fiz ele me largar.
– Pode chegar alguém seu cachorro!…
E essa de Carlos ir às vezes sozinho, eles
combinaram de irem ver futebol a tarde e Carlos apareceu quase na hora do
almoço. Eu novamente na cozinha preparando o arroz e o vinagrete pro churrasco
que Heleno começava a colocar na brasa, Carlos novamente me agarrou por trás e
beijando meu pescoço.
– Vamos combinar um motel, vamos?
Eu praticamente vendo Heleno lá perto da piscina
ocupado com as carnes, dei uma esfregada de bunda na virilha do Carlos.
– Não sei Carlos, tenho medo!…
Ele praticamente desceu meu biquini até o meio
das minhas coxas, e tirando seu pau pra fora começou a esfregar na minha bunda.
– Te garanto que não tem perigo… Conheço um
motel bem discreto.
Quando levei a mão segurando seu pau duro.
– Cuidado Carlos, o Heleno não pode te ver desse
jeito.
Ele já começando a querer colocar na minha
bunda.
– Não Carlos, aqui é perigoso!…
Pedi pra ele ficar de olho no quintal, e
abaixando na sua frente comecei a mamar no seu pau pra evitar do meu marido
vê-lo de pau duro. Eu mamando com vontade, pois sempre sentia falta de chupar
quando lembrava de alguns dos meus namorados.
– Isso sua safadinha, vai, chupa, chuuupa!!!
Eu mamando e lembrando dos velhos tempos, nem me
importei dele gozar na minha boca me obrigando a engolir tudo. Nós dois se
recompondo.
– E o motel Tereza?
– Vou pensar Carlos, depois a gente combina!
Quando vi o Heleno vindo na direção da cozinha,
pedi pro Carlos voltar pro banheiro e fingir que estava saindo naquela hora.
Mas a surpresa foi que Heleno com o celular na mão, falou que tinha recebido
uma ligação e que tinha que levar uns documentos (plantas) até uma obra.
– Mas hoje é domingo!
– Mas lá estão trabalhando hoje pra adiantar o
serviço.
– Mas é só levar, não é?
– É sim… Mas devo demorar uns 40 minutos pra ir
e voltar.
Carlos até que foi atencioso e perguntou se Heleno
queria que ele fosse junto.
– Não meu amigo, fica aí aproveitando a piscina
que pretendo não demorar.
Escutamos Heleno saindo de carro da garagem, e
passados uns 3 minutos, eu olhei pro Carlos e Carlos também me olhando, se aproximou
e me abraçando me beijou.
– Vamos aproveitar Tereza!
Eu já levando a mão no seu pau.
– Só na bundinha, tá bom?
– Mas é justamente isso que eu quero hoje!
E ali mesmo na grama, o safado arriou meu
biquini, pediu pra eu lubrificar seu pau com minha saliva e veio com tudo no
meu rabo, empurrando com força… Depois de tantos anos sentir novamente um pau
duro entrar na minha bunda, fui voltando no tempo da minha adolescência.
– Hhhhuuuuummmmm! Enfia tudo Carlos! Arrebenta
meu cuuuuu!
E ele passou a socar com força que a impressão
de que seu pau chegava lá na minha barriga. Carlos ficou mais de 10 minutos
metendo no meu cu, me fazendo ficar em várias posições antes de gozar.
Fui rapidamente ao banheiro me recompor, e não
demorou não outros 10 minutos pra ouvirmos o barulho do carro entrando na
garagem. Fui pra pia da cozinha e Carlos correu pra varanda deitando em uma
rede. Logo estávamos os três se divertindo na piscina como se nada tivesse
acontecido.
Na segunda-feira, na parte da tarde, o celular tocou
e ao atender era o Carlos.
– E o motel, já resolveu?
– Ainda não seu maluco… Tenho medo da gente ser
descobertos.
E Carlos voltou a ligar na terça-feira e na
quarta-feira insistindo no motel. Quando resolvi arriscar e ele falou de me
pegar na minha própria casa na parte da tarde de quinta-feira, quase que falei
pra ele ficarmos na minha casa, já que Heleno estava trabalhando, mas vai que
ele por algum motivo resolva pegar alguma coisa em casa?
Concordei, e muito nervosa, no horário combinado
(13:00 hs) fiquei atrás do portão até ouvir a buzina do carro. Entrei
rapidamente, e em dez minutos estávamos entrando no motel. Aquele meu medo de
ser apanhada traindo meu marido, foi me deixando com mais tesão ainda.
Ficamos umas 4 horas na cama do motel, onde
Carlos acabou me deixando impressionada com seu vigor sexual: meteu na minha
buceta umas três vezes, me fazendo ter gozar muito gostoso, me fez chupar seu
pau antes de novamente meter no meu cuzinho por vários minutos me fazendo urrar
igual uma cabrita levando ferro.
Quase todas as quintas-feiras, quando Carlos não
estava trabalhando, ele me levava pro motel me transformando naquela putinha de
quando a gente namorava. Quando Heleno arrumou uma obra fora do nossa Estado e
passou a viajar constantemente ficando alguns dias fora, foi quando eu e Carlos
passamos a trepar na minha própria cama. Ele chegava na quinta-feira cedo e só
saia a noite, me deixando muitas vezes com o meu cuzinho todo ardido.
Mas como tudo que é bom muitas vezes também
acaba, Carlos mudou-se pra longe me deixando muito triste. Até pensei em voltar
a ser apenas a esposa do meu maridinho Heleno, mas, foi só começar a frequentar
uma academia, pra me encantar com o proprietário que era um coroa boa pinta,
que sempre procurava me orientar nos aparelhos. Mesmo nas segundas-feiras que a
academia não funciona, passei a ir só pra deixar o coroa me foder,
principalmente comer meu rabo.
- Enviado ao Te Contos por Tereza