By; Célia
Ola a todos, me chamo Célia. Eu sempre leio
Contos Eróticos. Digo mesmo que sou uma quase viciada. Leio muitos deles, adoro
os contos de traição/corno, mas também aqui a grande e imensa maioria é sempre
narrada pelo homem que transou com uma mulher casada, ou a mulher casada que
traiu o marido com outro.
Enfim basta dar uma espiada e sempre o homem é o
corno. Parece não haver mulher que seja traída, no caso, mulher que tenha o
prazer de entregar o seu homem para outra mulher. É o meu caso.
Conheci meu marido tinha dezesseis anos. Hoje
tenho 32 e ele tem 37, e estamos casados faz exatos oito anos. Temos uma linda
menina de seis e vivemos uma vida muito unida, muito feliz. Mas meu maior
prazer era ver meu marido transar com outra mulher. Ele não é nada em super,
mas eu o acho lindo. Tem corpo normal, não gosta de malhar, mas se cuida,
portanto ninguém aqui pense que meu marido é um super-homem. Nada disso.
Mas vamos ao assunto: minha tara começou uma
noite em que eu transava com Rubens, meu marido e perguntei a ele se já havia
me traído e ele de forma incisiva disse que não. Quis saber mais e mais e dali
não saía uma só declaração. Por fim disse a ele que meu maior tesão era vê-lo
transando com outra mulher na minha frente.
Ele riu muito, disse que eu estava louca. Mas a
ideia em mim foi se fortificando, se solidificando e cada dia mais o tesão que
sentia em imaginar meu marido com outra mulher, me levava a um gozo sem fim.
Fui falando, falando e Rubens dizia que não seria capaz, que poderia até
brochar, mas depois de muitas tentativas de minha parte ele de forma incisiva
me disse:
- está bem, eu topo para você tirar essas
caraminholas da cabeça. Mas quem seria a candidata que toparia sair com um
homem casado e ainda por cima juntamente com a esposa?
Aí é que pensei: seria mesmo difícil de
acontecer.
E mais ele me disse:
- que se eu tivesse mesmo a certeza de minhas
vontades, deveria procurar uma mulher e dizer isso a ela.
Quando me disse isso, fiquei louca de tesão e
jurei a ele e a mim mesma que acharia alguém que preenchesse todos os nossos
(meus) desejos.
Não foi fácil. Demorou. Às vezes eu pensava numa
mulher e não tinha coragem de dizer a ela. Também tinha medo e certo pudor.
Ficava imaginando como falar, como fazer tal proposta. Quando juntos na cama
ele não tocava no assunto. Eu é que entrava nele e com picantes imaginações,
gozava antevendo um momento que veria meu marido transar com outra mulher.
O acaso acontece. O imprevisto às vezes dá uma
ajuda. Foi assim que recebemos um telefonema de velhos conhecidos nossos,
dizendo que a filha iria prestar vestibular em nossa cidade e se ela poderia
passar aquela semana em nossa casa. E foi sem qualquer ideia que não fosse
outra que a menina chegou em nossa casa uns dias antes do vestibular.
Era uma menina muito linda, perto dos 18 anos.
Alta, morena clara, olhos bonitos, magra, seios volumosos, e muito simpática.
Chamava-nos de tios. Ela chegou e a rotina em nossa casa mudou também, claro.
Mas em nada ela nos atrapalhava. Ficava no quarto estudando, às vezes na sala
conversando, falando dos estudos, de seu futuro, falava dos pais, nossos amigos
e coisas assim.
Mas dentro do quarto com meu marido, o tesão
rolava a mil e fui eu mesma que falei que a Fernanda se encaixava naquelas
vontades dele se fosse transar com outra mulher. Achou que eu era louca. A
menina jamais serviria para isso. Também achei loucura, a amizade nossa com
seus pais era grande e um passo em falta seria de grandes prejuízos para todos.
A menina devia ter namorado ter seus paqueras de sua idade… Mas fiquei
imaginando meu marido transando com aquela ninfa muito linda, novinha, exalando
juventude e gozava e gozava pensando em tal possibilidade.
Para aguçar um pouco o tesão, saber que outra
pessoa poderia ouvir minha transa com meu marido, nas noites seguintes passei a
deixar a porta aberta de nosso quarto e nas transas nossas, diárias então, não
fiz propósito algum em ser silenciosa. Gemia e gozava alto. Queria que Fernanda
nos ouvisse e sentisse tesão e vontade.
Foram quatro noites assim, mas a menina estava
preocupada com o Vestibular e parecia não ouvir nossos gemidos.
Sei que o Vestibular acabou e fiz a ela o
convite para ficar em casa mais uma semana, assim poderia conhecer a cidade,
que não tivera tempo, e também recuperar todo o desgaste vivido. Fernanda
adorou a ideia. Telefonou para sua casa e disse que ficaria com a gente mais
uma semana. Que queria conhecer nossa cidade e estava adorando nossa companhia.
Que éramos jovens, bons de papo e que estava mesmo se sentindo em sua casa.
Não houve objeção alguma e Fernanda pode ficar
em nossa casa mais uma semana. Foi o suficiente para eu realizar minhas
vontades e desejos. Com ela agora em férias, ficava mais tempo comigo, fomos
passear muito e todas as tardes ia comigo buscar meu marido no serviço. E eu
fazia questão de, quando nos encontrávamos, dar uns beijos gulosos nele. Queria
que ela sentisse tesão.
As noites seguintes foram ainda mais barulhentas
entre mim e meu marido. A porta continuava aberta. E foi assim que vi, pela
penumbra, o vulto de Fernanda aparecer à porta para nos ver transar. Vibrei com
meu sucesso. E na manhã seguinte encontrei uma Fernanda com olheiras, sinal de
que dormira pouco e imaginei que tivesse se masturbado muito nos vendo transar,
mas não entrava no assunto.
Porém, na tarde seguinte, estávamos em meu
quarto ela e eu e de propósito havia deixado várias camisinhas usadas pelo
chão. Ela viu. Riu. Eu também ri. E ela teceu o comentário:
- você e o Rubens se dão bem na cama. Transam
todas as noites.
E eu disse que sim, que ele era um amante
maravilhoso, que transava muito bem. E passei a fazer considerações e
comentários picantes com a menina, enaltecendo as qualidades de meu marido na
cama. Senti que a menina arfava de desejo e por fim me disse que gostaria de
ter a sorte de encontrar alguém assim também.
E maliciosamente disse que ela iria adorar
passar por tal experiência. E fiquei olhando firme para ela. E me disse:
- tomara que eu encontre mesmo um Rubens para
ser feliz!
Então disse a ela que ele era meu. Ela riu e
disse;
- “eu sei disso”, mas se você não fosse a esposa
dele, transaria sim, com ele.
Então percebi que ela estava mesmo a fim de dar
para ele. Mas fiquei quieta.
Á noite quando fomos deitar, fiz questão de ser
ainda mais audaciosa enquanto transava e novamente vi que Fernanda nos espiava.
Comentei tudo com meu marido e ele também percebeu que a garota nos espionava
na transa. E fui bem rápida na minha decisão: desvencilhei-me de seus abraços e
fui à porta e peguei em fragrante Fernanda que a se ver descoberta, quase
desmaiou de susto.
Rubens continuou no quarto enquanto fomos nós
duas para a sala conversar. Ela me pedia desculpas, implorava para não contar
nada para seus pais, e suplicava segredo. Quando me fitou com aqueles olhos
verdes e cheios de lágrimas, me encontrou sorrindo e pude falar que não ficara
brava nem nada, e que poderia confiar em nosso segredo. E conversamos muito.
Disse a ela que havia já percebido sua presença em noites anteriores, mas agora
ela não precisando acordar cedo, poderia até nos fazer companhia se quisesse.
Os olhos dela brilharam de prazer. E me disse
que sim, havia nos olhado muito, se masturbado também. Que era um prazer que
sentia ver outras pessoas transando. Que muitas vezes às escondidas, via os
pais numa relação e imaginava estar mais perto.
E falei então que sua hora havia chegado que
iria não somente ver, mas também participar de uma transa a três. Também era nosso
desejo.
E tomando-a pela mão levei-a até nosso quarto
onde Rubens estava deitado de costas para a porta.
Entramos. Apaguei a luz, fui até seu ouvido e
disse que tinha uma surpresa para a noite. E ele se virou e viu, na penumbra,
nós duas ali. Abraçou-me, me beijou e em minutos caí de boca em seu cacete rijo
como pedra. Chupei muito enquanto Fernanda nos observava. Depois eu mesma
peguei-a pela cabeça e levei sua boca até o cacete de meu marido. A menina não
se fez de rogada. Meteu na boca o cacete e eu fui beijar meu marido, que
percebendo o que acontecia, passou a comandar a relação a seu gosto. Somente
falei:
- faça bem gostoso que quero ver. É a realização
de meu sonho.
E fiquei olhando aquela transa.
Logo em seguida ele puxou a menina e passaram a
se beijar. Eram beijos gulosos e tesudos. Ele passou a alisar o corpo de
Fernanda, foi tirando suas roupas e quando deixou totalmente nua, lambia e
mordia os seios, passava a mão na grutinha ensopada dela. A menina arfava de
prazer, quis chupar mais aquele cacete e se posicionou para isso. Ficou deitada
sobre as pernas de meu marido esmagando suas tetas e chupava gulosamente.
Eu apenas olhava aquela cena maravilhosa, quando
senti que meu marido iria gozar. Com minhas mãos enterrei mais ainda a cabeça
da menina de encontro ao cacete e ela praticamente engolia aquela vara. Gemia
muito, ia e vinha. Não demorou. O gozo de meu marido veio forte. Intenso. E a
menina se atrapalhou com tanta porra. O que pode engoliu, mas boa parte
escorria pela sua face, molhava seus seios, meu marido se acalmou e ficou
estirado na cama.
Fernanda me olhou e agradeceu pelo momento e
disse que nunca havia antes bebido porra, mas havia adorado e que na próxima
vez iria beber tudo. Eu ri.
Enquanto Rubens ficou no quarto, nós duas fomos
fazer um lanche. Estávamos esgotadas mesmo. Na cozinha ela me disse que adorou
a experiência. Que eu havia sido muito liberal, mas ainda gostaria de ter uma
relação completa com ele, para apagar seu fogo e seu tesão. Rimos juntas.
Voltamos depois ao quarto e me sentei num
banquinho da penteadeira. E ela o atacou. Virou uma mulher e tanto. Chupou, foi
chupada, vi seus seios ficarem marcados pelos dentes de meu marido, sua bunda
também, mas depois começou a transa mesmo e pude ver meu marido possuir aquela
garota de forma quase inesgotável.
Transaram muito, a menina gozava em cântaros,
meu marido se segurava, mas logo não suportou tamanho tesão e gozou muito.
Ambos ficaram largados na cama e eu, realizada, fui beijar meu marido e não
poderia naquele momento exigir mais nada dele. Dormimos os três abraçados.
Na manhã seguinte ele acordou com a boca da
menina querendo mais. Acordei e vi… não fiquei com ciúme apenas o prazer
acendeu novamente. Então falei a ela que queria a minha parte e ela apenas iria
olhar nossa transa. E ficando como eu, na noite anterior viu, de pertinho, nós
dois fodendo.
Na noite seguinte repetimos a dose e então ele
comeu nosso rabinho, sendo que o de Fernanda foi inaugurado.
Isso já faz 3 anos. Fernanda, claro, passou no
vestibular, faz Faculdade em nossa cidade e mora conosco. Com minha menina um
pouco maior, temos tomado cuidados especiais, mas finais de semana ela vai para
a casa dos avós e posso reviver, sempre com o prazer renovado, meu marido transando
com uma linda garota.
Essa é a minha história. Sem traição, mas sou
mesma corneada pelo meu marido e pela Fernanda e adoro essa situação.
- Enviado ao Te Contos por Célia