sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Eu me tornei uma hotwife com consentimento do meu marido (Agosto - 2024)

 

By; Iza

Oi, me chamo Iza, tenho 29 anos e sou casada com o Bruno que tem 33 anos.

A primeira vez que ouvi sobre hotwifing foi pelo meu marido, Bruno. Estamos juntos há praticamente dez anos. E ele me colocou nesse mundo no momento certo, nesse mês de Agosto aconteceu o que vou contar a vocês.

Em uma conversa onde ele falou que deveríamos tentar algo novo ele falou do hotwfing, eu de imediato perguntei a ele;

– Você fantasia comigo dando para outros homens? – Perguntei, surpresa.

– Exatamente. – Ele disse. – Só de te ouvir falar assim fico excitado.

Me mostrou o pau duro. Era impossível não acreditar que ele estivesse falando sério.

– E como isso funciona? – Perguntei.

– Na minha cabeça é simples. Você escolhe, conhece outros caras e decide se quer ter alguma coisa com eles.

– Como se fosse solteira?

– Pode se dizer que sim.

A pica dele seguia dura enquanto conversávamos.

– Se eu tiver afim de, por exemplo, Nathan, do meu trabalho, podemos sair juntos?

– Você gostaria de sair com ele?

Fiquei nervosa quando ouvi a pergunta. Nathan era meu colega de trabalho há quase dois anos e tinha certeza que ele me dava bola. Assim como dava em cima de todas as garotas do escritório. Devia ter quase uns trinta anos.

– Talvez? – Respondi com outra pergunta.

– Iza, não precisa se assustar. Se você tem vontade de transar, tem minha permissão.

– Ok, eu quero transar.

Seu pau latejou algumas vezes. Era difícil, de uma hora para outra, falar na cara do meu marido, que desejava ficar com outra pessoa, mas Bruno fez de tudo para que me sentisse segura.

Dormi pensando na proposta e sonhei com Nathan. Quando acordei, estava com tanto tesão que fiz algo que não fazia há muito tempo: acordei Bruno com um boquete.

– Ual! Acho que não acordo bem assim há quase dez anos! – Exclamou.

Caímos na risada e fomos tomar café.

– Pelo visto alguém ficou excitada com o papo de ontem. – Bruno comentou.

– Depois desses dez anos que estamos juntos eu havia esquecido o que era pensar putaria com outros caras. – Falei.

– Pretende relembrar algo no trabalho hoje?

Quase engasgo com o café.

– Hoje?

– Porque perder tempo? Só preciso criar uma regra: quero que você filme tudo e me conte os detalhes pré e pós.

Não eram exigências difíceis de cumprir. O que uma esposa negaria para o marido que acabava de impulsionar o desejo que ela tinha de fazer sexo com outra pessoa?

Fui pensativa durante o caminho até a empresa.

Ao chegar, depois de deixar as coisas em minha mesa, fui direto a copa. Nathan estava lá, sozinho. Meu coração acelerou. Me sentia como uma garota no colégio dando de cara com o garoto que ela estava afim. Eu nunca havia o enxergado daquele jeito. A possibilidade real de ter alguma coisa me trouxe um mar de sentimentos.

Depois de nos darmos bom dia, fui me servir de café na máquina.

– Está quebrada. – Me avisou. – Hoje estamos sem café. Posso oferecer apenas leite. – Complementou.

– Então quero leite. – Falei, sabendo que ele estava fazendo uma brincadeira de duplo sentido.

Nathan riu achando que eu não havia entendido, se virou e foi embora.

Voltei para minha mesa sem conseguir tirar da cabeça a imagem de Nathan me dando leite. Foi difícil me concentrar para trabalhar durante o turno da manhã. Falei por mensagem para Bruno o que havia feito e ele me disse que gozou enquanto me imaginava fazendo aquele pedido para Nathan.

Quando chegou a hora do almoço, Nathan me envia uma mensagem perguntando onde eu pretendia ir almoçar. Respondi falando que não tinha planos.

– Quer almoçar comigo? – Perguntou.

Esse convite não era normal. Nunca havia dado o mínimo de bola para Nathan porque sabia que era um cafajeste, então sempre rolou um certo nível de respeito. Imaginei que depois da nossa conversinha, ele estaria testando as águas para saber se eu tinha realmente entendido o que havia dito.

– Não. Você me negou leite de manhã. – Respondi.

Ele riu e me perguntou se eu sabia de que leite ele se referia.

– Não sou uma criança, Nathan.

Ele seguia sem acreditar. Então resolvi o torturar.

– Quem não entendeu foi você e perdeu o melhor boquete da sua vida.

Em menos de um minuto esse homem brotou desesperado ao lado da minha mesa. Tentava se justificar de todas as formas imagináveis. Mesmo querendo dar risada, tentei permanecer impassível, fingindo que ele havia perdido uma oportunidade única.

– Vou pensar se te dou uma segunda chance. Até o fim do dia te dou uma resposta. – Falei e encerrei a conversa.

Fui almoçar sozinha e conversei com Bruno. Queria saber o que meu marido pensava e a única coisa que me dizia era para fazer o que eu mais tinha vontade. Pensei por pouco tempo e lembrei que o escritório tinha uma salinha que costumava ser do zelador até que um dia demitiram e nunca o substituíram, então a salinha começou a ser chamada de “salinha da sujeira” porque virou um depósito de coisas velhas.

– Vou convida-lo para a salinha no final do expediente e vou chupar o pau dele, posso? – Perguntei a Bruno sabendo bem qual era a resposta.

Respondeu com uma foto do pau ereto e assumi que era um sim.

Perto do fim da tarde mando a mensagem. Primeiro Nathan sai e, discretamente, cinco minutos depois vou atrás. A salinha está com a porta semi aberta e lá dentro encontro um Nathan ansioso.

– Caralho, não acredito que isso seja verdade! – Disse assim que me viu entrando.

Tento não rir e aviso que se ele me negar leite mais uma vez, nunca mais terá uma chance comigo. Que vai precisar me dar leite sempre que eu pedir.

Nathan aceita rápido. Entrego meu celular em sua mão e o mando gravar. Puxo uma cadeira que estava num canto e me sento de frente para o seu corpo.

– O que está esperando? – Perguntei e o vi desabotoar a calça e botar o pau meia bomba para fora.

Estava acostumada com o pau de Bruno. Depois de dez anos era como se eu nunca tivesse visto um outro membro masculino em minha frente. E como meu marido era humilde no quesito do tamanho, fiquei levemente chocada com a grossura e cumprimento de Nathan. Quando segurei senti a diferença nas mãos. Me sentia como uma virgem que nunca havia segurado uma pica. O masturbei de leve e o vi terminar de crescer e engrossar. Era um pauzão de respeito.

O frio na barriga aumentava a cada ato. Quando me aproximei com a boca cheguei ao ápice. Era melhor do que na minha primeira vez porque dessa vez eu sabia o que fazer e não me sentia pressionada. Era uma mulher casada e amada pelo marido, bem sucedida em sua carreira, estável financeiramente e feliz em todos aspectos. Pôr a boca naquela pica era apenas diversão.

Precisei abrir bem a boca para engolir aquela cabeça. Fiz questão de lamber tudo, deixar minha saliva escorrer e deixar a pica bem molhada. Chupei suas bolas enquanto o masturbava e ele gostou tanto que parecia que nunca tinha tido as bolas chupadas. Quando comecei a tentar engoli-lo por inteiro, o cafajeste pôs a mão atrás da minha cabeça para “ajudar”. Eu havia esquecido em como essa força que os homens fazem na minha cabeça enquanto chupo era excitante.

Parei de resistir e o deixei me conduzir. Estava quase ficando sem ar e tinha engolido um pouco mais da metade. Havia muito pela frente. Engasguei e tirei o pau da boca. O safado bateu com a pica no meu rosto, como se me punisse por não ter engolido. A piroca era tão grande que senti como um tapa. Não me deixou recuperar todo o folego e me forçou a voltar a chupar.

– Vai, cachorra, engole tudo! – Disse, ofegante.

Fui ficando cada vez mais molhada. Sempre que engasgava, ele não tinha dó de mim e me forçava a manter o pau na boca. Eu recuperava o folego as pressas e tentava engolir mais uma vez. Milímetro por milímetro. Não havia amor, carinho ou respeito. Em nenhum momento me perguntou se estava tudo bem. Após dez anos casada, eu havia esquecido o que era ser a puta de alguém.

Ele me manteve desse jeito, “fodendo minha boca”, e eu o deixei. De vez em quando Nathan parava para bater e esfregar a pica no meu rosto, me chamar de puta, cachorra, safada ou qualquer outro adjetivo desse tipo. Eu gemia ofegante e reabria a boca para que ele enfiasse o pau.

– É assim que eu faço com toda puta que pede leite! Gosta, safada?

– Uhum. – Respondo da forma que consigo de boca cheia.

Seus urros de prazer me alertaram que a hora estava chegando. Forçou minha cabeça com mais velocidade e, quando percebeu que iria gozar, empurrou a pica o máximo. Quase não consigo respirar e apenas consigo sentir os jatos de porra sendo jorrados diretamente em minha garganta. Engasguei e sentia que teria porra saindo pelo meu nariz.

Após gozar, parecia que aquele animal havia sido domesticado. Me olhou e perguntou se eu estava bem e se havia gostado. Terminou a gravação e devolveu o celular. Com calma, chupei e limpei o resto de porra que escorria da cabeça da piroca dele enquanto tossia e lacrimejava.

– Caralho! Nunca gozei tão rápido e tão gostoso.

– Não quero saber de nenhuma putinha desse escritório tomando meu leite, entendeu? – Falei.

– Claro! Agora ele é todo seu! Quando você quiser!

Adoro um homem obediente.

Usando a câmera frontal do celular me dei conta que estava um desastre. Cabelo bagunçado, batom borrado, maquiagem destruída e a mancha na parte de cima da blusa eu não sabia identificar. Era esperma ou saliva?

Fiz Nathan ir pegar minha bolsa porque eu não poderia sair pela empresa daquele jeito. Fiz uma rápida maquiagem para disfarçar e sai primeiro. Cinco minutos depois ele saiu e também voltou a sala de trabalho.

Avisei para Bruno e ele disse que mal podia esperar que eu chegasse em casa com o vídeo. Me sentia nervosa por ter medo da reação dele ao ver que a fantasia tinha se tornado realidade.

Assim que cheguei, fui recebida por um longo beijo cheio de vontade. Em seguida sentamos no sofá e colocamos o vídeo na TV.

– Tenho a esposa mais sexy desse mundo. – Foi a primeira coisa que ele disse ao me ver babando em Nathan.

Ri de nervoso, mas estava voltando a ficar molhada ao relembrar o momento.

– Parece que você gostou bastante, não? – Ele perguntou.

Concordei.

– E você? Gostando? – Perguntei.

Bruno colocou o pau duro para fora, latejando de prazer. Suspirei de tesão. Havia algo mágico em ter feito outro cara gozar e ver meu marido ali, excitado, assistindo tudo. Cai de boca sem falar nada. Abocanhei e engoli por inteiro de primeira. Não engasguei nem por um momento. Estava bem treinada no pau de Nathan.

Ele me pegou pela cabeça assim como no vídeo e me fez repetir a chupada. Quando gozou, encheu minha boca de esperma e eu deixei a porra escorrer por seu pau. A quantidade do seu prazer era o indicativo ideal para que eu tivesse certeza que ele tinha amado.

Quando acabei de chupar, me dei conta que o vídeo ainda não havia acabado. Tinha seis minutos de duração e ainda estava em uns quatro minutos. Ele pausou o vídeo e disse que precisava se recuperar para ver o resto depois e dar mais uma gozada.

– Pelo visto você gostou. – Falei, rindo.

Eu havia me tornado a tal de hotwife oficialmente naquele dia.

Depois conto mais ...

  • Enviado ao Te Contos por Iza

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

Quase fui pega...

 

By; Deise

Olá meu nome é Deise, tenho 37 anos, sou casada e gosto muito de uma boa sacanagem. Tenho 1, 60 e 58 quilos, tenho cabelos loiros e pode-se dizer que sou uma falsa magra gostosa.

O que vou relatar aconteceu a 2 mês, eu sempre gostei de me insinuar para os homens.

Eu trabalho em uma loja, como de vendedora, no centro. Tem um rapaz que faz a segurança nas lojas e quando eu o vi fiquei louca de vontade de dar pra ele, logo comecei bolar um esquema para me aproximar dele.

No dia seguinte eu estava na lanchonete ao lado do meu serviço tomando café e para minha surpresa ele entrou, pensei comigo “é agora”, comecei a puxar papo com ele e não demorou muito para que a conversa ficasse mais picante, e marcamos de nos encontrar depois do expediente, fiquei muito ansiosa para chegar o fim do dia logo.

No final expediente nós encontramos e fomos para a lanchonete e começamos a tomar uma cerveja e conversar, ele propôs para irmos para um lugar mais tranquilo para nossa conversa e logo aceitei.

Fomos para um motel e mal entramos no quarto e começamos a nos beijar intensamente, logo percebi que rola estava muito dura, abri seu zíper tirei o pau dele pra fora e comecei fazer um boquete maravilhoso, após alguns minutos chupando aquela rola gostosa ele me levantou me jogou na cama e começou a sugar minha buceta que nesta hora já estava toda melada.

Quando ele percebeu que eu já estava para gozar parou de chupar minha buceta e socou sua rola dentro de mim, quase tive um desmaio de tanto tesão. Passado algum tempo ele socando em mim conseguimos fazer juntos.

Como já estava tarde disse a ele que precisava ir embora, tomamos um banho e saímos do motel.

Quando eu estava no ponto para pegar o ônibus meu marido chegou por traz e me perguntou onde eu estava, pois ele havia ido até a loja para me buscar, eu disse que havia ido com a minha amiga até o ponto dela e ele acreditou, me beijou e me disse que foi me buscar porque queria me levar para o motel, quase caí de costas, mais para que ele não percebesse eu sorri e disse que iria adorar fuder com ele no motel.

Acabei levando ele no mesmo motel que tinha acabado de dar pro segurança. Chegando lá começamos a trepar intensamente me senti uma puta que atendia um cliente atrás do outro.

Foi uma experiência maravilhosa, mas por pouco não fui pega por ele.

  • Enviado ao Te Contos por Deise

terça-feira, 3 de setembro de 2024

Bem relaxada...e comida ! (07-09-2024)

 

By; Paulinha

Ola Te Contos eu me chamo Paulinha e sou de São Paulo capital. No último final de semana fiquei em casa sozinha, mas não deu para aproveitar muito o sábado, tinha muitas coisas pendentes para resolver o que tomou quase que o dia todo, mas o domingo seria para descansar, pelo menos eram os meus planos… Rss

Depois do longo dia que tive no sábado, ao chegar em casa fui logo tirando minha roupa e fui direto para o banheiro, precisava de um banho, estava exausta, foi um banho gostoso e demorado, com a água bem quente do jeitinho que eu gosto.

Depois fui para o meu quarto, coloquei um seriado no Netflix e comecei a ver as mensagens que eu havia recebido durante o dia, foi tão corrido que não respondi quase que ninguém, algumas amigas me chamaram para uma balada, outros para barzinhos, e por aí vai, mas eu só queria ficar deitada, não sairia dali por nada.

No meio das conversas, tinha mensagem do Gu, um amigo que as vezes me come. Ele perguntou se eu queria fazer algo?

Respondi que só queria ficar em casa na cama e relaxar, aproveitar a tranquilidade que está aqui em casa já que meus parentes foram para outra cidade!

Ele sem perder tempo, enviou que se eu quiser relaxar, ele poderia vir na minha casa para fazer uma massagem. Pensei um pouco, e respondi que seria ótimo, estou precisando mesmo de alguém para cuidar de mim. E ele ainda falou que traria algo para comer. Perfeito, respondi para ele!

Não poderia ser melhor… rss, massagem e comida. Depois de uma hora mais ou menos ele chega e vou abrir a porta para ele, trouxe o lanche que eu mais gosto, já conhecia alguns dos meus gostos favoritos, aliás, me conhece bem em muitos sentidos… ele entrou e fomos para o meu quarto, comemos os lanches e logo em seguida me deitei, ele não perdeu tempo e falou que iria fazer uma massagem nas minhas costas, e me deitei em uma posição confortável e ele logo começou a massagear usando um óleo de massagem que eu tenho.

Ele massageou meus ombros por um bom tempo, estava usando uma blusa bem soltinha que ele pediu que eu tirasse para massagear minhas costas, tirei de costas para ele e voltei a me deitar, ele continuou por alguns minutos nas minhas costas e seguida foi para os meus pés e foi massageando e subindo em direção da minha bunda passando as mãos por baixo do meu shorts, que era soltinho, ao passar a mão no meu bumbum ele aproveitou e desceu meu shorts me deixando totalmente nua na cama, além de relaxada fiquei com tesão na hora, e ele continuou a massagem que agora estava mais concentrada nas minhas coxas e bumbum, sentia minha bucetinha melando com meu melzinho, ele percebendo que eu estava gostando começou a se aproveitar da situação, e eu lógico, gostei mais ainda!

Começou a massagear minha virilha, alisando minha bucetinha e passar óleo na minha bundinha deixando meu buraquinho todo meladinho, sentia ele fazer pressão no meu rabinho mas sem me penetrar, tinha hora que parecia que seu dedão iria escorregar para dentro do meu cuzinho de tanta pressão que ele fazia, eu já estava desejando que isso acontecesse.

Enquanto ele continuava naquela massagem, meu corpo naturalmente começou a arquear, fazendo com que eu empinasse meu rabinho para cima, aumentando a pressão do seu polegar no buraquinho do meu rabinho, sentia que já estava melada do rabinho até minha bucetinha, já desejava o seu cacete dentro de qualquer buraquinho meu… Rss.

Ele continuou com aquela massagem e eu continuava a empinar meu rabo para cima, sentia que a qualquer momento iria me penetrar com o seu dedo, pois já estava muito relaxada e meu buraquinho parecia querer sugar ele para dentro, eu começava aos poucos a rebolar meu rabinho nele, que já estava dando atenção nesse momento a somente duas partes do meu corpo, meu rabinho e bucetinha que estava a essa altura ensopada, já sentia minha virilha melada, e não era do óleo de massagem, pois ela já estava um tempo com suas mãos em meu corpo sem tirar em nenhum momento.

Quando eu pensei em relaxar um pouco meu corpo, ele começou a massagear minha bucetinha, fazendo que instintivamente eu empinasse minha bundinha novamente… Rss, mas me controlei um pouco, pois já estava muito excitada e iria acabar gozando, e queria aproveitar mais aquela massagem.

Gu já estava me massageando por muito tempo, e não havia mudado o ritmo, estava adorando aquilo, ele então começou a ficar mais ousado, percebi ele mudando de posição em cima da cama tirando as mãos do meu corpo por um breve momento, mas quando retorna a tocar meu corpo, logo percebi a sua malícia, ele encaixa a sua mão direita entre minhas pernas de forma que dois de seus dedos da mão direita ficam sobre minha bucetinha e seu polegar esquerda alisando meu cuzinho com os demais dedos apoiados nas minhas costas.

Em menos de um minuto na nova posição, começo a sentir ele entrando com seus dois dedos na minha bucetinha, estava tão melada que não teve resistência, porém senti a pressão ao invadir minha bucetinha, senti escorrendo meu melzinho também que provavelmente melou o lençol da minha cama.

Assim que ele conseguiu colocar os dois dedos na minha bucetinha, ele começou a fazer mais pressão no meu rabinho com o seu dedo, eu estava tão excitada que levantei de uma vez e seu polegar invadiu meu rabinho de uma vez, até soltei um gemido de tesão e prazer, fiquei parada por alguns segundos e ele também ficou sem se mexer, quando me senti confortável, comecei a rebolar meu rabinho no seu dedo que agora estava no meu rabinho, ele sem perder tempo começou a masturbar com mais intensidade fazendo com que eu rebolasse mais ainda minha bundinha e ficando mais empinada.

Depois de poucos minutos com meus dois buraquinhos sendo explorados, minha bucetinha totalmente acostumado com os dois dedos e meu cuzinho já não dava mais resistência ao dedo que entrava e saia de dentro do meu rabinho, Gu começou a ajeitar um terceiro dedo na minha bucetinha, na verdade eu nem imaginava que ele estava colocando mais um dedo, estava tão excitada que só queria continuar sem parar, e ele colocou e começou a me masturbar com mais calma, mas eu continuava rebolando em seus dedos mesmo quando comecei a sentir mais pressão, ele tirou a polegar do meu rabinho e começou a colocar um brinquedo no meu cuzinho, provavelmente levou escondido, mas gostei, fez um pouco de pressão para entrar, mas fui me acostumando aos poucos, logo sentia que tudo estava dentro do meu rabinho, e para minha surpresa era um vibrador, que ele ligou assim que estava tudo lá dentro, e depois que entrou parecia que não ia sair mais, pois tinha uns gomos em formato redondo e da cor azul.

Quando ele ligou, parecia que estava vibrando na minha bucetinha, pois começou a babar de tesão, comecei a gemer na hora e rebolava com mais vontade ainda, o Gu aumentou a pressão na minha bucetinha, nem sabia mais quantos dedos ele havia colocado na minha bucetinha, que estava escorrendo melzinho, empinei tanto meu rabinho que minha bucetinha ficou toda exposta para ele, e ele fez mais pressão ainda com seus dedos na minha bucetinha, parecia que ia me rasgar, estava com tanto tesão que só gemia de prazer, rebolava tanto e sentia minha virilha e minhas coxas ficando melada com o líquido que escorria da minha bucetinha.

Depois de poucos minutos rebolando sem parar e sentindo minha bucetinha começando a acostumar com toda aquela pressão, não me aguentando mais, gozei, gozei tanto que quando terminei parecia que estava apagando, que estava pegando no sono de tão relaxada e cansada ao mesmo tempo, o Gu parou de me masturbar e só me arrumou na cama para dormir, pois como ele mesmo me falou, só iria me fazer uma massagem, e que massagem, fez até eu dormir… Rss, e ainda dormi com o brinquedo no meu rabinho, estava tão relaxada que não percebi que ainda estava lá, e ele nem se preocupou em tirar, me ajeitou na cama, nem me lembro de ele deitando do meu lado para dormir… Rss.

Quando acordei, já no outro dia de manhã, senti que havia algo no meu cuzinho, então lembrei do que havia ocorrido na noite anterior, ao mesmo tempo escuto um barulho que parecia vir da cozinha, daí me lembro que o Gu provavelmente dormiu comigo e que poderia ser ele lá, chamo ele que logo me responde e fala que já está vindo para o quarto, em poucos segundos chega com uma bandeja com um farto café da manhã, ele coloca a bandeja na mesa que tem próximo da minha cama e vem me dar um beijo bem gostoso…

Tomamos o café e depois ele me comeu antes de ir embora, eu fiquei muito relaxada.

  • Enviado ao Te Contos por Paulinha

segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Meu vizinho casado não aguentou o tesão e veio comer eu e minha amiga.

 

By; Taty

Oi, me chamo Taty. Eu amo ter a minha buceta bem preenchida! A sensação de sentar num pau grande, grosso e quente é algo que eu conheci tarde, aos 22 anos, mas nunca mais parei de foder depois que eu comecei.

Tenho amigas que ficam meses sem receber uma pica ou mesmo uma chupada. Mas eu não consigo passar nem um dia sem ter a minha buceta bem esticada por um macho taludo. Já tentei usar vibradores, mas eu só tenho prazer em sentar na pica de carne mesmo… e se eu receber uma leitada, bem no fundo da minha buceta, ali na boca do útero, pode crer que eu me apaixono! O caralhudo que gozar dentro sem camisinha pode vir me foder a hora que quiser, sem ter que conversar, sem pagar nada, e pode ir embora rapidinho depois de me deixar bem recheada com porra.

Eu amo ter porra escorrendo de dentro de mim. Uma das minhas melhores amigas também é assim e tem dias que ela vem aqui na minha casa só pra esfregar a buceta dela na minha, pra receber um pouquinho da porra do macho que acabou de ir embora. Ela gosta de porra, mas não gosta de macho. Eu gosto de macho e de porra, mas esfregar buceta eu aprendi bem mais cedo… então é uma paixão antiga.

Quando a minha amiga vem, ela fica na pose frango assado e abre a buceta dela com as mãos. Eu sento em cima dela, arregaçando bem a minha buceta também, e a gente goza juntas, dividindo porra de macho, até que eu fique seca. Mas um dia eu recebi uma visita surpresa quando ela estava comigo!

Um vizinho do bloco da frente, que algumas vezes já viu o que acontece no meu apartamento, chegou tocando a campainha como se fosse uma emergência. Eu não queria largar a buceta da minha amiga, mas percebi que a pessoa não ia desistir. Quando eu abri a porta e vi que era ele, quase gozei! Ele já me mostrou o pau dele na janela e eu já convidei ele mil vezes pra me comer, mas ele mostrava a aliança e fazia “não” com a cabeça. Mas agora ele estava ali, de pau duro na minha frente, com aliança e tudo.

Puxei ele pra dentro do apartamento, tranquei a porta e direto ele já estava pelado comigo, socando o pau na minha buceta enquanto me prensava na parede. Ele disse que queria gozar, eu pedi pra segurar porque tinha a minha amiga junto. Nessa hora ela chega na sala, ele ainda me cravando com força e muito fundo. Eu falei pra ele tirar o pau de mim e mostrar pra ela. Ela fica olhando e a mãozinha dela desce pra buceta, achei fofo.

Ele tem mesmo um pau gostoso e cabeçudo que dá muito tesão de olhar! Ele é moreno, mas o pau é bem preto, grosso que eu não consigo fechar a mão ao redor… a cabeça vermelha com uma chapeleta que parece um sino de carne macia por fora, mas dura que entra na buceta rasgando! Ele se depila, então é muito gostoso ver as marquinhas dos músculos dele na barriga e no púbis. E quando ele enfia o pau todo, a barriga dele fica brilhando com o mel que sai da minha buceta! Eu continuo trepando com ele pelo menos uma vez por dia depois desse primeiro encontro.

Quando a mulher dele viaja, a gente passa dias trepando toda hora, feito coelhos, ele nem vai na academia porque faz de tudo que seja acrobacia com o pau enfiado em mim. Eu sou louca por ele!

Essa nossa primeira foda, eu mostrei o pau dele pra minha amiga e ela já começou a mexer na buceta. Gostei de ver que ela sentiu tesão por ele. E eu disse;

- “amiga, deixa ele entrar nessa buceta apertadinha porque ele sabe enfiar muito gostoso e o pau dele é grosso, comprido, bonito… é um pau ideal, eu quero muito ver uma piroca deliciosa dessa entrando em você”, e ela topou.

O jeito que ele meteu em mim foi incrível, cravou com tudo de primeira e ficou bombando forte, fundo, rápido, como se o pau dele gozasse desde sempre na minha buceta. Mas o jeito de meter nela foi especial: foi como se ele estivesse fazendo uma buceta aprender a gostar de trepar.

Primeira coisa que ele fez foi pegar a mão dela, que estava com os dedos na buceta, e começar a chupar os dedos dela enquanto fazia carinho na buceta dela com a outra mão. Ele disse que o gosto da buceta dela estava muito bom. Ela riu, disse que era gosto misturado das nossas duas bucetas e da porra de um rapaz que eu fodi no trabalho. Ele jogou ela no sofá, abocanhou a buceta com muita força, sugou até a alma dela e cuspiu na minha samambaia.

- “Agora eu limpei tudo e vou sentir só o gosto original dessa buceta.”

Que macho. Eu quase gozei vendo ele chupar. E o pau dele… eu fui pro sofá também e ele ficou metendo em mim enquanto chupava ela.

Ele gozou dentro de mim, ela gozou na boca dele. Eu queria mais, peguei ela pelas mãos e fomos pro quarto, fomos esfregar nossas bucetas de novo. Ela é lisinha e carnudinha, parece uma boca bem gostosa de a gente aperta. Ela é branca, e dentro é bem vermelha e pequena. Eu nunca enfiei nada além do meu dedo indicador e da minha língua. O vizinho ficou vendo a gente da porta do quarto um pouquinho. Quando ele viu que eu estava quase gozando, ele veio me beijar.

Que delícia de beijo… parecia beijo de casal apaixonado. O gosto na boca dele fez tudo parecer mais íntimo. Quando eu gozei, ela também gozou e o pau dele já estava duro de novo. Eu sentei atrás dela e abracei ela por trás. Fiz muito carinho nos peitos dela e beijei muito a boca dela, enquanto ele chupava mais um pouquinho a buceta dela. O vizinho perguntou se algum pau já tinha estado dentro daquela bucetinha antes.

Ela disse que uma vez só, quando ela era adolescente, mas era um pau pequeno e ela não sabia se aguentaria o pau dele. Ele foi muito confiante, ele disse;

- “eu sei usar minha ferramenta e eu sei ouvir quando você geme de dor ou de prazer, se você quiser meter comigo, eu prometo que não vai se arrepender”.

Ela fez que sim com a cabeça, segurou forte meus braços e abriu bem as pernas. Ele veio me beijar de novo e depois beijou ela, segurou o pau com as mãos (pra mim ele enfiou sempre no talo, sem segurar nada) e foi passando só a cabecinha por toda a bucetinha dela.

Passava por fora, abria um pouquinho e passava a cabeça do pau no clitoris, fazia que ia enfiar na vagina, mas não enfiava… quando ela começou a relaxar e a soltar meus braços, ele puxou ela pro meio da cama e ficou por cima, como quem vai fazer um papai-e-mamãe bem romântico. Beijou ela, passou as mãos no corpo todo dela, continuou esfregando o pau nela: agora esfregava o corpo do pau na buceta e na barriga dela.

Quando ela começou a mexer as pernas, tentando fazer o pau dele entrar, ele segurou as mãos dela com os dedos entrelaçados e tentou meter. O pau não entrava. Eles ficaram ali, se mexendo bem gostoso, mas o pau só escorregava pra fora. Eu decidi agarrar o pau dele e colocar a cabeça bem na entrada da buceta. Eu fiquei assistindo e enfiei a minha mão inteira na minha buceta, de tanto tesão que eu senti! Ele ficou enfiando só a cabecinha um tempão… ela gemendo e pedindo mais, ele travando o corpo dela com o corpão gostodo e forte dele.

Ele estava controlando cada movimento ali, dos dois. Ela implorando pra ele meter tudo, ele metendo só um pouquinho… ela gemendo, ele gemendo, eu gozando muito só por ouvir os dois. Quando ele finalmente cravou o pau todo, ela deu um grito e ele parou lá dentro. Perguntou se estava doendo, ela disse que não, que estava muito bom!

Ele ficou lá, parado, depois começou a se mexer bem devagarzinho. Que pau mais delicioso, deslizando naquela bucetinha apertada! Ele foi aumentando a velocidade das estocadas, até que ela gozasse umas 3 ou 4 vezes. Eu pensei que eu fosse ver ele jorrar dentro dela, mas ele tirou o pau e veio jorrar muita porra dentro de mim. Eu amei, ela veio correndo esfregar a buceta em mim: primeira vez que ela sentava em cima e eu embaixo. Ele assistindo, a minha buceta doendo de tanto gozar, eu queria mais, só que eu não aguentava mais.

Então ele se levanta, pau duro de novo, pega ela de costas mesmo e crava na buceta, dá umas duas estocadas de pé, segurando ela, e goza no fundo da buceta dela.

Ele joga ela em cima de mim, só que ela também já está sem forças e a gente fica ali, bucetas meladas, respiração ofegante, muitos beijos e uma sensação de prazer que a gente nunca tinha conseguido só nós duas.

Descansamos, tomamos banho, o meu vizinho gostoso abriu o cu dela depois, mas isso é outra história.

Foram 4 horas de muito sexo, com muito carinho e nenhuma vergonha. Meu apartamento ficou igualzinho a minha buceta: cheio de porra!

  • Enviado ao Te Contos por Taty

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...