By; Angela
Ola, eu em chamo Angela, tenho 38 anos, sou
casada, meu marido tem 50 anos, e já falo logo que é fraco no sexo. Nos últimos
anos tem me deixado muito na mão, sim, me acabando na siririca.
Em meados do ano passado, o “meu sobrinho” (na
verdade é sobrinho dele, pois é filho do seu irmão) veio morar no AP vizinho ao
nosso, e isso mudou a minha vida.
Deixei de ser uma mulher uma recatada, cheia de
pudores e passei a ser uma devassa, que deu para o próprio sobrinho.
Arrependida? Às vezes. Foi loucura, porém, me
deixou alegre, feliz, me sentindo viva, mais mulher. Com novas descobertas,
fantasias e sensações. Talvez libertina até demais.
Beto, meu sobrinho, com 21 anos, cheio de
desejos, me procurando a toda hora, enchendo o coração de amor e a bocetinha de
gala. Seu ardor foi como fertilizante numa flor murcha, revitalizando-a. Nunca
fiquei assim, toda molhada, no cio.
Desculpe o linguajar, mas aqui, posso narrar à vontade.
Se por dentro mudei, por fora muito mais. Estou malhando, me arrumo, sempre
vestida sensualmente, atraindo bem mais a atenção dos homens.
De vez em quando transamos de forma animalesca.
Sexo gostoso, feito com tesão, entre uma mulher madura e um homem jovem. Mas
depois do clímax, aflora o carinho, o amor fraternal que temos um pelo outro.
Há algum tempo, Beto anda querendo fazer anal.
Vive me agarrando por trás, encoxando com a ferramenta em riste, a minha bunda
redonda e generosa, alvo dos olhares cobiçosos dos homens.
O tio dele também quis meter ali. Tentamos só
uma vez. Doeu tanto que nunca mais deixei.
Desde que começamos nosso caso, dormimos juntos.
Certa noite, acordei assustada com a calcinha abaixada e a rola dura, cutucando
a minha bunda, tentando colocar no meu cú.
– Para, Beto! Que que é isso?
– Ai, tia, sua bundona me deixa louco! Deixa eu
brincar um pouco, só um pouquinho, deixa… Por favor…
– Não Beto! Para com isso, vá dormir!
E ele insistindo, estocando meu traseiro sem
parar. Parecia um cachorro tentando montar numa cadela:
– Por favor, só um pouquinho…Eu gozo rapidinho,…
Vai, deixa, vai… Por favor… Só a cabecinha, eu juro… Vai, deixa, só um
pouquinho…
Com pena das súplicas, meio sonolenta e
indecisa, concordei:
– Só um pouquinho, hein Beto, bem devagar, só um
pouquinho! Disse, enquanto tirava a calcinha.
Mais do que depressa, ele se encaixou e ficou
cutucando como podia, tentando enfiar. Eu imóvel na espera, indo para o
sacrifício e não entrava. Ele não achava o botãozinho e quando acertava o
local, deslizava para fora. Ambos inexperientes naquilo. Na forma de conchinha,
sentia na nuca a respiração arfante, doido para me enrabar.
Resolvi ajudar, passando a mão para trás,
pegando a sua rola, parecia mais grosso que sempre e desproporcional ao
buraquinho. Não ia caber lá dentro. Mesmo assim, preparei-me para a invasão,
direcionei, sentindo a cabeçorra encostar na entradinha, causando uma sensação
estranha.
Beto empurrou e a ponta entrou, fazendo eu ver
estrelas! ¨-AAAAIIIIII !!!¨ Foi o berro que dei.
A dor foi tanta que desvencilhei na hora,
empurrando o quadril para frente. Seu pinto duro estourou algumas preguinhas do
orifício. Beto me agarrou e tentou enfiar de novo, sem sucesso no botãozinho
contraído.
– Para Beto! Chega! Não quero mais! Doeu, viu?
Dói demais!
Vesti a calcinha e virei de frente para ele,
fingindo dormir. Ele foi para o banheiro, com certeza para se masturbar. A dor
da experiência tinha me despertado. Sem sono, fiquei a refletir.
Beto parou de insistir. Nem tocou mais no
assunto. Eu é que fiquei preocupada. Se eu não desse o rabo, ele iria procurar
fora, com uma qualquer. E eu tinha curiosidade de saber como é ser sodomizada.
Uma tarde sem fazer nada entrei na internet,
entrei em um site de um sexyshopping, comprei um pau de borracha, peguei um
pequeno e fininho e outro maior, bem comprido. De diâmetro igual ao pau do meu sobrinho.
Pensar na rola do Beto e no que iria fazer, me deixava molhada!
Resolvi levar aquela maluquice até o fim, fui na
farmácia, toda envergonhada, comprei uma caixa de preservativos lubrificados.
Sem encarar os atendentes, paguei e sai correndo. A ansiedade só aumentando.
Esperei uns 3 dias ate que fosse entregue as
minhas compras... assim que abri a caixa, lavei os dois paus de borracha,
peguei o mais fino e encapei com a camisinha. Ergui a saia, abaixei a calcinha
e sentada no sofá com o quadril meio de lado e comecei a enfiar no meu cuzinho.
Foi difícil, mas foi entrando. Minhas entranhas
fazia pressão contrária, querendo expulsar o invasor. Mas a sensação…uma
sensação desconhecida, sem igual. O consolo alargando o olhinho do cu, causava
um calor estranho, melando lá na frente, na boceta. Eu estava sentido prazer!
Mal comecei a bolinar o grelhinho, o orgasmo veio, diferente, estranho, fazendo
piscar os dois buraquinhos!
Foi só soltar a mão que o consolo pulou para
fora! E ficou a sensação de vazio com um pouco de ardência. A impressão de
quero mais. Peguei o maior.
- ¨Será que isso entra no meu cu?¨ pensei
preocupada.
Encapei com a camisinha lambuzei a ponta com K.Y.
E do mesmo jeito, fui enfiando. A ponta entrou mais fácil. Doeu um pouco ao
encontrar resistência, mas foi só mexer a cintura e dar uma empurradinha.
O pau de borracha ia entrando, me alargando,
causando arrepios na espinha. Achava que tinha chegado no limite, mas era só
empurrar com mais força, o cilindro avançava aumentando a queimação lá no fundo.
E quanto mais avançava, mais eu queria! É impossível de descrever o que senti
naquela hora. Só que estava gostoso! É só experimentando mesmo!
Numa dessas reboladas, o consolo escapou da mão
e acabei sentando nele, isso causou outra dorzinha prazeirosa. Tive outro
orgasmo arrebatador. Desta vez sem siririca. Sim, eu tinha gozado pelo cu!
E novamente, ao ficar meio de lado, aquela sensação
incrível, daquela rola de borracha escorregando para fora, demorando uma
eternidade, sendo expulso do rabo, de forma involuntária.
Corri para o banheiro, tinha ma sensação
esquisita de frouxidão no anel, de vazio imenso e uma cocegazinha no buraco de
trás. Limpei o rego, melado. Um ardência saborosa, desconfortável, um leve
incomodo que me acompanhou pelo resto do dia.
Essa experiência me ensinou várias coisas: que
com o cú relaxado, o invasor bem lubrificado, eu controlando, não dói e entra
fácil. Que o buraco anal é profundo, mais extenso que na frente. E que se uma rola
de borracha fria e dura já era bom, imagine uma rola de verdade, macio e
quente!
Não tinha volta. Eu ia fazer anal! Agora era eu
quem queria ser enrabada!
A noite quando o meu marido saiu para trabalhar
(ele trabalha em um hospital a noite, esperei o meu sobrinho vir aqui pra casa,
corri para o banho, desrosquei o chuveirinho, enfiando a mangueira no cu. A
pontinha entrou. Foi o bastante para a água morna lavar meu anus, de forma
deliciosa.
Como sempre, começamos a transa pelo 69. E
quando eu falei
¨- você
quer meter atrás?¨
Beto ficou mais aceso, tarado, como nas
primeiras vezes. Me beijou com ardor e não acreditando:
– O que? No cu, tia? No cu?
– É, você quer? Você não queria meter ali?
Coloquei a camisinha no pau dele. Dei uma
apertadinha e senti ele, pulsante, duríssimo, mas bem macio. Peguei o gel e
deixei mais lubrificado ainda. Deitei de bruços, com um travesseiro na barriga,
colei a cara na cama, empinei o quadril, abri as nádegas e chamei:
– Vem, mete…Ó, bem devagar, hein…Empurra com
cuidado…devagarzinho…
Ele se posicionou. A vara não acertou o buraco e
escorregou pelo rego. Peguei no pau dele e coloquei na entrada do buraquinho.
Empinei mais ainda a bunda e…a cabeçorra entrou. Beto forçava a penetração,
provocando dor nas preguinhas esticadas. Reclamei:
– Ai! Dói! Calma! Devagar!
– Perdão, tia, quer que eu tire?
– Não, só espere um pouco…Vai devagar, calma…Só
empurre quando eu mandar!
Respirei fundo, contraí o esfincter e rebolando
lentamente, fui pedindo mais, com o melzinho encharcando na frente. A sensação
era nova, diferente da rola de borracha, mais intensa. Desengatei e tirei a camisinha
melada. E ele me penetrou de novo. Ardeu um pouco, mas a glande deslizou,
dilatando o buraquinho, dando um friozinho na barriga.
Se as bombadas de Beto causavam alguma dor, por
outro lado, o seu pedaço de carne rija, viva, me empalando, esfolando as
paredes do cu, cutucando fundo, causava um tesão incrível!
– Ahhhh, delícia! Mete, mete! Põe tudo, tudo!
Vai, amor! Ahhh, mete mais, vai come meu cu, come gostoso, mete tudo! Ahhhh,
isso!
E Beto taradão como nunca, socava com volúpia.
Tão forte que seu ventre pressionava, achatava minha bunda redonda. As bolas do
saco batiam na minha boceta. Parecia que ele queria entrar inteiro no meu cu. E
se estava doendo, eu já quase não sentia.
A cada saída, aquela sensação gostosa do pau
escorregando, levando minhas entranhas para fora e a cada enterrada, a ardência
forçando a pressão que lutava para expulsar o intruso, preenchendo por inteiro
meu cuzinho estreito e incendiado! Só ouvia a voz de Beto dizendo:
– Ahhf, Ahhf, gostoso, demais, demais! Ahhf,
Ahhf, que cú apertado! Uuuh, Uuuh, mãe, bunda gostosa! Vou gozar! Vou encher
esse cú gostoso de porra! Ahhf, tia, ahhf, uuuuh, gostosa, tia, gostosa!
Uuuuuh!
E cheguei ao êxtase. Intenso e arrebatador.
Provocando inúmeros espasmos. Um orgasmo igual ao primeiro da minha vida.
Diferente, com tudo piscando de forma incontrolável. Gozei dando o cuzinho para
meu sobrinho! ¨-Aaaaaahhhh¨. Só percebia meus gritos sufocados, mais pelo
barulho do ar passando pela garganta.
E Beto gozou, soltando um, dois, três jatos
potentes de leitinho quente. Deu para sentir, ele estremecendo com a vara
pulsando, enterrada até o talo, gozando sem parar. E eu piscando a arruela
machucada, ¨ordenhando¨ a rola.
Enfraquecida, tive outro orgasmo, meio xoxo,
enquanto a pistola deliciosa desinchava e saia, em toda sua extensão, deixando
um buracão arrombado, minando porra, escorrendo sem parar e manchando o lençol.
Um alivio e depois a dor, mais de saudade, acompanhada de um formigamento
esquisito, um leve latejar no fundo do cu.
Ser sodomizada, me fez sentir uma mulher
completa, agora sim, capaz de proporcionar todos os prazeres do sexo ao meu
parceiro. Além disso, fazendo atrás, aprendi a apertar o pênis com os músculos
do esfincter e também dos vaginais, sugando tudo na hora do gozo.
Depois dessa noite, viciei no anal. Comprei dois
consolos com vibro, um grande e outro pequeno, fazendo DP que me proporcionam
orgasmos fantásticos! Meu sobrinho vive me comendo e eu adoro isso.
- Enviado ao Te Contos por Angela