terça-feira, 17 de setembro de 2024

Que sufoco! (Seg-16-2024)

 

by; Ana Clara

Oi, eu sou a Ana Clara.

Caramba! Ontem eu passei o maior sufoco aqui em casa, tive que ficar quase por duas horas sendo interrogada pelos meus pais e com uma certa ajuda de meu irmão, todos querendo saber como eu consegui o tal do celular da maçã mordida.

Sim, eu ganhei um iphone, depois de ter feito sexo com um coroa que saiu a um tempaço, ele é casado e politico aqui da minha cidade.

Ja estou a quase 2 semanas com esse iphone, sempre usando uma capinha quando estou em casa para que eles não percebessem, mas ontem eu acabei esquecendo de coloca-la e o meu irmão viu e contou para minha mãe.

Então! Como uma garota de 19 anos, moradora de um cidade pequena do interior, estudante, sem um trabalho, consegue um celular de quase 8 mil reais?

E foi foda! Convencer eles que eu achei, que estava na praça, que eu tirei o chip e como não era com certeza de ninguem conhecido eu fiquei para mim. Mas parecia que eles não iriam aceitar essa desculpa, poxa, disseram ate que eu acho coisas de mais! Pior que ando achando muitas coisas mesmo, mas nada tão caro quando um iphone.

Eu sabia que iria dar Merda, eu falei que não queria por isso, mas na hora que vi a caixa enquanto estava no motel dando uma mamada, meus olhos brilharam, a vontade de ter um falou mais alto, dei com vontade e sai mortinha de feliz.

Agora tenho que ter mais cuidado, ter a sorte de só achar coisas que eu possa esconder kkk, brincadeira, mas terei sim que andar tendo mais cuidado, não sei se convenci 100%, muito provavel que eles ponham o meu irmão (peste do karalho) para me vigiar.

  • Enviado ao Te Contos por Ana Clara

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Me descobrindo da melhor maneira possível. (lesb)

 

By; Luana

Oi, me chamo Luana e o que quero contar aconteceu a 6 anos atrás. Eu tinha acabado de me mudar para outro estado e essa seria minha primeira vez morando sozinha. Na época eu tinha 20 anos e aceitei essa mudança graças a uma oportunidade de emprego.

Como eu não tinha muito dinheiro, fui morar em um pensionato só de mulheres e confesso que isso me deixava nervosa, só não entendia o motivo, ainda.

Já na primeira semana fiz amizade com a minha colega de quarto. Seu nome era Vanessa e aparentemente ela não tinha nada de muito chamativo. Magra, pela clara, morena com cabelos compridos e um tanto espalhafatosa. A casa que morávamos tinha 3 quartos, a cozinha e o banheiro. O fato de não ter sala sempre fazia a gente comer no quarto uma da outra.

Passaram algumas semanas e notei que a Vanessa estava chorando de madrugada. Bati no quarto dela e perguntei se tava tudo bem, mas quando ela abriu, vi que ela estava assistindo filme e ela se desculpou pelo volume. Falei que tava tudo bem e antes de voltar para o meu quarto ela perguntou se eu não queria entrar e assistir com ela. Eu aceitei, já que estava sem sono.

Quando sentei na cama dela ela me ofereceu chocolate e notei que ela estava só de calcinha e uma blusa de alcinha tão gasta que deixava parte do seu peito quase para fora. Não sei explicar, mas aquilo me deixou excitada, então para tentar esconder, fiz uma piada sobre o filme e perguntei se era algum tipo de romance meloso, ela apenas riu, baixou a tela do notebook e disse que agora que não estava sozinha, o filme já não importava. Eu notei que ela sentou na cama de uma maneira da qual pude ver o bico do seu peito e ele estava durinho, tão durinho que me arrepiei e ela notou.

Ela se aproximou mais e perguntou porque eu estava acordada e eu respondi que tive um pesadelo, acabei acordando e ouvindo um choro, logo em seguida. Ela me abraçou, mergulhando minha cabeça nos seios dela, dizendo:

-Ta tudo bem. Se quiser, posso dormir com você.

Mais uma vez eu arrepiei e, por instinto, fui para trás. Ela riu, quando se me soltou e logo em seguida perguntou:

-Você gostou deles?

E de imediato eu respondi:

-Como assim? Deles quem?

-Dos meus peitos. O bico do seu tá tão duro que é impossível não notar.

E quando olhei para baixo, vi que pela camiseta dava para ver o formato perfeito do meu bico. Ela se aproximou e sussurrou no meu ouvido:

-Se eu te contar um segredo, você consegue guardar? Fiz que sim com a cabeça.

-Eu sonho com você quase todas as noites e eu tô realmente me segurando agora para não te chupar inteira.

Aquilo me fez fechar os olhos e morder os lábios, o que óbvio, era a deixa que a Vanessa queria.

Ela começou a me beijar e me puxou para mais perto do seu corpo e sem perceber eu já estava sentada no colo dela. Ela apertava minhas costas e minha nuca, mordendo meus lábios e dizendo:

-Você não tem noção do quanto eu sonhei com isso.

Então, mesmo sem entender, eu mordi de leve a orelha dela e respondi:

-Então aproveita.

Ela me jogou para trás, fazendo com que eu deitasse na cama, puxou minhas pernas e disse:

-Vou te fazer gemer tanto, que vão nos expulsar daqui.

Então ela desceu para os meus peitos e começou a chupar tão gostoso que meu short Doll ficou encharcado. Ela chupava com tanta vontade que eu só conseguia dizer:

-Chupa gostoso. Me mostra o quanto você me quer.

Isso só fez ela caprichar mais. Então ela começou a me masturbar, enquanto chupava meu peito e isso me deixou louca. A puxei e assumi que nunca tinha ficado com nenhuma garota antes e ela riu e disse que isso só dava mais tesão.

Ignorando meu corpo, ela foi direto para a minha buceta, tirando o meu short e vendo o quanto eu tava molhada. Ela passou o dedo na minha buceta, em seguida colocou na boca e me beijou.

-Vou te chupar até você gozar.

E antes que eu pudesse responder, ela já estava na minha buceta, de novo, me chupando de um jeito tão gostoso. Ela chupava o clitóris, enquanto me fodia com dois dedos. Primeiro devagar, olhando nos meus olhos, com aquela cara safada, depois mais rápido, gemendo junto comigo.

Um tempo depois eu gozei tão gostoso que perdi os sentidos, por alguns segundos. Ela deitou do meu lado e antes que ela falasse algo, eu subi nela e disse:

-Minha vez?

Então ela abriu um sorriso pervertido e aquilo só me deu mais tesão. Beijei sua orelha e disse:

-Se eu fizer algo errado, me ajuda, mas quero te chupar tanto quanto você me chupou.

-Se você fizer algo de errado, vai ter que fazer de novo.

Então imitando ela, chupei seus peitos e não consigo explicar como isso foi maravilhoso. Logo em seguida desci para a sua barriga e quando cheguei na sua buceta, comecei a lamber por cima da calcinha preta, de renda. Ela tremia e gemia. Tirei a calcinha dela e sem pensar comecei a lamber aquela buceta lisinha. Ela apertava minha cabeça, enquanto gemia:

-Isso, cadelinha. Chupa essa buceta gostosa.

Coloquei dois dedos na buceta dela e percebi que isso a fez tremer. Então aumentei a velocidade e comecei a chupar e lamber a buceta inteira dela. Ela me puxou e disse:

-Não vou aguentar. Quero te chupar de novo, com você me chupando, vagabunda.

Então ela me puxou e eu fiquei por cima. A buceta dela tava inchada de tanto tesão e quando ela começou a me chupar, ela apertava minha bunda com tanta vontade que eu quis fazer ela gritar de desejo, então meti a língua dentro da buceta dela e com os dedos, masturbei seu clitóris. Ela gemia e rebolava na minha cara e aquilo só me dava mais tesão ainda, então ela finalmente gozou, me dando todo aquele mel delicioso, mas mesmo assim ela continuou me chupando e agora ela enfiou o dedo no meu cu, enquanto fazia isso. Eu gritei de prazer e ela perguntou:

-Ta gostoso?

Eu respondi:

– Continua que vou gozar na sua cara, vadia.

Rebolei de tanto prazer e ela aumentou a velocidade, me chupando e me apertando, até eu gozar de novo.

Depois disso ela se virou, deitou do meu lado e dormimos. No dia seguinte ela se arrumou para a faculdade e deixou, junto com a calcinha molhada, um bilhete.

“De noite quero essa bucetinha, na minha cara”.

Mas isso, é história para outro dia…

  • Enviado ao Te Contos por Luana

Minha amante desde antes da pandemia

 

By; Marlon

Oi, me chamo Marlon, tenho 45 anos hoje. Sou advogado, atou no ramo de direito de família, casado e com um vida sexual boa e ativa. Moro em Alagoas.

E devido a minha vida de advogado, meu dia a dia nunca é monótono, atendo um número razoável de clientes.

Eu sou branco, tenho 1.72 de altura, cabelos já ficando grisalhos, ao contrário da grande maioria, meu pênis tem 18 cm, tamanho normal.

Vamos aos fatos, sempre recebo muitas clientes me procurando pra resolver acerca de divórcio, separação, etc.

Cada uma com cada história, e umas ate bonitas e charmosas, mais devido a minha profissão e pelo fato de ser casado, não olhava com segundas intenções.

Até aquele dia.

Sempre recebo convites, propostas, nudes de muitas das minhas clientes, muitas delas vem vuneraveis, carentes e tristes.

E quem é advogado sabe, também as vezes somos psicológos, antes dessa pandemia me procurou em meu escritório uma cliente por indicação de outro.

Era umas 3 da tarde, já cansado depois de uma audiência que durou 04 horas, minha secretária bate na porta e avisa que uma cliente sem agendamento gostaria de falar comigo.

Eu disse tudo bem, ao adentrar na sala eu levantei os olhos e vi uma morena muito bonita, cheirosa, baixinha tipo mignon, lábios carnudos, usando óculos de grau e cabelos longos. De vestido floral, e batom bem vermelho, nossa… gelei na hora, me arrepiei todo. A cumprimentei e pedi pra ela sentar.

Perguntei sobre o caso dela e se tratava de um divórcio, e pedi a ela que relatasse tudo. Ela tinha 23 anos, casou tinha 1 ano e 2 meses. E que com muitas vergonha, segundo ela pelo fato de ser evangélica não queria essa situação, mais não tinha outra saída.

Desde que se casou, só fez sexo uma única vez, e que estava exatamente a 1 ano e um mês sem sexo, nossa…fui a loucura, e fiquei com a boca seca.

Como pode alguém em sã consciencia não querer devorar aquela mulher, com aqueles lábios suculentos. Pediu desculpas pela situação.

Eu solicito disse que tudo bem, que não deveria se envergonhar, toquei a mão dela, nossa que pele macia e sedosa, parecia que eu tinha tomado um choque.

Ela ao meu toque, mesmo que tenha sido digamos, sem querer, olhou pra mim e disse;

- que mão quente.

Nossa…pra que ela disse isso. Meu pau pulsava na calça.

O marido dela era gay e apenas casou por pressão da família, e só tiveram uma única vez. Expliquei toda a situação pra ela, etc.

Mais sempre a tocava, seja no braço ou na mão, e pensava comigo, “hoje faço besteira”, e sempre a elogiava, que ela era linda, chamosa.

E com o tempo ela foi se abrindo mais, rindo, e disse que estava a subindo pelas paredes. Foi minha deixa. Eu perguntei como assim…ela respondeu, se o Senhor não fosse meu advogado eu esquecia até que sou evangélica.

E perguntei, você faria o que, vamos supor, eu disse, ela respondeu, tudo o que não fiz com meu marido. Criei coragem e fui até a porta e tranquei de chave.

Meu coração pulava pela boca, minha pica de tão dura doía, quando cheguei por trás dela, suspirei em seu ouvido, dizendo…

- adorei seu cheiro

Ela se virou, olhou pra mim e mordeu aqueles lábios carnudos. Pedi pra ela fechar os olhos, peguei em sua mão e coloquei em cima da minha calça, pra ela poder sentir minha pica pulsando.

Ela apertou meu pau, e levantei seu queixo e a beijei, nossa que beijo gostoso, lábios maravilhosos, a levantei e tirei meu notebook da mesa.

A abracei, senti ela nervosa, pedi pra ela se acalmar, aos poucos levantei seu vestido floral, e foi se revelando uma barriguinha linda e uma calcinha de renda amarela.

E passei o dedo entre a calcinha dela, senti sua bucetinha suculenta quente, e a sentei em cima da mesa com as pernas abertas.

Ah como chupei aquela buceta, que delícia, lisinha, pequena, o mel dela escorria na minha boca, e ela se contorcia, e eu com medo dela gemer e ouvirem.

Ela suspirando, tremendo, pediu para que eu sentasse na cadeira, ela desceu da mesa, se repôs e se ajoelhou. Nossa…ela iria mesmo fazer um boquete.

Tirou os óculos, pós na mesa, e abriu meu zíper, minha pica doía de tão dura, ela pegou minha pica com aquela mão macia e sedosa e beijou a cabeça de meu pau.

Dessa vez fui eu que quase gemi alto, ela aboncanhou com aquela boca carnuda e foi subindo e descendo.. nossa que sensação.

E eu levantei seu vestido, só pra ver aquela bundinha linda, com aquela calcinha de renda amarela. Fiquei a ponto de gozar na boca dela, quando o interfone toca, era minha secretária informando que outro cliente esperava na recepção.

“AFF..filho da puta”…pensei eu…

Ela se levantou, colocou os óculos, ainda me masturbou um pouco, me abraçou, me beijou com um beijo bem molhado.

Eu fiquei ali atônito, boquiaberto, ela me perguntou o valor da ação do divórcio, eu disse que era X..ela disse que gostaria que eu desse entrada, combinamos tudo, ela foi falar com a minha secretaria, para assinar uns docs.

No outro dia, mandou uma mensagem no meu whatsapp, pedindo pra agendar um novo horário, em um lugarzinho mais calmo.

Acabamos nos tornando amantes, ela se divorciou, e nosso caso dura ate hoje.

  • Enviado ao Te Contos por Marlon

 

sexta-feira, 13 de setembro de 2024

Viciei em dar o cú pro meu sobrinho.

 

By; Angela

Ola, eu em chamo Angela, tenho 38 anos, sou casada, meu marido tem 50 anos, e já falo logo que é fraco no sexo. Nos últimos anos tem me deixado muito na mão, sim, me acabando na siririca.

Em meados do ano passado, o “meu sobrinho” (na verdade é sobrinho dele, pois é filho do seu irmão) veio morar no AP vizinho ao nosso, e isso mudou a minha vida.

Deixei de ser uma mulher uma recatada, cheia de pudores e passei a ser uma devassa, que deu para o próprio sobrinho.

Arrependida? Às vezes. Foi loucura, porém, me deixou alegre, feliz, me sentindo viva, mais mulher. Com novas descobertas, fantasias e sensações. Talvez libertina até demais.

Beto, meu sobrinho, com 21 anos, cheio de desejos, me procurando a toda hora, enchendo o coração de amor e a bocetinha de gala. Seu ardor foi como fertilizante numa flor murcha, revitalizando-a. Nunca fiquei assim, toda molhada, no cio.

Desculpe o linguajar, mas aqui, posso narrar à vontade. Se por dentro mudei, por fora muito mais. Estou malhando, me arrumo, sempre vestida sensualmente, atraindo bem mais a atenção dos homens.

De vez em quando transamos de forma animalesca. Sexo gostoso, feito com tesão, entre uma mulher madura e um homem jovem. Mas depois do clímax, aflora o carinho, o amor fraternal que temos um pelo outro.

Há algum tempo, Beto anda querendo fazer anal. Vive me agarrando por trás, encoxando com a ferramenta em riste, a minha bunda redonda e generosa, alvo dos olhares cobiçosos dos homens.

O tio dele também quis meter ali. Tentamos só uma vez. Doeu tanto que nunca mais deixei.

Desde que começamos nosso caso, dormimos juntos. Certa noite, acordei assustada com a calcinha abaixada e a rola dura, cutucando a minha bunda, tentando colocar no meu cú.

– Para, Beto! Que que é isso?

– Ai, tia, sua bundona me deixa louco! Deixa eu brincar um pouco, só um pouquinho, deixa… Por favor…

– Não Beto! Para com isso, vá dormir!

E ele insistindo, estocando meu traseiro sem parar. Parecia um cachorro tentando montar numa cadela:

– Por favor, só um pouquinho…Eu gozo rapidinho,… Vai, deixa, vai… Por favor… Só a cabecinha, eu juro… Vai, deixa, só um pouquinho…

Com pena das súplicas, meio sonolenta e indecisa, concordei:

– Só um pouquinho, hein Beto, bem devagar, só um pouquinho! Disse, enquanto tirava a calcinha.

Mais do que depressa, ele se encaixou e ficou cutucando como podia, tentando enfiar. Eu imóvel na espera, indo para o sacrifício e não entrava. Ele não achava o botãozinho e quando acertava o local, deslizava para fora. Ambos inexperientes naquilo. Na forma de conchinha, sentia na nuca a respiração arfante, doido para me enrabar.

Resolvi ajudar, passando a mão para trás, pegando a sua rola, parecia mais grosso que sempre e desproporcional ao buraquinho. Não ia caber lá dentro. Mesmo assim, preparei-me para a invasão, direcionei, sentindo a cabeçorra encostar na entradinha, causando uma sensação estranha.

Beto empurrou e a ponta entrou, fazendo eu ver estrelas! ¨-AAAAIIIIII !!!¨ Foi o berro que dei.

A dor foi tanta que desvencilhei na hora, empurrando o quadril para frente. Seu pinto duro estourou algumas preguinhas do orifício. Beto me agarrou e tentou enfiar de novo, sem sucesso no botãozinho contraído.

– Para Beto! Chega! Não quero mais! Doeu, viu? Dói demais!

Vesti a calcinha e virei de frente para ele, fingindo dormir. Ele foi para o banheiro, com certeza para se masturbar. A dor da experiência tinha me despertado. Sem sono, fiquei a refletir.

Beto parou de insistir. Nem tocou mais no assunto. Eu é que fiquei preocupada. Se eu não desse o rabo, ele iria procurar fora, com uma qualquer. E eu tinha curiosidade de saber como é ser sodomizada.

Uma tarde sem fazer nada entrei na internet, entrei em um site de um sexyshopping, comprei um pau de borracha, peguei um pequeno e fininho e outro maior, bem comprido. De diâmetro igual ao pau do meu sobrinho. Pensar na rola do Beto e no que iria fazer, me deixava molhada!

Resolvi levar aquela maluquice até o fim, fui na farmácia, toda envergonhada, comprei uma caixa de preservativos lubrificados. Sem encarar os atendentes, paguei e sai correndo. A ansiedade só aumentando.

Esperei uns 3 dias ate que fosse entregue as minhas compras... assim que abri a caixa, lavei os dois paus de borracha, peguei o mais fino e encapei com a camisinha. Ergui a saia, abaixei a calcinha e sentada no sofá com o quadril meio de lado e comecei a enfiar no meu cuzinho.

Foi difícil, mas foi entrando. Minhas entranhas fazia pressão contrária, querendo expulsar o invasor. Mas a sensação…uma sensação desconhecida, sem igual. O consolo alargando o olhinho do cu, causava um calor estranho, melando lá na frente, na boceta. Eu estava sentido prazer! Mal comecei a bolinar o grelhinho, o orgasmo veio, diferente, estranho, fazendo piscar os dois buraquinhos!

Foi só soltar a mão que o consolo pulou para fora! E ficou a sensação de vazio com um pouco de ardência. A impressão de quero mais. Peguei o maior.

- ¨Será que isso entra no meu cu?¨ pensei preocupada.

Encapei com a camisinha lambuzei a ponta com K.Y. E do mesmo jeito, fui enfiando. A ponta entrou mais fácil. Doeu um pouco ao encontrar resistência, mas foi só mexer a cintura e dar uma empurradinha.

O pau de borracha ia entrando, me alargando, causando arrepios na espinha. Achava que tinha chegado no limite, mas era só empurrar com mais força, o cilindro avançava aumentando a queimação lá no fundo. E quanto mais avançava, mais eu queria! É impossível de descrever o que senti naquela hora. Só que estava gostoso! É só experimentando mesmo!

Numa dessas reboladas, o consolo escapou da mão e acabei sentando nele, isso causou outra dorzinha prazeirosa. Tive outro orgasmo arrebatador. Desta vez sem siririca. Sim, eu tinha gozado pelo cu!

E novamente, ao ficar meio de lado, aquela sensação incrível, daquela rola de borracha escorregando para fora, demorando uma eternidade, sendo expulso do rabo, de forma involuntária.

Corri para o banheiro, tinha ma sensação esquisita de frouxidão no anel, de vazio imenso e uma cocegazinha no buraco de trás. Limpei o rego, melado. Um ardência saborosa, desconfortável, um leve incomodo que me acompanhou pelo resto do dia.

Essa experiência me ensinou várias coisas: que com o cú relaxado, o invasor bem lubrificado, eu controlando, não dói e entra fácil. Que o buraco anal é profundo, mais extenso que na frente. E que se uma rola de borracha fria e dura já era bom, imagine uma rola de verdade, macio e quente!

Não tinha volta. Eu ia fazer anal! Agora era eu quem queria ser enrabada!

A noite quando o meu marido saiu para trabalhar (ele trabalha em um hospital a noite, esperei o meu sobrinho vir aqui pra casa, corri para o banho, desrosquei o chuveirinho, enfiando a mangueira no cu. A pontinha entrou. Foi o bastante para a água morna lavar meu anus, de forma deliciosa.

Como sempre, começamos a transa pelo 69. E quando eu falei

¨-  você quer meter  atrás?¨

Beto ficou mais aceso, tarado, como nas primeiras vezes. Me beijou com ardor e não acreditando:

– O que? No cu, tia? No cu?

– É, você quer? Você não queria meter ali?

Coloquei a camisinha no pau dele. Dei uma apertadinha e senti ele, pulsante, duríssimo, mas bem macio. Peguei o gel e deixei mais lubrificado ainda. Deitei de bruços, com um travesseiro na barriga, colei a cara na cama, empinei o quadril, abri as nádegas e chamei:

– Vem, mete…Ó, bem devagar, hein…Empurra com cuidado…devagarzinho…

Ele se posicionou. A vara não acertou o buraco e escorregou pelo rego. Peguei no pau dele e coloquei na entrada do buraquinho. Empinei mais ainda a bunda e…a cabeçorra entrou. Beto forçava a penetração, provocando dor nas preguinhas esticadas. Reclamei:

– Ai! Dói! Calma! Devagar!

– Perdão, tia, quer que eu tire?

– Não, só espere um pouco…Vai devagar, calma…Só empurre quando eu mandar!

Respirei fundo, contraí o esfincter e rebolando lentamente, fui pedindo mais, com o melzinho encharcando na frente. A sensação era nova, diferente da rola de borracha, mais intensa. Desengatei e tirei a camisinha melada. E ele me penetrou de novo. Ardeu um pouco, mas a glande deslizou, dilatando o buraquinho, dando um friozinho na barriga.

Se as bombadas de Beto causavam alguma dor, por outro lado, o seu pedaço de carne rija, viva, me empalando, esfolando as paredes do cu, cutucando fundo, causava um tesão incrível!

– Ahhhh, delícia! Mete, mete! Põe tudo, tudo! Vai, amor! Ahhh, mete mais, vai come meu cu, come gostoso, mete tudo! Ahhhh, isso!

E Beto taradão como nunca, socava com volúpia. Tão forte que seu ventre pressionava, achatava minha bunda redonda. As bolas do saco batiam na minha boceta. Parecia que ele queria entrar inteiro no meu cu. E se estava doendo, eu já quase não sentia.

A cada saída, aquela sensação gostosa do pau escorregando, levando minhas entranhas para fora e a cada enterrada, a ardência forçando a pressão que lutava para expulsar o intruso, preenchendo por inteiro meu cuzinho estreito e incendiado! Só ouvia a voz de Beto dizendo:

– Ahhf, Ahhf, gostoso, demais, demais! Ahhf, Ahhf, que cú apertado! Uuuh, Uuuh, mãe, bunda gostosa! Vou gozar! Vou encher esse cú gostoso de porra! Ahhf, tia, ahhf, uuuuh, gostosa, tia, gostosa! Uuuuuh!

E cheguei ao êxtase. Intenso e arrebatador. Provocando inúmeros espasmos. Um orgasmo igual ao primeiro da minha vida. Diferente, com tudo piscando de forma incontrolável. Gozei dando o cuzinho para meu sobrinho! ¨-Aaaaaahhhh¨. Só percebia meus gritos sufocados, mais pelo barulho do ar passando pela garganta.

E Beto gozou, soltando um, dois, três jatos potentes de leitinho quente. Deu para sentir, ele estremecendo com a vara pulsando, enterrada até o talo, gozando sem parar. E eu piscando a arruela machucada, ¨ordenhando¨ a rola.

Enfraquecida, tive outro orgasmo, meio xoxo, enquanto a pistola deliciosa desinchava e saia, em toda sua extensão, deixando um buracão arrombado, minando porra, escorrendo sem parar e manchando o lençol. Um alivio e depois a dor, mais de saudade, acompanhada de um formigamento esquisito, um leve latejar no fundo do cu.

Ser sodomizada, me fez sentir uma mulher completa, agora sim, capaz de proporcionar todos os prazeres do sexo ao meu parceiro. Além disso, fazendo atrás, aprendi a apertar o pênis com os músculos do esfincter e também dos vaginais, sugando tudo na hora do gozo.

Depois dessa noite, viciei no anal. Comprei dois consolos com vibro, um grande e outro pequeno, fazendo DP que me proporcionam orgasmos fantásticos! Meu sobrinho vive me comendo e eu adoro isso.

  • Enviado ao Te Contos por Angela

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...