By; Norinha Putinha
Eu sempre fui muito fogosa e tinha uma vontade
louca de sentir uma pica invadindo minha buceta e gozando gostoso lá dentro, e
sentir o calorzinho daquele sêmen quentinho me inundando. Sempre que imaginava
essa situação minha bucetinha ficava escorrendo e logo eu tinha que dar um
jeitinho de me aliviar.
Minha mãe já havia percebido que eu tinha um
fogo que não se apagava, pois várias vezes ela havia me pegado numa siririca
gostosa, me deixando constrangida, mas sempre dizendo;
- “eita” fogo nessa buceta!!! Tô vendo que você
vai ficar “buchuda” cedo, nem que seja desses dedinhos.
Essa era a maneira dela falar, típico de pessoas
mais simples do interior sem muito estudo. Constrangida e sem graça eu me
recompunha e ia fazer alguma coisa pra me distrair, e não ficar pensando em
sexo o tempo todo. Quando arrumei um namorado e apresentei em casa, minha mãe
cochichou no meu ouvido:
- Filha vem cá!!! E me levou pra cozinha
deixando meu namorado na sala. Esse aí !!! Não vai dar conta de você não, vai
precisar de um macho, macho mesmo, com uma pica bem grande e bem grossa pra te
saciar, esse ai não vai nem fazer cosquinha nessa buceta fogosa.
-Nossa mãe que isso!!! Que isso… Casa com ele e
vai ver como estou certa, em dois meses de casada vai enfeitar a cabeça dele.
Homem pra apagar um fogo como o seu tem que ter sustância, tem que ser macho,
bombeiro não apaga fogo com uma mangueirinha qualquer não, tem que ter… “Aquela
mangueira”.
Menos de dois meses de namoro meu cabacinho já
tinha iro pro espaço, mas não engravidei, ou não fiquei buchuda como ela dizia,
preocupação maior da minha mãe, pois bem antes deu dar minha buceta tomei
remédio pra evitar que ele me embuchasse.
Minha mãe tava certa, era fogo de mais praquela
mangueirinha apagar, ele não deu conta mesmo, troquei de namorado umas três
vezes ate que me casei. Como meu sogro morava sozinho com o filho e a casa era
grande ele nos ofereceu a casa pra morarmos e foi morar numa casa nos fundos,
já que era sozinho e não queria dar trabalho, a casa era ajeitadinha, quarto
com banheiro, sala, e cozinha pequena com apenas um fogão, geladeira e um
armário de aço, mas era o suficiente pra ele se virar, já que queria ser
independente. Não tinha divisão entre minha cozinha e a casa dos fundos, uma
piscina de uns cinco metros que eles construíram há muito tempo, e que fora
reformada antes da esposa dele falecer, um pequeno gramado entre nossas duas
casas e um portão lateral que dava a ele total independência pra sair quando
quisesse sem passar por dentro da “agora” minha casa, mas ele tinha total
liberdade de entrar e sair quando quisesse.
Na casa dos fundos tinha uma varanda na frente,
com uma cadeira de balanço, onde por várias horas ele passava sentado olhando
pro tempo, com um semblante triste, normal pra quem perdeu a esposa há pouco
tempo, mas ele era um homem forte, aposentado, cerca de 60 anos, mas com corpo
bem atlético, coisa de quem se cuida e faze muita caminhada.
Em casa com esse calor eu costumava usar sempre
roupas mais leves, as vezes ficava somente de calcinha e sutiã e meu marido só
de cueca, mesmo porque meu sogro era difícil sair do seu quadrado, então nos
acostumamos a ficar bem a vontade. Tão a vontade que certo dia sai no gramado
desse jeito e me esqueci completamente do meu sogro e quando dei por mim ele
estava me olhando, eu estava com um sutiã e uma calcinha branca de algodão, não
era um fio dental mas também não era muito comportada, deixava ver de longe o
formato da minha bucetinha e um pouquinho das meus pelinhos saindo pra fora, seus
olhos brilhavam como se tivessem contemplando um valioso diamante e sua barraca
estava armada, estufando literalmente sua bermuda.
Disfarcei e entrei pra cozinha, e aquela visão
dos seus olhos fixos no meu corpo e aquela barraca armada acendeu de novo meu
fogo e logo minha buceta estava escorrendo. A impressão que tive era de que ele
tinha uma pica enorme, “aquela mangueira” como dizia minha mãe e eu precisava
conferir. Aquela visão ficou martelando na minha cabeça por vários dias e cada
vez que eu olhava na varanda e via ele sentado naquela cadeira eu tinha vontade
de sair nuazinha lá fora só pra ele me ver e aquela barraca ficar armada de
novo.
Fiquei maquinando como iria fazer pra despertar
o tesão do meu sogro por mim, e certo dia depois que meu marido saiu e me
deixou na cozinha só de calcinha e sutiã resolvi arrisca mais um pouco e ver
como meu sogro reagia.
Troquei de calcinha e coloquei uma mais ousada
ainda, só cobria mesmo minha bucetinha deixando meus pelinhos saindo pra fora e
um sutiã que deixavam meus seios quase todos amostra. Depois de fazer uma
horinha perto da piscina e no gramado fui até meu sogro que tentou esconder seu
mastro volumoso dentro da bermuda, sentei em uma cadeira quase de frente pra
ele e comecei a puxar conversa com ele, pertinho ele tinha a possibilidade de
me comer com os olhos inteirinha e conforme eu conversava tentando lhe animar e
sair daquela tristeza eu me mexia e abria as pernas fazendo com que os
beicinhos da minha buceta saíssem pra fora e deixasse meu sogro a ponto de ter
um infarto. Antes que ele passasse mal eu me retirei e ele entrou, certamente
foi tocar uma punheta em minha homenagem. Dei uma desculpa que ia sair,
esfreguei minha calcinha bem na buceta deixando ela melada com meu melzinho e
pendurei no banheiro, cheguei na porta do meu sogro de roupa trocada e com meus
cabelos molhados e o chamei, assim que ele saiu na porta e me viu de roupa
trocada, eu disse que precisava sair um pouquinho, se ele dava uma olhadinha na
casa pra mim, sem demora ele respondeu:
- Pode ir tranquila minha nora, eu olho.
Saí e voltei logo, pois tinha certeza que ele
iria ao meu banheiro procurar minha calcinha que ele viu entrando na minha
buceta enquanto eu conversava com ele sentada naquela cadeira, queria entrar em
casa sem fazer barulho, pra evitar que ele me notasse caso tivesse mesmo em meu
banheiro, tirei as sandálias e entrei em casa de mansinho a porta do banheiro
estava semiaberta, “BINGO” o safado do meu sogro estava la como imaginei, e
pude ver meu sogro esfregando minha calcinha no rosto, nariz, cheirando,
sentindo meu perfume de mulher, minha essência de fêmea no cio louca pra ser
fodida, com certeza ele sabia que aquele melzinho era por causa dele, ele
cheirava e punhetava seu pau que vi pela primeira vez, e realmente era “Aquela
mangueira” com certeza encaixava certinha em mim.
Ouvi seus gemidos de prazer e enquanto gozava
pronunciava meu nome e dizia:
- Ahhh norinha gostosa, goza na minha pica sua
cadela safada, geme na minha pica que vou rasgar sua buceta e te encher de
porra, meu filho não da conta de você, por isso vou te foder como você
merece!!!
Vi seu pau jorrar uma bela quantidade de porra
no meu banheiro, saí de mansinho assim como entrei com meu coração disparado e
minha bucetinha coçando e chorando pela pica do meu sogro. Fiz barulho de quem
estava chegando, calcei minhas sandálias e fui entrando fazendo barulho na
porta, entrei já com a certeza de que ele já não estava, fui direto ao banheiro
que não deu tempo dele limpar, minha calcinha que deixei pendurada agora estava
no sexto de roupas sujas.
Tarada por uma pica como eu sou provei logo
daquela iguaria que meu sogro deixou cair no chão, queria sentir o sabor da sua
porra, só faltei lamber o chão mas engoli boa parte da porra do meu sogro, e
depois de ter visto seu pau, duro grande grosso e ele me homenageando com todas
aquelas gentilezas eu ia fazer de tudo pra ter a pica do meu sogro na minha
buceta, me arrombando, e me fazendo gozar gostoso naquela tora.
Que caralho enorme tinha o meu sogro. Aquela
rola não me saiu mais da cabeça. A rola do velho me excitava, me deixava cheia
de tesão e louca porá senti-la rasgando minha buceta como ele mesmo disse ao me
homenagear com aquela punheta no meu banheiro.
Nos dias seguintes, sempre que fazia sexo com o meu
marido, imaginava que estava sendo comida pela rola do meu sogro. Isso me
excitava, me deixando louca, me fazendo gemer, pedindo ao meu marido para socar
mais forte, até atingir o orgasmo.
-Ai! Ai! Ai!… Enfia tudo amor! eeeennnnnnfia!…
Mete com força! Maaaaaiiiiissss! Maaaaaaiiiissss! Me rasga tooooda! Meeeeee
raaaaassssga!…
Depois dele me comer gostoso por varias vezes,
ficava com minha buceta inchada e dolorida de tanto levar ferro. Mas o que meu
marido não desconfiava, era de que o seu pai, estava louco pra me comer, e eu
louca pra sentir sua rola grossa na minha buceta. Quando ele não estava minha
diversão maior era provocar meu sogro, só pra ver ele mais animado e sua
barraca armada me desejando.
Uma tarde com bastante calor coloquei um dos
biquínis mais ousados que eu tinha e fui me divertir na piscina. Primeiro dei
um mergulho e depois chamei o meu sogro pra mergulhar comigo. Claro que me
vendo com tão pouca roupa se animou logo e foi colocar uma sunga. Quando
voltou, mal pude acreditar, sua rola ainda dura fazia grande volume na sunga e
aquilo pulsava visivelmente, olhei pra ele rindo e disse:
- Essa cobra aí tá viva, pois tá mexendo
E ele na maior cara de pau respondeu:
- Você é quem fez ela criar vida!!!
Pulei na piscina dando um mergulho, chamei ele e
ele foi descendo a escada lentamente e mergulhando também. Assim que ele ficou
de pé me atraquei no corpo dele enlaçando minhas mão em seu pescoço e minhas
pernas cruzando em sua cintura de maneira que minha buceta ficava roçando bem
em cima do seu pau ainda duro. Falei:
- Acho que essa cobra do meu sogro quer me comer
Ele sorriu e disse: - Você adivinhou!!!
Ainda pendurada nele puxei um pouquinho de lado
aquele minúsculo pedacinho de pano que só tapava mesmo minha grutinha e liberei
sua rola da sunga, encostei em minha grutinha e desci um pouco meu corpo fazendo
com que sua rola fosse entrando e me alargando ate bater no meu útero e fiquei
fazendo movimentos de sobe e desce na pica dele e disse em seu ouvido.
- Que rola mais gostosa tem meu sogrinho, fode
sua norinha com vontade, rasga minha buceta com essa rola enorme, quero ser sua
putinha, sua cadelinha, quero gozar nessa pica do meu sogro.
Ele só disse: - Vamos sair da agua sua putinha,
vou te mostras como se come uma buceta, vou te rasgar todinha.
Saímos da piscina e me livrei daquelas
minúsculas peças, ficando nua na frente do meu sogro, que ficou paralizado a
observar o meu corpo, fixando os olhos nos meus seios durinhos também pela
temperatura da agua. Repentinamente meu sogro me beijou na boca, enquanto as
suas mãos começaram a apalpar ora meus seios ora minha buceta lisinha. Meu
sogro me encostou na parede e começou a me dar um banho de língua por todo o
meu corpo chupando meus seios um de cada vez e foi descendo pela minha barriga,
umbigo ate chegar em minha grutinha suculenta, me deixando louca de tesão.
Quando já não aguentava mais, deitamos ali mesmo
numa toalha que forramos na grama do lado da piscina, ele veio pra cima de mim,
se ajoelhou entre minhas pernas e que eu fiz questão de arreganha-las bem pra
facilitar seu trabalho, e começou a pincelar a minha buceta melada com a sua
enorme rola. Depois das pinceladas encostou sua mangueira grossa na entradinha
e empurrou com tudo, senti minha buceta queimando, sendo rasgada e meu sogra
socando com força, com selvageria enquanto dizia:
- Eu sabia que ia te comer sua puta, você tava
me provocando andando só de calcinha pra eu ver sua buceta e ficar desesperado,
toquei varias punhetas pensando nessa buceta e agora estou fodendo ele bem
gostoso, comendo ela como se deve, geme na minha pica sua vadia ,safada,
cadela, vou encher essa bucetona de porra e fazer você gozar muito na minha
pica e te deixar molinha.
Eu não aguentava mais e gemendo, pedia para o
meu sogro socar mais forte. Ele metia com força na minha buceta enquanto me
chamava de cadela vadia, de puta e isso me excitava ainda mais. Tive meu
primeiro orgasmo na pica do meu sogro, o mais intenso que jamais pensei que
poderia ter;
- Vai…sogrão, Soca na minha buceta… Me chame de
vagabunda; de cadela… Quero sentir esse pau gozando dentro de mim!… mete com
força, me faça ver estrelas e gozar gostoso na sua pica mais uma vez.
Meu sogro começou a bombar com mais força ainda
e eu comecei a me debater sobre a cama sentindo meu corpo todo formigando como
se tivesse meio anestesiado e gritei feito uma louca prendendo sua cintura com
as pernas.
- Não para meu sogro! Não Para! Estou
goooozando! Goooozannnnnndo!…
Fiquei completamente fora de mim , virava os
olhos como se tivesse sofrendo um ataque epilético, tamanha era meu tesão e
prazer de gozar na enorme pica do meu sogro, que também gemendo liberou sua
piroca pra encher minha buceta gulosa com uma quantidade enorme de porra
espessa e quente. Mal consegui me recuperar e meu sogro já estava com seu pau
na posição de sentido, olhando pra mim com um largo sorriso por ter comido
minha buceta que tanto desejava, e disse:
- Vem cá minha cachorrinha… Vem cá minha
cadelinha… não tava com vontade de gozar na minha pica?… Vem dar um beijinho
nela, uma chupadinha gostosa e vai provar o gosto da minha porra pois vou gozar
gostoso na sua boquinha e você vai engolir minha porra todinha.
Meu sogro me puxou pros seus braços e me deu
mais um beijo de língua que eu correspondi, em seguida dei uma gostosa mamada
na rola do do meu sogro sogro, abocanhei sua rola grossa e chupei como um
delicioso sorvete.
Demoradamente lambi e chupei aquela enorme rola,
indo da cabeça até o saco, chupando sua bolas e voltando lambendo todo o corpo
da pica até chegar novamente a cabeça, meu sogro não conseguiu segurar seu
tesão e sem eu esperar, encheu minha boca de porra. Engoli tudo até a última
gotinha mostrando pro meu sogro o quanto sua norinha bem safada.
Viramos num meia nove delicioso, eu chupava seu
cacete que ainda permanecia duro e ele a minha buceta ainda melado com sua
porra e meu gozo lá dentro, enquanto nos chupávamos ele molhava o dedo no meu
liquido e enfiava no meu cuzinho e começava a me foder o cu com o dedo, eu já
podia imaginar o que me esperava.
- Hihihihihihi!… Sua cachorrinha está louca pra
ganhar essa enorme linguiça de novo!…
A pica do meu sogro depois de foder minha buceta
e gozar na minha boca, por incrível que pareça ainda permanecia dura, e meu
sogro parecia insaciável, tadinho do meu cu.
- Agora eu quero comer esse cuzinho delicioso!!!
-Nãaaooooooo meu sogro, hoje não!!! Come só
minha buceta…….
- Vai me dizer que nunca deu a bundinha sua
cadela?…
-Não sogro… Nunca!… seu filho não come meu cuzinho….
- Mas; toda putinha gosta de dar a bunda… Você
não quer que eu lhe trate como uma vagabunda, como uma puta?.. Vou descabaçar
seu cu agora, se meu filho não come, vou comer por ele.. Você não quer minha
pica?
- Eu quero sogro, mas tenho medo de doer!… Sua
pica é muito grossa!!!
Ele nem me deu ouvidos, me conduziu ate a
cozinha da minha casa e me fez reclinar sobre a mesa, abriu a geladeira pegando
um potinho de margarina, colocou no micro-ondas por alguns minutos pra
amolecer, e untou meu cuzinho enfiando dois dedos nele e fazendo rotação com
eles cravados no meu cu. Em seguida untou também seu cacete deixando-o todo
lambuzado, abriu minhas nádegas e encostou a cabeça do cacete na portinha do
meu cu que piscava sem parar, mais por medo da dor do que por prazer. Forçou.
Entrou a cabeça e alguns centímetros.
- Uuuuuaaaaiiiii! Aaaaiiii! Aaaaaiiii!
Caaarammmmmba meu sogro! Parece um ferro em brasa entrando, tá rasgando minhas
pregas!
Meu sogro parou de empurrar e só ficou
movimentando levemente pra frente e pra trás enquanto meu cu ia acostumando com
a grossura do seu cacete. Se eu queria tanto a pica do meu sogro, mais cedo ou
mais tarde eu ia dar mesmo meu cuzinho pra ele, já que ele foi apressadinho e
resolveu comer meu cu agora, que seja feita a sua vontade. Vou aguentar essa
tora no meu rabo sem chorar.
- Minha norinha querida, que bundinha
maravilhosa, que cuzinho delicioso, enquanto meu sogro falava eu ia rebolando
na sua rola pra dor ir diminuindo. Vou enfiar bem devagar minha putinha; pra
não te machucar ok?… Se doer muito, você me fala que eu paro!…
Meu sogro foi enfiando o restante sentindo meu
cuzinho apertado ir se abrindo e dando passagem pra sua rola grossa até sentir
encostar seu saco em minha bunda. Gemi como uma cadela no cio, e ele começou um
vagaroso vai-e-vem.
- Vai sogro, Vai!!! Me rasga toda… mete tudo e
me faz gozar de novo!
Aos poucos ele foi aumentando o ritmo e socando
forte no meu cu.
- Mais rápido sogro… mais rápido… Tá gostando
safada?!…
- Esssstouuuuu adoraaaaannnnndo! Vai! Mais!
Mais!… … Bate mais na minha bunda sogrão, e me rasgue toda com esse pau
gostoso!…
Não demorou muito e meu sogro encheu meu cu de
porra, eu também gozei manipulando meu grelinho. Aquela foi uma tarde
maravilhosa, experimentei a pica do meu sogro e ainda tirei ele daquela quase
depressão.
De noite, sempre que fazia sexo com o meu
marido, imaginava a rola do meu sogro me penetrando, contei isso pra ele, e ele
me mandou deixar a porta do meu quarto aberta, assim ele poderia me ver sendo
fodida pelo seu filho e também me homenagear. A noite quando ia pro quarto com
meu marido deixava a porta um pouco aberta, para o sogro poder nos observar e
se deliciar com uma bela punhetinha.
Na primeira vez, depois que combinamos, na hora
marcada, enquanto estava deitada e era fodida pelo meu marido, olhei para a
porta e vi o meu sogrão nos observando, meu marido urrava enquanto me fodia com
força e eu cruzando minhas pernas em suas costas pra sentir seu pau entrar mais
fundo na minha buceta, via meu sogro se masturbando com aquela rola enorme na
mão. Eu fechava os olhos e imaginava que aquela pica que estava me fodendo
fosse a dele, assim meu gozo vinha rapidamente e com fartura e meu marido
acabava também por encher minha bucetinha de porra.
Embora meu marido me satisfaça eu não podia mais
ficar sem a rola do meu sogro, e a putinha aqui, quis continuar a provocar e
dar a buceta e o cuzinho pro felizardo do meu sogro, que na sua idade, não
deixaria de comer um filezinho como sua nora.
- Enviado ao Te Contos por Norinha Putinha