segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Minha primeira transa após a separação (02-11-2024)

 

By; Kelly

Te Contos eu me chamo Kelly, tenho 32 anos, fui casada por 20 anos, me separei e cada um seguiu pro seu lado. Ele sempre foi muito carinhoso e era ótimo na cama, me deixava muito satisfeita e me fazia gozar muito. Sempre achei que ele era bem dotado, pois foi meu primeiro e único homem, até que conheci uma rapaz a uns seis meses, quando conheci ele.

Sempre fui muito ativa em matéria de sexo, gosto de tudo e se puder repetir, melhor ainda. Já estava sentindo muita falta de um carinho e da presença de um homem na minha cama, foi quando ele me convidou para sairmos.

Eu já conhecia ele a algum tempo e sabia que era um homem bom. Todos falavam muito bem dele, então não tive receios de aceitar o convite.

No sabado a noite ele me pegou na portaria do prédio, entrei no seu carro e notei que ele estava muito satisfeito com minha presença alí. Fomos ao cinema e depois a um restaurante, tudo muito tranquilo e nos comportamos como pessoas civilizadas. Tudo estava indo muito bem até voltarmos para o carro.

Assim que entrei ele me deu um beijo tão gostoso que amolecida não consegui resistir e retribuí. Podia sentir sua respiração ofegante e seu desejo parecia fluir do seu corpo.

Eu comecei a sentir um calor que não consegui disfarçar, parecia me consumir por dentro. Pedi então que parasse o carro, peguei seu rosto virando ele pra mim e beijei sua boca outra vez.

Nunca consegui resistir a um bom carinho. Nesse momento ele passou a mão na minha coxa e pude sentir minha buceta babando de desejo. Ele não falou nada apenas conduziu o carro direto pra um motel.

Quando entramos no quarto parecíamos dois animais, nos agarramos literalmente, e começou uma seção de verdadeira loucura. Não sei como foi mais quando me dei conta estava peladinha e ele também.

As mãos corriam por toda parte, quando levei minha mão até seu pau foi uma surpresa. Era enorme, bem maior que o do meu ex marido, e sempre achei que ele fosse bem dotado, mas aquele alí era um verdadeiro monstro.

Logo não resistindo mais, me abaixei e o coloquei na boca começando a mamar com muito gosto e prazer. Era realmente enorme tinha que segurar com as duas mãos. Depois de um tempo ele me colocou deitada na cama e começou a chupar minha buceta. Não consegui segurar e fui logo gozando na sua boca.

O desejo estava me dominando, não resisti muito tempo e falei:

-Vem! Quero você dentro de mim, vem me!

Então ele se preparou para me penetrar, apontou aquele monumento bem na portinha e começou a forçar sua entrada, quando a cabeça entrou foi uma satisfação.

Podia sentir minha buceta se abrindo toda de tão grande e grosso que é. A cada estocada era mais um pedaço que entrava, logo estava todinho dentro de mim e comecei a gozar sem parar, nunca tinha gozado tanto em tão pouco tempo.

Ficamos assim por muito tempo até que pedi que ele metesse por trás, pois é a posição que gosto mais, me sinto uma verdadeira cadela sendo possuída assim. Logo estava de quatro e ele socava fundo na minha buceta. Podia sentir seu pauzao entrando e saindo a todo momento me arreganhando toda, estava tão gostoso que eu não queria parar, eu queria tudo e muito.

Comecei a rebolar naquele pauzao gostoso fazendo ele gemer de prazer, sabia que ele não ia resistir por muito tempo então fiz um pedido:

-Agora quero você no meu rabinho. Quero que goze dentro dele!

Na hora ele tirou da minha buceta e começou a chupar meu rabinho para lubrificar, estava uma delícia sentir sua língua no meu rabinho. Logo apontou seu pauzao na entrada e começou a forçar sua entrada.

Quando a cabeça entrou senti uma dorzinha incomoda e vi que não seria fácil recebê-lo alí, então pedi que fosse com calma, e ele o fez.

Aos poucos foi entrando e estourando o restante das minhas pregas, quando senti que estava todo dentro comecei a dar pequenas reboladas para poder acomodado melhor, logo ele começou no vai e vem acabando de arreganhar meu rabinho. Estava tão gostoso que tive múltiplos orgasmos e minhas pernas começaram a tremer. Logo senti seu leite quente inundando meu rabinho e podia sentir ele pulsando.

Dei umas reboladas mais forte deixando ele doido de prazer. Quando ele tirou pude sentir seu leite escorrendo por minhas pernas e pensei…meu rabinho está todo aberto!

Deitei do seu lado de conchinha e cochilando um pouco. Logo tomamos um banho e voltamos para a cama e recomeçamos fazendo tudo outra vez.

To doida pra repeti e dar bem gostoso pra ele.

  • Enviado ao Te Contos por Kelly

Ajudando no tratamento do meu ex Sogro

 

By; Suellen

Oi, me chamo Suellen, sou viuva aos 29 anos e filhos pequenos, me tornei uma garota de programa. Apesar da idade, faço sucesso, não só pelo corpo conservado de 1,70m, 58kg, seios médios e bumbum empinado. O rosto de bonito, os cabelos longos e lisos ajuda, mas, é porque me dou, de corpo e alma.

Teve quem meteu em mim como se fosse com a professora e até com a tia. Acho que é meu jeito de amadora. Outros desabafam, como se estivessem no divã de um psicanalista.

A familia de Fabricio, meu finado marido, mora no interior. Depois da morte dele, perdi um pouco o contato, limitado a presentes enviados aos meus filhos no dia das crianças e natal. Por isso, levei um susto ao chegar em casa e encontrar ¨seu¨ Fernando, meu sogro. Ele tinha vindo a Curitiba para consulta num Hospital da Universidade, encaminhado pelo posto de saúde da cidade onde mora.

Fiquei condoída ao saber que ele acordara às 3 da madrugada para pegar o transporte da prefeitura e teria de voltar no dia seguinte para fazer exames e depois de uma semana para reconsulta.

Liguei para a irmã do meu ex-marido, com quem ¨seu¨Fernando vivia. E soube da suspeita de Alzheimer, apesar dos seus sessenta e três anos. A morte prematura de Fabrício e depois, da minha sogra, foram choques cruéis, causando depressão.

Sugeri que ficasse em casa durante o tratamento. A presença dos netos faria bem e meus filhos adoravam o vovô Nando. Ele lembrava muito meu marido. Nas fotos antigas, era o Fabrício escrito. Eu brincava com meu marido de que para imaginá-lo envelhecido, era só olhar para o pai dele.

Naquele dia tentei atender os ¨clientes¨ como sempre. Todavia, o pensamento estava em casa. A vinda do sogrinho mudara a rotina, além do que, a semelhança com o filho, a mesma voz, o modo de se mover, de gesticular, provocava agradáveis lembranças e mexia com meu intimo.

Sempre durmo só de calcinha e camisola curta. De madrugada, fui até a cozinha tomar água. Ví um vulto fantasmagórico no sofá da sala. Era ¨seu¨Fernando, estático, de cabeça baixa. O susto me fêz esquecer que estava quase nua. Acendi a luz e me aproximei.

– Ainda acordado, ¨seu¨ Fernando?

Ele olhou de forma desinteressada e distante, dizendo:

– Estou sem sono, Su.

Falou que estar ali fez lembrar ainda mais do filho e começou a chorar. Minha reação foi sentar e abraçá-lo, sem importar que ele estivesse só de cueca samba-canção. E constatei como estava magro, nos braços e troncos. A barriga saliente, a pele mole e enrugada. No jantar ele mal tinha tocado na comida.

Ao fazer cafuné, sentí a calvície avançada no cocuruto. Ele que sempre fora um homem ativo, enérgico e divertido, estava uma lástima.

– Não fique assim, ¨seu¨ Fernando. Também sinto falta do Fabrício. Mas tive de seguir em frente pelos meus filhos. A vida é uma droga, mas, fazer o que?

Com a mão acariciava a perna dele. Acho que por hábito, fui subindo em direção a braguilha. Quando dei por mim, alisava o penis flácido, sobre o tecido. Sentia que precisava dar amor àquele homem.

Ajoelhei na frente dele e abaixei a cueca, libertando o membro mole, ornado com fios brancos no pentelho. Comecei a punheta-lo de leve e olhei para o rosto surpreso do meu sogro.

– Su, o que você está fazendo?

– Calma, relaxa ¨seu¨ Fernando. Relaxa.

Continuei a masturbação, enquanto com a ponta dos dedos, acariciava embaixo das bolas.

– Para, Su, para. Não faça isso! Não adianta. Para. O negócio já tá morto!

Sem deixar de encará-lo, abocanhei o pau dele. Uma sensação estranha estar com um pinto mole na boca. Tirei e dei beijinhos na ponta, bem no rachadinho do canal. Queria acordar aquele membro.
Coloquei na boca de novo e fiz leve pressão com a língua e o céu da boca, passando umidade e o calor. Afastei o rosto, apertando suavemente os lábios. E empurrei de novo, como se minha boca fosse uma boceta úmida. E senti que a pica foi crescendo, ainda não tão rija, enchendo minha boca aos poucos. E continuei lambendo e chupando a rola, enquanto olhava nos seus olhos incrédulos e falava com a voz abafada:

– Relaxa, relaxa. Só sinta, relaxa.

Me emocionava ver aquele naco de carne endurecendo cada vez mais, inchando e ficando em ereção total. Meu sogro já segurava firmemente minha cabeça, mexendo o quadril, sentindo despertar sensações esquecidas. Levantei e dei um beijo molhado, introduzindo minha lingua em sua boca.

Para não estragar o clima de tesão, passei a sussurrar palavras safadas no seu ouvido:

– Me come, ¨seu¨ Fernando! Me fode gostoso. Arregaça minha boceta com esse pau gostoso! Mete! Enfia esse cacetão em mim, me fode inteira!

Tirei a calcinha rapidamente e fui por cima, sentando no pau que continuava ereto. A rola entrou de uma vez, causando ardência. Comecei a contrair os musculos vaginais, apertando para que a pica não amolecesse.

Nem me dei conta que estava transando sem camisinha. Fazia anos que eu não sentia um pau sem camisinha. A sensação é mil vezes melhor! Talvez por isso, o calor do atrito da pele na pele, a carne abrindo a carne, mal cavalguei, já tive um orgasmo arrebatador.
Troquei de posição, ficando por baixo, com as pernas para cima, tal qual um frango assado. E ¨seu¨ Fernando, que parecia ter recuperado a auto-confiança, veio por cima, com respiração acelerada, metendo vigorosamente, tal qual um jovem.

Pelo jeito que gemia, devia estar muito bom. Demorou um pouco, mas gozou, tremendo a cada ejaculação, soltando porra na minha xaninha.
Queria massagear a piroca dele com os músculos vaginais, espremendo o leitinho, mas, mal gozou, meu sogro tirou e levantou, colocando as mãos na cabeça:

– Céus, Su, o que fizemos! Você é minha nora!

– Sim, sou tua nora. E sou mulher. Tu és meu sogro e homem. E daí? Foi ruim?

– Não, Su, foi demais! Mas…

Não deixei terminar. Nos beijamos apaixonadamente, beijo de língua, de paixão e de amor.

Depois disso, passamos a transar sempre. Insinuei o anal, querendo dar o melhor de mim. Mas meu sogro tem um bloqueio psicológico. Por ser da antiga, acha que mulher de família não deve dar o cuzinho. Em 40 anos de casamento, nunca nem tentou enrabar minha sogra. Ah, se ele soubesse que sou GP e quantos já meteram alí atrás…

Certa noite, dei a ele um comprimido de cialis, e o efeito foi incrível! O pau dele ficou duro como pedra! E eu provocava, lambendo, masturbando, mas não deixando ele meter na boceta. Queria deixá-lo louco para me comer.

Quando ele começou a implorar, disse que queria atrás. Peguei uma camisinha lubrificada e encapei o penis.

– Mas, Su, isso é coisa prá fazer em putas. Em você não!

– Que nada, ¨seu¨ Fernando. O Fabrício cansou de meter aí. Vai, passe este gel no teu pau e no meu cú e mete! Tu queres, sei que tu queres comer meu cú. Vai!

O tesão falou mais alto e meu sogro, meio temeroso, tentou enfiar a rola. Para facilitar a penetração, fui rebolando, mas o pau ficava a meia bomba, entortava e não entrava. Acho que além do sentimento de culpa em me sodomizar e a camisinha, principalmente, fazia meu sogro brochar.

Tirei a camisinha e fiz um boquete, deixando ele em ponto bala. Fiquei de quatro e guiei o mastro para a entrada, encostando nas preguinhas:

– Vai, ¨seu¨ Fernando, empurra. Mete aí, empurra. Eu quero, eu quero teu pau. Come meu cú, come!

O sogro foi então forçando, meio desajeitado. Soube depois que foi a sua primeira vez, enrabando alguém. Sentí a respiração arfante dele no pescoço, enquanto a pica avançava centímetro a centímetro. Doeu um pouco mais que sempre, pela falta de lubrificação da rola, ardendo e rasgando as paredes.

Mas logo o desconforto passou, ficando só o prazer. Que sensação ser enrabada! É dificil descrever como mexe com tudo lá embaixo, ter uma pica dura invadindo o canal apertado, entrando e saindo, afundando o botãozinho e trazendo ele de novo para fora.

– Vai, ¨seu¨ Fernando, mais, mais, mete tudo! Mete mais, vai, mete!

E ele bombou me levando a multiplos orgasmos! Demorou para ejacular, mas quando o fêz, encheu meu cuzinho de porra, caindo prostrado. No sexo anal, um dos momentos deliciosos é quando o pau sai. Tenho mania de ficar contraindo o esfincter, piscando o buraco arrombado. Desta vez, sentindo que o esperma era expulso, escorrendo para a boceta.

Meu sogro, teve melhoras considerável. Concluiram que era apenas depressão. Está voltando a ser o homem de antes, alegre e espirituoso. Por sugestão minha, passou a tingir os cabelos brancos e usar roupas mais joviais. Minha cunhada ficou surpresa com as mudanças nele.

Não sei se os antidepressivos de tarja preta ou o outro ¨tratamento¨, qual deles fez maior efeito.

Ele já voltou para sua cidade, e eu continuo os meus programas.

  • Enviado ao Te Contos por Suellen

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

Dei na praça pro desconhecido que viria ser meu namorado.

 

By; Thiciane

Oi Te Contos, embora esse seja o meu primeiro conto, eu já acompanho vocês a quase 3 anos. Eu me chamo Thiciane, tenho 24 anos, atualmente namoro, esse conto aconteceu em Janeiro desse ano, em um bloco de pré carnaval e como sempre me deixa com tesão ao lembrar quero contar aqui para vocês.

Foi para um pré bloco de carnaval. Eu estava como todas as noites, rindo e dançando, simplesmente curtindo cada momento do que para mim seria mais uma festa como tantas outras. Até que o vi, e não acreditei. Fiquei nervosa, minhas mãos ficaram geladas, fiquei sem reação… então decidi me mostrar para tentar chamar a sua atenção de alguma forma.

Eu sou magra, de altura mediana, levemente morena, tenho tatuagens, e o que eu mais gosto de fazer é de seduzir alguém. Gosto de me sentir desejada, como uma boa taurina. E assim, comecei a dançar sensualmente… esbanjava sorrisos de quem está gostando do momento. Me exibi absurdamente, e finalmente consegui chamar a sua atenção. Eu mal pude acreditar no que estava acontecendo, pois vi que ele me olhava. Nossos olhares se cruzaram e ele deu aquele lindo sorriso que me conquistou. O retribui, e acredite… ele percebeu que fiquei sem graça.

Foi então que ele veio em minha direção, colocou suas mãos grossas em minha cintura, e como se me conhecesse, me segurou firme contra seu corpo e me beijou. Me arrepiei todinha… ele me beijou assim, sem falar nada. Acho que quando ele viu meu olhar soube que não precisava me conquistar, precisava apenas de atitude.

Nossos beijos ficaram cada vez mais quentes. A música fazia o nosso jogo, nossos corpos dançavam colados, não queríamos saber de outra coisa se não fosse ter o corpo do outro. Ele me segurou pelo pescoço com meus cabelos entre seus dedos, e com aquela voz grossa sussurrando em meu ouvido me chamou para sair dali.

Era domingo à noite, então a cidade estava mais calma, as pessoas trabalhavam no dia seguinte, então não tinha muito com o se preocupar. Eu só queria sentir cada parte do corpo dele, pois não sabia se o veria novamente, precisava matar a curiosidade do meu desejo. Ali nos arredores do parque tinham umas mesas, aquelas de pedra que se tem em praça. Foi ali mesmo que tudo aconteceu.

Ele me colocou sobre a mesa, me segurou firme pelo pescoço e foi beijando meu corpo. Ele beijou meu pescoço, beijou meus seios, minha barriga, foi dando diversas mordidinhas em cada canto que explorava, e eu cada vez mais molhada de tanto tesão que sentia. Cada beijo era um choque, a cada mordida e respiração em minha pele eu sentia mais tesão. A cada toque dele eu desejava mais que me comesse.

Eu estava de saia, o que facilitou nossas vidas. Ele colocou minhas pernas em seus ombros e foi com sua cabeça para dentro da minha saia. Parecia que me conhecia, pois sabia exatamente o que fazer. Antes de começar a me chupar, ele ia acariciando cada parte da minha buceta suavemente com suas mãos e sua língua. Senti choques e sensações magníficas que normalmente não acontecem, talvez fosse o desejo por ele que sempre senti. Começou a brincar com meu clitóris, fazia movimentos circulares nele com os seus dedos e depois com sua língua, e quando já estava explodindo de prazer, lambeu o meu cú até chegar novamente no meu clitóris. Quando ele fez isso, fiquei louca.

Adoro quando chupam o meu cú! Começou a me chupar com tanta vontade, firme sem me machucar, na medida certa. Ia intercalando entre me estimular levemente, até as chupadas mais firmes, enfiando sua língua em minha buceta. Me lembrei que estava ali no meio de uma praça gozando facilmente com o desconhecido que desejei. Isso me deixou com mais tesão, era a sensação do perigo misturado ao desejo.

Depois de gozar em sua boca, me deu um beijão daqueles, e pude sentir o meu próprio gosto… aquilo me deixou maluca. Minha buceta piscava quase que implorando para ele meter em mim.

Ele então começou a pincelar seu pau em mim sem saber que isso me deixa com mais tesão… Pôde ver que eu estava fora de mim, então ia fazendo mais e mais. Era como se fosse um jogo de como me “torturar”. Fingia que ia colocar a cabeça, mas tirava, passava a cabeça do seu pau no meu clitóris, depois fazia que ia enfiar e tirava de novo, e quando eu já não aguentava mais, falei:

-Me come! Por favor, me come!

Ele sorriu para mim e foi enfiando devagar. Nossa!!!! Não preciso dizer que aquilo me deixou em êxtase. Eu gosto de um sexo firme, forte, porém quando estamos começando, gosto que enfie devagar para sentir cada parte do pau, exatamente como ele fez.

Ele me comeu ali na mesa da praça, sentada de frente e com ele em pé. Minhas pernas estavam apoiadas em seus braços enquanto ele me puxava contra seu corpo. Nossos corpos suavam e cada vez mais ia colocando mais pressão, estava enfiando tudo. Dava umas puxadas fortes contra ele, puxava meus cabelos, apertava meu pescoço, um típico sexo selvagem. As vezes acalmava um pouco, tirando todo o seu pau, passando a cabeça na beirada e colocando novamente devagar.

Eu já podia gozar facilmente, mas ele então me colocou de bruços na mesa, deu mais uma chupada e continuou comendo a minha buceta por trás. Colocou meus braços para trás e segurou meus pulsos. Eu estava completamente imobilizada, exatamente do jeito que gosto. Eu estava sendo dominada no meio da praça… Essa sensação de domínio fazia com quem eu lutasse para não gozar logo, mas foi mais forte que eu.

Não demorou muito para que gozássemos naquele minuto. Pude sentir seu pau pulsando, e como ali na rua não poderia me limpar, falei:

- quero tomar seu leite.

Há muito tempo não via tanto gozo, acho que a situação do perigo nos deixou extremamente excitados. Não deixei uma gota sequer cair… acho que ele também jamais imaginou o que fosse acontecer naquela noite.

Trocamos contato e voltamos pro bloco, ficamos nos beijando. Acabamos ficando outros dias, começamos a namorar serio. E até hoje procuramos transar em lugares diferentes. Afinal, nos conhecemos assim, e assim continuamos.

  • Enviado ao Te Contos por Thiciane

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

Vi que é muito gostoso levar no rabinho.

 

By; Silvanya

Oi, me chamo Silvanya, sou casada, tenho 29 anos.

Se tinha uma coisa que me irritava profundamente num homem era a mania de querer comer o meu rabinho. Achava um absurdo e ficava uma fera quando algum parceiro insistia. Minha opinião mudou, no entanto, depois que comecei a sair com Emilio. No começo, ele também tentava, eu recusava, mas não me aborrecia tanto.

Aos poucos, porém, fui percebendo que ele tinha uma verdadeira tara pela minha bunda. Sempre que me beijava, acariciava delicadamente meu traseiro arrebitado. Quando transávamos, enfiava um dedo no meu cuzinho enquanto me comia deliciosamente. E, depois que fazíamos sexo oral, também lambia minha bunda e meu cuzinho, que ele fazia questão de lambuzar de saliva.

Até então, nunca tinha feito sexo anal. Mas com Emilio já não estava tão segura de que não iria gostar. E passei a pensar mais cuidadosamente no assunto quando percebi o quanto seria importante para Emilio comer o meu rabinho. Era um sacrifício que valeria a pena, já que não queria perder um amante como ele, que me dava tanto prazer.

Foi assim que numa noite, depois de transar e gozar alucinadamente, eu estava tão lubrificada que até meu cuzinho virgem estava lambuzado. Estávamos deitados de lado, com Emilio bem atrás de mim. Com seu caralho ainda duro, apesar de já termos trepado várias vezes, Emilio foi se encostando em mim e pressionando suavemente a cabeça do pau na entrada do meu rabinho. Como a maneira como ele tocou me deu um puta tesão e já estava disposta a dar meu cuzinho para ele, pedi carinhosamente que fosse em frente e desvirginasse meu rabinho.

Surpreso e ao mesmo tempo contente com o que acabara de ouvir, Emilio segurou minhas ancas, foi forçando com ternura e enterrou sua cabeça no meu buraquinho. Me dei conta, então, de que ser enrabada não era tão dolorido como pensava, ao contrário, estava sentindo um puta tesão, e pedi para que ele continuasse enfiando seu mastro enorme em mim.

Cuidadoso, ele foi me penetrando mais e mais até enterrar todo seu caralho no meu cuzinho virgem e apertado. Aquilo foi me excitando tanto que pude perceber meu clitóris inchar de puro tesão.

Em seguida, meu amante maravilhoso virou-me de bruços na cama e começou a fazer um movimento de vaivém gostoso que me deixou cada vez mais louca. Para facilitar aquela enrabada, pedi para que me deixasse ficar de quatro na cama. Ele adorou a idéia.

Segurou o meu quadril e passou a me comer num ritmo cada vez mais alucinante, enquanto eu rebolava feito uma cadela no cio, pedindo cada vez mais.

Continuamos assim por mais alguns segundos até que ele não aguentou mais e gozou desesperadamente. Ao sentir sua porra invadindo meu rabinho, me sacudi de tesão e gozei freneticamente, a ponto de sentir meu corpo todo estremecer. Aquele foi, com certeza, um dos orgasmos mais intensos que já tive na minha vida.

E posso garantir que essa trepada anal foi apenas o começo de uma relação sexual que, a cada dia, vem se tornando mais fantástica. Gostei tanto de dar o meu rabinho que hoje em dia, embora Emílio continue alucinado por bunda, especialmente pela minha, muitas vezes sou eu quem sugere uma transa anal, antes mesmo de ele tomar a iniciativa. Ele fica até surpreso, mas, é claro, não resiste em enterrar seu cacete enorme e delicioso no cuzinho da sua putinha, que faz de tudo para satisfazer seu macho.

  • Enviado ao Te Contos por Silvanya

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...