quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Tzão! (setembro-2025)

 

By; Marcio

Sou o Marcio, 28 anos, bem de vida. Namoro a Mariana (Mari), 27 anos, baixinha de 1,60 e apenas 48 kg, um tesão de menina: branquinha, corpo violão, peitos médios, bunda redondinha... Essa história envolveu também um casal de amigos dela, a Larissa e o Edu; ela é amiga da Larissa desde a época do primário e eu acabei ficando mais ou menos amigo do Edu pela convivência das duas. Nos damos bastante bem.

Há um mês, calhou de todos nós estarmos com 4 dias livres durante uma semana – as duas de “férias” da faculdade (a Mari faz eng. de alimentos e a Lari medicina), eu de folga entre um emprego e outro e o Edu sem projetos para tocar na sua empresa. Por influência das duas, resolvemos tirar uma mini-férias todos juntos, para relaxar. Escolhemos Ilha Grande, em Angra dos Reis, e pra lá fomos.

Reservamos uma pousada simples, enchemos minha caminhonete de malas e fomos. Eu fui dirigindo, então, obviamente, não bebi nada. O Edu não bebe cerveja, só vodka, e eu vetei tomar vodka no carro. Então as duas foram a viagem toda tomando cerveja no banco de trás.

Chegando lá, pegamos a balsa e fomos para ilha. Nossos quartos eram conjugados e deveriam ter uma porta dividindo, mas, chegando lá, a pousada avisou que a porta fora removida, pois estava com cupim e que ia levar alguns dias para colocar de volta. Tivemos que ficar praticamente no mesmo quarto, nós 4, pois, sem a porta, a devassa era total. As duas colocaram os biquínis e fomos para a praia. Não pude deixar de reparar melhor na Lari: que morena espetacular. Mais ou menos 1,75, alta, 25 aninhos, peitos grandes e redondinhos, pouca bunda mas um par de coxas torneadas simplesmente fenomenais.

A melhor parte eram os peitos, fico com água na boca só de lembrar. Já era fim de tarde; fomos até a praia, tomamos algumas cervejas e voltamos para a pousada tomar banho e jantar. Chegando na pousada, cada casal foi para um banheiro tomar banho, e eu saí antes com a Mari. Aproveitamos o quarto vazio e ficamos nos pegando de leve – eu adoro brincar com os peitos dela, são pequenos mas firmes, uma delícia. Logo após, o Edu e a Lari saíram do banheiro, ambos de toalha, e pegaram a gente “no flagra”, pois a divisória estava aberta. Eles começaram a rir da gente e a nos chamar de safados, e a Lari perguntou:

-Qualé, vão transar na nossa frente?

A Mari, que é bem mais desinibida, lançou logo:

-Sem problemas!!! Se você der pro Edu eu também dou pro Ma aqui…

-Eu não teria coragem – disse a Lari, rindo, mais recatada um pouco.

Aproveitei o gancho e disse, tirando um sarro da Mari:

-Você não me aguenta normalmente, vai passar a vergonha de pedir água na frente deles?

A Mari, meio puta com o comentário, disse:

-Que não aguento o que, te dou a maior surra de boceta aqui que você vai ver.

E se jogou em cima de mim, tentando me morder de brincadeira. O Edu pegou a deixa e jogou a Lari de toalha em cima do outro lado da cama, que era enorme, e começou a tentar morde-la também.

Essa brincadeirinha de mão esquentou o clima entre os casais, e em pouco tempo as duas estavam com os peitos de fora sendo chupadas. Cada casal no seu canto, sem muito contato visual, até que a Mari soltou uma gemida mais alta e chamou atenção da Lari:

-Eita, ta bom aí hein?

Peguei carona e já perguntei pro Edu

-Bora dar uma surra nelas?

Ele não respondeu, enfiou a mão dentro da calcinha da Larissa e começou a beija-la. Fiz o mesmo com a Mari, e alguns minutos depois, o Edu e a Lari estavam num 69 e eu chupando a deliciosa bocetinha da minha namorada. Ela gozou gemendo alto para “provocar” o Edu e a Lari, que responderam começando a foder com força, com ela cavalgando nele. A Mari montou em mim e disse e ficou com a bunda virada para eles, descendo e subindo devagar até meu pau duríssimo quase sair da bocetinha macia dela. Não gostei muito, pois essa posição dava uma visão privilegiada do cuzinho rosa virgem da Mari para o Edu.

Ela logo mordeu a isca e eu a peguei olhando minha pica, mas ela não disse nada e tentou disfarçar o olhar.

O Edu também deve ter visto, pois tive a impressão que, para compensar eu mostrar meu pau maior para a namorada dele, ele quis exibir para mim a namorada mais gostosa que a minha. Ele virou, sentou de frente e colocou a Lari para cavalgar de costas para ele. Fiz o mesmo com a Mari, de pernas cruzadas, e ambas agacharam nas picas, uma de frente para outra.

-Seus peitos são muito lindos, Lari!

-E sua barriguinha é perfeita, Mari, muito lisinha!

A Mari, desinibida que só ela, logo enfiou a mão nos peitos da Lari, que assutou um pouco, mas deixou:

-Que peitos liiiiindos amiga

A Lari ficou sem jeito, e comentou;

- “vocês também transam sem camisinha!”

Eu disse que gozar em uma xoxota apertada sem camisinha era a melhor sensação do universo. O Edu disse que não goza dentro da Lari por medo de gravidez, mesmo ela tomando pílula. A Mari entrou no meio:

-Que besteira! Todas as gozadas dele nos últimos dois anos foram dentro de mim, a pílula é sussa…

Já irritado pelo movimento que tinha parado…

-Por falar em porra, já estou quase enchendo sua xoxota – e agarrei os peitos dela, incentivando ela a voltar a cavalgar.

Ela começou novamente a quicar no meu pau, assim como a Lari no namorado dela, e eu pedi bem baixinho no ouvido da Mari para que mostrasse a xoxota cheia de porra no final para eles para a Lari ficar com inveja. E quanta porra: eu naturalmente gozo MUITO uma verdadeira mijada de porra. Como eu estava há 3 dias sem gozar, essa vez viria mais ainda. Pouco tempo depois, senti aquela conhecida repuxada no saco e anunciei que ia gozar. A Mari, vendo que a Lari estava prestando pouca atenção no Edu, virou e disse:

-Ele vai me encher amiga, olha – e segurou as mãos da Larissa para se apoiar.

-Deixa eu sentir seu útero, gata – disse para Mari

Ela se inclinou mais para trás, eu levantei ela com as mãos e fiz ela quicar mais algumas vezes, e depois espetei meu pau fundo nela enquanto gozava, sentindo aquele útero macio encostado na cabeça. Vi que a Lari ficou vidrada nas pulsadas do meu pau, devo ter alagado a bocetinha da Mari com uns 10 jatos de porra. Assim que terminei, a Lari levantou do pau do Edu e começou uma gostosa chupeta – ele não demorou para gozar, mas, quando gozou, deu umas 2 ou 3 pulsadas só. A Lari engoliu tudo.

Logo após, a Mari levantou e deixou escorrer uma enorme golfada de porra na toalha que colocamos em baixo, e ficou lá com a xoxota aberta e transbordando de porra branquinha. A Lari fez uma cara de espanto, mas não falou nada.

Cumprimentei o Edu tirando um sarro da brincadeira que tinha rolado, e fomos para o banho novamente.

No dia seguinte, o dia não estava perfeito para passeios de barco, então resolvemos comprar uns engradados de cerveja (e uma garrafa de vodka para o Edu...) e ficar bebendo na praia. Escolhemos uma praia praticamente deserta e montamos um pequeno acampamento. Após algumas cervejas, surgiu um problema: não tinha onde mijar, e entrar no mar estava fora de cogitação, pois, sem sol, ia ser péssimo se secar. Na areia não rolava, pois tinham alguns gatos pingados pra lá e pra cá na praia. Saí com o Edu para uma pequena trilha na mata para ver se levava a algum lugar, e descobrimos que após 3 minutos de caminhada, chegava a um antigo bar abandonado, cujo fundo tinha uma grande clareira com grama cuidada e algumas árvores. Aquele seria nosso banheiro oficial.

Só tomamos café da manhã, e, lá pelas 4 da tarde, estávamos os 4 bêbados e com aquela mijadeira típica de cerveja – a cada 15 minutos alguém levantava para mijar. O Edu estava passando um pouco da conta, e, a Mari, a mais sóbria, percebendo que ele ia dar trabalho, disse que ia até a vila pegar um pouco de comida para ele. A caminhada de ida e volta até a vila leva uma meia hora, e, como eu estava cansado, resolvi deixar a Mari ir sozinha mesmo.

Assim que ela saiu, com o Edu já dormindo, a Lari disse para ele;

- “Mor, me leva fazer xixi... não vou sozinha ali pelo mato.”

Ele respondeu, meio acordado, meio dormindo e muito bêbado, para mim:

- “Leva ela fazer xixi, vai...”, e virou para o outro lado e dormiu na toalha.

-Ok, se você quiser vamos lá, Lari – disse.

Dei o último gole na minha cerveja, peguei outra e disse para ela pegar outra também, e fomos para a trilha que dava no “nosso” banheiro.

No caminho, que leva uns 3 minutos, fomos conversando amenidades, e eu no mundo da lua, só lembrando daquela xoxotinha rosa e depilada dela. Até que resolvi jogar um verde, pois ainda não tínhamos falado no que aconteceu no dia anterior:

-Ontem a noite foi foda, né?

A Lari, um pouco envergonhada:

- “sim, nunca imaginei que fosse fazer aquilo na frente de outras pessoas.”

-Pois é, nem eu! Parece que o tesão que fica no ar ajuda a se soltar mais. Parece que todo mundo queria fazer cada vez melhor para mostrar para os outros hahahaha – disse eu

-Exatamente!! E eu não sei como a Mari…

-O que você ia falar?

-Nada, tô com vergonha

-Imagina, fala logo garota!

-Não sei como ela aguenta você! Seu pau é bem maior do que o do meu namorado, e ela é mais baixinha do que eu

Eu, bastante orgulhoso pelo comentário, disse “ela acostumou, no começo era mais difícil…”

-Sinto até cólica de lembrar dela engolindo seu pau com a xoxota... você sente o utero dela, né?

-Sim, e a bexiga também... E olha que você estava de bexiga vazia, ela não fez xixi antes de transar desde que voltamos da praia.

-Ta doido, Ma! Sinto o xixi saindo só de imaginar - e ficou em silêncio até chegarmos

Chegando lá, ela olhou pra um lado, olhou pro outro, tomou mais um gole da cerveja e cruzou as pernas de vontade de fazer xixi.

-“Tô com vergonha de fazer xixi na sua frente” – disse.

-Lari, ontem eu vi você mamando o Edu até ele gozar, e ainda engoliu tudo... vai ter vergonha de fazer xixi? Larga mão, nada que você tenha eu não vi hahaha

-Ah, vai você primeiro então.

-Quer que eu vá no canto ou posso fazer na sua frente?

Ela ficou tímida, deu um sorrisinho e disse;

- "você quem sabe"

-Então tá bom

Tirei devagar o pau pra fora

– ele está duro por que fiquei lembrando da transa de ontem.

-hahaha se fodeu, não vai conseguir mijar então – disse ela.

-Ué, por que não? - me fiz de desentendido

-Por que é impossível mijar de pau duro

Dei umas duas punhetadas para liberar todo potencial, pois estava preso dentro do short.

- “A maior parte não consegue, mas eu consigo, fácil fácil.”

-Não consegue não! Sou estudante de medicina e vi isso na faculdade. Não tem como.

-E se eu mijar de pau duro na sua frente, o que eu ganho? - dei mais algumas punhetadas e coloquei as bolas fora do short também

Ela ficou visivelmente vermelha, mas não tirava o olho do meu pau duro.

-Nada, ué... mas você não vai conseguir.

-“Não só estou de pau duro, como estou com dor no saco de passar o dia vendo vocês de biquini sem poder fazer nada” - era a primeira vez que falava algo sobre ela. Ela aproveitou o gancho:

-Pois é, também estou com tesão de ver vocês pra lá e pra cá de short sem camisa... mas eu sou menina, posso fazer xixi mesmo assim ahahaha

-“Você tá com tesão também?” – ela ficou mais vermelha e não disse nada – “Pode falar, estamos entre brothers hahaha”

-Ah... – tímida – digamos que se eu fosse transar agora, não precisaria de preliminares, estou pronta pra ser penetrada... relaxada e totalmente molhada. Passei o dia assim, na verdade
-“Caramba, Lari! Não sabia que você tem tanto tesão assim. Eu não estou pronto... consigo mijar de pau duro, mas gozar com vontade de mijar, não... Poderia passar 1 hora dando cabeçadas no seu útero que não iria gozar, preciso esvaziar a cerveja antes” – e comecei a bater uma punheta rápida – “eu sinto o gozo subindo e pronto pra sair, mas ele para no meio do caminho.”

Fiquei com medo da reação dela, pois essa vez fui bem mais longe

Ela não disse nada, mas ficou olhando eu punhetar. Acelerei um pouco e meu saco, que estava doendo de tão carregado de porra, balançava. A vontade de mijar aumentou com o vento frio que estava vindo.

-Mas você não vai conseguir gozar com essa vontade de mijar – ela desconversou um pouco.

-Eu sei que não... mas é gostoso sentir tesão... não acha?

-Acho! Também estou trincando…

Encostei na parede e disse pra ela

- "encosta aí na árvore e curte um pouco seu tesão também, não estamos fazendo nada de mais…"

Ela foi devagar até a árvore, que ficava a mais ou menos 1 metro e meio de mim

- "que estranho, eu molhada, você duro, mas você namora a Mari e eu o Edu, e somos todos amigos…"

-Relaxa, não vamos fazer nada, curte o tesão aí e eu aqui... jajá mijamos e voltamos para praia. O Edu tá dormindo e a Mari ainda vai levar meia hora.

Ela encostou na árvore de pé, com as pernas bem para frente, um pouco abertas, e colocou a mão dentro da calcinha.

-"Sabe que é gostoso sentir esse tesão todo junto com a vontade de mijar? Nunca tinha sentido."

-"É gostoso sim... já transei com a Mari na piscina de bexiga cheia e me aliviei antes de terminar, para poder gozar."

-Mentira! não da pra mijar de pau duro

-Dá sim, eu consigo, só preciso fazer um pouco mais de força

Pode forçar o quanto você quiser, se estiver duro assim, não consegue.

Ela não tirava o olho do meu pau enquanto mexia na xoxota, já visível pelas laterais do biquíni, e agora eu batia a punheta mais devagar

-Você aposta quanto que eu consigo?

-Quanto você quer apostar?

-Não sei... faz uma oferta.

Ela desconversou um pouco, afastou totalmente o biquini, me dando visão total daquela xoxota rosa, ensopada de mel e toda relaxada, pronta para receber uma surra de pau.

-Vou ter que aliviar um pouco a siririca, eu ainda to morrendo de vontade de mijar, se gozar agora vou fazer xixi

Aproveitei que a conversa estava indo para onde eu queria e decidi apimentar um pouco:

-Seria uma bela cena! Já fodi a Mari na mesma situação que você tá, se você gozar assim, vai perder o controle e mijar com muita força, mesmo que tente segurar.

Ela demonstrou curiosidade pelo que eu acabara de dizer:

-Você comeu ela de manhã?

-Não, o xixi de manhã é ruim, não rola! Tem que ser exatamente na mesma situação que agora. Cada um de nós já encheu e esvaziou a bexiga pelo menos umas 7 vezes, estamos os dois carregados com um litro de água praticamente pura.

-É verdade! Faz tempo que meu xixi está totalmente transparente – ela disse.

-Assim é gostoso... não tem gosto de nada, chega a ser adocicado – arrisquei

-Mas você deixou ela... mijar na sua boca?

Fingi um pouco de vergonha para não dar na cara e respondi

-"ah... me deixou com vergonha. Me dá uns segundos pra eu bater uma lembrando da cena antes…"

-“Aff, Ma... você deu 10 jatos de porra no útero da sua namorada olhando pra mim, pensa que não vi safado? Agora vai ficar com vergonha” - e afastou mais ainda o biquini

-Ok, vai... Não foi na boca, ela gozou cavalgando, mas eu chupei ela logo depois e senti o gosto, é praticamente doce depois de tanta cerveja.

Ela deu uma coxeada com as pernas – esse papo está me fazendo explodir, preciso mijar.

-“Eu também” – respondi. “E sabe o que é legal? Eu só não gozei ainda por que estou de bexiga cheia, então se eu mijar agora, a sensação do fluxo é muito parecida com gozar... dá um tesão danado.”

Ela insistiu:

- “você não vai conseguir de pau duro, bobo”

Eu apontei o pau pra ela e disse

-Ok, então se eu der um jato que acerte daqui nos seus peitos, você vai me deixar eu te chupar até você gozar, mas você vai ficar segurando o xixi até eu terminar, se não…

Ela olhou pra baixo e disse;

- "se não o que...?"

-Se não eu vou continuar te chupando até você mijar tudo, mas depois você vai ter que mamar meu pau até eu gozar, e eu só consigo depois que esvaziar bem a bexiga…”

Até me encolhi um pouco, imaginado que tinha ido rápido demais. Mas a reação dela foi diferente:

-Mas isso é errado, eles estão lá…

Ok, pensei: “não levei nenhum coice, então vamos em frente”.

-Relaxa, eu não vou foder sua boceta, isso seria mancada, você vai acostumar com um pau maior e vai perder o tesão no Edu. A gente fica só num oral molhado, pra aliviar o tesão um do outro.

-O tesão e a bexiga – ela disse, enquanto soltava o laço do biquíni.

-“Caralho, Lari... meu pau deu uma pulsada só de ver seus peitos, eles são maravilhosos.”

Os peitos dela eram firmes, grandes, mal cabiam na mão, com bicos e auréola rosados. Já tinha visto na noite anterior, mas não cheguei a olhar tão diretamente.

-"Não encosta nos meus peitos, se não você vai perder o tesão nos peitos da Mari"

- disse, e riu por ter se vingado do meu comentário sobre o pau do Edu.

Concordei, apontei o pau pra ela e perguntei;

- "posso?"

-Duvido que você consiga.

Tadinha, mal sabia ela que, desde que descobri como dá tesão mijar de pau duro, minhas punhetas durante o banho ficaram bem mais divertidas. É difícil, mas com prática, é possível aprender a mijar mesmo com o pau trincando de tesão.

Apontei o pau pra ela e soltei um jato que começou tímido, apenas para abrir caminho. Bati uma punheta enquanto mijava um pouquinho a cerveja já totalmente transparente, como água. Ela arregalou os olhos, então fiz força e veio um jato forte que acertou primeiro a barriga dela e depois os peitos.

-Que xixi clarinho, parece água quente! – disse, um pouco tímida ainda

Como estava com a bexiga muito cheia, aproveitei para fazer uma graça e já me aliviar um pouco, pois sabia que teria que dar conta de bexiga dela inteira antes de esvaziar a minha na boca daquela putinha.

-Olha, eu consigo simular uma gozada

Comecei a dar jatos rápidos, pulsando a mijada. Dei uns 5 ou 6 jatos curtos de mijo cristalino em cada um dos maravilhosos peitos dela. Ela estava boquiaberta, sem acreditar.

-Caralho! Não imaginava que era possível!!

Um pouco mais aliviado – embora ainda bem cheio – já ajoelhei na frente dela e disse:

- “é bom você segurar a sua bexiga, ou vai ser punida depois…”

Antes que ela pudesse protestar, abocanhei a xoxota dela. Era doce e macia. Primeiro lambi toda extensão, para espalhar bem o mel dela. Ela estava incrivelmente molhada. Tirei a boca rapidamente e disse pra ela que nunca tinha visto uma xoxota com tanto tesão. Com o tesão que minha língua provocou na bocetinha dela, a vontade de mijar veio como um raio para ela:

- "estou desesperada, deixa eu mijar"

-Não, aposta é aposta!

-Deixa, depois eu deixo você me foder, não me importo

-Não. Segura aí, se puder – e abocanhei a xoxota dela de novo.

Procurei o clitóris dela, que estava saltado para fora tamanho o tesão que a Lari estava sentindo.

Ela gemeu e se contorceu, agarrando minha cabeça. Fiquei uns segundos chupando o grelinho delicioso dela, então resolvi sacanear. Desci a língua alguns centímetros e forcei um pouquinho o pequeno furinho da uretra dela.

Ela gemeu alto e senti marejar um pouco de xixi na minha boca. Ela pareceu não ter percebido que deixou escapar. O líquido estava praticamente doce. Senti meu pau pulsar de novo, e continuei alternando entre o clitóris dela e a uretra, até que ela disse:

- "seu filho da puta, você tá querendo que eu mije né?"

Não respondi, mas agora fazia uma pequena força de sucção enquanto abocanhava aquela bocetinha deliciosa

-– "Eu vou mijar, sai daí"

Sentia a xoxota dela se contrair e relaxar, e a cada relaxada sentia um pouquinho daquela cerveja deliciosamente filtrada na minha língua

-Estou avisando, eu vou mijar! Minha bexiga é maior que a sua, você não vai dar conta!

Respondi aumentando a sucção.

-Filho da mãe... você quer, né? Só pra depois poder mijar na minha boca? Então toma, quero ver você mamar minha bexiga inteira seu puto.

Primeiro, senti um jatinho, depois outro, até que começou a ficar continuo. Engolia sem nenhuma dificuldade aquele néctar adocicado, então, para judiar dela, tampei a uretra dela com a língua. Abri os olhos e olhei para cima, ela olhou para mim, deu um sorriso e, antes de fechar novamente os olhos, tudo que vi foi aquela barriguinha perfeita dela se contraindo com a força que ela fez para mijar. Não consegui segurar a pressão. O jatinho se tornou um jato contínuo, ainda não muito forte, e fui engolindo tudo enquanto mamava com força o grelinho dela.

-Caralho, Ma, eu to mijando na sua boca! Não acredito nisso!

Ela já estava mijando um jato leve por uns bons 20 segundos quando contraiu a xoxota com força, parou o jato e disse:

-“Quero ver engolir agora…”

E relaxou com força. Senti a xoxota dela se abrir como uma flor na minha boca. Veio um jato forte e contínuo, que deixei escorrer um pequeno fio pela lateral da minha boca. Ela manteve pressão total por pelo menos 5 segundos que pareceram uma eternidade, ela ria e gemia enquanto soltava uma cachoeira de mijo na minha boca. Logo depois, ela deixou um jatinho fraco por mais alguns segundos e parou.

-Gostou, filho da puta? Me avisa quando quiser a outra metade, por que eu só mijei metade da minha bexiga! Eu te avisei que é grande, não avisei?

Ela estava com tanto tesão que falava quase dando risada e rebolava a boceta na minha cara. Respondi apertando ainda mais minha boca na xoxota dela e abraçando ela com minhas mãos por trás das coxas dela.

-Vou entender isso como um sim... aí vai.

E então relaxou a xoxota em pulsadas rítmicas, cada vez mais fortes, até que se abriu totalmente. Era uma cachoeira de mijo cristalino e adocicado, fui engolindo o quanto dava, mas um pouco estava escorrendo pelo canto da minha boca. Mesmo me esforçando para não desperdiçar nada, eu ainda conseguia mamar o grelinho dela, até que o jato ficou mais fraco e ela disse:

-Eu vou gozar, não para não para não para

Assim que o gozo veio, ela perdeu a força nas pernas e tive que segura-la para ela não cair. Gozou por uns 30 segundos, gritando, gemendo e pulsando jatos de mijo descontrolados na minha boca. Quando ela terminou, sentou no chão e mal conseguia falar.

-Nunca gozei tão forte na minha vida. Puta que pariu, que tesão – arfava e respirava profundamente

-Gostou, putinha mijona?

Ela respondeu se ajoelhando e me puxando. Abocanhou meu pau, duro como pedra, e começou a mamar enquanto batia uma punheta de leve. Eu estava com 80% da minha bexiga cheia, mas tinha tomado quase toda a bexiga dela, então estava com a cabeça do pau ardendo de tanta vontade de mijar. A ideia de mijar na boca dela me deixava com um tesão que nunca senti antes, nem com a Mari.

Para não assunta-la, decidi ficar na minha até que ela falasse alguma coisa. Ela mamava e não dizia nada. Ficou uns 2 minutos assim, e eu com o maior tesão de mijo da face da terra. Até que ela tirou a boca e passava meu pau todo babado pelo rosto dela.

-Faz igual se tivesse gozando – ela pediu

-Então mama mais, pra vir porra tem que dar vontade – provoquei

Ela voltou a abocanhar meu pau, e eu disse que ia dar uma gozadinha igual a do namorado dela. Relaxei alguns segundos até encher o canal, então dei três pulsadas curtas e leves, quase nada. Ela engoliu e disse "é adocicado e quente... gostei mais que porra!" e continuou mamando.

Disse que agora ia simular a minha esporrada.

Ela respondeu acelerando a punheta e abocanhando a cabeça do meu pau.

-Eu gozo uns 10 jatos e os primeiros jatos são bem longos, você vai mamar tudo?

-"Eu tô com sede, e você tá falando muito e gozando pouco, parece meu namorado...".

Voltou a mamar e lambia o buraquinho do meu pau, me deixando louco de tesão.

Fiquei puto com a provocação dela.

Respondi soltando um jato contínuo e forte por uns 2 segundos, tranquei rapidamente e comecei outro, tranquei novamente... Dei na boca dela uns 12 jatos curtinhos de mijo cristalino, me aliviando um pouco. Ela não parava de mamar, engolia tudo e punhetava com força meu pau. Sentia meu pau duro como uma rocha, com as veias saltadas e o coração disparado de tanto tesão. Era inacreditável ver minha amiga, que até 2 dias atrás me parecia a menina mais tranquila do universo, mamando com sede o meu pau mijão.

Quando me senti um pouco mais aliviado, cortei os jatos e fiquei curtindo a mamada. Ela se levantou e disse

- "Eu sempre beijo o Edu quando ela goza na minha boca"

E antes que eu pudesse responder, me deu um beijo de língua com muito tesão. Sua boca estava adocicada. Ficamos nos beijando por alguns minutos, mas mijo é diurético e eu tinha acabado de tomar a bexiga inteira dela, então logo precisava me aliviar novamente. Resolvi ir um pouco mais longe, e, como ela estava em cima de um pequeno morrinho no pé da árvore, aproveitei e coloquei meu pau na entrada da bocetinha dela.

-Vou te foder um pouquinho, só pra sentir como você é por dentro

Ela não disse nada, mas não reagiu quando eu levantei sua perna esquerda para facilitar a entrada. Forcei e sentia a xoxota dela engolir meu pau, cujo tamanho ela não estava acostumada. Fui empurrando devagar enquanto a beijava apaixonadamente. Ela gemia na minha boca a medida que meu pau ia abrindo sua xoxota. Finalmente, senti o útero dela encostado na cabeça do meu pau, e perguntei se o que ela achou

-Nunca senti um tão grande, seu pau me dá cólica e vontade de mijar

-E tesão? Tô sentindo sua xoxota pulsar

-Muito, mas estou me segurando... não quero fazer isso com o Edu

Senti que se insistisse, ia dar “ressaca” depois.

-Sua bocetinha é maravilhosa, macia, quente, apertada. Estou sentindo seu útero apertado na cabeça do meu pau e isso da uma vontade enorme de te encher de porra.

Assim que ela ia responder, tirei um pouco e dei uma bombada profunda, sentindo o choque com o útero dela. Ela gemeu alto e fechou os olhos.

-O Edu nunca encheu sua xoxota de porra?

-Nunca…

-Então eu vou simular uma gozada só para você ter uma ideia como é, ta?

Ela respondeu me abraçando e encostando os peitos contra meu peito, e comecei a bombar levemente nela. É mais difícil mijar com uma xoxota tão gostosa como a dela abocanhando o pau, então tive que ir devagar no começo, enquanto fazia força e olhava nos olhos dela. Assim que senti que estava pronto, disse pra ela

- “vou encher sua bocetinha mijona”

Ela fechou os olhos. Comecei a bombar com força enquanto pulsava longos jatos de mijo quente dentro dela. Instantes depois que eu comecei, ela desandou em uma gozada fortíssima, gritando e gemendo muito alto. Sentia ela contrair a xoxota com tanta força que tive que forçar um jato de mijo contínuo, pois fiquei com medo de gozar o monte de porra que já fazia meu saco doer.

Assim que ela acabou de gozar, dei mais um beijo gostoso nela, disse que ela era a mulher mais incrível que já tive a honra de foder e pedi para ela voltar a mamar. Ela não pensou duas vezes, se ajoelhou novamente a abocanhou meu pau. Depois de gozar pela segunda vez, ela se soltou completamente, como uma verdadeira putinha:

-Me da aqui esse caralho mijão tesudo que eu tô com sede

Como vi que ela tinha gostado da brincadeira, resolvi perder a timidez também

-Agora vou gozar como se eu tivesse passado dez anos sem foder uma boceta, ainda mais uma gostosa que nem a sua. Imagina o quanto eu teria acumulado e 10 anos!

Ela nem titubeou, continuava mamando. Comecei a soltar um jato contínuo com o máximo de força que conseguia. Mantive o fluxo por uns 10 segundos, ela mamava e engolia sem dificuldade.

-Continua mamando, minha putinha... esse é só o primeiro jato, mas tá tão gostoso que vou emendar com o segundo

Relaxei um pouco a pressão por um segundo e disse que ia soltar o segundo jato de porra acumulada. Ela me olhou com uma cara de puta que meu deu ainda mais tesão e começou a massagear meu saco

Como já tinha esvaziado mais ou menos metade da minha bexiga, ficou muito mais fácil mijar com força total agora. Sem um pingo de dó dela, dei o máximo de pressão novamente.

-Toma sua puta mama esse caralho mijão, mama! Tá gostoso o meu mijo? Vou te dar tudo na boquinha pra você mamar.

Mantive o jato mais forte que conseguia por pelo menos 10 segundos, e ela não diminuiu o ritmo da mamada, mas começou voltou a me olhar com cara de safada e deixar escorrer um pouco pelo cantinho da boca. Ela passava a língua na cabeça do meu pau o tempo todo e só parava as vezes para engolir uma golada.

Diminui um pouco o ritmo – “Tá gostoso meu pau mijão, tá?” – e soltava um ou outro jato longo que ela engolia sem dificuldade, enquanto curtia aquela mamada deliciosa.

Geralmente, eu sinto facilmente quando vou gozar e consigo segurar, mas aquela cena estava me dando um tesão tão grande, mas tão grande, que meu saco carregado de porra me pegou de surpresa: senti minhas bolas repuxarem e meu pau dar uma pulsada, já quase começando a gozada de porra de verdade.

-Caralho, Lari... a porra ta subindo, não vou conseguir segurar

Ela abocanhou a cabeça do meu pau, que ainda soltava um gostoso fluxo de mijo cristalino, e aumentou a velocidade da punheta. Mijei com ainda mais força na tentativa de não gozar, mas, por mais força que eu fazia, o jato ia perdendo volume, até que senti a mijada trancar e ser substituída por longas pulsadas de porra. Devo ter gozado pelo menos 10 jatos na boca dela, uma verdadeira mijada, mas agora de porra de verdade. Ela não se fez de rogada e mamou até a última gota.

Ela se levantou e me deu um beijo de língua com todo tesão possível. Sentia o gosto da minha porra na boca dela. Ela interrompeu o beijo e disse

- “não acredito que eu fiz isso”.

Silenciei-a com outro beijo longo e um abraço apertado.

Assim que me recompus, lembrei ela que precisávamos voltar. Ela concordou, mas disse que antes ia mijar novamente. Ela inclinou a bunda para trás como se fosse deixar que eu a fodesse, e deu uma longa mijada.

- "Agora você perdeu a vergonha de fazer xixi na minha frente, né?" – ela riu.

Essa foi a primeira vez que fiz isso com a Lari.

  • Enviado ao Te Contos por Marcio

quarta-feira, 8 de outubro de 2025

Essa coroa gosta !

 

By; Thalles

Me chamo Thalles, tenho 32 anos, e sou separado, atualmente namoro, esse historia aconteceu a 2 anos atras, e ate hoje rende umas boas fodas.

Eu conheci uma coroa, 41 anos. Uma mulher incrível, doce, inteligente e apaixonante. Gastei muito tempo tentando conseguir um beijo, consegui e passei meu contato pra ela. Achei que ela nunca ia me mandar mensagem, mas passou o carnaval ela me procurou e combinamos de nos ver.

Fomos para um bar, papo vai e vem, um beijinho ali, ela ia me deixar em casa, mas no carro começou a pegação. Que coroa gostosa, uma bunda linda, peitinhos durinhos e pequenos! Apertou minha calça e falou:

- “Duro, rápido assim?”

Dali fomos para um motel e já cheguei a jogando na cama, mas, pra minha surpresa, ela que gostava de dominar, mandou que eu me deitasse e quando tentei dar um tapa em sua bunda, segurou minha mão e disse que não tinha deixado que eu a tocasse.

A partir disso, ela começou a passar o pé na minha boca, depois sentou na minha cara me sufocando com o xota e com o cu, e se eu não a chupasse ela apertaria meu saco. Achei estranho, dolorido, mas estava com tesão.

Pegou minha mão e colocou em sua buceta para me mostrar como estava molhada, colocou o dedo no cu e mandou que eu chupasse seu cuzinho com muita vontade.

Meu pau já estava estourando e ela mandou:

- “Fode primeiro minha buceta”.

Ficou de quatro dizendo que se eu gozasse rápido seria pior pra mim, o que me deixou com medo, mas curioso, então meti com força na safada, que rebolava e de dominadora virou uma gatinha.

Foi minha vez de dominar, então puxava seu cabelo pra trás enquanto batia muito em sua bunda, a cachorra adorava apanhar, meti muito forte, e ela gritava pra eu foder fundo sua buceta.

Em seguida tirei o pau, muito molhado pela buceta dela, apontei no cuzinho e ela assustou, pedindo que eu fosse devagar, coloquei só a cabeça, pra ela acostumar, mas rapidinho comecei a socar forte.

Ela gritava: - “Desgraçado, vai arrombar meu cú”.

Fodi muito o cuzinho e ela rebolava igual uma vagabunda, pedindo que eu enchesse seu rabo de porra, gozei gostoso e mandei que limpasse tudo com a boca, pegou a porra escorrendo do cú e lambeu, não desperdiçando nada.

Me deu outro tapão na cara e me beijou com a boca cheia de porra do cuzinho:

- “Agora vc tá provando o que  me fez limpar”.

Depois disso saímos mais algumas vezes, paramos por um tempinho e voltamos a nos encontrar pra umas fodas assim com uma frequência semanal.

  • Enviado ao Te Contos por Thalles

terça-feira, 7 de outubro de 2025

Foi inrresponsavel, inconsequente, imprudente, louco, divertido, perigoso e muito gostoso.

 

By; Rebeca

O que acontece quando duas meninas novinha, que acabara de ter sua primeira relação sexual, que estão com um incêndio fora de controle entre suas pernas, querendo sexo, sexo e só sexo se junta em uma tarde monótona ?

Então, hoje eu tenho 33 anos, mas voltando no tempo quando eu e minha amiga tínhamos 18 anos, estivemos nessa situação.

Morávamos na mesma rua, no mesmo quarteirão, só que eu morava em uma casa e ela em um apartamento, sempre uma estava na casa da outra.

Uma tarde após o almoço, sozinhas no ap onde ela morava, começamos a falar sobre sexo, aproveitávamos e víamos revistas pornográficas, liamos contos, víamos filmes, sabíamos onde o irmão dela guardava essas coisas. Era ótimo.

Naquela tarde o papo rolava sobre a minha primeira vez, a segunda e a terceira vez, que tinham acontecido na semana anterior, o papo foi quente, queríamos estar transando, só falávamos nisso...ate o papo de um dia dividir um pau.

Riamos, minha bucetinha estava molhada, aquela sensação de excitação, que coisa boa. Ai veio uma brincadeira seguida de um desafio.

Será que teríamos coragem de transar com um homem mais velho ?

E ela falou; - vamos la o ap dele tiramos a roupa e tocamos a campainha e damos pra ele. Duvido ele recusar duas meninas nuas querendo sexo.

Sem pensar no perigo, sem pensar em nada, apenas, fomos lá, 3° andar, ap no final do corredor, tocamos a campainha, tiramos o short, calcinha e camiseta, e esperamos ele abri a porta.

O susto que ele levou pra mim é inesquecível, lembro bem do rosto dele. Ao mesmo tempo ela e eu falamos pra ele que queríamos ser comidas, entramos, ele tava excitado mas ao mesmo tempo com medo, devia achar que era um golpe, aproximamos dele descemos sua bermuda junto com a cueca, seu pau estava meio mole meio duro, abaixamos alisamos, lambemos, beijamos, depois ela abocanhou ele e eu fiquei brincando nas bolas e olhando pra cima, pro rosto dele, depois de um tempinho, eu fui chupar o pau dele enquanto a minha amiga brincava e chupava suas bolas.

Depois fomos para o sofá, ficamos ajoelhadas com as pernas pra fora, bunda empinada, ele veio primeiro na minha buceta e lambeu ela de baixo pra cima, molhou mais que já estava, ai encostou a cabeça do seu pau na entrada da minha buceta e foi empurrando, enfiando aos pouco, doeu um pouco, mas conforme ele foi movendo pra frente e pra trás isso foi ficando muito bom, logo ele tava me comendo bem gostoso, com seu corpo batendo na minha bunda.

Além das metidas que ele dava, ele tambem ficava dando uns tapas na minha bunda, me chamando de safada, pqp aquilo foi tão gostoso, foi a primeira vez que eu sentia tudo aquilo. Ele me comeu por um tempo, depois trocou, foi meter na minha amiga, do mesmo jeito que ele fez comigo. Enquanto isso eu fiquei ali de bunda pra cima olhando pro rosto da minha amiga levando rolada forte na buceta, que tesão, eu gozei 2x, uma enquanto era comida e a outra vez foi me tocando olhando a minha amiga ali passando pelo o que passei.

Quando ele foi gozar disse para nós nos ajoelharmos, juntarmos nossos rostos pois gozaria neles, e foi uma senhora gozada, foi forte, parecia não ter acabar, nos melou os rostos e o nossos cabelos.

Nos levantamos rindo feito duas bobas, ele chamava nós duas de vadias e putinhas. Nos vestimos, falamos que repetiríamos se ele guardasse segredo e fomos embora, descemos as escadas o mais rápido que pudemos porque estavamos com os rostos e cabelos gozados.

Fomos tomar banho juntas, demos alguns beijos, mas focamos no que tínhamos feito, na loucura toda, foi divertido, louco, perigo e bem gostoso.

Nós ficamos trasando com o sr. Carlos por um tempinho, transávamos separadas e juntos, ele foi quem fez o primeiro anal em nós. E após uns 2 anos ele se mudou, mas ficou na memoria.

A Julia e Eu continuamos amigas inseparáveis e aprontamos muito depois disso

  • Enviado ao Te Contos por Rebeca

Aproveitei que o meu marido não viajou comigo e fui para o motel com o meu primo. (04-10-2025)

 

By; Ana

Oi,me chamo Ana, sou casada, tenho 30 anos, morena, cabelos castanho escuro longos, seios medios, bunda grande.

Final de semana passado eu viajei ate a cidade em que meus pais moram, fui a um aniversario de um parente que mora lá, sempre vamos, meu marido, eu e nossos filhos, mas dessa vez fui apenas eu, meu marido teve que ficar e meus filhos tambem ficaram com ele, eu acabei indo com minha irmã e duas amigas.

Chegamos na tarde de sábado e voltamos na manha de domingo, seria rapido, lá encontrei boa parte da minha família, inclusive o meu primo Vanderson, que quando jovem transavamos feitos loucos, a ultima vez que transamos foi a uns anos atras, foi e uma vez que meu marido não estava, e como ele não estava dessa vez tambem ele aproveitou para tentar de tudo.

Nem preciso dizer que assim que o vi já fiquei com tesão, imaginei ele chupando meus peitões, minha buceta... aí chego a sentir as beliscadas.

Em um momento já após os parabéns nosso olhares se encontram foi quase um chamado para nos aproximarmos. Ele vem me cumprimentar, trocamos beijinhos na face, fala com os demais e pergunta.

- vamos dar uma volta?

- vamos sim

Saimos e a xoxota deu sinal, sinto um choquezinho e molho a calcinha, já sabia o que aconteceria.

Entramos no seu carro, quase ninguém por perto. Ele não esperou nada e me beijou com intensidade, apertando meus seios, ele sabe que é meu ponto fraco. Como dois adolescentes namorando escondido praticamente ele meteu a mão por baixo da camisa e levanta-a, puxa o soutien me deixando quase nua.

- "Para início de conversa vou tirar esse soutien."

Eu excitada não esboçava reação e ele tirou a peça, jogando no banco traseiro, se curvou e cheirou meus peitões recem libertados, com marcas do soutien ... Ahhh! Ele sabe que o cheirar me excita, passa a língua nos bicões dos mamilos... sugou de vez meus peitões, gemi. Quando ele suga o faz com furia que me sacode intensamente, ninguem faz como ele.

Ele sabe o que é melhor e sem falar nada ligou o carro e saimos, estavamos excitados. Paravamos nas ruas com pouco movimentos, já distante da casa dos meus pais, ele aproveitava e sugava os mamilos, sugava mordicando, eu enlouquecendo com a boceta umida. com os seios de fora, as vezes cobria um pouco, mas confesso gostava de ficar semi nua. Meus peitões ficando imensos inchadinhos, durinhos e pontudos.

Chegamos num Motel, descemos e ainda na garagem ele tirou a minha camisa, fiquei quase nua, apenas com a calça legging e a calcinha fio dental deixando o bundão todo livre. Usava tamancos de saltos favorecendo meu bundão.

Ele enlouqueceu vendo meus peitões pontudos com os bicos dos mamilos alterados e pediu.

- "Segure-os e coloque na minha boca."

Sei que ele tem esse fetiche, com as mãos segurei-os e aproximei ele sugou mamando…ahhh! ... nao tem jeito sou sua cadelinha mesmo, se ele pede eu faço.

Não esqueçam caros leitores ele foi meu primeiro macho, sei dos seus desejos e ele dos meus. Me senti uma putinha dando pra seu homem eu sussurrando o que queria ser e gozei. Ele satisfeito diz.

- "Essa buceta está maltratada nessa calça, marcando tudo."

Sem me deixar falar algo, apertou minha xoxota por cima da calca, cerrando os dentes e fechando a boca, amo quando ele faz isso.

- "Ela está inchadinha, querendo rola. Abra as perninhas amor."

Imediatamente abri ele aproveitou e meteu a mão dentro da legging localizou a buceta com a calcinha micro, procurou o orifício e colocou o dedo do meio dentro, ele ama fazer isso. Movimenta como circunferência e gemo, gemo me segurando nele. Eu sei que é impossível não querer esse homem. Continua dentro o dedo na buceta, ele me possuindo

- fode, fode …

Meus gemidos aumentam e ele tira murmura.

- "Só pra ver se está apertadinha, está. "

Bate na minha bunda e volta a sugar meus peitões, agora chupa sem pena, acelera as mamadas eu enlouquecendo. Ainda na garagem me escancaro encostada no carro, procuro sua calça e abro o zíper, tiro a pica. Tiro a rola e chupo ele, segurando e socando na minha boca, solto sua mão e domino abocanhando e chupando no gás, na pressão.

Depois de dura, solto e safadamente o olho e seguro meus peitões oferecendo...

- "Tô louca para ser fudida nos peitos."

Ele segura e coloca entre eles e fode fazendo uma espanhola bem apertadinha... Ele vai e jorra leitinho inundando meus seios se espalhando no corpo.

Ele tira um guardanapo do carro e me limpo. Nos beijamos eu agora aninhada nos seus braços e entramos.

Dentro do quarto ele tira minha legging e fico quase nua, somente de calcinha que cobre quase nada, pois o bundão fica todo de fora. Ele se senta na cama, fico entre suas pernas ele tira a calcinha, joga a micro peça longe, nao sei como vou para o hotel, estou ensopadinha na xota.

Ele coloca a mão e sente os cabelinhos crespos aparados com o bigodinho médio no meio. Fecha os olhos e alisa. Depois me deita na cama e se posiciona entre minhas pernas e abre elas. A buceta inchada e escancarada, aberta com o pingelo durinho aparecendo, ele olha passa a ponta do indicador no grelinho, parece que ficou engrossado, estufado, avolumando ...

Ahhh! Uma longa espera ... finalmente ele coloca a boca e enxuga minha xana "linguando " toda, sua boca não tem como ninguém chupa e mordisca com os lábios o grelinho, urro contraindo a xana, quase não sinto tamanho, a dilatação é o tesão.

Ele chupa meu grelinho passando a língua gostosa e mete mete dentro, eu perco a noção de tudo, intenso é o domínio que ele tem sobre mim. Depois de chupar sugando ele me olha gozando apertando os lençóis.

Partimos para um 69 cadenciado e nos chupamos bem babadinho, eu abocanho a rola e ele dar um banho de lingua na xoxota.

Meu corpo dolorido pedi uma rola dentro me comendo e chega a hora da jogada final.

Me viro com o bundão pra cima, me acomodo entre os travesseiros e me seguro na cabeceira da cama. Ele murmura.

- "Tarado por esse bundão, esses peitões. Você será sempre minha gostosa, gostosona."

Concordo com ele intimamente e escancarada ele se posiciona, mete enfiando, confesso que sua pica é grossa, sinto um pouco, porém, dentro vai cadenciando convulsivamente, urro, sentia saudades dos tempos juvenil e ele come me chamando de gostosa, de cadelinha, potranca, cabrita e loba e que seria dele em qualquer situação.

Meu corpo sofre com os arrobos da sua metida, mas quero com ele tudo e segue comendo minha buceta rumo ao prazer, mete com gosto de gás, ele sabe que eu aguento, me seguro e ele avisa.

- "Vou gozar."

Solto meu prazer e gozamos juntos.

Passamos o restante da noite juntos safadando e numa dessas fizemos outro 69, ele lambendo a xota inchada e eu chupando a cabeçorra.

Depois proporciono outra espanhola, ato que ele ama. Desta vez eu sentada na cama e ele em pé, "varando" no meus peitões, e de vez em quando lambi, ele todo vermelhinho e sem conseguir reter o prazer por muito tempo ... jorra o leitinho, eu safada me lambuzei toda.

Fui para o box ele foi atrás, se abaixou e lambeu, chupou e meteu a lingua na minha xoxota com a agua caindo, gemi gozando me segurando nele.

Saimos do Motel e fui para a pousada já quase ao amanhecer, descansei ate por volta das 9h da manha, quando tivemos que voltar pra casa, voltar para o meu marido como se nada tivesse acontecido.

  • Enviado ao Te Contos por Ana

Delírio em noite fria - Parte II

 

By; @mrerio

A parte II vc encontra aqui!

Tina estava linda deitada no sofá se tocando pra mim com as pernas abertas, ela pedia para que eu a chupasse alí mesmo do jeitinho que ela estava.

A luz da sala estava um pouco fraca e uma luz invadia a janela vindo do poste lá de fora e a iluminava, aquela boceta lisinha estava ainda mais atrativa, piscando pra mim, me hipnotizando.

Eu me aproximo e ela aproveita e puxa a minha camisa pra baixo, segura meus cabelos e empurra minha cabeça contra os seus grandes lábios... encharcados do gozo dela.

Minha boca foi ao delírio com a sensação de ter aquela boceta pela primeira vez nela, nunca haviamos transado quando eramos namorados, mal mal rolou uma mão dentro da roupa em alguns pegas que dávamos.

Os movimentos da minha língua se misturavam aos do dedo dela, em alguns momentos eu chupava seus dedos para ter ainda mais o gosto dela na minha boca. Minha lingua ia fundo em sua entrada, tocando sua vaginha e movimentando lá dentro... Ela urrava de tesão, se contorcia e gemia ao mesmo tempo, apertava com força minha cabeça contra ela, e esfregava forte sua boceta em meu rosto.

Aos poucos eu vou tomando coragem e ficando mais ousado, na minha cabeça ainda ficava ecoando o pedido dela de não fazermos nada mas ela estava super tomada por todo o tesão que estava sentindo e insistia muito para que eu continuasse. Primeiro eu ponho minha mão sobre a dela e vou brincando com o clitóris dela também, enquanto eu me deleitava em sua xota ensopada. Em seguida eu beijava e mordia sua virilha e coxas, enquanto meu dedo descia até a entradinha de sua vagina e a acariciava ali, e ia entrando nela bem devagarinho.

Ela contorcia e gemia alto, já não se tocava mais.. se dedicava agora a massagear seus seios que apresentavam bicos bem duros e estava lubrificados do seu gozo que estava na sua mão. As pernas dela aperavam a minha cabela, seu rebolado era forte na minha boca, parecia que queria isso há tempos. Olhava pra baixo para me ver cuidando dela e pronunciava baixinho, quase sem força nenhuma:

- Está uma delicia, não para!

Sua voz estava fraca de tesão para falar, mas quando gemia parecia uma leoa, eu nunca havia visto esse lado dela, estava me deixando maluco e preocupado, com um puta tesão mas receoso ao mesmo tempo. Ela gritava em alguns momentos e isso me atiçava mais ainda. De um dedo dentro dela, comecei a colocar dois.

Sua vagina era quente e macia parte dentro, toca lá dentro era muito gostoso, ela gemia mais forte ainda:

- Não para! Põe mais um!

Eu não acreditava em nada daquilo, pus o terceiro dedo como ela pediu e isso fez ela se contorcer ainda mais no sofá, as pernas dela já não estavam em cima dele mas no meu pescoço e eu ajoelhado no chão na frete dele a chupava, dedilhava, cheirava, aproveitava cada pedacinho dela.

Resolvi ousar mais ainda, molhei o dedão da outra mão na mistura da minha saliva com o tesão dela e fui aos pouquinho massageando seu cuzinho. Ela vai ao delírio com isso, já não tinha forças mais nem pra gemer, era um gemido rouco, fininho e trêmulo.

Quando ele entra nela, suas pernas perdem a força, ela treme inteira e geme algumas vezes, tenta apertar minha cabela com suas pernas e seu gozo jorra de sua boceta, escorre por suas coxas e pinga no meu colo. Que gostoso era aquilo, ela gozando de escorrer na minha boca, com meus dendos dentro de sua bocetinha e meu dedão no seu cuzinho. Ambos piscavam apertando meu dedo lá dentro deles, nesse momento eu nem sabia o que pensar, era uma novidade aquele lado dela pra mim, ainda mais tão intenso assim, forte.

Ela tenta se levantar mas escorrega bem de vagar no sofá, com respiração forte, senta no meu colo, põe dois dedos meus de volta na vagina dela, beija a minha boca e em seguida passa um dos seios nos meus lábios, eu o beijo, chupo, mordisco e a dedilho, tudo ao mesmo tempo enquanto ela rebola em cima de mim.

- Minha nossa, eu to jorrando em você, que vergonha!

- E muito, to todo molhado!

- Será que manchei seu sofá?

- Não não, relaxa! Eu fui prêmiado com tudo!

- Mexe devagarinho ai embaixo, vai!

- Você quer, né?!

- É que está tão gostoso! Não sabia que você era assim não!

- Eu amo fazer isso!

- Percebi, olha o que você fez, molhei tudo!

- Nunca fez isso antes não?

- Sozinha eu já, acompanhada não!

- Nossa, que privilégio! Fiquei preocupado com você, sabia?

- Por eu ter pedido para não acontecer nada?

- Exato! E ainda acabamos fazendo isso tudo.

- Eu não consegui resistir a você!

- Aham, sei... A culpa disso tudo é minha agora…

- Não só disso!

Ela começa a abrir a minha calça, eu levanto com ela no colo e vamos para o quarto aos beijos e abraços!

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Se eu falar que não gostei estarei mentido (01-10-2025)

 

By; Mari

Oi me chamo Mari, tenho 27 anos.

Trabalho como diarista, e recebi então uma oportunidade de fazer uma faxina, a senhora me ligou e combinamos que eu chegaria as 8h pra começar na organização, era um apartamento pequeno.

Cheguei o porteiro mandou eu subi, toquei a companhia e um senhor veio me receber, foi nítido como ele me comeu com os olhos naquele instante, mandou que entrasse e jogou em cima da mesa um uniforme pra me trocar, disse a minha mulher faz questão do uso do uniforme, assim fiz fui trocar e colocar aquela roupa feia, um vestido e uma tiara no cabelo, o vestido rodado acima do joelho ela queria deixar as diarista bem feia pra o marido não olhar só pode.

Peguei o kit de limpeza e subir para os quartos chegando o lá o bonito na cama levei um susto pedi desculpas e ia me retirando quando ele pediu que ficasse pra arrumar. Assim eu fiz subir meio sem jeito e o senhor Raul foi pro banho “aí que alívio” pensei Eu, demorou um pouco no banho e saiu devagar assustei novamente quando olhei para trás e o vi me olhando, naquele instante notei por baixo da toalha um volume, tremi que quase cair, então me diz :

- se assustou foi? Não precisa se assustar não.

Eu sorri, me virei e continuei e o seu Raul lá olhando, se aproximou de mim e perguntou:

- vc gosta desse serviço?

Respondi: - claro que sim, não vejo nenhum problema

Ele disse; - poderia está ganhando mais

Disse a ele que não tenho estudo pra isso, e ele responde;

- não precisa

Ele jogou a toalha no chão e mostrando aquele pau enorme (não é exagerado, mas é bem maior e mais grosso que o do meu marido) e falou;

- eu vou te pagar o dobro, aceita?

Eu disse não que não era puta, no fundo eu precisava muito de dinheiro. Me puxou e me fez ajoelhar empurrou minha cabeça no pau dele e me fez mamar, chupei tanto que o primeiro gozo dele foi na minha boca. Me pegou no colo e me jogou na cama, tirou minha calcinha e chupou minha buceta com vontade, depois penetrou aquele caralho na minha xota com força, parecia um touro bravo, enquanto me bombava ele acariciava meu cu preparando pra receber rola, gozou na minha xota e foi logo metendo no meu cu, bombando sem parar até que gozamos.

Ele me pagou uma boa quantia, continuei minha limpeza durante o dia, e antes de ir embora ele ainda me pegou e me fez dar outra mamada na rola dele, gozando dessa vez no meu rosto. Ele disse que me mandaria msg na terça, para confirma se eu vou voltar lá na quarta. Estou aguardando que ele me chame de novo mesmo, pois estou precisando muito de dinheiro.

  • Enviado ao Te Contos por Mari

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Ela não quis ir ao motel mais me convidou para transar na sua casa. (01-10-2025)

 

By; Alberto

Oi Te Contos, me chamo Alberto, tenho 40 anos, sou casado, não vou dizer onde trabalho. Mas lá no trabalho no começo do ano eu conheci uma garota, nos aproximamos e acabamos tendo um caso.

Alice tem 21 anos, embora pareça ter menos, seios pequenos, magrinha, bundinha redonda, pequena, coisa linda durinha.

Nos começo foram só os beijos e amassos no trabalho e no carro, chamei ela para o motel, mas ela não aceitava, ficava fazendo jogo duro, de tanto insistir ela me convidou para ir pra sua casa, eu claro que aceitei, nem pensei como faria para ir ate lá.

Na quarta minha esposa saiu com minha filha, para um evento, demorariam um pouco a chegar, liguei para a Alice que chamou para ir ate a sua casa, no bairro vizinho, tomei um banho e fui pra lá.

Alice me recebe linda, estava usando uma lingerie preta minúscula, micro mesmo, realçando toda beleza do seu corpo. Já começa com aqueles beijos deliciosos de boas-vindas que já deixa o pau bem duro, depois conversamos rapidamente, ela foi para o quarto e me chama, quando entro no seu quarto a vejo na cama de bruços, PQP QUE VISÃO!. Ela faz de maldade!

Sento-me na cama e começo a beijar seu corpo, que bunda deliciosa – PQP! Que pele e que cheiro ela tem..

Ela se vira e engatamos mais beijos, ela segura o meu pau, desce e abocanha com suavidade e precisão. Ela alterna pressão, engole, lambe e faz todo repertório de um oral DIVINO, pensei em deixar ate eu gozar, mas ela gemendo e com aquela raba para o alto, PQP, nem pensar.

Puxei Alice para mim, mais beijos, ela se deita e vou beijar seus seios, que delícia, sigo descendo e vou na sua linda bucetinha rosada, PQP como estava molhada, sigo chupando e sorvendo, ela se contorce, geme, ronronando como uma gatinha (só ela faz isso), segura minha cabeça e treme toda.

Eu continuo sorvendo e chupando, ela me aperta com as pernas e como geme, só paro quando ela me afasta. Mais beijos, coloca a camisinha rapidamente e engatamos um ppmm, muito intenso, corpos colados, beijos com direito a gemidos. Alice se contorce e me agarra com as pernas PQP!

Fico sentindo sua buceta pulsando, nos beijamos e mudamos de posição, sem tirar ela fica de ladinho, PQP que encaixe delicioso. Alice vira o rosto e fica me beijando enquanto mexe o quadril e rebola, vou socando devagar e curtindo, seguro pela cintura e por vezes acelero.

Depois de um tempo Alice pediu para ficar D4, PQP QUE VISÃO! Foi para me finalizar, ela fica na beira da cama toda empinada, eu vou enfiando o meu pau e sinto a buceta pulsando. Começo socando devagar e cadenciado, Alice olha para trás com aquele sorriso, eu acelero e vou socando enquanto ela rebola, até que não resisto e gozo aos urros. Com as pernas trêmulas e com a alma fora do corpo, deito-me ao seu lado na cama, a danada vem me beijar mais ainda que delícia.

Dali com certeza eu não me levantaria tão cedo se ela não tivesse me lembrado que eu teria que voltar pra minha casa antes de minha esposa voltar. Tomamos banho juntos aos beijos, la ela me chupou e me fez gozar na sua boca, que delicia, quase perdi as forças das pernas.

Me vesti e voltei pra casa chegando a tempo de minha esposa e filha chegarem.

  • Enviado ao Te Contos por Alberto

Minha Vizinha tirou a minha virgindade de forma bem deliciosa. (Bi)

 

By; Karol

Ooi me chamo Karol, hoje tenho 23 anos, acompanho o Tc a pelo menos uns 4 anos, e sempre tive vontade de enviar a minha historia.

Eu tinha 19 anos, ainda era virgem e morava com meus pais. No mesmo prédio, tinha uma vizinha, ela tinha 34 anos na epoca, a Carla. Ela sempre foi muito simpática com todos os vizinhos, inclusive comigo.

Quando ela teve seu primeiro filho, sempre que podia eu ajudava ela em casa com os afazeres domésticos, pois seu marido viajava muito a trabalho e, com frequência, ela ficava sozinha, sem ninguém pra ajudar. Então, sempre que eu tinha um tempinho livre, oferecia ajuda, pois gostava da sua companhia e adorava crianças, então era oportunidade de poder cuidar do bebê dela também.

Em certa ocasião, seu marido estava viajando a trabalho e ia ficar fora um mês. Eu já estava de férias do colégio e passei no apartamento dela me oferecendo para ajudá-la no que precisasse. Ela me agradeceu muito, pois sua mãe, que também costumava ajudá-la, tinha viajado para visitar seu irmão que morava em outro estado e ela estava tendo que se virar sozinha. Isso foi no final do dia de uma quinta-feira e ela me perguntou se eu podia ajudá-la no dia seguinte com os afazeres da casa. Disse que sem problema e que no dia seguinte estaria lá de manhã para ajudá-la.

No dia seguinte, sexta-feira, cheguei logo cedo e ajudei-a em tudo que precisava. Enquanto eu arrumava a casa, ela cuidava da roupa. Perto da hora do almoço ela me disse pra ficar para podermos almoçar juntas. Fizemos um prato congelado e, enquanto comíamos, conversamos sobre diversos assuntos. Ela me perguntou se eu tinha namorado e eu disse que não, mas que de vez em quando paquerava alguns garotos. Ela disse que os rapazes deveriam brigar por mim pois eu era muito bonita e agradável. Ri e disse que ainda não tinha ninguém brigando por mim e agradeci o elogio. Retribui o elogio e disse que ela também devia ter muito homem no pé dela. Ela riu e disse que recebia muitas cantadas mesmo. Aí eu disse que se ela fosse solteira ia fazer a festa. E ela respondeu:

- mas mulher casada também pode!

Lembro-me como se tivesse acontecido ontem. Eu fiquei um pouco sem graça e ela percebeu. E me disse que o casamento não era uma prisão, pelo menos pra ela, e que se aparecia uma oportunidade com alguém que valesse a pena, ela aproveitava.

Depois do almoço, continuamos os trabalhos e, no meio da tarde, tudo já estava em ordem. O dia estava bem quente e nás duas estávamos bastante suadas. Falei com ela que ia pra casa tomar um banho e depois voltava pra ver se ela precisava de mais ajuda. Ela disse pra eu tomar banho na casa dela e que eu poderia vestir uma roupa sua. Disse que tinha poderiamos ver uns filmes para gastar o resto da tarde. Não sei bem porque, acabei aceitando o convite. Alguma coisa nela me cativava. Ela era uma mulher muito bonita, de cabelos levemente ondulados, castanho claros, olhos claros, pele levemente morena, seios grandes (talvez pelo fato de estar amamentando) e bunda redonda, parecida com a minha. Um mulherão de fazer inveja a qualquer uma.

Ela disse para eu ir primeiro e eu entrei no banheiro. Quando estava me molhando, ela também entrou e disse que havia esquecido de me dar a toalha. Disse que estava sentindo muito calor e perguntou se podia dividir o chuveiro comigo para se molhar um pouco. Um pouco sem jeito, disse que sim.

Quando ela estava se molhando, vi que tinha leite escorrendo de seu seio. Ela viu que eu tinha percebido e disse que seu seio produzia muito leite, mais do que seu filho era capaz de mamar. Para puxar assunto, perguntei pra ela se o sabor dele era parecido com o leite comum. Então ela me surpreendeu:

- quer provar?

Naquele momento eu tive certeza de que a oferta dela tinha segundas intenções. Mas a presença dela, nua na minha frente, com aquele corpo maravilhoso, tinha me deixado excitada! Eu nunca tinha transado antes. Já tinha beijado uma amiga, mas só com a intenção de treinar beijo. E, com minhas paqueras, eu só tinha pego no pau de dois rapazes e deixado um passar a mão na minha buceta, por cima da calcinha.

Demorei alguns segundos pra responder, mas disse que gostaria, se não fosse ter problema para o bebê.

Como resposta, ela desligou o chuveiro, tirou o excesso de água e segurou o peito por baixo, me oferecendo o seio para mamar. Coloquei a boca e tentei mamar, mas sem saber se estava fazendo direito. Ela falou para mamar com mais força, usando a língua como alavanca para puxar o leite. Não saiu nada. Ela falou:

- deixa eu tentar te mostrar

E, sem me dar tempo de reagir, colocou a boca no meu seio e começou a sugá-lo e apertá-lo por baixo. Fui pega tão de surpresa que não reagi. Além disso, já estava bastante excitada e ela percebeu pela dureza dos bicos dos meus seios.

Depois de chupar meu peito por quase um minuto (onde segurei muito para não gozar), ela me ofereceu de novo o peito dela. Tremendo de excitação, comecei a fazer como ela tinha feito comigo e, finalmente, comecei a sentir um gosto docinho na minha boca. O leite finalmente tinha começado a sair. Era quente e levemente doce. Tirei minha boca do seu seio e comentei com ela que o gosto era bom. Ela já não escondia o tesão e mordia seu lábio. Depois de chupar mais um pouco, tirei minha boca de seu seio. Mas ela disse pra eu chupar o outro, pra não dar diferença. Eu já estava excitada e o tremor do meu corpo não conseguia esconder isso.

Enquanto eu chupava o outro peito e tirava o leite dele, ela começou a gemer e dizer que estava muito gostoso, que a sensação era muito boa. Tirei o seio dela da boca só pra dizer que também estava gostando. Essa foi a senha para a liberação total de nossos instintos. Quando comecei a chupar de novo seu seio, ela levou a mão aos meus seios e começou a acariciá-los com suavidade e carinho. Nessa hora, parei de tentar me controlar e também me soltei. Levei minha mão à minha buceta e comecei a me masturbar. Nessa hora, ela também começou a se masturbar.

Depois de alguns segundos, ela tirou minha boca de seu seio e a levou até sua boca, onde nos encontramos em um beijo excitante, molhado e intenso.

Durante vários minutos ficamos ali abraçadas, roçando nossos seios, nos beijando cheias de excitação. Depois de um tempo saímos do banheiro e fomos para o quarto dela, onde nos deitamos na cama e continuamos a nos beijar e nos acariciar. Carla não parava de me beijar e me acariciar. Sua mão brincava com meus seios, passeava em minha bunda e agora explorava minha buceta. Falei com ela que eu era virgem e ela disse pra eu não me preocupar, que ela ia me tratar com muito carinho. às vezes, quando começava a escorrer leite de suas mamas, ela pedia que eu as chupasse de novo e eu obedecia. Mamei muito naqueles seios e até fiquei preocupada de não sobrar para o bebê, mas não conseguia parar. O gosto era bom e a forma de seus seios era perfeita.

Depois de algum tempo, ela me fez ficar deitada na cama, com as pernas abertas e começou a beijar minha virilha, chegando até minha buceta. Sua língua em minha xana me deixou louca e eu apertava meus seios de excitação. Também empurrava a cabeça dela contra minha virilha, pedia para ela morder meus lábios. Pela primeira vez na vida, gozei! Gozei de tremer toda e, depois que relaxei, fiquei parada apenas olhando pro teto e sentindo um prazer que parecia não acabar.

Depois ela me fez gozar mais uma vez com suas lambidas e voltou a me beijar. Depois pediu que eu ficasse de boca aberta e começou a se ordenhar, apertando seus mamilos e fazendo o leite esguichar dentro de minha garganta. Disse pra eu não engolir o leite e, depois que já tinha uma boa quantidade na minha boca, me beijou, bebendo do seu próprio leite. Disse que adorava o gosto de leite materno e que já tinha experimentado de outras mulheres antes. Também me contou que ela e o marido eram liberais em relação a sexo e gostavam de experimentar formas não-convencionais de sexo, como sexo grupal, bissexualismo etc.

Depois de algum tempo de conversa ela me disse para fazermos algo que desse prazer as duas ao mesmo tempo:

- vamos fazer um 69!

Ela ficou por baixo e pediu que eu viesse por cima. Meio sem jeito e sem saber o que fazer, ela foi me orientando, dizendo onde chupar, para morder em determinada hora, fazer como ela estava fazendo em mim. Em pouco tempo eu já estava mais adaptada a situação. Aliás, acho que pro sexo a gente já nasce programada, rsrsrs! Eu já tinha gozado várias vezes mas o melhor ainda estava por vir.

Num certo momento, ela começou a lamber meu cuzinho. Quando senti a língua dela passando no meu cu, me arrepiei toda e minha excitação se multiplicou. Naquele dia descobri o que eu realmente ia preferir em termos de sexo. Anal é a minha praia. Mesmo se eu não consegui levar rola no cu durante o sexo, não abro mão de ser chupada ali.

Carla percebeu que eu tinha gostado e começou a enfiar a língua mais fundo. Depois de estar bem lubrificada, ela enfiou um dedo e depois dois, me deixando mais aberta. Não senti dor, pois ela foi muito carinhosa comigo, me relaxando e depois me abrindo. Quando estava com o cuzinho bem arreganhado, ela voltou a enfiar a língua, dessa vez um pouco mais fundo. Não aguentei, gozei de novo.

Depois de gozar, fiquei meio trêmula e um pouco grogue. Tinha sido ainda melhor do que as outras gozadas que tive naquela tarde maravilhosa.

Quando comecei a me recuperar ela me pediu pra ficar deitada de barriga pra cima. Eu obedeci e ela veio sobre meu rosto, oferecendo sua buceta pra ser chupada. Eu chupei e ela começou a acariciar seu próprio cu. Percebi qual era a intenção e comecei a concentrar minhas chupadas ali, retribuindo o prazer que ela tinha me dado. Agora eu lambia seu cu e alternava com chupadas em sua buceta. Ela me disse que tava muito gostoso e que eu tinha aprendido rápido como se faz.

Depois ela terminou de se deitar sobre meu corpo e começamos outro 69, agora com ela por cima. Ficamos assim durante uns 20 minutos, onde ambas gozamos muito. Depois ela me deu de novo seus seios pra mamar. Eles realmente produziam muito leite, pois já estavam cheios de novo. E eu mamei gostoso naquelas tetas cheias de leite.

Já eram quase 7 horas da noite quando disse a ela que era melhor voltar pra casa, pois meus pais já deviam estar chegando do trabalho. Ela me beijou com muito amor e paixão, um beijo de amantes e me agradeceu pela ajuda e pelo prazer que tinha proporcionado a ela. Também me disse pra eu voltar quando quisesse. Eu prometi que voltaria todo dia se tivesse oportunidade.

Voltei pra casa leve e com uma sensação engraçada, como se estivesse apaixonada por Carla. Tinha sido minha primeira transa e de maneira tão incomum: uma relação lésbica. Mas isso foi só o começo de nossa amizade. Dali em diante muitas coisas aconteceram. Passamos o resto do mês, até seu marido voltar, transando a tarde durante a semana, quando meus pais estavam no trabalho e eu ficava sozinha em casa. Saía cedo, ajudava ela em suas tarefas domésticas e depois fazíamos amor durante toda a tarde, e ela sempre me amamentava com seu excesso de leite.

Quando seu marido voltou do trabalho, tivemos que nos contentar com tempo menores para nos encontrar, tambem tinha retornado as aulas. Mas não paramos, ficamos anos nos encontrando, foi uma delicia. Beijos

  • Enviado ao Te Contos por Karol

Um fato que meu marido não sabe! (Out-2025)

 

By; Ana B.

Oi Tc, me chamo Ana B. Tenho 32 anos, eu sou casada, sou magra, mas tenho coxas grossas, bumbum grande, cintura fina e seios médios. Sou proprietaria de uma loja (pequena) de roupas masculina e feminina. E o que aconteceu ocorreu quando eu ainda não tinha funcionarias trabalhando comigo.

Eu trabalhava em minha loja de roupas, um homem bem mais novo que eu passava em frente todos os dias olhando para mim e fui aos poucos me interessando, algumas vezes ele entrava para comprar ou só experimentar roupas e pedia minha opinião.

Em uma das vezes escolheu uma bermuda daquelas com tecido fininho e me pediu para ver se ficou bem com ela, abrindo a cortina do provador, estava sem camisa, só com a bermuda sem a cueca, o que marcou o pau duro.

Não consegui disfarçar, olhei descaradamente, o que o fez me chamar pra entrar no provador… Para provar sua pica!

Entrei e me ajoelhei já abocanhando sua piroca que mal cabia na minha boca, ele segurou minha cabeça e foi metendo a pica na minha boca com cuidado, até gozar e encher minha boca de porra.

A cada dois ou três dias ele ia lá na minha loja, abria a calça e tirava o pauzão pra fora, nisto eu já estava de joelhos, como sempre gozava jorrando demais sua porra quente e deliciosa na minha boca.

Passado quase um mês que estavamos nisso ele falou que queria meter em mim e me deu um endereço, claro que fui, queria sentir aquela pica gostosa na minha buceta.

Quando cheguei no endereço, era um ap, interfonei e ele autorizou que eu subisse, quando sai do elevador ele estava me esperando na porta. Entrei, tiramos a roupa e ele já estava com o pau enorme e eu toda melecada de tesão, ele me colocou de quatro e começou a mandar a vara para dentro, me arrombando demais, meteu forte, mudamos de posição várias vezes, gozei várias vezes, ele demorou muito para gozar, mas quando gozou ele me encheu de porra.

Ficamos recuperando o folego, conversando um pouco, ate que seu pau deu sinal de vida de novo, rapidinho ficou duro, eu fiquei de 4 de novo (adoro levar de 4), ele veio pra tras de mim e meteu de novo bem devagar na minha bucetinha enquanto massageava meu cuzinho, uma delícia.

O tarado tirou o pau e tentou por no cuzinho, comecei a gemer ao sentir a cabeça grande entrar, foi empurrando devagar e eu gemendo alto, enterrou tudo e começou a meter devagar, sem dó, ficou metendo por muito tempo, doeu, mas o prazer era tanto que pedi pra meter mais, gozou urrando alto e metendo forte, esperou o pau amolecer e tirou de dentro.

Estamos assim nos encontrando quase toda noite e gozo demais com ele, isso já tem dois anos e não vou parar, dou minha bucetinha e meu cuzinho pra ele.

  • Enviado ao Te Contos por Ana B.

quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Nos ajudamos.

 

By; Lucas

Oi TeContos sou o Lucas, tenho 28 anos, sou de Vila Velha – ES, atualmente eu namoro, mas venho contar aqui o inicio, a primeira transa com a minha vizinha\amante, ela te 34 anos, casada e com 2 filhos.

Minha vizinha (Aninha), quando soube que eu estava separada passou e me dá uma atenção especial. Sempre que o marido dela saia de casa para cuidar do gado ela me chamava para tomar café. Sempre preocupada se eu tinha feito as refeições e como eu estava me virando. No principio não vi como uma intenção dela em ser minha putinha. Achei que era apenas preocupação de vizinha. Moro no andar de cima e o meu quarto fica bem acima do quarto dela.

Num café da tarde a conversa começou a esquentar. Ela disse que ouvia sempre quando eu estava transando com a minha ex. Ela perguntou como estava me virando. Depois disse que chegava a ficar excitada muitas vezes só ouvindo os movimentos. Eu disse que ela tinha ouvido de tuberculoso e ela disse é que era necessidade. Via que eu tinha muito fogo e o marido dela só pensa em dormir.

- Não acredito que ele não dar assistência a uma mulher bonita como vc.

Ela disse que ele só pensa em trabalho e esquece de tá atenção a ela.

Aproveitei a situação e disse que estava necessitado e ser aliviado e que se tivesse uma mulher como ela, linda, sexy e gostosa não deixaria passar um dia sequer.

Foi aí que ela disse que a gente pode se ajudar. Não queria separar do marido, mas precisava de sexo assim com eu estava necessitado.

Aninha estava com um vestidinho curto e rodado e eu me aproximei e arrochei ela ali mesmo. Dei uns cheiros e logo estava beijando sua boca. Ela trancou a porta e formos para a cama. Passei a mão na buceta dela ja estava molhada. Desabotoei o sutiã e dei um trato no lindos seios dela. Ela segurava minha cabeça em seus seios e minha mão já afastava a calcinha dela para o lado e dedilhava sua buceta. Ela estava tão carente que começou a gozar apenas com as caricias preliminares que fiz. Sem perder tempo, tirei toda roupa dela, botei o pau para ela chupar um pouquinho e já comecei a meter na bucetinha de Aninha. Ela gemia baixinho e aguentava toda minha tora na sua xota.

Continuei fodendo ela de quatro e logo ela pedia para não parar. Eu prontamente obedeci e meti madeira pra cima. Ela urrou baixinho e começou a gozar no meu pau. Não aguentei de tesão e comecei a gozar dentro da xota dela. Fiquei com medo de engravidar ela, mas ela disse que tomava pílula e ainda tinha o DIU implantado. Ela disse que gosta de sentir a gozada dentro da buceta e só transou comigo sem o preservativo porque confiava em mim.

Em Segredo, estamos tendo um delicioso caso.

  • Enviado ao Te Contos por Lucas

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Muito Prazer e Depois Muito Medo (30-09-2025)

 

By; Nando

Sou o Nando, tenho 19 anos, e quero contar sobre ontem a noite.

Ontem foi a primeira vez que transei com a minha namorada em sua casa, seus pais tinham saido, teriamos uma 2 a 3 horas com a casa só pra nós. Minha namorada tem 18 anos, é linda, bem safadinha quando estamos a sós, mas perto dos pais ela é a princesa deles, e ai de mim se fizer algo que o pai dela desaprove.

Sai do trabalho e já corro lá para a casa dela. Chego rápido, seus pais já tinham saido.

Bato na porta e ela me recebe em uma lingerie preta e com um radiante sorriso no rosto. Ela é linda, sarada e com peitos medios deliciosos. Trocamos uma beijo e palavras rápidas antes de eu ir tomar um banho, afinal estava voltando de um dia corrido de trabalho.

Saio do banho e a encontro deitada na cama. Me aproximo dela e conversamos um pouco, mas logo estamos aos beijos. É um beijo gostoso e excitante. Vamos nos acariciando e apalpando, ela mordisca aqui e ali, eu a giro para que ela fique sob mim. Ela tira parte de cima da lingerie, expondo os seios, enquanto eu acaricio a parte interna de suas coxas. Vou descendo pelo seu pescoço até seus seios, enquanto estimulo seu clitóris por cima da calcinha. Ela tira a parte de baixo, me garantindo acesso direto e eu começo a masturbá-la enquanto chupo seu seio. Ela começa a ficar molhada e gemer no meu ouvido. Vou descendo pelo seu corpo, provando-o com minha boca, até chegar em sua buceta.

Começo a chupá-la e ela corresponde de imediato, gemendo gostoso e rebolando na minha boca enquanto vai ficando cada vez mais molhada. Eu me dedico, aproveitando cada segundo da experiência. Se ela não falou apenas para me agradar e cada vez que ela me pedia pra diminuir o ritmo foi por ter gozado, eu perdi a conta de quantas vezes aconteceu.

Me lambuzei lá até que ela me manda deitar e vem retribuir de um jeito matador. Que boquete gostoso. Babado, mas não muito, engolindo bem, chupando, massageando e lambendo as bolas. Em um momento que ela para para respirar, faço um comentário do tipo;

- "puta que pariu, o que foi isso"

E ela me responde que estava tarada e que meu pau estava muito duro. Ela volta aos trabalhos, mas logo peço a camisinha para não queimar a largada.

Começamos num PPMM fenomenal, a buceta dela me apertando a cada estocada. Começo mais lento e vou aumentando a velocidade, enquanto a aperto contra mim e beijo sua boca. Ficamos um bom tempo nessa, até que eu peço para trocar e ela vem cavalgar por cima.

Que loucura!!!

Depois de mais outro bocado de tempo nessa posição, paramos para beber água, ou pelo menos tentamos. Ela começa a preparar os copos, mas eu a abraço por trás e acaricio seus seios, e ela esquece do afazer. Paro por um minutinho para deixá-la terminar, mas assim que os copos são repousados sobre a pia, eu começo a meter ali mesmo, com ambos em pé. Depois a apoio na mesa e continuo socando, até eu sentar na beira da cama e ela vir quicar em mim de costas.

Então eu a coloco deitada na cama de bruços e começo a beijar e lamber o seu cuzinho, ela gemia baixinho, estava gostando então pedi para deixa-la meter no seu o cuzinho, ela deixou e eu começo a meter ali de bruços, depois com ela de ladinho e finalmente no PPMM. Eu gozei tão forte que ate me espantei.

Quando já estou completamente exausto, nós finalmente paramos e percebemos que tinhamos perdido muito a hora, corremos para nos vestirmos, ela pôs um hobby e foi pegar agua enquanto eu me vestia, quando ela entra no quarto branca de susto, falando

- “ferrou amor, meus pais já tão em casa”

Eu nunca fiquei com tanto medo na vida, o pai dela é bravo pra caralho (ex PM). Ela mandou eu ficar deitado em baixo da cama, ate eles irem deitar, ai eu sairia de boa. E lá fiquei ate quase as 22h. Só sai de lá quando eles foram dormir, ainda ganhei um boquete bem gostoso no tempo que fiquei no quarto.

Não sei se quero correr esse risco de novo não, melhor irmos transar em outro lugar.

  • Enviado ao Te Contos por Nando

Transei com ela no meu trabalho. (26-09-2025)

 

By; Renato

Ei Te Contos me chamo Renato, sou casado, tenho 40 anos.

A uns dias atras eu conheci uma moça bonita, de 26 anos, com rostinho de nerd, usava óculos de grau, magra, seios médios e muito delicinha. Conversamos alguns dias pelo aplicativo de relacionamentos.

Sexta feira marcamos um almoço, ela trabalha no centro do Rio e por coincidência eu também. Enquanto conversávamos reparei que ela tinha uma boquinha muito linda, mas mantive a seriedade e na hora de despedir dei um beijo gostoso nela, como ela iria após o expediente para Nova Iguaçu eu ofereci uma carona.

Fui para meu escritório e quando foi se aproximando o horário acabei ficando sozinho no escritório e tive a ideia de chamar ela para subir, inventei que estava terminando um trabalho, ela subiu e a conduzi a minha sala.

Lá terminei uma ligação e a peguei, dando outro beijo mais gostoso ainda, a coloquei contra a parede e apaguei as luzes, no início ela ficou um pouco relutante pois estava com medo de que alguém chegasse, mas quando conduzi a sua mão até minha piroca dura ela ficou louca, punhetando gostoso meu pau e eu já gemendo em seu ouvido dizendo que era daquele jeito que eu gostava, ela punhetava com força.

Abri o ziper de sua calça e enfiei a mão em sua bucetinha e ela estava muito molhada, era pequena, carnudinha… Uma delicinha, comecei a masturbação com dedo no seu clitóris e colocava um e depois dois dedos dentro enquanto ela continuou punhetando minha piroca, já não estava mais aguentando, precisava sentir aquele bucetinha molhada no meu pau.

Abaixei suas calças e comecei a foder aquele buceta deliciosa em pé, e ela anunciou que estava gozando, mas não estava satisfeito e queria sentir mais, então tiramos as calças por completo, a peguei no colo e coloquei sobre a minha mesa de trabalho e comecei a comer sua bucetinha com força.

Depois peguei uma cadeira e a coloquei de joelhos sobre a cadeira, ficando de quatro com aquela bundinha gostosa empinada pra mim, comecei a bombar devagar e fui aumentando o ritmo, dei uns tapas em sua bunda, estava realmente maravilhoso sentir a bucetinha molhadinha e gozada, ela não aguentou e gozou mais uma vez.

Nessa hora tive que fazer de tudo para não encher sua bucetinha de porra quente, então tirei da bucetinha e com a cabeça da piroca latejando pra gozar esfreguei no cuzinho, como já estava muito melado fui colocando devagarinho e entrou macio, com cuidado fui penetrando aquele cuzinho gostoso, comecei com movimentos leves para que ela se acostumasse.

Ela começou a gemer baixinho e gostoso, pedindo para que eu comesse seu cuzinho, perguntei se poderia encher aquele cozinho de porra e ela disse:

- “Goza meu safado, goza gostoso pra mim.”.

Então depois de mais umas bobadas eu gozei gostoso, enchendo aquele cuzinho de porra.

Nos arrumarmos, e no carro a caminho da baixada ainda mamei seus peitos e ela me punhetou mais um pouco. Passamos o final de semana trocando msgs pelo zap, e já recomeçamos a semana com muita putaria na carona, agora dou carona na ida e na volta.

  • Enviado ao Te Contos por Renato

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...