quinta-feira, 16 de outubro de 2025

O patrão da minha mãe pagou a minha fatura em troca disso. (14-10-2025)

 

By;Keylane

Ei Te Contos me chamo Keylane tenho 18 anos, embora pareça ser um pouco mais nova, eu acho, tenho 1,60 de altura, tenho seios medios, e sou magra, isso faz eles parecerem grande para o meu corpo, eles chama bastante atenção dos homens.

O que vou contar aconteceu, terça-feira 14 de Outubro, logo pela manhã.

Algumas manhãs acompanho a minha mãe ate o seu trabalho, ela trabalha como domestica para uma família no bairro do Meireles, aqui em Fortaleza, quando vou com ela fico somente no quartinho que é destinado a ela, as vezes caso não tenha mas ninguém na casa ai sim vou para a varanda um pouco aproveitar a vista do mar.

O patrão da minha mãe é um senhor de uns 60 anos, que sempre foi bastante educado conosco, mas ontem ele foi mais alem, ele foi bem atirado, ele ouviu quando chegamos logo cedo e falavamos na cozinha sobre um pagamento que tinhamos que fazer.

Antes da minha mãe começar a preparar o almoço ela saiu com a patroa, ele aproveitou a ocasião e foi ate onde eu estava lá no quartinho, chegou todo educado, perguntou como estava na aula, como estava com namorado, perguntou se eu saia muito para festas, ate chegar no assunto do dinheiro, que ouviu minha mãe e eu conversando sobre uma quantia.

Confirmei a ele, que pagaríamos uma fatura ainda essa semana, mas ainda não tínhamos o valor completo, ele falou que poderia ajudar a nós, desde de que eu guardasse segredo e aceitasse o que ele iria me falar, falei que poderia sim guarda segredo, mas só poderia aceitar quando soubesse o que era. Então ele foi bem direto;

- sou louco por peitos e os seus me deixa doido, se você deixar eu gozar em cima dos seus peitos, você nem precisa me tocar, se deixar eu gozar neles eu pago o valor da fatura de vocês, mas não pode contar a ninguém. E caso não queira o assunto acaba aqui e você finge que não aconteceu essa conversa e não falar pra ninguém.

Eu já ouvi muitas coisas, mas confesso que não esperava isso dele. Eu disse que não e ele voltou para a sala, um tempo depois minha mãe chegou e começou os afazeres do almoço, eu fiquei la no quartinho com a proposta dele girando e voltando na minha cabeça, e me excitei bastante, ate me toquei um pouco, mas sem gozar.

Após todos almoçarem, minha mãe vai lavar a louça, dou uma ajudinha a ela, e como não tinhamos nada a fazer conseguimos tirar um cochililho, antes do café. Minha mãe dormiu e eu fiquei sentada no chão escorada na cama, mexendo no celular e pensando na proposta, quando não aguentei mais, sai do quarto de mansinho, fui ate a sala, depois ate a varanda e então ele se aproximou, perguntou se eu gostava da vista, agora foi a minha vez de ser mais direta.

Disse a ele que tinha pensado bem na proposta dele e que aceitava, ele sorriu, e eu completei que não aceitaria ser tocada, ele balançou a cabeça em afirmação. Ele perguntou onde minha mãe estava, eu respondi que estava dormindo, a mulher dele tinha saído para a loja (ela é proprietária), no shopping, então ele disse que poderíamos ir ate o banheiro do quarto dele, assim poderia me limpar depois.

Meu coração estava disparado, quase saindo pela boca, ele foi na frente e eu antes fui ate a porta do quarto confirma se minha mãe ainda estava dormindo, só então apressei o passo ate chegar no quarto dele, fechei a porta sem fazer barulho, e quando cheguei no banheiro ele já estava com a bermuda e a cueca abaixados, segurando seu pau, ainda meio mole, com as bolas peludas penduradas naquele saco murcho.

Eu me aproximei, estava bem nervosa, tirei minha blusa e meu sutiã, a feição do velho já era outra, parecia esta tarado, lambias os lábios e já se punhetava mais rápido tentando endurecer por completo o seu pau.

Eu me abaixei em frente a ele, que me entregou uma toalha para por nas pernas e não sujar a minha calça caso escorresse, e pediu para eu ficar apertando os meus seios para ele, espremendo eles, um contra o outro, eu prendi o meu cabelo para trás e comecei a tocar nos meus seios, aperta-los, um em cada mão, e um no outro, foram longos 20 minutos ali ajoelhada ate ele avisar que iria gozar.

Eu disse que ele tinha que gozar só nos meus peitos, ele balançou a cabeça, aproximou seu pau, já duro e bem vermelho, e começou a gozar.

E foram muitas as golfadas que o pau dele deu, ele melecou meus seios, gemendo e tremendo as pernas, eu estava com medo dele cair ali sem forças. Ele estava suado, bem ofegante.

Eu comecei a limpar os meus seios, ele sentou no vaso e ficou olhando vidrado, quando eu terminei de limpar, levantei para passar uma agua e sabonete neles, ele subiu a cueca e a bermuda, ficou olhando eu terminar de me vestir.

Todo feliz ele me fez o pix do valor, e voltou a lembrar que tinha que ser segredo. Quando eu fui abrir a porta do quarto pra sair ele me disse;

- se um dia quiser ganhar mais dinheiro, eu falasse com ele.

Que velho safado.

Eu passei na cozinha para tomar uma agua e voltei para o quarto, não sai de lá no restante da tarde. Quando cheguei em casa a noite com a minha mãe, que fui ao banheiro vi que eu tinha molhado bem a minha calcinha.

Foi isso Te Contos, espero que gostem do que contei. Beijos.

  • Enviado ao Te Contos por Keylane

quarta-feira, 15 de outubro de 2025

Yumi parte II - O Menage!

 

By Oswaldo Pedra.

Já contei aqui que namorei uma linda mestiça oriental que foi garota de programa. Na época ela tinha 23 anos e eu estava com 38.

Eu estava solteiro e malhando muito, nadando em Whey Protein! Não só pra desenvolver o shape, mas pra dar conta do recado com Yumi!

As meninas jovens que entram na vida "do job" tem alguns traços interessantes: elas não estão só pelo dinheiro. Muitas estão ali pela emoção e principalmente pelo fogo na piriquita. E quando elas se acostumam a trepar de 3 até pelo menos 5 vezes por dia, um cara só sofre pra conseguir saciar.

No começo até que vai, mas a pilha do varão vai enfraquecendo pela rotina pesada!

E com Yumi não era diferente. Ela tinha muito fogo e eu já não estava conseguindo saciar aquela safada! Ela tinha diminuído os jobs para ficar mais tempo comigo e a consequência foi que sobrou pra mim o papel de bombeiro solitário! Um fazendo o trabalho de um batalhão!

Outra coisa da vida de GPs é que elas são, em sua maioria, bisexuais. Isso vem tanto de atendimento de casais de clientes quanto de atendimento em dupla, isto é, duas GPs para atender um cabra safado cheio da grana.
E Yumi tinha feito muito as duas coisas. Ai um dia ela começou a sugerir:

-Amor, o que você acha de fazer um relax com duas meninas?

Na hora eu não entendi bem qual o ponto dela, e respondi meio pisando em ovos:

-Yumi, eu não estou dando conta de você, imagine duas!

Eu não havia entendido que o que ela queria era chamar uma amiga dela, que ela gostava muito, pra  fazer uma festinha e ela se divertir. Na verdade, não seria eu comendo as duas. Seria Yumi sendo comido pela amiga e por mim!
Aí ela continuou:

-Eu tenho uma amiga muito legal e queria chamar ela pra fazer um menage…

Eu fiquei meio deslocado. Era bom demais pra ser verdade! Mas esse universo de GPs é muito doido! Putaria é job delas, literalmente. Então vamos ver o que dá.

Nisso o celular dela toca. Era Larissa, a tal amiga. E ela ligou perguntando se Yumi já tinha falado comigo! Ou seja, elas já estavam arquitetando o ménage antecipadamente. Claro, não seria por mim, mas pelas duas que estava doidas pra se pegar! O lado lésbico tomando controle.

-Estou falando com ele agora...mas venha aqui jantar conosco. - disse Yumi.

Eu estava a reboque. Não tinha como me recusar e nem queria isso. Yumi, ainda tentando me convencer (tolinha! claro que eu ia topar!) Me mostrou umas fotos da amiga. Larissa era lindíssima: cabelos lisos e negros, alta, seios médios pra grandes, toda trabalhada na academia. Era quase uma panicat (quem lembra?)!

-Claro, chame ela aqui pra jantar! Vai ser legal conhecer sua amiga - disse eu tentando disfarçar a ansiedade.

Chegou a hora do jantar, mesa posta com vinho, peixes, saladinha. Do jeito que mulher gosta. Yumi estava bem à vontade, com uma camiseta de malha folgada e uma mini-saia jeans curtíssima, que ela adorava vestir pra me provocar. Toca a campainha e aparece a tal Larissa. Ela estava loura (!), usando um vestido curto e folgadinho. Parecia estar sem sutiã e calcinha. Eu vi, mas fiquei quieto na minha.

Elas se cumprimentaram efusivamente, meio escandalosas até. Mas era nítido que elas tinham uma real afinidade entre elas. Ela me cumprimentou com dois beijinhos e falou:

-Então esse é o "Príncipe" da minha amiga! Muito gatinho você! Mas me roubou a minha melhor amiga e por isso não gosto mais de você! - disse ela rindo e me abraçando.

Mas não era qualquer abraço! Era aqueles abraços de corpo inteiro, que você sente o arrocho das pernas, do quadril, dos peitos e do rosto! Uau! Pau duro na hora!
Conversas amenas durante o jantar, elogios de parte a parte - todos eles sinceros, pois as duas eram de parar o trânsito. E eu tentando adivinhar onde isso ia dar.

O jantar foi leve, comemos pouco, antecipando o esperado desfecho. Eu já havia aberto a segunda garrafa de vinho e servia as meninas que conversavam empolgadas. As duas se sentaram no sofá grande, sem sapatos, com as pernas dobradas e uma virada de frente pra outra. Eu fiquei na outra poltrona, escolhendo música na SmartTV e assistindo o show sensual das duas. Covers de Bossa Nova - minha escolha chique. Suave e ritmado. Com vinho, não tem como ficar melhor.

Yumi levou a mão para a gola em V do vestido da amiga e puxou, olhando para dentro e analisando os lindos seios de Larissa. Sim, ela realmente estava sem sutiã! Larissa já esperava esse movimento. Ela riu e ficou bebendo vinho enquanto a amiga olhava e ria.

-Lalá, como ficaram bonitos com a turbinada!  Uma delícia! Eu quero! - comentou Yumi, com água na boca.

-Para com isso Y! Eles são seus a hora que você quiser! Respondeu Larissa puxando a gola do vestido pelos ombros e deixando os seios e o torso totalmente à mostra.

Yumi pegou os melões da amiga com as mãos e começou a chupar um e outro, enquanto a amiga gemia e dizia:

-Ai, amiga! Que saudades dessa sua mamada! Chupa gostoso, gatinha!

E Yumi chupava como uma bezerra esfomeada! Chupava um e outro, e foi tirando a sua camiseta. Eu só assistindo aquilo tudo. Não ia atrapalhar as amigas no momento delas. A casa era minha, mas naquele momento eu era um convidado discreto.

Larissa tirou a camiseta de Yumi e começou a fazer uma massagem com as mãos. Logo elas estavam esfregando os seios uma na outra, com respiração ofegante e gemidos leves. Elas estavam com saudades daquilo!

Larissa deu um beijo selinho em Yumi e a empurrou delicadamente pra trás, deitando-a no sofá. Levantou as pernas de Yumi e subiu a mini-saia dela pra cintura. Yumi estava sem calcinha. A visão daquelas coxas grossas e bumbum redondinho, com ela deitada e pernas pra cima...era de enlouquecer. A minha japinha era muito linda, em qualquer angulo que se olhasse!

-Está sem calcinha, sua safada! Vai apanhar na bunda pra largar de ser puta! - disse Larisse rindo, e logo em seguida deu um tapinha estalado na bunda redondinha de Yumi, que estava toda exposta por ela estar de pernas pra cima, meio frango assado!

-Isso! Me bate e me chupa, sua piranha gostosa! Me chupa! - disse  Yumi, mostrando que não estava pra brincadeira.

Larissa segurou as pernas de Yumi para cima e caiu de boca da piriquita linda da Yumi! Lambia e chupava como só as profissionais sabem fazer! Com uma das mãos, ela abriu a bolsa que estava atrás dela e tirou um saquinho. Dentro do saquinho tinha um vibrador do tipo bullet, branquinho. Parecia um ovo com um fio ligado a caixa de pilha.

-Ah, você trouxe! Que delícia! - falou Yumi.

Larissa ligou o bullet e começou a passar em Yumi, enquanto chupava a piriquita. Passava nos seios, no clitóris, dava giros com ele em volta do cuzinho... Estava um putaria muito boa de assistir!

Yumi então girou e ficou de quatro, colocando a sua linda bunda redondinha para a amiga trabalhar. Larissa, deu uns tapas na bunda e falava coisas como:

-Bunda gostosa! Deliciosa! Sua Safada! Agora só quer saber do "Príncipe"! - disse Lalá, me olhando de rabo de olho, com cara de safada.

Enquanto Larissa batia, beijava e lambia a bunda de Yumi, eu resolvi tomar alguma atitude. Tirei minha bermuda, e levei meu pau, que já estava todo babado, pra Yumi chupar.

-Ai, Amor! Já ia te chamar! Que delícia de pau, todo babadinho! - disse minha japinha, já colocando tudo na boca e chupando com vontade!

-Ia nada! Você nem estava se lembrando de mim! KKKK!

Nisso Yumi começa a gemer, pois Larissa tinha enfiado o bullet na piriquita dela ao mesmo tempo que tentava enfiar a língua no cuzinho dela.

Yumi estava sendo ensanduichada por mim e por Larissa. Gemia e curtia o momento intensamente. Logo ela gozou, gemendo muito e dando espasmos.
Nisso Larissa, se sentou, já toda nua, e ficou rindo de satisfação.

-Agora venha aqui, Príncipe! Deixe eu ver o que você tem de gostoso que capturou a minha melhor amiga!

Eu estava com o pau trincado, de mamada que estava recebendo de Yumi. De pé, me aproximei dela. Ela me segurou no quadril e puxou em direção a ela. Já de boca aberta, engoliu meu pau com facilidade.

-Hummm! Que gostosinho! Cabe inteiro na boca! Adoro isso!

Larissa queria me animar. Mas o pau caber todo na boca da mina é mau sinal (pp!), mas Larissa era grande, então ficou meio elas-por-elas. E ela estava mamando com força, deliciosamente, na frente da amiga, que ainda se recuperava da gozada.

-Ahh! Eu também quero! - disse Yumi, se aproximando e buscando espaço.

Logo estavam as duas chupando meu pau e meu saco. Ora juntas na mesma peça, ora separadas. Isso é outra coisa bem GP: Elas adoram fazer esses compartilhamentos "estilo filme".

Era tesão demais e anunciei que iria gozar. Yumi falou logo pra Larissa:

- Amiga, essa porra é minha!

Eu enchi a boquinha linda da minha japinha de leite quente, várias golfadas. Ela reteve tudo na boca e foi mostrar pra amiga, abrindo a boca e esticando a língua cheia de "leite condensado".

-  Sua puta safada, me dê um pouquinho!

E atracou um beijo na boca da amiga, com a porra quente escorrendo pela boca das duas!

-Isso é que é putaria! Uhuuuu! - disse eu entusiasmado, sem me dar conta do mico.

Elas riram muito e se afastaram um pouco uma da outra, mas ainda abraçadas, com porra escorrendo da boca das duas e pingando nas tetas e barriga das duas. Que cena!

Continua…

  • Enviado ao Te Contos por Oswaldo Pedra

Ele realizou o que eu queria (Out-2025)

 

By; Ana

Sou Ana, 32 anos, casada há sete com o Lucas, vivendo nossa vida tranquila em São Paulo. Sou designer gráfica, trabalho de casa, tenho cabelos castanhos na altura dos ombros, corpo curvilíneo – cuido dele com academia, mas nada de capa de revista, só o suficiente pra me sentir bem. Lucas é engenheiro, alto, 1,85m, atlético sem exageros, com olhos verdes que ainda me fazem suspirar. Somos branquinhos, um casal comum que todo mundo acha fofo juntos.

O que vou contar aconteceu semana passada e ainda mexe comigo uma mistura de ciúme, insegurança e um tesão que nunca senti antes. Vou escrever como se fosse uma conversa com uma amiga, tudo real, nada forçado, porque foi exatamente assim que vivi.

Tudo começou numa sexta-feira à noite, chuva lá fora, nós dois no sofá. Eu com uma taça de vinho, de pijama de algodão cinza, confortável. Ele com uma cerveja, camiseta velha e bermuda. Assistíamos uma série boba na Netflix, mas a conversa fluiu pra algo mais íntimo. Depois de hesitar muito, abri o jogo:

- “Lucas, e se eu quisesse te ver com outra mulher?’

Minha voz tremia, o rosto queimava de vergonha, mas o calor entre as pernas era inegável. Ele parou a série, me olhou sério, mas sem julgamento.

- “Sério, amor? Tipo cuck? Como você pensou nisso?”

Falamos por horas. Expliquei meus sentimentos que pensava nisso fazia um tempinho, que o ciúme me assustava, mas que a ideia de ser “corna” de forma consensual, de te ver desejado por outra, me excitava demais. Falei do prazer que sentia nisso não é só sexo, é o emocional, a vulnerabilidade misturada com poder. E que pensava em apimentar pra não cair na rotina. Ele confessou que achava intrigante, mas tinha medo de me magoar.

- “E se você se arrepender? E se o ciúme te consumir?”

Definimos limites: camisinha sempre, eu sempre presente e se eu desse sinal, agente parava tudo. Discutimos inseguranças eu com medo de não ser suficiente, ele garantindo que me ama e que seria só uma aventura.

- “Vamos tentar fim de semana, sem pressão”, ele disse, me beijando devagar.

Naquela noite, transamos com uma intensidade que há tempos não rolava.
Sábado à noite, nos arrumamos pra sair. Escolhi um vestido preto justo, comprimento no joelho, decote discreto que valorizava meus seios médios e firmes. Cabelos soltos, maquiagem leve. Lucas usou uma camisa social azul clara, jeans escuro, sapatos casuais charmoso sem esforço.

Fomos a um bar em Pinheiros, luz baixa, música ao vivo suave, clima descontraído. Eu estava um caco de nervos, mãos suando, coração disparado.“E se ninguém quiser? E se eu surtar de ciúme?” pensava, mas o tesão de imaginar ele com outra me empurrava pra frente. Sentamos no balcão, pedi um mojito, ele um whisky, e começamos a observar as pessoas, trocando olhares com possíveis candidatas.

Foi quando vimos ela: uma mulher sozinha numa mesa alta, mexendo no celular. Mulata, cabelos cacheados pretos até os ombros, corpo voluptuoso seios fartos numa blusa vermelha decotada, saia jeans curta mostrando pernas torneadas. Uns 28 anos, anel de casada na mão esquerda. Linda, com uma energia sensual que me deixou insegura e excitada.

- “Vai lá, amor. Fala com ela”, sussurrei pro Lucas, voz trêmula.

Ele hesitou: - “Tem certeza? Você tá bem?”

Assenti, sentindo um formigamento no ventre.

- “Sim, vai. Eu fico olhando.”

Ele se aproximou, pediu licença pra sentar. Começaram a conversar. A conversa fluiu natural com ele elogiando o jeito dela, ela rindo, contando que era casada, mas o marido viajava a trabalho e ela só queria relaxar. Falaram de música, de viagens, nada forçado. Eu observava de longe, bebendo devagar, ciúme apertando o peito. “Por que ela tá rindo tanto? Do que tanto falam? (quando não conseguia ouvir)” Mas o tesão era maior ver meu marido conquistando outra mulher, o contraste da pele clara dele com a morena dela, me deixava molhada.

Minutos se passaram (uns 20 minutos) e então, beijaram, lábios se tocando devagar, depois com mais fome , senti um soco no estômago. Mordi o lábio, ciúme ardendo, mas minha mão já apertava a coxa por baixo da mesa. Era bom demais assistir meu marido beijando outra, mas do qeu esperava,

Não aguentei e me aproximei.

- “Oi, sou Ana, esposa do Lucas.”

Ela, Sofia, se afastou na hora, olhos arregalados.

- “Quê? Você é a esposa?

Tranquilizei ela imediatamente. Acho que me precipitei. Ela riu nervosa, confusa. Sentamos os três, explicamos tudo calmamente.

- “É um fetiche, cuckquean”, eu disse, voz baixa.

-“ Claro, foi uma não tão longa conversa. Me excita ver ele com outra, mesmo sentindo ciúme. E você… é tão linda, diferente de mim.”

Lucas completou: - “É consensual, sem pressão. Se não quiser, sem problema.”

Sofia ficou intrigada.

- “Nunca pensei nisso, mas… é excitante. Meu marido não pode sequer saber, mas ele tá viajando, e eu tô curiosa. Vamos?”

Foi até que fácil, pensei. Concordamos ir pra um motel ali perto quarto simples, cama king size, lençóis brancos, luz regulável.

No carro, Sofia contou que era professora de educação física, casada há quatro anos, mas aberta a experimentar.

- “Nunca fiz algo assim, mas vocês parecem tão à vontade… me dá vontade de tentar.”

Talvez fosse o álcool falando por ela, Eu dirigia, coração na boca, ciúme e tesão brigando dentro de mim. “E se ela for melhor? E se ele preferir?” pensava, mas a ideia de orquestrar isso me mantinha firme.

No motel, as coisas esquentaram aos poucos. Lucas e Sofia sentaram na cama, eu na poltrona. Ele começou beijando o pescoço dela, mãos deslizando pela blusa vermelha, puxando-a pra cima.

- “Você é tão macia”, murmurou, voz rouca.

Ela gemeu baixo:

- “Nossa, que delícia… continua.”

Beijos intensos agora línguas se encontrando, mãos explorando. Ele abriu a blusa dela, chupou os seios fartos, mamilos escuros endurecendo na boca dele.

- “Lucas… isso é bom demais”, ela suspirou, arqueando as costas.

Eu sentia ciúmes, os seios dela eram maiores, mais chamativos, mas meu tesão era incontrolável. Minha mão desceu pro vestido, toquei minha boceta por cima da calcinha, já encharcada. De repente, o celular dela tocou.

- “É meu marido”, ela disse, tensa, mas com um brilho safado nos olhos.

Atendeu, tentando soar normal:

- “Oi, amor, tudo bem? Tô no bar com umas amigas, só relaxando.”

Enquanto falava, Lucas beijava o pescoço dela, mãos apertando a bunda. Eu fiquei louca de tesão. O marido dela ali, sem saber que Lucas tava tocando a mulher dele, me fez gemer baixo, siririca começando devagar. Me senti poderosa pelo meu homem. Sofia desligou rápido, rindo:

- “Quase me pegou. Isso é tão errado… e tão bom.”

Lucas a deitou, beijando a barriga, descendo até abrir as pernas dela. Chupou a boceta devagar, língua circulando o clitóris, dedos entrando com cuidado.

- “Nossa, que língua…”, ela gemeu alto, mãos agarrando os cabelos dele.

Tapas leves na bunda, gemidos ecoando. Eu me masturbava deliciosamente. Depois, ela retribuiu: ajoelhou, mamou o pau dele, duro e pulsante.

- “Que delícia de pau…”, disse, olhos nos dele.

Ele gemeu:

- “Chupa assim, Sofia… não para.”

Camisinha no pau. Ela cavalgou primeiro, subindo e descendo devagar, depois mais rápido, seios balançando, mãos apoiadas no peito dele.

- “Me fode, Lucas… assim, mais forte.”

Ele segurava os quadris dela, metendo de baixo, gemendo baixo. De quatro depois: ele por trás, metendo fundo, tapas ritmados na bunda dela, que rebolava.

- “Caralho, que gostoso…”, ela gemia, cabelo cacheado caindo nas costas suadas.

O contraste da pele dele clara contra a morena dela me enlouquecia. Era real, cru, intenso e era pra mim. Por fim, missionário: ela por baixo, pernas abertas, ele metendo com força, beijando a boca dela.

- “Goza pra mim… me faz gozar”, ela pediu, unhas cravadas nas costas dele.

Meu macho fodendo mulher de outro coisa mais linda que vi. Dois casados fodendo bonito. Um detalhe foi quando meu marido montou nela. Sua mão por cima da mão dela, o contraste entre a aliança dourada dele sobre a aliança dourada dela. Ambos infiéis a seus parceiros gemendo e gozando um com o outro. Lindo, poético.

Então, o clímax. Ele tirou a camisinha, ela ajoelhou, ele segurou o queixo dela.

-“Abre a boca.”

Sofia se entregou, ajoelhada, chupando enquanto ele batia punheta.

- “Toma…”

Ele grunhiu, gozando forte jatos quentes na boca e rosto dela, lambuzando os lábios, pingando no queixo, escorrendo pros seios. Ela lambeu, engoliu, sorrindo safada:

- “Nossa, que delícia…”

Ela lambuzada com o gozo do meu marido. O ciúme e o tesão me levaram ao ápice nunca senti nada tão intenso.

Depois, nos limpamos, conversamos. Sofia disse que amou, mas era só uma noite.

- “Vocês são loucos, mas foi incrível.”

Nos despedimos, e eu e Lucas voltamos pra casa, transando de novo, processando tudo. Meninas, foi confuso, real, doloroso e libertador. O cuckquean me mostrou um lado meu que eu não conhecia, e o interracial trouxe um fogo único. Se você tá pensando nisso, converse muito, vá devagar. Foi a melhor experiência que tive.

Beijos, Ana.

  • Enviado ao Te Contos por Ana

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Oi TeContos, estou com a buceta inundada de gozo e vou contar como consegui isso. (14-10-2025)

 

By; Luciane

Oi TeContos, são 21;50, eu acabei de chegar em casa vindo da academia, com direito a uma parada la no primeiro andar, na casa da minha amiga, onde eu fui dar uma boa sentada na rola do filho dela, estou aqui com a minha buceta afogada em gozo, minha micro calcinha não segurou quase nada e transbordou muito molhando a calça legg.

Me chamo Luciane, tenho 42 anos, casada, com filhos, sou aficionada por academia, malho 2 horas por dias de sábado a sábado, tenho coxas grossas, bunda dura e grande, peitos medios (silicone), costas fortes, barriguinha reta, cabelos liso longo (meio das costas).

Tem um tempinho que estamos trocando elogios, indiretas e diretas, trocamos contato e as coisas foram ficando mais quentes, logico que o assunto sempre foi pro sexo, imagina um garotão de 21 anos, cheio de energia querendo pegar a coroa sarada.

Estava fazendo uma serie de agachamento livre quando ele veio ao meu lado e comentou que a visão que ele estava tendo lá de tras estava otima, eu sorri e falei que tava fortalecendo as pernas pra quando eu for sentar na rola dele.

Quando ele falou que o pau dele quis endurecer só com o que ele ouviu eu já fui dizendo a ele que queria sentar hoje na rola dele.

Falamos um pouco e fomos o seu ap, ele mora no primeiro andar, eu moro no 5°, subimos pelas escada, ele abriu a porta e só assim eu sai da escada para o seu ap.

Quando passei pela porta já fui pegando na sua rola por cima do seu short, ele me agarrou me beijando, fomos assim ate o sofá, eu abaixei ficando de joelho, abaixei seu short e cueca juntos e aquela rola dura pulou quase batendo na minha cara, eu só abri a boca e a engoli, chupei bem gostoso, puxei a pele pra trás e aquela cabeça apareceu, eu lambi como um pirulito, chupei, cuspi nela e engolia tudo, babei ela toda, e ainda dei boas chupadas nas suas bolas.

Empurrei ele pra sentar no sofá, eu tirei a minha legg e minha micro calcinha, fiquei só com a meia, o tênis foi juntos, molhei minha mão com saliva depois passei bem ela pela minha buceta, montei em cima dele, encaixando sua rola na entrada da minha buceta, sentei ate entrar tudo, então já acostumada eu comecei a foder em cima, subia e descia, indo rapida e devagar, rebolei bem gostoso, subia.

Ele ficou apertando aa minha bunda, abria mais ela, brincou com o meu cuzinho, chegou a por um dedo e fodeu meu cuzinho me deixando louca.

Eu subi em cima do sofa, botei a minha buceta na altura do seu rosto, ele chupou a minha buceta, pedi pra ele molhar ela bem, depois abaixei fazendo minha buceta engolir a sua rola.

Agora eu estava acocada com os pés no sofa, e assim eu fodi com mais força, sua quase saindo por completa de sua rola e sentava forte, batendo minha bunda nas coxas dele.

Ele pôs os meus peitos pra fora do top, e ficou chupando eles, sugando fazendo os bicos doerem com as sugadas, e eu não parei um instante, minha rola estava com sede, quiquei forte, foi a minha segunda parte do treino de pernas.

Quando ele avisou que eu tinha que parara pois iria gozar foi a minha hora de sentar com mais força, estalando a minha bunda ma coxa dele.

- goza vai !

Que delicia ! Jatos fortes encheram a minha buceta, eu sentei e apertei sua rola com a minha buceta, ele urrou apertou os meus peitos, eu minha buceta estava alagada, subi e sentei mais umas vezes e então eu gozei tambem.

Foi incrível, ele parecia que tinha corrido uma maratona, respirava forte, quando eu levantei vi seu pau todo melado, da minha buceta escorria gala quentinha.

Eu fui me vestindo, primeiro a calcinha, depois a calça, enfiei os pés nos tenis sem nem por as mãos nele, pus os meus peitos pra dentro do top, ele ficou em pé, pediu por mais, mas eu disse que hoje não, eu tinha que ir pra casa, mas vamos marca de nos encontrar logo, pois tambem quero foder muito com ele.

Na porta ele me imprensou nela, nos beijamos como namorados, beijos ardente, cheio de safadezas, ele nú, apertando aquela rola melada em mim enquanto apertava os meus peitos.

Quando ele abriu a porta, deu uma olhada para ver se tinha alguém no corredor, só então eu corri pra escada e subi por ela ate o meu andar, entrei em casa todos estava na sala, dei “Oi” e corri pro quarto, peguei o notebook e me tranquei aqui no banhei, vim logo escrever ele, minha buceta tá super molhada, calcinha e a legg tão ensopadas.

Quando acontecer novamente eu conto aqui. Beijos a vocês, e por favor posta, assim que der eu venho ver.

  • Enviado ao Te Contos por Luciane

Do jeitinho que meu maridinho corno quis.

 

By; casadinha safada

Olá, o que passarei a narrar, uma situação real que vivo com meu marido, o mais perfeito corno assumido, situação que proporciona muito prazer para nós dois.

Tenho 27 anos, sou loira, frequento academia e tenho um corpo saradinho, minha bunda não é grande, mas em compensação o que me falta dela sobra de peito, que moldei com silicone.

Enfim, eu e meu marido levamos uma vida confortável, moramos de frente pra praia, o que rende diariamente um temperinho para começar o dia me exibindo com uma corridinha básica com uma roupinha safada, calcinha enterrada e top deixando o meu principal atrativo à mostra. Pois bem, mas vamos pelo princípio.

Tudo começou porque em nossas transas ele sempre fantasiava mais um cara me comendo, ou eu traindo ele e tal, e é claro que no meio da foda isso excita qualquer mulher por mais puritana que seja e, eu como de santo nem a cara tenho, pelo contrário, todo homem diz que eu tenho cara de vagabunda, adoro a situação e gozo como louca a ponto da minha buceta espumar o pau dele todo com meu gozo.

Enfim, dessas insinuações eu comecei a dar corda e no meio das trepadas chamava ele de corno.

- olha aqui seu corno, isso que vc gosta né, de comer a tua puta cheia de porra de outro, então me fode, seu corno manso!!!!!!!

Bastava falar isso e ele gozava rios de porra em mim. Essa situação começou a se tornar rotina em nossas transas e, como sou safada mesmo, perguntei se ele realmente queria ser corno de verdade.

Ele adorou a ideia, discutimos todo os aspectos, que só envolveria sexo e prazer e parti para o ataque.

Escolhi o melhor lugar pra mim, a academia, afinal sempre dei moles pra vários gatos, mas nunca além disso, apesar de vagabunda e puta, sempre fui puta-fiel ao meu marido, ou seja, vagabunda sim, mas até então só pra ele.

Bom, na academia não foi difícil achar o meu primeiro alvo, e passei a estreitar o contato com um aluno à ponto de combinarmos os horários de irmos malhar juntos e tal.

Ele sempre educado, mas nitidamente também jogava seu charme pra mim que retribuía. Queria que ele chegasse, até que um dia, depois de tanta troca de olhares e num dia que fui malhar com uma roupa de piranha de academia, com a menor calcinha que tive e com o peito quase saindo ele não resistiu e perguntou se eu aceitava tomar um suco quando estávamos saindo. Claro que aceitei, o cara é um puta gato, sarado na medida, sem excesso, lindo de rosto, educado, e me comia com os olhos, não dava pra resistir. Fomos tomar o suco e aquele papo nada a ver e tal, até que ele começa a dizer que me acha linda, que eu me destaco na academia, que

Todo mundo me repara…dai fui direta! Falei;

- olha eu sou casada, acho que não tem nada a ver a gente ficar com esse papo aqui, porque não continuamos na sua casa?!

O cara delirou, até ficou meio tímido, mas me chamou na hora pra ir no apto dele que por sinal era no mesmo condomínio que o meu (que putaria!). Fomos cada um no sue carro, mas entrei no prédio dele e já no elevador, nos olhamos com aquela cara e ele me agarrou, sem cerimônia do jeito que gosto, pude sentir sua pica dura encostando em mim e ele dando aquele beijo guloso, apertando meu peito, dizendo que sempre quis me comer, eu eu disse:

- então come!

Entramos no apto dele aos amassos, sem dizer quase nada, só nos chupando e tirando a roupa, falei pra ele que ele era um safado gostoso e pra ele me fuder toda, como uma puta que trai o marido merece, ficava instigando ele:

- gosta de comer mulher casada é??? Então me fode todinha, quero ver se vc é bom de cama seu cachorro!

Cada vez que falava uma sacanagem ele delirava, cai de boca no pau dele, que era semelhante ao do meu corninho, grande e bem grossão, achei engraçada a semelhança e me senti em casa mamando aquele outro pau.

Chupava do jeito que meu marido gosta, quase engasgando, babando bastante o pau de forma que pingava e melecava minha cara toda, subi às vezes e beijava ele com o gosto do pau dele e voltava a chupar, o cara tava louco, mas no meio do boquete, interrompi e disse:

- tenho que ligar pro meu marido! Pra dizer que vou demorar um pouco, inventar uma desculpa….

Ele meio que se assustou, mas falou;

- então liga

Peguei meu celular, e meu marido que obviamente não é bobo sacou logo que eu tava de putaria, enquanto punhetava meu amante falava:

- oi amor, tudo bem, to ligando pra dizer que vou demorar um pouquinho pq vou passar no mercado pra comprar umas besteirinhas pra gente comer tá??? (só a empregada faz isso, eu nunca vou).

Ele respondeu: - tá me traindo né sua piranha…

E eu: - isso amor, levo sim…

Ele: - deixa ele gozar bastante na sua boca sua piranha…

E eu: - tá vou levar bastante eu sei que vc adora….

Enquanto isso meu amante ganhava uma punheta e admirava como eu era puta, enganando meu marido daquele jeito…

Nesse tesão todo acabei cometendo um pecado, mas que por via das duvidas já me tranquilizei com exame, trepei com ele sem camisinha! Depois de desligar, subi em cima dele e enfiei o pau dele na minha buceta e cavalguei igual uma louca pedindo pra ele me fuder gostoso,

O cara não aguentou e logo gozou dentro de mim, nessa hora que me dei conta, fiquei preocupada e o clima deu uma esfriada, ele tentou me tranquilizar, disse que estava tudo ok com ele, perguntou se tomava anticoncepcional, confirmei e tal e já tinha feito a besteira fui desencanando;

Voltamos para os beijos, chupei ele mais um pouco e de novo metemos muito, mas dessa vez avisei que queria que ele gozasse na minha boca que meu marido era o cara mais corno daquele condomínio e ela queria beijar ele com gosto de porra na boca, fiz um carinha de puta e logo ele avisou que ia gozar, tirou dentro de mim e mirou em minha boca, puta merda, nunca vi um cara gozar tanto, a porra não parava de sair, devem ter sido umas 7 espirradas na minha boca e no meu rosto.

Fui bebendo tudo, mas uma hora não deu e babei porra igual essas piranhas de filme, beijei ele desse jeito mesmo e ele não se incomodou, passei u pouco de porra pra ele e ele curtiu também e ficamos assim nos beijando um tempo e nos recompondo….

Fui no banheiro apenas lavar o rosto e tirar a porra do rosto pra ir embora, queria chegar pro meu marido ainda com cheiro de sexo no corpo, porra na boca, enfim, tudo que ele como corno adora e eu curto proporcionar esse prazer pra ele também!

Me despedi, ele disse que queria repetir e eu falei pra ele se comportar e ficar na dele e não comentar com ninguém que eu também tinha gostado e queria que ele me comesse de novo e no hall do elevador ainda disse;

- a proxima lá em casa tá gatinho?!

Desci, peguei o carro e fui pro meu bloco, subi me olhando no espelho, tava com uma nítida expressão de que tinha acabado de trepar, toda vermelha, ainda meio suada, com os cabelos ligeiramente desarrumados e a buceta cheinha de leitinho de corno!

Quando abri a porta meu marido estava com a maior cara de tarado do mundo, com pau duro me esperando me agarrou e quando ia me beijar eu disse:

- tem certeza amor???

Ele: porquê?…

Fiz uma pausa e cara de puta pra ele que entendeu e me beijou gostoso, um beijo salivado, molhado, viscoso, com porra de outro homem!! Putz que tesão, nessa hora eu gozei com ele me beijando, realizando a fantasia dele, uma submissão inacreditável e que me dava prazer também! Ele foi tirando minha roupa falando que eu era a mulher mais piranha que ele já havia conhecido e eu so dizia:

- e vc um corno, um babaca que deixa sua mulher fuder com outros homens…..ERA Isso que vc queria amor???? Sabe que gostei…acho que vou ficar viciada, pode????

Ele: - pode sua cadela….DEIXA Eu te comer sua putinha….JÁ Que vc gostou do beijinho de puta, acho que vc tb vai gostar de me chupar….

Ele arregalou os olhos….E Disse:

- não acredito!!! Vc é louca…

Eu meio culpada, disse apenas: - esqueci…agora só quero gozar!

Ele não se conteve, abaixou minha calça como um animal, me olhou abaixado, de joelhos, e minha calcinha enxarcada. Só que era porra que havia escorrigo da minha buceta e melava a calcinha. ELE Foi abaixando e aquela gosma ficou entre a buceta e a calcinha. ELE Não acreditava e me chamava de vadia, puta, que aquilo era uma orgia, e eu falava que ele era corno e bem que tava gostando do que tava vendo….

Ele abaixou minha calcinha toda, e pediu que eu deitasse na cama, veio por cima, de lado, me beijou de novo e pediu pra eu contar como foi enquanto meteu um dedo na minha buceta, lotada de esperma…ele enlouqueceu com a quantidade de porra na minha buceta e disse;

- que isso hein amor!!!

Eu retruquei; - se vc ta achando que ele gozou muito aí, Não tem noção como foi a gozada na minha boca….

Ele ficou irreconhecível nessa hora, desceu e chupou minha buceta toda, chupava aquele esperma nojento que saia da minha buceta, subia e me beijava….COMPLETAMENTE Corno, eu apenas xingava ele;

“de filho da puta corno, porco, otário, pra ele comer a puta dele agora”

Ele meteu sem dó, me fudeu com raiva e tesão enquanto nos xingávamos de ;

“putos, filho da puta, seu corno babaca, perdeu tua mulher sabe pra quem? Pra um gostosão da academia…que vc conhece seu puto”….

Ele gozou muito gostoso em mim, mais porra dentro de mim claro que escorria pelas minhas pernas….NAO Parava de me beijar e dizia que me amava muito, eu adorando, já tinha gozado uma 4 vezes nessa trepada quando ele me falou que queria minha bunda….COMO Tb curto sexo anal, virei de bruço e disse;

- come aí seu corno, por enquanto esse ele ainda não comeu….

Ele lambeu meu cu e eu disse de novo:

- ainda tá seu filho da puta!

Ele meteu aos poucos, eu estava hiper excitada, relaxada, o pau dele cheio de porra entrou fácil…..ELE Gozou acho que em menos de 1 minuto no meu cu e disse:

- quando for me cornear de novo vê se faz direito sua puta, dá a bunda também que quero chupar esse cu dilatado pelo teu amante!

Falei que adorei ter realizado a fantasia dele e pedi pra mantermos o relacionamento liberal dessa forma, que havia adorado….E Assim tem sido meus dias, trepadinha com amantes quase toda semana!!!!!!!

  • Enviado ao Te Contos por Casadinha Safada

Yumi, a minha namorada GP.

 

By; Oswaldo Pedra

Pouca gente sabe, mas eu namorei com uma garota de programa por vários anos.

Não foi por fetiche, vontade de ser corno ou algo assim. Era apenas por ela ser uma pessoa agradável, linda e louca por sexo. Imagine você namorado uma porn-star, tipo

Essa história começou quando eu pus fim ao casamento super tóxico em que eu estava e voltei pra vida de solteiro. Conheci Yumi por sites especializados e achei ela uma delícia imperdível. Ela era uma jovem e linda mestiça oriental, com traços de ambas as partes: do lado oriental, era baixinha, cabelos negros bem lisos, pele clara, seios delicados e pequenos. Da mãe brasileira ela herdou belas curvas, coxas mais grossas, bumbum redondinho harmonizando em uma linda cinturinha.

Universitária, desenrolada e com um papo agradável, a primeira sessão com ela foi muito legal. Uma bela massagem, muita conversa interessante (quase esqueci o que tinha ido fazer lá!) e ela trabalhando com braços e peitos, esfregando o óleo no meu corpo.

Em um dado momento, ela se levantou e ficou em frente ao espelho, mexendo no cabelo e ajeitando a minúscula calcinha fio-dental que ela vestia, com seios com biquinhos acessos! Bom, nessa hora esse cavalo velho aqui teve uma bela ereção e o pau trincando de duro começou a latejar!  

- Chega de conversa! Vem aqui pra eu comer esse sashimi gostoso! - disse eu rindo e abraçando aquela pequena delícia que se exibia na minha frente.

 Puxei ela de frente pro meu colo e mamei aquelas tetinha gostosas dela, revezando um e outro nas chupadas. Ela sentou de pernas abertas no meu colo, ainda de calcinha, e começou a esfregar a pepeca em cima do meu pau duro, gemendo como uma putinha no cio.

Ela se levantou, tirou a calcinha, encapou meu pau e mandou logo, na lata:

- Pare de me provocar e mete essa rola dentro de mim, seu safado! - falou ela, já se deitando para um papai-mamãe, com as pernas abertas.

- Ainda não! Vou lamber essa pepequinha linda e só vou te comer quando estiver babando!

Aproveitei que ela estava toda aberta e cai de boca, desenhando o alfabeto com a língua naquela boceta linda e perfumada. Ela segurou a minha cabeça com força no meio das pernas dela, pra evitar que eu fugisse antes dela gozar!

Numa certa hora, ela queria finalizar logo, ficou de quatro numa posição meio atravessada na cama e mandou eu fuder a buceta dela. Nem pensei muito a meti rola pra dentro! Aí ela falou:

 - Olha como você me fode gostoso no espelho!

A safadinha tinha um espelho colocado estrategicamente para os clientes se assistirem em ação. Era algo como um cinema pornô e cena voyer: Eu vendo aquela delicinha levar rolada e eu vendo que estava até bem na foto, todo gostoso - nem parecia eu mesmo! kkkkkk

Não durei muito. Era muito estímulo pra uma cara que estava com a cabeça voltada para  putaria!

Enchi a borracha de porra, berrando igual um jegue!

Cai de lado da cama, ofegante. Ela olhou pra mim e falou:

- Descanse um pouco, pois eu quero fazer anal depois!

Eu na hora fiquei assim:

-Ahn? Anal? Escutei direito?

Ela, com muita tranquilidade, disse:

- Se você quiser, claro. Para pessoas especiais eu sempre faço completo! Mas se não quiser…

- Claro que eu quero! disse eu, balançando a rola com a mão, buscando energia pra levantar a piroca que estava meia bomba.

- Pra comer cu, tem que estar bem dura! Disse ela já segurando meu pau com uma mão, levando ele para aquela boquinha linda e gulosa.

Ela chupou alguns minutos com bastante dedicação, chupando com força pra ficar duro logo!

- Acho que está bom! Tente enfiar!

Disse ela, já se virando de quatro e me mostrando aquela bunda redondinha e aquele botão rosa, todo delicado! Eu juro, era um cuzinho tão delicado e bonitinho que dava até dó de meter uma rola furiosa ali. Eu passei a língua em volta da rodinha, fazendo giros, pra deixar ela ainda mais excitada. Ela pegou um KY, pingou uma gotinha no dedo e passou no furico dela e mandou na lata:

- Mete! Come meu cuzinho, seu safado!

O pau ainda não estava 100%, mas apontei o bicho no botãozinho dele, empurrei a cabeça com o polegar e entrou fácil! Na hora em lembrei que ela era GP e devia levar muita pica naquele tobinha! Tipo todo dia!

Ela tinha o cuzinho menos apertado que a pepeca, mas era muito gostoso assim mesmo! E ela gemia com gosto!

Alguns minutos naquela posição e não deu outro: porra na borracha

-Menina, que foda boa! É sempre assim?

-Com você vai ser sempre assim! Bem gostoso e completo!

No mesmo dia, chamei ela pra jantar fora, num restaurante bacana. Ela não seria GP ou scort girl. Era minha amiga colorida, saindo para um papo descontraído, entre comes e bebes de alta qualidade.

No jantar, ela me confidenciou que sentia falta daquilo, momentos de descontração e lazer, sem o compromisso profissional. Sem a obrigação de se dar sem querer.

Comemos, bebemos e dormimos juntos no meu apartamento naquela noite.

Depois virou costume ela dormir por lá vários dias por semana. Ela me ligava, perguntava se eu estava livre e se queria a companhia dela…

Oh, dúvida! Será que eu quero passar mais uma noite com uma gatinha linda e ninfomaníaca, ou sair pra beber e falar de trabalho com os brothers do trampo?

E assim começou a minha deliciosa aventura com Yumi.

  • Enviado ao Te Contos por Oswaldo Pedra

segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Agora Eu Tenho Essa Bomba (11-10-2025)

 

By; Lua

Oi Te Contos, me chamo Lua (Não quero revelar o meu nome, acho que tenho conheci que acompanha vocês). Nesse final de semana fomos toda a família a praia.

Eu tenho uma sobrinha, filha da minha irmã do meio que é mãe solteira, comenta-se que o bebe e filho de um homem casado, mas nada de certeza, ela agora tem um namorado. Mas vamos ao fato?

Então estavam tomando banho de mar, outros conversando, e ao mesmo tempo degustando de bebidas e tira gostos. Senti falta de Maria Eduarda que chamamos de Duda e do marido de tia Sandra. Vocês já sacaram?

Certamente que sim, afinal vocês são farejadores como eu e discretamente deixei o grupo à francesa e rumei para a casa.

E pasmem! Entrei sutilmente e flagrei Dudinha com Tio Wagner um cinquentão charmoso no fundo da casa na dependência para caseiro, mas no momento sem uso. Eles discutiam algo de quem já têm intimidade e tinham mesmo mas não pude ouvir os detalhes. Para sanar a briguinha ele a segurou pelo braco e a envolveu beijando-a.

Estremeci na hora! uma sensação de perigo, de incesto, de pecado.

Logo ele desceu a face e mergulhou a boca dentro do biquíni dela, e chupou os bicões dos peitões de Dudinha. Depois ele tirou o restante e surgiram os fartos peitões, afinal ela tinha tido a bebezinho a oito meses e ainda mamava. Segurou os fartos seios e ele fascinado olhando-os, ela aperta-os e ele se contorce murmura.

- "Quero mamar leitinho."

Gente, ela aperta um pouco e sai o leitinho, ele a segura e se atola, suga mamando de verdade, suga como um bezerro e degusta do leite, literalmente nas tetas da vaca da Dudinha, e ela ensandecida encostada no tanque de lavar roupas gemendo, gemendo como se estivesse no cio.

Ela goza com ele mamando os peitos dela e murmurando.

- "Tome o leitinho do seu filho."

Uma Bomba !!! Ele é o pai, agora entendi tudo, é dele o bebezinho, a safada é amante dele, que sem vergonha.

Ela se solta e os peitões duros de desejo e de leite parecem dois melões apetitosos. Ela vai para o quarto e se posiciona na cama sem deitar e de costas desata o biquíni de baixo, deixa a peça cair, o olha de lado, sabe do seu poder, e lentamente se esparrama na cama com a bundona pra cima. Seu traseiro tem marcas de biquini sensual rebola e o Wagner passa a mão na rola e suspira fundo, mas, ela sabe do seu poder se vira levanta as pernas, tem coxas grossas e torneadas, e alonga os braços.

Ele vai para entre as pernas dela e vai para a buceta, ele sem pressa, toca com seus" lábios" os grandes lábios da buceta, Dudinha serpenteia, ele cheira a xoxota ela geme, geme agonizando e por fim, ele a chupa, ela solta um" urro" estrondoso parecendo uma donzela no cio louca por um macho.

Ela tem um corpão de ensandecer qualquer homem, imaginem maduro e amante, então nem se fala, o deixa tarado, com a priquita depilada e o bigode no meio, nenhum homem resiste é certeiro, ela murmura.

- "Chupe e me coma toda."

Ele nem pestaneja, " lingua-a" todinha e a descarada se segura na cabeceira da cama e suspende o corpo, ele funga e chupa a boceta toda e mergulha a língua e chuuupa, mete a cadelinha gemendo e goooza.

Duda parte para o ataque se senta na cama e tira a rola dele de dentro da bermuda, ele estava sem cueca, ela safada o segura o pau e lambe a cabeçorra, ele estremece, ela lambe, lambe, vai para as bolas e sorve olhando para ele linguando tudo.

A vadia é mestra e bem rápida, abocanha toda o que pode, ele da um pulo quase mortal e urra urra como um lobo e ela chupando com gosto.

Ela se levantou colocou a perna na cama e se posiciona, joga os cabelos e ele a cheira por trás, embebecido pelo corpão se abaixa e abra suas pernas mete a cara e a lambe, chupa por baixo, ela aperta os peitos saindo leite que escorre e ele apara na xoxota e suga.

Ele passa a língua no cuzinho e chupa, ela urra, ele se levanta encosta nela e procura o buraco da boceta e meeete…

Nossa! Que cena, eu vendo isso tudo e sem perceber já estava com a minha mão por dentro do biquini e siriricando a minha buceta.

Ela de pernas abertas sendo comida por trás com a budona empinada, com marquinhas de bronzeado, uma provocação. Ele a segura pela cintura e tome vara pra dentro e vai comendo a safada.

Ela geme, geme e geme no pau do tiozão, com os peitões balançando, ela goza algumas vezes, acho que estava sem transar um tempo. Para completar ela falou.

- "Aperte meus peitos."

Ele aperta e jorra leite, ela gozando e ele gozando tambem, jorrando leitinho do cacete inundando a xoxota dela e goooooozam.

Ele a vira e a beija apertando os peitões da cadela depois suga o leite e se beijam novamente, quando param e começam a e se vestirem, eu corro para o banheiro do quarto onde estou e fico quietinha terminando a minha siririca ate gozar, acho que não me viram.

Quando volto para a praia eles estão normal, nem parecem que foderam a pouco.

Agora tenho essa bombam!

  • Enviado ao Te Contos por Lua

Toda fodidinha antes de ir para a BGS no sabado (11-10-2025)

 

By; Rafaela

Ola, me chamo Rafaela, tenho 20 anos. Gostaria de contar sobre um fato que ocorreu no sábado.

Fui com um grupo de amigos para a BGS, ficamos em um hotel (de Sexta a Domingo a noite), foi bem divertido.

No sabado, estavamos no hotel já próximo a 13h nos preparando para irmos a BGS, quando o Ricardo entrou no meu quarto, eu estava com muito tesão e nem sei o porque, uma parte da minha turma já tinha ido de Uber e uma outra ainda estava pelo hotel.

Ricardo e eu, estávamos deitados na cama do Hotel, e começamos uns amassos e acabamos transando, quase hora de ir a BGS, quando terminamos começamos a nos vestir para sair, mas meu tesão tava alto ainda então decidi provocá-lo falando que ainda estava com tesão e queria foder mais um pouco, jurava que ele não aguentaria.

Mas ele veio para cima de mim, e não tive para onde fugir, abriu minhas pernas e me comeu, seu pau estava muito duro e ele meteu com força na minha buceta, que já estava bem arrombadinha e molhadinha de tanto meter!

Ele me fodia com muita vontade, era surreal, começou a gozar e encheu minha buceta de leite, mas seu pau continuou duro!

Ele então começou a socar na minha buceta tirando e metendo no cú, tirava de um e colocava no outro, minhas pernas estavam bambas e a sensação era indescritível, estava muito bom.

Ele gozou mais uma vez, dessa vez encheu meu cuzinho de porra, meu cú e minha buceta escorriam todo seu leite, achei que ele pararia, mas o pau continuou duro e voltou a meter!

Eu sentia seu pau pulsando dentro de mim e ele resolveu meter mais no meu cú, socava sem dó e eu só sentia prazer, nunca fui tão arrombada, ele finalizou gozando nos meus peitos!

Nunca me senti tão arrombada e preenchida! Fomos tomar um banho e fomos encontrar o restante da turma na BGS, aquela tarde ali no meio daquele povo, toda fodida foi uma delicia.

  • Enviado ao Te Contos por Rafaela

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Sou Casada e Sou Puta.

 

By; Ana Flor

Oi me chamo AnaFlor, tenho 29 anos, sou casada com um homem de 43 anos, que sabe que sou puta e adora que eu seja puta de outros

Ser uma puta casada não é vergonha. É ter o corpo aberto e entregue, é aceitar o pau duro e grosso entrando na minha buceta, no meu cu e na minha boca sem medo, sem freio.

É engolir a porra quente que escorre pela garganta, sentir o sabor salgado da submissão e do prazer.

Ser puta casada é ser fodida e foder sem vergonha, é gemer alto enquanto o pau me penetra forte, é levar tapas na bunda vermelha, mordidas no pescoço, ser marcada pela carne e pelo desejo.

Ser puta casada é ser viciada na sensação da porra quente escorrendo pelos meus orifícios, sentindo cada gota invadir meu corpo e me transformar.

Ser puta casada é ter o corpo marcado pela luxúria, pelas porras que recebi, pelas bocas que me lamberam, pelos paus que me fodiam até eu gozar até a última gota.

É ser a que se entrega inteira, sem reservas, sem medo do que os outros pensam.

Ser puta casada é saber que minha liberdade está no meu corpo aberto, no meu desejo selvagem, na minha vontade de ser desejada, usada, fodida e amada.

É ser dona da minha putaria, da minha verdade suja e crua, da minha fome insaciável.

E no meio dessa fúria de carne e fogo, está meu marido, meu cúmplice, o homem que não só aceita, mas alimenta essa minha loucura. Ele me ama puta, me ama fodida, me ama inteira — com a boca cheia de porra, o cu ardendo, a buceta molhada, e o coração em chamas.

Ser puta casada é ser eu sem censura, sem pudor, com o corpo rasgado de prazer e a alma livre como o vento.

  • Enviado ao Te Contos por Ana Flor

Mostrei a ele a putinha que sou.

 

By; Thais

oi, me chamo Thais, tenho 23 anos, sou negra, 1.77 de altura, 60kg, cabelo cacheado no meio das costas. Seios pequenos, bunda empinada e bem redondinha, quadril largo e buceta grande.

Estava em casa num fim de semana, já entediada e comecei a postar umas fotos enrolada na toalha, como quem não queria nada.. então começaram os elogios. Todos muitos respeitosos, diziam que eu era linda, gostosa, que era um anjo negro foi aí que me deparei com uma mensagem que só dizia:

- “Você tem uma carinha de putinha, será que é?”

Confesso que de primeira achei um abuso sem tamanho, ele nem me conhecia como poderia falar assim? Logo em seguida fiquei levemente molhada, será que ele era abusado assim em 4 paredes? Resolvi dar confiança

-“Você acha?”

-”Se fosse mulher direita, você não tinha respondido. Então tenho certeza que é”

-“Vem testar, talvez eu te prove o contrário”

Aguardei uma resposta, já bem molhada, e ela não veio. Aquele filho da puta não me respondeu mais.

Fui olhar o perfil dele, era um homem negro, devia ter uns 1.85 , solteiro e sem filhos. Instrutor de academia. O homem era extremamente gostoso

Fiquei com raiva e fui procurar outra coisa pra fazer.. 3hrs mais tarde ele mandou uma mensagem em visualização única

-”Posso te buscar as 19h?” Uma foto, de um pau colossal

Deveria ter uns 20cm, grosso, cheio de veias saltando, a cabeça babando

Eu fiquei louca, a boca já salivando mas decidi me fazer de difícil. Quem ele pensa que é? Eu já estava louca de tesão, mas pretendia controlar a situação

-“Você é muito autoritário.. não é assim que funciona”

Uns 2 minutos depois ouvi um bip

-”Eu disse que vc parecia uma putinha, mas não disse a parte mais importante, vai ser minha putinha. Às 19h esteja pronta.”

-“Vai precisar de mais que isso pra me convencer. Até porque, você nem sabe onde eu moro”

Olhei rapidamente pro relógio, 18h47. Não tem como ele me achar certo? Certo. Então sentei na cama e esperei.

18h55

-”Acho bom você não se atrasar”

19h00

Ouço alguém bater na porta.. o porteiro não avisou que eu tinha visita, então fui atender, com certeza era algum vizinho

Quando abro, me deparo com aquele homem enorme, numa camisa Polo e short jeans aquela tora marcando, e uma mochila na mão

-”Entao você também é desobediente?!”

-“Como você chegou aqui??? Ninguém entra no prédio sem ser morador ou acompanhado de um morador”

Ele apenas levantou as chaves, cor amarela, prédio 5. Eu morava no prédio 9, morávamos no mesmo bloco e eu nunca sequer tinha visto esse homem na minha vida.

-”Já que você não está pronta, acho que vamos ficar por aqui mesmo”

Deu dois passos na minha direção, largou tudo no chão e me beijou. Não foi qualquer beijo, aquele homem agarrou minha cintura com força, puxou o cabelo da minha nuca com delicadeza e me pressionou contra o pau dele. Eu me desfiz na boca dele, completamente molhada, e ele não parava.

Começou um ritmo tão gostoso, escorregou a mão da minha nuca até o meu pescoço o apertando, tirou a mão da minha cintura e deu um aperto com força na minha bunda. Sussurrou na minha boca :

-”Você agora é minha”

Eu tentei o afastar mas quando o olhei nos olhos, vi aquele homem me devorando com os olhos, brilhando de excitação. Eu só falei a única coisa plausível no momento

- Me fode!

Ele me pegou no colo, me levou até o sofá e sentou, comigo sentada de frente pra ele. Eu estava com uma blusa fininha, sem sutiã e de short pijama. Ele rasgou minha blusa num movimento só.

-”Como eu pensava, cabe certinho na minha boca”

E começou a mordiscar os bicos do meu peito, alternando um de cada vez, passou a língua bem molhada neles, e começou a mamar. Primeiro foi devagar, parece que estava conhecendo, e pedindo licença.

Após uns 3m começou a mamar como se tivesse fome, apertando, eu tentei segurar o gemido mas era impossível.

Sentada de frente pra ele eu senti o pau dele pulsar na minha buceta, o filho da puta mamando meus peitos eu comecei a rebolar gemendo, ele com uma mão apertando os peitos, a outra a minha bunda

Até que ele levantou rápido e me jogou no sofá, dizendo que precisava ir mais devagar porque ele esperou muito tempo por isso

“Muito tempo? Será que ele planejou isso?”

Minha resposta veio em seguida

Foi até a mochila, e abriu uma caixa. Eu tentei me recompor até ver o que era. Ele tirou 2 vibradores, e um consolo de uns 17cm. Veio até o sofá, colocou do meu lado me olhou e deu um comando simples

-”abre as pernas piranha”

Eu não resisti e me arreganhei pra esse homem. Ele tirou meu short, me deixando só de calcinha. Pegou um vibrador, 5cm no máximo, ligou e passou nas minhas pernas, na parte de dentro, indo do joelho até a virilha

-“porque tá me torturando?”

Ele apenas riu, girou o vibrador e ele ficou mais forte. Me olhou nos olhos e colocou direto no meu grelinho. Eu me abri ainda mais, fechei os olhos e joguei a cabeça pra trás. Esperei ele colocar os dedos na minha buceta, ou o outro vibrador, ou até me foder logo e nada. Ele apenas deixava aquela coisinha maltratando meu grelinho. Até que ele sentou do meu lado e deu a primeira ordem.

- ”Vem ca minha putinha, senta aqui no seu homem, com as pernas bem abertas, de costas pra mim”

Fui tirar a calcinha, ele me advertiu

-”Não vou te foder, só senta aqui no meu colo”

Fui, e sentei, abri bem as pernas e joguei meu peso no corpo dele. Ele deixou uma mão na parte interna da minha coxa, e a outra segurou o vibrador

-”Quietinha”

Colocou 2 dedos na minha boca, e em seguida deslizou pra dentro da minha calcinha, passando os dedos na entrada. Pegou o vibrador e colocou de novo no meu grelo.

-”Uma buceta grande assim com um grelinho tão pequeno, que delicia”

Toda vez que eu começava a rebolar ele parava, tirava as mãos, e só quando eu me acalmava ele recomeçava. Implorei

-“por favor me fode homem”

-”Não, putinha a gente trata assim, só maltrata o grelinho e deixa a bucetinha pingando. Só quero seu grelinho”

Comecei a me contorcer mais, estava quase gozando até que entrei no jogo, eu queria piroca e eu ia ter

-“Da leitinho pra sua putinha”

Senti na mesma hora o pau dele endurecer mais e pulsar ,ele respirou mais forte e enfiou com força os dois dedos na minha buceta ensopada. Eu gozei muito gostoso, tentei não gemer tão alto, comecei a tremer ele me fez carinho, me mandando ficar calma. Tentei levantar

-”Ainda não acabei com você

Ele me pegou pelos cabelos, e me mandou mamar aquela piroca toda babada, eu cai de boca, satisfeita. Estava mamando um pau tão gostoso, e ver ele gemendo pra mim, me olhando me deixou louca. Com a cabecinha na boca olhei pra ele, e depois falei;

-” Me dá leitinho vai”

Ele me engasgou de uma vez só, começou a foder minha boca com força, eu mal conseguia respirar, lágrimas escorrendo nos meus olhos. Pensei que ele ia gozar na minha boca.

-”Senta aqui piranha, vem receber seu leitinho”

Levantei rápido e quando estava quase sentando ele enfiou 2 dedos na minha buceta, já estava pingando nessa altura. E enfiou os dois dedos no meu cuzinho, lambuzou bem;

-”Senta com o cuzinho”

Tentei protestar, ele me agarrou, e disse com mais força

-”Senta a porra do cu aqui vagabunda”

Eu já estava tremendo, comecei a rebolar pra sentar. Ele enfiou tudo de uma vez só, abriu minhas pernas uma de cada lado do sofá, e começou a socar aquela tora no meu cuzinho apertado. Pegou o vibrador e foi só no meu grelinho. Eu gozei na mesma hora

-“Aí meu Deus, fode meu cuzinho vai, me da piroca preto, enche meu cu de leite”

Gritando e gemendo igual uma vagabunda, senti ele rindo e socando mais rápido. Até que ele diminuiu, pegou o consolo maior, e meteu tudo na minha buceta. Apertou meu pescoço

-”Isso piranha, geme pro seu macho vai, rebola nessa pica

- Tu queria rola que eu sei, tá aqui toda sua”

Começou a socar mais forte, eu já estava gritando pedindo leite, ele empurrando aquele consolo grosso na minha buceta. Ele começou a gemer mais alto, a me apertar mais. Senti o pau dele pulsar, ele tirou rápido o consolo, me virou de 4 e socou bem forte no meu cuzinho, enchendo ele de leite. Gemendo alto pra mim.

Quando acabou, me pegou no colo, me deitou no sofá junto dele e me deu um beijo. Suave gostoso, bem lento, me fazendo carinho

-”Eu falei sério, agora você é minha”

Eu estava sem acreditar que aquilo estava acontecendo, e fiquei ali deitada com ele. Olhei pro relógio da porta, já eram 21h26

“Como havia passado tanto tempo sem eu perceber?”

Senti aquele cheiro de macho do meu lado, senti meu cuzinho latejando, cheio de leite, minha bucetinha toda melada. Fiquei com mais tesão. Agora era minha vez de foder ele.

-“Você não tem ideia do problema que você acabou de arrumar, filho da puta”

Ele me olhou nos olhos, e deu um sorriso safado

-”me mostra”

E ali eu mostrei a ele a puta que sou, fodemos ate nós dois cairmos um ao lado do outro sem força, no dia seguinte eu tava toda assada, e ganhei o homem pra mim.

  • Enviado ao Te Contos por Thais

Ela gozou duas vezes no meu pau

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