terça-feira, 25 de novembro de 2025

Por Culpa de vocês TeContos, eu tive que fazer o mesmo do conto que li aqui (21-11-2025)

 

By; Gabriele

Ola Te Contos, me chamo Gabriele, tenho 37 anos, sou professora, eu sou casada e com 2 filhos.

Eu acompanho o Te Contos desde dezembro do ano passado quando sem querer encontrei vocês no Blogger, a partir de então todos os dias tiro um tempinho para vir ate vocês e ler os contos postados.

Destes vários contos que li um em especial me deixou louca, e não sei explicar o motivo, depois que li, fiquei bastante excitada, salvei esse conto e sempre tô lendo, é um conto simples mas que por algum motivo mexeu muito comigo. Ele se chama;

“Minha amiga é viciada em gozar deitada em cima de minha bunda (Tara) (19-08-2025)”

Depois que li esse contos, passei a reparar mais nas minhas alunas, principalmente do 3° ano, tem muitas meninas de corpo lindo, e confesso que tive que pensar em algumas delas na mesma situação do conto acima.

Bom Te Contos.

Acontece que sexta feira meu nivel de loucura e taradez atingiu um ponto insuportável e durante o intervalo do recreio eu peguei meu celular e marquei uma hora com uma GP para fazer o mesmo do conto que me deixou louca.

Eu, uma mulher casada, de 37 anos, não resisti e acabei marcando com uma Garota de Programa para realizar esse fetiche. Era isso ou enlouquecer de vez.

Após terminar a ultima aula de sexta eu fui direto para o ap onde a GP atendia, é no caminho de casa, a descrição dela me pareceu perfeita, uma jovem de 21 anos, pele clara, olhos castanhos, cabelos compridos lisos, corpo lindo, vi fotos, peguei seu whatsapp de atendimento e marquei por lá.

Fui sem medo nenhum, sem pensar em nada que não fosse realizar isso, mas gelei quando cheguei no ap, quase desisti, no elevador minhas pernas tremia, eu estava gelada, na minha cabeça só passava “e se ela fosse ex aluna minha?”, onde eu fui me meter por causa de um conto.

Quando toquei a campainha a espera para ver quem abriria a porta foi uma eternidade, ate que ela abriu e ali sim tive a certeza de que ela eu não conhecia. Ela muito linda e simpática, me cumprimentou com beijinhos no rostos e me convidou a entrar, sentamos e ficamos conversando, (nesse momento eu fiz o pagamento), e como é dificil numa sitiuação dessa conversar enquanto a outra pessoa esta de lingerie (linda e sexy).

O meu nevosismo era nítido, ela me ofereceu uma bebida, disse que não era habitual atender uma mulher, me elogiou e eu contei o motivo de ter procurado ela, contei do conto que li mostrei a ela, falei que desde que li a minha cabeça tá em parafuso e meu corpo esta cada vez mais tenso. Ela leu conto e entendeu o que eu queria.

Eu fui tomar um banho e quando voltei ela estava me esperando ao lado da cama, ela tirou a toalha que eu estava, ela tirou a sua lingerie, de forma sensual, o que me deixou mais a vontade, eu deitei em sua cama de costas pra cima, ela montou em cima de mim, eu afastei um pouco as minhas pernas e passei a minha mão por baixo, e comecei a me siriricar, e ela deitada sobre mim, começou a fazer o mesmo, seus seios pequenos e durinhos nas minhas costas e sua mãos movendo enquanto ela se tocava, e sua respiração indo mudando, ficando ofegante, realmente é uma sensação muito prazerosa.

Me toquei muito, brinquei com meu clitoriz que estava duro e sensível como a muito tempo não ficava, quando gozei a primeira vez eu parecia um vulcão, estava tão quente e jorrou meu gozo nos meus dedos.

Eu achei que ela, por ser uma “profissional” do sexo iria fingir o orgasmos, mas me enganei, não sei se por ser eu, uma mulher, ela se tocou de verdade, seus gemidos em meus ouvidos me deixaram louca de tesão, eu continuei me tocando e gozei a segunda vez, e só assim ela gozou, ofegando muito em cima de mim. Um pouco tempo ela sentou em cima da minha bunda, me perguntou se gostaria de trocar com ela, logico que eu queria isso.

Ela deitou, falou pra olhar, no espelho, como a minha bunda estava, e estava bem melada, eu passei meus dedos, que sensação diferente eu estava sentindo, ela então me chama, já deitada eu montei nela, me arrumei e deitei, ela disse pra eu ficar a vontade e gozar bem gostoso, eu então comecei.

Eu estava tão excitada com tudo que acho que me desliguei do mundo, gemi alto e gostoso, me toquei, rebolei nos meus dedos, ela fazendo o mesmo em baixo de mim. O cheiro dela a maciez da sua pele, seus gemidos, seu rebolado foram me deixando louca eu toquei a siririca mais gostosa da minha vida e gozei maravilhosamente, ela gozou tambem, a ponto de por seus dedos na boca e limpa-los o que me fez fazer o mesmo, eu sentei sobre sua bunda, passei a mão pelo meu corpo, sentia-me viva, apertei meus seios, ergui-me um pouco e ela virou de frente pra mim, fiquei ali sentada em seu colo.

Conversamos um pouco e eu fui tomar uma duchar, ela me esperou na cama, quando voltei, me vesti e me maquiei, mais um pouco de conversa boa, e então eu fui embora.

Quando cheguei em casa, estava mais leve, se é essa a palavra, se é esse o sentimento. Esse conto que tanto me inspirou, que tanto mexeu comigo, me fez ter ao realiza-lo um tesão que nunca senti, imaginei o que a garota sentia quando pedia a sua amiga para deixa-la se tocar em cima de sua bunda. Acho que foi tão gostoso que vou querer fazer novamente, continuo lendo ele, me inspirando em minha siriricas com ele e com o que realizei.

Obrigada Te Contos.

  • Enviado ao Te Contos por Gabriele

Sabado magico com a Pâm. (bi) (22-11-2025)

 

By; Silvana

Ola Te Contos, essa é minha historia, começou dessa maneira e ainda esta acontecendo.

… Assim que ela entrou na minha casa, fechei a porta e fomos direto para meu quarto. Passavam das 11h daquele sábado que marcaria para sempre nossas vidas. Eu me deitei na cama e, logo em seguida, Pâmela.

Ela é amiga das minhas filhas. Estuda, com minha caçula, numa universidade aqui de Mogi das Cruzes, grande São Paulo. Sou mamãe de um menino (24 anos) e duas meninas (23 e 19 anos de idade).

Meu nome é Silvana, 42 anos, pele branca, 1.60 de altura, 66 Kg, olhos e cabelos pretos, compridos, lisos, seios médios, quadril largo, bumbum redondo, carnudo, pernas grossas, lisas e macias. Eu sou vaidosa. Sempre cuidei do meu corpo e da minha saúde. Estou casada há 25 anos. Sou uma mulher realizada como mãe, esposa e me sinto feliz.

Sempre tive a curiosidade de estar com uma mulher. Nunca senti coragem para revelar isso a alguém, nem mesmo meu marido que tanto dialogamos. Sou amiga da mamãe da Pâmela. Caso eu tivesse a coragem de matar minha curiosidade, imaginaria que fosse com uma mulher da minha idade ou um pouco mais nova ou até mesmo mais velha que eu. Mas com uma menina de 19 anos? Eu nem levava em conta esta opção. Praticamente, vi a Pâm nascer. Peguei-a no colo, ajudei trocar fraldas, levava e buscava na escola. Sempre nos respeitamos.

De um ano para cá, comecei a notar que ela me olhava de uma maneira diferente. Parecia ler meus pensamentos! Uma sensação estranha e embaraçosa. Ela é muito novinha! Eu me perguntava: “será que ela gosta de mulher?”. Minhas filhas nunca me comentaram e nem eu vi coisa alguma. A mamãe dela nunca falou sobre isso comigo. Fiquei na minha. Comecei a observar melhor os olhares dela.

Há dois meses, numa tarde, eu estava em casa sozinha. Tocou a campainha. Era a Pâmela. Assim que fechei a porta, ela me abraçou e me deu um selinho. Ficou agarrada a mim e olhando-me nos olhos. Eu não sabia onde enfiar a cara! Pegou-me de surpresa... Fiquei verde, roxa, vermelha de vergonha... Bandida! (risos) Segurou-me firmemente contra seu corpo e disse:

- Eu te acho tão linda, Sil! Você é a minha mulher maravilha, sabia?

- Menos, Pâm... Menos! Eu não sou tudo isso que você vive me dizendo... Eu poderia ser sua mãe, minina.

Pâm não perdoou... Olhou-me, com água na boca, e investiu balançando seu corpo todo:

- Mãe a gente não come! (risos)

Eu dei tapas no bumbum dela e falei:

- Minina, me solte. Tome tento... Hã! (risos)

Pâmela me soltou e ria sem parar. Eu não sabia o que fazer. Minhas pernas amoleceram. Tentei disfarçar e disse que precisava escovar os dentes. Entrei no banheiro, abaixei minha calcinha, sob meu vestido, e me sentei no vaso sanitário. Meu corpo pegava fogo! Eu me sentia tonta. Minha buceta inundada. Eu coloquei minhas mãos sobre meu rosto, fechei os olhos e pedi ao Senhor coragem para resistir a quela menina que praticamente ajudei a criar.

Fiquei no banheiro por uns 20 minutos me acalmando. Saí do lavabo e fui direto pra cozinha. Ficamos conversando até o final da tarde. Colocamos as fofocas em dia e fizemos brigadeiro. Mas os olhares dela em mim eram constantes.

A partir deste dia, ela começou a me enviar msgs de mulher pra mulher. Eu lia e apagava as mensagens com receio de alguém descobrir. Envergonhada, nunca respondi. Também, sentia-me excitada. Uma das mensagens balançou-me;

- “Aquele dia que te dei um selinho e te disse que você é linda, eu sei que você ficou toda molhada. Eu também fiquei. Quer saber? Minha calcinha está com o cheirinho que você gosta”.

Eu me masturbei, algumas vezes, apás ler esta bendita mensagem. Pois é... E foi bão demais! (risos)

Sempre que podia, Pâm me atentava. Na frente das pessoas era super discreta e nem tocava no nosso assunto. Eu deixei o tempo passar e fui aprendendo a lidar com a situação.

Na sexta feira passada, 21, fizemos jantar íntimo na minha casa. Pâmela estava presente entre os convidados. Apás o jantar, resolvi ir ao banheiro. Assim que abri a porta e comecei a entrar, Pâmela surgiu atrás de mim e entrou comigo, fechando a porta. Eu gelei... Não acreditava no que estava acontecendo:

- Meu Deus, Pâm... Mas o que é isso?

- Eu quero você, Sil... Estou looouca por você!

Eu tremia e ao mesmo tempo me sentia excitada com a abordagem dela. Que menina corajosa, pensava comigo. A astúcia dela me fascinava! Tentei disfarçar e me acalmar. Levantei meu vestido e abaixei a calcinha até os joelhos. Sentei-me no vaso, coloquei os braços apoiados sobre minhas pernas fechadas e segurando o queixo. Pâm agachou-se na minha frente e também apoiou seus braços nas minhas pernas. Eu me arrepiei toda! Ficamos nos olhando. O beijo surgiu numa atmosfera de muitos delírios e carinhos. Beijo macio, calmo... Muito gostoso! Olhos fechados, faces se roçando, narizes se tocando, lábios macios se amassando e línguas se enfrentando naquele momento de pura magia. Uma delícia! Pâmela é tão carinhosa, meiga, carente, terna... Um doce de menina mulher! Eu sentada e ela agachada nos abraçamos excitadas. Sentia a respiração acelerada de nás duas. Os cheirinhos do perfume e das salivas dela ficaram na minha pele arrepiada. Cabelos macios e sedosos.

Pâm passou as mãos no meu corpo. Tocou-me nos seios e tentou abocanhá-los. Eu resisti e lhe disse que não era chegada hora. Ela estava com muita sede... Eu também! Alisei seu rostinho de pele macia e falei:

- Pâm... Eu também te quero... Vamos ficar juntas!

Os olhinhos dela se encheram d’água. Eu quase chorei! Ela me olhava maravilhada. Murmurou-me:

- Meeesmo? Faremos amor, Sil?

- Sim... Eu serei sua e você será minha! Mas agora não.

- Mas então? Quando?

- Amanhã, meu marido e nossos filhos irão almoçar e passar o dia com minha sogra. Teremos o dia todo para ficarmos. Que tal? Topas?

- Claro que eu topo. Muito obrigada... Esperei demais esta oportunidade!

Eu coloquei meu dedo indicador na boquinha dela e sussurrei:

- Docinho, amanhã... Amanhã! Saiba que você é a minha eterna minininha. Eu te quero bem demais pra negar um desejo seu. Agora vá... Outros poderão notar.

Pâmela me deu beijos de tirar o fôlego! Uaaau... Agora falo eu... Nunca fui beijada daquela maneira... Ameeei de paixão! Eu não acreditava que tinha dito sim para ela. Parecia um sonho!

Ela se ajeitou, retocou a maquiagem e saiu calmamente do banheiro. Eu nem consegui fazer xixi. Estava super molhada! Fiz higiene íntima e retoquei, também, a maquiagem. Voltei á mesa como se nada tivesse acontecido no banheiro, entre nós duas.

No dia seguinte, apás meu marido e filhos saírem para a casa da minha sogra, Pâmela chegou. Abri a porta e fomos para meu quarto de mãos dadas. Estávamos ansiosas e excitadas por nós duas.

Pâmela tem 19 anos, pele branca, 1,62m, 54 Kg, olhos azulados, cabelos pretos, compridos, ondulados, seios grandes, bumbum redondinho, carnudinho, pernas grossas, lisas e macias. Narizinho arrebitado e boca de lábios carnudos. Ela é linda... Uma bonequinha!

Na beira da cama, nos beijamos e nos amassamos tamanha excitação que nos envolvia. Um calor percorria meu corpo que me deixava molinha nos braços dela. Sentia o rosto queimar e meus seios se avolumarem sob a blusinha decotada. Minha calcinha logo foi revelada pelas mãos macias e curiosas da minha amada. Deixei meus tamancos e caímos juntas na cama. Rolamos nos beijando e nos alisando cada vez mais. Eu sentia contrações nas entranhas e minha buceta chegava doer. Meu clitáris estava super sensível. Os dedos me tocavam e eu me contorcia no corpo dela. Pâm beijava-me no pescoço. Lambia-me nas costas e ombros. Eu passava as mãos nela e arrepiava-me toda.

Entreguei-me! Ela tirou minha blusinha e, depois, a calcinha. Observava-me com água na boca! Abracei-a sentindo o calor do seu corpo e sua respiração acelerada no meu pescoço. Nossas línguas se encontraram e deliramos juntas. Arranquei a blusinha cor de rosa dela e revelei os grandes e lindos seios de bicos duros. Não resisti e os apalpei. Durinhos! Manhosamente, ofereceu-me. Eu, meio sem jeito, abocanhei-o. Pâmela alisou-me nos cabelos, rosto e ofereceu-me o outro. Eu chupei bem gostoso... Logo peguei o jeito! (risos) Escutei o barulho das sandálias dela caindo no chão e depois a vi tirando a saia preta vestia maravilhosamente! Ficou por cima de mim e nos beijamos ainda mais. A pele estava arrepiada e logo gemíamos juntas.

Rolamos e fiquei sobre ela. Fui descendo minha cabeça e percorrendo todo o corpo macio da bonequinha linda. Cheirosa! Arrepiada estava. Eu pensava em como seria bom se eu tivesse a mesma idade que ela e pudesse ser tudo aquilo que ela esperava de mim!

Admirei-a na calcinha e a toquei. Estava sem jeito de colocar a boca na lingerie. Beijei-a nas coxas e ela puxou-me para sentir o sabor dos meus beijos novamente. Ficamos nos beijando de língua e lábios colados. Pâmela se esfregava em mim e vice versa. Gozeeeei... Ela também! As duas ensopadinhas sobre a cama macia.

Ela me chupou nos seios e sugou levemente os bicos. Adoreeei. Desceu pela minha barriguinha e cheirou-me no sexo. Instintivamente, as pernas eu abri. Pâmela passou a língua entre meus lábios excitados da boceta. Enfiou-a diversas vezes enquanto me contorcia acarinhando-a nos belos e cheirosos cabelos macios. Chupou-me no clitáris como eu nunca havia sido chupada. Reservei-me não perguntar se era a primeira vez dela com mulher. Não tive a coragem! (risos)

Realizada, ela me beijou e senti meu sabor na sua língua. Virou-se sobre mim e ofereceu-me seu lindo quadril. Que bumbum durinho... Redondinho... Lisinho! Aaah, como eu queria ter dezoito anos novamente... Bandida!

Abriu minhas pernas e voltou a me abocanhar na xana toda molhada. Eu cheirava e tocava-a na bunda gostosa. Logo, Pâm puxou a calcinha para o lado como se me dissesse que queria ser chupada também. Foi aí que avistei aquela boceta linda! Lábios rosados, durinhos e clitáris grande. Entreaberta e exalando perfume de mulher. Fiquei encantada pela beleza do sexo que ela exibia toda manhosa. Fascinada! O ânus lindo eu fiz questão de passar a língua e chupar bem gostoso. Pâm se contorcia toda... Eu também! Segurei no seu bumbum e abri as bandas. Lambi e chupei a xaninha do jeito que pude. Não sei se fiz o que ela esperava de mim, mas sei que ela teve vários orgasmos. Fiz o melhor que pude! Sei que o cheirinho e sabor da minha bonequinha acrescentaram sentimentos que sempre nutri por ela.

Não fizemos sexo... Fizemos amor! Tão especial este momento, para nós duas, que chego a emocionar-me escrevendo este texto.

Marcas de batom e gozo ficaram no lençol e na minha suíte. Tomamos banho juntas e nos amamos loucamente durante toda tarde de sábado. Que delícia estar com ela. Esfregar-me nela... Uaaaau! Pâm apertava-me contra o azulejo frio do banheiro e esfregava a xaninha na minha. Xana com xana. O grelinho dela tocava o meu e gemíamos sentindo líquidos escorrerem das nossas entranhas. Ela ajoelhava-se e enfiava dedos e língua na minha boceta. Gozeeei muito. Fiz o mesmo nela. Saciadas e abraçadas, até xixi fizemos juntas. Comecei a fazer xixi. Escorreu pelas coxas dela. Pâm percebeu e me disse:

- Você está fazendo xixi, Sil? (risos)

- Estou sim! (risos)

Em seguida, foi vez dela. Eu retruquei:

- E a senhorita também, né minina?! (risos)

- Haham... (risos)

Beijamo-nos e nos abraçamos rindo e curtindo aquele momento mágico. Muito obrigada Pam.

Foi tão gostoso, tão magico que inevitavelmente se repetirar.

  • Enviado ao Te Contos por Silvana

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Não fui trabalhar hoje por isso... (23-11-2025)

 

By; Cristiane

Ola te contos meu nome é Cristiane, tenho 32 anos, sou casada, trabalho, sou vendedora em uma loja aqui no centro da cidade. E nesse momento, 13;20 da tarde eu devia esta trabalhando. Mas hoje eu não fui, não aguentei, não pela ressaca devido a comemoração de ontem, mas por eu esta sentindo muito do no cú, devido ter levado gostoso a ponte de ter exagerado, e pra piorar meu marido acha que foi que comeu.

Ontem, domingo, meu marido e eu fizemos um churrasco, meu marido recebeu uma ligação garantindo a ele a promoção, isso no sábado no domingo veio o tal desse churrasco, e a bebida passou de limite. Lá pelas 10 da noite, quando tudo acabou e todos foram pra suas casas, meu marido e eu transamos, ali foi as ultimas forças deles, que fodeu bem gostoso a minha buceta, chupou meus peitos, e gozou deixando ela cheiinha como eu gosto.

Ele simplesmente apagou na cama, de pau melado e tudo, eu cansada, mas sem sono resolvi ver algo pra fazer e fui limpar algumas coisa, então lá fui eu, nua, de buceta escorrendo o gozo do meu marido de dentro da minha buceta lavar uns copos, uns pratos, e quanto fui pegar uma coisas no quintal, que olho pro meu lado direito vejo o filho da nossa vizinha me olhando. Eu tomei um susto, perguntei o que ele fazia ali a essa hora, e ao mesmo tempo tentava cobrir meus seios e minha buceta com as mãos pra ele não ver, mas já era tarde eu acho, ele já tinha visto.

Na cara de pau disse que não me preocupasse que não contaria a ninguém que me viu nua, eu tava com fogo tanto da bebida quanto da foda de a pouco com meu marido que disse a ela, pra passar o muro. Quando ele passou falei pra ele guarda mesmo segredo, já deixando ele ver todo o meus corpo, ele disse que não contaria, então eu peguei no seu pau por cima do calção que ele estava usando, e já estava duro.

Peguei ele levei para o lado da casa, é escuro, é um corredor que liga a frente o quintal, não querendo passar pro dentro da casa, sentei ele em uma cadeira de plastico abaixei e comecei a mamar o pau dele, pau gostoso, garoto de 20 anos, branco, pau bonito e cheiroso.

Eu chupei por um tempo e depois, sentei de frente pra ele, encaixei na minha buceta e la quiquei feito louca, ele pegava nos meus peitos e mamava eles, pegava na minha bunda apertava, abria, dedava meu cuzinho, me deixava louca.

Ai Te Contos aconteceu o que me deixou de “repouso” em casa, eu fiquei de 4 pra ele, e pedi que comece o meu cuzinho e pqp, foi gostoso pra caralho. Mas exageramos, ele me comeu com muita força e muito rapido, eu nem achei ruim na hora, estocadas fortes, ritimo louco, parecia que não terminava, foi uma seção de metidas interminaveis, ate ele aperta as minha ancas se apertar em mim e gozar feito um touro reprodutor.

Quando acabamos falei pra ele ir, e que depois falariamos pelo whatsapp assim ninguém desconfiaria de nada e marcaremos novamente, eu voltei pra dentro de casa, escorria gozo da minha buceta e do meu cu, corri para o banho, fechei a casa e fui dormir.

Acontece que hoje quando acordei meu cu doía e ardia muito, disse ao meu marido que ele acabou comigo ontem a noite e ele pediu desculpa. Tive que ligar para o trabalho avisar que tive um problema e não teria como ir.

E foi isso…

  • Enviado ao Te Contos por Cristiane

Marquei com um moreno gostoso no motel e terminei a noite toda arrombada, foi Maravilhoso! (22-11-2025)

 

By; Daniela

Ola te Contos me chamo Daniela, tenho 22 anos, sou gordinha, tenho 1.70 de altura, 100 cent de bunda, seios medios.

Sábado após sair do trabalho eu precisava gastar energia, queria sexo, e tinha que ser dos bons. Os contatinhos estavam todos arrumados, então fui apelar pro app.

Achei um Moreno gostoso, eu queria foder, então já comecei um papo bem safado, ele retribuiu e marcamos logo de trepar, inclusive, eu disse que queria fazer tudo e que seria todinha dele.

Marcamos de ir ao motel, me arrumei toda cheirosa, só de vestido e sem calcinha, minha bucetinha estava depiladinha, e fiquei contando os minutos pra foder gostoso.

Chegamos e tomamos um vinho pra ir aquecendo, começamos a nos beijar e ele já foi enfiando a mão na minha buceta, falando o quanto eu era safada por ir sem calcinha, me abaixei e comecei a chupar seu pau grosso e grande, eu cuspia, lambia, enfiava na minha boca, e ele ficou doido, mandou que eu fosse pra cama e ficasse de quatro com a bunda bem empinada.

Obedeci, ele deu uma lambida da minha buceta até o cuzinho e socou o pau na minha buceta em seguida, o pau dele era muito grosso e estava muito duro, eu estava louca de tesão e rebolava em seu pau, e ele ia socando cada vez mais forte.

Quando gozei ele meteu o pau no meu cuzinho e os dedos na minha buceta, eu gemia sem parar e pedia para tirar tudo e enfiar de novo, era deliciosa a sensação de ter meu cuzinho arrombado por ele, e ele me dava uns tapas, me xingava e socava forte, enfiou quase a mão toda na minha buceta.

Ficamos metendo por um tempo, gozei várias vezes e depois senti um tesão mais intenso que nunca tinha sentido, e aí senti que me molhei muito, a cama também molhou, eu tive um squirt de tanto tesão, nunca tinha conseguido e foi muito gostoso.

Terminei a noite toda arrombada, foi maravilhoso!

  • Enviado ao Te Contos por Daniela

O vizinho casado do andar de cima é realmente um tesão (Out-2025)

 

By; Nivia

E ai Te Contos, me chamo Nivia, e quero contribuir com algo que me aconteceu no mês pessado.

Eu dormia o sono dos anjos quando de repente ouço uma gemeção do cacete. Era um “ai ai ai” daqui, um “ai que delícia” dali, uns “não para não” e outros “tô quase amor”! Que puta que pariu! Estava exausta, precisava acordar disposta para fazer as provas da manhã seguinte na minha escola e acordei com o sexo barulhento dos vizinhos do apartamento do andar de cima.

Quanto mais eu tentava dormir, mais barulho vinha do bendito quarto. Cheguei a cobrir a cabeça com o travesseiro pra não escutar as safadezas do casal sem noção, mas ainda assim, eu escutava altos ruídos e gemidos. Pow! Que casal filho da puta! Foder com o sono dos outros é uma sacanagem do cacete!

A madrugada estava se tornando um martírio. Daquele jeito eu não conseguia dormir. Não tive outra escolha a não ser torcer para que eles gozassem logo e acabar com toda aquela putaria que me perturbava tanto. Mal sabia eu que era apenas o começo da encrenca…

Fazia tempo que eu estava na seca e em minha mente pervertida a expectativa de ouvir: “Agora eu vou gozar” mexeu com minha libido. Minha xoxotinha começou a dar sinal de vida. Segundos depois ela piscava só de eu imaginar as putarias que eles estavam fazendo. Aquela algazarra me provocou durante horas, até que finalmente sossegaram e eu pude voltar a dormir como um bebê.

No dia seguinte, no café da manhã, minha mãe também reclamou da balbúrdia do casal escandaloso e me passou a ficha completa daqueles dois. Quase morri de tanta raiva da minha mãe, pois foi ela que indicou o apartamento para o jovem casal fogoso. Eles tinham acabado de se mudar pro apartamento e eram casados a pouco menos de um ano. Sabrina fazia plantões no mesmo hospital em que minha mãe trabalhava e as duas eram amigas. Já o marido de Sabrina era bem mais jovem que ela, um playboy, filhinho de papai que não gostava de trabalhar.

Em pouco tempo, o casal se tornou o assunto dos recalcados de plantão no condomínio onde morávamos. Sabrina era uma tarada louca por sexo e ele um macho vigoroso a disposição de sua fêmea. Toda vez que ela chegava de seu plantão, era aquela sacanagem. Não tinha dia nem hora certa. A qualquer momento a gente se surpreendia com o sexo animal daqueles dois.

Um dia eu não fui ao estágio à tarde, fiquei em casa pra descansar. Era meu segundo ano de magistério e eu estava quase dando um treco de tanto trabalho, prova e estágio pra cumprir. Eu necessitava de pelo menos uma tarde tranquila. Ledo engano!

Dessa vez não foi o casal a me perturbar, foram os moleques do condomínio soltando pipa. Do meu quarto eu ouvia a gritaria. Poxa! Quando eu teria direito ao meu merecido sossego?! Muito indignada pulei da cama, ventando de raiva e cheguei na janela pra pagar uma geral pra molecada lá embaixo.

Quando eu vi que no meio daquela cambada tinha um moreno maravilhoso, descalço e só de bermuda, minha nossa! Me quebrou todinha. O gato estava sem camisa mostrando os braços fortes e a barriga de tanquinho. Sua pele lisinha, suada e bronzeada, brilhava no sol, pirei! Que gato lindo era aquele soltando pipa no meio da tarde junto com a molecadinha?!

Pra não dar bandeira, nem perder a linha de mocinha educada, eu apenas cumprimentei os meninos. Na verdade eu queria chamar a atenção do moreno. No entanto, ele me olhou e continuou soltando pipa, mal me notou na janela. Inconformada com a indiferença do gato, resolvi comprar pão, só pra descer, atravessar a rua do condomínio e ver o moreno de perto. Quem sabe assim ele me notaria?!

Vesti um shortinho azul, que mal cobria as polpas do bumbum e uma blusa curta de malha branca, bem soltinha no corpo com decotes generosos. Fiz questão de caprichar no look só pra destacar minhas curvas sinuosas, meus atributos de ninfeta gostosa. Soltei meus longos cabelos, botei chinelinho de dedo no pé e fui eu lá, tentar provocar o bonitão.

Mal coloquei os pés na calçada e já fiz merda. Sem perceber, pisei na linha de uma pipa que estava no chão. Um moleque filho da puta e sem educação, quando viu, começou a gritar e me xingar. Caraca! Que vergonha! Uma coisa que me deixa super sem graça é baixaria. Eu tentando pagar de gatinha, passo por um vexame desses!

O moreno então, chegou na correria para esculachar o moleque grosseiro:

-Opa opa opa! Tá maluco, Bigú!? Não fala assim com a menina não!

O pivete ainda fez mais algumas malcriações. O rapaz teve trabalho pra acabar com a confusão botar o moleque pra casa. Assim que tudo se acalmou, eu agradeci e me apresentei. Aí é que eu digo:

”Quando você pensa que não tem mais nada para te surpreender, você leva um susto”!

Pois foi assim mesmo que me senti. Fiquei chocada, o gato maravilhoso era o marido da vizinha tarada!

Fiquei desconcertada. Eu olhava inerte pra aquele homem perfeito e compreendia o porquê de sua mulher ser uma tarada. Qualquer uma seria uma louca na cama com aquele moreno delicioso cheio de energia pra gastar.

Depois que ele se apresentou, mal consegui conversar. Fiquei tímida, parecia que eu estava confessando que havia me masturbado várias vezes só pensando nas trepadas que ele dava com a mulher. Foi como se ele estivesse lendo meus pensamentos. Na mesma hora mudei de planos, me despedi dele rapidinho e voltei abafada pro meu quarto.

Daí por diante, eu o encontrei várias vezes no condomínio. Também tive a oportunidade de conhecer Sabrina, a mulher mais invejada do condomínio. Me encantei com a beleza e sensualidade daquela mulher, mas também senti recalque!

Ai meu deus! Toda vez que Enrico me via, me abria um sorriso lindo, eu ficava doidinha nele. Mas quando eu lembrava do mulherão que ele tinha, logo pensava que eu jamais teria chances.

Rico se tornou meu amor platônico. Eu morria de inveja de Sabrina e ficava me imaginando no lugar dela. Eu sabia que era errado desejar um homem casado, mas Rico, era encantador, divertido e lindo! Eu não conseguia me controlar. Me desmanchava por ele e todos percebiam.

Sabrina sabia que eu estava caidinha pelo marido dela. Eu encontrava o casal pelo condomínio e cumprimentava primeiro Rico, sorria pra ele, perguntava com ele estava e tudo mais, falava toda melosa com ele e com ela, dava apenas um sorriso amarelo. Os dois eram muito educados, nunca foram deselegantes comigo por causa disso, muito pelo contrário, acho até que se divertiam com meu interesse por Riquinho.

No fundo, no fundo, eu sabia que não havia possibilidades de rolar alguma coisa com Rico. Mas como eu gosto é do difícil... Eu fazia charminho pra ele.

Às vezes me pergunto se foi sorte ou azar quando meu chuveiro queimou. Aconteceu numa noite daquelas em que minha mãe estava de plantão. Uma oportunidade perfeita pra eu bancar a mocinha indefesa e pedir socorro ao moreno bonitão. Seria apenas mais uma das minhas investidas sem retorno, contudo eu não iria deixar passar a chance de provocar um pouquinho neh!

Me enrolei na toalha e subi as escadas do prédio sem me importar se apareceria alguém. Bati no apartamento de Riquinho e ele me atendeu:

- Oi, Niv! O que tá fazendo aqui desse jeito?!

- Desculpe incomodar, mas meu chuveiro deu tilt bem na hora do meu banho! Tu pode me ajudar?!

-Bora lá rapidinho que tá quase na hora de Sabrina chegar!

Meu coração disparou! Riquinho me acompanhou até o meu apartamento vestindo só uma bermuda.

Quando entramos, tranquei a porta da sala e ele perguntou:

- O que tu tá querendo, menina?!…

- Só que tu dê uma olhadinha no meu chuveiro ué!!

-Tá pensando que sou bobo?! Tá me provocando há meses…

Ele se transformou. Veio pra cima de mim e me agarrou com firmeza.

-Calma, Ricoo! Tá me apertando!

-Não era isso que tu queria?! Com macho não se brinca!

- Não! Desse jeito não!

- Achei que tu não fosse mais uma menininha medrosa!

- Pow! Assim não neh!

-Niv, me desculpe, é que tu me deixa louco!

- Tudo bem, relaxa!... O banheiro é logo ali!

E fomos passando pelo corredor, em direção ao banheiro.

- Sabia que sempre fui fissurado em você?!... Não podia dar bandeira neh!

- Tua mulher também é linda, Riquinho! Tu é casado, lembra?!

- Sou casado mas não sou capado! Me dá só um beijo! Só pra matar a vontade!

-Não podemos…

Ignorando o que eu disse, o safado foi me encurralando contra a parede do corredor. Dessa vez, me olhou nos olhos e me beijou delicadamente. Tudo que eu queria. Ahhh! Me desmanchei em seus braços, em seus lábios carnudos e macios. Ele me pegou de jeito. Que sarro gostoso! Seu pau duro, ainda debaixo da bermuda, apertou minha xoxota e me encheu de tesão.

Aos poucos ele me desenrolou da toalha e a jogou no chão. Fiquei nua em pelo e se afastando um pouco, me olhou de cima a baixo e pediu que eu desse aquela famosa voltinha. Riquinho ficou admirando meu corpo, minha xoxotinha depilada no estilo asa delta.

- Minha nossa! Tu é linda demais!

Quem resiste?!... Depois dessa, deixei rolar aquele roça roça por um bom tempo. Ele me chupava do pescoço aos seios enquanto se encurvava todo pra esfregar seu pau na minha xoxota. O moreno gostoso ficou louco mamando meus peitinhos durinhos. Sua boca macia, molhada chupando meus mamilos, ora um, ora outro foi maravilhoso. Ele me deixou de xoxota latejando.

O tesão estava aumentando pra nós dois. Estávamos num transe erótico de excitação. Provoquei ainda mais as sensações de Riquinho deslizando minhas mãos por seu corpo até chegar em seu cacete. Apalpei, apertei aquele mastro rijo sob a bermuda antes de tirá-lo para fora. Retribui suas carícias e fui me abaixando até me ajoelhar, sempre chupando, deslizando a língua em seu pescoço, peitoral, seus mamilos, os gominhos do tanquinho, o ventre... Que homem perfeito! Eu o chupei inteiro sem me cansar por longos minutos.

Até que arranquei sua bermuda e saltou um pau enorme duro como uma rocha na minha cara. Era um pau amarronzado, com veias salientes, grande e grosso. A cabeça avermelhada pronta pra receber uma chupada caprichada.

Antes de abocanhar aquela pica a segurei com as duas mãos e massageei bem devagar, olhando pra ele com carinha de cachorra. Louco por uma mamada, o bonitão tarado segurou minha cabeça e forçou sua pica na minha boca. Passei a língua bem molhada, em toda a glande, fui beijando aos poucos até engolir a cabeça e sugá-la por inteiro num ritmo bem lento, enquanto que uma de minhas mãos tocavam delicadamente as bolas a outra punhetava.

Ele ficou muito excitado e gemia alto. Homem escandaloso, que gostoso! Que tesão que me deu vê-lo sentindo o tesão que eu lhe causava. Aumentei o ritmo da mamada. A respiração do moreno safado se tornou ofegante e de repente, um jato de porra quente inundou minha boca. Eu chupava tudo freneticamente e sem parar até a última gota.

-Ahhh!! Que isso heim!? Menina que boquinha é essa!? Delícia!

-Vem Rico, vamos pro meu quarto! Quero saber o poder da sua linguinha!

Na minha cama, Rico me colocou de quatro e apreciou meu bumbum arrebitado e empinado pra ele. Em uma das nádegas, desferiu um tapa bem dado, bem espalmado, levei um susto. “Bunda boa de bater”! Ouvi. Em seguida, enfiou a cara na minha bunda e lambeu meu cuzinho enquanto deslizava os dedos na minha bucetinha. Minha nossa! Como ela estava molhada, inchada e latejando

Fui chupada deliciosamente como cachorrinha no cio. Rico sabia realmente como deixar uma mulher ensandecida de prazer. Como aquela língua nervosa trabalhava bem! A chupada foi tão perfeita que não contive minha gozada, meus gemidos. O clímax de minha excitação veio forte de dentro de minhas entranhas e gozei muito, gozei gostoso na boca do tarado.

Minha buceta estava tão babada que escorria pelas minha coxas. Rico, sem demora, colocou seu pau na minha bucetinha e pincelou meu grelinho ainda sensível da primeira gozada. Passou o pau bem molhado no meu cuzinho e depois encaixou na entrada de minha bucetinha e foi enfiando aos poucos.

Minha xoxota apertada espremia o pau grosso que a invadia. Um atrito perfeito, que me matou de tanto tesão, até arrepiei sentindo entrar! Rico iniciou um vai e vem bem devagar até seu pau entrar todo e eu ficar completamente preenchida.

Então, ele socou com pressão. As estocadas foram violentas, minha nossa! Eu já estava quase gozando de novo. Meu grelinho estava sensível da primeira gozada e eu o esfregava freneticamente enquanto Riquinho metia com vontade na minha xoxota.

Pra aumentar ainda mais meu tesão, Riquinho que já tinha lambuzado bastante meu anelzinho de meu mel, massageou e enfiou aquele dedo grosso inteiro no meu cuzinho. Vi até estrelas quando ele metia na minha buceta seu cacete e o dedo no meu cuzinho.

Meus gemidos ficaram exaltados, minha respiração rápida e minha xoxota pela segunda vez pulsou forte como um coração acelerado. Contraia descontrolada, como se não fosse mais parar. Delicioso demais! Gozei como um homem, muito, muito forte.

Rico sentindo minha bucetinha contrair em seu pau, não resistiu e gozou na mesma hora. Só ouvi os gritinhos dele e minha bucetinha sendo inundada por esperma quente.

Que gozada foi aquela! Caímos os dois na cama, um sobre o outro. Riquinho pesava sobre mim, exausto.

Dessa vez o escândalo do condomínio foi lá em casa!

Apressado, Rico vestiu sua bermuda e correu pro seu apartamento, Sabrina estava por chegar a qualquer momento. Mas antes de sair Rico disse que eu tinha passado no teste e que eu me preparasse que na próxima eu seria o brinquedinho do casal.

  • Enviado ao Te Contos por Nivia

domingo, 23 de novembro de 2025

Manhã de chuva

 

By; Oswaldo Pedra

O dia amanheceu nublado, ameaçando chuva. Aquele friozinho gostoso dessa época.

Ontem trabalhei até tarde num projeto e quando fui dormir Yumi já estava no terceiro sono dela.

Tomei um banho pra ficar limpinho e cheiroso, botei uma cueca box preta e mergulhei nas cobertas, fazendo conchinha na minha japinha.

Ela estava toda cheirosa, como sempre. Com uma camisetinha e sem calcinha. Ela ajeitou o bumbum quentinho dela no meu colo, encaixando no meu púbis. Que delícia!

Mas nem deu tempo de fazer nada. Eu pisquei duas vezes e caí no sono, exausto.
Mas agora já era dia! Acordei na mesma posição que eu deitei, encoxado na japinha!

O pau já estava durão, espetando aquela bundinha redonda e macia.

 - Oi, amor! Já está assim? Isso tudo é tesão por mim? disse Yumi.

 - Se você não fosse tão cheirosa e gostosa eu não estaria tão excitado, sua delícia! disse eu pra ela.

 - Humm, então vem cá me comer, meu taradinho safado!

Continuei dando cheirinhos na nuca nua dela, entre os cabelos sedosos e ajeitando o pau melado no meio da bundinha dela. Eu, que já estava com pau todo babado, fiquei esfregando em toda a zona do prazer, desde lá na frente, no clitóris até o cuzinho, informando sutilmente que eu ia "torar" o cuzinho dela também!

 - Hum, safado! Pare de me provocar e mete logo! Disse ele arrebitando a bunda e se jogando pra trás, com a mãozinha dela guiando meu pau para o lugar certo.

O pau escorregou pra dentro da buceta na mesma hora. Ela gemeu profundo, aquele prazer da primeira enfiada não tem preço! Primeira foda do dia, a buceta estava deliciosamente apertadinha!

Comecei o vai e vem bem gostoso, com ela dando aqueles gemidos safadinho que só ela sabe fazer! Isso me excita demais!

Embalei e já metia com força, animalesco! Quanto mais metia, mais ela gemia, pedindo mais!

 - Você gosta que meta com força, né sua putinha safada?

 - Isso! Mete em mim igual macho! Soca! Soca! ela respondeu.

Me virei e fiquei de frente pra ela e comecei a comer ela de "frango assado", apertando as pernas dela dobradas junto ao corpo, jogando meu peso nas coxas dela, colocando os pés dela quase na cabeça. Ela parecia de borracha, se dobrava toda na minha mão, fazendo carinha de tesão. Que delícia! Coisas de meninas que faziam baliza…

 - Toma pica, sua putinha gostosa do caralho! Toma!

 - Então mete com força, seu putão! Come a sua biscatinha! Me come igual você come suas putas!

 - Minha puta é você, safada! Você é a mais puta de todas! E vou comer seu cu, pra você aprender!

 - Então vem! Come meu cu, seu puto! Você não resiste a minha raba, faz qualquer coisa pra comer meu rabinho!

 - Faço mesmo! Vou te dar um dinheirinho pra comer seu cu igual puta! Quer quanto? 200, 300?

 - 300! Disse ela, já pensando em ir pro shopping torrar o dinheirinho de moça trabalhadora!

 - Fechado! respondi já tirando o pau da buceta dela e esfregando na entrada do cuzinho.

A vulva dela estava toda melada, escorrendo aquela espuma de lubrificação. Encostei o pau na entrada do cuzinho e a cabeça ja entrou, facinho!

 - Eita cuzinho gostoso! Vai levar muita vara!

 - Enfia logo e mete! Disse ela com a mãozinha  direita fazendo uma siririca, enquanto eu abria ela no frango assado, jogando todo meu meu peso pra abrir aquelas pernas gostosas dela.

Quanto mais peso eu punha, quanto mais eu socava, mais ela vibrava e mais a siririca cantava na piriquita dela!

Foram os meus 5 minutos mais gloriosos daquele mês! Gozei urrando igual leão e esporrando igual um jegue naquele cuzinho gostoso!

Yumi aproveitou o momento e gozou junto, dando espasmos enquanto dava as últimas esfregadas da mão fazendo siririca!

 -Aaaaaooohhh trem bão! falei pra ela.

 -Encheu meu rabo de porra, né safado!

 -Foi o combinado!

Descansamos um pouco, que acabou virando um cochilo! Acordei um pouco antes dela, sentei na cama, peguei minha carteira e tirei algumas notas de 100 e coloquei na cabeceira.

Ela viu o movimento e falou:

 -Você vai mesmo me dar um dinheirinho?!? perguntou ela, com cara de satisfação.

 -Vou sim! Já tenho 200 reais aqui...posso te passar um pix do restante?

 -Seu besta! Você paga o almoço e tá resolvido. disse ela, esticando o braço e pegando os 200 reais no criado mudo, com uma cara de satisfação indescritível.

  • Enviado ao Te Contos por Oswaldo Pedra

sábado, 22 de novembro de 2025

Comi minha amiga logo apos ela ter dado pro namorado dela. (20-11-2025)

 

By; Rodolfo

Ola TC. Me chamo Rodolfo, tenho 42 anos e tenho corpo definido.

Na quinta feira encontrei uma antiga amiga, ela tem 1,55 de altura, 60kg, baixinha com bundão redondinho, sempre tivemos, além da relação de amizade, uma safadeza gostosa, mesmo em outros relacionamentos, sempre houve uma química boa.

Encontrei ela em uma festa e pra minha surpresa ela estava namorando um amigo meu, mas como nossa química sempre foi intensa na hora que nos vimos já rolou um clima de tesão.

Quando ele foi ao banheiro combinei com ela de me ligar assim que ele fosse embora de sua casa, mas com uma condição, ela tinha que transar com ele e me esperar sem se limpar ou tomar banho.

Depois de mais de uma hora ela me ligou e fui direto, chegando lá já senti aquele cheiro de sexo, ela estava pelada e deitada de bruços.

Já caí de boca mordendo a bunda dela, subindo até a nuca e chupando ela toda. Ela virou de frente e nos beijamos, foi molhado e demorado, e fui descendo chupando os peitos, barriga e caí de boca na buceta dela que estava encharcada e melada.

Chupei como nunca antes, coloquei a língua dentro daquela buceta melada, ela me disse:

- “deixei ele me comer sem camisinha e ele gozou dentro, queria te dar assim”.

Na mesma hora fiquei louco de tesao e a chupei com mais intensidade e imediatamente ela goza, subi e a beijei, para que ela sentisse o gosto do seu gozo, ela logo disse:

- “eu limpei o pau dele com a boca e chupei muito só pra te beijar depois”.

Não me aguentei, a coloquei de 4 e falei:

- “agora vou foder sua buceta gozada e vou encher ela de porra também”.

Gozamos juntos e ela começou a me chupar, ficou de quatro e disse:

- “mas o cu é só seu, vem me arrombar de novo”.

Na mesma hora coloquei sem dó no cu dela, ela deu um grito de tesão misturado com uma dor, mas aguentou todas as bombadas. Dessa vez demorou mais para gozar, mas queria encher o cu dela de leite.

Ela começou a rebolar de 4 até eu gozar dentro dela todo leite que ainda tinha. Novamente ela vem e me chupa pra limpar, deitamos assim mesmo na cama dela e dormimos e quando acordamos fizemos outra loucura.

  • Enviado ao Te Contos por Rodolfo

sexta-feira, 21 de novembro de 2025

Uma siririca bem gostosa no trabalho e ainda cheia de vontade de dar pro maridão essa noite (21-11-2025)

 

By; Dayane

Oi Te Contos, o meu nome é Dayane, tenho 22 anos, sou casada, tenho 1,68m, fofa ou melhor gostosa, peitos e bunda gg, uma bucetinha beiçuda e linguaruda rsrs, muito suculenta e gostosa.

Meu marido é um homem maravilhoso não me deixa passar vontade em relação a sexo e em relação a qualquer outro assunto, ele faz todas as minhas vontades. Mas é extremamente reservado, entre quatro paredes vale tudo entre nós, mas ele jamais aceitaria um(a) terceiro(a) no meio da nossa relação.

Por isso satisfaço minhas fantasias lendo contos. Não sei o que acontece comigo que tenho um grande prazer em ler contos e ver filmes pornos.

E hoje como sempre sozinha aqui no escritório onde trabalho e sem ter nada pra fazer, comecei a ler alguns contos, e para voces saberem adoro os incestos, de tio com sobrinha, padrasto com entiada, gosto muito tambem de velhos com novinhas, e lendo os contos minha xaninha ficou totalmente molhada, não resisti e comecei a assistir um video onde 2 velhos fodia uma ninfeta… Nossa não resisti meu tesão foi a altura.

Sem pensar em nada e sem me preocupar na possibilidade de alguem poder chegar abri o ziper da minha calça e comecei a brincar com o meu grelhinho, meu tesão aumentava a cada segundo vendo aqueles dois velhos roludos fudendo aquele ninfeta. Eu morri de inveja daquela putinha, como eu queria ta no lugar dela recebendo aqueles dois paus enormes…

Comecei a fantasiar, imaginava uma pica na minha xana outra no meu cuzinho, logo já imaginava em um daqueles velhos chupando minha xana e eu mamando no outro. Sentia que a cada segundo minha xana ficava mais e mais melada, ela babava, e aquele melzinho lambuzava meu dedo melando minha calcinha.

Eu ali com o dedo enterrado na xana enquanto aquela garota sortuda com dois cacetes enormes a sua disposição, ai que inveja!

A cada segundo que passava minha bucetinha ficava mais e mais molhada e lambuzada, senti meu corpo estremecer, e minha xana começou a pulsar, eu ia gozar. Meti com mais vontade ainda dois dedinhos na minha bucetinha, ai que vontade de gemer, que vontade de sentar num cacetão e rebolar muito. Soltei um “aiiiii” bem baixinho, gozo anunciado, senti minha buceta ainda mais melada pronto gozei… Agora já podia trabalhar aliviada.

O pior de tudo,tive uma sorte bem na hora que acabei de gozar, fechei o ziper, o e o meu chefe chegou. Ele é um coroa de 43 anos, aquela barriguinha tipica de quem toma chopp, tem cabelos grisalhos, bunitão. Disse que tive sorte porque não sei qual seria a reação dele ao me ver ali com o dedo socado na bucetinha.

Coitado do meu marido, que ao chegar em casa vai ter que me pegar e me fuder gostoso… Sei que vou fazer amor com ele imaginando aquele dois velhos roludos, para satisfazer pelo menos um pouco do meu desejo vou ter que alem do cacete do meu marido usar um brinquedinho, e enquanto ele fode um buraquinho o consolo trabalha no outro… Hoje a noite promete…

  • Enviado ao Te Contos por Dayane

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Descobrindo novas sensações e emoções (Nov-2025)

 

By; Sofia

Oi Te Contos me chamo Sofia, tenho 23 anos, sou Acompanhante de Luxo. Vou contar sobre o encontro que tive que foi tão inédito, ao ponto de me inspirar a inovar com os meus atuais e futuros clientes.

Um homem de uns 30 anos, empresario português, que falava o português de Portugal e tudo (acho tão charmoso). Ele se hospedou num hotel muito pertinho de mim, que inclusive super recomendo, chamado Sooz Hotel Collection, só não fui andando por conta do salto.

Ele estava muito animado para sair comigo e disse que tinha preparado até uma playlist especial para o nosso encontro, o que achei bárbaro, adoro quando os clientes me tratam como uma legítima namorada e não só uma profissional do sexo.

Pedi que me encontrasse na entrada do hotel e assim seguimos juntos, direto para o elevador. Ao adentrarmos na suíte, colocou a sua playlist para tocar, começando por “Do It For Me”, Rosenfeld, e então nos beijamos. Logo de cara, ele, ousadamente, perguntou se poderia me vendar e algemar. Nesse momento olhei para a cama, com mais atenção, e reparei melhor em algo que eu tinha olhado de relance, algo que meu cérebro ainda não tinha processado direito o que era.

Sua ideia era me prender naquela cama, deitada, bem confortável, e colocar uma venda nos meus olhos. Achei bastante ousada a sua proposta, fiquei um pouco receosa em aceitar, mas, ao mesmo tempo, curti a ideia. Um misto de medo com tesão. No pouco que tínhamos interagido até ali, ele me passou uma certa segurança, então, decidi confiar no meu instinto. Ao som de uma música super sexy, que depois descobri ser “Shut Up and Listen”, de um cara chamado Nicholas Bonnin, me despiu completamente, me deixando apenas com a meia cinta liga, que me pediu para ir vestida. Fui sexymente vendada e, já sem enxergar nada, algemada. Perguntei se teríamos que definir uma palavra de segurança, mas ele disse que não era necessário, pois não me provocaria dor. (Ufa.) Achei ainda mais interessante!

Para cada etapa do encontro, ele colocava uma música condizente, escolhida a dedo, que ressoava, harmoniosamente, pelo quarto (depois notei que ele usou duas caixinhas de som, uma em cada lado da cama), ou seja, ele cuidou de todos os detalhes sensoriais com o maior esmero, achei fantástico!

Após me prender e me deixar extremamente curiosa pelo que viria a seguir, ele colocou uma música nova, e ao som da melodia abaixo…

… começou a deslizar, bem suavemente, pelo meu corpo, algo que tinha a textura de uma pena, macia, leve, mal triscando na minha pele. Com tal música de fundo, me senti muito dentro de uma insana, e ao mesmo tempo relaxante, experiência. Quando você está vendado numa situação dessa, é excitante não saber em que parte do seu corpo será dada a sequência. Não consigo mensurar quanto tempo ele ficou nessa sutil provocação, a música estava no repete e os minutos foram passando sem pressa.

Na segunda etapa do processo, fui surpreendida com a sua língua deslizando na minha buceta. O oral dele era fantástico. Com muita habilidade, fazia movimentos circulares (do jeito que eu adoro) com muita precisão e energia, sem ser grosseiro ou apressado. Me deixou com vontade de gozar rapidamente, mas, ao perceber que eu estava quase chegando lá, interrompeu, de repente, me fazendo conhecer outras formas de tortura.

Daí ele trocou de música, agora para “Love Is a Bitch”, Two Feet, e então pegou outro apetrecho, que desta vez avisou do que se tratava: um vibrador clitoriano. Suavemente posicionou o pequeno vibrador no meu clitóris, lembrando que eu já estava em ponto de bala, e a gozada viria rapidamente, no entanto, quem disse que ele deixava? Nada disso. Quando eu pensava que ele me permitiria o prazer do orgasmo, ele parava, depois voltava, me iludia, e interrompia novamente.

Agora vem uma das partes mais loucas desse encontro, se é que tudo que falei até aqui, já não fosse louco o suficiente. Não sei por qual razão, mas nessa hora em que ele me masturbava, meu pensamento foi direcionado para outra pessoa. Duvido qualquer um aqui adivinhar quem.

Tempo para os palpites… ?

Pensei numa pessoa que, até o momento deste encontro, eu ainda não conhecia pessoalmente. Alguém que acompanho faz tempo, que nutro uma certa admiração e que, nesse momento, surpreendentemente, descobri nutrir um certo desejo também. Começou a tocar a música “I See Red”, da banda Everbody Loves an Outlaw, e tal canção foi como um combustível para a minha imaginação. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo comigo, lá estava eu, vendada e algemada, sendo masturbada deliciosamente por um homem, e enquanto todas aquelas sensações de prazer se intensificavam, meus pensamentos, aleatoriamente, visualizaram cenas imaginárias de mim, pegando outra mulher!

Sou hétero. Não entendi como isso pôde acontecer!

Me imaginei agendando um encontro com alguma menina, como se eu fosse uma cliente, e não colega de trabalho. Quatro cenas perpetuavam na minha imaginação naquele momento: Ela sentada em cima de mim, nos beijando loucamente. A segunda, eu chupando sua buceta e a fazendo gozar na minha boca. A terceira, ela me comendo com uma cintaralha. E por último, eu a vendando e algemando, com ela toda entregue, exatamente como eu estava naquele momento.

Eu sei, muito insano tudo isso! Não entendi nada na hora, mas deixei a imaginação fluir, quem sou eu para reprimir o tesão de alguém? ?

Toda vez que ele me percebia mais ofegante, me contorcendo, prestes a gozar, ele retirava o maldito vibrador do meu clitóris, e aqueles possíveis orgasmos, interrompidos, estavam me levando a loucura! Malandramente, entendendo o seu modus operandi, tentei não demonstrar que estava quase gozando na próxima vez e nessa hora o orgasmo veio, mesmo ele interrompendo no meio do processo, veio muito intenso após tantas interrupções.

E sabe o que foi mais insano ainda? Sim, tem mais! Além de eu ter gozado, intensamente, me imaginando transando com outra mulher (que eu sequer conhecia pessoalmente), enquanto estava sendo masturbada por um homem, depois que gozei, meu corpo reverberou tanto aquela sensação, que me deu vontade de chorar! Isso mesmo, eu chorei com as vendas nos olhos, borrando todo o meu rímel. Mas não foi um choro de tristeza, alegria ou emoção, um choro sem motivo algum. Como quando um dia tomei chá ayahuasca. O choro só veio, sem que eu pensasse no porquê dele vir. Que L O U C U R A !

Me passou pela cabeça de fato agendar um encontro com a Mary, agora que ela tinha lançado atendimento para mulheres.

Como se já não bastasse toda essa intensidade relatada até agora, ele me deu uma breve pausinha e então continuou com o vibrador mais uma vez, querendo me fazer gozar duas vezes. Eu estava tão extasiada da primeira, que a segunda foi mais difícil e não tão estarrecedora. Uma bem dada, valia por duas.

Depois que eu gozei pela segunda vez, ele sentiu que tinha comprido a sua missão e encerrou a sessão “tortura”. Pedi que me libertasse, queria retribuir tudo o que ele tinha feito comigo. Ele se surpreendeu com isso, disse que não estava esperando, mas, percebi que, assim como eu, curtiu bastante a surpresa. ?

O vendei. Algemei. Fiz o mesmo processo, com a pena sutilmente deslizando pelo seu corpo. Não mensurei tempo, apenas fui sentindo as suas reações. E enquanto eu o via totalmente rendido na minha frente, se contorcendo conforme eu avançava naquela provocação, tive um belíssimo insight de inserir essa experiência nos encontros com os meus outros clientes. ?  Se outros pudessem sentir tudo aquilo que eu senti quando foi a minha vez, eu seria ainda mais marcante para os homens que saíssem comigo. Fiquei muito empolgada com essa ideia.

Voltando para o homem que estava ali, nu, na minha frente, fiquei com uma enorme vontade de chupar ele, assim como fez comigo, na segunda etapa da experiência, mas não quis partir para o óbvio e decidi fazer diferente, partindo para uma massagem tântrica. Peguei o gelzinho que estava à disposição, lubrifiquei minhas mãos, e comecei, despretensiosamente, deslizando com meus dedos pelas suas bolas, movimentos circulares.

Adorei lhe causar uma tortura, similar a que causastes em mim. Depois de te provocar consideravelmente, parti para a massagem no seu membro, que desde o princípio estava rijo, pedindo um acalento. Deslizar com os meus dedos pelo seu pau, foi me deixando com um tesão, tanto quanto ele deveria estar sentindo. Quanto mais ele ofegava, mais eu desejava sentir tudo aquilo dentro de mim. O massageei por um bom tempo, ao ponto de achar que ele gozaria daquele jeito, mas quanto mais o tocava, mais a minha vontade de sentar aumentava.

Então, em determinado momento não aguentei mais esperar que ele gozasse (que pelos seus gemidos parecia que seria a qualquer momento), peguei um preservativo que ele já tinha deixado perto, encapei e fui sentando. Quero dizer, tentei sentar.

Eu já tinha percebido que o menino era grosso, mas não imaginava que a minha pepekinha quase não daria conta. Tentei sentar de frente, não estava rolando, me virei de costas, achando que resolveria, e mesmo assim o dito cujo estava difícil de entrar, tive que fazer uma forcinha e nesse começo, confesso, foi um pouco doloridinho, mas depois ele foi se assentando ao meu corpo. Cavalguei bastante, queria fazê-lo gozar bem gostoso. Dei tudo de mim, e então trocamos de posição, com ele vindo por cima.

Transar com ele foi uma mistura de prazer e dor. Como a sua grossura era demasiadamente grande, eu conseguia sentir muito bem cada movimento me preenchendo por inteiro, mas após bons minutos de sexo, eu precisava de um descanso e ele não gozava nunca. Quando entendi que ele não estava segurando para poder aproveitar mais, mas que realmente tinha dificuldade para gozar, decidi pedir uma pausinha, minha bucetinha estava quase soltando fumaça.

E quem disse que depois da pausa, eu conseguia cogitar ele entrando em mim de novo? A bichinha estava exausta, ainda mais depois de duas gozadas. Foi a deixa pra partir pro oral, já que ainda não tinha lhe mostrado o meu delicioso boquete. Pois, minha boca só passava pela cabeça, rs. O bicho era mesmo dotado. O jeito foi caprichar na punheta. Eu me recusava a não fazer aquele homem gozar. Pedi que me mostrasse como gostava, o vi se masturbar um pouco e então retomei, reproduzindo conforme seus movimentos. Foi árduo, mas consegui, enfim fiz aquele homem chegar lá! ???

Nosso encontro já tinha passado das duas horas, inicialmente acordadas, então peguei papel para lhe ajudar a se limpar, e quando voltei ao banheiro para jogar no lixo, na sequência já entrei no chuveiro, nada como um belo banho depois de uma atividade tão intensa.

Quando voltei para o quarto, ele mencionou que tinha acrescentado mais uma quantia ao pagamento, por termos excedido o tempo, e assim já fui me vestindo.

Quando cheguei em casa, antes de tudo, já peguei o celular e por ele comprei 2 kits de tortura erotica, que foram entregues no dia seguinte, um sera usado com clientes que pedirem e o outro sera para meu uso pessoal. E a outra coisa que fiz foi marcar com a Mary.

  • Enviado ao Te Contos por Sofia

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Ontem fui buscar um antigo vizinho na casa dele para vir me comer aqui em casa (17-11-2025)

 

By; Anna

Olá Pessoal! Me chamo Anna, tenho 28 anos, casada, mas passou um tempão sozinha, pois meu marido trabalha em Plataforma de Petroleo.

Ontem fiquei com os hormônios aflorados, doida pra dar para algum ficante bom de cama passei o dia excitada. Mas à noite lembei-me de Marcelo, um antigo vizinho.

Então, fui para o whastapp e mandei uma selfie vestida é claro, porém insinuante. Ele mordeu a isca, e retornou trocamos algumas mensagens e ele resolveu ficar comigo.

UFA! Estava doida pra dar pra ele, como estava sem carro fui busca-lo na porta do edifício. Ele veio e nos beijamos ali mesmo. Gente ele estava uma tentação de camiseta branca e de short, sorrindo como nunca sua marca registrada.

Falou que está fazendo um tratamento para melhor as vias respiratórias, é assim continuamos. Em um determinado trecho do meu bairro, mal consegui dirigir com ele me bolinando nos seios e xoxota amei, ficando excitada.

Eu estava em brasa embalada pela maratona com o meu marido antes de ir para a Plataforma, eu mal consegui chegar em casa. Alias eu mora num pequeno conjunto de casas, são 10 no total um ambiente muito reservado.

Quando chegamos, eu ja com a blusa aberta e o short também, fechei o portão e o encostei no mesmo, rebolei e deixei o short cair, fique de calcinha. Ele habil fechou a mão na xota. Sabem o que é sentir alguém fechar a mão na xoxota? Sim isso mesmo, ele apertou a buceta coberta pela calcinha murmurei com voz rouca.

- "Tire ela."

Ele prontamente, se abaixou e a puxou, ahhhh... fiquei com a xoxota na sua face, me projetei e ele abocanhou, ah!!! Mas o puxei pela camiseta branca e o beijei ardentemente era cedo para acabar com a festa. Ele me enlaçou e apertou meu bumbum, uma delícia eu me esfregando no seu corpo de jovem safado pegador de primeira.

Puxei seu short de academia hummm sem cueca ... soltei um suspiro e me virei e entramos agarrados sua pica roçando no meu traseiro, imaginaram?

Na sala ainda com a blusa aberta mais nua com o traseiro exposto, foi fatal ele colocou um dedo dentro da xota... nossa fiquei louca rosnava como uma cadelinha no cio. Ele metia e tirava me "azucrinando" o desejo aumentando e mumurrei rosnando.

- "Chupe meus peitos."

Gente! Pareceu uma ordem, ele colocou a bocarra nos mamilos simultaneamente me enlouquecido de vez e chupou, chupou ... mamou, mamou... sugou mordendo... imaginem, eu envolta pele cintura e ele chupando meus peitões ja doloridos de tanto serem mamados pelo meu marido, quase nua.

Fomos para o tapete forrado com um edredon e travesseiros, deitei-me e escancarei-me ele por cima chupou meus peitões e gemi gemi apertando o edredon e gozeeei, uma descarga eletrica. Nos beijamos.

Me sentei e tirei a blusa, ele com a cabeça baixa procurou minha xota, lambeu e sentiu o gosto do meu gozo. Me deitei escancarada, ele chupou minha buceta ergui as pernas tamanho era a excitação. Ele se deitou e me colocou por cima de " cócoras" ahhhh gente essa posição eu amo e ... (re)encontrou a xoxota eeee ... chupou chupou... lambeu lambeu... enlouqueci de vez e gozei novamente na sua face.

Marcelo é um garanhão sulista, nem sei se é gaucho, acho que sim, homem de pegada forte, de ajoelhou se sentou no sofá e me ajoelhei, fui" mamar"…

Não nego, que coisa gostosa, rosada, grossa tamanho bom, tenho apetite e gulosamente a chupo chupo chupo ... olhando pra ele abocanho de vez e ele solta um rugido de macho excitado, segura minha cabeça e vou punhetando na boca e vou vou... ele se afasta, a pica esta imensa.

Me escancaro no edredon e ele vem, pincela a rola no rego do bundão, senti desejo e movimento a cabeça, ele se posiciona e pincela na xota, me maltrata e mete, tenho sobressalto, ele mete, mete, mete e ... tira " arqueijo" de desejo e ele mete, prendo na bueta e cadencia num vai e vem excitante eu "azogada" gozo.

Lembro-me do meu marido e me levanto, arrebito a bundona e levanto uma perna no sofá e o provoco.

- "Mor não quer me comer vendo meu traseiro?"

Ele claro vem de imediato, afinal não gozou esta com a pica eriçado e introduz de uma vez, rebolo, rebolo ... ele mete, mete, mete ... acelera e goooza urrando como um lobo. Fico com a xoxota inchada e ele tira deixando pingos no chão seu esperma. Se ajoelha e mordica minhas nádegas, amo amo e ele mordicando eu me empino mais, e mais passa a mão na vulva e espalha seu gozo no meu corpo, hummm... excitante enquanto meus hormônios volta ao normal.

Tomamos banho e fui leva-lo.

  • Enviado ao Te Contos por Anna

Uma aventura inesquecivel.

 

By; Fernanda

Oi Te Contos, me chamo Fernanda, hoje sou uma mulher casada, mãe, tenho 32 anos, meço 1,69 m peso 55 kg, tenho cabelos castanhos, olhos cor de amêndoas, seios pequenos, hoje moro na capital aqui do estado. Mas vamos ao relato

Quando eu era mais nova, bem mais nova, morava com meus pais em uma cidade minuscula no interior do interior, naquela época eu sonhava em perder a virgindade com um caminhoneiro, em uma boleia, viajando por lugares lindo, pois na minha cabeça seria a única maneira de uma pessoa tão pobre, de uma cidade tão pequena viajar o mundo, e como não tinha grana, a idéia era ir pegando carona.

Na época eu ainda tinha quase18 anos, depois de ter brigado com meus pais (coisa que era bem corriqueiro, eu tinha 11 irmãos, as brigas eram parte do dia) eu decidi arrumar algumas roupas na mochila, ir embora, ir de carona, não tinha dinheiro pra ir de ônibus. Arrumei as roupas que achava que iria usar e fui para um trevo da cidade com uma placa na mão. Não demorou muito pra começarem a buzinar para mim.

Então avisto um caminhão se aproximando tinha apenas o motorista, fiz sinal pra ele que encostou, corri até a porta com ela ainda fechada subi no degrau e perguntei pra ele pra onde ele ia, ele me disse que estava indo entregar alguma coisa no porto, perguntei se ele me dava carona, ele me perguntou se eu era maior de idade, na hora não entendi a intenção da pergunta, mas confirmei, ele abriu a porta e eu entrei.

Eu estava de mini saia jeans, e na hora que sentei no banco ela pareceu ainda mais curta, mas ingênua, nem liguei, seguimos caminho, fomos conversando já era umas 4h da tarde, quando peguei a carona, só iríamos chegar lá de noite.

Ele me dizia que era sozinho, que esta vida de caminhoneiro era difícil, que passava muito tempo na estrada, vez ou outra olhava para minhas pernas e apertava o seu pau sobre a calça, eu fingia que não via, mas via que ele estava cada vez mais excitado.

Já estávamos viajando a umas duas horas nesta momento, ele passou a se tocar mais frequentemente, parecia que o seu membro queria furar o jeans, e pelo volume devia ser grande, ele continuou a conversa dizendo que estava a tempos sozinho, e que fazia muito tempo que estava sem sexo. Eu ri meio sem graça, ele perguntou por que eu ria, eu disse que se ele achava que estava há tempos sem sexo que imaginasse eu que ainda nunca tinha provado. Ele me disse que se eu quisesse ele podia dar um jeito nisso. Eu ri novamente.

Ele então abriu o zíper e tirou o seu membro pra fora da calça, e me perguntou se eu já tinha visto um ?.

Eu disse que não daquele jeito

Ele perguntou se eu queria tocá-lo, eu curiosa, me aproximei dele e ainda meio sem jeito, segurei firme apertando com a mão, ele me disse que não era preciso apertar, apenas acariciar, e com a mão sobre a minha mostrou como fazer. Comecei a acariciá-lo do jeito que ele pediu.

Logo perguntou se eu queria por na boca, pra ver como era, fiquei com receio e olhei pra ele espantada, ele me disse pra não ter medo que ele não faria nada que eu não quisesse, e que isso era o que todas as mulheres de verdade faziam.

Estranhamente senti confiança nele, ou excitação não sei, então me debrucei sobre o corpo dele e pus seu pau na minha boquinha, estava um pouco salgado, mas não era ruim, sentir que eu poderia agradar a um macho. Novamente me orientou como queria que eu fizesse, fui seguindo as instruções, fui chupando ele como ele tinha me mandado, ele estava bem duro, parecia mesmo estar sem sexo há alguns dias, estava louco de tesão, e ficava me pedindo pra chupá-lo mais, dizendo palavrões o que naquela época eu não entendi se era bom ou ruim, lembro muito bem ele dizendo;

- Vamos putinha, chupa minha pica, vai me chupa gostoso, quase não se segurando, disse que iria gozar na minha boca, e que não era pra eu parar de chupar, que era pra engolir, que era assim que as mulheres faziam, que todas engoliam, que era gostoso.

Sem entender direito continuei a chupá-lo como mandou, estava a ponto de fazer o que todas as mulheres faziam, estava achando átimo, ele segurou firme minha cabeça e começou a jorrar o seu leitinho dento da minha boca, um jato forte e quente de um liquido de gosto forte inundou a minha boca, direto no fundo da garganta, segurando não deixou eu recuar, ele gritava alto;

- engole minha porra, engole toma tudo putinha, engole.

Só me soltou quando terminou de gozar, eu levantei estava com a boca toda melada. Com um sorriso sem vergonha na cara me perguntando se tinha gostado.

Acenei com a cabeça dizendo que sim. Me perguntou se eu queria experimentar mais coisas novas com ele. Não tinha mais certeza de nada mas falei que gostaria. Não sabia exatamente do que ele falava, me disse que assim que escurecesse iria parar o caminhão em um posto.

Enfim escureceu, e ele parou em um posto a beira da estrada disse que ali iríamos ficar um pouco parados que ele precisava descansar um pouco que estava com sono, perguntou se eu tinha dinheiro por que ali tinha um hotel, e que iríamos passar um tempo ali, que se eu tivesse dinheiro poderia pagar um quarto pra mim.

Eu contei que tinha saído de casa sem grana, ele me falou que a firma não dava muito dinheiro pra ele quando viajava, mas que dava pra pagar um quarto de casal e que eu tinha de alternativa, tentar outra carona, ou ficar com ele neste quarto.

Eu não tinha idéia de onde a gente estava, e com medo de tentar outra carona aquela hora da noite, topei ficar no quarto com ele, pois ele me disse que eu não faria nada que não tivesse afim.

Entramos no quarto, era um hotel bem simples, só cama e banheiro. Ele deitou e disse pra eu ficar a vontade, sentei na cama e fiquei olhando pra ele que começou a tirar a roupa e os sapatos, ficou só de cueca, tinha um corpo bem bonito, era forte, tinha uma barrigudinha mas isso dava até um certo charme, ele não aparentava ter mais que 40 anos talvez tivesse um pouco mais.

Então perguntou se eu já tinha sido chupada alguma vez, disse-lhe que não, falou que como eu fiz isso pra ele então faria pra mim, eu achei que era um favor que ele estava me fazendo, pediu pra que eu ficasse em pé e tirasse minha roupa, eu obedeci virada de costas pra ele, estava com vergonha, tirei a camiseta, baixei a minissaia, tirei a sandália, ele pediu pra virar pra ele, cruzei os braços tampando meus seios e virei.

Mandou eu me deitar ao lado dele, ele ficou de joelhos na cama, começou a passar a mão nas minhas pernas, deslizou pra parte interna das minhas coxas, isso me despertou sensações que não havia sentido, sua mão grande apalpou minha bucetinha sobre a calcinha, apertando carinhosamente por alguns instantes, percebeu que eu estava molhadinha, que estava adorando tudo aquilo.

Segurou pelo elástico da minha calcinha e foi descendo até tirá-la. Abriu minhas pernas, tocou de leve na minha xaninha com seus dedos separando os meus pelinhos, de um lado e do outro, eu tremia de desejo, ele então se inclinou e começou a lamber envolta dela então sua língua passou a percorrer toda a minha xaninha, sentia sua língua úmida e quente provocando sensações inexplicáveis, meus peitinhos estavam duros como nunca antes estiveram meu rosto pegando fogo e um friozinho na barriga, tudo isso misturado, provocado pela língua dele invadindo minha grutinha, estava muito bom, eu estava enlouquecendo de desejo.

Nunca um macho tinha me tocado daquele jeito, e eu queria mais, queria sentir ele dentro de mim, queria sentir o membro dele dentro de mim, embora ainda virgem, temia um pouco, ele então me disse que já tinha tirado a virgindade de outras garotas antes e que seria carinhoso e que sabia como fazer sem doer.

Ele colocou dois travesseiros embaixo o meu corpo, na região da bunda, deixando meu corpo mais alto, tirou sua cueca, seu pau estava bem firme, ele estava bem excitado, achei que eu e não iria conseguir aguentar ele metendo tudo aquilo no meu corpo e fechei minhas pernas.

Ele mandou que eu abrisse as pernas e confiasse nele e que se doesse ele parava, então se posicionou entre minhas pernas, segurando seu pau com a mão, apoiando a outra mão no colchão foi aproximando seu pau da minha bucetinha, colocou ele devagar na entradinha dela e tentou forçar ela pra dentro.

Eu gemi reclamando que estava doendo, e ele parou, tentou novamente, mas de novo reclamei que estava doendo e ele novamente parou, eu quase chorei, estava com muito desejo mas tremia de medo e nervosismo.

Ele então pediu que eu cruzasse as pernas atrás dele, pendeu seu corpo sobre o meu, ajeitou novamente seu pau na entrada da minha xaninha, sem forçar nada, me olhou nos olhos, beijou meu rosto, de um lado, do outro, lambeu meus lábios, beijou minha boca como eu nunca tinha beijado, eu relaxei um pouco, soltei a tensão, quando percebeu isso, ele fez um movimento mais forte, senti seu caralho me rasgando por dentro. eu queria sentir aquele macho todo dentro de mim, mas não sabia que doeria tanto, ele abafou meu grito com um beijo, me disse pra aguentar, que agora tinha entrado mais da metade que tirar era pior. Eu confiei, ele então socou o resto pra dentro, cravei minhas unhas nas costas dele. Era um misto de tesão e dor.

Ele começou a fazer movimentos lentos de vai e vem, minha bucetinha foi se acostumando com o tamanho do membro dele que estava sendo atolado dentro dela, eu sentia ela bem molhada, achava que era por que eu estava excitada, ele tirou pra fora, limpou em sua cueca que ficou marcas de sangue, ele me disse que era normal e que eu estava perdendo a minha virgindade, meu cabaço foi o que ele falou, que estava tirando meu cabaço, então pos de novo na entradinha, e novamente uma estocada firme, de novo tudo dentro, de novo um misto de dor e prazer. Aos poucos fui me acostumando, e já comecei a gostar daquilo.

Ele me pediu se tava tudo bem, eu disse em seu ouvido que estava adorando ser comida por ele, aquilo deixou ele louco, pos então as mãos por baixo do meu corpo segurando firme na minha bunda, começou a puxar meu corpo contra o dele, e a empurrar o dele contra o meu, começou a meter mais forte, alucinado, ahhh, ahhhh, ahhhhh, soltava urros de desejo, seu corpo todo suado, pingando sobre o meu.

Ele socava cada vez mais firme, seu pau parecia cada vez mais duro, cada vez mais quente. Então pendeu seu corpo dobre o meu, e começou a gemer no meu ouvido;

- to gozando, to gozando to gozando

E sua porra jorrou pelo seu cacete inundando minha bucetinha. Depois me beijou, e deitou-se ao meu lado, pediu-me pra dormir que ele ficaria cuidando de mim. Eu estava em êxtase, foi muito bom apesar de no inicio ter doido bastante, mas nunca poderei esquecer como foi gostoso e como ele foi carinhoso comigo.

No outro dia continuamos a viagem, eu esperei ele descarregar e voltei pra minha cidade de carona com ele mesmo, e continuamos aprontando no caminho, paramos a noite no mesmo hotel e ele me comendo novamente.

Acabei descendo exatamente onde ele me deu carona, voltei pra casa outra pessoa.

  • Enviado ao Te Contos por Fernanda

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Rapidinha com o meu namorado no carro na rua com pessoas passando perto. (15-11-2025)

 

By; Lila

Oi Te Contos, me chamo Lila, tenho 24 anos, e sou de Ribeirão Preto. Eu e meu namorado somos muito tarados e vidrados em fazer sexo em lugares que podemos ser assistidos.

Estávamos em um festa no interior e bebemos demais, o que deixou as coisas bem quentes, os beijinhos começaram a esquentar, a mão naquilo e aquilo na mão em pleno show no meio da multidão, até que não aguentamos mais ficar só na pegação.

Nosso carro estava parado numa rua sem saída, bem próximo ao parque em que estávamos, decidimos ir embora para apagar aquele fogo em casa, mas não demos conta de esperar, quando vimos a rua escura e vazia decidimos transar ali mesmo.

Ele abriu a porta do carro e eu sentei no banco da frente, virada para fora do carro, ele ficou em pé do lado de fora, então abri o cinto e zíper da calça, tirei seu pau e comecei a chupar, quando ele já estava quase gozando parei, abaixei minha calcinha, subi o vestido e fiquei de quatro no banco do carro.

Pedi que ele me fodesse bem forte, porque eu já estava com a xota pingando e piscando de tesão. Ele me puxou pela cintura e meteu seu pau na minha buceta com toda força, o tesão já me consumia e nas primeiras metidas eu já estava gemendo e rebolando, com muito tesão.

Nesse momento escutamos algumas pessoas que passaram falando para que fôssemos ao motel ao invés de transar na rua, só que aquilo me deixou ainda mais excitada e com vontade de foder.

Continuamos metendo com força, ele tirava seu pau e socava tudo de novo, eu rebolava muito e gemia bem alto.

Gozamos bem gostoso, voltamos pra casa e metemos de novo, foi uma delicia.

Enviado ao Te Contos por Lila

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...