domingo, 17 de maio de 2026

Mamando ate ganhar leitada na cara.

  

By; Daylane

Ola TC me chamo Daylane, sou carioca, 26 anos, morena, patricinha e tenho um vício: Chupar Pau. Tenho cara de santinha, jeito de patricinha fresca, mas o rostinho engana. Eu realmente tenho um vicio, não me controlo, não aguento passar 2 dias sem mamar uma rola.

É complicado manter minha imagem de menina séria, e manter em segredo essa minha tara incontrolável por chupar um monte de cacetes.

Na faculdade, a minha fama já está grande depois que vazou minha historia em uma festa da turma. Várias choppadas de diversos cursos, acabo sendo convidada, bebo, danço, bebo, bebo mais, e quando o alcool chega, a vontade de chupar fica dificil de segurar. E faculdade é foda, os boatos correm rápido, a fama só vai crescendo e praticamente virei a boqueteira da faculdade.

Pra fugir um pouco do meu ciclo social, e evitar mais fama, comecei a frequentar baile funk em comunidades. Lá ninguem me conhece, lá não existe ressaca moral de pegar fama de boqueteira.

Acho que isso só piorou meu vício. Sem a ressaca moral, passei a frequentar bailes, quebrar no funk e sempre terminar a noite com uma rola grossa na minha boquinha de patricinha.

Vou contar uma dessas mamadas num baile.

Era um sábado a noite, baile funk numa comunidade. Botei um vestidinho curtinho, colado no corpo, ressaltando minhas coxas e bundinha. Salto alto pra ficar empinadinha e toda produção e maquiagem de patricinha.

eu queria chamar atenção, queria chegar e deixar claro que eu sou patricinha. Queria todos aqueles negros tarados me olhando.

Vestidinho colado, mãozinha no joelho, levando encochadas de qualquer safado que parasse atras de mim pra roçar na minha bunda. Vários negros de baile colando atrás de mim, dançando me segurando pela cintura, roçando a pica no meu rabo.

Esse era o retrato de uma patricinha tarada no meio do baile, descabelada, tarada e feliz. A cada encochada que eu levava, a cada piroca dura que eu sentia roçando na minha bunda, só aumentava mais e mais o meu tesão.

Namoradinhos playboys sabem me tratar como uma princesa, mas só um motoboy sabe me pegar de jeito.

A medida que eu ia dançando, o vestidinho ia levantando. parte da minha bunda já rebolava sob os olhares dos tarados na minha volta. Parecia que tinha juntado uma rodinha atrás de mim. Eu rebolava sem a menor vergonha roçando na rola de todo mundo.

Uma patricinha bebada rodando a pica da galera. Até que uma hora eu tava tão tarada, tão que não aguentava mais. Um negão enorme colado atras de mim, dançando me abraçando por trás, me deixou molinha dançando com ele. Era esse. Queria ver se só a altura dele que era grande.

O negão safado me pegou pela mãozinha e me arrastou pro famoso paredão do baile. Local onde os casais vão pra dar uma sarrada no escuro.

Escuro mesmo, sem nenhuma luz ali, o negão me sarrava toda, me beijando o pescoço e sarrando aquela piroca dura nas minhas coxas e na minha bunda. Um determinado momento, eu estava em pé, de costas pro paredão, ele na minha frente, me beijando na boca, pegou minha mão e botou no pau dele por cima da calça. Era um volume muito duro.

Nós ja tinhamos dançado, sarrado, se beijado, mas praticamente não tinhamos falado nada. Foi quando ele me beijando o pescoço, enquanto eu apertava o pau dele por cima da calça, ele sussurrou na minha orelha:

– Quer chupar a pica do negão, moreninha?

Eu não to brincando quando digo que sou viciada em chupar uma rola. Sou, não nego, não me controlo. Escutar aquele negão safado sussurrando assim na minha orelha, não me aguentei mais.

Dei um sorrisinho de putinha sapeca pra ele, mordendo os labios, que acho que ele quase gozou só de ver meu sorrisinho de safada. Ele botou uma das mãos no meu ombro e me empurrou pra baixo. Eu cedi… fui me abaixando ajoelhando na frente daquele negão de quase 2 metros.

Sou morena pequenininha, mas com corpão bem cavala, mais quase sumi com aquele negão de 2 metros na minha frente.

Ele abriu a calça e pulou uma piroca na minha cara. Fico com tesão só de lembrar disso… Aquele momento que ele puxou a cueca pra baixo e pulou, pulou mesmo uma piroca grossa na minha cara. pqp eu adoro isso…

Aquela porra de uma piroca pulando na minha cara, e era grossa, preta, enorme, na minha carinha de princesa. Eu gosto muito dessa sacanagem…

Com minha mãozinha , segurei aquele caralho grosso que mal fechava minha mão em volta dele. Parecia filme porno, aquelas pirocas enormes do tamanho da minha cara. Fiquei segurando, olhando, rindo… Eu ria olhando tarada para aquele caralho enorme na minha cara. Olhei pra cima e fiz de novo carinha de putinha sapeca e dei um beijinho na cabecinha.

Senti o negão tremer todo só com esse beijinho. Dei mais um risinho de putinha e fui encostando meus labios na cabeça aquela rola preta, fui abrindo minha boquinha de princesa e engolindo metade daquela piroca preta. Era grossa, quentinha e grossa. Adoro!

Fui engolindo de olhinhos fechados, saboreando aquele caralho grosso na minha boquinha. Com uma das mãozinhas segurava aquela pica, enquanto ia fazendo vai e vem com a minha cabeça, engolindo a rola com a minha boquinha de princesa.

Ali, ajoelhadinha em frente a um negão, no meio da favela, eu ia fazendo vai e vem com a cabeça, engolindo uma rola, mamando uma rola.

Vaaaai e veeeem. Vaaai e veeem, vaaai e veeem. ia fazendo movimentos com a minha cabeça pra frente e pra tras, mamando gostoso aquela piroca.

Eu adoro mamar uma rola!

Chupei toda bonitinha até aquele negão safado não se aguentar mais e gozar tudo na minha cara. Ele mesmo arrancou a rola da minha boca e começou a bater punheta na minha frente. Deu 3 ou 4 punhetadas e começou a gozar tudo na minha cara.

Missão cumprida, já tava feliz.

É engraçado como chupar um pau não me faz gozar, mas mesmo assim, eu sou completamente tarada nisso.

Limpei meu rosto com um paninho qualquer, lavei meu rosto como dava no banheiro, e voltei pra casa com mais uma gozada na cara.

Acho que já bati o recorde mundial de gozadas na cara. mas não consigo parar com isso…

Beijos

  • Enviado ao Te Contos por Daylane

sábado, 16 de maio de 2026

O entregador que virou nosso Bull fixo. (16-05-2026)

  

By; Priscila

Te Contos acompanho vocês já um tempinho, 2 anos quase, e agora quero contribuir com minha historia, espero que seja a primeira de varias. Sou casada, tenho 29 anos, meu marido tem 31 anos. E isso aconteceu ano passado, no bairro em que moravamos antes.

Foi em um sábado de manhã umas 11h e meu Cuck teve que passar no trabalho, tomei um banho e resolvi colocar essa pele branquela para ganhar uma Vitamina D, estava com vontade de beber uma cerveja bem gelada e liguei para o depósito de bebida, meu marido voltaria pro no almoço, faríamos um churrasco para nós, então pedi uma caixa de cerveja gelada.

Éramos bem conhecidos pelo pessoal do depósito, sempre pedimos lá, mas quando minha campainha tocou vi que era um entregador novo, ele era gigante, bem alto e extremamente forte, abri a porta e esqueci que estava com um biquíni muito pequeno cravado na bunda.

Apontei para o freezer e ele colocou uma caixa de cerveja no chão e foi buscar a outra, a porta ficou entreaberta e eu agachei para pegar as garrafas e colocar no freezer, estava de costas para a porta, quando fui me virar minha bunda bateu com força em algo, era o Alex, meu corpo tremeu todo ele estava encostado atrás de mim e pude sentir seu pau super duro, ele se afastou e pediu desculpas.

Ele não conseguia desviar o olhar dos meus peitos, fingi que não vi e fui em direção a outra caixa e ele me disse;

- “pode deixar que eu coloco no freezer para a senhora”.

Falei que ele poderia me chamar pelo nome, Priscila, agradeci e fui deitar na espreguiçadeira bem em frente!

Daquele jeito, ele conseguia ver o formato da minha bucetinha rosada, no biquíni branco manchado com o meu tesão, eu precisava sentir aquela pica!

Alex chegou perto e perguntou se eu precisaria de algo, o volume nas calças dele já não dava para disfarçar. Pedi para que ele passasse óleo bronzeador em minhas costas e fiquei de bruços, ele jogou óleo nas minhas costas e começou a espalhar passando as mãos na lateral dos meus seios, me contrai, e pedi que ele espalhasse até meus pés.

Jogou óleo na minha bunda e foi espalhando até as pernas, falando o quanto minha pele era macia, quando chegou no meu bumbum a mão estava firme, abri as pernas e ele passou a mão na minha virilha e eu respirei fundo. Me virei segurando a parte do biquíni e perguntei;

- “Alex você tem algum problema com seios? Porque ficou faltando espalhar óleo neles”.

A mão dele na minha virilha roçava minha bucetinha, não se conteve e começou a apertar meus peitos, ficou de joelhos para chupá-los, não perdi tempo e fui pegando naquele pau, ele gemeu com meu peito na boca, tive que levantar, dei um beijo nele e me ajoelhei para mamar sua pica grossa, cheguei a babar meu grelo.

Meu corninho chegou enquanto eu me deliciava chupando aquela pica grossa, tirei a boca e fiquei masturbando ele, sorri para meu marido fazendo sinal para que ele não fizesse barulho.

Alex não aguentou, puxou a espreguiçadeira me colocando deitada e tirando a parte de baixo do meu biquíni para me chupar, e como ele era habilidoso! Me chupava e metia os dedos na minha buceta toda molhada, gozei em um grito!

Ele com o pau pingando de tesão meteu com força de uma vez, meu marido, apareceu dizendo pra ele não parar e me beijou, enquanto tirava a roupa, lambeu os dedos e começou a massagear meu clitóris enquanto Alex metia, fiquei louca de tesão e gozei muito!

Eu pedi para Alex ficar de pé para chupar seu cacete, as pernas dele tremiam. Meu marido mandou que ele chupasse meus seios enquanto caia de boca na minha buceta chupando meu pequeno grelo rosa e eu gozei com o oral do meu corninho e as mamadas do entregador.

Comecei a mamar o pau gostoso do meu marido, que falou para Alex meter rápido e com força em mim, não demorou para que gozasse, deixando a pica pulsando dentro de mim, e eu gozei de novo, junto com meu marido.

Alex foi se limpar, e meu cuck perfeito lambeu toda a porra dele na minha buceta, acabei gozando mais uma vez!!! A pica do meu marido era uma delícia e continuava dura, então ele meteu com muita força, me arrombando mais ainda, eu rebolava de tanto prazer, fazendo ele gozar de novo, mas continuou com o pau duro.

Então ele me colocou na piscina e me encostando na parede voltou a socar na minha buceta arrombada e melada, enquanto me beijava e mordia o bico do meu peito, gozamos muitas vezes até que o pau do meu marido descansou, mas eu não deixava tirar de dentro até sair a última gota, e nessa foda gozei pela última vez.

Quando Alex saiu do banheiro estava de pau duro, infelizmente ele precisava ir trabalhar, mas passou a ser nosso Bull fixo. Meu marido adorou aquela experiência com ele, então sempre que queríamos ligávamos para o depósito e pedia que Alex fizesse a entrega.

Mudamos de bairro, vinhemos para uma casa melhor, e o Alex chegou a vir 2x já aqui.

Um beijo de língua na sua boca!

  • Enviado ao Te Contos por Priscila

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Me dei bem com a minha cunhada (Bi) (14-05-2026)

   

By; Nirya

Oi pessoal! Me chamo Nirya, tenho 37 anos e sou casada. Quero Contar como foi minha experiência com minha cunhadinha ontem. Pois É eu ainda sinto o cheiro e o gosto do melado dela no meu corpo e em minha boca. E Si tudo der certo pretendo repetir a dose daqui a pouco.

Meu marido viaja muito a trabalho, e acabei arrumando uma companhia que me da muito prazer quando meu marido esta viajando. Mas meu marido voltou de viagem do ceara e trouxe com ele a irmã de 25 anos que vai passar um tempo por aqui. Acabei com isso não podendo trazer a minha amiga com meu marido em casa, então dei uns dias de folga para pra ela, só que no domingo a noite meu marido recebeu um telefonema pedindo que ele fosse para uma das filiais da empresa em MG.

Na Segunda feira cedo meu marido viajou e minha cunhada ficou em casa comigo, e eu sem minha deliciosa amiga. Mais ontem depois que cheguei da loja tive uma surpresa deliciosa.

Minha cunhada estava na sala enrolada em um cobertor de pijama assistindo TV, mais precisamente o canal prive. Quando Meu viu entrar se assustou e tratou de mudar de canal, deu uma desculpa esfarrapada dizendo que estava procurando alguma coisa para assistir. Fingi que acreditei, mas percebi que ela estava assistindo uma mulher trepando com dois caras. Fui Para o meu quarto tomar um banho e bater uma siririca para matar as saudades de meu marido e de minha amiga.

Enquanto Tentava aliviar meu tesão, liguei a tv no canal prive para assistir o filme que minha cunhada estava assistindo, foi quando ela entrou no quarto e me pegou brincando com meu consolo. Ela ficou surpresa, envermelhada. Comecei a puxar uma conversa:

- sabe como é não é?! marido que viaja muito é fogo né, a gente tem que caçar outro jeito.

Ela respondeu que era verdade, perguntei o que ela queria e ela disse que não era nada importante e ia saindo do quarto, quando peguei no braço dela e falei para ela ficar e terminar de assistir o filme comigo, um pouco relutante aceitou. Sentou-se do outro lado da cama, depois de algum tempo assistindo o filme perguntei a ela se o filme a excitava ela disse que sim, me aproveitando da situação falei que se ela quiser se masturbar que podia ficar a vontade.

Percebi que ela ficou envergonhada e me ofereci para fazer isso, nem dei tempo para ela responder, estava tão afim de uma trepada que jã fui colocando a mão por dentro do seu shortinho e de sua calcinha e a masturbava e com a outra eu me masturbava.

Ela começou a relaxar e a se contorcer, coloquei a minha mão melada com o mel dela em sua boca e falei sinta o seu gosto. Ela Chupou minha mão percebi que a safada tava gostando e dai foi a porta para o paraiso. Tirei seu short e sua calcinha e cai de boca na xoxota quente e meladinha dela, era tão deliciosa aquela bucetinha careca. Enquanto eu chupava a sua buceta ela deitou-se na cama e eu coloquei minha buceta na cara dela, que não se fez de rogada e me chupou também, ficamos muito tempo em um 69 delicioso ate gozarmos.

Quando gozamos nos deitamos na cama e começamos a conversar, perguntei se ela jã havia feito aquilo antes, ela respondeu que não, tinha apenas beijado outras garotas e algumas mãos bobas, mas nunca chegou a esse ponto mas que sempre tivera vontade de fazer.

Prometi que ela iria ter a melhor experiência da vida dela. Que ela ia dar a melhor trepada da vida. Depois disso fomos para a banheira tomar banho, dentro da banheira ela sentou-se em minha frente e eu fui para cima dela, nos beijamos, mamamos uma no peito da outra, nos esfregamos dentro da banheira, pedi que ela ficasse de quatro dentro da banheira e esfreguei minha buceta no rabo gostoso dela.

Fomos para cama e perguntei a ela se jã havia dado o rabo para alguém, ela disse que sim, foi então que coloquei um vibrador no rabo dela enquanto faziamos um 69. Ela chupava e passava a lingua na minha buceta e cuzinho, me deixando louca.

Vesti a cinta e de ladinho fodi o cu dela enquanto ela se masturbava,vera ficou de quatro coloquei um vibrador na buceta dela e arregacei o rabo bela com toda a força do meu corpo, ela gemia;

- vai arregaça o rabo da tua cunhadinha, vai sua puta, come meu cú como um macho.

Ela rebolava e gritava cada vez mais alto enquanto gozava feito uma piranha, tive que ligar o som para que os vizinhos não escutassem. Depois que ela gozou gritando feito uma gata no cio e me deixando louca de tesão ela me fez gozar deliciosamente e depois chupou e tomou todo o melado que vertia da minha buceta.

Passamos o resto do dia ontem trepando e nos curtindo e agora estou com a cinta sentada em frente do computador, com a buceta toda melada enquanto ela esta voltando de uma ida ao shopping pra almoçar.

Eu vou terminar este conto por aqui, esperar por ela para foder minha cunhadinha puta enquanto posso.

  • Enviado ao Te Contos por Nirya

quinta-feira, 14 de maio de 2026

A primeira vez que aprontamos juntos (Abril-2026)

   

By; Maxwell

Ola Te Contos me chamo Maxwell, tenho 26 anos e o que vou contar aconteceu mẽs passado (Abril). Reencontrei uma ex namorada de infância e começamos a nos relacionar, ela se tornou uma mulher completa, bem safada e cheia de desejos. Sou safado, mas ela me surpreendeu muito, ainda tinha na memoria aquela garotinha discreta e tranquila.

Saímos algumas vezes, e em uma noite estávamos em uma praia de Niterói – RJ, ficamos no carro e ela me chamou para ficarmos do lado de fora, porque queria me mamar. Quem conhece sabe que no Clube Naval rola uma brincadeira, dogging.

Se ajoelhou e começou a mamar gostoso, um cara se aproximou e ficou em pé se masturbando, quando ela percebeu ficou sem graça e pediu para entrar no carro para continuar mamando.  Entramos e tirei toda a roupa dela para ficar bem exposta para o cara ver, ela não teve nenhuma restrição pois estava dentro do carro e se sentia mais segura, além do tesão que dizia estar sentindo
vendo o cara se masturbando.

Logo percebemos que tinham dois caras em pé olhando e aquilo fez com que ela ficasse com mais tesão arreganhando mais a bunda dentro do carro e mamando com mais vontade. Aos poucos eles se aproximaram e eu fiz sinal para chegarem mais perto, um deles começou a alisar a bunda dela, que nesse momento parou de mamar e me olhou com cara de puta, continuou mamando com  mais vontade e o cara alisando a bunda, o cuzinho e sua buceta já encharcada de tanto tesão, tirou gemidos deliciosos dela.

Estávamos loucos de prazer, quase gozando me chupando com vontade, engolindo a pica toda, falei que estava perto de gozar ela acelerou e eu enchi sua boca de leite do jeito que ela gosta, engoliu tudinho sem desperdício e veio me beijar, senti que ela estava pronta pra gozar, adorando tudo aquilo, o cara enfiando quase a mão toda dentro dela.

Ela se voltou para ele e começou a punhetá-lo, ele do lado de fora do carro, eu comecei a masturbar ela com força, não demorou nada e gozou gostoso na minha mão enquanto fez o carinha gozar na sua mão e na porta do carro todinha, ela chupou a mão gozada olhando na minha cara, que tesão e que surpresa gostosa.

Nos arrumamos e retornamos para casa, no caminho perguntei se curtiu, disse que sim e que quer mais!

Hoje estamos juntos e aprontando muito.

  • Enviado ao Te Contos por Maxwell e Namorada

Fui pro motel com um casal onde o marido queria assistir a esposa transando com outro homem.

  

By; Lucas

Oi me chamo Lucas e há alguns meses conheci um casal num site de encontros e trocamos algumas mensagens, rápidas, logo em seguida marcamos um encontro, porque o marido queria ver a mulher dele dando pra outro cara.

Fomos a um restaurante para socializar e logo decidimos ir para o Motel. Chegando lá, fui para o banho e ela toda gostosa veio me fazer companhia, nos ajudamos com o sabão e aquilo já nos deixou muito excitados, enquanto nos beijávamos ele veio participar também, ficando atrás dela com beijos e carícias, estávamos com muito tesão.

Comecei a fazer carinhos naquela bucetinha melada e quente, sentindo também a mão dele por trás dela acariciando junto comigo. Ela já era nossa refém e louca de tesão gemia muito gostoso, pediu para colocar o pau entre suas pernas e é logico que obedeci. Ela apertava meu pau entre suas pernas e num movimento de vai e vem que me deixava louco de tesão, ele por trás falando muita sacanagem, perguntando se a putinha dele estava gostando de um pau diferente.

Ela só gemia e cada vez mais apertava meu pau entre suas pernas. Ele bem devagar começou a alisar seu cuzinho, e ela gemendo falando pra ele alisar mais, aquilo estava muito excitante. Estávamos loucos de prazer e fomos para a cama.

Começamos a nos beijar e ele resolveu assistir a sua amada puta se deliciando com outro macho, logo fui descendo para sentir o gosto daquela mulher deliciosa com um cheiro de fêmea delicioso. Chupei aquela gostosa nem sei por quanto tempo e nem quantas vezes ela gozou, mas podia ver os dois se olhando com muito tesão.

Deitei e ela veio retribuir a mamada, confesso que se não me segurasse teria acabado com a alegria, gozando, mas segurei e continuamos nossa brincadeira quando ela chamou ele para olhar mais perto, meu tesão era tanto que estava sem ação e ela começou a mamar meu pau e ele falando pra ela por todo na boca, baba muito do jeito que ela sabe fazer, o tesão aumentou e ele sorrindo olhando em êxtase total com ela.

Ela mamou muito e decidiram que era hora dela sentir meu pau, que já estava nas alturas. Ela gemendo e ele perguntando se estava gostando, enquanto ele se masturbava com muito tesão.

Mudamos de posição e ela ficou de quatro, com uma bunda linda toda arreganhada, fui por trás e nos encaixamos bem gostoso, sentia apertando minha pica e gozando gostoso com gemidos alucinantes, quando ele se deitou por baixo para chupa-la, eu meti com força, ela só queria metidas fortes, socando fundo, que tesão incrível.

Ele pediu para que quando tivesse próximo de gozar tirasse de dentro, pois queria que ela saboreasse o meu gozo.

Quando estava a ponto de explodir tirei de dentro e ela rapidamente começou a mamar muito gostoso até que chupou meu saco deliciosamente, ai não aguentei mais e disse que iria gozar, ela abocanhou o meu pau e tomou todo o leite que saia dele, sugando e tomando tudo, engoliu e depois começaram a se beijar. Ela pegou o pau dele pôs a boca nele e mamou e punhetou e tomou o gozo dele tambem deixando limpinho sem nenhum desperdício.

Estávamos extasiados, felizes e relaxados. Saimos uma outra vez, ele queria que a comece dentro do carro enquanto ele dirigia pela cidade foi uma experiencia bem gostosa.

  • Enviado ao Te Contos por Lucas

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Presente De Dia Das Mães.

  

Pelo aplicativo eu via tudo em tempo real. O clima no quarto do Status Motel estava elétrico.

Júnior estava atrás de Dani, os dois pelados, suados. Ela de quatro, bunda empinada alta, boceta inchada e brilhando, literalmente pingando de tesão. Ele segurava o pau grosso e escuro com a mão, batendo a cabeça pelada direto na entrada molhada dela.

— Dani… eu tô louco pra te comer sem nada — ele rosnou, voz grossa, esfregando a rola inteira para cima e para baixo na boceta dela.

— Tá tão quente e molhada… deixa só a cabecinha entrar um pouco…

Dani gemeu alto, empinando mais a bunda, mas com a voz um pouco trêmula:

— Amor… ele tá roçando sem camisinha… tá passando o pau todo na minha boceta… ai meu Deus, tá pressionando…

Eu via claramente pela câmera: a cabeça grossa e pelada abrindo os lábios dela, entrando um centímetro, depois dois… Júnior parava, respirava pesado, e tirava. Depois voltava, esfregava com mais força, quase enfiando.

— Por favor… só um pouquinho sem — ele implorou, voz rouca de tesão. — Eu tiro antes de gozar… juro.

Dani olhou direto pra câmera, olhos vidrados, mordendo o lábio com força. Ela estava claramente dividida entre o desejo e o risco. A voz dela saiu manhosa e insegura:

— Amor… ele tá quase me comendo sem… tá roçando gostoso pra caralho… eu tô louca pra sentir ele pelado… o que eu faço?

Júnior aproveitou o momento de fraqueza dela e pressionou mais. A cabeça do pau entrou uns quatro centímetros, sem camisinha. Dani soltou um gemido longo e profundo, o corpo tremendo:

— Aaaahhh… tá entrando… ele tá me fodendo sem amor… tá quente… porra, que delícia…

Ele deu duas estocadinhas curtas e lentas, só com a cabeça, abrindo ela. O pau brilhava com os líquidos dela. A tensão estava insana — eu via na cara dele que ele queria meter tudo, e na cara dela que ela estava quase deixando.

— Dani… deixa eu te comer de verdade… — ele grunhiu, segurando a cintura dela com força, pronto pra enfiar tudo. Dani gemeu desesperada, empinando mais, mas no último segundo falou com a voz falhando:

— Coloca a camisinha… coloca agora… por favor… Júnior soltou um suspiro frustrado, mas obedeceu. Rasgou a embalagem com os dentes, colocou a camisinha rapidinho e, sem esperar nem um segundo, meteu tudo de uma vez com força bruta.

— Aaaai caralho!!! — Dani gritou de prazer quando ele enterrou inteiro.

Ele começou a foder ela com raiva e tesão acumulado, estocadas violentas, segurando o cabelo dela como rédea. A cada metida ele falava:

— Quase te comi sem… quase enchi essa boceta casada… da próxima vez você não vai escapar…

Dani gozou violentamente, o corpo inteiro convulsionando, enquanto olhava pra câmera quase chorando de tesão:

— Ele quase me fodeu sem camisinha, amor… quase… eu quase deixei…

Júnior meteu mais algumas vezes com força e gozou dentro da camisinha, grunhindo como um animal.

  • Enviado ao Te Contos

terça-feira, 12 de maio de 2026

O mestre do oral (09-05-2026)

   

By; Sofia

Oi Te Contos, me chamo Sofia, tenho 23 anos, sou acompanhante de luxo, já enviei alguns contos aqui e esse é bem recente, aconteceu nessa noite de sábado (09-05-2026)

Um cliente me mandou mensagem para marca um encontro. Mais só vim um bom tempo depois pois estava arrumando umas coisas aqui em casa. Quando vi a mensagem já se passava quase 1h, respondi e ele respondendo que atendia sim naquele dia, mais a resposta dele quase que de imediato foi ;

– Desculpa Sofia, marquei com outra menina. Marco outro dia ctg.

Que sinceridade mais desnecessária, rs. Eu não precisava saber que ele marcou com outra por eu não ter respondido rápido o bastante.

Eu estava de bom humor nesse dia, então respondi a sua deselegância com uma figurinha triste.

– Mas vamos marcar um dia. – Ele se compadeceu.

20 minutos depois, eis que me envia um áudio e, mais uma vez, não vi de imediato. Terminei de organizar algumas coisas no meu apartamento, coloquei meu pijama, peguei um salgadinho e quando ia me preparar para ver uma série, resolvi dar uma última olhada no telefone, que estava carregando longe. Lá estava o seu áudio, enviado 4 minutos atrás, que eu, pela minha bagagem e experiência, já imaginava o que seria, rs.

– Sofia você ainda consegue? A menina aqui furou.

Confesso que deu uma pontinha de satisfação e vontade de deixá-lo sem sexo naquela noite. Cogitei responder que não conseguiria mais, só para ter o gostinho da vingança, mas optei por sondar melhor a sua proposta para aquele encontro.

– Onde seria? – Se fosse muito longe, eu nem iria.

Ele foi um fofo e deixou que eu escolhesse pelo lugar mais conveniente para mim.

– Quanto tempo gostaria? – Seria mais um critério de decisão, não me animaria sair do meu pijama por apenas 1h.

– 2h30!

Mas o que me fez mesmo ir ao seu encontro, o critério de decisão final, que teve muito mais peso, foi o fato do seu contato estar salvo no meu celular com 5 estrelinhas. (Adotei essa medida de classificação, já que nem sempre lembro dos clientes) Ou seja, apesar da sua mensagem inicial não ter sido muito bacana, já tínhamos saído 2x e eu lembrava muito bem de como era gostoso me encontrar com ele.

Daí você deve estar se perguntando: -“Nossa, por que é tão incrível assim?”

O fato é, minha gente, que esse japa conquistou o posto de MELHOR ORAL que eu já recebi na minha vida! Saímos pela primeira vez em janeiro deste ano e, desde então, não me lembro de uma chupada tão sensacional e assertiva quanto a sua!

Geralmente, quando me chupam, começa mediano e vai elevando a qualidade, conforme o cara vai descobrindo o que funciona comigo. O desse aqui já inicia no seu auge!

Desta vez, enquanto ele me chupava, fiquei refletindo sobre o porquê era tão bom e cheguei a conclusão de que o seu diferencial era porque ele não apenas chupava, mas sim, degustava! Ele não agraciava apenas o meu clitóris, cada cantinho da minha pepeka sentia a sua dedicação ali. Toda aquela região era explorável para ele.

Seus movimentos não seguem aquele script clichê de língua para baixo, língua para cima ou língua para os lados (mas que também funciona muito bem hehe). Parecia que a sua boca inteira participava daquilo. É como se até os seus lábios – que visualmente não são carnudos, mas quando você beija sente que sim – chupassem a minha pepeka junto.

Ele faz uma mágica lá embaixo. (esse com certeza teve uma mulher ensinando) Tão habilidoso, que nem precisa descobrir um ritmo e manter, pois qualquer movimento aleatório que ele fizer, eu sinto imensamente gostoso. Enfim, não preciso nem dizer que é claro que eu gozei deliciosamente e não demorou muito. Que boca… que língua… que habilidade!

Chupá-lo também é uma delícia, pois, além do seu pau ser apetitoso, ele sempre reage ao boquete. É como se o meu oral tivesse o mesmo nível de perfeição que o dele. Sempre reagindo, como se estivesse prestes a gozar na minha boquinha a qualquer momento.

Definitivamente, a nossa preliminar, regada a muito sexo oral, intercalado com beijos de língua ardentes e muitos amassos, é a parte mais gostosa do encontro!

Em algum momento peguei o preservativo e iniciamos a transa. O resto, bem… o resto vocês já sabem!

Valeu muito a pena aceitar esse programa.

  • Enviado ao Te Contos por Sofia

Dando para um desconhecido na garagem do predio que minha amiga mora (09-05-2026)

  

By; Liz

Oi TeContos, sou a Liz, tenho 23 anos e sou de Fortaleza. O que eu contarei aconteceu nesse ultimo sábado (09 de Maio).

Já passava das 23:00 horas, momento em que o estacionamento do prédio estava calmo, quase sem trafego. Estava no apt. de minha amiga, quando descia para sair com o meu carro, no momento, entrava um rapaz alto, porte atlético, sem querer ele tocou em meu ombro, pois havia me confundido com alguém que conhecia.

Olhei para trás, ele percebeu que não era quem pensava ser. Se desculpou. Na volta quando estava novamente estacionando o carro, cruzei mais uma vez com ele e naquele momento me senti atraída por aquele rapaz. O vendo quase entrar em seu carro, tomei a atitude de me aproximar do mesmo e o cumprimentei,

- “Oi!”

E ele; -“Oi”.

Sem medo de pegar um fora o beijei e não parei de o beijar. Para minha felicidade ele disse:

- “Nossa”, não te conheço, mas vamos resolver essa situação”.

Então, ele me puxou para dentro do carro e afastou para o final do estacionamento, lá nos beijamos como dois loucos. Eu dizia que não costumava agir daquela maneira tão fatal, mas que havia sentido tanta vontade de ceder aos meus impulsos que acabei cedendo.

- Me arrependeria, disse.

Nos beijamos e, enquanto nos tocávamos, ele chupava meus mamilos com tanta vontade que mais parecia um lobo. Aquele rapaz tinha um fetiche, comer uma mulher de costas encaixada no capô do carro e foi assim que transamos.

Saímos do carro, eu de sainha levantada e calcinha de lado, me debrucei no capô e ele me socou bem gostoso por trás. Que tesão! Minha buceta ainda lateja, hum.

Mas, para nossa surpresa, no momento que transávamos, passava por nós um senhor que aparentemente estava sozinho em seu carro que, para nossa felicidade, fez que não viu (ufa!). Mal ele sabia que se viesse em nossa direção também teria me comido, hum…

ele metia tão forte que seu corpo batia no meu e ouviamos as batidas estalando pela garagem do predio, ele apertava meus peitos, me chamava de puta, e socava forte e rapido ate gozar forte dentro da minha buceta.

No final, voltamos para dentro do veículo, conversamos um pouco, nos apresentamos, trocamos contato e a vida seguiu linda e repleta de tesão.

  • Enviado ao Te Contos por Liz

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Noite de Aventura em Vila Velha.

  

by; @daniellemarcus1

Eu mal conseguia acreditar no quanto a Dani estava gostosa aquela noite. O vestido vermelho justo marcava cada curva do corpo dela, os seios quase saltando do decote e a barra curta mal cobrindo a bunda redonda. Entramos no GH e o lugar já estava pegando fogo: luzes coloridas, música alta e aquele clima pesado de tesão no ar.

Pegamos duas latas de Itaipava por cinco reais e mal tínhamos dado dois goles quando o cara da propaganda se aproximou com a namorada loira. Ele era alto, moreno, barba bem aparada, camisa preta aberta no peito. Olhou direto para a Dani com cara de quem queria devorar ela. Conversamos pouco. O flerte foi rápido e direto.

— Querem ir pra um quarto temático? — ele perguntou, a voz já rouca.

Olhei pra Dani. Ela mordeu o lábio inferior e apertou minha mão, aquele sinal que eu já conhecia bem. Respondi por nós dois:

— Vamos.

Entramos na suíte vermelha: cama redonda enorme, espelhos por todo lado, luz baixa e clima de pura putaria. Assim que fechei a porta, ele encostou a Dani contra a parede e meteu a língua na boca dela. Eu senti meu pau latejar imediatamente enquanto via ele apertando os seios dela por cima do vestido.

Ele desceu o vestido até a cintura, deixou os peitos dela livres e começou a chupar os bicos com vontade. Dani gemeu alto, segurando a cabeça dele. A loira veio pra cima de mim, mas meus olhos não saíam da minha mulher. Ele ajoelhou, tirou a calcinha dela e enfiou o rosto entre as pernas. Chupava gostoso, barulhento, enfiando a língua e dois dedos ao mesmo tempo. Dani rebolava na cara dele, gemendo sem vergonha:

— Ai, caralho… assim…

Eu tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar devagar enquanto assistia. Depois de fazer ela gozar na boca dele, o cara levantou, tirou a calça e mostrou um pau grosso, bem duro. Virou a Dani de costas, fez ela empinar e meteu tudo de uma vez na buceta molhada. O barulho molhado de tapa encheu o quarto.

Ele fodia ela com força, segurando na cintura, metendo fundo. Dani gemia alto, olhando pra mim com cara de safada. Eu me aproximei e enfiei meu pau na boca dela. Ela chupava com fome enquanto levava as estocadas dele por trás.

Depois de um tempo ele tirou da buceta, cuspiu no cuzinho dela e foi entrando devagar. Dani soltou um gemido longo e rouco quando ele passou o anel. Eu segurei o rosto dela e olhei nos seus olhos enquanto ele começava a comer o cu dela com mais força.

— Tá gostoso, amor? — perguntei, voz baixa.

— Tá… ele tá comendo meu cu gostoso… — ela respondeu, quase sem ar.

Ele metia cada vez mais rápido, segurando os quadris dela. Eu sentia a boca da Dani apertando meu pau a cada estocada que ele dava no cuzinho. A loira filmava tudo com o celular, sorrindo. Dani gozou de novo, tremendo inteira, apertando o pau dele no cu. Ele não aguentou. Tirou rápido e gozou bastante nas costas e na bunda dela, jatos grossos escorrendo pela pele suada. Eu gozei logo depois, enchendo a boca da Dani, que engoliu tudo olhando nos meus olhos.

Ficamos mais um tempo no clube. Dani ainda dançou na pista só de lingerie, o corpo marcado de chupões e mãos, recebendo olhares de todo mundo. Mais tarde, em uma cabine semi-aberta, outro casal se juntou e rolou mais uma rodada quente.

Quando saímos, já de madrugada, eu dirigia com uma mão na coxa dela, sentindo o vestido molhado de porra e tesão. Dani sorriu safada, abriu o celular e me mostrou o vídeo que tinha gravado.

— Quer que eu te conte tudo de novo enquanto você dirige… ou prefere que eu chupe você agora?

Eu sorri, abri o zíper e respondi:

— Chupa, amor. Quero sentir esse gosto de putaria ainda fresco na sua boca até chegar em casa.

domingo, 10 de maio de 2026

Fui deixar o amigo safado do meu namorado após a festa e dei pra ele no carro (Maio-2026)

  

By; Raquel

Ola TC, me chamo Raquel, tenho 23 anos e namoro a 4 anos, meu namorado tem 25 anos, é um cara legal, é bonito, mas é meio bobão, chega a ser cansativo.

Ele marcou de sairmos e imaginei que seria só nós dois, mais para a minha surpresa ele chamou um amigo nosso, que é um cara bem atirado, fomos pegar ele na sua casa, e no caminho a festa que iriamos tive que retorna pois o meu namorado tinha esquecido a carteira em casa, no caminho eu acabei olhando para o nosso amigo e o safado estava sentado exatamente atras do banco do passageiro onde estava meu namorado, arrumei o espelhinho retrovisor pra ver melhor pois ele fazia sinal com a cabeça como quem aponta, eu olhei e ele tava de pau pra fora, duro e ele se punhetando.

Eu não acreditei, o maluco safado estava sentado atras do meu namorado se punhetando e fazendo gesto para eu ir ate lá. Dirigi ate a casa do meu namorado, conversando, com som ligado mais sempre dando uma olhada pelo espelhinho, quando chegamos lá, meu namorado subiu pra pegar a carteira e eu rapidamente soltei o cinto de segurança me virei e segurei seu pau, tava trincando, punhetei, chamava ele de safado filho da puta, punhetei e ele pediu para depois eu sentar. Disse que pensaria, falei pra ele guarda seu pau, voltei pra o banco do motorista e esperamos o meu namorado voltar.

Assim que ele voltou com a carteira, partimos pra festa e no caminho o safado retomou a punheta, minha buceta tava molhadinha já.

Fomos para festa e na volta já passando das 2h da madrugada, como meu namorado estava um pouco mais alegrinho eu o deixei primeiro disse que deixaria o nosso amigo em casa e iria pra minha, não iria dormir com ele pois estava com raiva dele ter bebido (desculpazinha). Meu namorado desceu do carro e entrou no predio em que mora e eu seu amigo passou pro banco da frente. Assim que saimos ele já foi pondo o pau pra fora e punhetando, perguntando pra onde iriamos, eu disse não sabia, e ele disse pra ficarmos em sua casa mesmo, bati um pouquinho no caminho pra ele.

Assim que chegamos em frente a sua casa Ele desceu do carro, abriu o portão e eu entrei, ele fechou o portão e veio me guiando para seguir para uma area que tinha nos fundos. Assim que parou, ele veio direto para o banco de trás, eu passei para atras e sentei ai seu lado, e ele já foi colocando a mão na minha coxa, segurei seu pau e me aproximei para beija-lo, ele me puxou pela nuca e me deu um super beijo. Quando me beijou ele enfiou a lingua quase toda na minha boca. Isso misturado ao gosto do halls de morando que ele tinha acabado de chupar me deixou louca.

Na hora eu senti que a minha buceta tinha ficado toda molhada, e ele logo perceberia isso também, por que não demorou muito ele começou a acariciá-la sobre a calcinha, já buscando um jeito de enfiar o dedo nela, o que ele logo conseguiu. Quando sentiu seu dedo grosso deslisando fácil pra dentro de mim ele deu um sorriso safado e disse:

- já estava com tesão, né, safada? – Caralho, como aquilo foi gostoso.

Ele com cheiro de macho, me beijando e pegando daquele jeito tão safado me deixou doida.

Enquanto tudo isso acontecia eu não conseguia tirar a mão da rola dura dele. Nesse momento ele tirou a mão da minha buceta e começou a pegar nos meu seios, tirando um pra fora e chupando com um desejo que nem sei explicar. Sentia a lingua dele rodeando meu mamilo, sua boca grande abocanhando meu peito, seu bigodinho safado relando na minha pele, tudo aquilo estava me enlouquecendo.

Depois de ficar um tempo nesta pegação ele veio com aquela voz grave que nunca mais vou esquecer e falou no meu ouvido:

- vou chupar sua bucetinha.

Ainda acostumada com as frescuras do meu namorado eu disse para ele que não seria legal, que eu estava a muito tempo fora de casa e tal (o que eu queria dizer é que a minha buceta não estaria cheirosa como quando eu saio do banho) ao que ele respondeu:

- Eu vou te chupar de qualquer jeito.

Nessa hora eu entendi, eu estava lidando com um homem que gosta de mulher. Não um moleque mimado e fresco.

Eu simplesmente amoleci e deixei ele fazer o que queria. Ele me deitou no banco e saiu do carro. Já do lado de fora ele se abaixou e puxou a minha calcinha de lado e caiu de boca como nunca antes eu tinha sentido.

Eu não mencionei antes, mas nesse dia eu tinha depilado a minha buceta, tinha deixado ela toda lisinha, pois antes eu só aparava. Fiz isso na esperança de atiçar meu namorado, mas em vão. Mas acabou que foi ótimo acontecer assim. Sentir aquela boca carnuda me chupando, aquele bigodinho espetando meus grandes e pequenos lábios, era só o começo do que eu ia sentir naquele dia.

Eu estava enlouquecendo. Aquele macho safado me chupando, pegando meus peitos, enfiando o dedo na minha boca, estava gostoso demais.

Depois de ficarmos um bom tempo assim ele se levantou, me puxou pela mão me colocando sentada no banco do carro, e me puxou pela nuca novamente, dessa vez enfiando o pau na minha boca. Estava me dando muito tesão, logo que ele colocou o pau na minha boca eu senti o gosto salgado dele, e da porra que já saia daquele pau.

Aquela novidade surpreendentemente me deixou cheia de tesão, de modo que comecei a chupar ele do melhor modo que eu podia. O pau dele era muito grosso, a cabeça mal cabia na minha boca. Parei de tentar engolir ele todo e fiquei lambendo ao longo do pau, indo perto do saco e voltando. Ele não se depilava, ou não se depilava todo, pois logo ele me puxou pelo cabelo e me colocou pra lamber o saco dele, que era todo lisinho. Mas o pubis era peludo.

Depois de um tempo assim ele voltou a enfiar o pau na minha boca, me mandando engolir tudo, pena que por mais que eu quisesse não ia, ia só até a metade.

Daí o safado fez um coisa covarde comigo. Ele voltou a chupar a minha buceta e depois de chupá-la por um bom tempo ele veio subindo, beijando minha barriga, chupando meios seios, beijando meu pescoço, e quando chegou na minha boca ele já veio colocando a cabeça do pau na entrada da minha buceta. Como ele já tinha me chupado muito logo antes o pau deslisou todinho pra dentro. Eu vi estrelas. Era muito grande e grosso, me preencheu todinha. Aquilo me deixou doida. Ele socava forte e fundo, gemendo em cima de mim, e eu também comecei a gemer alto.

Quando ele metia tudo eu senti pela primeira vez uma coisa que eu buscaria pelo resto da minha vida. Enquanto eu estava debaixo daquele macho, sentido o cheiro forte do seu corpo, o que mais me dava tesão era sentir os pentelhos dele na minha buceta lisinha. Que delícia sentir aquele pau todinho dentro de mim. Daí ele começou a socar mais forte e me veio a segunda coisa que mais me dá tesão na vida, que é sentir o saco de um macho batendo no meu cuzinho enquanto ele me fode. Que delícia sentir os pentelhos no meu grelo e o saco batendo no meu cú.

Depois de um tempo assim ele quis levantar, acredito que pra me pegar de quatro, mas pela primeira vez eu consegui reagir e não deixei, abraçando ele forte e enrolando as minhas pernas na bunda dura e gostosa dele, puxando ele pra cima de mim. O safado logo percebeu que eu estava gostando e continuou assim, metendo como louco.

Ficamos mais um pouco assim e ele falou que iria gozar. Acho que ele fez isso pra ver a minha reação, se eu ia mandar ele gozar fora ou algo assim, mas o tesão falou mais alto e eu disse:

- Goza, goza dentro de mim, me enche de porra…

Ele ficou doido. Aumentou muito a velocidade e quando ele disse que ia gozar isso foi totalmente desnecessário, pois eu senti direitinho a hora que ele gozou. Nesse momento eu abracei a bunda dele mais forte com as pernas. Eu não queria aquele macho fora de mim. Queria ele pra sempre ali.
Ele ficou mais um pouco, mas fui sentindo o pau dele amolecendo.

Trocamos beijos, caricias e elogios e depois nos levantamos, nos vestimos e eu vim para casa, ele já estava “entregue” em sua casa.

Chegando em casa fui direto pro meu quarto, tirei a roupa na frente do espelho pra ver se não tinham marcas. Fiquei só de calcinha, e me olhando no espelho percebi que minha calcinha estava molhada. Tirei ela devagar e fui vendo a porra dele escorrendo de dentro de mim. Deitei na cama e abri as pernas. Vi pelo espelho que ele tinha feito um estrago em mim, minha buceta estava toda aberta.

Comecei a bater uma siririca com a porra dele, agora arrependida de não ter chupado o pau dele meia bomba e sujo de porra. Aquele pensamento fez arder em mim o desejo de engolir a porra dele, e peguei um pouco da que estava escorrendo de dentro da minha buceta e coloquei na boca. Gozei gostoso sentindo o gosto da porra dele.

Tomei um banho e fui dormir, pensando no que faria desse dia em diante. A única certeza que eu tive foi que ele levaria muito chifre se não se cuida-se.

  • Enviado ao Te Contos por Raquel

sábado, 9 de maio de 2026

(Re)fazendo uma nova "amizade"

  

By: William 

Oi tc, me chamo Willian, vou contar mais uma das minhas aventuras com minha namorada Nays e dessa vez, não estávamos sozinhos...

Acho que é meu quarto conto aqui, vou deixar os 3 anteriores linkados caso alguém curta o relato

Como contei antes, sou psicólogo clínico, e nessa profissão, principalmente em cidade pequena conheço várias pessoas, algumas muito atraentes, nunca rolou nada, primeiro pq tenho tudo que preciso em meu relacionamento com a Nays, e depois por questões éticas, é claro! Mas pra quem conhece a profissão ou faz parte dela, sabe que as pessoas se apegam ao acolhimento dado, e o que acontece durante a sessão reverbera no emocional também fora do atendimento. Eu atendia a Júlia, mas por conta de uma mudança no trabalho dela e o começo em um outro serviço, ela teve que parar as nossas sessões. Júlia era uma mulher linda, tinha o cabelo grande e liso, bem escuro, morena, era baixinha, tinha o corpo todo torneado de academia, sempre ia em nossas sessões com shortinho desses para exercícios físicos, todos apertadinhos, já que ela sempre saia do trabalho e ia até a clínica direto, e depois de lá para a academia, então eu sempre fechava a porta após ela entrar e aproveitava para dar uma boa secada naquela bunda deliciosa no shorts curto, mas entravamos em sessão e esses pensamentos eram contidos, sempre tive muito cuidado na minha profissão e nunca misturei as coisas, já tive que encaminhar outros pacientes que entenderam errado esse acolhimento dado na terapia, lidar com pessoas em fragilidade carece de muito cuidado.

A Júlia era uma amiga da minha namorada, Nayara, elas não tinham muito contato, mas já trabalharam juntas, e depois que nosso processo terapêutico terminou, ela até me procurou pra continuarmos as sessões, mas eu não tinha horário disponível, e posteriormente soube que ela tinha conseguido um novo terapeuta, era o fim das secadas naquele rabo delicioso, mas eu mal sabia que era início de coisa muito melhor.

A Nayara começou a fazer academia comigo e calhou de a gente encontrar a Júlia um dia quando estamos saindo, ela estava uma delícia como sempre e a gente todo suado e mortos por conta do treino, mesmo assim, ficamos um tempo de papo, eu me mantinha mais distante, apenas como "o namorado" para não constranger ou deixar a ela desconfortável, sempre que encontro alguém que atendo ou que já atendi eu tento estabelecer esse limite. Mas logo percebi que elas se tocavam bastante, a Júlia passava a mão no cabelo da Nays e elogiava bastante, entendi aquilo como uma amizade comum entre amigas, mas fiquei com uma pulga atrás da orelha, talvez fosse o tesão falando mais alto, após ver novamente aquela bunda deliciosa apertada no shorts de novo.

Chegamos em casa e fiz uma brincadeira com a Nays, sobre esses toques e como elas pareciam íntimas, a Nays logo sorriu meio que entendendo meu desejo pela amiga dela

-Pq vc ta perguntando isso? Vc gostou do que viu?

Eu fui pego no pulo kk, tentei desconversar me fazendo o sonso e dizendo "não é só uma coisa que pensei, nada a ver"

-Mentira, eu sei que vc gostou... vc sabia que a gente já ficou né?

A Nays era bissexual e antes de conhecê-la eu sabia que ela já tinha ficado com outras garotas. Eu neguei pq de fato não sabia, mas aquilo fez mais sentido, aqueles toques delas e a ideia das duas juntas me atiçou bastante, já me peguei pensando na cena e a ereção começou levemente abaixo do balcão da cozinha enquanto eu tentava disfarçar mantendo-se sentado. A Nayara é uma uma delícia, como disse tinha tirado a sorte grande, baixinha bunduda, coxas grossas, morena encaracolada, lábios grossos, uma cara de latina safada, toda bravinha e puxada pra esse lado mais nerd/roqueira, do jeito que eu gosto e imaginar estar com outra pessoa não se passava na minha cabeça, mas imaginar estar com outra pessoa junto dela, aí era outra coisa, papo de ereção total... E ela me conhecia, ela percebeu

-Sabe que quando a gente ficou eu chupei aqueles peitinhos gostosos dela

- É? E ela gostou?

Nisso ela veio até mim e passou a mão no meu cabelo, na nuca e falou se aproximando do meu ouvido

-Aham ela ficou toda soltinha, gemeu bem gostoso com minha boca

Nisso ela começou a beijar meu pescoço e passar a mão em meu peito e descer, a esse ponto a ereção era completa e o volume não escondia meu desejo pela Nays e pela ideia da sua amiga gemendo

-Vc quer que eu te mostre o que mais eu fiz com ela? - perguntou já apertando meu pau por cima do shorts

-Quero

E da cadeira da cozinha Nays abaixou meu short e me deu um boquete caprichado, a gente cheirava a suor e desejo, baba escorria pelo queixo dela enquanto engolia meu pau inteiro, seu top já recebia as gotas de baba quando ela o abaixou deixando os peitos a mostra, ela tocava os mamilos com o líquido que saia de sua boca, nesse ponto ela me chupava e punhetava devagar enquanto gemia com meu membro dentro de sua boca, como quem estava gostando do momento e não queria que ele fosse apressado, porém alternava tirando meu pau de sua boca e batendo mais rápido uma punheta extremamente úmida pela sua língua

-Goza vai, goza pra sua putinha pensando na Júlia, goza pra mim - disse ela após repousar a cabeça do meu pau em sua língua que estava pra fora

Meu corpo reagiu a essa fala e os jatos vieram fortes e massivos, atingindo a língua dela, seu rosto e escorrendo pelos seios

Ela terminou o trabalho sugando até a última gota e deixando meu pau limpo como uma mulher gulosa que era

Depois dessa nós fomos para o banho juntos, tínhamos horários em nossos respectivos trabalhos e seguimos a rotina sem falarmos mais sobre a Júlia ou sobre elas.

A semana seguiu puxada, e eu já tinha esquecido a Júlia e o assunto dela com a Nayara, e foi nessa última sexta, feriado do dia 01/05 que a Nayara me fez A SURPRESA. Eu tinha ido a clínica repor alguns atendimentos, sempre aproveitava esses dias pra isso, e mesmo sendo feriado eu tentava fazer só uns horários meio reduzidos pra pacientes que não podiam durante a semana ou tiveram que desmarcar por algum motivo, então só fui fazer dois atendimentos depois do almoço e logo estaria em casa.

Assim que estacionei a frente de casa reparei que havia um carro diferente próximo a nossa garagem, não dei bola pensei que fosse algum vizinho ou algo assim, mas ao entrar eu me deparo com Júlia sentada na cadeira da cozinha, no balcão, no mesmo lugar que eu tinha gozado pra ela.

-Oi psi! - Disse com um sorriso no rosto, estava com uma camiseta de corrida preta, meio transparente, onde notei que usava um top por baixo, também de academia, juntamente com aqueles shorts curtinhos e mega apertado comprimindo aquela bunda. Seus cabelos eram lisos e pretos e desciam na altura do seio que também conseguia vê-los apertados no top. Como ela estava de frente pra mim, percebi que além da bunda, aquele shorts também marcavam bastante os lábios de Júlia, eu podia apostar que ela estava sem calcinha, mas logo desviei o olhar, não podia dar essa mancada.

-Oi, tudo bem? O que faz aqui? - a pergunta foi sincera, não esperava vê-la, muito menos depois da última "conversa" que tive com a Nayara sobre ela

- A Júlia estava passando por aqui e me deu um toque, pra dar um oi, eu pedi que ela viesse aqui, estava com saudade da nossa amiga - nesse momento Nayara apareceu e respondeu pela minha antiga paciente. Não entendi bem o foco no "nossa amiga”, mas o que estava por vir me fez gelar

-Eu estava contando para a Júlia sobre nossa última conversa - disse Nayara com uma cara de quem queria me expor

-Sério? Que conversa? - foi a única coisa que eu consegui falar kkk

-Daquele dia que encontramos ela na academia e como eu disse que a gente já tinha ficado enquanto te chupava e pedia para vc gozar pra mim pensando nela.

Nesse momento eu não respondi, mas notei a risada de Nayara, eu claramente tinha caído em uma armadilha muito bem orquestrada pelas duas, e nesse momento... eu só queria ser a presa. Olhei pra Júlia e percebi que ela mordia os lábios, seu rosto estava corado e sua perna estava aberta na cadeira

-Aé? E o que ela achou amor? Ela gostou de saber que eu te dei leite, melei sua cara, seu peito, sua boca? - respondi deixando a bolsa do trabalho ao lado

Nayara se aproximou da cadeira de Júlia e colocou a mão em sua buceta por cima dos shorts e mexeu masturbando-a

-Ela me disse que ficou molhada e que sabia que vc olhava a bunda dela toda vez que ela ia as sessões

Aqui vale um adendo, se vc não tem mais vínculo profissional-terapêutico, então amigo, é dentro! A ética está de mãos dadas com o tesão, nada de errado.

Eu sentei em uma poltrona a frente delas, nossa sala era próxima a cozinha, aquelas separadas por um balcão, estilo americana, me acomodei de pernas abertas, com o volume já a mostra e respondi

-Ela sabe que fantasiar com o psicólogo é ruim pro vínculo terapêutico amor?

-Ela sabe, e está muito em conflito com esses sentimentos - respondeu Nays masturbando ainda mais Júlia, agora com a mão já dentro do shorts da amiga. Júlia tocava os próprios seios e gemia baixinho a cada toque que minha parceira lhe dava

-Acho que só tem um jeito de ensinar ela a controlar essas emoções, vamos ter que ensina-la

-Pensei o mesmo amor, até pedi pra ela vir aqui, com essa roupa, pra você

- Então trás ela aqui

Nayara segurou a mão de Júlia e ambas vieram até onde eu estava sentado, as duas se ajoelharam no tapete e começaram a tocar minha coxa, meu pau, por cima da calça.

- Eu quero ver vocês

As duas riram manhosas e começaram a se beijar na minha frente, a Nayara apalpava Julia com vontade enquanto tmb gemia baixinho. Nays começou a tirar a roupa de Júlia

-Não tira tudo, eu quero ver ela melhor com esse shorts, igual quando ela ia com ele na sessão, se exibindo pra mim

A ordem pareceu assanhar ainda mais uma Julia que antes estava meio tímida, agora se entregando e sabendo que teria todo nosso foco, toda nossa atenção, ela estava em nossas mãos.

Nays tirou toda a parte de cima da amiga e liberou um par de seios maravilhosos, com o bico todo arrepiado, com isso eu sai da poltrona e abocanhei um de seus seios enquanto Nays sugava o outro. Júlia gemia alto agora, toda timidez fora embora e ela se entregou por completo, coloquei a mão por dentro do shorts e notei que minha suspeita estava certa, Júlia já estava sem calcinha, só havia muita umidade vinda da sua buceta e a mão de nays que encontrou a minha e juntos masturbamos nossa nova namoradinha em sincronia. O corpo de Júlia estremecia e atingiu o ápice quando eu alisava seu clitóris e minha parceira enfiava dois dedos na amiga, Júlia tinha tido seu primeiro gozo.

Eu me levantei e tirei o sapato e calça, permanecendo em pé em frente as duas que estavam ajoelhadas, tirei o pau pra fora, já duro

-Agora bota sua amiga pra me chupar - lancei a ordem para Nayara

Júlia ainda respirava ofegante quando a Nayara segurou seu cabelo, fazendo um rabo de cavalo com a mão e levando até meu pau, que a essa altura já babava.

Julia abocanhou meu pau, parecia com fome e sugava com força, a Nayara não a deixou usar a mão, sempre que ela tentava segurar em meu pau ela batia na mão de Júlia

-Eu não te dei permissão de segurar nele, chupa ele vadia

E empurrava a cabeça da amiga que babava deixando escorrer no joelho e no tapete da sala. Era lindo ver aquela gostosa me chupando enquanto recebia ordem da Nayara, que a essa altura me olhava com um desejo voraz e se juntava a amiga pra me chupar, tirando a amiga e me chupando também como vontade, nays sabia como eu gostava e deixou mais baba, na cabeça do pau, no corpo, nas bolas

-Agora eu quero as duas -segurei a cabeça delas e coloquei meu pau no meio de modo que cada uma ficasse de um lado lambendo, além disso suas bocas se tocavam, e por vezes colocava intervalos no boquete pra se beijarem, mesmo assim, Júlia não largava meu pau, agora com a permissão de nays, ela batia uma punheta maravilhosa alternando no corpo do meu pênis e na cabeça.

Decidimos coloca-la no sofá, eu precisava chupar aquela buceta que a esse ponto já era perceptível na legging do shorts, que além de apertada estava toda molhada, mas antes me sentei no sofá e ordenei

-Agora vc vai rebolar com esse seu shortinho no meu pau

Júlia se postou a minha frente, virando de costas e agachando até sua bunda encostar no meu colo, em meu pau... Apoiando as mãos sobre meu joelho ela começou o movimento de vai e vem

-Eu quero que vc rebole como gostaria de ter rebolado a cada olhada que eu dava nesse seu rabo lá na clínica, quero que vc sinta ele querendo te penetrar

Júlia se movimentava mais rápido, ela me fez de seu consolo e eu recebia uma roçada deliciosa daquele short, quase que não me aguentei, ainda mais vendo a Nayara ao lado se masturbando me olhando com desejo. Júlia se mexia rápido e a esse ponto subiu um dos pés no sofá pra ajudar na esfregada, ela gemia forte e em meu pau ela rebolou até gozar pela segunda vez

Parei Julia e a deitei no sofá, retirei finalmente seu shorts, e deixei ele ao lado, mas não antes de cheira-lo com desejo. Eu chamei nays e disse pra ela beija-la, enquanto isso eu iria chupa-la. Desci em sua buceta já totalmente encharcada, passei a língua por todo redor de seu clitóris e dentro dela também, provei do melzinho daquela que um dia eu só comia com os olhos, mas dei uma atenção maior pra seu grelo. Suguei como se o beijasse e a cada gemida eu aumentava, percebendo-a no ápice eu tirava minha boca e passava o dedo de leve, seu clitóris pulsava e seu corpo dava contrações involuntárias, voltava a passar a língua lentamente, de modo que a cada toque ela sentisse um choque e novamente a cada gemia ia aumentando, aumentando a intensidade, a rapidez. Nayara a esse ponto chupava os seios de Júlia que não demorou muito para, nesse ritmo gozar em minha boca.

Como Julia já estava deitava, pedi para Nayara ficar em cima dela, virada de 4 para mim, assim tinha a buceta de Júlia e de Nayara a minha disposição. E agora era Nayara que recebeu meu pau, antes de colocá-lo lambi sua buceta com ela de 4, Júlia que estava em baixo, chupava seus peitos e a masturbava também, subi novamente e era a vez de castigar minha namorada com minha nova amiga

-Vc não para de chupa-la! - ordenei agora a Júlia

Coloquei a cabeça do meu pau levemente e fui tirando e colocando, até que coloquei de uma vez arrancando um gemido de minha namorada, bombei a nays com intensidade, diminuindo o ritmo as vezes, assim aproveitava e tocava a bucetinha de Júlia com a mão, que gemia baixinho com a boca no seio da Nays. A Nayara não aguentou e esse ponto já estava ela impulsionando o corpo pra trás contra meu pau, metemos junto até ela gozar. Retirei meu pau dando batidinhas na sua buceta e falei pra ela sentar na cara de Júlia. Assim Nayara se aproximou do rosto da amiga que já sorria esperando para chupar minha namorada, fiquei um tempo vendo a Nayara se esfregar na cara da amiga que sentia prazer em chupar a nays, mas ela não podia ficar livre de também sentir prazer, então abri suas pernas e entrei firme naquela buceta, Júlia gemeu tão forte que nays deu uma gargalhada de prazer, ela está totalmente submissa a gente, e a cada estocada que dava eu sentia que Nays sentia mais prazer com a amiga que gemia e te chupava a buceta, Nayara então agarrou a cabeça de Júlia e esfregava a buceta na sua boca num vai e vem

-Chupa gostosa, chupa essa buceta enquanto ele tem fode!

Eu já estava num ritmo forte quando os gemidos abafados de Júlia se transformaram em gritos e ela deu duas abridinhas na coxa da nays pra ela poder gritar, anunciando sua próxima gozada.

Nays deitou em cima dela e ficou assoprando seu rosto, lhe dando ar, ela estava ofegante e se recuperando, elas então se entregaram aos toques, ficaram ali abraçadas pós gozada, uma auxiliando a outra, do carinho foi pro beijo, e do beijo foi pro beijo mais intenso e logo uma mão de Júlia já busca a buceta de nays

Eu me sentei novamente no sofá a frente e assisti de camarote elas se beijarem e se masturbarem simultaneamente enquanto batia uma punheta. Elas se acariciavam e olhavam para mim enquanto eu estava com o pau na mão batendo para elas, foi algo que pareceu atiçar ainda mais o sexo delas, elas ofegavam e se beijavam forte enquanto suas mãos dançavam uma no grelo da outra, e gemidos abafados por beijos que não cessavam a nenhum momento me deixavam com muito tesão, poderia gozar ali pra elas facilmente e novamente tive que me controlar. Nayara foi a primeira a gozar, finalmente desfazendo o beijo e rebolando na mão da nossa nova namoradinha, depois a Nays deu uma atenção a Júlia chupando-a e dedando ela enquanto ela ainda estava deitada, agora era Julia que se contorcia no sofá, elevando a pélvis a cada dedada e lambida que minha namorada lhe dava. Ondas de orgasmos bateram nos lábios da Nays, finalizando com nossa convidada mais uma vez.

Eu fui até elas, pedi que ficassem no sofá, mas agora de 4, com as bundas arrebitadas pra mim, uma ao lado da outra, segurando no encosto do sofá, me coloquei em pé a frente daquelas bundas maravilhosas e dei uma boa lambida e cada buceta sugando o resto do meu de cada uma. Minha barba ficou molhada com os resquícios do sexo delas, então eu comecei a meter meu pau na Nayara, a Júlia se tocava enquanto eu comia minha namorada, ia finalizar ali, mas tinha que dar uma atenção as duas, então comecei ritmado e aumentei gradualmente, a cabeça de nayara já afundava no sofá com a força das metidas e gemidos das duas, uma se tocando e outra recebendo meu pau. Nays gozou forte chegando a esguichar no assento do sofá deixando-o molhado.

Tirei meu pau de nayara devagarinho, dando leves pinceladas no seu grelinho sensível.

Agora era a Júlia! Coloquei só a cabecinha do pau e tirava, pedi pra Nayara ficar com a cabeça próxima, assim eu metia na Júlia e quando tirasse o pau ela chupava

-fica aqui e vem provar o mel dessa putinha

(Dei uns tapinhas na bunda da Júlia sinalizando onde Nays ficaria)

E assim foi, eu meti naquela buceta dedando um cuzinho perfeito, nela não procurei ritmar nada, queria castigar aquela boceta, e assim segui metendo forte numa Júlia que gritava de prazer recebendo o pau naquela buceta e os dedos da nayara em seu clitóris

Eu dava algumas pausas e estocava o pau na boca da nayara que cuspia e sugava a cabeça do meu pau com vontade, deixava a baba cair na bunda da Júlia, assim lubrificando ainda mais as próximas metidas e as dedadas que eu dava no seu cu

• fica aqui, eu vou gozar nessa sua carinha comendo ela

Nayara encostou o rosto novamente bem perto de onde eu tava comendo Julia, colocando a lingua pra fora

-me da leite mo

Eu aumentei a força e já comecei a sentir o gozo vindo, Júlia gritava e bem próximo ao momento que retirei meu pau de dentro dela, ela também teve um squirt molhando também o sofá. Eu tirei o pau nessa hora e mirei no rosto e na boca e nays que recebeu uma gozada forte na boca, bochecha e queixo, foram algumas cargas, então também lambuzei ainda mais aquela bunda maravilhosa da Júlia, que antes secava tanto e que agora tinha sido esporrada com força.

Me deitei no tapete ao chão para respirar, mas logo levantei pegar água e papel higiênico para as duas. Quando voltei da cozinha elas estava deitadas juntas como boas namoradinhas, limpei a bunda da Júlia finalizando com um tapa que arrancou um "ai" e um sorisso sacana e a Nays, que não desperdiçou nada do meu leite, e já tinha "limpado" e tomado tudo. Ficamos nus no sofá os três abraçados por um tempo, depois levantamos e fomos para o banho, ali a gente brincou e riu um com outro, naturalmente as coisas esquentam e recebi oral delas e saindo do banho, já em nossa cama também chupei as duas enquanto elas de beijavam. Descansamos juntos, chamamos a Júlia pra ficar lá o final de semana, dormimos os três de tarde e assim que acordamos nós pedimos pizza acompanhada de taças (e taças) de vinho e continuamos o restante do final de semana transando.

Nays e eu já comentamos com Julia que novos convites como esse vão ser feitos no futuro e que ela agora é nossa! Kkkk

Bom, esse foi meu conto, tinha mais coisa desse final de semana pra contar, mas já ficou muito grande o texto (me desculpem), mas espero que gostem.

Will&Nays

  • Enviado ao Te Contos por Will & Nays

Meu namorado dormiu, então o tio dele aproveitou e veio me comer bem gostoso (02-05-2026)

  

By; Luana

Oi Te Contos, me chamo Luana, ou Lua como me todos me chamam. Eu tenho 23 anos, namoro o Henrique a 2 anos.

Esse feriadão de 1° de maio, eu e meu namorado fomos para chácara com sua família (devia ter umas 12 pessoas).

No sábado após almoço coloquei um biquini de cortininha cor de rosa a parte de baixo pequena valorizando ainda mais meu bumbum redondo e durinho. Meu namorado nunca reclamou da minha roupa ele até gosta de me exibir como troféu. Peguei minha toalha e fui pra beira da piscina, deitei me de bruços deixando tudo bem exposto pra quem quisesse ver.

Não tinha muitas garotas lá da minha idade, se aproveitando da situação meu namorado chegou com o papinho de passar protetor no meu corpo mas eu sabia que a intenção não era tao boazinha assim. E assim ele fez, começou a passar protetor alisando meu corpo com enfase no meu bumbum (ele aproveitou bem a situação).

Quando terminou sussurrou no meu ouvido que iria me comer mais tarde, eu apenas sorri e falei;

- te aguardo.

A tarde passou e a noite foi chegando, já tinha varios meio alterado, fui para o quarto tomar um banho e dormir um pouquinho.

Tomei meu banho e deitei de sainha sem calcinha na cama com bumbum pra lua, sabia que meu namorado logo apareceria pra cumprir o combinado.

Não demorou muito até que ouvi o barulho da porta se abrir, o quarto estava escuro, então esperei pra sentir os toques do meu namorado. Comecei a sentir uma mão subindo pelas minhas pernas chegando ao meu bumbum onde começou a beijar vagarosamente, parecia se deliciar com meu corpo. Comecei a passar então o pé pela barriga e foi ai que notei que aquela não era a barriga do meu namorado.

Pensei em gritar e questionar o indivíduo, mas naquele momento ja estava exitada e me deixei levar pelas caricias, apenas perguntei sussurrando:

- Qual o seu nome?

E em resposta ouvi; - sou o Marcelo, fica quetinha. (ele é tio do meu namorado, tem 43 anos e é casado e toda a sua família estava lá)

Aquela voz me arrepiou toda e comecei a rebolar pra ele, que chupava intensamente meu cuzinho. Ele me virou de frente e abrindo as minhas pernas começou um oral maravilhoso (eu adoro uma chupada), dedilhando minha bucetinha, sentia seus dedos entrando na minha buceta que estava tolamente encharcada, gemia baixinho, louca pra sentir aquele homem dentro de mim.
Puxei ele pelo cabelo trazendo ate a minha face e beijei-lhe loucamente, e ele segurando na minha nuca dava mordidas em meus labios.

Depois daquele oral que ele fez em mim senti me na obrigação de retribui. Sussurrei em seu ouvido que estava na minha vez de sentir o gosto dele.

Ele deitou- se e encaixei meu bumbum em sua cara e comecei a chupar aquele mastro, e fiz questão de engolir tudinho até o final deixando seu pau todo babado, segurava em minha mão e lambia fazendo movimentos circulares na cabeça do seu pau. Ele segurava forte em meu quadril sugando todo o meu mel que ja escorria nessa hora.

Não aguentando mais de tesão falei pra ele;

- “se eu fosse vc me comia agora”

Ele me mandou ficar de bruços como fiquei na beira da piscina eu obedeci rapidamente. Ele segurou forte em meu cabelo, até que senti aquele pau gostoso me penetrando, eu rebolava e empinava, sedenta pra sentir toda aquela pica dentro de mim.

Ele começou a bombar com força me chamando de putinha e eu gemia cada vez mais alto até que ele tampou a minha boca mandando eu ficar quietinha.

Fiquei de quatro e ele me comia loucamente até que senti aquele jato de porra me inundando, comecei a rebolar mais devagar ate que ele se sentisse saciado.

Quando acabamos, ele me beijou, me deu o celular pediu meu contato, eu coloquei, enquanto isso ele vestiu e saiu do quarto. Eu me levantei e tomei um banho e quando sai do quarto encontrei meu namorado dormindo na sala e os outros jogando baralho na varanda.

Adorei ser comida pelo tio do meu namorado foi maravilhoso.

  • Enviado ao Te Contos por Luana

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...