terça-feira, 26 de maio de 2026

O novinho me surpreendeu em todos os sentidos e deixou meu cu bem ardido e querendo mais (22-05-2026)

  

By; Agatha

Oi Te Contos, me chamo Agatha, tenho 25 anos, sou solteira.

As sexta feira, a galera da faculdade marcava um chopp após as aulas, em um barzinho na Tijuca, point de jovens bastante animados. Incentivada por uma amiga, resolvi curtir a noite com os amigos e ir também. Nesse dia fui pra aula com um vestido preto, justo e quase curto, já preparada pra curtir a noitada, que prometia ser bem divertida. Eu pensava apenas em beber, curtir a música e dançar, mas a gente nunca sabe o que vai acontecer.

Chegamos lá, uma banda de rock se apresentava e logo fomos pro bar escolher as bebidas. Optei por um drink de gim tônica e fiquei perto da pista com duas amigas, os rapazes já estavam se assanhando para outro grupo de meninas. Ente um Bon Jovi e um Guns’n Roses, e mais duas doses de bebida, eu já estava soltinha dançando, e obviamente, atraindo olhares.

E uma das pessoas que me olhavam me chamou atenção, porque era um garoto, que devia ter entre 20 anos, não mais que isso. Era um moreno, com corpo definido, tipo jogador de futebol, cabelo bem cortado e um sorriso encantador. Acabei olhando várias vezes para ele, pensando em como ele seria um homem interessante quando fosse mais velho, e acho que olhei demais, porque ele percebeu e me devolvia sempre com um sorriso maroto.

Resolvi sentar um pouco no bistrô para aliviar a tontura que começava a me pegar, e o rapaz, percebendo a minha ausência, parecia me procurar na multidão. De longe, fiquei observando a movimentação dele, entre um balançar do corpo e um gole no copo de cerveja, ele erguia a cabeça, certamente à minha caça. Resolvi brincar de flerte com o menino e facilitei a busca, me levantando e passando ao lado dele e voltando para o bistrô, para que ele soubesse exatamente onde eu estava.

Então ele começou a olhar fixamente pra mim, trocando o sorriso por mordidas nos lábios. à essa altura, uma das minhas amigas já estava trocando beijos com um carinha e ficamos apenas em três e comentei com uma delas que me disse que eu ia criar o garoto. Entre risadas pela situação e o ego inflado, fiquei pensando em como aquele garotinho seria na cama. Um inexperiente perdido ou uma agradável surpresa? Mas logo tirei o pensamento da cabeça. Não me imaginava com um garoto.

Em um determinado momento, fui ao banheiro e chamei uma das amigas pra me acompanhar. Chegando lá falei para minha amiga que devia estar bêbada, porque estava com desejos maliciosos. Ela riu e me disse para aproveitar o momento, dar uns beijos e depois esquecer. Rimos muito, retocamos a maquiagem e ao sair, ele estava na porta do banheiro! Me espantei na hora e abaixei a cabeça, pedi licença pra passar, mas ele segurou minha mão e pediu pra conversar comigo. Tentei soltar a mão, agradeci e neguei a conversa, mas ele não desistiu. Veio atrás de mim e falou no meu ouvido:

- Você não sabe o que está perdendo!

Parei olhei pra trás e perguntei:

- Quem te disse que estou procurando algo?

Então ele me puxou pela cintura e me roubou um beijo. Forcei meu corpo pra trás, tentando fugir, mas logo gostei do beijo e relaxei. Ele tinha pegada! Apertava a minha cintura e me segurava firme pelo pescoço, pra gente, que é mulher, um beijo com essa pegada, garante muitos arrepios. Quando paramos o beijo ele me disse:

- Volte para suas amigas e pense bem. Vou ficar te esperando.

Cheguei atônita no bistrô e logo gritei para as amigas:

- O novinho me agarrou!!!

Elas, incrédulas perguntaram juntas: - E aí?

E eu respondi: - Bom pra caralho!!!

Rimos juntas e eu fiquei tentando entender o que tinha acontecido. Um menino mexeu comigo. E agora?

Continuei olhando pra ele no grupinho e ele não olhava mais pra mim. “Confiante demais esse garoto” pensei! E quando a gente é esnobada, aí que dá mais vontade! Fui ao bar pra pegar outro drink mas dessa vez passei por ele e falei:

- Vamos beber juntos?

E continuei andando sem olhar pra trás. Ao chegar no balção para pedir a bebida, senti ele encostando atrás de mim e falando:

- Deixa que eu pago!

Ele apresentou sua comanda, pediu sua cerveja e nos apresentamos.

Descobri que ele tinha 19 anos, solteiro e tinha um cheiro bom. Conversamos um tempinho sobre as bandas de rock e logo ele mudou o tema. Me perguntou se eu era solteira e ao saber a resposta, ampliou a conversa para uma paquera. Ele então me disse:

- Vamos pra minha casa porque lá a lei é minha!

Ao mesmo tempo que gostei da atitude dele, continuava assustada com essa possibilidade e mais uma vez neguei a investida e declinei do convite e resolvi voltar para minhas amigas. Eu já não conversava mais com elas, também não olhava mais para ele e nem prestava atenção nas músicas. Estava atônita!

Já passavam das 3 da manhã, quando ele passou por mim se abaixou e falou:

- Estou saindo. Meu carro está na rua ao lado. Vou te esperar por 10 minutos!

E foi embora. Ignorei à princípio, mas logo me dei conta que o tempo estava passando. Me despedi rapidamente das amigas, paguei minha comanda e saí. Parei na porta, respirei fundo e resolvi ir em direção à rua que ele indicou. Encontrei ele sozinho, encostado no carro e logo vi seu sorriso. Veio ao meu encontro e me deu outro beijo gostoso. Abriu a porta do carro para mim, entrou e disse ter certeza que eu viria. Aquela confiança dele me deixava com tesão. Ele manobrou e passou a mão na minha coxa enquanto começava a dirigir em direção à sua casa. Ele não morava longe dali e logo chegamos em seu apartamento.

Não trocamos uma palavra sequer durante o trajeto. Por várias vezes eu pensava na loucura que estava fazendo. Na garagem, ele me deu outro beijo e fomos para o elevador. Aquele cheiro ficava mais intenso em ambiente fechado e eu já estava hipnotizada. Entramos em seu apartamento e ele me ofereceu uma bebida, mas preferi água. Ele tirou a camisa e seu corpo definido me fez dar um suspiro.

Veio de novo pra perto de mim e mais uma vez aquele beijo gostoso, mas dessa vez, a mão percorria a minha bunda e aos poucos levantava meu vestido. Eu não sabia o que fazer. Mas o meu corpo tomou conta da situação e comecei a roçar a buceta no pau dele. Ele me levantou no colo e foi caminhando pelos cômodos até chegar no quarto, sem parar de beijar. Me deitou na cama e começou a alisar meu corpo, com dedos macios.

- Adoro calcinha preta!. Ele disse ao perceber a lingerie que eu usava. - Mas vai ser a primeira peça que irei tirar! Continuou.

E arrancando a minha calcinha, retirou minha sandália e voltou lambendo minhas coxas. Ele não tinha a pressa dos jovens. Ele tinha uma mulher totalmente à seu dispor e sabia explorar cada centímetro do meu corpo.

Levantando meu vestido, ele chegou nos meus seios e começou a chupar vigorosamente enquanto os apertava. Encostou todo o corpo em cima de mim enquanto eu entrelaçava minhas pernas na dela. Em um rápido movimento, ele me colocou por cima dele e segurou minha bunda, fazendo meu corpo balançar roçando na pica dura dele.

Comecei a abrir a calça dele e alisar seu peito. Ele me olhava com tesão enquanto segurava meu seio. Dei alguns passos pra trás e puxei a calça dele. Fiz o trajeto de volta do mesmo modo, passando a lingua nas suas pernas. Dava pra ver a cueca ficando pequena para aquela piroca sedenta de

tesão. Resolvi passar direto e dar outro beijo nele, dessa vez era eu que roçava meu corpo nele, sentindo aquele pau pressionando minha buceta, que já estava melada. A gente não falava nada. Apenas sussurros de prazer. Voltei a ficar sentada e esfregava minha buceta no pau dele, gemendo de tesão. Ele não largava a minha bunda, cadenciando os movimentos. Não resisti e resolvi colocar minha boca para trabalhar. Puxei um pouco a cueca, colocando só a cabecinha pra fora e fui lambendo.

O negócio era grosso, bonito e logo eu já tinha colocado toda pra fora e estava lambendo cada pedacinho. Ele se contorcia e me fazia carinhos no rosto. Tanta ternura em um garoto experiente, que sabia o que fazer.

Depois de chupar todo o pau, voltei pra cima dele e fiz a minha buceta roçar diretamente no seu pau. Ele tentava arriar mais a cueca para deixar o pau livre enquanto eu brincava com aquele cacete na portinha da minha buceta.

Ele começou a mexer junto e logo conseguiu encaixar dentro da minha buceta. Estava toda melada e por isso ele forçou um pouco mais e entro todinho, me arrancando um gritinho. Eu mexia lentamente e podia sentir o quanto era grande e grosso aquele pau.

Eu já estava quase gozando e ao perceber, ele me pegou pela cintura e colocou minha buceta na sua cara e me chupou até sentir meu gozo. Eu tremia com a minha buceta na cara dele, mas ele não queria parar. Continuava me chupando forte, ora passando a lingua dentro, ora chupando meu grelo. E nesse momento ele enfiou um dedo no meu cu e minha reação surpreendeu até à mim, eu joguei meu cu com força no dedo dele para entrar tudinho e comecei a fazer o movimento de vai e vem.

Eu adoro dar o cu e aquela lambida junto me deixou louca. Percebendo isso, ele tirou o dedo e de novo pegando na minha cintura, me desceu, segurou seu pau e direcionou para o meu rabo, já semiaberto pela investida do seu dedo. Sentei devagar porque o negócio era grosso, mas aos poucos fui descendo e logo já sentia que não tinha mais nada para entrar. Ele me puxou para um beijo e começou a meter forte no meu rabo. Levei meus dedos para a buceta e fiquei me masturbando enquanto sentia aquele caralho me rasgando.

Logo gozei de novo. Ele me tirou de cima dele e me colocou de quatro. Lambeu minha buceta, mas logo vinha com o cacete na porta do meu cu. Ele realmente estava fascinado pela minha bunda e dessa vez, não perdoou. Meteu tudo de uma vez e me fez dar um berro! Ele agarrava a minha cintura e metia com força no meu cu entregue. Perdi as forças e deitei meu corpo e ele continuou por cima metendo com rapidez e urrando.

Achei que ele fosse gozar, mas o menino tinha muita disposição e não parava. Conseguiu ajeitar seu dedo na minha buceta enquanto mordia meu pescoço. De repente ele pôs as duas mãos em cima da minha cintura e acelerou o movimento, me fazendo xingar em vários idiomas. Aquela velocidade na penetração me fez gozar mais uma vez e ele também não se segurou, encheu meu cu de porra, urrando de prazer.

Ele deitou lentamente sobre meu corpo sem tirar o pau de dentro. Senti meu cu ardido, mas nem sei se queria que ele tirasse de dentro. Fiquei rebolando a bunda, provocando, enquanto ele beijava meu pescoço. Me virou de ladinho, ainda com o pau pulsando dentro de mim, segurou meus seios e falou:

- Você é melhor do que imaginei.

Eu diria a mesma coisa, mas guardei pra mim e devolvi um sorrisinho.

O cansaço bateu e dormimos assim.

Acordamos e pra minha surpresa, o pau dele ainda estava dentro do meu cu, mole, mas grosso. Pisquei meu cu querendo dar bom dia, ele também acordou e ficou alisando meu corpo enquanto eu rebolava naquele cacete, que ia ficando duro. Logo já estávamos começando tudo de novo. Ele sempre castigando meu rabo.

Depois desse café da manhã intenso, tomamos um banho juntos, e resolvemos ir pra rua fazer um lanche. Ele queria me deixar em casa, mas preferi pegar um táxi e ir sozinha.

Foi um sexo de poucas palavras e muitas ações. Meu cu estava esfolado, minha buceta com inveja e eu muito feliz!

  • Enviado ao Te Contos por Agatha

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Levei minha namorada para o pós balada em um cine porno. (Março-2026)

  

By; Pedro

Ola Te Contos. Eu sou Pedro, tenho 46 anos, cabelo claros (quase grisalhos), pele branca, 1,75, com 70k e com uma pica de 17cm. Letícia tem 34 anos e está em sua melhor fase, tem um corpo perfeito, com 1,70 de altura, pele firme e toda rosada, incluindo os bicos dos seios, que são grandes, empinados e bem duros. Ela faz questão de, mesmo no inverno, manter uma marquinha de biquini sempre fio dental, o que me deixa louco.  Ela nunca me deixou foder com gosto seu cuzinho, mas sei que ela sente muito tesão atrás. Sua buceta é linda, sempre lisinha, molhadinha e tem um sabor inigualável, tem um clitóris pontudo e delicioso de chupar. Ela ama receber umas mordidinhas. Aposto que quem já provou, nunca esqueceu…

Eu e minha namorada nos divertimos muito e amamos sexo! Desde que nos conhecemos, falamos, nos provocamos e aguçamos o tesão um do outro sem pudor.

Fizemos uma uma viagem pro exterior e aproveitamos para realizarmos fantasias que há tempos passavam por nossas cabeças.

Era domingo, fomos a uma balada, num dos melhores beach club’s da cidade. Fazia calor e ela, como sempre, estava linda com um vestido amarelo curto, dando visão para as coxas mais gostosas que já vi. A calcinha era pequena, aliás, nunca vi Letícia usando uma calcinha grande, parece estar sempre pronta para ser devorada, bem do jeitinho que eu gosto! Curtimos aquele ambiente como dois casais normais, bebendo, dançando e nos beijando.

Assim que anoiteceu e o local começou a esvaziar, perguntei baixinho se queria ir para casa ou para um lugar mais hot, ela me olhou nos olhos e disse:

- “Pra casa nós não vamos! Me leva para onde você quiser porque eu também quero!”

Na cidade havia um sex shop com um cinema pornô, ela topou que fôssemos.  Domingo era o dia mais movimentado e o negócio estava bombando! Assim que entramos observei muitos olhares, era praticamente impossível não olhar para aquela loira linda, de vestidinho curto, com as coxas a mostra e os seios querendo saltar para fora. O fato de sairmos direto de uma balada ajudava na quebra dos pudores. Ela estava com cara de desejo e a bebida deixou o tesão aflorar…

Escolhemos uma sala de cinema e sentamos lado a lado, o clima era excitante, então começamos a nos beijar e em pouco tempo muitos homens estavam observando. Levantei seu vestido e botei a calcinha para o lado, o clitóris estava inchadinho, pontudo e louco para ser dedilhado. Fui beijando e mostrando aquela buceta para quem quisesse ver. Que tesão ver que estávamos cercados de homens, todos com pau pra fora se masturbando ao ver minha namorada excitada.

Letícia já estava em cima de mim com o rabo pra cima! O tesão só aumentava, principalmente quando eu olhava e via a cara de desejos daqueles caras querendo devorar minha mulher, esperando uma autorização pra tocá-la, não demorou muito pra eu permitir. Escolhi o primeiro e suas mãos foram direto na bunda dela, que é carnuda com uma marquinha de biquini bem safada, um cuzinho lisinho e beeem rosado. Enquanto ela era tocada percebi que ficou toda arrepiada, sinal de que estava adorando aquela putaria.

O cara pediu pra meter e eu permiti, mas primeiro vi que ele estava de camisinha o pau em ponta de bala. Isso me excitou ainda mais! Abri bem o rabo dela e deixei o cara meter naquela buceta, ele bombava forte e o tesão era indescritível. A cena era a seguinte:

Letícia sentada em cima de mim, de 4 para um desconhecido, que a comia com força. enquanto eu a beijava e segurava seus peitos.

O cara não demorou a gozar, e quando ele urrou de tesão, fui no ouvidinho dela e disse:

- “O primeiro já gozou! Vamos para o próximo!”.

Logo, um novo desconhecido assumiu o papel de fodedor. Meteu com força e ela gemia de tesão. Perguntei se estava tudo bem e se ela estava gostando, ela respondeu:

- “Sim! Está muito bom!”

Mais uma vez, não demorou muito, o cara gozou! Na fila dos machos havia um homem negro, bem alto! Parecia um desses machos que sabem comer uma mulher. Chamei e disse:

- “Você é o próximo!”

Antes, mantive o ritual, conferi se estava com camisinha, percebi que era um pau grande e bem grosso, exatamente como ela adora!

O cara começou a bombar aquela tora, que era bem mais grossa que a minha. Assim que ele gozou, mudei a posição, virei ela de costas pra mim e encaixei meu pau dentro dela. Deste jeito, ela estava à disposição dos machos, que podiam acariciá-la à vontade! Meu pau estava uma rocha! Ela cavalgava com vontade na minha pica dura! Os seios eram tocados por vários desconhecidos e ela estava com as coxas arrepiadas. Mais uma vez, tive a certeza que aquela loucura toda estava fazendo muito bem pra ela, e me deixando zonzo de tesão, sabia que não iria aguentar muito mais tempo.

Nada mais excita Letícia do que foder beijando na boca. Isso a enlouquece, apesar de sentir ciúmes, queria mesmo era satisfazê-la! De costas pra mim e de frente para os machos, fui no ouvido dela e disse:

- “Quero ver você beijando na boca!”.

Ela disse: - “Posso?”

Falei: -“Deve!”

A permissão foi avassaladora e Letícia pegou o primeiro macho que viu na frente e começou a beijar de um jeito quente, gostoso, sem pudor! Com jeito e cheiro de sexo!

Neste momento os sentimentos se misturam e a loucura assumiu o controle! O tesão foi inexplicável e não aguentei, gozeeeei, como nunca havia gozado! Puxei ela pra perto de mim e disse no ouvido:

- “Tua buceta tá cheia do meu leite”.

Mais uma vez senti seu corpo todo arrepiar.

Assim que parei de tremer, nos recuperamos, botamos a roupa e fomos embora com a certeza de que voltaríamos naquele lugar para fazer mais uma loucura. Afinal, Somos um casal que se ama e sabe que uma boa putaria faz muito bem!

  • Enviado ao Te Contos por Pedro & Letícia.

domingo, 24 de maio de 2026

Fiquei surpresa. (lesb) (22-05-2026)

  

By; Mah

Oi Te Contos, me chamo Mah e tenho 20 anos.

Eu e a Rafaela não somos mais melhores amigas, eu sou bissexual, já a Rafa é Hetero. (ou era, não sei). Sou branca, muito branca, rosto bonito, corpo com seios médios mas empinados e bunda grande, tenho uma cinturinha de vespa (como dizem na minha família), perna longa de coxas grossas. Tenho cabelos louros quase brancos platinado e longos.

A Rafa e eu nos falamos todo tempo, falo mais com ela do que com a minha irmã, somos totalmente ligadas e tudo. Mas desde a terça-feira, esperei por ela, para nos falarmos, mas nada. Poxa, nós nos falávamos todos os dias ! Achei estranho. Mas ela estava online, mas não vinha falar comigo! Eu ia falar com ela, e ela me ignorava; simplesmente achei isso muito, muito ruim. Pensei;

" será que fiz alguma coisa pra ela ? ".

Então, fui a casa dela, na sexta-feira, de surpresa. Chegando lá ( Rafa mora com os pais ), na casa dela, a encontrei, tristonha, assistindo a tv sozinha no sofá. A janela estava aberta, a da sala, então ela me viu, e levantou-se para abrir a porta. Eu estava ali, vestindo um vestido justo preto. Ela logo me viu, e começou a chorar, me abraçando fortemente.

Perguntei o que foi, o que havia acontecido ! Ela disse que não suportava mais. E eu perguntei o que . Então, ela pegou minhas mãos, mandou eu me sentar com ela na cama de seu quarto, e que ela iria precisar me revelar alguma porção de coisas.

Sentamos lá; quando sentei, percebi que mesmo nervosa e trêmula, a Rafinha observava minhas pernas . Olhou para mim, e tentarei descrever no máximo real modo em que ela disse :

- " Ma, nesses anos de amizade, eu sempre te amei muito, mas esse amor se transformou em uma coisa que deixou assustada, mas agora, eu quero ter isso que eu sempre quis... "

Ela chorava . Eu perguntei o que era, e eu disse que eu a ajudaria ! E então, ela disse;

- " Você. "

Eu fiquei um bocado espantada. Pedi para que ela se acalmasse e me explicasse direito o que acontecia.

E ela se aproximou me tascou um beijo, cheio de sede, provavelmente o que ela sempre quis fazer, o momento por qual ela sempre aguardou. E que beijo!Naquele momento, comecei a sentir tesão total, sentindo as mãos daquela minha melhor amiga percorrerem minha cintura e meus cabelos. Ela então me deitou em sua cama, foi tudo muito rápido. Ela simplesmente parecia um tigre feroz, faminto para comer a carne de sua presa.

Colocou a mão em minha buceta, por cima da calcinha mesmo, com os dedos e esfregava, comecei a gemer baixinho, a olhando, boquiaberta pelo espanto, mas acho que mais pelo tesão, ao mesmo tempo expelia lágrimas de seus olhos.

Ela esticou os braços por debaixo de meu vestido, apertando meus seios. Eu ficava louca, eu estava sendo atacada, mal conseguia me mover ! Ela então tirou meu vestido, com minha ajuda, logo tirou minha calcinha e sutiã e começou a beijar meu corpo todo, chupando meus peitos, e enquanto isso, dedando minha buceta. Então, ela disse;

- " Senta em cima de mim "

E eu disse; - "como assim ? " rindo.

Mas ela não estava para brincadeira, brava, ela gritou:

- " Senta em cima de mim, sua gostosa "

E ela sentou-se na cama, e me colocou de frente para ela , com as pernas e disse;

- " Vai, se masturba , raspa sua bucetinha em mim, vai, raspa "

E eu comecei a "cavalgar" e rebolar em cima dela, gozando, sentindo molhar tudo ali, e ela gemia e dizia;

- " era tudo o que eu sonhava "

Então, ela colocou as mãos embaixo da minha buceta e pediu que eu continuasse a raspar minha bucetinha ali, e eu continuava e continuava. Depois, ela me jogou na cama e logo abocanhou minha buceta molhada. E ela chupava, enfiava a língua, sugava tudo ali, e eu não parava de gozar. Eu sempre tenho vários orgasmos e gozo muito, não sei como, mais eu gozo, e ela chupou e bebeu todo meu melzinho, com a língua molhadinha dela.

Depois, ela pegou um estojo porta escova de dentes, e enfiou na minha buceta e enquanto isso, ela lambia meu cuzinho, e eu gozava ainda mais. Depois ela pediu pra mim virar de 4, e eu virei, e ela encaixou a bucetinha dela no meu bumbum e raspava, deixando o gozo dela ali.

Ela começou a bater na minha bunda, tapas fortes, deixando ela vermelha, como eu vi pelo espelho, e lambia meu cu e minha buceta, chupava. Eu já envesgava os olhos, eu gritava, gemia alto mesmo.

Ela me deitou na cama, e começou a beijar todo meu corpo, e deitou em cima; ficou uns minutos, bons minutos se esfregando ali, sentindo nossas bucetinhas roçarem. Então, ela parou, deitou-se do meu lado e me abraçou, me beijando. As vezes, ela tocava minha bucetinha.

Então, ela se levantou, se vestiu e pediu que eu fizesse o mesmo, fiquei decepcionada. Ela disse que me levaria para casa. Não entendi o porque daquele jeito, o porquê dela ter sido tão fria. Mas concordei, já triste pelo jeito que falou comigo, nem tive força para falar algo. Ela me trouxe aqui em casa, não falou nada comigo ate aqui, não desceu e nem um beijo me deu.

A noite perto perto das 22 da noite ela chegou aqui em casa, eu tava aqui no quarto, quando ela entrou, jogou uma mochila de roupas no chão e deitou me abraçando, chorou e então contou aos pais que estava apaixonada por mim, eles discutiram e os pais dela a pôs pra fora de casa. (foi coisa de momento já resolvido).

Entendi a batalha que estava ocorrendo em sua mente para agir tão fria comigo, a beijei e assim dormimos, ela estava exausta, quando acordou, ficamos nos olhando por uns minutos sem falar nada, ate ela perguntar se eu namoraria com ela. Claro que disse SIM.

Quando saimos do quarto, falei tudo que tinha acontecido para os meus pais, que já sabem sobre mim, e nos apoiaram sem problema nenhum. E nesse sábado a tarde os pais delas nos chamaram para conversar, falaram e ouviram ela, se desculparam pelo o que falaram e a chamaram de volta, ao que parece aceitando a Rafa como ela é.

Foi isso Te Contos que eu queria contar.

  • Enviado ao Te Contos por Mah

sábado, 23 de maio de 2026

A mãe dele quase que nos pega no flagra... (Maio-2026)

   

By; Laninha

Oi TC, sou a Laninha, tenho 35 anos, sou negra de formas volumosas e sou casada. Eu sou liberada pelo meu marido a transar com garotões, de preferencia ate 25 anos, desde que depois eu conte tudo ao meu marido que me come sem dó nem piedade enquanto esculta tudo.

Aqui no Condomínio mora uma senhora e seu o filho de mais ou menos 21 anos com jeitão de” nerd” ou seja, de estudioso. Olhavamos sempre para ele com curiosidade, e ele para nos com timidez. Fazíamos deduções de que ele era virgem, pelo modo como olhava as mulheres, ficando rubro. Meu marido disse que eu deveria testar.

Comecei o processo, passava “rebolativa, rebolante” atiçando-o e ele olhava e desviava o olhar, vermelho. Resolvi tomar a iniciativa, uma tarde bati na sua porta ele me atendeu perguntei se ele poderia me ajudar com uma impressão, pois estava sem tinta na minha impressora.

Ele se prontificou, e me olhou. Eu estava usando um short de malha curtissimo, uma camiseta de alças apertada e de sandália rasteira, saida do banho. Ele não tinha como correr.

Eu entrei na casa e fomos para o local do computador ele sentou e eu ao lado, deixei uma alça da camiseta cair no braço meu seio apareceu, ele ficou vermelho. Disse com ar de descarada.

-“ Essa blusa esta muito apertada, para acomodar meus seios, por isso fica caindo.”

O garoto, abriu a boca mas não balbuciou nada, eu levantei a alça deixando um pouco da mama à vista, e segui escrota encostando nele que tremia segurando o mouse, vendo seu nervosismo disse.

-“Vou ajuda-lo.”

Coloquei a minha mão em cima da dele e num gesto sensual deixei ambas as alças caírem mostrando meus peitões ... os bicos atiçados ... os volumes firmes e arrepiados.

O garoto ficou hipnotizado me devorando, ora vermelho como sangue de picanha, ora sem cor, pálido. Quanto a mim, ahhh! Estava com ar de devoradora, de descarada. Me movimentei na cadeira com o short desenhando a buceta ao meio. De repente respirei e levantei um pouco uma alça, ele sem ar. Perguntei.

-“ Parece cansado, ausente, alias esta pálido. Acho que vou embora.”

-“Não, não ainda é cedo.”

-“ Então me sirva uma água gelada esta muito quente.”

Ele foi na cozinha e eu fui atrás, seguindo-o bebi a água e na volta vim rebolando deixando ele me olhar à vontade. Parei um pouco e ele esbarrou me mim, estava trêmulo e quanto a mim com um desejo de devora-lo com toda audácia.

Segurei sua mão e perguntei o seu nome, ele disse “Andro”, nome diferente. Atrevida me sentei no braço do sofá e o convidei a sentar-se, ele o fez segurei suas mãos e coloquei por cima da camiseta.

Estava em brasa, ele beliscou os bicões, porem suava a testa mas continuou apertando... um e outro... apertando ... e eu molhadinha na boceta. Insanamente me virei e suspendi a camiseta e coloquei sua boca num dos seios e murmurei.

-“ Chupe ... morda ... sugue ... vai gostar meu lobo, lobinho”

Ele chupou timidamente e o provoquei bem cadelinha, safada, a essa altura eu o deseja de verdade. Para ser sincera ele lembrava meu primo quando mais novo. Gemi morna soltando ahhh! e balbuciei.

- “Coloque a boca toda e sugue, assim, aí, bom , morda, aí.”

Andro assim o fez, abocanhou todo uma mama e segurou beliscando a outra, foi chupando com certa fúria, me olhou com expressão de desejo, se engasgou, mamava com vontade, tirei a camiseta toda e sim ele chupando gostoso. Minha calcinha molhadinha. Murmurei.

-“Sua namorada pode chegar.”

-“Não, não tenho namorada.”

-“Já que é assim…”

Fui para a sua bermuda, baixei a cueca e tira a pica já eriçada e segurei sua picona, uma senhora rolona suculenta, troncuda, roliça. Ele se assustou, arregalou os olhos, eu safada massageei de leve, gostosa macia, ele nas nuvens.

Desci do braço do sofá e sentei no seu colo e o coloquei para mamar novamente, ele mamava enfurecido meus bicões que já estavam eriçados com a boca virgem com fome de sexo.

Eu sem fala gemendo e molhadinha na calcinha segurei sua pica, bem devagar, ele chupando sem soltar, abri meu short. Deixei a calcinha aparecendo, ele ficou nervoso, acalmei-o com um beijo suave e levei sua mão na minha buceta. Sussurrei

- “ Toque ... toque e sinta como ela esta molhadinha, pulsaaando, ela é sua, todinha”

Ele balança a cabeça a tocou ofegante, mão gelada, na minha buceta quente friccionando meus pelinhos da listinha e adentrando no grelinho. Ahhh” murmurei.

- “Aperte ... sinta o cheiro ... coloque o dedinho dentro, sim isso ... assim.”

Ele segurava os grandes lábios, acariciava, segurava o grelo já alterado e balbuciou com gagueira.

- “Quero... quero chupar …”

Sorri mansa e me levantei, fechei, e fale.

- “Tire o resto da minha roupa amor.”

Todavia, não resisti, ele puxou o short, eu rebolei sensual e coloquei suas mãos na calcinha e ele tirou-a ate ver o bigode. O garoto transpirava vendo-me quase nua, ficando a calcinha no meio das coxas grossas e levantei a perna ele tirou o restante. Eu me curvei oferecendo meus peitões, ele segura-os e chupou, chupou mordendo, gritei como uma loba no cio.

Mas, não perdi tempo e o levantei do sofá e colei nele sussurrando.

- “Quero lhe ensinar a mamar aqui, na buceta você quer?”

Ele balançou a cabeça que sim, colei-me nele atrás de mim e o arrastei para seu quarto, entramos, a cama bem arrumada. Sentei-o e fiquei na sua frente, coloquei uma perna na cama e me abri ... Pra que! Ele pingava gemendo, vendo um mulherão se oferecendo, safada, puta, gostosa quase nua, levei seu rosto à buceta e ele lambeu, lambeu, lambeu …

Sussurrei ensandecida com a áspera língua me chupando, ahhh! Fui nas nuvens e voltei. Murmurei ensinando-o.

- “Coloque a língua dentro ... assim ... isso ... chupe ... uma frutinha ... carnuda ... caldinho doce ... cheire ... isso ... morda gostoso ... mais ... enfie a língua ... bom ... sinta o gostinho do melzinho escorrendo…”

Gozei na sua boca me atrevi e me apressei beijando-o roubando-lhe meu néctar. Que aluno bom de ensinar, atento. Falei.

- “Deite-se que vai sentir uma chupadinha no rolão.”

Me coloquei nas suas pernas e abocanhei sua rola comprida, ele gemendo se contraiu, soltei e ele relaxou, massageei e gemeu, voltei a chupar ele gemendo sem parar, murmurei.

- “Andrinho vamos fazer um amor gostoso …”

A essa altura ele estava fervendo, vermelho como uma carne de churrasco, levantei-me e para impactar, deitei-me lentamente e me acomodei no travesseiro, empinei o bundão e abri as pernas deixando ele ver o patrimônio que o esperava. Serpenteei na cama rosnando e parecia um convite ao prazer, bundão pra cima, corpão num leve movimento e os peitões eriçados ... ele veio, murmurei.

-“ Chupe minha buceta assim, isso ai amor, para entrar fácil Andrinho.”

Ele alisou e chupou. Enlouqueci e ele se posicionou e murmurei.

-" Andrinho, bem grande seu pau. Sera que vai doer?"

Ele sussurrou.

-"Vou com cuidado."

E foi penetrando bem devagar... foi ... foi ... entrooou ... confesso que da minha boceta engoliu-o quase toda e ele começou a bombar, sem jeito, mais tava gostoso.

Quando estava começando a entrar no ritmo ouvimos a voz da mãe chamando-o. Gelamos ele saiu de cima de mim, sem uma gota de sangue, falei pra ele ter calma, dizer que tava no banheiro, assim ganhamos tempo, ele se vestiu, eu peguei minha roupa e vesti, tambem peguei uma camisa dele e vesti, disse a ele que continuaríamos com mais tempo, pra animá-lo deixei a minha calcinha com ele e sai pela janela.

  • Enviado ao Te Contos por Laninha

Eu já traí...

   

By; Luiza

Oi, me chamo Luiza, sou casada atualmente tenho 24 anos. Na época do que eu vou contar estava caindo na real que tinha me casado com o cara errado, estava e queria viver uma aventura nova.

Acabei conhecendo o Augusto, atraves de uma foto, depois de trocas de comentarios, passamos a conversar pelo privado, nessa época eu tinha 21 anos e ele 33, eu o achei interessante logo de cara, conversamos bastante ate passamos pro whatsapp, chegamos a fazer video chamada, a conversar a partir dai esquentou, ele mostrou seu pau e eu já fiquei louca, eu por vez já mostrei meus seios e um pouco dos pelinhos ralos da minha buceta que fez ele pirar querendo ver mais, então veio o baque, ele falou que precisava desligar pois a mulher dele tava entrando em casa.

Eu fiquei um pouco frustrada a princípio, desliguei e como ainda tinha tempo ate o meu marido chegar eu acabei indo assistir TV, fiquei mudando os canais e nada acabei indo indo pros canais privados e assistindo um filme porno, um homem trepando com duas mulheres, uma mulher dando para dois homens, swing, fui ficando excitada e comecei a me masturbar, faziam dois meses que eu não transava, então pensei no Augusto e senti um tesão enorme, eis a aventura que eu procurava, era proibida era perigosa, mas seria fascinante.

No dia seguinte retomei as mensagens para ele, comecei a me insinuar. Um dia combinamos de nos encontrar em frente ao ponto de ônibus que eu ia pra facul, eu estava super nervosa.

Quando ele parou o carro e abriu a porta, entrei rapidamente, ele só faltou me comer com os olhos, isso era no período da tarde. Percebi um certo volume por baixo de sua calça social.

Fizemos um acordo que nenhum interferiria na vida do outro e quando quisesse acabar com aquilo não haveria rancores, sigilo total sobre nossas vidas.

Chegamos ao motel, ele foi logo se despindo e me despiu também...Começamos a nos beijar com volúpia e ele me carregou no colo até a cama, sugou meus seios e pediu-me que chupasse seu pau, eu o fiz, ele começou a tirar minha calcinha e qual não foi sua surpresa ao ver tudo lisinho, abriu-me as pernas me chupou violentamente.

Depois ele se deitou e eu fiquei de 4 por cima com minha buceta em sua boca. Ele tornou a me virar me colocando cuidadosamente sobre a cama. Colocou a camisinha e me penetrou gostoso. Ele era o homem dos meus sonhos, se vestido já era um tesão que dirá nu, e ele se movia gostoso dentro de mim.

Até que pediu para gozar na minha barriga, topei com tanto que me comesse de 4. Prestes a explodir ele me virou bruscamente e gozou, passei a mão pelo líquido e lambi.

Ele tornou a chupar minha buceta e transamos de todas as formas por baixo, por cima, de lado, de 4, em pé, de costas e isso ocorreu por adoráveis tres dias seguidos indo pro motel a tarde.

Mas ele deu bobeira e a mulher desconfiou, acabou ali, foram ótimos 3 dias.

  • Enviado ao Te Contos por Luiza

sexta-feira, 22 de maio de 2026

A minha tradição de aniversario.

  

By; Mayane

Oi Te Contos me chamo Mayane, tenho 25 anos, sou de Belém. Vou contar uma tradição que eu tenho, na verdade, um episódio dessa tradição.

É o seguinte; Desde que completei 19 anos, todo aniversário eu comemoro escolhendo alguém para presentear, vamos ao motel e meu desejo é que seja a noite mais satisfatória possível, para as duas partes, comecei isso na época em que eu estava solteira e ainda mantenho, geralmente escolho algum casado e não repito.

E foi assim que aconteceu esse ano, como todos os outros. Escolhi quem seria o felizardo da vez, um cara do trabalho, com quem já tinha ficado algumas vezes. Eu ainda não sabia direito do que ele gostava ou o que iria querer fazer comigo, o que me deixava ansiosa e confabulando coisas. Mandei alguns vídeos pra ele de coisas que provavelmente gostaria que ele fizesse em mim, na esperança que ele me contasse um pouco de seus desejos também, mas ele nada me disse, parecia que ele queria me torturar

Perto da data ele começou a me enviar presentinhos que me deixavam ansiosa. Em um dia me mandou um vibrador, no outro um nude daqueles bem conceituais, que só te instiga mais, depois, me mandou uma venda e me mostrou as algemas que usaria para me prender. Tudo o que ele fazia e me mandava criava uma tensão ainda maior entre a gente.

Chegou o dia do meu aniversário, já estava me preparando, tomando meu banho, ajeitando o que eu gostaria de levar para a nossa noite juntos, quando tocou o interfone, era o porteiro, tinha mais uma entrega pra mim. Ele me mandou uma lingerie peças de látex, o sutiã, a calcinha, o espartilho, a meia de seda, a luva. Tinha um bilhete escrito a mão;

“Quero você usando isso, passo pra te pegar 18h, vamos jantar e vamos direto, esteja preparada.”

Ele pensou em tudo!

Coloquei um vestido que combinava bem e me vesti. Tirei algumas fotos e iria enviar pra ele, mas resolvi manter o suspense. Mandei só a foto com a meia, os pés pra cima, as pernas aparecendo. Ele viu a foto e queria ver como estava a obra de arte que ele mesmo escolheu, falei que era surpresa. Na hora combinada ele mandou mensagem  avisando para descer, o Uber já estava chegando para me levar ao restaurante.

Chegando lá ele me recebeu com duas caixinhas pequenas de presente. Olhei de canto de olho, tentando desvendar o que poderia ser. Ele, acompanhando meu olhar, as empurrou pro meu lado, com um sorriso de canto:

- “toma, é pra você, pode aproveitar e já ir colocar.”

Abri uma caixinha delicadamente, vi o que tinha dentro, sorri pra ele, me levantei:

- “Já volto então”.

Voltei com o vibrador por aplicativo que ele tinha me dado em uma das caixinhas e o plug anal, que estava na outra.

- “Achei que você começaria com a teimosia aqui”

Disse ele, mostrando que ele não só tinha consumido todos os conteúdos que eu enviei a ele, mas percebido o que a maioria deles tinham em comum. Ele não estava esperando o que iria acontecer aquela noite, então bem perto dele, ainda sentado na mesa, grudei minha boca na dele e falei da forma mais sedutora que consegui;

- “Quero ser sua putinha hoje, você faz comigo o que *você* quiser”.

Consegui ver dali mesmo o impacto que minha fala teve nele, não conseguimos nem jantar, comemos as entradas que já estavam na mesa, tomamos o vinho, que já estava servido, e fomos ao motel.

Chegando no quarto, ele mandou que eu tirasse o vestido, ficando apenas com a lingerie. Me colocou de joelhos, colocou uma coleira em mim, algemou meus braços para trás e segurou meu rosto, dizendo:

- “Agora sim você está parecendo a minha putinha”.

Me pediu pra filmar a cena pra guardar a memória daquele dia de uma forma ainda mais especial. Eu, movida pelo prazer e tesão e concordei.

Ele tirou a roupa, mostrando o pau duro bem na minha cara, pegou meu celular e começou a gravar. Ele mandava e eu obedecia. Primeiro, como ele queria que eu o chupasse, depois como ele queria gozar na minha boca, onde ele queria que eu deitasse, ele ditou tudo. Tirou minhas algemas me puxou pela coleira até a piscina, onde ficou nos degraus, escorou na borda e me colocou pra chupar. Depois me virou naquele mesmo lugar e me comeu muito, me entreguei, deixei ele fazer como quisesse comigo. Varamos a madrugada juntos.

Quando paramos um pouco para descansar, decidirmos ver a gravação daquela foda, e nossa… Que delicia, ver nós dois ali fodendo com tanta vontade, com tanto tesão, não tinha como não querer de novo. Fui pra cima dele, beijando, lambendo, querendo cada pedaço daquele corpo em mim. Ele sorriu;

- “tá vendo como eu nem preciso mandar em você pra você ser minha putinha?”

Subi nele e cavalguei até minhas pernas pararem de funcionar.  Depois, chupei aquele homem com uma vontade que jamais tinha chupado alguém, eu só queria ver nele o mesmo olhar de prazer e satisfação como ele tinha deixado no meu.

Com certeza foi a melhor comemoração que eu pude ter, repetimos a comemoração algumas vezes depois, gravamos muitas outras vezes e, hoje, quando eu estou sozinha e preciso de algo pra me acalentar, vejo alguns de nossos vídeos.

  • Enviado ao Te Contos por Mayane

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Que minha mulher não saiba! Comi a nossa vizinha na escadaria do predio que moramos.

  

By; Sandro

Oi Te Contos, me chamo Sandro tenho 27 anos, sou casado desde 21 anos.

Há uns dois anos, tive uma vizinha que morava no sétimo andar, a gente sempre se encontrava nos corredores e no elevador, mas nunca tínhamos conversado, apenas “bom dia”, “boa tarde.

Até que em um dia nos esbarramos no elevador, troquei olhares com ela que estava de calça legging preta, blusinha branca com os seios a mostra, cerca de 1,68 de altura, cabelos cacheados, seios médios bicudos, bumbum médio e durinho. Ela sorriu pra mim e não resisti, elogiei dizendo:

- “Desculpe, sei que é casada, mas tenho que dizer… você é muito linda, parabéns!

Toda sorridente ela me respondeu com dizendo :

- “Obrigada! Mesmo sendo casado, você também é muito lindo!”

Quando o elevador abriu ela sorriu e foi embora, eu precisava de uma amizade daquela!

Mais tarde, fui no grupo do condomínio e procurei o contato dela, quando salvei no whatsapp vi que ela já havia adicionado meu número também! Como sabíamos o que queríamos, mandei uma mensagem com um emoji e já iniciamos uma conversa bem direta no qual já revelamos o desejo de cada um, o marido dela estava trabalhando e eu estava de folga. Marcamos na escadaria do oitavo andar, onde não tem moradores, é um andar que da acesso ao terraço do predio.

Cheguei meio apreensivo e ela apareceu, de vestidinho bem levinho, com aquele belo sorriso. Não resisti e fui pra cima beijando aqueles lábios grandes, dando leves mordidinhas, beijando com um tesão absurdo que minhas mãos já iam de encontro com aquela bunda, apertando forte, enquanto ela suspirava forte.

A encostei na parede e coloquei suas mãos pra o alto, fui beijando bem gostoso seu pescoço e subindo até a orelha, sussurrando no ouvido dela o quanto ela estava gostosa. Enrolei o cabelo dela na minha mão e fui beijando a nuca dela, que já estava louca de tesão, minha mão esquerda foi levantando aquele vestidinho e sarrei meu pau duro no naquela bunda gostosa, estava louco pra chupa-la.

Fiquei de joelho abri a bunda dela e já fui com a língua dentro da bucetinha, estava molhadinha, eu girava a língua e a observava ficar maluca, depois lambi o grelinho, e ela se contorcia rebolando na minha cara, sussurrando:

- “aiiiiii que delicia”.

Me levantei e coloquei meu pau pra fora, ela toda gulosa foi me chupando muito e me olhando fixamente, chupava com tanto tesão que empurrava meu pau pra dentro da boca até se engasgar. Segurando o cabelo dela, batia com o pau  no rostinho da safada, depois enfiava de ladinho para ver o volume na bochecha.

Depois, coloquei ela contra a parede e passei a cabeça do pau no cuzinho, descendo devagar até a bucetinha toda melada, empurrei a cabeça devagar já sentindo as mãos dela apoiando na minha virilha para não empurrar com força, meti devagarinho naquela bucetinha molhadinha,  meu pau já estava saindo todo branquinho da gozada gostosa que ela deu, meu tesão subiu e com umas das mãos já arreganhei uma parte do bumbum dela e fui socando gostoso.

Ela já estava apoiada no corrimão da escada apoiei ela com as pernas abertas e toda empinadinha, segurava ela pelo cabelo e falava em seu ouvido o quanto ela estava gostosa sendo uma putinha safada, ela falava pra eu meter mais forte e mais gostoso. Mas eu precisava sentir a sentada dela, fui para o cantinho da escada e falei pra ela cavalgar.

E ela rebolava com vontade, enquanto eu chupava seus peitos, me apertou forte e travou as pernas, eu a sentia tremendo e gozando pela segunda vez. Se levantou e começou a chupar meu pau até eu gozar, mandei porra em toda aquela boca linda, me olhava com cara de mulher saciada.

Limpou a porra de uma parte do rosto e lambeu os dedos me falando o quanto tinha adorado aquilo tudo, claro que eu disse que poderíamos repetir e ir para um motel, eu queria a ouvir gemer e gritar tudo que havia segurado.

Fui para casa como todo cara infiel, agi como se nada tivesse acontecido, pensando no quanto minha vizinha era uma gostosa!

Foi isso, uma aventura em um lugar inusitado, com uma casada maravilhosa, traindo o maridão!

Nossos encontros duraram por quase 1 ano e meio ate eles se mudarem.

  • Enviado ao Te Contos por Sandro

Dei pro primo do meu marido e agora ele me come sempre.

  

By; Thamires

TC, me chamo Thamires, sou casada, tenho 26 anos, 1,60 m, loira, bundinha arrebitada e coxas grossas.

Bem, meu marido tem um primo bem bonitão, é daqueles que têm 30 anos, mas a cara de 20. Muitas vezes o meu marido comentou, sobre ter ouvido a tia dele, mãe desse primo, em conversas entre mulheres da família comentava que o pau do seu filho era enorme que nem a do pai, e eu ficava morrendo de curiosidade.

Um dia numa festa da família ele sentou na minha frente e ficou flertando comigo, confesso que ficava só pensando no tamanho daquilo que ele tinha no meio das pernas e isso aconteceu muitas vezes em muitos lugares.

Até que um dia meu marido estava de plantão e seu primão me ligou com uma desculpa esfarrapada, mas percebi na hora o que ele queria, combinei de passar no apartamento dele à noitinha e lá fui eu, de mini saia, mostrando as coxas grossas.

Quando cheguei estava tremendo, ele me convidou para entrar, eu sentei no sofá, mas logo me arrependi do que estava fazendo e disse que ia embora, foi aí que ele abriu a calça e tirou aquela pau enorme para fora, quase morri ao ver o tamanho, o do meu marido tem 15 cm, mas aquilo que tava bem na minha frente devia ter uns 20cm sei lá.

Ele me perguntou se eu queria pegar e eu peguei aquela coisa que não cabia na minha mão. Eu disse pra ele que queria chupar e pegar, mas não queria que ele me penetrasse, pois além de não querer trair meu noivo eu não aguentaria o tamanho. Ele consentiu, comecei a chupar aquela rola que nem a cabeça cabia na minha boquinha. Ele foi tirando minha blusinha e eu de tanto tesão nem percebi quando estava com meus peitos de fora.

Foi aí, que ele me pegou de uma vez, foi me beijando passando as mãos em mim, eu segurando seu pau e retribuindo seus beijos, e quando percebi estava caindo na cama, ele levantou minha mini saia e puxou minha calcinha tirando ela, a cheirou depois levantou minhas pernas e com uma mão pegou o pau e pôs na porta da minha xoxota, mas minha xoxota estava toda molhadinha e ele numa estocada enfiou a metade, me faltou a ar nessa hora, dei um grito e ele enfiou o resto tudo de uma vez, parecia que estava me partindo no meio, começou então um vai e vem delicioso, minha xoxota parecia que ia pegar fogo, cada estocada que dava doía, mas era delicioso.

Dei uma olhada pra baixo e vi aquele pau enorme entrando e saindo de dentro de mim. Gozei varias vezes, como nunca tinha gozado na minha vida. Ele acelerou, tirou o pau da minha xoxota, e inundou meu rosto com aquela esperma quente.

Fiquei deitada imóvel por um bom tempo, e ele não falava nada, levantei fui até o banheiro, tomei banho e quando estava me enxugando, ele me pegou por traz e ali mesmo encostada na pia fui comida de novo.

Tomei um banho, me vesti, conversamos um pouco, ele disse que tinha um tempo que tava afim de tentar algo, e como ficamos trocando olhares ele acabou resolvendo arriscar. Após conversamos eu vim pra casa, e agora ele tá sempre me comendo após isso.

  • Enviado ao Te Contos por Thamires

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Depois do susto acabei me dando bem com a minha sogra. (Carnaval-2026)

   

By; Fabrício

Moro aqui em Goiânia, me chamo Fabrício, tenho 24 anos e acabei de me formar em Adm de Empresas. tudo começou quando conheci a Gabriela, 23 anos, uma menina muito bonita e também muito tímida, ela não gosta de badalação.

Todos em sua casa gostavam muito de mim, seu pai, sua mãe e seu irmão de 10 anos. Até que no carnaval fomos para Caldas Novas, uma cidade turística aqui de Goiás, fomos eu, minha namorada, minha sogra chamada Lúcia e meu cunhado, meu sogro tinha ido pescar em outra cidade com seu irmão.

Tinhamos apenas dois meses de namoro, já tinhamos transado, mais sua mãe acabou colocando agente em quartos separados e meio que marcando, estavamos hospedados em um clube da cidade, no sábado a tarde fomos pra beira da piscina e quando via minha namorada tomando sol ficava doido de tesão e quando chegava a noite batia uma bela punheta em sua homenagem.

Só que na noite de domingo, tocava minha punheta bem sossegado no meu quarto, quando minha sogra entrou de repente e viu tudo, não sabia o que fazer, o que falar, Lúcia apenas olhou e fechou a porta. Estava com muita vergonha e com muito medo de Lúcia falar alguma coisa pra minha namorada. Só que ela não falou nada e eu também fingi que nada fiz.

Na mesma noite nos iriamos para a praça da cidade pra curtirmos o carnaval. Só que minha namorada falou que estava cansada e que ficaria no seu quarto assistindo tv, eu pensei em ficar, seria uma otima oportunidade para transar. Foi aí que veio minha surpresa, a sogrinha que me viu punhetando me chamou para acompanha-la até a praça, e é claro que não poderia dizer não.

Fomos para o meu carro, a caminho da folia fui me desculpar pelo o que ela viu, Lúcia falou para que eu não me preocupasse. Minha sogrinha mal acabou de falar e já foi passando a mão na minha pica, eu não entendia nada e ficava só imaginando o que levava Lúcia a tomar tal atitude.

Foi então que ela puxou minha bermuda e abocanhou minha rola, tive que parar o carro e torcer pra ninguém nos vez, ela chupava e punhetava, cuspia na cabeça e voltava a chupar, e sempre punhetando, deu vários beijos na cabeça, segurou meu saco e beijou minhas bolas, depois voltou a atenção ao meu pau, chupou por uns 10 minutos e me fez gozar em sua boca, que engoliu tudo bem rápido.

Tentamos encontrar um motel, mas como não conheciamos a cidade não achamos, então fomos pro meio da folia curtir um pouco o carnaval, estavamos doidos pra transarmos e não tinha como. Ficamos nos pegando no meio da multidão, abraçava ela por tras, roçando meu pau duro em sua bunda, as vezes subia minha mão e pegava nos seus peitos, ate passei a mão na sua buceta e ela pegou no meu pau.

Quando voltamos estavamos morrendo de tesão, mas não fizemos nada. Somente quando voltamos do carnaval foi que nos encontramos, nossa primeira vez foi em um motel e depois não paramos mais ate hoje.

Minha sogra tem 57 anos, é uma coroa bem gostosa, mulher que se cuida, tem pernas lindas, uma bunda deliciosa e seios apetitosos, e o melhor, tá sempre querendo transar, parece que tá acumulado, a coroa é outro nivel.

  • Enviado ao Te Contos por Fabrício

terça-feira, 19 de maio de 2026

Meu marido não sabe! Mais antes de nos tornamos liberais eu ja tinha aprontado. (19-05-2026)

   

By; Izis

Oi Te Contos, me chamo izis, sou loira, cabelos cacheados, 1,67 de altura e por volta dos 55 kg, seios pequenos, bunda grande e arrebitada, tenho 31 anos, sou casada, meu marido tem 36 anos, somos casados desde os meus 21 anos, e desde os meus 28 anos passamos a ser um casal liberal. Ate então só tinhamos transado um com o outro. E ate chegarmos a ser liberais houve todo um processo para termos certezas que queriamos e aceitaríamos isso.

Bom! É isso que ele pensa… por volta dos meus 24 anos eu tive um caso que durou 7 meses e começou assim;

Tínhamos acabado de comprar um apartamento, que ainda não estava pronto e como eu não queria ficar na casa de nenhum parente, nos hospedamos em um Flat. Estava super feliz por estar casada com o homem da minha vida, me sentia linda, mas, ficava pensando em minhas fantasias sexuais e se ainda teria tempo para vivê-las. Sempre fui tratada como uma “princesinha”, meu namorado sempre fez sexo com carinho comigo, e acreditava que nunca tinha tido um orgasmo de verdade, uma vez que eu nunca me satisfazia. Me masturbava com frequência, sempre imaginando homens grandes, fortes e exageradamente bem dotados.

Meu marido foi o primeiro a me incentivar a usar roupas mais ousadas, que valorizassem o meu corpinho, principalmente o bumbum, que aliás, eu ainda relutava em dar pra ele já que nunca tinha feito sexo anal com ninguém. Eu até tentava mais doía muito e meu marido, carinhoso como sempre, me respeitava e interrompia a penetração.

O Flat era aconchegante, tinha uma boa área de lazer com aparelhos para ginástica, um solarium com piscina, saunas seca e a vapor, o bastante para eu me sentir confortável, já que passaria os dias sozinha ali.

Eu fui almoçar com meu marido, era uma terça-feira chuvosa e, a pedido dele, eu estava usando uma microssaia agarrada ao meu corpo que de tão micro teimava em subir a cada passo meu. O almoço foi delicioso e estávamos dispostos a voltar para o Flat para transarmos o resto da tarde, mais ele tinha ainda muito serviço e tinha que voltar para a firma. Desapontada voltei sozinha.

Chegando a recepção, perguntei ao recepcionista se a sauna estava funcionando. Ele me respondeu que estava desligada mas que, se eu quisesse, ele iria poderia providenciar para que preparassem para mim. Respondi que gostaria muito pois não tinha nada melhor para fazer naquela tarde.

Enquanto aguardava, reparei que um homem, impressionantemente alto e forte, não tirava os olhos de mim. Ele estava se registrando e deveria estar preenchendo a ficha mas, seus olhos corriam pelo meu corpo. Me senti confusa, não queria mas estava gostando. Resolvi provocar um pouquinho e me debrucei sobre o balcão, fazendo com que minha saia subisse um pouquinho e revelasse parte do meu bumbum, chamando o recepcionista e dizendo a ele para me avisar quando estivesse pronta a sauna. Fui em direção ao elevador, rebolando sensualmente e sentindo os olhos daquele homem me comendo.

Meia hora mais tarde toca o telefone, a sauna estava pronta. Subi até o último andar, entrei no vestiário, tirei minha roupa, me enrolei na toalha e entrei. La dentro, sozinha, comecei a pensar em sexo, estava com tesão. Lembrava do que tinha acontecido na recepção. Aquele homenzarrão! Aquele olhar! Fiquei nua, estava sozinha, comecei a pensar nele, comecei a me masturbar. Um barulho na porta me despertou dos meus devaneios e quando eu percebo uma pessoa entra na sauna. O local era escuro e com os vapores ficava difícil de ver quem tinha entrado mas, não demorou muito e a minha frente estava ele, o cara que tinha me secado a instantes atrás. Me cobri com a toalha desajeitadamente, pedindo desculpas por estar tão a vontade. Ele apenas sorriu e disse, com a maior cara de pau do mundo, para eu não me desculpar e sim continuar a vontade pois ele iria ficar também. Dizendo isso ele tirou a sua toalha e caminho em minha direção. Meu olhos estavam fixos no membro dele que mesmo mole, já era bem maior que o do meu marido. Ele sentou-se ao meu lado, como se fosse a coisa mais natural do mundo e começou a conversar comigo.

No início eu estava tímida mas fui me soltando, soltando, comecei a contar sobre minha vida, meu casamento, até que resolvi tomar uma ducha. Me levantei e fui até os chuveiros, abri e deixei a água gelada cair sobre o meu corpo. Fechei os olhos e comecei a pensar na loucura que estava fazendo. Eu casada fazendo uma sauna com um estranho, completamente nua. Ao abrir os olhos vejo ele no chuveiro ao lado. Que corpo ele tinha, pelos no peito e nas pernas, músculos, mãos grandes e aquela coisa enorme, completamente dura apontando para mim. Nem em meus sonhos mais depravados havia imaginado existir um pau como aquele, grande e grosso, cheio de veias salientes e ameaçadoramente duro. Ele, percebendo que eu não tirava os olhos do seu pau disse:

- Gostou?

Saí correndo, peguei minha roupa, quis ir embora, estava com vergonha e confusa, pensava em meu marido no trabalho, eu estava com tesão, o pau daquele cara era enorme, minha bucetinha estava ensopada, meu corpo ardia de desejo. Quanto eu mais pensava em meu marido, mais excitada ficava. A idéia de traí-lo me deixava maluca, fazer dele um corno, meu corpo vibrava e ardia de desejo. Voltei.

Assim que entrei ele se levantou, me agarrando pelos braços e me beijando. Sentia sua língua invadindo minha boca, uma mão em meus seios, outra em minha bundinha, seu cacetão se esfregando em meu corpo. Já não tinha mais como mudar de idéia e me entreguei totalmente. Ele me colocou de joelhos sobre o banco, mandou que eu curvasse, me apoiando nos cotovelos no banco de cima e começou a me lamber. Sua língua penetrava minha bucetinha tão fundo, que mais parecia um pinto. Ele dava lambidas que iam do meu clitóris até o meu cuzinho. Eu rebolava, gemia, tremia de tesão. Gozei um gozo pleno e inédito, com a língua daquele homem delicioso.

Ainda na mesma posição senti seu pau encostando em minha bucetinha. Tremi de medo e gritei quando ele forçou a entrada mas o meu tesão falou mais alto suportei a investida. Senti minha bucetinha sendo dilacerada. Ele começou a forçar a entrada, senti minha buceta sendo invadida, ele foi enfiando, enfiando, enfiando. Comecei a gozar novamente assim que senti suas bolas encostadas na minha bucetinha. Tinha entrado tudo.

Ele começou a estocar com força e eu gritava de prazer, me sentia totalmente preenchida, me sentia uma fêmea completa pois estava aguentando aquela picona e estava adorando. Tinha um orgasmo atrás do outro, eu tremia de prazer, dizia coisas inteligíveis, gemia como uma cadelinha. E ele continuava a meter em minha buceta, mais rápido, mais forte, rápido, forte.

Pela primeira vez na vida eu senti golfadas de esperma dentro de mim. A pica dele pulsava enquanto jorrava esperma dentro da minha bucetinha. Ele me segurava pela cintura, completamente enterrado em mim. Gozei mais uma vez, junto com ele, quase desfalecendo.

Saímos da sauna e fomos para o meu apartamento e direto pra cama. Ele ficou deitado e eu, finalmente pude chupá-lo, ou melhor, tentar porque era tão grande e grosso que só cabia a metade dentro da minha boquinha. mesmo assim eu me esforçava para dar o máximo de prazer a aquele homem.

Enquanto eu chupava ele mandou que eu ficasse de quatro com a bunda virada pra ele. Suas mãos acariciavam o meu bumbum, seu dedo roçava em meu cuzinho, ele se levantou, segurou me pelos cabelos, me manteve de quatro, pôs a pica na minha boca e deu um tapa no meu bumbum. Gemi e ele deu mais um, depois outro, outro, cada vez mais forte até estar praticamente marcar a minha bundinha. Meus gritos eram abafados pela sua picona mais, mesmo assim, qualquer um que passasse no corredor ouviria, senão meus gemidos, os tapas que estalavam em meu bumbum. Enquanto me batia, ele me chamava de putinha gostosa, vaquinha, vagabunda, mais quando ele disse:

- Tá gostando de apanhar, vaquinha? O corno do seu marido não faz assim com você? Ele sabe que você chifra ele? Ele sabe que você gosta de pau grande?

Comecei a falar dizendo que não, que ele era um corno manso, que eu estava adorando meter com outro homem, que ele tinha o pau pequeno. Eu xingava meu maridinho enquanto gozava alucinadamente, levando tapas na bundinha e chupando aquele pauzão. Eu ainda estava ofegante quando ele mandou que eu deitasse de bruços, sobre dois travesseiros e empinasse a bundinha. Ele abriu minhas pernas e enfiou, de uma vez, na minha bucetinha, me fazendo gritar outra vez pela força das estocadas e pelos tapas que ele continuava a dar.

De repente ele parou, sentou sobre minhas coxas sacando sua pica da minha bucetinha e colocando na entrada do meu cuzinho. Quando senti o calor daquele mastro gigantesco na portinha do meu cuzinho, disse que nunca tinha feito sexo anal que era pra ele ir com calma. Ele disse:

- Cala a boca, putinha, teu cuzinho é virgem? O corno do seu marido não comeu sua bunda ainda? Bem feito pra ele, agora eu vou descabaçar o teu cu, vou arrombar esse seu cuzinho gostoso e você vai sempre querer dar ele.

Ele foi enterrando sua pica, devagar, cm por cm, rasgando meu cuzinho, bem devagar, parecia que iria durar uma eternidade, eu chorava enquanto sentia o mastro dele entrando, entrando, entrando, até que suas bolas encostaram na minha bucetinha, tinha entrado tudo, uns 20 cm de pica dura como ferro estavam enterrados no meu cuzinho. Comecei a gozar, gozar, gozar, enquanto ele começava a bombar dentro de mim, forte, me empurrando para cima até minha cabeça bater na cabeceira da cama.

Agarrou meu cabelos e me pôs de quatro. Ele me puxava pelos cabelos enquanto socava no meu cuzinho, cada vez mais forte. A Cama balançava, agora eu estava na beira da cama, ainda de quatro, com ele em pé. Nessa posição ele tirava tudo do meu cuzinho e tornava a enterrar novamente. A força das estocadas era tanta que eu era jogada para frente e caía de bruços. Ele mandava eu voltar e fazia novamente, mais forte. Seu pau já entrava e saía facilmente, eu não sentia mais o meu cuzinho, meu corpo estava adormecido, já não sabia mais se era dor ou prazer o que estava sentindo.

Ele me deitou na cama, com a barriga pra cima, abriu minhas pernas e nessa posição eu vi aquela pica enorme ser enterrada novamente em meu cuzinho, me fazendo gozar mais e mais. Quando ele gozou, senti novamente os jatos quentes de esperma inundando minhas entranhas. Ele deitou sobre mim e ficamos ali tentando nos recuperar, corpos quente e suados, pau dele amolecendo todo gozado, minha buceta melada e pulsante e meu cuzinho que em um momento parecia nem existir de tão anestesiado já estava começando a arder um pouquinho (aumentando com o tempo).

Após um tempo assim nos levantamos, ele foi para o seu flat, e eu voltei pra cama, não aguentei e desmaiei de prazer.

Acordei horas depois, já era noite, caminhei até o banheiro e no banho, conferi o estrago que ele tinha me feito. Minha bucetinha estava esfolada, meu cuzinho totalmente arrombado, minha bundinha ardia, tentava descobrir como tinha tido coragem de fazer o que fiz.

Lembrei que meu marido não demoraria a chegar, Deveria contar? ele iria entender? Resolvi não dizer nada, quando ele chegou fingi estar cansada demais, de fato eu estava mesmo, para transar e fui dormir.

Passei 7meses hospedada naquele Flat e transei com meu amante todos esses dias, fui a sua putinha de verdade. Quando nossa casa ficou pronta, continuei me encontrando com o meu amante lá, ate terminamos.

Nunca contei isso pro meu marido mesmo sendo um casal liberal, na época não eramos e isso acaba sendo um segredo meu e agora de vocês tambem.

Mais fico curiosa em saber; E se agora eu contar, agora que ele aprendeu a ser um corno bem mansinho, que adora ver a sua esposinha gemendo gostoso, com uma vara bem grossa enterrada no cuzinho, será que gostara de saber que sua esposa já tava levando rola graça bem antes de sermos liberal ??.

  • Enviado ao Te Contos por Izis

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Foi a 1ª vez que fui "usada" para ajudar meu chefinho a fechar um negocio! (Maio-2026)

   

By; Luana

Ola TeContos me chamo Luana, tenho 26 anos, trabalho como secretaria e puta para um empresario a quase 2 anos já. Ele é casado, tem 59 anos.

No começo desse mês de Maio ele teve uma reunião da transportadora e precisou ir a Florianópolis, onde encontraria um cliente lá e lógico que pediu para eu ir junto né. Só nos dois em uma cobertura na praia seria maravilhoso.

Pois bem, selecionei um roupa normal pra reunião né, já que todos acham que eu trabalho certinho hahahahaahah. No mais, um shortinho mais enfiado que o outro sem falar nos biquines! ESCANDALOSOS! Quase entravam no cu.

Fomos até Cuiabá, para fazer escala depois em Curitiba e de lá para Florianópolis. Eu sai daqui apenas com um vestidinho leve, meio curto, no meio das coxonas, mas por causa do tamanho da bunda dava aquele efeito que parece uma lombada no vestido. Chegamos de madrugada em Curitiba, 03:00 e ficamos lá até as 03:40 quando partimos pra Florianópolis.

O avião estava super vazio, pedimos pra aeromoça pra ficarmos nas ultimas fileiras, já que não havia ninguém ela autorizou. Pouco depois de levantar voo, já apagaram as luzes e o chefe começou a me dedar na buceta, ficou brincando com minha bucetinha e quando melou os dedos me deu pra chupar! fiquei louca de tesão abri o zíper da calça dele e cai de boca naquela vara grossa! Geralmente quando eu faço boquete, ele é barulhento e babo muito no pau do cara, mas por estar no avião fiz um boquete comportadinho hahahah se é que isso existe.

Mamei ele por uns 15 minutos até que ele encheu minha boca! Engoli tudo, e fui de novo pra dar umas lambidas e deixa o pau dele limpinho né. Depois me ajeitei no banco, e curtimos a viagem.

Chegamos, descansamos um pouco, transamos bem gostoso (ate porque fui pra isso), e na parte da tarde ele foi pra reunião, a noite fomos jantar.

No outro dia ele disse que teria uma surpresinha para mim, e que eu iria amar. Coloquei um biquine que nem pode ser chamado de biquine, ele ficava tão enfiado na minha bundona, que ele falo assim;

- " pqp Luana, desse ângulo parece que tu não ta usando nada"

Saímos do hotel e fomos há praia andando por um calçadão próximo ao hotel, ele chego no meu ouvido e falou;

- "rebola esse cuzão! deixa todo mundo aqui louco de tesão"

Mas desfilei que era uma loucura! todos os homens olhavam sem disfarçar. Vi varias namoradas brigando com namorados hahahahaah. Obviamente joguei uma toalha pra tomar sol, e quando o chefe viu que muitos caras olhavam meu rabão pra cima, fazia questão de passar bronzeador nele, praticamente me bolinando no meio da praia! um tesão incontrolável!

Algumas horas mais tarde chega um amigo dele, me cumprimentou, deu uma olhada na minha bunda e falou pro chefe;

- muito maior do que eu imaginava!

Ai ele falou; - falei pra você que era muito grande o cu dela!

Depois de mais algumas conversas voltamos para o hotel. Falei pra ele que ia tomar banho, ele concordou e falou assim;

- "quando você sair do banho vai ter a surpresa que te prometi".

Na hora fiquei feliz e fui para o banho. Como de costume, demorei uns 20 minutos e já aproveitei e fiz aquela chuca básica né, pra não ter surpresas em um transa. Sai do banho, apenas de toalha quando o chefe fala;

- Lua, vem aqui na sala rapidinho!

Fui quando cheguei lá tomo um susto! Os 2 só de cuecas com as rolas já meia bomba marcando! Meu chefe fala:

- "Eu já que você gosta tanto de rola, pensei que talvez iria gostar de ter duas rolas só pra você!"

Confesso que na hora me deu um tesão absurdo. Ai eles levantaram e vieram na minha direção, o amigo dele pego minha mão e colocou na vara dele, dei aquela apertada no instinto sabe, aí percebi que era isso que eu queria.

Nessa hora ele me puxou para o sofá me botando no meio deles, e meio em mim começando a me beijar, ai não aguentei mais, ele puxou a toalha, já revelando meus peitos, que ele nem pensou e foi caindo de boca neles, nisso o chefe jogou minha toalha longe, me deixando peladona no meio deles. Tirou sua cueca e já botou o pau na minha boca e eu prontamente comecei a mamar com vontade, enquanto seu amigo mamava minhas tetas e bolinava minha buceta toda melada…

Desse momento, até as próximas 10h da noite, eu parecia uma boneca de brinquedo sexual deles, imagine todas as cenas porno que você já viu entre 2 homens e 1 mulher... eu de 4, um no cu outro na boca, eu sentando enquanto o outro chupava meus peitos, de lado com um metendo atrás e o outro forçava minha boca, e claro não poderia faltar um DP.

Meu chefinho senta no sofá, me manda sentar no pau dele, quando ele entro todo em mim seu amigo vem por traz e em um só estocada, sinto as bolas dele batendo no meu rego... ai comecei uma gritaria louca! tiveram que tapar a minha boca e até me deram vários tapas na bunda.

Eu juro pra vocês, EU ESTAVA ANESTESIADA! sentia ele meter o pau com muita força no meu cu, mas só sentia tesão e cada vez mais mais e mais. Até que ele gozou e encheu meu rabo de porra, saiu de cima de mim, logo o chefe me empurra para o lado, põem o pau na minha cara e me lava de porra.

Fiquei atirada no sofá, peladona, com porra pingando por todo meu corpo... mas eles ainda não tinham acabado!

Me levaram para a sacada, nós 3 ainda pelados, minhas pernas tremiam, boca quase adormecida de tanto mama, cu então... parecia uma cratera!

Mas eles queria fechar em alto nível né, me levaram para fora, um no cu novamente outro na boca e começaram a me revezar. Creio que ali já tinha uma meia hora de foda. Quando eles ficaram em pé na minhas frente gozaram juntos na minha cara, eu fiquei deitada na espreguiçadeira enquanto eles entraram, foram pegar uisque pra eles e pra mim um energético.

O amigo do meu chefe adorou a noite, eles brindaram e ouvi dizer que amanha assinariam o contrato do negocio que meu chefe viajou pra isso.

O amigo do meu chefe foi tomar banho, quando voltou ate a varanda parou do meu lado e disse que a noite foi maravilhosa por minha causa e me deixou uma grana pra mim, que eu merecia cada centavo. Então foi embora. Ai meu chefinho veio, me levou nos braços para o banheiro, me lavei todinha, e depois ficamos na banheira tomando champagne comemorando o negocio que eu tinha ajudado a fechar pra ele.

Foi a primeira vez que fui “usada” para fechar um negocio pra ele, por isso na volta para casa, ele me deu meu carro zero. Amei!!!

Beijosss Te Contos.

  • Enviado ao te Contos por Luana

Minha amiga me convidou para ser comida pelo seu namorado enquanto ela assistia (17-05-2026)

  

By; Vivian

Me chamo Vivian, tenho 26 anos, 1,60 de altura, 48kg, pele clarinha, peitinhos pequenos e pontudos com mamilos rosados, bucetinha raspadinha bem rosada e apertadinha, cuzinho virgem (ate esse final de semana) bem fechadinho e rosado, bunda redondinha e empinada. Minha amiga Ana é morena gostosa, curvilínea, seios grandes e pesados, buceta sempre molhada quando a gente conversa de sacanagem.

No sábado acabamos saindo com um grupo de amigas e quando ficou só nós duas ela começou a falar do namorado, o Juan, um mexicano alto de 1,80m, acima do peso, barrigão grande e macio de cerveja, pele morena escura, barba por fazer, cheiro forte de macho suado, e uma pica monstruosa de 20cm de comprimento e grossa, veias saltadas pulsando, cabeça roxa enorme, prepúcio puxado pra trás, bolas pesadas e cheias de porra grossa e quente.

– Sabe, ele tem essa fantasia louca de foder uma garota branca magrinha e pequena como você, bem apertadinha, enquanto eu assisto e me toco – Ana disse com a voz rouca, os olhos brilhando de tesão.

Eu senti a bucetinha já molhar só de imaginar.

– Sério? E você toparia ver ele comendo uma bucetinha? – perguntei, já imaginando a verga grossa esticando tudo.

– Topo pra caralho se você topar, eu quero ver ele enchendo sua bucetinha de porra quente – ela respondeu, mordendo o lábio.

Depois de mais cervejas e conversa safada, eu concordei.

– Tá bom, vamos fazer isso. Quero sentir essa pica grossa rasgando minha bucetinha apertada e depois meu cuzinho.

No domingo eu fui até a casa deles. Entramos no quarto grande com cama king size. Conversamos um pouco, o clima pesado de tesão no ar. Juan estava só de cueca preta apertada, a barriga grande estufando, a pica já meia dura marcando. Ana sentou do lado dele na cama, olhou pra mim com um sorriso safado, enfiou a mão dentro da cueca dele, agarrou a pica grossa e começou a masturbar devagar, subindo e descendo, o polegar espalhando o pré-porra na cabeça roxa.

– Olha só que pica deliciosa, vem cá chupar essa rola grossa pro meu macho, sua putinha branca magrinha.

Ana me chamou, tirando a pica pra fora. A pica saltou dura pra caralho, pingando pré-porra transparente, o cheiro forte de pau e bolas pesadas enchendo o quarto.

Eu me ajoelhei no chão frio, a boca já salivando pra caralho.

– Caralho, que pica monstruosa, tá pulsando, que cabeça roxa gostosa – sussurrei

E comecei a lamber devagar a cabeça inchada, lambendo o buraco que jorrava pré-porra doce, depois chupando só a cabeça, abrindo a boca o máximo possível, engolindo centímetro por centímetro, a pica esticando minha garganta apertada, eu engasgando forte “gluck gluck gluck”, lágrimas escorrendo, saliva grossa escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitinhos pequenos.

– Isso, engole essa pica toda, sua vadia branca, chupa fundo – gemia Juan (com sotaque) com voz grossa, a mão grande na minha nuca empurrando mais fundo, as bolas pesadas batendo no meu queixo.

Eu mamava como uma puta faminta, subindo e descendo a cabeça, a língua enrolando nas veias saltadas, chupando as bolas pesadas uma de cada vez, lambendo o saco, voltando pra pica, mamando forte, a boca fazendo barulho molhado e obsceno.

Ana se afastou um pouco, sentou na poltrona do canto, abriu as pernas grossas, enfiou a mão dentro da calcinha molhada e começou a se masturbar devagar, os dedos esfregando o grelinho inchado, gemendo baixo enquanto assistia.

Eu chupei por uns bons dez minutos, a garganta acostumando com a grossura, engolindo até o fundo, o nariz encostando no pelo pubiano escuro dele, o cheiro forte de macho me deixando louca. Depois eu montei nele. Juan deitado, barrigão grande e macio subindo e descendo, eu completamente nua, minha bucetinha raspada pingando mel pra caralho. Eu segurei a pica grossa com as duas mãos, esfreguei a cabeça roxa na entrada molhada da buceta, depois desci devagar, a cabeça abrindo meus lábios rosados, esticando a bucetinha apertada pra caralho.

– Aaaaiii caralho, tá rasgando minha bucetinha, que pica grossa pra porra, tá enchendo tudo, tá fundo demais! – gritei desesperada, descendo centímetro por centímetro até encaixar a pica inteira, a barriga dele contra a minha barriga magrinha, eu rebolando devagar, sentindo ele me preencher completamente, a cabeça batendo no fundo do útero.

Eu fiz a maior parte do trabalho, subindo e descendo o quadril, rebolando gostoso, os peitinhos pulando, a buceta fazendo barulho molhado “ploc ploc ploc squish” com o mel escorrendo.

– Fode essa bucetinha apertada, usa essa putinha magrinha branca, mete fundo!

Incentivava Ana da poltrona, os dedos agora enfiados fundo na buceta dela, o barulho molhado da masturbação dela enchendo o quarto.

Eu gozei uma vez assim, o corpo tremendo inteiro, a buceta apertando a pica dele como um torno, o gozo escorrendo quente pelas coxas. Depois eu desci, chupei de novo, limpando minha própria porra da pica, lambendo tudo, engolindo meu mel misturado com o pré-porra dele.

Então ele me colocou de quatro na cama. Eu de quatro, bunda empinada, arqueando as costas, a bucetinha pingando, o cuzinho piscando. Ele se posicionou atrás, a barriga grande batendo nas minhas costas, a pica grossa entrando na buceta de uma vez só, metendo forte, as bolas pesadas batendo no meu grelinho inchado.

– Isso, fode minha bucetinha, rasga ela, enche de porra! – eu gemia desesperada, rebolando contra ele.

Ele metia com força, o pau entrando e saindo, esticando a buceta, eu gozando de novo, a buceta esguichando mel quente, o corpo se acabando. Depois de muito foder, ele gemeu rouco

– Vou gozar pra caralho, porra!

E encheu minha buceta de porra quente, jatos grossos e quentes jorrando fundo, enchendo até transbordar, a porra branca grossa escorrendo pelas minhas coxas magrinhas, pingando no lençol.

Eu gemi, apertando a buceta pra sentir a porra escorrendo. Ele tirou a pica devagar, a porra jorrando pra fora da buceta inchada, e posicionou a cabeça roxa na entrada do meu cuzinho apertado e virgem.

– Agora quero esse cuzinho apertado, sua safada branca, vou rasgar ele – ele disse.

Eu, louca de tesão, com a buceta ainda pulsando e cheia de porra, respondi;

– Sim, fode meu cuzinho, mete essa pica no meu cuzão apertado, mesmo doendo pra caralho, eu quero sentir você rasgando tudo!

Ele empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo o anel rosado do cu, doendo pra porra, eu gritando

– Aiiii caralho, tá doendo demais, tá rasgando meu cuzinho, mas não para, fode ele, mete fundo!

Lágrimas escorrendo dos olhos, a dor misturada com um prazer intenso e sujo que me fazia tremer inteiro. A pica entrou centímetro por centímetro, rasgando o cu virgem, até encaixar toda, as bolas batendo na buceta cheia de porra. Ele começou a meter no cu, devagar no começo, depois mais forte, cada estocada me fazendo gemer desesperada

Meu corpo se acabando de gozar, o grelinho pulsando, a buceta pingando porra e gozo quente, o cu apertando a pica como um vácuo.

Agora vinha a parte que eu mais queria: ele metia forte no cu por uns minutos, eu gozando sem parar, choramingando, depois ele tirava a pica quase toda, só a cabeça roxa dentro do cu. Eu começava a rebolar a bunda gostoso, twerkando pra caralho, a bunda tremendo.

– Porra, que puta safada, que delícia! – ele ria excitado pra caralho, a pica pulsando.

Eu rebolava mais forte, com a bunda tremendo, o cheiro forte de sexo pelo quarto, eu gemendo

– Aaaahhh, fode mais, mete forte!

Ele voltava a meter forte “plap plap plap”, fodendo o meu cu, eu gritando de prazer e dor

– Aaaaahhh caralho, fode mais forte, mete até o fundo nesse cuzão, eu tô gozando pra porra!

– o corpo convulsionando, lágrimas escorrendo, gozando forte, a buceta esguichando porra velha e gozo novo.

Ele repetiu isso muitas vezes: tirava devagar, eu rebolava twerkando desesperada, com a bunda tremendo, ele ria e voltava a meter forte, batendo a barriga na minha bunda, as bolas batendo na buceta pingando.

Fizemos isso umas quinze vezes seguidas, cada vez mais intenso, eu gozando a cada ciclo, o cu ficando mais largo, mais gostoso, o cheiro de sexo, porra e suor enchendo tudo, Ana na poltrona se masturbando loucamente, os dedos enfiados fundo, gozando várias vezes só de assistir.

– Isso, fode essa putinha branca, rasga o cuzão dela, faz ela chorar!

Finalmente Juan não aguentou mais, meteu fundo pra caralho, as bolas apertando contra a buceta, e gozou dentro do cu, jatos quentes e grossos de porra enchendo o, agora, meu cuzão.
Eu gritei alto, chorei de tanto prazer e dor, o corpo se acabando inteiro

– Aaaaaahhh caralho, enche de porra quente, tô gozando pra porra com o pau no cu!

O corpo tremendo descontrolado, o grelinho pulsando forte, a buceta esguichando gozo, o cu apertando a pica, lágrimas escorrendo, gritos roucos, gozando intensamente enquanto ele enchia o cu de porra.

Ele tirou o pau devagar, e eu expeli tudo: a porra branca grossa jorrou pra fora escorrendo pelas coxas, eu rebolando ainda, expelindo o sêmen dele todo, o cu piscando e cuspindo tudo.

– Isso, expulsa a porra toda, sua putinha, que delícia! – Juan gemeu, a pica ainda dura e suja.

Ana se levantou, veio até mim, me beijou na boca bem demorada, depois desceu e chupou por uns 5 minutos a minhas buceta, me fez gozar forte enquanto me sugava.

– Delícia pra caralho, adorei sentir o gosto da porra do meu namorado misturada com a sua.

Eu fiquei ali, ofegante, o cu doendo e pulsando, a buceta ainda cheia de porra, o corpo mole de tanto gozar, chorando de prazer, enquanto Ana me beijava e Juan batia na minha bunda dela.

Ele ainda meteu na buceta dela enquanto ela me chupava.

Foi a experiência mais intensa da minha vida, que eu nunca imaginei participar.

  • Enviado ao Te Contos por Vivian

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...