sexta-feira, 29 de julho de 2022

Meu cunhado me tirou da seca; Me comeu atras do balcão da loja (2021)

 

By; Veronica

Oi  meu nome é Veronica, sou uma Coroa de 50 anos, mas ainda tenho muito fogo na buceta e isso que vou contar aconteceu no ano passado (2021).

Meu marido, tem um comercio de auto peças, e devido a crise teve que dispensar o funcionário da tarde, como não estamos em condições de contratar outro me propus a ajudar, ficaria no comercio na parte da tarde, ate podermos contratar alguém, e assim foi…

No inicio era meio chato pq não sabia direito onde estavam as mercadorias e me atrapalhava um pouco, mas depois com a chegada do meu cunhado fui aprendendo direitinho. Meu cunhado (Douglas) veio  só pra nos ajudar nesse período, ele é um homem bem divertido e simpático, bem praiano tbm… Sempre nos demos muito bem, e ele sempre me respeitou.

Como passávamos a tarde toda juntos os assuntos foram ficando cada vez mais íntimos… Perguntei se ele não sentia falta de uma mulher, pois ele era solteiro, nunca quis casar.

Ele disse que no momento só sentia falta de uma boa buceta pra se acabar de chupar.

Fiquei sem graça com a resposta e ri pra não ficar chato. Mas acreditem, na hora senti minha buceta pulsar e ficar molhada com aquela resposta tao direta.

Passou os dias e eu sempre imaginando as possibilidades de acontecer, mas nunca me atreveria. Douglas percebeu que andava meio triste e questionou o que estava acontecendo e eu me abri com ele, falei do meu casamento que era morno, que seu irmão não me procurava e eu vivia na seca…me sentia abandonada.

Ele me abraçou e disse que pra eu ficar sossegada que ele daria um jeito na situação, ja que o Carlos (meu marido) não tava cumprindo o seu papel.

No sábado era dia de maior movimento, na parte da manha e já estávamos exaustos quando falei pra ele que já estava com as pernas doendo de ficar em pé, ele disse que também e logo sentou no chão atras do balcão bem pertinho das minhas pernas, eu estava de vestido bem soltinho e uma calcinha minuscula, percebi seu olhar cobiçador…facilitei pra que a visão dele fosse melhor…

Como sou baixinha o balcão ficava acima dos meus seios, mas eu subia no tablado pra poder atender melhor os clientes. Nisso chegou um rapaz querendo uma peça e fui atende-lo, enquanto eu conversava com o cliente senti uma respiração bem perto da minha bunda, estremeci…rapidamente dispensei o rapaz e me virei perguntando o que havia sido aquilo.

Douglas respondeu: - acho um desperdício uma mulher como vc ficar na seca!

Antes mesmo que eu respondesse ele passou a mão por entre minhas pernas chegando na minha buceta, na hora senti um tesão enorme e minha buceta molhadinha…

Mas o movimento não parava e outro cliente chegou, e enquanto eu o atendia, ele me bulinava, um toque suave e as vezes firme, ate que senti ele baixando minha calcinha numa ousadia total…confesso que estava amando aquela situação de perigo!

Meu marido como sempre estava fora fazendo as entregas e dentro do balcão só Douglas e Eu.

Depois de tirar minha calcinha, ele começou a me chupar, afastou minhas pernas e ali sentado no chão de pau bem duro me chupava com vontade, e eu fazendo o maior esforço atendendo os clientes que chegavam, e eu disfarçando o meu tesão…

Foi uma loucura, que deliciaaaaa…eu parecia uma jovem, fazendo putaria com o namorado rsrsrs…

Um dado momento não havia mais clientes então falei:

- agora é só nós dois aproveita!

Ele de uma vez enfiou aquela língua com tudo e me chupou tao gostoso, em movimento de sobe e desce, parava no meu grelo que ja tava enorme, mordiscava e voltava a chupar minha buceta ate eu não aguentar mais e gozar naquela boca deliciosa…senti minhas pernas tremerem, e o corpo suar, a respiração estava ofegante, que eu estava sentindo uma sensação que ha muito não sentia….

Chamei ele de louco e ele disse: - vc não viu nada!

Enfiou a mão na minha buceta e mandou eu rebolar, um dedo…dois dedos…três dedos….socava com força, e eu amando, senti ele massagear meu cu, deu um calafrio, ao mesmo tempo que achava loucura aquilo estava amando a situação, o tesão tava forte, enfiou um dedo no meu cu, gozeiiii….ahhhh como foi bom…

Ja não sentia nem mais minhas pernas e escorada no balcão fiquei, ele se levantou com o pau pra fora me encoxou por traz, e disse bem no meu ouvido:

- Vou comer seu cu aqui!

Falei: - naoooo aqui não! Pode entrar alguém.

E nisso o pau dele já estava me arregaçando, sem dó, com muita vontade, senti aquele pau entrar de maneira brusca, mas ao mesmo tempo suave, cheio de desejo, me ajeitei pra ficar melhor e ele bombando forte… não demorou muito gozou litros dentro de mim.

Nos recompomos e chegou cliente, deixei ele atendendo e fui pro banheiro me limpar, sentei no vaso e a porra desceu, senti vontade de bater uma siririca e o fiz…

O Carlos chegou e ficamos como se nada tivesse acontecido…

A noite falei pro meu marido me comer, eu precisa de um pau na buceta, ele fez o de sempre, eu transei pensando no irmão dele e nas possibilidades que sugeriam de agora em diante!

Agora sempre que meu cunhado vai nos ajudar eu vou trabalhar de vestidinho e sem calcinha pra facilitar as brincadeiras com ele. Alem dele comer meu cu atras do balcão, trepamos no banheiro, uma rapidinha e também no deposito e alem de já termos ido ao motel juntos.

  • Enviado ao Te Contos por Veronica

quinta-feira, 28 de julho de 2022

Não esqueço dela (lesb)

By; Martinha

Oi, me chamo Martinha, tenho 26 anos. Sou bi, mas meus maiores desejos e fantasias são com mulheres.... sou tarada por uma boa noite com outra mulher!

Vou falar sobre a minha primeira vez com uma mulher, quando esse fogo todo começou...

Eu trabalhava em uma loja de roupas femininas, tinha 21 anos, e um corpinho escultural. Nessa loja havia uma gerente. O nome dela era Fernanda, e apesar de ter 40 anos, era muito linda, com tudo em cima. Ela parecia ser uma heterossexual normal, mas eu percebia que de vez em quando ela olhava para o meu decote, para as minhas pernas.

Algumas vezes ficava até tarde na loja com ela, para ajudar a arrumar o estoque, ficávamos só nós duas, trancadas na loja, eu notava que ela sempre vinha com um olhar sedutor para cima de mim, às vezes chegava até a tocar meus seios, inventando desculpas do tipo "tinha uma sujeirinha", ou então era a minha bunda o alvo daquelas mãos macias, percebia que não eram simples toques, simples olhadas, e eu procurava fugir, pois era uma hetero... ou pensava que fosse...

Comecei a me excitar com esse tipo de comportamento dela. Algumas vezes chegava em casa e mal conseguia dormir, pois não conseguia parar de pensar nas mãos dela, o que me assustou no começo, mas após um tempo fui me acostumando, e após pensar muito, cheguei á conclusão de que eu estava louca de desejo por ela, e queria experimentá-la.

Esperei o dia certo ficamos até tarde na loja, como de costume, ela me lançava olhares e mãos, e desta vez, comecei a retribuí-los. Ela percebeu o meu desejo, eu percebi o dela, estava tudo perfeito. Fazendo um certo "charme" me virei e fui aos fundos da loja, e de repente, senti as mão de Fernanda me puxando minha cintura, ao mesmo tempo em que me dizia coisas no ouvido, o que me deixava tarada. Virei e começamos a nos beijar.

Quando nossas línguas se encontraram eu explodi de tesão, sentia minha calcinha molhada. Fomos para o fundo da loja. Estava tão excitada, que só de andar, e roçar minhas pernas, umas nas outras, quase tive um orgasmo, logo de cara...

Embaixo da escada havia um cobertor, deixado lá por Fernanda, para aquela ocasião (a safadinha pensou em tudo). Ela o estendeu no chão, enquanto eu tirava minha camisa. Estava com medo, mas o tesão era maior. Deitamos e nos beijamos ardentemente, como se fosse o nosso último beijo. Como toda "ninfeta" fiquei deitada, passiva, assistindo-a se despir, ao mesmo tempo em que rebolava para mim, me deixando completamente doida... Naquele momento eu precisava dela mais do que qualquer outra coisa no mundo.

Ela ficou toda nua, era linda, com seios médios, bumbum arrebitado, um corpo perfeito. Se ajoelhou ao meu lado e começou a guiar minhas mãos por seu corpo, acariciava aqueles seios deliciosos, e enquanto isso ela tirava minha roupa. Tirou meu sutiã, beijava, mordia meus mamilos duros de tesão. Tirou meus sapatos, minha saia, e começou a lamber minha xotinha virgem (pra mulheres), por cima da calcinha mesmo. Enquanto beijava minha bucetinha, apertava minha bunda e eu passava as mãos em seus cabelos.

Ela tirou minha calcinha e passou a me chupar... minha nossa! Chupar era uma coisa que ela fazia muito bem. Ela me virou de quatro. Dava tapas na minha bunda e ao mesmo tempo enfiava a língua na minha buceta, As vezes no cu também, e nesse momento eu gozei, intensamente.

Ao perceber que estava gozando, ela me deitou novamente. Trançamos nossas pernas, e passamos a roçar nossas bucetas. Ficamos um tempo assim, até que gozamos juntas. Desmaiei de tanto prazer.

Estávamos cansadas, e ficamos deitadas, conversando, nos beijando, e logo fomos embora. Ela me levou até em casa, e meu deu um beijo de despedida. Eu sabia que aquela relação não acabaria por ali.

Continuamos juntas (escondidas) por quase um ano. Nesse tempo aprendi muitas coisas com a Fernanda. Fui passiva, ativa, transamos com mais mulheres ao mesmo tempo, e muito mais.

Acabamos mudando de trabalho e nos afastando, eu já tive outras mulheres e homens, mas não esqueço da Fernanda!

Enviado ao Te Contos por Martinha

 

By; Martinha

Oi, me chamo Martinha, tenho 26 anos. Sou bi, mas meus maiores desejos e fantasias são com mulheres.... sou tarada por uma boa noite com outra mulher!

Vou falar sobre a minha primeira vez com uma mulher, quando esse fogo todo começou...

Eu trabalhava em uma loja de roupas femininas, tinha 21 anos, e um corpinho escultural. Nessa loja havia uma gerente. O nome dela era Fernanda, e apesar de ter 40 anos, era muito linda, com tudo em cima. Ela parecia ser uma heterossexual normal, mas eu percebia que de vez em quando ela olhava para o meu decote, para as minhas pernas.

Algumas vezes ficava até tarde na loja com ela, para ajudar a arrumar o estoque, ficávamos só nós duas, trancadas na loja, eu notava que ela sempre vinha com um olhar sedutor para cima de mim, às vezes chegava até a tocar meus seios, inventando desculpas do tipo "tinha uma sujeirinha", ou então era a minha bunda o alvo daquelas mãos macias, percebia que não eram simples toques, simples olhadas, e eu procurava fugir, pois era uma hetero... ou pensava que fosse...

Comecei a me excitar com esse tipo de comportamento dela. Algumas vezes chegava em casa e mal conseguia dormir, pois não conseguia parar de pensar nas mãos dela, o que me assustou no começo, mas após um tempo fui me acostumando, e após pensar muito, cheguei á conclusão de que eu estava louca de desejo por ela, e queria experimentá-la.

Esperei o dia certo ficamos até tarde na loja, como de costume, ela me lançava olhares e mãos, e desta vez, comecei a retribuí-los. Ela percebeu o meu desejo, eu percebi o dela, estava tudo perfeito. Fazendo um certo "charme" me virei e fui aos fundos da loja, e de repente, senti as mão de Fernanda me puxando minha cintura, ao mesmo tempo em que me dizia coisas no ouvido, o que me deixava tarada. Virei e começamos a nos beijar.

Quando nossas línguas se encontraram eu explodi de tesão, sentia minha calcinha molhada. Fomos para o fundo da loja. Estava tão excitada, que só de andar, e roçar minhas pernas, umas nas outras, quase tive um orgasmo, logo de cara...

Embaixo da escada havia um cobertor, deixado lá por Fernanda, para aquela ocasião (a safadinha pensou em tudo). Ela o estendeu no chão, enquanto eu tirava minha camisa. Estava com medo, mas o tesão era maior. Deitamos e nos beijamos ardentemente, como se fosse o nosso último beijo. Como toda "ninfeta" fiquei deitada, passiva, assistindo-a se despir, ao mesmo tempo em que rebolava para mim, me deixando completamente doida... Naquele momento eu precisava dela mais do que qualquer outra coisa no mundo.

Ela ficou toda nua, era linda, com seios médios, bumbum arrebitado, um corpo perfeito. Se ajoelhou ao meu lado e começou a guiar minhas mãos por seu corpo, acariciava aqueles seios deliciosos, e enquanto isso ela tirava minha roupa. Tirou meu sutiã, beijava, mordia meus mamilos duros de tesão. Tirou meus sapatos, minha saia, e começou a lamber minha xotinha virgem (pra mulheres), por cima da calcinha mesmo. Enquanto beijava minha bucetinha, apertava minha bunda e eu passava as mãos em seus cabelos.

Ela tirou minha calcinha e passou a me chupar... minha nossa! Chupar era uma coisa que ela fazia muito bem. Ela me virou de quatro. Dava tapas na minha bunda e ao mesmo tempo enfiava a língua na minha buceta, As vezes no cu também, e nesse momento eu gozei, intensamente.

Ao perceber que estava gozando, ela me deitou novamente. Trançamos nossas pernas, e passamos a roçar nossas bucetas. Ficamos um tempo assim, até que gozamos juntas. Desmaiei de tanto prazer.

Estávamos cansadas, e ficamos deitadas, conversando, nos beijando, e logo fomos embora. Ela me levou até em casa, e meu deu um beijo de despedida. Eu sabia que aquela relação não acabaria por ali.

Continuamos juntas (escondidas) por quase um ano. Nesse tempo aprendi muitas coisas com a Fernanda. Fui passiva, ativa, transamos com mais mulheres ao mesmo tempo, e muito mais.

Acabamos mudando de trabalho e nos afastando, eu já tive outras mulheres e homens, mas não esqueço da Fernanda!

  • Enviado ao Te Contos por Martinha

Fui a uma viagem de trabalho e trai o meu marido (Julho-2022)

 

By; Thiara

Sou a Thiara e o que contarei aconteceu comigo há duas semanas atrás. Trabalho em um banco em Maringá (interior do Paraná) e precisei ir a Curitiba a trabalho, tendo que pernoitar na capital. Sou casada há cinco anos, 23 anos, morena, de cor branca, não sou muito bonita de corpo, mas atraio a atenção de vários homens.

Após um dia cheio de reuniões, peguei um táxi e fui para o hotel indicado pelo banco, no barzinho do hotel, pedi um lanche e um refrigerante e percebi que um homem, de uns 40 anos, não parava de me olhar. Claro que não ia dar bola pra ele, já que sou casada e jamais havia pensado em trair meu marido. Porém, a sacanagem veio em mente e,lembrei da minha amiga Rô, que arrumou um namorado que tem quase 1.90 de altura e que diz ela tem  um pau grande, achei melhor dar bola para aquele homem para ver onde chegava. Meu marido não tem um cacete pequeno, deve medir uns 18 centímetros, mas naquela noite queria experimentar algo diferente.

Após conversarmos por aproximadamente uma hora, Alberto (o nome dele) convidou-me para subirmos ao apartamento dele. A princípio, neguei, mas querendo aceitar, pois já havia falado que era casada e que alguém poderia ver nós dois juntos, etc... Após ele insistir no convite, acabei aceitando, mas com duas condições, para me fazer de durona: que ele não chaveasse a porta do apartamento e que não tentasse nada sem meu consentimento, pois eu poderia fazer um escândalo.

Chegando no apartamento dele, me deparei com uma bela cama-box de casal e a sacanagem já veio em mente. Conversamos mais um pouco, assistimos TV, tomamos três cervejas, quando finalmente ele começou a se aproximar mais, dizendo que eu era bonita e cheirosa e beijou meu pescoço para sentir o perfume. Fiquei arrepiada com o beijo no pescoço e percebi o volume por baixo de sua bermuda. O safado já estava de pau duro e notei que o “instrumento” dele era avantajado.

Pensei comigo: “agora é só deixar rolar”.

Quando abracei ele, foi um sinal de “siga em frente, grandão”. Ele me agarrou com força e começou a beijar-me na boca. Foi descendo sua língua pelo meu pescoço, atingindo meus seios por cima da blusinha. Meus biquinhos já estavam bem duros, quando Alberto tirou minha blusinha, meu sutiã e caiu de boca em meus seios. Foi a primeira vez que senti outro homem me acariciando desta maneira depois de casada.

Então, falei pra ele chavear a porta. Alberto levantou-se e, quando voltou para perto de mim, ficou só de cueca, continuando com a “chupação” em meus seios. Já estava toda molhadinha, quando ele começou a beijar minha barriga e abrir minha calça jeans. A essa altura, minha buceta já estava ensopada de tesão.

Alberto tirou minha calça, minha calcinha e fiquei peladinha na cama dele. Foi quando o safado começou a chupar minha buceta, dizendo:

- “a casadinha já ta toda molhadinha, louca por minha rola”.

E ele tinha razão. Ele chupou bem gostoso minha buceta, fazendo-me gozar em sua boca. Depois, ele me colocou sentada na cama, ficou em pé na minha frente e tirou a cueca. Quando vi aquilo, disse ;

- “nossa, que pauzão”.

Devia ter uns 21 centímetros de comprimento (bom, não medi, mas era maior do que o do meu marido). Sem que pudesse pensar, Alberto colocou a cabeçona de seu pau em minha boca e disse:

- “chupa, minha putinha”.

Obedeci de imediato, chupando aquele pau negro gostoso.

Depois de chupar um pouco, Alberto falou que queria gozar me comendo. Deitou-me na cama, abriu minhas pernas e começou colocando aquele cacetão na entrada de minha grutinha. Foi penetrando bem devagar até entrar tudo. Depois de enterrar, socou bem gostoso várias vezes. Gozei de novo, desta vez com o pau dele em minha buceta. Era uma mistura de dor e prazer, já que nunca tinha sentido um pau desse tamanho dentro de mim.

Uns dez minutos depois, Alberto tirou seu cacete dentro de mim e gozou na minha barriga e em meus peitos, me lambuzando toda. Toda melada, pois minha buceta estava ensopada e minha barriga cheia de porra, fui tomar um banho. Quando voltei, acreditem, Alberto ainda estava de pau duro e disse que “era a hora do segundo tempo”. Já estava meia ardida e arrombada por aquele pauzão, mas aceitei ser fodida mais uma vez.

Desta vez, Alberto pediu para que eu ficasse de bruços na cama. Obedeci prontamente e ele beijou-me literalmente da cabeça aos pés. Arrebitei um pouco minha bunda e fui lambida no cu como ninguém havia feito comigo. Já estava toda ensopada de novo quando Alberto me colocou de quatro e começou a meter sua pica em minha bucetinha. Não aguentei e pedi:

- “arromba tua putinha, me come gostoso”.

Aí ele não deu trégua: meteu seu pauzão inteiro dentro de mim e socou com muita vontade. Que delírio, a dor se misturava ao prazer, sentida suas bolas baterem na entrada de minha buceta e aquele “instrumento” completamente enfiado. Empinei mais minha bunda, para receber aquele enorme cacete por inteiro.

Depois, Alberto pediu para deitar-se e eu sentar em seu pau. Obedeci de imediato, coloquei a entrada de minha bucetinha naquela cabeçona e comecei um sobe e desce maravilhoso. Fiquei fudendo assim até gozar de novo. Percebendo minha gozada, Alberto falou que era a vez dele gozar e queria gozar comendo meu cuzinho. Disse que não, porque ele me arrombaria de vez. Não teve jeito. Ele me colocou de bruços, subiu em mim e começou a cutucar seu pau em meu anelzinho. Concordei em dar meu cu pra ele comer com uma condição: só entraria a cabeça.

Virei de lado e segurei seu cacete, para ele não enfiar de vez. Quando aquela cabeçona começou a entrar e arrebentar minhas pregas, doeu muito, mas fui me acostumando. Depois de entrar a cabeça daquele pauzão no meu cuzinho, comecei a bater uma punheta. Bati uma punheta gostosa até sentir meu cu enchendo de porra.

Quando ele gozou, ficamos deitados um pouco, depois Alberto foi ao banheiro tomar um banho. Quando ele retornou, foi a minha vez de ir ao banheiro tomar uma ducha. Voltei enrolada na toalha e vi Alberto já de pau mole peladão em cima da cama. Já que estava ali colocando chifres em meu marido, aproveitei para me satisfazer mais um pouco. Comecei a chupar o pau de Alberto até ele ficar duro de novo. Me posicionei na cama, colocando minha buceta em sua boca e mandando ele chupar. Fizemos um 69 bem gostoso por um bom tempo.

Depois, disse que iria premiá-lo com uma bela visão. De costas para ele, em seu colo, coloquei seu pau na entrada de minha buceta. Fiquei subindo e descendo gostoso naquele cacetão até gozar mais uma vez. Depois de gozar de novo, chupei o pau de Alberto até ele gozar mais uma vez e lambuzar de novo meus peitos. Depois tomei outra ducha e fui embora.

No dia seguinte, ainda vi Alberto no café da manhã, nos falamos rapidinho, trocamos contato, mas acabei apagando o numero dele e depois me desfiz do numero, não queria cair mais em tentação. Mas foi uma transa sensacional, que jamais esquecerei...

  • Enviado ao Te Contos por Thiara

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...