segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

O inicio do meu caso (lesb) (out-2022)

 

By; Julia

Oi sou a Julia, tenho 34 anos e o que contarei aconteceu em outubro desse ano.

O tempo estava esfriando, mas a previsão do tempo era de sol. Para aproveitar o fim de semana, eu e meu marido resolvemos convidar minha irmã e meu cunhado para irmos para a praia e ficar num apartamento que temos no Guarujá-SP.

Combinamos de sair na sexta-feira à noite, depois de 20h e para nossa surpresa, minha irmã, por volta de 19;30 me chama no whatsapp, perguntando se poderia levar uma amiga. Como o apê tem três dormitórios, concordei. Na hora combinada, ela chegou na frente do prédio em que moro e interfonou. Sugeri que ela subisse com o marido e a amiga, tínhamos preparado um breve jantar – pizza e vinho.

Quando tocaram a campainha, meu marido se adiantou para abrir-lhes a porta enquanto eu terminava de arrumar a mesa. Ao me deparar com a amiga convidada, tive um arrepio, Uma mulata jambo, com altura de aproximadamente 1.75, corpo esguio, falsa magra, seios médios, usando leggin branco e camiseta colada, na cor verde-água. Uma escultura de ébano!

Ela me confessaria no domingo que sentiu meus olhos brilharem intensamente quando fomos apresentadas. A recíproca também era verdadeira. O sábado passou sem nenhum fato a ser destacado – café da manhã por volta de 10 horas, praia, volta da praia perto de 16 horas, preparação do almoço, os homens preparando batidas de carambola com vodka, enquanto que nós, mulheres, fomos ajeitando o cardápio para o almoço/jantar. Contudo, o desejo de saber mais e mais sobre Neila, a amiga de minha irmã, ia aumentando com o passar do tempo e da proximidade.

Neila, sempre perto de mim, me ajudando no que era necessário. Essa proximidade começou a me deixar excitada! Sentia-me molhadinha. E nunca antes tinha sentido qualquer atração por uma mulher!

Acabamos de comer perto de 18 horas, e por volta de 20;30 horas, começamos a jogar baralho; no primeiro momento, fiz dupla com meu marido, mas na segunda partida, passei a fazer dupla com a Neila e começamos a trocar mensagens com os pés, por debaixo da mesa. O tesão me subiu à cabeça, enlouqueci com os toques que ela me dava com os dedos dos pés, nas minhas pernas, tendo chegado a tocar minha xana! Nossos olhares nos denunciavam! Conversávamos com os olhos!

Jogamos até quase uma hora da manhã. Fui para a cama com a xana completamente encharcada. Meu marido me tocou e me perguntou o que estava havendo. Disse-lhe que as batidas e o vinho do jantar haviam mexido com minha libido. Trepei muito com ele! Contudo, metia pensando sempre nela!

No domingo, encurtamos o tempo de praia visto que o tempo ficou nublado perto do meio-dia. O almoço estava já adiantado e rapidamente estava na mesa. Naturalmente, os homens voltaram a preparar batidas, desta vez de abacaxi (que adoro!). Falei que iria dar uma cochilada, eles queriam jogar boliche. Neila disse a eles que não curtia aquilo e que ficaria em casa.

Quando percebi que eles saíram, logo me levantei e fui para a sala, perguntando-lhe:

- Você trancou a porta?

Ela balançou a cabeça negativamente e, ato contínuo, passou a chave. Como havia esfriado, sugeriu-me que ficássemos de pijama a fim de, sob um edredom, ver um vídeo que ela tinha escolhido, fechei a cortina e liguei o notbook a TV. O filme que ela havia escolhido tinha um título que me deixou intrigada – Berlin Affair, ou seja, Um Caso em Berlim.

- Que caso? – cogitei . . .

Iniciado o vídeo, logo me dei conta de que o enredo era altamente erótico. De repente, senti a mão direita de Neila procurar minhas mãos . . . Estremeci! Começou por acariciá-las. Como não refutei a investida, ela tocou meu seio esquerdo, bicos endurecidos, comecei a ficar molhada. Molhada e trêmula! O desenrolar do vídeo conduzia-nos para aumentar ainda mais os nossos tesões. Fui, passivamente, deixando que ela tomasse o comando. Já tocava meus seios com um carinho e delicadeza extremos. Foi ao meu umbigo, circundando-o com os dedos. Mais alguns segundos, meu tesão foi a mil quando ela enfiou a mão sob a minha tanguinha. Chegou ao meu Monte de Vênus, acariciando meus pelos (tenho só uma trilha vertical). Passei-lhe a mão pelo pescoço e trouxe sua cabeça para junto de mim, oferecendo-lhe meus seios a serem chupados, o que ela fez com muitos beijos e muita delicadeza . . . Gemi de tesão . . .Gozei porque ela demorou-se em ambos os seios . . .

Tenho muito tesão quando sou tocada ou tenho os seios chupados. Porque não aguentava mais de tesão – minha xana por inteiro e meu grelo pulsavam, supliquei-lhe que me masturbasse. Ela tocou-me já com dois dedos, pois sabia que eu deveria estar absolutamente molhada.

Nunca tinha imaginado sentir tanto tesão com uma mulher! Já não assistíamos mais ao vídeo, nós éramos o vídeo! Com um dedo, ela massageava meu clitóris; com outro, penetrou-me, buscando meu ponto G. Que delírio! Gemia descontroladamente, com orgasmos contínuos! Supliquei-lhe que me chupasse! Mas ela retardava esse desfecho.

Continuou a me masturbar, chupando meus seios e me beijando loucamente. Virou-me de bruços e, deitada sobre mim, passou a lamber meu pescoço, costas, beijando, beijando, mordiscando . . . descendo . . . descendo . . . Mordeu levemente minha bunda, foi para minhas coxas . . . pernas . . . pés . . . Ai! Meu Deus!

Fui ao céu quando ela lambeu meus pés e mordeu de leve o peito do pé esquerdo! Gozei!

Neila descobriu um ponto erógeno que eu, agora, aos 34 anos, desconhecia! Foi ao pé direito e repetiu a dose! Virei-me e ficamos frente a frente, ela por cima, olhando-nos fixamente, seus olhos eram um vulcão de tesão e desejo insaciáveis! Não falava nada! Só agia! Beijou-me com volúpia e, finalmente,  falou:

- Quero você pra mim! Quero chupar sua buceta!

Foi a “ela” e iniciou a maior, mais longa e melhor chupada que já “sofri” (se é que isso se constitui num sofrimento!), gozando continuamente, gritava de tesão! Ela não parava! Não sei o tempo que durou! O que sei (se é que sei!) é que gozei tanto que, a certa altura, pedi-lhe que parasse tanta era a dor que sentia no meu grelo . . . duro! Duro! Duro!

Ela ainda continuou me chupando levemente, me desligando pausadamente daqueles orgasmos infinitamente deliciosos . . . Abraçamo-nos e, com muitos beijos, disse-lhe:

- Quero ser sua pra sempre!

Foi um sofrimento agir normalmente quando todos voltaram para casa, eu estava exausta e cheia de tesão, querendo muito agarra a Neila.

Neila e eu matemos um caso ate hoje, meu marido e minha irmã acha que nos tornamos super amigas, mas a verdade somos amantes.

  • Enviado ao Te Contos por Julia

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

Realizei ! (14 -12 - 2022)

 

By. Cris

Me chamo Cris, tenho 24 anos. Em 14/12 eu realizei umas das minhas fantasias, eu estava dando o cu. Essa era a realidade. Desde que comecei a pensar em sexo, minha mente sempre ia além. Sempre ia para outras realidades, outras possibilidades. 

Eu nunca tinha confiado em ninguém para fazer isso. 

Todo mundo me falava que sexo anal doía. Que era dolorido, que machucava, que era algo para se envergonhar. 

Nas rodas de conversas entre amigas, nas noites escuras dos barzinhos da Augusta, eu lembro de todas rindo quando algumas de nós mencionávamos em cu. "Que coisa nojenta", "O buraco é outro", "Ninguém merece". 

Eu bebericava minha cerveja, calada. O aro grosso do meu óculos protegendo minha verdadeira identidade. 

Possibilidades mais picantes. Possibilidades diferentes para uma mulher heterossexual que cresceu estudando em um colégio católico.

E eu sabia que seria julgada. E sabia que não era qualquer cara que iria fazer o que eu queria, como eu queria, sem ser uma péssima experiência. 

No meu último relacionamento longo, caí no erro de falar para o cara que tinha esse sonho. Pronto. Ele só falava disso, só fixava na porra do cu. Perdeu todo o encanto.

Mas, naquela quarta-feira pós expediente, me arrumando para o terceiro (ou quarto) date com o Tom, eu sabia que ele seria o cara perfeito para isso. Na primeira vez que transamos, ele perguntava tudo. Se estava gostoso, se estava doendo, se eu gostava de um jeito ou do outro. Ele não parou até eu gozar. E o melhor: ele era exatamente o meu tipo. 

Moreno, alto, barbudo. Os cabelos longos e lisos, negros e grossos. Com cara de cresceu em uma excelente família, mas no fundo, cheio de desejos reprimidos que não tinha muito como (e onde) realizar. 

Meu número!. 

Marcamos de sair naquela tarde, naquele restaurante charmoso italiano no Mooca. Eu não tinha avisado nada, mas eu sabia que ele iria topar. Tinha comprado 3 tubos de lubrificante e estava levando meu bullet na bolsa.

Exagerada? Talvez.

Mas sempre precavida. 

Ele apareceu com aquele olhar manso que me tomava conta toda vez que nos víamos. Por trás daqueles olhos castanhos tinha uma força e intensidade que era reservada para quatro paredes. 

Pedimos um vinho. Ele escutava o que eu falava atentamente, pescando cada informação sobre mim. Analisando, arquivando cada dado, cada gesto. Ele era um cara que realmente escutava. 

E que realmente sabia das coisas. De Lacan até inteligência artificial, ele devorava conversas como devorava livros. E era com essa mesma intensidade que eu sabia que eu podia contar com ele para realizar meu sonho. 

Em determinado momento, começamos a falar sobre coisas sempre queríamos realizar na vida. 

- Eu queria muito ir nas Maldivas. Aquela coisa bem casal de instagram batido: mergulhar no mar azul, pisar na areia transparente. Pacotão de turista de padrão com um copo de gin na mão e um calção de abacaxi no corpo.

- Quem diria. 

- Pois é. Quem me viu, quem me vê. Qual é o seu?

- Diversificados. Voltar para Londres e morar para sempre por lá. Ter minha própria livraria. Ou um café. Sexo anal. 

Ele deu uma risada. Vi seu olhar mudar entre o divertido e o travesso, com um toque a mais. Aquela intensidade que estava reservada para quatro paredes. 

- Esse último é mais viável de realizar. 

- Sim. Mas só com alguém confio. 

- Na hora que for pra ser, você vai sentir. 

Ele sorriu para mim e não pressionou o assunto. Ali, tive minha confirmação que seria com ele mesmo.

Naquela noite. 

Fomos do restaurante para o meu AP, aqui eu liguei o toca discos da sala (sim! Tenho um toca disco pois amo o som deles). O jazz suave saia do vinil, e ele estava sentando no sofá fazendo carinho no Carlinhos, meu gato. Aproveitei o silêncio para dar a mão para ele e o guiar silenciosamente até o quarto. 

Ele deu um daqueles sorrisos que me arrepia dos pés a cabeça. Nos atiramos com força um para o outro, nossas línguas entrelaçadas, naquele ritmo intenso que sempre - desde a primeira vez - nos tocávamos. 

Ele entendia qual era minha linguagem. 

Naqueles momentos, eu sentia que naquele instante, éramos feitos um para o outro. Se existiu algum mito de alma gêmea, metades da laranja, foram por químicas semelhantes a nossa. 

Naquela combustão de corpos, nos vimos pelados, transando, em um piscar de olhos. Eu não sei se eu sentei em cima do seu pau ou ele veio por cima de mim: apenas encaixamos e transávamos sob a luz baixa do abajur.

O dedo dele no meu clitóris.

Meus dentes no seu pescoço.

A sua mão batendo na minha bunda. 

Eu queria ali. Ali, naquele momento, naquele instante. 

- Come meu cu. 

Ele riu. Me tirou da posição de quatro e me girou, meu torso contra o dele. Sussurrou no meu ouvido:

- Tem certeza? 

- Absoluta. Agora. 

Eu estendi minha mão e puxei da gaveta, desengonçada, mais um tubo de lubrificante.

Ele me deitou de lado. Com as nádegas contra o corpo dele, em uma perfeita conchinha. Senti o geladinho do lubrificante no meu ânus. Ele me comia devagar, sem pressa, enquanto circulava meu clitóris. Eu tentava não gozar ali, na hora. 

Prendia todo meu assoalho pélvico, segurando o gozo, segurando o prazer.

- Relaxa. Temos todo o tempo. Goza, eu sei que você tá chegando lá. 

Soltei o gemido que estava segurando. Gozei, e senti todos os meus músculos relaxando, o quentinho invadindo dentro de mim. 

Nesse mesmo momento, senti um dedo, bem lubrificado, dentro do meu ânus. Devagar, abrindo caminho. Depois outro. A excitação foi voltando, mais forte, mais lenta, abrindo caminho para algo novo. 

A mão no clitóris voltou de novo. Ele me dedilhava por completo, na frente e atrás, me preenchendo, prometendo algo novo. Algo maior, algo grande. 

- Caralho... Me come logo...

- O quanto você quer?

Senti ele mordiscando minha orelha, sua ereção contra minhas nádegas, enquanto seus dedos se ocupavam de me preencher. 

- Come meu cu, Tom. Agora, porra. 

Ele riu. Senti a cabeça do seu pau entrando devagar. Algo grande, diferente, que nunca tinha sentido antes.

- Me avisa de tudo. Se doer, se quiser parar, se quiser parar. Estou aqui. 

Eu assenti com a cabeça. 

Não era exatamente uma dor. Era como algo estranho, algo diferente, algo grande. Algo me alargando. E eu estava subindo pelas paredes de tesão. 

Queria que ele me preenchesse. Só isso. 

Logo senti todo seu pau dentro de mim. Ele imóvel, parado. 

- Tá tudo bem? Doendo?

- Continua...

Ele foi devagarinho. Aos poucos, me preenchendo, me envolvendo. A sua mão sempre na minha frente, circulando meu clitóris. 

 E o crescente começou. De pensar que era ele, dentro do meu cu, me arrombando, desbravando um caminho não conhecido, sentia que queria gritar. Explodir em 10, em uma supernova. 

Ser preenchida por todos os buracos. 

Gozei novamente, estremecendo meu cu no seu pau. Ele não aguentou e bateu na minha bunda, gozando dentro. 

Desencaixamos. Senti aquela sensação deliciosa de ter sido usada. Preenchida. 

Mas em outro lugar. 

Eu beijei seus lábios e olhei para seus olhos curiosos, apreensivos. Mas satisfeitos. 

- Obrigada. 

- Volte sempre. 

Rimos, abraçados. O alvorecer se aproximando 

Que noite maravilhosa, sensações novas e deliciosas para um final de ano, que se repetirá mais e mais e mais vezes !

  • Enviado ao Te Contos por Cris

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Fodendo e Aprendendo

 

By; Pedro

Então, me chamo Pedro, hoje tenho 22 anos, Moreno, 1,89 de altura, cabelos Pretos meio cacheados, físico em dia, desde novo sou competidor de jiu-jitsu, então esporte e musculação sempre fizeram parte da minha vida, amo Praia, sou de Salvador, então, imagino que vocês entendam.

Contarei uma série de fatos ocorridos no meu ensino médio.

Cresci numa casa com duas irmãs, meus pais se divorciaram MT cedo, Eu, a Marcela e a Júlia morávamos com nossa mãe.

Minha família sempre investiu muito em nossos estudos, sempre estudamos em bons colégios, colégios caros, o estudo em nossa casa estava imposto como uma obrigação a cima de todas as outras obrigações, nada importava mais que o estudo.

Até por isso a Marcela, minha irmã mais velha, foi aprovada em medicina na UFRJ ainda aos 20 anos, saindo de casa precocemente e gerando, pela aprovação, uma pressão enorme em mim e na Júlia a seguir os mesmo passos.

Não muito tempo depois a Júlia conseguiu um intercâmbio para cursar fisioterapia no Canadá, parte pago em parceria pela faculdade dela e outra parte paga por minha mãe.

A partir daqui o estudo começou a virar um grande problema, pois toda pressão que antes era dividida entre 3, passou a cair somente em minhas costas, e eu, que sempre fui um ótimo aluno, comecei a deixar de mão e me tornar o a "decepção" da família.

Quando cheguei ao ensino médio, já era o típico adolescente, "rebelde" e averso a todo tipo de obrigação impostas por meus pais. Comecei a jogar tudo para cima, sem um motivo ao certo, só não queria mais esse peso, mas estava decido a viver a vida, conhecer o mundo fora da minha bolha, comecei a faltar aula para jogar bola, ir a praia, ir em outros colégios encontrar amigos, aqui eu entrei no jiu-jitsu e isso começou a refletir nas minhas notas, ao fim do ano já estava praticamente tudo perdido.

Foi nesse instante que a Carol, a melhor amiga da minha irmã mais velha, apareceu para mudar a minha vida.

Carol tinha na faixa de 1,55 de altura, 24 anos, morena, cabelos cacheados, pele dourada, bem típico da soteropolitana que ama tomar um sol e fazer marquinha de biquíne. Marquinha essa que, inclusive, dava um tom encantador àquele rabo lindo que ela adorava ostentar, O que faltava altura sobrava em bunda. Quando criança, eu sempre ficava espiando pela janela a oportunidade de visualizar aquele rabo, enquanto ela acompanhava minha irmã na piscina. Além da raba enorme, tinha pernas torneadas, tipo novinha de academia, e cintura fina.

Mas, em contra partida, seus peitos era pequenos, porém, na medida certa para se divertir.. Tudo bem, nada mas justo, após um rabo delicioso como o dela, seria injusto se o peito também fosse perfeito.

Carol cresceu na minha casa com a Marcela, minha mãe a considerava quase como uma filha, ela viu todo o meu crescimento, e até dizia que era minha "meio irmã", "irmã emprestada". Cuidava de mim quando n tinha ngm em casa, às vezes me levava para a escola no fundamental 1, na adolescência me dava conselhos sobre as menininhas, e coisas do tipo.

Diferente da Marcela e da Júlia, a Carol ainda n tinha tido resultado com os estudos, embora fosse muito inteligente e dedicada e já estudasse a anos, tentava ingressar no curso de medicina mas o valor do cursinho era muito caro e ela n tinha condições de pagar o valor mensal. um dia, pós ter ido mal no vestibular, ela conversava com minha mãe sobre suas dificuldades e frustrações, estava para desistir, e, entoa, minha mãe fez uma proposta a ela:

- "Carol, vou te dar um desafio, o Pedro está em recuperação (final) em 6 matérias, se tu conseguir fazer c que ele seja aprovado vou te contratar como professora de reforço dele para o próximo ano e pagarei o mesmo cursinho que pagava para a Julia e Marcela"

A Carol até chorou, e prometeu que, não importava o que fosse preciso fazer, ela faria eu ser aprovado. Ela teria 2 meses para me fazer aprender o que não aprendi em um ano todo.

A partir daqui comecei a tomar aula de reforço na casa da Carol, a primeira semana foi tranquila, fui todos os dias, de fato, eu n queria repetir um ano, sabia que era atraso de vida, mas ao mesmo tempo eu tinha zero interesse, zero força de vontade, estava ali mais pela obrigação. Pensava que, mesmo se eu quisesse mudar o cenário, negligenciei o ano todo, àquela medida só um milagre para me fazer aprender e ser aprovado.

Na segunda semana, eu já não queria ir, tinha desistido. Desacreditava que seria possível, fui alguns dias, mas n dava atenção alguma a ela ou às aulas.

E esse foi o primeiro desafio de Carol, me fazer acreditar que era possível, fazer com que eu me interessasse e lhe desse atenção, confiasse nela.

Eu a ignorava no wpp, ou dava desculpas, n atendia as chamadas, até que ela conseguiu uma forma de chamar a minha atenção:

Um dia, em uma conversa aleatória, em um ato desesperado, ela me mandou uma foto do rabo, todo empinado, sentada num brinquedo. Ela sabia q eu estava c a conversa dela aberta, enviou e apagou no mesmo instante. Foi coisa de 5 segundo mas consegui registrar tudinho na mente, lbro como se tivesse acabado de ver: Ela estava apoiada nos joelhos, como se "meio de 4" mas com o peito encostado na cama, em um desnível, o que dava mais destaque à sua raba enorme empinada para cima, com uma calcinha vermelha minúscula puxada para o lado e um brinquedo quase que entalado em sua bctinha que chegava a brilhar, encharcada e escorrendo o seu mel. Ela, encaixada no brinquedo, deixava o tronco cair, dando ênfase a bunda, com os braços para trás, apertava com uma mão a parte esquerda da bunda, que de grande escapava pelos dedos, enquanto batia a foto com a mão direita, num angula de trás para a frente.

Fiquei perplexo quando vi aquela foto, congelei, meu coração parou por uns 2 segundos. N tive tempo de printar, nem mesmo de pensar nisso, somente pude ver e registrar aquilo na mente. No mesmo instante, como se tivesse cometido um erro, ela me ligou desesperada, dizendo ter enviado por engano, me pediu desculpas. Tentei agir com naturalidade e disse q n cheguei a ver o que era, claro, não ia bancar o virjão e demonstrar o que sentia naquele momento. Cara, se foi proposital ou não, até hj n sei, mas ela acabou tendo o que queria: minha atenção.

Resultado, dia seguinte era sábado, nem era dia de reforço, estava lá às 8 da manhã na porta dela. Aquele dia foi muito diferente dos outros, coincidentemente, quando entrei no quarto da Carol, vi o mesmo brinquedo da foto que ela mandou, em baixo da cama, só que de uma forma "meio escondido, meio exposto", parecia estar ali de propósito. O brinquedo passou o dia todo no mesmo local, aquela pequena migalha me prendeu o dia todo lá, só pela lembrança daquele rabo lindo, imaginando-a de 4 na minha frente, do mesmo modo em que estava na foto.

No dia seguinte, novamente, lá estava eu cedo, só q quando novamente entrei no quarto, estava tudo no seu devido lugar, como sempre foi. Carol teve o mesmo comportamento de sempre, e Automaticamente, meu rendimento foi tão ruim quanto os outros dias, dei uma desculpa e fui para casa após um tempo, disse que estava com dor de cabeça, e que, se me sentisse melhor, voltaria à noite.

As 19 Carol aparece em minha casa, sem nem me avisar, me flagrou completamente bem, n tive desculpa, tive que ir à sua casa para a aula. Assim que chegou em casa colocou uma roupa que segundo ela "roupa de ficar em casa". Um babydoll branco com bolinhas azuis, fino, desenhava todo o seu corpo, destacava seu peitinho, que embora pequeno, era bem durinho. Ela nunca tinha feito isso antes, então, fiquei meio nervoso, tentando manter o foco só nela, e não na calcinha preta minúscula que ela usava, Passei a noite toda prestando atenção na Carol.

No fim da noite ela me disse:

- "Sebe, Pedro, oq te falta é uma boa motivação, sei a pressão em sua casa não tem sido boa para você, e que é apenas a isso que se resume o seu problema, motivação, sem carga de cobrança, sem peso"

- "Vamos fazer um acordo, Você está precisando ser ajudado, e eu estou precisando te ajudar, de modo que, te ajudando eu tb serei ajudada."

- "O que nós podemos fazer para um ajudar ao outros e todos saírem felizes ?"

Não deu tempo nem de responder, ela já tinha a resposta:

- "Te fiz uns testes esses dias, e vi q sua mudança com os eventos. Percebo como me olha, como não tira os olhos da minha bunda, imagino que tu tenha sonhado com a foto daquele dia." Falava com ar risonho, olhando para mim de lado.

- "Vamos fazer assim, Então, durante a semana, a depender do seu comportamento, rendimento e dedicação, te darei um motivo para se sentir motivado, isso se chama esforço x recompensa"

Eu não falava nada, concordava com ela, mas n fazia idéia do que ela seria capaz de fazer para me "ajudar a ser ajudado".

Fui todos os dias da semana seguinte, e de segunda a sexta n houve absolutamente nada de diferente, achei até que ela estava tentando me enganar. Quando chegou o sábado, recebo uma ligação dela perguntando se eu n iria, e de fato, não iria mas me levantei, botei a roupa e fui.

Ao entrar no quarto, mesmo coisa de sempre, aula normal, até que, no fim, Carol me pede para esperar enquanto ela vai no banheiro. Espero por uns 5 minutos e ela me sai c um vestidinho quase transparente, uma calcinha branca com babadinhos azuis que sumia em sua bunda, de tão pequena, sutiã de alguma cor que eu se quer reparei. Meu olhos moravam na bunda dela, não viam nada além daquela raba.

No mesmo instante meu pau explodiu na bermuda. Ela veio falando:

- "então, essa é sua recompensa pela semana, vou chegar mais perto para você ver, só n pode tocar"

A princípio, Ver foi mais que suficiente para me animar, ela girou bem devagar em minha frente, rápido, mas o necessário para eu gravar.

Parou de costas para mim, empinou o rabo, olhou para trás e riu da minha reação, ria do meus rosto vermelho, da minha testa suando. E falou:

- " quantas vezes já bateu uma pensando nessa cena? Se for um bom aluno e se comportar direitinho, passarei na hipótese de te deixar ver outras vezes".

Saí de lá c a motivação batendo na testa, e o pau tb.

Compareci a semana toda, foi uma semana diferente, aprendi bastante, conversamos muito sobre coisas aleatória, mas também sobre nossas intimidades. A Carol disse amar pagar um oral, que era sua segunda coisa preferida, eu imaginava que ela deveria estar falando a verdade, pois, tinha lábios carnudos, e uma carinha de puta que só de imaginar ela me chupando e me olhando nos olhos com aquela cara eu já estremecia até a alma. Esses papos fez com que o clima ficasse mais leve e que ela ficasse mais a vontade.

No sábado, como de praxe, recebo uma msg da Carol, perguntando aonde eu estava, dizendo que tinha acabado de chegar da rua e que era p eu passar lá. Só vi a msg umas 2 horas depois, nem respondi, fui direto para lá. Como cheguei sem avisar, ao abrir a porta do quarto, achei ter pego a Carol de surpresa, pois, ela estava assistindo um filme, toda enrolada no edredom. Quando me viu tomou um susto, falou:

- " essa hora ? Já tinha desistido de você, n me respondeu, achei q n viria. Tinha uma surpresa para te dar, mas só semana que vem agora."

Eu fiz pouco caso e, sem ser convidado, me sentei em sua cama, me cobri junto com ela para ver o filme. Peguei no sono, não sei ao certo o momento, mas, quando acordei, já tinha um outro filme passando, filme mais quente, pegada "50 tons" ou algo do tipo.

A Carol não me acordou, n sei pq, talvez por estar bem entretida no filme, notei que ela mordia os lábios, tremia um pouco, sua perna direita estava por cima da minha perna esquerda, como alguém buscando ganhar espaço, sua perna esqueça estava meio que para fora da cama, ela estava sem blusa, com os peitinhos em pleno ar-condicionado, com a mão esquerda apertava um deles e com a direita tocava uma bela siririca, enquanto eu dormia.

Fiquei uma 5 minutos inerte, sem acreditar que ela realmente estava siriricando comigo ao lado. Deixei continuar sua brincadeira, sozinha, gemendo baixinho, aquela sensação me deixava muito excitado, até que finalmente ela gozou, mordendo o edredom.

Passou-se uns minutos, a Carol levantou para buscar algo, e nessa hora eu decidi fingir acordar. Quando ela voltou do banheiro eu já estava sentado, ela ficou parada, me olhando, pelada, por uns 2 minutos. Falou :

- "você é bem lerdinho, né ?! Fingindo dormir essa tempo todo, se tivesse "acordado" antes, teria deixado participar da brincadeira, já seria sua recompensa da semana, mas não, ficou só ouvindo"

- "Tu até finge bem estar dormindo, mas seu pau não, eu sentia ele latejar em baixo da minha perna direta, e quando roçava minha perna nele sentia os leves movimentos que você fazia"

Comecei a rir, sem graça.

E então, veio a recompensa inusitada: - "Mas vem cá, vou te dá um presente. Como minha obrigação é te ajudar, vou te ajudar nessa novamente, não te deixarei sair daqui carregado dessa forma"

Então ordenou:

- "abaixa esse short" - congelei nessa hora, sem reação.

- "vai menino, abaixa o short, ou até isso vou ter q fazer também?" - abaixei o short, devagar, sem acreditar.

- "Isso. a box também!" - por sorte estava meio escuro, não pôde ver minha cara vermelha.

Quando abaixei a box, estava completamente melado, chegava a fazer uma mancha enorme na cueca. A situação era tanta, que, eu abaixava devagar e aquele fio ia se esticando sem fim, como fio de caramelo, seiva de babosa, chiclete esticado.

Eu não falava nada, apenas obedecia.

- "agora senta na quina da cama" - sentei, estiquei os braço me apoiando para trás, na cama, o que fez c que meu pai ficasse completamente ereto, enquanto meu tesão ia escorrendo devagar.

Então ela veio, cuidadosamente, sentou ao meu lado, depois se moveu para trás de mim, encaixando suas pernas ao meu redor e apoiando seu peito em minhas costas. Passou seu braço direto por baixo do meu braço, colocou a cabeça de lado para observar o trajeto, e com a mão apalpou meu pau com carinho, todo lambuzado ela corria a mão, bem devagar. Deslizava entre seus dedos e em poucos segundos já não conseguia segurar os gemidos baixos. Ela dominava a coisa, e deixava correr leve por sua mão, começou a embalar enquanto me falava ao ouvido:

- "Vai, goza para mim, tu já me ouvir gozar, agora é minha vez de te ouvir. Quero sentir seu leitinho escorrendo em minha mão."

Nesse instante começou a acelerar, eu até tentei não gozar, queria aproveitar aquilo ao máximo, mas foi impossível não gozar com ela falando ao meu ouvido com aquela voz de puta, mordendo minha orelha, chupando meu pescoço, ela estava se doando ao máximo, como se eu fosse um dos caras que a fodia com frequência.

Segundos depois gozei jatos, que escorreram por toda mão dela, Automaticamente me melando todo. Desabei em seu peito. Ela colocou dois dedos da boca e riu:

- "bom aluno, agora vai tomar um banho e depois casa, essa foi sua recompensa da semana"

Não me deixou nem a tocar, nem a beijar, nem nada. Ella dizia que aquela era minha recompensa, mas, na realidade, parecia mais a dela. Sua cara não escondia, ela parecia se deliciar com oq tinha acabado de acontecer.

Fui para casa, faltavam apenas 2 semanas para as provas.

Semana seguinte não vi a Carol, ela teve um problema com a mãe e não ficou em casa, mal manteve contato comigo no celular, não sei bem oq houve. Mas na semana seguinte, última semana, antes das provas, montamos um campo de guerra, buscando recuperar a semana perdida e manter a última.

Eu estava completamente focado em fazer dar certo, ser aprovado, vinha bem nos resultados dos exercícios, estava "dando a vida" por aquilo.

Ela igualmente, comigo quase o dia todo, fora o horário em que estava no colégio era aula de reforço, exercícios e simulados. Ela não me deixava respirar, estava tão estressado que já nem lembrava do episódio na quela noite a duas semanas.

Por fim, A semana se rastejou, lenta como se fosse um ano todo. Na sabado à tarde, após almoçar na casa da Tainá, chego em casa e encontro a Carol me esperando. Apareceu sem nem me avisar, tinha dito à minha mãe que, por ser o último dia de reforço, eu iria para a casa dela sem hora de voltar, já tinha até arrumado uma mochila com minhas roupas, para que, se necessário, dormisse lá.

Fiquei surpreso, achei que conseguiria descansar no sábado, mas n reclamei, tomei um banho e fui.

Começamos a estudar era 13, seguimos direto, passando por cada uma das 6 matérias, revendo pontos importantes, refazendo questões que eu errei anteriormente, fazendo novas questões, terminamos exatamente às 02:22 do domingo.

Falei:

- "Estou acabado e morrendo de fome, o tempo voou, quase não paramos"

Ela disse: - toma um banho quente, é o tempo que preparo algo para comermos. Também vou providenciar um colchão para tu dormir.

Então fui, tomei meu banho com calma, estava realmente acabado. Quando saí já tinha um jantar me esperando, comi, sozinho. A mãe da Carol já dormia, ela estava no quarto. Após comer me dirigi ao quarto dela.

A Carol demorou quase 30 minutos no banheiro, já estava quase caindo no sono quando ela saiu.

Com um conjuntinho de lingerie vermelho, em seu corpo ficava lindo. Sutiã rendado com babadinho branco, calcinha fininha, como sempre, destacando sua raba. Meu olhos brilharam e senti a adrenalina correr o corpo.

Ela disse, enquanto vinha andando devagar em direção à cama:

- "Sabe, Peu ? Esse negócio de recompensa é um problema, sabia ?! pq, recompensas, para valerem a pena, precisam sempre ser maiores que as ultimas."

- "Se eu te dou algo que já te dei, não terá tanta graça como se eu te der algo novo."

- " Observe, começamos com uma foto, depois deixei tu me ver ao vivo, depois toquei uma para você após deixar tu me ouvir gozar, agora, com o que mais eu poderia te recompensar ? "

Nesse instante ela chegou à cama e deitou, virou de bruços, despretensiosamente, mechendo do celular com o rabo enorme para cima.

Eu, como sempre, não respondia nada. Ela já tinha definido tudo que aconteceria, não estava nas minhas mãos.

Sentei ao seu lado, e continuei calado.

Então ela soltou o celular na cama e voltou a falar:

- "Vamo lá, prozinha boa que sou, vou ter que pegar na sua mão como sempre!"

É literalmente começamos assim, ela pegou na minha mão e levou em direção a sua bunda.

- "vai, oq tu quer fazer ? Aperta! Que dar um tapa ?"

Apertei sua raba, devagar, a princípio. Depois com mais vontade, imaginando a visão que aquilo poderia ter de 4, o estrago que aquele rabo poderia causar no meu psicológico.

Ela ria, olhava na minha cara.

- "senta aqui, vamo começar pelo caminho correto"

Sentei, em seguida ela levantou, sentou em meu colo, encaixada de frente para mim.

A realidade é que ela estava pegando fogo, ao sentar em meu colo, pude sentir sua bct quente em minha perna, mesmo embaixo da calcinha.

Começou beijando meu rosto, desceu ao meu pescoço, subiu até a orelha falando:

- "tá pronto para foder a profzinha?" - falava e ria

Me beijou bem devagar, o pau latejava sob sua bct, louco para sentir aquele calor. Com o beijo então.. boca carnuda, leve, gostosa. Deslizava entre meus lábios de uma forma única.

Começamos devagar, minutos depois o beijo deu aquela esquentada, então, tomei atitude de descer pelo seu pescoço até o peito, que, embora pequeno, cabia perfeitamente na minha boca. Então comecei a chupa-los, devagarinho, passava a língua, via o bico enrijecer, ia até o outro, chupava com mais vontade enquanto ela gemia em meu ouvido e roçava a bct com força na minha perna que já estava escorregadia.

Então foi sua vez de brincar comigo, agora de uma forma que eu esperava a muito tempo. Me deitou na cama e começou a descer, beijando meu pescoço, peito, abdômen, até chegar ao pé do abdômen. Então parou, me olhava nos olhos, com uma carinha de quem estava esperando eu pedir, suplicar por algo, ria.

Finalmente, abaixou meu short, puxou um pouco da box. Mal pude sentir o frio do ar-condicionado e já senti sua boca quente e úmida derretendo por meu pau, que já estava todo lambuzado. Aquilo era delicioso, não sei se senti, novamente, uma sensação como aquela causada por uma boca. Aquela boquinha carnuda, me arrancou suspiro de uma forma que n sei explicar.

Ela usava muito bem os lábios, sempre em contato, sempre úmidos. Começou só com a cabeça, depois veio descendo aos poucos, e cada vez que descia ia mais fundo que antes. Descia devagar e subia chupando com mais força, continuamente, até chegar à base. Então tirou da boca, respirou um pouco, voltou, agora brincando com a língua. Passava com cuidado, veio descendo por toda o corpo até a base, voltou a chupar-me.

Pedi para ela parar pois não n queria gozar, então ela riu, parecia ter se sentido desafiada, sendo que era o exato oposto.

Começou a me chupar com intensidade, olhava eu meu olhos, segurava meu pau com uma mão e massageava as bolas c a outra, empurrava tudo fundo até a garganta, até que, mesmo sem querer, gozei tudinho dentro da sua boca. Ela fez questão de nem tirar a boca do pau e engoliu gota por gota.

Após gozar não me deixou nem respirar, levantou, enquanto via se tinha recebido algo no celular, falou:

- "Parte um já foi entregue, agora falta a última e mais especial."

Jogou o celular de canto, deitou na cama, ficou de quarto, empinou bem o rabo e olhou para minha cara rindo.

O pau já estava trincando novamente, chegava a pulsar.

Então ela mesmo pegou a calcinha e puxou de lado. Bctinha lisa, completamente depilada, chegava a brilhar enquanto escorria o seu próprio mel.

Olhava aquele rabo sem acreditar que ele estava na minha frente, mas n parei mt para refletir sobre isso, fui atraído como um ímã.

Primeiro brinquei com ela, é bom fazer um drama às vezes. Dei leves pinceladas na portinha dela, lambuzava a cabeça no seu mel enquanto brincava c seu grelo, pressionava entre a raba, fazia uma pressãozinha, depois comecei a empurrar devagarinho a cabeça em sua bct, que de tão molhada e quente me sugava para dentro.

Empurrei pouco a pouco, cada vez mais fundo, enquanto ouvia ela gemer, morder o edredom, pedir que eu fosse mais fundo, e assim obedeci, mas aos poucos. Até chegar a base, parei por uma 5 segundos sentindo aquela temperatura me abrigar. Voltei a bombar, agora c mais pressão, tirando até a cabeça e empurrando até o fim. Ela virava os olhos, eu morava naquele rabo, se fosse possível, aquele ângulo lindo me empolgava mais e mais a fode-la com vontade.

Enterrei a mão na base do seu cabelo, puxei junto a cabeça dela com cuidado para que olhasse para mim, queria ver sua caras e bocas. Ela não me negava olhares, me olhava no fundo dos olhos pedindo para fode-la com vontade, nesse instante saiu a primeira tapa, estralou alto no quarto. Se sentiu instigada, riu e pediu outra, então dei mais dias e voltai a meter com força, sentia bater dentro dela. Não mudei de posição pois queria ter aquelas cenas dela de 4 gravadas na minha mente, não sabia se pós prova isso voltaria a acontecer.

Mantive a intensidade, porém soltei o cabelo dela e com a mesma mão abracei sua cintura e direcionei ao seu grelinho, massageando-a com a mão direita, enquanto com a esquerda apertava seu peito. Mordia suas costas, metia com vontade.

Nesse instante, sem me avisar, gozou para mim, tremendo as pernas. Coincidentemente eu já estava me segurando, então deixei ela retomar as forças, a botei e bruços, c a raba empinada, pois queria gozar tendo aquela visão, não podia ser um outra, voltei à foda.

Então, poucos minutos depois, gozei tudinho em cima daquela raba. Meu leite escorria por ela toda, esse cena ficou gravada em minha mente.

- "último ato concluído, como prometi, fiz de tudo para garantir que tu seja aprovado, agora está nas suas mãos, só depende de você"

Desabamos um ao lado do outro, passamos uns 15 minutos para recompor o fôlego, depois levantamos, tomamos um banho. já era coisa de 4 para 5 horas da manhã, tempo voou.

Finalmente deitamos e dormimos juntos. Acordei à tarde, me despedi, fui para casa.

Durante a semana fiz as provas, e, em resumo, acabei sendo em todas as matérias e fodendo a bct mais gostosa da minha vida.

Fui aprovado e a mãe pagou o cursinho da Carol, que continuou sendo minha profzinha de reforço.

  • Enviado ao Te Contos por Pedro

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

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