By; Pedro
Então, me chamo Pedro, hoje
tenho 22 anos, Moreno, 1,89 de altura, cabelos Pretos meio cacheados, físico em
dia, desde novo sou competidor de jiu-jitsu, então esporte e musculação sempre
fizeram parte da minha vida, amo Praia, sou de Salvador, então, imagino que
vocês entendam.
Contarei uma série de fatos
ocorridos no meu ensino médio.
Cresci numa casa com duas irmãs,
meus pais se divorciaram MT cedo, Eu, a Marcela e a Júlia morávamos com nossa
mãe.
Minha família sempre investiu
muito em nossos estudos, sempre estudamos em bons colégios, colégios caros, o
estudo em nossa casa estava imposto como uma obrigação a cima de todas as
outras obrigações, nada importava mais que o estudo.
Até por isso a Marcela, minha
irmã mais velha, foi aprovada em medicina na UFRJ ainda aos 20 anos, saindo de
casa precocemente e gerando, pela aprovação, uma pressão enorme em mim e na
Júlia a seguir os mesmo passos.
Não muito tempo depois a Júlia
conseguiu um intercâmbio para cursar fisioterapia no Canadá, parte pago em parceria
pela faculdade dela e outra parte paga por minha mãe.
A partir daqui o estudo começou
a virar um grande problema, pois toda pressão que antes era dividida entre 3,
passou a cair somente em minhas costas, e eu, que sempre fui um ótimo aluno,
comecei a deixar de mão e me tornar o a "decepção" da família.
Quando cheguei ao ensino médio,
já era o típico adolescente, "rebelde" e averso a todo tipo de
obrigação impostas por meus pais. Comecei a jogar tudo para cima, sem um motivo
ao certo, só não queria mais esse peso, mas estava decido a viver a vida,
conhecer o mundo fora da minha bolha, comecei a faltar aula para jogar bola, ir
a praia, ir em outros colégios encontrar amigos, aqui eu entrei no jiu-jitsu e
isso começou a refletir nas minhas notas, ao fim do ano já estava praticamente
tudo perdido.
Foi nesse instante que a Carol,
a melhor amiga da minha irmã mais velha, apareceu para mudar a minha vida.
Carol tinha na faixa de 1,55 de
altura, 24 anos, morena, cabelos cacheados, pele dourada, bem típico da soteropolitana
que ama tomar um sol e fazer marquinha de biquíne. Marquinha essa que,
inclusive, dava um tom encantador àquele rabo lindo que ela adorava ostentar, O
que faltava altura sobrava em bunda. Quando criança, eu sempre ficava espiando
pela janela a oportunidade de visualizar aquele rabo, enquanto ela acompanhava
minha irmã na piscina. Além da raba enorme, tinha pernas torneadas, tipo
novinha de academia, e cintura fina.
Mas, em contra partida, seus
peitos era pequenos, porém, na medida certa para se divertir.. Tudo bem, nada
mas justo, após um rabo delicioso como o dela, seria injusto se o peito também
fosse perfeito.
Carol cresceu na minha casa com
a Marcela, minha mãe a considerava quase como uma filha, ela viu todo o meu
crescimento, e até dizia que era minha "meio irmã", "irmã
emprestada". Cuidava de mim quando n tinha ngm em casa, às vezes me levava
para a escola no fundamental 1, na adolescência me dava conselhos sobre as
menininhas, e coisas do tipo.
Diferente da Marcela e da
Júlia, a Carol ainda n tinha tido resultado com os estudos, embora fosse muito
inteligente e dedicada e já estudasse a anos, tentava ingressar no curso de
medicina mas o valor do cursinho era muito caro e ela n tinha condições de
pagar o valor mensal. um dia, pós ter ido mal no vestibular, ela conversava com
minha mãe sobre suas dificuldades e frustrações, estava para desistir, e,
entoa, minha mãe fez uma proposta a ela:
- "Carol, vou te dar um
desafio, o Pedro está em recuperação (final) em 6 matérias, se tu conseguir
fazer c que ele seja aprovado vou te contratar como professora de reforço dele
para o próximo ano e pagarei o mesmo cursinho que pagava para a Julia e
Marcela"
A Carol até chorou, e prometeu
que, não importava o que fosse preciso fazer, ela faria eu ser aprovado. Ela
teria 2 meses para me fazer aprender o que não aprendi em um ano todo.
A partir daqui comecei a tomar
aula de reforço na casa da Carol, a primeira semana foi tranquila, fui todos os
dias, de fato, eu n queria repetir um ano, sabia que era atraso de vida, mas ao
mesmo tempo eu tinha zero interesse, zero força de vontade, estava ali mais
pela obrigação. Pensava que, mesmo se eu quisesse mudar o cenário, negligenciei
o ano todo, àquela medida só um milagre para me fazer aprender e ser aprovado.
Na segunda semana, eu já não
queria ir, tinha desistido. Desacreditava que seria possível, fui alguns dias,
mas n dava atenção alguma a ela ou às aulas.
E esse foi o primeiro desafio
de Carol, me fazer acreditar que era possível, fazer com que eu me interessasse
e lhe desse atenção, confiasse nela.
Eu a ignorava no wpp, ou dava
desculpas, n atendia as chamadas, até que ela conseguiu uma forma de chamar a
minha atenção:
Um dia, em uma conversa
aleatória, em um ato desesperado, ela me mandou uma foto do rabo, todo
empinado, sentada num brinquedo. Ela sabia q eu estava c a conversa dela
aberta, enviou e apagou no mesmo instante. Foi coisa de 5 segundo mas consegui
registrar tudinho na mente, lbro como se tivesse acabado de ver: Ela estava
apoiada nos joelhos, como se "meio de 4" mas com o peito encostado na
cama, em um desnível, o que dava mais destaque à sua raba enorme empinada para
cima, com uma calcinha vermelha minúscula puxada para o lado e um brinquedo
quase que entalado em sua bctinha que chegava a brilhar, encharcada e
escorrendo o seu mel. Ela, encaixada no brinquedo, deixava o tronco cair, dando
ênfase a bunda, com os braços para trás, apertava com uma mão a parte esquerda
da bunda, que de grande escapava pelos dedos, enquanto batia a foto com a mão
direita, num angula de trás para a frente.
Fiquei perplexo quando vi
aquela foto, congelei, meu coração parou por uns 2 segundos. N tive tempo de
printar, nem mesmo de pensar nisso, somente pude ver e registrar aquilo na
mente. No mesmo instante, como se tivesse cometido um erro, ela me ligou
desesperada, dizendo ter enviado por engano, me pediu desculpas. Tentei agir
com naturalidade e disse q n cheguei a ver o que era, claro, não ia bancar o
virjão e demonstrar o que sentia naquele momento. Cara, se foi proposital ou
não, até hj n sei, mas ela acabou tendo o que queria: minha atenção.
Resultado, dia seguinte era
sábado, nem era dia de reforço, estava lá às 8 da manhã na porta dela. Aquele
dia foi muito diferente dos outros, coincidentemente, quando entrei no quarto
da Carol, vi o mesmo brinquedo da foto que ela mandou, em baixo da cama, só que
de uma forma "meio escondido, meio exposto", parecia estar ali de
propósito. O brinquedo passou o dia todo no mesmo local, aquela pequena migalha
me prendeu o dia todo lá, só pela lembrança daquele rabo lindo, imaginando-a de
4 na minha frente, do mesmo modo em que estava na foto.
No dia seguinte, novamente, lá
estava eu cedo, só q quando novamente entrei no quarto, estava tudo no seu
devido lugar, como sempre foi. Carol teve o mesmo comportamento de sempre, e
Automaticamente, meu rendimento foi tão ruim quanto os outros dias, dei uma
desculpa e fui para casa após um tempo, disse que estava com dor de cabeça, e
que, se me sentisse melhor, voltaria à noite.
As 19 Carol aparece em minha
casa, sem nem me avisar, me flagrou completamente bem, n tive desculpa, tive
que ir à sua casa para a aula. Assim que chegou em casa colocou uma roupa que
segundo ela "roupa de ficar em casa". Um babydoll branco com bolinhas
azuis, fino, desenhava todo o seu corpo, destacava seu peitinho, que embora
pequeno, era bem durinho. Ela nunca tinha feito isso antes, então, fiquei meio
nervoso, tentando manter o foco só nela, e não na calcinha preta minúscula que
ela usava, Passei a noite toda prestando atenção na Carol.
No fim da noite ela me disse:
- "Sebe, Pedro, oq te
falta é uma boa motivação, sei a pressão em sua casa não tem sido boa para
você, e que é apenas a isso que se resume o seu problema, motivação, sem carga
de cobrança, sem peso"
- "Vamos fazer um acordo,
Você está precisando ser ajudado, e eu estou precisando te ajudar, de modo que,
te ajudando eu tb serei ajudada."
- "O que nós podemos fazer
para um ajudar ao outros e todos saírem felizes ?"
Não deu tempo nem de responder,
ela já tinha a resposta:
- "Te fiz uns testes esses
dias, e vi q sua mudança com os eventos. Percebo como me olha, como não tira os
olhos da minha bunda, imagino que tu tenha sonhado com a foto daquele
dia." Falava com ar risonho, olhando para mim de lado.
- "Vamos fazer assim,
Então, durante a semana, a depender do seu comportamento, rendimento e
dedicação, te darei um motivo para se sentir motivado, isso se chama esforço x
recompensa"
Eu não falava nada, concordava
com ela, mas n fazia idéia do que ela seria capaz de fazer para me "ajudar
a ser ajudado".
Fui todos os dias da semana
seguinte, e de segunda a sexta n houve absolutamente nada de diferente, achei
até que ela estava tentando me enganar. Quando chegou o sábado, recebo uma
ligação dela perguntando se eu n iria, e de fato, não iria mas me levantei,
botei a roupa e fui.
Ao entrar no quarto, mesmo
coisa de sempre, aula normal, até que, no fim, Carol me pede para esperar
enquanto ela vai no banheiro. Espero por uns 5 minutos e ela me sai c um
vestidinho quase transparente, uma calcinha branca com babadinhos azuis que
sumia em sua bunda, de tão pequena, sutiã de alguma cor que eu se quer reparei.
Meu olhos moravam na bunda dela, não viam nada além daquela raba.
No mesmo instante meu pau
explodiu na bermuda. Ela veio falando:
- "então, essa é sua
recompensa pela semana, vou chegar mais perto para você ver, só n pode
tocar"
A princípio, Ver foi mais que
suficiente para me animar, ela girou bem devagar em minha frente, rápido, mas o
necessário para eu gravar.
Parou de costas para mim,
empinou o rabo, olhou para trás e riu da minha reação, ria do meus rosto
vermelho, da minha testa suando. E falou:
- " quantas vezes já bateu
uma pensando nessa cena? Se for um bom aluno e se comportar direitinho, passarei
na hipótese de te deixar ver outras vezes".
Saí de lá c a motivação batendo
na testa, e o pau tb.
Compareci a semana toda, foi
uma semana diferente, aprendi bastante, conversamos muito sobre coisas
aleatória, mas também sobre nossas intimidades. A Carol disse amar pagar um
oral, que era sua segunda coisa preferida, eu imaginava que ela deveria estar
falando a verdade, pois, tinha lábios carnudos, e uma carinha de puta que só de
imaginar ela me chupando e me olhando nos olhos com aquela cara eu já estremecia
até a alma. Esses papos fez com que o clima ficasse mais leve e que ela ficasse
mais a vontade.
No sábado, como de praxe,
recebo uma msg da Carol, perguntando aonde eu estava, dizendo que tinha acabado
de chegar da rua e que era p eu passar lá. Só vi a msg umas 2 horas depois, nem
respondi, fui direto para lá. Como cheguei sem avisar, ao abrir a porta do
quarto, achei ter pego a Carol de surpresa, pois, ela estava assistindo um
filme, toda enrolada no edredom. Quando me viu tomou um susto, falou:
- " essa hora ? Já tinha
desistido de você, n me respondeu, achei q n viria. Tinha uma surpresa para te
dar, mas só semana que vem agora."
Eu fiz pouco caso e, sem ser
convidado, me sentei em sua cama, me cobri junto com ela para ver o filme.
Peguei no sono, não sei ao certo o momento, mas, quando acordei, já tinha um
outro filme passando, filme mais quente, pegada "50 tons" ou algo do
tipo.
A Carol não me acordou, n sei
pq, talvez por estar bem entretida no filme, notei que ela mordia os lábios,
tremia um pouco, sua perna direita estava por cima da minha perna esquerda,
como alguém buscando ganhar espaço, sua perna esqueça estava meio que para fora
da cama, ela estava sem blusa, com os peitinhos em pleno ar-condicionado, com a
mão esquerda apertava um deles e com a direita tocava uma bela siririca,
enquanto eu dormia.
Fiquei uma 5 minutos inerte,
sem acreditar que ela realmente estava siriricando comigo ao lado. Deixei
continuar sua brincadeira, sozinha, gemendo baixinho, aquela sensação me
deixava muito excitado, até que finalmente ela gozou, mordendo o edredom.
Passou-se uns minutos, a Carol
levantou para buscar algo, e nessa hora eu decidi fingir acordar. Quando ela
voltou do banheiro eu já estava sentado, ela ficou parada, me olhando, pelada,
por uns 2 minutos. Falou :
- "você é bem lerdinho, né
?! Fingindo dormir essa tempo todo, se tivesse "acordado" antes,
teria deixado participar da brincadeira, já seria sua recompensa da semana, mas
não, ficou só ouvindo"
- "Tu até finge bem estar
dormindo, mas seu pau não, eu sentia ele latejar em baixo da minha perna
direta, e quando roçava minha perna nele sentia os leves movimentos que você
fazia"
Comecei a rir, sem graça.
E então, veio a recompensa
inusitada: - "Mas vem cá, vou te dá um presente. Como minha obrigação é te
ajudar, vou te ajudar nessa novamente, não te deixarei sair daqui carregado
dessa forma"
Então ordenou:
- "abaixa esse short"
- congelei nessa hora, sem reação.
- "vai menino, abaixa o
short, ou até isso vou ter q fazer também?" - abaixei o short, devagar,
sem acreditar.
- "Isso. a box
também!" - por sorte estava meio escuro, não pôde ver minha cara vermelha.
Quando abaixei a box, estava
completamente melado, chegava a fazer uma mancha enorme na cueca. A situação
era tanta, que, eu abaixava devagar e aquele fio ia se esticando sem fim, como
fio de caramelo, seiva de babosa, chiclete esticado.
Eu não falava nada, apenas
obedecia.
- "agora senta na quina da
cama" - sentei, estiquei os braço me apoiando para trás, na cama, o que
fez c que meu pai ficasse completamente ereto, enquanto meu tesão ia escorrendo
devagar.
Então ela veio, cuidadosamente,
sentou ao meu lado, depois se moveu para trás de mim, encaixando suas pernas ao
meu redor e apoiando seu peito em minhas costas. Passou seu braço direto por
baixo do meu braço, colocou a cabeça de lado para observar o trajeto, e com a
mão apalpou meu pau com carinho, todo lambuzado ela corria a mão, bem devagar.
Deslizava entre seus dedos e em poucos segundos já não conseguia segurar os
gemidos baixos. Ela dominava a coisa, e deixava correr leve por sua mão,
começou a embalar enquanto me falava ao ouvido:
- "Vai, goza para mim, tu
já me ouvir gozar, agora é minha vez de te ouvir. Quero sentir seu leitinho
escorrendo em minha mão."
Nesse instante começou a
acelerar, eu até tentei não gozar, queria aproveitar aquilo ao máximo, mas foi
impossível não gozar com ela falando ao meu ouvido com aquela voz de puta,
mordendo minha orelha, chupando meu pescoço, ela estava se doando ao máximo,
como se eu fosse um dos caras que a fodia com frequência.
Segundos depois gozei jatos,
que escorreram por toda mão dela, Automaticamente me melando todo. Desabei em
seu peito. Ela colocou dois dedos da boca e riu:
- "bom aluno, agora vai
tomar um banho e depois casa, essa foi sua recompensa da semana"
Não me deixou nem a tocar, nem
a beijar, nem nada. Ella dizia que aquela era minha recompensa, mas, na
realidade, parecia mais a dela. Sua cara não escondia, ela parecia se deliciar
com oq tinha acabado de acontecer.
Fui para casa, faltavam apenas
2 semanas para as provas.
Semana seguinte não vi a Carol,
ela teve um problema com a mãe e não ficou em casa, mal manteve contato comigo
no celular, não sei bem oq houve. Mas na semana seguinte, última semana, antes
das provas, montamos um campo de guerra, buscando recuperar a semana perdida e
manter a última.
Eu estava completamente focado
em fazer dar certo, ser aprovado, vinha bem nos resultados dos exercícios,
estava "dando a vida" por aquilo.
Ela igualmente, comigo quase o
dia todo, fora o horário em que estava no colégio era aula de reforço,
exercícios e simulados. Ela não me deixava respirar, estava tão estressado que
já nem lembrava do episódio na quela noite a duas semanas.
Por fim, A semana se rastejou,
lenta como se fosse um ano todo. Na sabado à tarde, após almoçar na casa da
Tainá, chego em casa e encontro a Carol me esperando. Apareceu sem nem me
avisar, tinha dito à minha mãe que, por ser o último dia de reforço, eu iria para
a casa dela sem hora de voltar, já tinha até arrumado uma mochila com minhas
roupas, para que, se necessário, dormisse lá.
Fiquei surpreso, achei que
conseguiria descansar no sábado, mas n reclamei, tomei um banho e fui.
Começamos a estudar era 13,
seguimos direto, passando por cada uma das 6 matérias, revendo pontos
importantes, refazendo questões que eu errei anteriormente, fazendo novas
questões, terminamos exatamente às 02:22 do domingo.
Falei:
- "Estou acabado e
morrendo de fome, o tempo voou, quase não paramos"
Ela disse: - toma um banho
quente, é o tempo que preparo algo para comermos. Também vou providenciar um
colchão para tu dormir.
Então fui, tomei meu banho com
calma, estava realmente acabado. Quando saí já tinha um jantar me esperando,
comi, sozinho. A mãe da Carol já dormia, ela estava no quarto. Após comer me
dirigi ao quarto dela.
A Carol demorou quase 30
minutos no banheiro, já estava quase caindo no sono quando ela saiu.
Com um conjuntinho de lingerie
vermelho, em seu corpo ficava lindo. Sutiã rendado com babadinho branco,
calcinha fininha, como sempre, destacando sua raba. Meu olhos brilharam e senti
a adrenalina correr o corpo.
Ela disse, enquanto vinha
andando devagar em direção à cama:
- "Sabe, Peu ? Esse
negócio de recompensa é um problema, sabia ?! pq, recompensas, para valerem a
pena, precisam sempre ser maiores que as ultimas."
- "Se eu te dou algo que
já te dei, não terá tanta graça como se eu te der algo novo."
- " Observe, começamos com
uma foto, depois deixei tu me ver ao vivo, depois toquei uma para você após
deixar tu me ouvir gozar, agora, com o que mais eu poderia te recompensar ?
"
Nesse instante ela chegou à
cama e deitou, virou de bruços, despretensiosamente, mechendo do celular com o
rabo enorme para cima.
Eu, como sempre, não respondia
nada. Ela já tinha definido tudo que aconteceria, não estava nas minhas mãos.
Sentei ao seu lado, e continuei
calado.
Então ela soltou o celular na
cama e voltou a falar:
- "Vamo lá, prozinha boa
que sou, vou ter que pegar na sua mão como sempre!"
É literalmente começamos assim,
ela pegou na minha mão e levou em direção a sua bunda.
- "vai, oq tu quer fazer ?
Aperta! Que dar um tapa ?"
Apertei sua raba, devagar, a
princípio. Depois com mais vontade, imaginando a visão que aquilo poderia ter
de 4, o estrago que aquele rabo poderia causar no meu psicológico.
Ela ria, olhava na minha cara.
- "senta aqui, vamo
começar pelo caminho correto"
Sentei, em seguida ela
levantou, sentou em meu colo, encaixada de frente para mim.
A realidade é que ela estava
pegando fogo, ao sentar em meu colo, pude sentir sua bct quente em minha perna,
mesmo embaixo da calcinha.
Começou beijando meu rosto,
desceu ao meu pescoço, subiu até a orelha falando:
- "tá pronto para foder a
profzinha?" - falava e ria
Me beijou bem devagar, o pau
latejava sob sua bct, louco para sentir aquele calor. Com o beijo então.. boca
carnuda, leve, gostosa. Deslizava entre meus lábios de uma forma única.
Começamos devagar, minutos
depois o beijo deu aquela esquentada, então, tomei atitude de descer pelo seu
pescoço até o peito, que, embora pequeno, cabia perfeitamente na minha boca.
Então comecei a chupa-los, devagarinho, passava a língua, via o bico enrijecer,
ia até o outro, chupava com mais vontade enquanto ela gemia em meu ouvido e
roçava a bct com força na minha perna que já estava escorregadia.
Então foi sua vez de brincar
comigo, agora de uma forma que eu esperava a muito tempo. Me deitou na cama e
começou a descer, beijando meu pescoço, peito, abdômen, até chegar ao pé do
abdômen. Então parou, me olhava nos olhos, com uma carinha de quem estava
esperando eu pedir, suplicar por algo, ria.
Finalmente, abaixou meu short,
puxou um pouco da box. Mal pude sentir o frio do ar-condicionado e já senti sua
boca quente e úmida derretendo por meu pau, que já estava todo lambuzado.
Aquilo era delicioso, não sei se senti, novamente, uma sensação como aquela
causada por uma boca. Aquela boquinha carnuda, me arrancou suspiro de uma forma
que n sei explicar.
Ela usava muito bem os lábios,
sempre em contato, sempre úmidos. Começou só com a cabeça, depois veio descendo
aos poucos, e cada vez que descia ia mais fundo que antes. Descia devagar e
subia chupando com mais força, continuamente, até chegar à base. Então tirou da
boca, respirou um pouco, voltou, agora brincando com a língua. Passava com
cuidado, veio descendo por toda o corpo até a base, voltou a chupar-me.
Pedi para ela parar pois não n
queria gozar, então ela riu, parecia ter se sentido desafiada, sendo que era o
exato oposto.
Começou a me chupar com
intensidade, olhava eu meu olhos, segurava meu pau com uma mão e massageava as
bolas c a outra, empurrava tudo fundo até a garganta, até que, mesmo sem
querer, gozei tudinho dentro da sua boca. Ela fez questão de nem tirar a boca
do pau e engoliu gota por gota.
Após gozar não me deixou nem
respirar, levantou, enquanto via se tinha recebido algo no celular, falou:
- "Parte um já foi
entregue, agora falta a última e mais especial."
Jogou o celular de canto,
deitou na cama, ficou de quarto, empinou bem o rabo e olhou para minha cara
rindo.
O pau já estava trincando
novamente, chegava a pulsar.
Então ela mesmo pegou a
calcinha e puxou de lado. Bctinha lisa, completamente depilada, chegava a
brilhar enquanto escorria o seu próprio mel.
Olhava aquele rabo sem
acreditar que ele estava na minha frente, mas n parei mt para refletir sobre
isso, fui atraído como um ímã.
Primeiro brinquei com ela, é
bom fazer um drama às vezes. Dei leves pinceladas na portinha dela, lambuzava a
cabeça no seu mel enquanto brincava c seu grelo, pressionava entre a raba,
fazia uma pressãozinha, depois comecei a empurrar devagarinho a cabeça em sua
bct, que de tão molhada e quente me sugava para dentro.
Empurrei pouco a pouco, cada
vez mais fundo, enquanto ouvia ela gemer, morder o edredom, pedir que eu fosse
mais fundo, e assim obedeci, mas aos poucos. Até chegar a base, parei por uma 5
segundos sentindo aquela temperatura me abrigar. Voltei a bombar, agora c mais
pressão, tirando até a cabeça e empurrando até o fim. Ela virava os olhos, eu
morava naquele rabo, se fosse possível, aquele ângulo lindo me empolgava mais e
mais a fode-la com vontade.
Enterrei a mão na base do seu
cabelo, puxei junto a cabeça dela com cuidado para que olhasse para mim, queria
ver sua caras e bocas. Ela não me negava olhares, me olhava no fundo dos olhos
pedindo para fode-la com vontade, nesse instante saiu a primeira tapa, estralou
alto no quarto. Se sentiu instigada, riu e pediu outra, então dei mais dias e
voltai a meter com força, sentia bater dentro dela. Não mudei de posição pois
queria ter aquelas cenas dela de 4 gravadas na minha mente, não sabia se pós
prova isso voltaria a acontecer.
Mantive a intensidade, porém
soltei o cabelo dela e com a mesma mão abracei sua cintura e direcionei ao seu
grelinho, massageando-a com a mão direita, enquanto com a esquerda apertava seu
peito. Mordia suas costas, metia com vontade.
Nesse instante, sem me avisar,
gozou para mim, tremendo as pernas. Coincidentemente eu já estava me segurando,
então deixei ela retomar as forças, a botei e bruços, c a raba empinada, pois
queria gozar tendo aquela visão, não podia ser um outra, voltei à foda.
Então, poucos minutos depois,
gozei tudinho em cima daquela raba. Meu leite escorria por ela toda, esse cena
ficou gravada em minha mente.
- "último ato concluído,
como prometi, fiz de tudo para garantir que tu seja aprovado, agora está nas
suas mãos, só depende de você"
Desabamos um ao lado do outro,
passamos uns 15 minutos para recompor o fôlego, depois levantamos, tomamos um
banho. já era coisa de 4 para 5 horas da manhã, tempo voou.
Finalmente deitamos e dormimos
juntos. Acordei à tarde, me despedi, fui para casa.
Durante a semana fiz as provas,
e, em resumo, acabei sendo em todas as matérias e fodendo a bct mais gostosa da
minha vida.
Fui aprovado e a mãe pagou o
cursinho da Carol, que continuou sendo minha profzinha de reforço.
- Enviado ao Te Contos por Pedro