terça-feira, 27 de junho de 2023

Dando uma rapidinha com o noivo da minha amiga (maio-2023)

 

By; Bruna

Tudo aconteceu com o noivado da minha amiga, um noivado surpresa que da qual seu noivo Leonardo pediu para que eu lhe ajudasse no preparativo, eu como sempre tive um carinho muito grande por ela resolvi ajudar… mais o que eu nao sabia era que ele queria me comer. E eu adorei

Me chamo bruna, tenho cabelos e olhos castanhos poucos seios um olhar seduzente e uma bunda e pernas de dar inveja

O Leonardo é um policial forte com os olhos castanhos super gostoso…Tudo começou com uma ligação inesperada do Leonardo dizendo que queria me ver pois havia alguns preparativos que precisava me mostrar e que dentro de alguns minutos estaria na minha casa, eu havia acabado de tomar um banho e ja estava pronta para dormir pois estava muito cansada, e como de costume estava apenas com uma camisola sem calcinha.

Quando o Leonardo chegou me ligou e pediu para que eu subisse pois ele estava na rua da minha casa e assim eu fiz.

Chegando perto do seu carro vi que ele não tirava o olhar das minhas pernas e como eu adoro seduzir arrumei um jeito de sentar no carro de uma forma que ele visse que eu estava sem calcinha, ele começou me mostrar alguns preparativos e se aproximar mais colocando a mãos na minha perna e acariciando, foi ai que pude ver que ele estava de pau duro e o volume era notável dentro da bermuda… comecei a me aproximar e via ele mordendo os labios com desejo de me comer.

Ele me olhou e disse; – Se continuar a me provocar não me responsabilizo por meus atos

Eu respondi ; – eu to louca pra te senti dentro de mim

Ele começou a me beijar e a tirar minha camisola ali mesmo dentro do carro, acariciando minha buceta e fazendo com que eu sentisse um imenso prazer, começou a me dizer o quanto me desejava e o quanto eu era gostosa, eu a essa altura ja estava com a buceta melada e punhetando ele.

Foi ai que ele me posicionou de quatro e começou a meter aquele maestroso instrumento com toda vontade do mundo me preenchendo por completa me chamando de puta e dizendo o quão grande era seu desejo

Foram varias estocadas e eu toda melada seguindo seu ritmo e pedindo pra ele me comer. Cada estocada que ele dava era uma nova sensação que eu sentia, ate que ele gozou junto comigo…

Nos conversamos mais um pouco sobre os preparativos e la estava ele novamente de pau duro, ai fiz um oral magnifico onde ele gozou e pediu para eu engolir toda porra gostosa e eu engoli com vontade e ele teve que ir embora pois minha amiga ja estava ligando….

  • Enviando ao Te Contos por Bruna

Amo chupar!

 

By; Jade

Oi, sou a Jade, tenho 25 anos. Este é só um desabafo, não chega a ser um conto, amo chupar, claro também amo dar o cuzinho, sentir o pau entrar na minha bucetinha, mas chupar me deixa louca de tesão.

Tudo isso porque tem uns dias que fiz um boquete em um pau maravilhoso, lindo e tão saboroso que queria que nunca terminasse, quando gozou foi tão bom que me provocou um orgasmo de imediato, senti a minha bucetinha se contrair como se fosse penetrada até gozar.

Era grosso e cumprido, liso e tão lindo, chupei como se fosse a última coisa que fazia na vida, abocanhei, melei, deixei ele brilhando e depois meti todo na boca até onde pude o deixando me sufocar, depois o chupei de novo, o limpei de toda a saliva e o melei de novo.

Chupei tudo o gozo que saiu da cabeça inchada de tanto eu chupar, amei cada gota e ele foi tão gentil, deixou eu chupar como quis e gozou na minha boca tão mansinho que não se perdeu nada.

Depois ele foi embora e nem sei o seu nome, sai de dentro do seu carro e voltei para dentro da balada somente com o sabor daquela gala na minha boca, fui beijar de novo outro homem.

  • Enviado ao Te Contos por Jade

domingo, 25 de junho de 2023

Transei com minha prima hoje a tarde (lesb) (25-06-2023)

 

By; Erika

Me chamo Erika, tenho 19 anos, sou lesbica. E hoje transei com minha prima, quase que meu “sonho de consumo”.

Minha prima, Ana é filha do meu tio Gerson, que constantemente frequenta minha casa por ser um irmão bem chegado do meu pai. Nós duas a um tempo não passámos tanto tempo juntas, eu fico mais na minha, prefiro comer ela com os olhos, com as roupas que ela usa, me dava tanto tesão que as vezes não aguento, e tenho que correr pro banheiro pra bater aquela siririca.

As vezes eu sentia que ela me provocava, empinando o rabo, usando decotes. A única coisa que conseguia imaginar, era aquela putinha de 4 pra mim, com a bunda toda vermelha (com a sua pele branquinha, isso era ideal) de tanto tapas e mordidas que eu daria.

Hoje, como de costumo, meu tio e Ana apareceram em casa, eu sentia alguma coisa diferente nela, ela estava perfumada, um cheiro bem gostoso vinha dela. Mas não só isso, ela estava muito mais atraente que o normal, fiquei completamente hipnotizada e molhada. Fui correndo para o meu quarto pra me satisfazer sozinha como sempre. Tive certeza de trancar a porta, e comecei a me masturbar, meus dedos deslizavam gostoso sobre a minha buceta, engolia meus dedos, e eu mal podia controlar os gemidos, bem na hora que eu gozei, me contorcendo toda na cama, ouço alguém bater na porta.

– Quem é!?!?! – perguntei na hora

Não houve resposta, então lá vai eu, com as pernas toda tremendo, suada e vermelha, ver quem era que estava batendo na porta, na hora que abri, vi a Ana apoiada na parede, fiquei mais vermelha ainda. Ela foi entrando e trancou a porta.

– Então é aqui que você se masturba todo dia??? Tem até cheiro de buceta.

Eu fiquei sem o que dizer, e ainda mais vermelha de vergonha. E quando procurava palavras pra disfarçar a situação, sou surpreendida por ela, levantando meu rosto e me dando um beijo delicioso, já havia beijado dezenas de bocas femininas, mas nenhuma era tão macia quanto a da Ana, nossas línguas se envolviam, e minha buceta começava a ficar molhada novamente.

Sem dizer nada, ela me colocou carinhosamente na cama e tirou meu short, eu de prontidão, ergui as pernas e ofereci minha xoxotinha, ela nem perdeu tempo e caiu de boca, minha vontade era de gemer bem alto, mas segurei firme e gozei a primeira vez. A filha da puta me pegou quando estava bem sensível depois da primeira gozada com a siririca, eu me esperneava toda de prazer, ela não parou até me fazer gozar pelo menos mais 2 vezes.

Quando ela desgrudou do meio das minhas pernas, eu já fui beijá-la, nada melhor do que sentir o gosto da própria buceta na boca de outra mulher. Ela foi engatinhando na cama empinando a bunda, seu vestido já deixava seu rabo exposto, sem calcinha, sua buceta escorria pelas pernas. E eu como uma boa putinha, abri a bunda dela, revelando seu cuzinho um pouco moreno e sua buceta lisinha.

Abocanhei seu clitóris e ela liberou um gemidinho sexy, fui subindo com a língua lambendo seus lábios vaginais e indo até o cuzinho, parei no cuzinho e comecei a lamber.

– Vadia, bem na onde eu gosto – dizia ela em gemidos

Dando tapas em sua bunda, tentei enfiar o dedo no cuzinho dela, ela se tremeu toda nessa tentativa e começou a rebolar, eu mexia o dedo dentro e continuava enfiando. Quanto mais fundo, mais ela gemia, comecei a foder o cu dela com o dedo, tirava tudo e enfiava com força, e ela só conseguia gemer. Ela ligeiramente, saiu da posição, fez eu me deitar.

– Me preparei só pra isso hoje – e foi sentando devagar com a bucetinha na minha boca e seu cuzinho no meu nariz.

Aquilo me deu um gás pra chupar sua buceta, a vadia tentava me chupar, mas nem conseguia, ela só gemia e se contorcia, levando tapas na bunda e linguada na bucetinha. Ela gozou incontáveis vezes na minha boca, quando terminamos, deitamos exaustas, demos alguns amassos ainda, nos beijamos e eu tentei enfiar o dedo no seu cuzinho ainda. Ela não deixou, ao invés disso, ela que começou a enfiar o dedo no meu cu, e que sensação maravilhosa.

Eu fiquei de quatro, com a bunda toda empinada, ela chupou meu cuzinho como louca, deixou bem molhadinho, e foi enfiando o dedo, meu cu piscava loucamente a medida que entrava.

Por fim, eu GOZEI, sem estímulos na buceta, apenas com um dedo sendo introduzido no meu rabinho, talvez eu seja uma dessas viciadas que gostam de ter o cuzinho violado.

Ouvimos o chamado do meu tio chamando Ana para irem embora, nós rapidamente nos vestimos e descemos conversando sobre alguma coisa aleatória.

Estou louca para repetir tudo com ela, e aposto que ela também esta.

  •  Enviado ao Te Contos por Erika

 

Trepei com o porteiro da igreja no carnaval (Fev-2023)

 

By; Dayla

Oi me chamo Dayla, tenho 31 anos, sou casada. Não tenho muitas curvas mais tenho um bucetao bem bonito.

Era carnaval, eu estava no centro da cidade foliando sozinha. Comecei a beber, e quando me dei conta estava bebada, e ainda por cima sentindo um puta tesao.

A semana tinha sido exaustiva, muito estresse por conta do trabalho. No começo da semana uma amiga me contou que o porteiro da igreja católica (matrimônio histórico, turístico inclusive) era safado e sempre ficava do lado de fora paquerando as meninas.

Eu não estava muito longe da igreja, e fui então andando até lá para ver se realmente era verdade. Para a minha surpresa o fdp estava lá, fardado olhando o movimento da rua, eu pensei “so pode ser ele!”. Me aproximei dele com um sorrisinho safado e perguntei:

– moço, o sr poderia me da um copo de água?

Ele respondeu rapidinho: – dou sim, entra, pode entrar.

A igreja é muito linda por dentro, janelas com imagens de anjinhos, o teto muito alto com molduras antigas, tava fascinada olhando tudo em volta .. olhei para o porteiro e ele disse:

– vc não veio até aqui atrás de água, não é?

Eu respondi: – não, eu vir pq eu queria conhecer você.

Ele era branco, alto, corpo bonito, e tinha muitas chaves penduradas na cintura. Mas naquele momento ele estava com uma chave na mão, e ele rodava a chave entre os dedos.
Ele veio em minha direção … e disse:

– vem cá, eu sei qual é a água que vc quer.

Com um sorriso maldoso ele agarrou meu pescoço com um mão e com a outra mão foi tirando as calças.

Nesse momento eu suava frio, era uma mistura de medo e tesão .. minha buceta estava completamente molhada. Ele colocou o pau dele pra fora eu olhei para baixo e vi um enorme pau grosso, tão duro que pulsava na minha frente. Eu me ajoelhei e engoli todo aquele pau com toda vontade do mundo, chupei loucamente envolvida com os movimentos de vai e vem naquela rola gostosa. Ele dizia:

– tu vai se arrepender de ter vindo aqui, sua puta. Eu vou te comer todinha.

Fiquei de 4 toda aberta pra ele e disse: – mete com força na minha buceta. Ele meteu toda a rola em mim, socava forte puxando meus cabelos com a mesma força. Eu gemia muito, delirando de prazer ajoelhada no chão da igreja, levando pombada de um desconhecido… eu gozei no pau dele, ele sentiu a contração e falou:

– goza minha putinha!

Eu fui ao delírio, gemi alto pra caralho. Meu joelho doía por causa do chão, meu corpo tava mole. E ele disse:

- eu quero o teu cuzinho, cachorra safada.

Nao esperou eu dar permissão, cuspiu no meu cuzinho e com experiência foi metendo com um pouco força .. eu gemia em cada centímetro que entrava. Meu cuzinho estava sendo arrombado e eu dizia:

– fode mais rápido fdp.

Ele respondeu: - rebola pra mim, rebola que eu vou gozar.

Que momento incrível!! Pqp, ele gozou quentinho no meu cu! Permaneci com a bunda empinada enquanto ele tirava a rola do meu cu, aquele liquido branco escorria do meu cu até a minha buceta.

No outro dia não conseguia nem sentar, estava toda arregaçada.

Foi a minha melhor trepada de carnaval.

  • Enviado ao Te Contos por Dayla

Uau ! O que foi isso !

 

By; Izadora

Ola me chamo Izadora, sou casada.

Bom. Toda mulher devia se dar ao direito de fazer um sexo profissional. Sim, pagar pelo prazer, conduzir ou deixar ser conduzida sabendo que você é a dona da situação. É algo empoderador, como diriam alguns.

Sim, só sexo. Mas não pense que esse texto não fala de amor. Aí que você se engana. Fala do amor que você pode descobrir por você mesma, pelo mulherão que você é, mas que insiste em não perceber. 

Mas vamos deixar pra falar de amor com sexo para outra ocasião, agora quero falar de sexo sem amor (ou “amor” em primeira e única pessoa, como prefiro definir).

Em 29/12/2021

-Tchau, prazer, foi um prazer te conhecer!

-Tchau, o prazer foi todo meu, literalmente falando. 

Brinquei ao bater a porta. Foi assim que me despedi naquela tarde do homem bem dotado de diversos talentos: de carinho, de toques suaves, mas firmes ao mesmo tempo, a tal pegada, de uma barriga chapada, com gominhos sob medida, aquelas de cinema que você acha que não terá capacidade de chamar atenção caminhando aleatoriamente pelas ruas.

Dotado daquele peitoral grande e forte, daquela barba também na medida certa. Logo eu, que nem curtia barba, não é que gostei daquele arrepio que seus pelos causavam ao sentir ele esfregá-la em meu pescoço, nuca e orelhas?!

Ok, para você entender essa história e não achar que se trata de um conto erótico a gente vai precisar voltar um pouquinho, mais precisamente 27 anos que completam a história de um casamento “perfeito”.

Primeiro namorado, oito anos depois meu marido, uma união estabelecida de companheirismo, amor e uma certeza de que seria pra sempre. Ah, sim, sexo, o sexo me fazia chorar de prazer, foi ficando melhor com os anos, era incrível saber que você dominava cada centímetro do corpo dele e ele o seu. O sexo era intenso, todos os dias, várias vezes ao dia.

Até que…sempre tem um “mas”, né? 

Pausa para a chegada do primeiro e único filho, hoje um adolescente. Alguns homens podem não entender que essa é uma fase de entrega total da mulher a sua prole. A mulher que consegue manter o mesmo ritmo é uma super mulher ou apenas está mentindo. Meu marido me arrancava mais admiração porque entendia esse ciclo, um verdadeiro companheiro, pai e amigo.

Mas verdade seja dita, um dia a rotina chega e diz: hei acabou! E o sexo entra no automático. Você tenta, propõe, pensa, mas 27 anos depois algo esfriou e você acha que viver apenas daquele amor tranquilo será suficiente e se conforma. Se anula. Afinal, o que você vai querer depois de tantos anos?!

Só esquecemos de combinar isso com o futuro e para encurtar bem a história (afinal precisamos voltar para a que nos trouxe até aqui), vem a separação. Com ela a dor, a frustração. As verdades não ditas, as mentiras descobertas, o sonho margarina se desfaz.

A primeira coisa que as amigas cobram é um novo relacionamento

Mas você se conhece, sabe que tudo tem sua hora, primeiro diz que está bem, que vai se entregar às práticas da yoga, da meditação e quem sabe virar monja. O sexo lhe parece desprezível, singular. Opa, “singular”, não seria isso?!

Será que eu só precisaria descobrir que não tem nada de errado comigo, me tocar, comandar meu corpo, me reconectar, experimentar outros “dotes” … hei, eu só tive dois homens ao longo de 27 anos, e um nem conta – é uma obrigação moral essa descoberta.

Em 26/12/2021

Comecei a pesquisa por um rapaz profissional do sexo. A curiosidade foi genuína e objetiva: conhecer outro pau, simplesmente isso. Apesar de não conhecer muitos, eu tenho minhas preferências. 

Pesquisa. Tec, tec …internet modo privado. Não é que o processo de pesquisa também foi prazeroso? Me permiti me tocar como há muito não fazia.

Lembrei dos “brinquedos” guardados em algum canto do armário. Gozei com eles no processo intenso de apuração dos perfis que buscava. Ok, não posso negar que coragem sempre tive, ousada sempre fui, fiel em todos os sentidos, incluindo meus desejos.

Eu estava determinada, mas precisava de um álibi que me levasse até o alvo de forma sutil e com margem para desistir – se fosse o caso. Selecionei quatro anúncios de massagem tântrica. Um parêntese, a intenção não é desqualificar o método sério, legítimo, que tem por finalidade o autoconhecimento – a penetração não é o objetivo fim dessa prática. Mas verdade seja dita, era o que eu queria – santa hipocrisia.

Mandei WhatsApp para três. Apaguei os três imediatamente. Ufa! Ninguém teve tempo de ler. Isso é loucura. Eita, um responde um singelo “Olá”. Demoro um dia pra responder de volta e peço desculpas. Algumas trocas depois, escolha feita.

Em 29/12/2021 

Dá-lhe ritual de preparação:

Depilação ok ✅

Lingerie ok ✅

Unhas ok✅

Roupa ok✅

Cola no Google maps para ver a distância entre o ritual e o prazer. Rota vista, 26 minutos de Uber. Checklist pronto. Espera, “dote 22”?!

Gente, cadê a régua? Preciso ver isso direito. Eita. Será?! Deus me livre, mas quem me dera! 

Três dias antes

Melhor avisar as amigas, precisarei de alguém sensata para me fazer desistir. Só consegui cúmplices ouriçadas pela façanha.

–  Vai amiga, permita-se!

–  OK, vou. Mas vou mandar a rota para vocês. Vamos combinar uma estratégia. Me liguem assim que eu chegar, anotem o endereço, chamem a polícia se eu não voltar em uma hora. Se algo acontecer, fui apenas investigar em campo uma possível pauta. 

– Uma hora só?

Elas dizem quase ao mesmo tempo ao saber o tempo total da aventura.

– Sim, suficiente para saber se precisarei sair correndo ou pedir extra.

Chegou o dia. Amanheci com cólica.

– Amiga, minha mãe veio para casa. Visita inesperada. Acho que é um sinal para eu não ir.

–  Ok, não se sabote e vai.

A caminho …

Gente, será que esse Uber sabe que eu estou indo dar? Moço é só uma massagem, juro!

Chego meia hora antes do combinado, paro para comprar uma água.

Porque a moça do caixa está me olhando assim? Será que ela também sabe que eu estou indo dar? Phodeu, todo mundo sabe, está estampado na minha cara? Pera gente, eu já falei, é só uma massagem. Eu, hein!

Max manda uma mensagem. Digo que cheguei antes e parei na padaria, pergunto se posso ir. Ainda bem que ele concorda, não que pensasse em desistir, mas qualquer minuto a mais séria de tesão acumulado, digo, tensão acumulada.

– Boa tarde! Vamos subir?

Palavras amenas, oferece uma água, já está tocando uma playlist conhecida. Ele procurou saber antes meu gosto… Yoga, que fofo. Fofo?! Volto para o carnal: que peitoral é esse, Namastê. 

Uma meia luz, um futon no chão, dois copos de água, velas, uma cortina azul de cetim, uma maca. Olha aí, vai ter massagem, não falei, mundo. É só uma massagem!!!

Eita, ele já está nu!!

Que horas isso aconteceu? Acho que me distrai com a maldita maca que sequer será usada. Eita atrás de eita, já estou nua. Acho que me distrai com seu abraço, ou com sua barriga, talvez com seu pescoço longo, que homem alto.

De pé, na minha frente, sinto suas mãos por todo meu corpo. As minhas esbarram em algo de 22 cm. Opa. Recuo. Mentira, só mudo o foco para sua bunda. Aperto. Finco meus dedos em suas costas e quando menos imagino estou pendurada em sua cintura.

Gente, isso é só um asana! Cadê a massagem? Foda-se a massagem. Deitamos. Eu de barriga pra cima. Ele por cima. Preciso comprar um futon… Não vou beijar na boca …

– Hein, que língua é essa!!!

E o beijo teve encaixe!!! É isso minha amiga, acredite, foi um plus que sinceramente eu não esperava. Como ele se controla assim o tempo todo ereto? Já deve ser tão banal. Porque não consegui isso no casamento?

Pensei, quis criar teorias, mas consegui afastar a teoria e me entregar à prática rapidamente. Mordi seu pescoço enquanto ele gentilmente afastou minhas pernas. Enquanto sentia seu rígido pênis tocar minhas coxas, me vi sussurrando “camisinha”.

– Calma, só estamos brincando.

– Nem vem com essa, Max, posso ser “quase uma virgem”, mas me lembro bem desse lance de “é só a cabecinha”.

Ele se rende a minha pressa (tardia) de 27 anos, junte a isso os últimos 12 meses sem transar, nadica de nada. Zero. Vejo Max “maximizando” cada centímetro do anunciado. A régua não era propaganda enganosa, não.

Gente, será que estou arranhando-o? Ele reclamaria. Acho. Foda-se. Foda-me. Uma, duas, três… parei de contar. Mordidas no pescoço.

– Isso, gostosa. Não para gostosa!

Ok, gemidos sinceros me interessam. Quem está usando quem? Me usa! Me abuse! A recíproca é verdadeira. Ele me conduz para um oral…

Recuso. Não, obrigada … quem sabe de outra vez. Mas fique à vontade. Tô pagando, inevitável pensar isso, e era bom pensar isso. Um fetiche realizado nunca deve ser desprezado… Seus lábios chegam ao comando. Sua língua alcança a gruta esquecida.

De costas sinto seu ar quente

A flor de lótus tatuada em minha nuca deve ter perdido as pétalas. Tento afastar pensamentos que insistem em atrapalhar o processo… Ora consigo, ora não, mas sigo respeitando o processo. É autoconhecimento. Deixe-os chegarem e irem embora na mesma velocidade.

Lembro que levei meu brinquedo próprio. Fiz questão de levar logo que soube que faria parte da jornada tântrica. Cadê ele? Opa, ui, está aqui.

Max, legal, mas isso eu posso fazer em casa. Não desista de mim… Uau, ele leu meus pensamentos. Isso é mágico mesmo. Aqui está ele novamente, intenso, inteiro, de verdade, conjunto da obra completa: Max, os 22 cm, a boca, a língua, as leves mordidas, os dedos molhados… Tanta confusão… Começa novamente.

Até que um abraço sinaliza que está chegando ao fim. A massagem?! (Ele pergunta) Ah, sim no pé, por favor.

Como comecei esse texto, toda mulher devia se permitir uma experiência com um profissional do sexo, sem compromisso, porque amigas, penetrar numa mulher qualquer um penetra, quero ver penetrar na alma dela, no profundo de seus desejos, sem pudor, com presteza, sem pensar em si, só nela, exclusivamente nela.

Homens pagam por fetiches sem se questionar demais, sem burocratizar, porque você não pode fazer o mesmo se tiver vontade? Homens, entendam de uma vez por todas, penetrar uma mulher não é para qualquer um.

– Tchau, o prazer foi todo meu, literalmente falando. 

A tântrica? Sim, ainda quero conhecer de verdade como tem que ser. Dicas? 

  • Enviado ao Te Contos por Izadora

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...