terça-feira, 18 de novembro de 2025

Ontem fui buscar um antigo vizinho na casa dele para vir me comer aqui em casa (17-11-2025)

 

By; Anna

Olá Pessoal! Me chamo Anna, tenho 28 anos, casada, mas passou um tempão sozinha, pois meu marido trabalha em Plataforma de Petroleo.

Ontem fiquei com os hormônios aflorados, doida pra dar para algum ficante bom de cama passei o dia excitada. Mas à noite lembei-me de Marcelo, um antigo vizinho.

Então, fui para o whastapp e mandei uma selfie vestida é claro, porém insinuante. Ele mordeu a isca, e retornou trocamos algumas mensagens e ele resolveu ficar comigo.

UFA! Estava doida pra dar pra ele, como estava sem carro fui busca-lo na porta do edifício. Ele veio e nos beijamos ali mesmo. Gente ele estava uma tentação de camiseta branca e de short, sorrindo como nunca sua marca registrada.

Falou que está fazendo um tratamento para melhor as vias respiratórias, é assim continuamos. Em um determinado trecho do meu bairro, mal consegui dirigir com ele me bolinando nos seios e xoxota amei, ficando excitada.

Eu estava em brasa embalada pela maratona com o meu marido antes de ir para a Plataforma, eu mal consegui chegar em casa. Alias eu mora num pequeno conjunto de casas, são 10 no total um ambiente muito reservado.

Quando chegamos, eu ja com a blusa aberta e o short também, fechei o portão e o encostei no mesmo, rebolei e deixei o short cair, fique de calcinha. Ele habil fechou a mão na xota. Sabem o que é sentir alguém fechar a mão na xoxota? Sim isso mesmo, ele apertou a buceta coberta pela calcinha murmurei com voz rouca.

- "Tire ela."

Ele prontamente, se abaixou e a puxou, ahhhh... fiquei com a xoxota na sua face, me projetei e ele abocanhou, ah!!! Mas o puxei pela camiseta branca e o beijei ardentemente era cedo para acabar com a festa. Ele me enlaçou e apertou meu bumbum, uma delícia eu me esfregando no seu corpo de jovem safado pegador de primeira.

Puxei seu short de academia hummm sem cueca ... soltei um suspiro e me virei e entramos agarrados sua pica roçando no meu traseiro, imaginaram?

Na sala ainda com a blusa aberta mais nua com o traseiro exposto, foi fatal ele colocou um dedo dentro da xota... nossa fiquei louca rosnava como uma cadelinha no cio. Ele metia e tirava me "azucrinando" o desejo aumentando e mumurrei rosnando.

- "Chupe meus peitos."

Gente! Pareceu uma ordem, ele colocou a bocarra nos mamilos simultaneamente me enlouquecido de vez e chupou, chupou ... mamou, mamou... sugou mordendo... imaginem, eu envolta pele cintura e ele chupando meus peitões ja doloridos de tanto serem mamados pelo meu marido, quase nua.

Fomos para o tapete forrado com um edredon e travesseiros, deitei-me e escancarei-me ele por cima chupou meus peitões e gemi gemi apertando o edredon e gozeeei, uma descarga eletrica. Nos beijamos.

Me sentei e tirei a blusa, ele com a cabeça baixa procurou minha xota, lambeu e sentiu o gosto do meu gozo. Me deitei escancarada, ele chupou minha buceta ergui as pernas tamanho era a excitação. Ele se deitou e me colocou por cima de " cócoras" ahhhh gente essa posição eu amo e ... (re)encontrou a xoxota eeee ... chupou chupou... lambeu lambeu... enlouqueci de vez e gozei novamente na sua face.

Marcelo é um garanhão sulista, nem sei se é gaucho, acho que sim, homem de pegada forte, de ajoelhou se sentou no sofá e me ajoelhei, fui" mamar"…

Não nego, que coisa gostosa, rosada, grossa tamanho bom, tenho apetite e gulosamente a chupo chupo chupo ... olhando pra ele abocanho de vez e ele solta um rugido de macho excitado, segura minha cabeça e vou punhetando na boca e vou vou... ele se afasta, a pica esta imensa.

Me escancaro no edredon e ele vem, pincela a rola no rego do bundão, senti desejo e movimento a cabeça, ele se posiciona e pincela na xota, me maltrata e mete, tenho sobressalto, ele mete, mete, mete e ... tira " arqueijo" de desejo e ele mete, prendo na bueta e cadencia num vai e vem excitante eu "azogada" gozo.

Lembro-me do meu marido e me levanto, arrebito a bundona e levanto uma perna no sofá e o provoco.

- "Mor não quer me comer vendo meu traseiro?"

Ele claro vem de imediato, afinal não gozou esta com a pica eriçado e introduz de uma vez, rebolo, rebolo ... ele mete, mete, mete ... acelera e goooza urrando como um lobo. Fico com a xoxota inchada e ele tira deixando pingos no chão seu esperma. Se ajoelha e mordica minhas nádegas, amo amo e ele mordicando eu me empino mais, e mais passa a mão na vulva e espalha seu gozo no meu corpo, hummm... excitante enquanto meus hormônios volta ao normal.

Tomamos banho e fui leva-lo.

  • Enviado ao Te Contos por Anna

Uma aventura inesquecivel.

 

By; Fernanda

Oi Te Contos, me chamo Fernanda, hoje sou uma mulher casada, mãe, tenho 32 anos, meço 1,69 m peso 55 kg, tenho cabelos castanhos, olhos cor de amêndoas, seios pequenos, hoje moro na capital aqui do estado. Mas vamos ao relato

Quando eu era mais nova, bem mais nova, morava com meus pais em uma cidade minuscula no interior do interior, naquela época eu sonhava em perder a virgindade com um caminhoneiro, em uma boleia, viajando por lugares lindo, pois na minha cabeça seria a única maneira de uma pessoa tão pobre, de uma cidade tão pequena viajar o mundo, e como não tinha grana, a idéia era ir pegando carona.

Na época eu ainda tinha quase18 anos, depois de ter brigado com meus pais (coisa que era bem corriqueiro, eu tinha 11 irmãos, as brigas eram parte do dia) eu decidi arrumar algumas roupas na mochila, ir embora, ir de carona, não tinha dinheiro pra ir de ônibus. Arrumei as roupas que achava que iria usar e fui para um trevo da cidade com uma placa na mão. Não demorou muito pra começarem a buzinar para mim.

Então avisto um caminhão se aproximando tinha apenas o motorista, fiz sinal pra ele que encostou, corri até a porta com ela ainda fechada subi no degrau e perguntei pra ele pra onde ele ia, ele me disse que estava indo entregar alguma coisa no porto, perguntei se ele me dava carona, ele me perguntou se eu era maior de idade, na hora não entendi a intenção da pergunta, mas confirmei, ele abriu a porta e eu entrei.

Eu estava de mini saia jeans, e na hora que sentei no banco ela pareceu ainda mais curta, mas ingênua, nem liguei, seguimos caminho, fomos conversando já era umas 4h da tarde, quando peguei a carona, só iríamos chegar lá de noite.

Ele me dizia que era sozinho, que esta vida de caminhoneiro era difícil, que passava muito tempo na estrada, vez ou outra olhava para minhas pernas e apertava o seu pau sobre a calça, eu fingia que não via, mas via que ele estava cada vez mais excitado.

Já estávamos viajando a umas duas horas nesta momento, ele passou a se tocar mais frequentemente, parecia que o seu membro queria furar o jeans, e pelo volume devia ser grande, ele continuou a conversa dizendo que estava a tempos sozinho, e que fazia muito tempo que estava sem sexo. Eu ri meio sem graça, ele perguntou por que eu ria, eu disse que se ele achava que estava há tempos sem sexo que imaginasse eu que ainda nunca tinha provado. Ele me disse que se eu quisesse ele podia dar um jeito nisso. Eu ri novamente.

Ele então abriu o zíper e tirou o seu membro pra fora da calça, e me perguntou se eu já tinha visto um ?.

Eu disse que não daquele jeito

Ele perguntou se eu queria tocá-lo, eu curiosa, me aproximei dele e ainda meio sem jeito, segurei firme apertando com a mão, ele me disse que não era preciso apertar, apenas acariciar, e com a mão sobre a minha mostrou como fazer. Comecei a acariciá-lo do jeito que ele pediu.

Logo perguntou se eu queria por na boca, pra ver como era, fiquei com receio e olhei pra ele espantada, ele me disse pra não ter medo que ele não faria nada que eu não quisesse, e que isso era o que todas as mulheres de verdade faziam.

Estranhamente senti confiança nele, ou excitação não sei, então me debrucei sobre o corpo dele e pus seu pau na minha boquinha, estava um pouco salgado, mas não era ruim, sentir que eu poderia agradar a um macho. Novamente me orientou como queria que eu fizesse, fui seguindo as instruções, fui chupando ele como ele tinha me mandado, ele estava bem duro, parecia mesmo estar sem sexo há alguns dias, estava louco de tesão, e ficava me pedindo pra chupá-lo mais, dizendo palavrões o que naquela época eu não entendi se era bom ou ruim, lembro muito bem ele dizendo;

- Vamos putinha, chupa minha pica, vai me chupa gostoso, quase não se segurando, disse que iria gozar na minha boca, e que não era pra eu parar de chupar, que era pra engolir, que era assim que as mulheres faziam, que todas engoliam, que era gostoso.

Sem entender direito continuei a chupá-lo como mandou, estava a ponto de fazer o que todas as mulheres faziam, estava achando átimo, ele segurou firme minha cabeça e começou a jorrar o seu leitinho dento da minha boca, um jato forte e quente de um liquido de gosto forte inundou a minha boca, direto no fundo da garganta, segurando não deixou eu recuar, ele gritava alto;

- engole minha porra, engole toma tudo putinha, engole.

Só me soltou quando terminou de gozar, eu levantei estava com a boca toda melada. Com um sorriso sem vergonha na cara me perguntando se tinha gostado.

Acenei com a cabeça dizendo que sim. Me perguntou se eu queria experimentar mais coisas novas com ele. Não tinha mais certeza de nada mas falei que gostaria. Não sabia exatamente do que ele falava, me disse que assim que escurecesse iria parar o caminhão em um posto.

Enfim escureceu, e ele parou em um posto a beira da estrada disse que ali iríamos ficar um pouco parados que ele precisava descansar um pouco que estava com sono, perguntou se eu tinha dinheiro por que ali tinha um hotel, e que iríamos passar um tempo ali, que se eu tivesse dinheiro poderia pagar um quarto pra mim.

Eu contei que tinha saído de casa sem grana, ele me falou que a firma não dava muito dinheiro pra ele quando viajava, mas que dava pra pagar um quarto de casal e que eu tinha de alternativa, tentar outra carona, ou ficar com ele neste quarto.

Eu não tinha idéia de onde a gente estava, e com medo de tentar outra carona aquela hora da noite, topei ficar no quarto com ele, pois ele me disse que eu não faria nada que não tivesse afim.

Entramos no quarto, era um hotel bem simples, só cama e banheiro. Ele deitou e disse pra eu ficar a vontade, sentei na cama e fiquei olhando pra ele que começou a tirar a roupa e os sapatos, ficou só de cueca, tinha um corpo bem bonito, era forte, tinha uma barrigudinha mas isso dava até um certo charme, ele não aparentava ter mais que 40 anos talvez tivesse um pouco mais.

Então perguntou se eu já tinha sido chupada alguma vez, disse-lhe que não, falou que como eu fiz isso pra ele então faria pra mim, eu achei que era um favor que ele estava me fazendo, pediu pra que eu ficasse em pé e tirasse minha roupa, eu obedeci virada de costas pra ele, estava com vergonha, tirei a camiseta, baixei a minissaia, tirei a sandália, ele pediu pra virar pra ele, cruzei os braços tampando meus seios e virei.

Mandou eu me deitar ao lado dele, ele ficou de joelhos na cama, começou a passar a mão nas minhas pernas, deslizou pra parte interna das minhas coxas, isso me despertou sensações que não havia sentido, sua mão grande apalpou minha bucetinha sobre a calcinha, apertando carinhosamente por alguns instantes, percebeu que eu estava molhadinha, que estava adorando tudo aquilo.

Segurou pelo elástico da minha calcinha e foi descendo até tirá-la. Abriu minhas pernas, tocou de leve na minha xaninha com seus dedos separando os meus pelinhos, de um lado e do outro, eu tremia de desejo, ele então se inclinou e começou a lamber envolta dela então sua língua passou a percorrer toda a minha xaninha, sentia sua língua úmida e quente provocando sensações inexplicáveis, meus peitinhos estavam duros como nunca antes estiveram meu rosto pegando fogo e um friozinho na barriga, tudo isso misturado, provocado pela língua dele invadindo minha grutinha, estava muito bom, eu estava enlouquecendo de desejo.

Nunca um macho tinha me tocado daquele jeito, e eu queria mais, queria sentir ele dentro de mim, queria sentir o membro dele dentro de mim, embora ainda virgem, temia um pouco, ele então me disse que já tinha tirado a virgindade de outras garotas antes e que seria carinhoso e que sabia como fazer sem doer.

Ele colocou dois travesseiros embaixo o meu corpo, na região da bunda, deixando meu corpo mais alto, tirou sua cueca, seu pau estava bem firme, ele estava bem excitado, achei que eu e não iria conseguir aguentar ele metendo tudo aquilo no meu corpo e fechei minhas pernas.

Ele mandou que eu abrisse as pernas e confiasse nele e que se doesse ele parava, então se posicionou entre minhas pernas, segurando seu pau com a mão, apoiando a outra mão no colchão foi aproximando seu pau da minha bucetinha, colocou ele devagar na entradinha dela e tentou forçar ela pra dentro.

Eu gemi reclamando que estava doendo, e ele parou, tentou novamente, mas de novo reclamei que estava doendo e ele novamente parou, eu quase chorei, estava com muito desejo mas tremia de medo e nervosismo.

Ele então pediu que eu cruzasse as pernas atrás dele, pendeu seu corpo sobre o meu, ajeitou novamente seu pau na entrada da minha xaninha, sem forçar nada, me olhou nos olhos, beijou meu rosto, de um lado, do outro, lambeu meus lábios, beijou minha boca como eu nunca tinha beijado, eu relaxei um pouco, soltei a tensão, quando percebeu isso, ele fez um movimento mais forte, senti seu caralho me rasgando por dentro. eu queria sentir aquele macho todo dentro de mim, mas não sabia que doeria tanto, ele abafou meu grito com um beijo, me disse pra aguentar, que agora tinha entrado mais da metade que tirar era pior. Eu confiei, ele então socou o resto pra dentro, cravei minhas unhas nas costas dele. Era um misto de tesão e dor.

Ele começou a fazer movimentos lentos de vai e vem, minha bucetinha foi se acostumando com o tamanho do membro dele que estava sendo atolado dentro dela, eu sentia ela bem molhada, achava que era por que eu estava excitada, ele tirou pra fora, limpou em sua cueca que ficou marcas de sangue, ele me disse que era normal e que eu estava perdendo a minha virgindade, meu cabaço foi o que ele falou, que estava tirando meu cabaço, então pos de novo na entradinha, e novamente uma estocada firme, de novo tudo dentro, de novo um misto de dor e prazer. Aos poucos fui me acostumando, e já comecei a gostar daquilo.

Ele me pediu se tava tudo bem, eu disse em seu ouvido que estava adorando ser comida por ele, aquilo deixou ele louco, pos então as mãos por baixo do meu corpo segurando firme na minha bunda, começou a puxar meu corpo contra o dele, e a empurrar o dele contra o meu, começou a meter mais forte, alucinado, ahhh, ahhhh, ahhhhh, soltava urros de desejo, seu corpo todo suado, pingando sobre o meu.

Ele socava cada vez mais firme, seu pau parecia cada vez mais duro, cada vez mais quente. Então pendeu seu corpo dobre o meu, e começou a gemer no meu ouvido;

- to gozando, to gozando to gozando

E sua porra jorrou pelo seu cacete inundando minha bucetinha. Depois me beijou, e deitou-se ao meu lado, pediu-me pra dormir que ele ficaria cuidando de mim. Eu estava em êxtase, foi muito bom apesar de no inicio ter doido bastante, mas nunca poderei esquecer como foi gostoso e como ele foi carinhoso comigo.

No outro dia continuamos a viagem, eu esperei ele descarregar e voltei pra minha cidade de carona com ele mesmo, e continuamos aprontando no caminho, paramos a noite no mesmo hotel e ele me comendo novamente.

Acabei descendo exatamente onde ele me deu carona, voltei pra casa outra pessoa.

  • Enviado ao Te Contos por Fernanda

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Rapidinha com o meu namorado no carro na rua com pessoas passando perto. (15-11-2025)

 

By; Lila

Oi Te Contos, me chamo Lila, tenho 24 anos, e sou de Ribeirão Preto. Eu e meu namorado somos muito tarados e vidrados em fazer sexo em lugares que podemos ser assistidos.

Estávamos em um festa no interior e bebemos demais, o que deixou as coisas bem quentes, os beijinhos começaram a esquentar, a mão naquilo e aquilo na mão em pleno show no meio da multidão, até que não aguentamos mais ficar só na pegação.

Nosso carro estava parado numa rua sem saída, bem próximo ao parque em que estávamos, decidimos ir embora para apagar aquele fogo em casa, mas não demos conta de esperar, quando vimos a rua escura e vazia decidimos transar ali mesmo.

Ele abriu a porta do carro e eu sentei no banco da frente, virada para fora do carro, ele ficou em pé do lado de fora, então abri o cinto e zíper da calça, tirei seu pau e comecei a chupar, quando ele já estava quase gozando parei, abaixei minha calcinha, subi o vestido e fiquei de quatro no banco do carro.

Pedi que ele me fodesse bem forte, porque eu já estava com a xota pingando e piscando de tesão. Ele me puxou pela cintura e meteu seu pau na minha buceta com toda força, o tesão já me consumia e nas primeiras metidas eu já estava gemendo e rebolando, com muito tesão.

Nesse momento escutamos algumas pessoas que passaram falando para que fôssemos ao motel ao invés de transar na rua, só que aquilo me deixou ainda mais excitada e com vontade de foder.

Continuamos metendo com força, ele tirava seu pau e socava tudo de novo, eu rebolava muito e gemia bem alto.

Gozamos bem gostoso, voltamos pra casa e metemos de novo, foi uma delicia.

Enviado ao Te Contos por Lila

Meu vizinho gostoso me fode. (Nov-2025)

 

By; Raquel

Meu nome é Raquel, sou casada, tenho 32 anos, 1,65m ,50 kg, morena seios fartos e bunduda, sou bem bonita e atraente.

Moro em um prédio com poucos apartamentos, e sempre encontro um vizinho no elevador que quase me come com os olhos, ele é muito bonito e tem porte atletico, e um dia comecei a olhar para o corpo dele, comecei a desejar aquele gostoso, encontrava ele as vezes chegando da academia todo suado, a camisa colada no corpo destacava o volume do pau no shorts dele, aquilo me deixou louca e cheguei em casa toquei uma siririca e gozei gostoso pra ele.

Passando uns dias ele nao saia da minha cabeça, tentava me controlar mas minha buceta me fez perder o controle e então resolvi ir ate ele.

Esperei na portaria até que ele chegasse , vi o carro entrando fui ate meu carro de proposito pra encontra-lo no elevador.

Entramos no elevador minhas pernas tremiam, fiquei olhando para ele foi quando ele perguntou se eu queria falar alguma coisa com ele, fiquei vermelha mas respondi que sim, se poderiamos trocar umas palavras na churrasqueira do predio que ficava no ultimo andar. Ele topou, chegando la como fiquei sem ter o que dizer, me aproximei dele e meti um beijo na boca, ele retribuiu enfiando aquela lingua quente na minha boca, nisso minha buceta ficou meladinha, e ele me segurou pela bunda e apertou o cacete ja meio duro contra minha buceta, de repente começou a apertar meu peitos, chupando meu pescoço e foi quando tirou minha blusa e sutiã e mamou loucamente meus peitos, eu fiquei sem controle, mas segui em frente, ele disse;

- agora vou te dar o que voce quer

Abaixou as calças e a cueca revelando um pau enorme, grosso e bonito como nunca tinha visto, me pediu pra ajoelhar, obedeci sem pensar e me deparei com aquele pau grosso com algumas veias e de cabeça rosada, ele não depilava, isso passava mais vigorosidade, coisa de macho de verdade, fui me aproximando do pau pra pegar, senti o cheiro de suor do pau, me perguntando, o que estou fazendo, estou prestes a chupar o pau de um estranho, todo suado sem tomar banho, mas aquele cheiro do pau dele me fez criar coragem...

Peguei com minha pequena mão aquele mastro cheiroso e abri a boca e fui sugando aquela cabeçona rosada, sentindo o gosto daquele cacete delicioso, tenho a boca pequena, ele mal cabia na boca, então ele começou a forçar o cacete, empurrando na minha garganta, puxando minha cabeça contra o pau dele, engoli quase todo senti as bolas do saco baterem no meu queixo, e sentia o cheiro de suor da virilha peluda dele, minha buceta estava encharcada e pedindo aquele pau nela, ele metia vigorosamente o pau na minha boquinha, eu sentia a cabeçona alargando minha garganta, me engasguei e tirei o pau da boca e lambi as bolas do saco e punhetando aquele cacete todo melado, coloquei as 2 bolas na boca, senti o gosto do saco dele, minha vontade era chupar o pau e o saco de uma vez, mas não cabe na boca, voltei pro pau e continuei, chupei como nunca tinha chupado um pau antes, caprichei na chupeta, aquele pau merecia capricho.

Após 10 minutos mamando a verga rosada, ele disse que ia gozar e acelerou as estocadas na minha boca, parei de chupar e fui punhetando, ele pediu pra chupar que queria gozar na boca, mas não aceitei, então disse que gozaria nos peitos, aceitei inocentemente, ele pediu pra eu deitar no chão, e vi o cacete dele por baixo, então ele veio se agachando e colocou as pernas travando meus braços, e com o cacete no meio dos meus peitos começou a punhetar, eu via a cabeça rosada já escorrendo meladinho e pronto pra despejar sua porra nos meus peitos, o tesão foi aumentando e ele estava pra gozar,vi uma pequena gotinha de porra sair do pau, inocentemente não imaginando o que estava pra sair daquele pau, foi quando de surpresa sai um jato de porra muito forte e acerta em cheio no meu olho esquerdo, o jato bateu no olho explodindo porra na testa, rosto e cabelo, não esperava aquilo, meu marido não goza assim esguichando, a porra entrou um pouco no olho e tive que fechar os olhos, mas não tinha acabado a porra, tinha muita pra sair, senti mais um jato de porra que acertou minha boca e mais outro sobre o rosto e testa, e outro forte acertou meu nariz, senti o cheiro profundo da porra daquele pau, e pensei

“Raquel, você virou puta na mão de um estranho”

Mas mesmo assim fiquei firme recebendo o resto da porra sobre minha cara, abri um pouco os olhos e pude ver ele terminando de esporrar minha cara, apertando a cabeça do pau tirando as ultimas gotas de porra e chacoalhando o cacete derrubando sobre minha boca o resto de semem. Ele subiu as calças guardando aquela ferramenta enorme e eu fui ao banheiro me limpar, chegando lá vi meu rosto, estava todo coberto e lambuzado de porra, acho que ele gozou uns 6 jatos de porra na minha cara, eu tinha nojo de porra mas naquele momento não senti nojo, achei gostoso saber que aquele cacetão gostoso lavou minha cara de porra.

Conversamos mais um pouco e marcamos novo encontro, dessa vez na minha casa, já que meu marido viaja durante a semana.

Mandei mensagem e ele estava saindo da academia, e veio direto, minha buceta estava melada, bati varias siriricas pra ele, não via a hora daquele pau preencher minha buceta.

Ele chegou todo suado e disse que ia tomar um banho, não deixei, queria sentir aquele pau suado na minha boca, me ajoelhei e abaixei o shorts dele, o pau ainda mole, peguei aquele pau suado e esfreguei pelo meu rosto, passando no nariz, comecei lamber o saco punhetando e o pau ficou duro, olhando aquele pau suado, metia boca e comecei uma chupeta caprichada, ele gemia de tesão e metia forte na minha garganta,

Me levantei e tirei minha roupa, revelando minha buceta e meu bundão pra ele, ele chupou meus peitos e me jogou no sofá, abriu minhas pernas, chupou meu grelo violentamente, desceu e enfiou a lingua na buceta melada, voltou a chupar o grelo e não aguentei e gozei na boca dele, delicia de boca ele tem.

Então me pediu pra ficar de 4, e abriu meu bundão, olhou pro meu cuzinho, chegou perto e meteu a lingua no meu cu, me arrepiei toda, nunca alguém tinha chupado meu cu assim, sem saber das intenções dele empurrei a bunda contra boca dele fazendo com que a lingua dele quase penetrasse meu cuzinho, e ele revelou sua intenção, falou que ja tinha batido muitas punhetas pra mim, pensando em meter no meu cuzinho, fiquei surpresa mas disse que nunca tinha feito sexo anal, que meu marido não gostava e nunca tentou, e que eu não iria dar o cuzinho pra ele, (tudo um charminho), que queria o pau dele na minha buceta, me ajeitando com as pernas abertas no sofá eu estava pronta pra levar rola na buceta, mas ele me decepcionou dizendo que sem cu não rola nada, que buceta ele já tem a da esposa, e que gosta de gozar na boca e que engulam sua porra.

Aquilo foi um balde de agua fria, minha buceta foi de fogo a gelo, então ele foi se vestindo e disse que se eu mudasse de idéia que ligasse para ele.

Fiquei muito decepcionada, os dias foram passando e a raiva também foi quando voltei a pensar naquele cacete, lembrava do cheiro e do gosto daquele pau 24 horas por dia, 6 dias se passaram, acho que bati umas 10 siriricas pra ele.

Resolvi tomar uma providencia, ou melhor, resolvi que ia tomar no cu, em uma das siriricas enfiei 1 dedo no cuzinho e gozei gostoso.

Então liguei pra ele e marquei na minha casa no final da tarde. Sabendo do que se tratava ele já veio prevenido com um pote de lubrificante nas mãos.Ai perguntei:

- Que isso nessa sacola?

- É pra voce Raquel, pra lubrificar teu cuzinho.

- Nossa, você veio pronto, como sabe que vou querer?

- Pedi pra ligar se mudasse de ideia , certo ?

- Certo e mudei, mas tenho condições, quero que seja paciente e carinhoso.

- Pode deixar, ja comi muitos cus, tenho muita pratica, voce vai gostar.

Tiramos nossas roupas, comecei a chupar aquele mastro cheiroso, suguei as bolas do saco, voltei a chupar o pau e ficava imaginando, se não cabe direito na minha boca imagina no meu cu, vai ser um estrago, mas eu tinha que dar o cu para aquele homem.

Levei-o até o quarto, ele pegou na minha calcinha puxou forte rasgando um lado e depois rasgou o outro lado, puxou pela frente e levou até o nariz, cheirou dizendo;

- essa vou levar pra punheta, quero gozar gostoso sentindo cheiro da tua buceta e do teu cu.

Isso me deixou com mais tesão, nunca pensei em alguem batendo punheta com uma calcinha minha, minha xana estava quente e melada então ele me chupou a buceta ate gozar na lingua dele, ele se deitou e pediu que chupasse o cacete, ai ergueu as pernas mostrando o cu dele, me pediu pra lamber o cu dele, era peludo e estava suado, mas estava louca pra ter aquele pau cravado na minha buceta, cheguei perto, sentindo o cheiro do cu dele comecei a beijar o cu dele de lingua fiquei ali passando a lingua naquele cu por alguns minutos, a enquanto com uma das mãos punhetava o meu tão sonhado pau, me deu mais tesão ainda chupar o cu dele, ai ele pediu que ficasse de 4, prontamente arrebitei minha bundona deixando meu cuzinho a mostra e vulneravel a aquele cacete, senti a respiração dele no meu cu, como se ele tivesse me cheirando , como cachorro cheira cadela na rua, ai chupou meu cu por uns 5 minutos e disse:

- Adorei o cheiro e o gosto do teu cu Raquel, to com muito tesão de comer teu cu, ta preparada?

- Sim, estou tremula mas ja passa, pode começar, vem tirar o cabacinho do meu cu vem.

Ai ele se posicionou com a verga atras da minha bunda, pegou lubrificante e falou que ia enfiar o dedo lubrificado no meu cu, enfiou e gemi, o dedo era grosso, enfiou e tirou umas 5 vezes, ai tirou o dedo do cu e chupou, enfiou de novo e deu pra eu chupar, fiquei com um pouco de nojo mas chupei, então a coisa ia ficar seria, lubrificou o pau, a cabeçona rosada chegava brilhar, pronta pra estourar a preguinhas do meu cu.

Então veio, encostou a cabeça do pau no meu cuzinho, senti um frio na barriga, e ele disse:

- Raquel, não aperta o pau com o cu quando tiver entrando, tem que relaxar o cu pra diminuir a dor.

- Entendi, vou tentar relaxar o cuzinho ao maximo.

Ai ele ficou em pé e foi se abaixando, direcionando a cabeçona do pau no meu rabo, encostou a cabeça, começou a forçar, mas meu cu apertado não colaborava, ele então segurou o pau com a mão guiando na porta do meu cuzinho, e deu outra investida, dessa vez com mais vigor, senti a pressão da cabeçona na porta do cu, começou a destruição do meu cu, senti a cabeça entrando, esquentou meu cu, parecia que estava queimando,eu gemia de dor, mas ele não estava de brincadeira, deu mais uma empurrada, comecei a sentir a cabeça do pau estava dentro do meu cu, me desesperei, comecei a trancar o cu na contra- mão do que ele pediu, estava com medo daquele pau grosso no meu cu, fiquei apavorada, então ele mandou o pau de novo, o pau era mais grosso no meio, a dor aumentou e ele pedia pra ficar calma, e começou vai e vem lentamente, mas a cada enfiada ia mais dentro do cu, senti uma pressão no intestino, sentia aquela cabeçona empurrando e puxando meu cu e intestino, ele gemia e com cara de alegria eu via a satisfação dele em quebrar o cabaço do meu cuzinho.

Assim, a cada vai e vem, o pau entrou inteiro, meu cu estava tomado por aquele pau imenso e lindo,senti as bolas batendo na buceta, eu gemia muito, tava doendo demais meu cuzinho, a pressão foi aumentando, pensei;

“só tem uma saida, vou pra frente ai o pau sai”

Mas ele me segurava pelos ombros, a pressão no intestino estava insuportavel, quanto mais apertava o pau, mais dor eu sentia no cuzinho, fui pra frente com tudo, o pau escapou, mas acho que o excesso de lubrificante ajudou a soltar meu intestino, no momento que saiu o pau soltei um baita peido, fiquei morrendo de vergonha, e disse:

- Me desculpa, que vergonha, por favor não fica com nojo de mim.

F- ique tranquila Raquel, ja aconteceu outras vezes, nao tenho nojo, senão não comeria cu né.

Toda envergonhada fui ao banheiro e acabei de me lavar, saiu um pouco de sangue , lavei o cu e voltei pra la.

- Olha, estou preparada agora e vou suportar, se quiser pode continuar, prometo que vou dar o cu bem gostoso pra voce, me perdoa.

- Fica tranquila, me da o cu que te perdoo kkkkkkkkkkkkk

Demos umas risadas e fomos pra mais um capitulo da minha primeira enrabada.

Ele lubrificou o pau e veio de novo, senti entrando, pensei no conselho dele, relaxei o cu, o pau foi entrando, sentia meu cu dilatado, sentia o cacete quente no meu cu, doia mais menos, eu fazia o contrario de apertar o pau com o cu, passado 5 minutos de rola no rabo deu uma aliviada, comecei a me masturbar, pensando naquele homem gostoso me enrabando, naquele lindo pau, na cabeçona rosada alargando meu cu, ele me puxava pelos cabelos, maus peitos balançavam, o saco batia forte na minha buceta, aquele cacetão estava destruindo minhas pregas, ai gritei:

- Ai meu cuzinho, mete vai, mete no meu cu.

- A partir de de hoje voce tem um cuzão Raquel, era um cuzinho , toma no rabo cuzuda.

Me senti uma puta, a buceta escorrendo melado, me masturbando e dando o cu pra um cara que mal conheço, então ele pediu:

- Abre a bunda com as mãos, vou enfiar a lingua dentro do teu cu Raquel.

Como putinha obediente, abri bem a bunda, ele tirou o pau, meu cuzão ficou aberto, senti o ar circulando e resfriando meu cu já tão judiado por aquele cacete imenso e grosso, quando volta a esquentar, senti a lingua entrando no meu cu, sem nojo ele lambia meu cuzinho como se lambesse uma boca, o tesão só aumentava, ele meteu sem dó o pau todo no meu rabo, o saco bateu na buceta, bombava meu cu forte e rapido e eu na siririca, quase gozando sentindo aquele mastro deslizando dentro, a dor quase não incomodava mais, e quando senti que eu ia gozar, dando o cu pela primeira vez, gritei:

- Fode, fode meu cu, vou gozar ahhhahhhhahhhhh.

- Toma no cu puta, chupa meu pau com o cu Raquel, empurra o cuzão no meu pau, vou encher teu cu de porra .

- Ahhh ahhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhh gozei gostoso ahhhhhhh

Ele tirou o pau do meu cu segurando a bunda aberta, cuspiu dentro do meu rabo e continuou fudendo meu cuzinho e gritando:

- Pede porra no cu Raquel, pede puta.

- Vaaaiii , goza no meu, enche meu cu de porra.

Então ele começou a gozar, senti os jatos de porra quente, sentia meu intestino ficando quente e melado, inundado de porra.

Ele foi tirando o pau lentamente, meu cu ja não era o mesmo sentia ele meio aberto, quando o pau saiu, o cuzinho ficou aberto, deu uma fechadinha e aí soltei um peido e a porra escorreu de dentro do cu para a buceta, ele então ele levantou, foi ate ao banheiro lavar o seu pau. Então ele veio e me beijou e disse:

- Agora vou comer tua buceta, e ja vou avisando, vou gozar na tua boca e voce vai engolir toda porra.

- Não vejo a hora de ter esse pau gostoso na minha buceta, mas quero tomar um banho antes, vamos ?!

Tomamos um banho nos recompomos e voltamos para a cama, fiz uma chupeta caprichada, lambi o saco, lambi o cu e enfiei o pau todo na garganta, ele chupou minha buceta melada com o dedo enfiado no meu cu e depois veio em cima de mim, começou a penetrar minha buceta, senti a cabeçona rosada invadir minha buceta, minha buceta apertada sentiu a força daquela vara grossa e comprida, ja que o pau do meu marido é menor e mais fino do que o dele. Sentia o pau entrando apertado, gemia feito puta , ele chupava meus peitos e então não aguentei e gozei gostoso naquele cacete.

- Aiii to gozando, tesão, mete fundo na buceta da tua putaaaaaaaa.

- Voce não queria meu pau na buceta , então chupa esse pau com a buceta sua puta.

Gozei tão gostoso no pau dele que senti o melado escorrendo pelo cu, que piscava junto com a buceta durante o gozo.

Ele meteu mais uns 5 minutos, minha cama estava molhada de tanto tesão na buceta, ele chupava meus peitos e aumentou o ritmo das estocadas, sentia o saco dele batendo no meu cu e a cabeça do cacete batendo no fundo do meu útero, ai que tesão aquele pau e ai gozei de novo e ele disse:

- Vou gozar , abre a boca , vou encher tua boca de porra Raquel .

Me ajoelhei diante dele, abri a boca, coloquei a lingua pra fora e esperei os jatos quentes de porra sairem daquele mastro, e veio o primeiro jato, bateu no céiu da boca e caiu na lingua, senti o gosto da porra dele, impregnou minha garganta, veio o segundo jato e foi direto na garganta, quase engasguei, o outro jato errou a boca e acertou dentro do meu nariz, senti a porra quente dentro do nariz, agora sentia o gosto e o cheiro da porra dele ao mesmo tempo, isso me deixou com mais tesão por aquele homem que até pouco tempo atrás judiou de mim, arrombando, fudendo o meu cu, então ele finalizou com o cabeça do pau na minha lingua terminando a esporrada, jorrando os últimos gotas de porra que tinha no pau, deu aquela espremida na cabeça do pau e aquela chacoalhada pra deixar toda porra em minha boca e disse.

- Vai, engole minha porra Raquel, engole tudo putinha.

Prontamente fechei a boca e engoli, foi dificil mas consegui, ficou um certo incomodo, grudou na garganta mais depois foi saindo, abri a boca pra ele ver que tinha engolido tudo, ele veio me beijou, se vestiu e já marcamos outra foda, não vejo a hora de sentir aquele pau dentro do meu cuzinho.

Obrigado pela leitura, espero que gozem ao ler.

  • Enviado ao Te Contos por Raquel

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

A deliciosa festa de swing sabado no bairro do Morumbi (08-11-2025)

 

By; Fabi

Oi Te Contos me chamo Fabi, meu marido se chama Gustavo, somos de São Paulo e fazemos parte de um grupo de swings. E sábado fomos convidados para um jantar com um casal de amigos do meio liberal, no bairro do Morumbi, a ideia eram ter outros casais e ter uma festa de swing. Nós nunca tínhamos participado de algo assim, mas meu marido tinha muito tesão e queria assistir vários homens me desejando e eu fodendo com algum dotado, então por insistência dele topei irmos à festa.

Lá tinham em torno de 15 casais, no início ficamos um pouco deslocados, mas fomos bebendo e o fogo foi subindo. Estávamos no canto da sala conversando sem interagir com outros casais, até que chegou um single que nos chamou a atenção, era alto, cheiroso, atraente e muito simpático, pois chegou conversando com todos, já era conhecido.

Ele logo veio até nós e começou a puxar assunto, aquilo foi me deixando com vontade fazer meu corninho feliz, então no meio da conversa o single pediu para irmos a um quarto e meu marido aceitou na hora, deu pra ver pela calça que seu pau já estava duro.

Fomos para um quarto, meu marido se sentou e mandou que eu e o rapaz começássemos a brincadeira, então fomos logo para a pegação, seu pau era enorme e já estava pulsando, enquanto nos beijávamos e ele socava os dedos na minha bucetinha molhada, eu batia uma pra ele e meu marido assistia a tudo batendo uma.

Ver aquelas duas picas enormes e duras me deixou louca, fiquei de quatro para mamar o single e mandei que meu marido socasse sua pica na minha buceta. Ser fodida ao mesmo tempo em que chupava um pau era muito gostoso, cada vez que meu marido socava e gemia e chupava com ainda mais tesão, enfiando toda a pica na boca.

Ficamos metendo e pedi para trocarmos, queria chupar meu marido enquanto o outro comia minha buceta, quando estávamos quase gozando o single pediu para encher meu cuzinho de porra, meu marido deixou, disse que era pra caprichar, pois depois iriam meter em mim em uma dupla penetração bem gostosa.

O cara tirou o pau da minha buceta e socou com força no meu cuzinho, o tesão era tanto que meu cuzinho engoliu sua pica enorme, enquanto ele metia mandei que meu marido se deitasse, porque eu iria sentar para ser preenchida pelos dois.

Sentei minha buceta no pau do meu marido e empinei meu rabo para o outro vir e meter sua pica na minha bunda, que sensação maravilhosa, nós três conectados e fodendo loucamente, não demorou para gozarmos os três juntos, fiquei com o cú e a buceta cheios de porra.

Meu marido fica louco, adora me ver sendo putinha de outros machos.

Sábado tem mais e vamos.

  • Enviado ao Te Contos por Fabi

Casada fugindo da monotonia.

 

By; Yasmin

Teconto, me chamo Yasmin e tenho 27 anos, sou casada e moro há 5 anos junto, mas namoro desde o ensino médio, ou seja, sempre foi meu único homem, até esse fato que contarei acontecer.

Sou enfermeira e trabalhei à noite durante 1 ano em um Hospital, muitos plantões exaustivos. Minha relação estava bem, apesar de ter perdoado uma recente traição dele com uma vizinha. Nesse tempo, eu me sentia muito feia, não me sentia atraente e estava empurrando com a barriga, não estávamos bem.

Durante um dos plantões notava um olhar diferente de um funcionário do hospital, ele não era médico, muito menos enfermeiro. Eu não sabia nem o nome dele, mas uma vez ao entrar e um dos elevadores lá estava ele segurando a porta pra mim. Senti um olhar bem expressivo e um sorrisinho malicioso. Mas não passou da troca de olhares. Em casa, descansando... recebi um convite no Instagram e nao o reconheci, exclui a solicitação, não aceito homens facilmente em respeito a minha relação.

Em mais um plantão, comecei a notar cada vez mais o olhar dele... minha mente começou a criar cenas que eu queria viver com ele. Além de me olhar com vontade, o que despertou meu interesse, comecei a notar que ele tinha um corpo bem bonito, braços fortes, aquele típico cabo-verde, ele era sempre bem moleque, sorrindo e sendo gentil com todos. Descobri que ele era maqueiro (transportava pacientes na maca do hospital), não ligo muito pra profissão, pra status das pessoas, eu já estava envolvida quando descobri o nome dele "iago"... Eu já estava louca, imaginando trair com ele, experimentar uma pica diferente, me via sentando nele, ficava imaginando como seria o pênis dele, se era grosso, se tinha muitas veias, se ele podia gostoso.

Com a mente cheia de problemas, não me dei conta que ele havia me enviado o solicitação de amizade, eu me dei conta de que exclui e o nome era esse "iago" então eu achei o perfil dele e enviei solicitação, ele aceitou e começou a curtir os meus destaques. E logo me enviou uma mensagem:

Ele: - Boa noite.

Eu: - Oi boa noite, juro que esse perfil me enviou solicitação outro dia, não tinha caído a ficha de quem se tratava, mas você trabalha no hospital, não é"

Ele: - Sim, trabalho. Rsr

E daí em diante, conversamos muito e não demorou começar assuntos de putaria. Não escondi que eu era casada... Ele aumentou as provocações durante os plantões, me olhava e eu ficava molhada, passava por ele e lembrava do que ele me dizia nas mensagens. Eu contei pra ele que há tempos tinha curiosidade de como seria sentir o pau dele entrando e eu cavalgando gostoso em cima, com todo aquele fogo e tesão que eu sentia só de olhar pra ele. Me masturbava horrores só de pensar nele... e matei minha curiosidade de como era a pica com um nudes delicioso que ele enviou. Tirou a foto de baixo pra cima, me fez querer ajoelhar e ver pessoalmente aquela pica grossa, como eu tinha imaginado, e chupar ela toda.

Eu já não conseguia pensar em mais nada e em mais ninguém. Transava com meu companheiro mas não me saciava, queria experimentar outro, queria o Iago, e aproveitei uma folga pra ir ao seu encontro.

Peguei Uber, cheguei ao motel, um dos mais baratos da cidade, não liguei pra isso, só queria fuder. E ele estava lá me esperando pra subir junto.

Logo quando cheguei, me senti mal pela situação, foi como se fosse delírio e eu me dei conta de que estava errada. Mas já estava lá e ele começou a me beijar, percebeu que eu estava tensa e começou a falar no meu ouvido o quanto eu era gostosa, que amava me ver de pijama hospitalar, de rabo de cavalo, que imaginava sempre puxando meu cabelo enquanto eu fazia um boquete nele.

Quando ele disse isso, eu esqueci tudo de novo e me dei pra ele, saiu dentro de mim uma putona sedenta por pica. Então, eu chupei ele, senti logo a diferença pois a pica dele é mais grossa, me entalei, chupava e pegava com a mão como se pegasse algo gostoso demais pra fugir da boca. Ele urrava cheio de tesão. eu disse:

- Quero gozar sentando como sempre sonhei no seu p* e cavalguei tão gostoso, gozamos juntos.

  • Enviado ao Te Contos por Yasmin

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Memorias Reativadas (13-11-2025)

 

By: Julianne

Ei Te Contos, me chamo Julianne, hoje tenho 38 anos, casada e com filhos. Sou formada, tenho um otimo casamento e vivemos muito bem. Mas gostaria de contar algo que passei a bastante tempo atras, lá nos meus 17 anos.

Garota novinha, querendo saber de tudo, moreninha, magrinha com umas curvas, seios pequenos, bundinha redondinha, durinha de menina que não parava quieta, que jogava vólei na escola e no clube.

Nessa época não pensava em namorar, mas gostava de ver coisas sobre, desde revistas que outras amigas conseguia pegar escondidas de seus irmãos ate fica sabendo de alguém que viu quem fazendo algo. Era interessante, saber mas era só isso.

Ate que um dia, na verdade uma noite de sábado, onde não lembro agora o motivo, mas estava sozinha em casa e aproveitei pra ligar a TV da sala e vi na Band o Cine Privê. Era a Emannuelle, a inspiração de uma geração, muitos meninos homenagearam ela. Foi assistir e no dia seguinte e segunda feira contar pra minhas amigas.

E com isso todo sábado da um jeitinho de ir ate a sala sem acordar os meus pais e ligar a TV, tirar totalmente o volume e assistir o Cine Privê.

E porque to contando isso já que muitos meninos daquela época, hoje já homens feitos, viam tambem.

Bom acontece que a curiosidade nessa época foi tanta, que eu consegui conversar um amiguinho (vizinho), que naquela época tambem via, tambem escondido de seus pais a deixar eu provar o Gozo dele.

Lembro-me muito bem, depois de conversar com ele, descobrir que ele via, e pedir segredo a ele e falar que via escondido. Após alguns finais de semana comentando o que viamos eu contei a ela que tinha uma curiosidade e ele poderia me ajudar com isso.

Lembro-me que foi em uma terça-feira, pois seus pais e os meus não estavam em casa, eramos vizinhos, combinamos tudo, e a tarde, lá pelas 2h da tarde já tendo a total certeza quem nem os pais dele e nem os meus chegariam em casa naquele momento, pedi a ele que pulasse o muro do quintal e vinhesse pra minha casa.

Lembro bem, dele entrar, e eu fechar a porta da cozinha, fomos pra sala, la ele sentou no sofa, eu conferi se o portão estava com cadeado pela 3 ou 4x naquela momento, depois fechei a porta dando 2 volta na chave pra garantir. Liguei a TV, mas baixinho para despistar e baixinho para caso alguém fizesse barulho de entrar desse tempo dele correr e ir pular o muro.

Ele sentou, estava sem camisa, de banho tomado, estavamos nervosos, nem sabia como começaria aquilo, ele perguntou se era pra ele se punhetar e esporrar na minha boca, no começo eu disse que sim era melhor ele fazer isso.

Ele abaixou o calção, esses de futebol, e a cueca junto, seu pau era grandinho (pra mim era enorme, fiquei pensando depois como um magro tinha um pau grande). Vi que ele tava nervoso, estava tão gelado quanto eu, então quando ele pegou no seu pau eu coloquei minha mão em cima, ele tirou a dele, eu tinha colocado uma almofada no chão, e fiquei de joelhos entre suas pernas, ali devagar e totalmente sem jeito eu comecei a punheta-lo, lentamente, descobrindo a cabeça do seu pau puxando a pele pra tras e subindo, cobrindo-a.

Seu pau foi aos pouco endurecendo enquanto eu movia, e foi bem diferente sentir endurecendo enquanto mexia nele, eu não tirava os olhos, ficou duro, ficou bem quente, lembro de olhar para o rosto do meu amigo e ve-lo vermelho, mas com gostando muito.

Eu ergui um pouco o meu corpo e aproximei o meu rosto do pau dele, comecei a tocar com a ponta da minha língua na parte vermelha, enquanto movia a pele pra cima e pra baixo, a respiração dele tava ficando forte, passei a pontinha da minha língua pelo o buraquinho da cabeça, queria saber a sensação que era aquilo, depois passei a minha língua por toda a cabeça, parei perguntei a ele se ele estava realmente gostando, ele disse que sim, que era muito bom.

Eramos dois adolescentes descobrindo as coisas.

Eu então decidi saber mais como era e coloquei o pau dele na boca, molhei bem, e punhetei mais forte, mais rapido. Pra mim esse tempo foi uma eternidade, mas no fundo tudo não demorou 20 minutos.

Eu não sabia chupar direito, fazer um oral, então fiz o que vi no filme, e punhetei do meu jeito ate achar o ritímo que ele gostou, e então ele já se prendendo um pouco avisou que não aguentaria.

Lembro que pedir pra ele levantar pra não sujar o sofa da minha mãe kakakaka.

Ele ficou em pé, eu continuei com a boca la e punhetando ele rapidamente ate ele começar a gozar. Senti os jatos fortes batendo no fundo da garganta, me engasguei, não foi muito, mas foi o suficiente para encher a minha boca, e ate derramou um pouco pelo queixo, mais eu passei a mão e coloquei na boca, fiquei com muito medo de sujar o sofa ou o chão e descobrirem.

Eu não gostei do sabor e da consistência, mas disse a ele que adorei, lambi minha mão que ficou melecada um pouco, tambem dei um chupadinha na cabeça do pau dele quando tava saindo as ultimas gotas.

O pau dele foi amolecendo, eu pedi pra ver, quando ficou mole ele se vestiu, eu fui lavar minha mão e minha boca, aproveitei e tomar um pouco de suco pra tirar o sabor, ele disse que precisava ir antes de alguém chegasse. Eu disse a ele que poderiamos fazer mais depois de novo, e ele disse que sim.

Então ele pulou o muro para a sua casa e eu fiquei na minha. Lembro de voltar pra sala pra ver se tava tudo ok, e tambem de repassar tudo que tinha acontecido, lembro que minha calcinha ter ficado molhada, uma babinha.

Esse vizinho e eu fizemos muitas coisas, escolhi contar essa porque ontem passando de canal indo atras de algo interessante pra assistir acabei me deparando com a nova versão do filme da Emannuelle. E me reacendeu essas otimas memorias.

Enviado ao Te Contos por Julianne

Nos achamos no Tinder ! (2025)

 

By; Felipe

Oi TeContos, me chamo Felipe, tenho 37 anos, casado, sou Administrador. Sou de Porto Alegre. Sou branco, 1,78m, olhos verdes, cabelos curtos ficando grisalhos, tenho barba e também malho bastante, mas não tenho um corpo todo definido.

No primeiro semestre desse ano meu casamento não estava num estágio legal, parecia estar com os dias contados, então, resolvi baixar o Tinder. Olhei diversos perfis no aplicativo e dei match em alguns que acreditei serem bem compatíveis com o meu. Não sei se por sorte, acaso ou qualquer outro motivo combinei com uma mulher que me interessou muito.

A Ana, uma mulher muito bonita, 38 anos, casada há 10 anos. Então conversamos bastante pelo Tinder e depois pelo Whatsapp. Tivemos conversas interessantes, me disse que também não passava por um momento bom no casamento e após algum tempo essas conversas começaram a ficar bem picantes.

Achei que ficaríamos nas boas conversas somente, mas belo dia ela deu a ideia de nos conhecermos pessoalmente. Então resolvemos nos encontrar. Nossas conversas estavam tão excitantes que não pensamos duas vezes em marcamos nosso encontro direto num motel.

Dia e hora marcada fui ao motel, já com quarto reservado. Aguardava ansioso por Ana, então chega a mensagem no celular, ela afirmando que já estava entrando no motel, minha ansiedade só aumentou. Ela entra no quarto, eu aguardando sentado a mesa bebendo um copo de água. Fiquei impressionado com a beleza daquela mulher. Só a conhecia por fotos e já a achava muito bonita, mas ao vivo foi uma visão magnifica. Bem vestida, Ana usava um terninho grafite e uma camisa branca, saltos que a deixaram da minha altura. por volta de 1,70, uns 65 a 70 kg no máximo, loira, cabelos longos, olhos claros, malhada, belas coxas e siliconada.

Nos cumprimentamos com beijos no rosto, mas o clima era tenso, afinal era nosso primeiro encontro, ambos estávamos um pouco sem jeito, então resolvi servir algo mais relaxante, servi duas taças de um vinho que havia comprado antes do nosso encontro. Bebemos e fomos nos soltando, conversando, eu não via a hora de despir aquela mulher. Que perfume maravilhoso da Ana.

Então fui me achegando até o ponto de estarmos de rostos colados e a beijei, sua retribuição foi maravilhosa, nossas línguas se chocavam, seus braços se entrelaçaram em meu pescoço e os meus em sua cintura. Nos beijamos por longo tempo, até faltar o ar, então passei a beijar seu pescoço, escutava sua respiração ofegante e isso me deixava imensamente excitado. Suas mãos agora agarradas aos meus poucos cabelos. Minhas mãos agora percorriam seu corpo, buscando desabotoar seu terno e sua blusa, então ela puxou minha camisa e me despiu na parte superior e depois tirou a parte de cima do terno, logo após com uma rapidez impressionante tirou sua camisa e expôs aquele par de seios lindos, protegidos de minhas e boca apenas pelo sutiã, voltei a beijá-la e agora minhas mãos abriam seu sutiã, ela deixando cair a peça da lingerie por seus braços e nesse momento nossos corpos se tocavam sem interferência e pude sentir aquela mulher deliciosa roçando os seios em meu peito.

Passei a beijar, lamber, chupar, mordiscar e acariciar aqueles seios lindos, sentia suas mãos hora em meus cabelos, hora em minhas costas, sua respiração cada vez mais ofegante.

A coloquei na cama, me posicionei por cima, a beijei na boca e fui descendo, pescoço, seios, barriga, sentia seu perfume em cada cm do corpo, abri suas calças e fui puxando até suas canelas, tirei seus sapatos, beijei e acariciei seus pés - pés lindos e bem feitos, aliás ela é uma mulher que se cuida, unhas bem feitas e muito perfumada - e terminei de retirar suas calças deixando-a apenas de calcinha. Ali percebi que ela havia colocado um conjunto de lingerie todo preto, muito bonito, desses quase transparente.

Fiquei admirando aquela mulher magnifica apenas de calcinha deitada. Agora eu subi beijando seus pés, seus tornozelos, suas coxas. Beijei sobre sua calcinha, então puxei pro lado e passei a língua em sua xana. Ela estremeceu, seu corpo se retorceu, então tirei sua calcinha e voltei a beijar, lamber e chupar sua boceta, suas pernas enlaçaram meu pescoço, sentia suas coxas me apertando.

A posicionei de maneira que minhas mãos alcançassem seus seios enquanto minha língua a penetrava. Me deliciei entre suas pernas, ela gemia e se retorcia e gozou assim, me pediu pra parar, algo que eu não queria, mas ela tinha espasmos gozando e me afastou. É algo sem descrição fazer uma mulher chegar ao orgasmo, a satisfação é enorme.

Me deitei ao seu lado e ficamos ali nos acariciando e beijando por alguns minutos…

Ela levantou da cama e foi beber algo, que visão aquela mulher desfilando nua no quarto. Quando voltou pra cama já veio por cima, tirou meu cinto, abriu minhas calças e puxou calça, cueca, tudo, me deixando nu. Deitou por cima e roçava seu corpo no meu, meu pau ereto, desejava loucamente penetrar aquela boceta molhada e deliciosa. Ana agarrou meu pau e masturbava ele devagar e passou a beijar, lamber da base até a cabeça e por vezes engolia ele todo, chupava e sugava com maestria num ritmo lento me deixando a sua merce.

Eu deitado, ela se posicionou pra fazermos um 69 fantástico. Ela me chupava e baixava sua cintura esfregando sua xana na minha boca, ficamos por um bom tempo nessa posição até que ela levantou novamente e buscou a camisinha que estava sobre a mesa. Ela mesma colocou a camisinha, se pôs por cima e sentou e começou a cavalgar, por vezes se deitando por sobre mim e me beijando, agora nossos corpos suavam intensamente.

Depois deitou-se ao meu lado, ficamos de conchinha, corpos colados mexiam num ritmo perfeito, minha respiração em seu pescoço, minha mão percorria seus seios, eu a beijava e mordia sua orelha, ambos gemiamos baixo. Depois a coloquei de 4 na beira da cama, ela ficou de maneira que sua bunda ficasse bem empinada, a penetrei, ritmando os movimentos, acelerando por vezes e ficamos nessa posição até que não segurei mais e gozei, gozei muito, urrei de tanto prazer...

Me joguei na cama e Ana se aninhou em meus braços, trocamos muitas caricias nesse momento, agora sem vergonha alguma um do outro. Ambos pelados e acabados na cama... Resolvemos tomar um banho e fomos os dois para o chuveiro. Lá recomeçamos o namoro, mas como foi a segunda rodada.

O que posso dizer é que Ana e eu temos nos encontrado com alguma frequência… meu casamento deu uma melhorada, mas mesmo assim ainda continuo me encontrando com a Ana.

  • Enviado ao Te Conto por Felipe

O começo das minhas safadesas com o Sr Marcello, pai do Pedro.

 

By; Maria Eduarda

Oi TeContos! Sempre gostei de ler os contos aqui no site e resolvi dar minhas contribuições. Meu nome é Maria Eduarda, tenho 23 anos, sou loira, tenho 1,66 de altura, 58 kg e olhos castanhos. Tenho seios medios de bicos rosadinhos, coxas grossas e bumbum empinadinho. Já minha bucetinha é rosadinha e eu gosto de deixar bem depiladinha.

Na época desse conto eu tinha recém completado 18 anos, era virgem ainda e namorava o Pedro. Ele estudava na mesma faculdade que eu, sempre frequentei a casa do Pedro. Meus pais preferiam que eu namorasse na casa dele ao invés de ficar namorando pelas ruas. Eles não gostavam muito que eu namorasse na minha casa. Coisas do meu pai.

O pai do Pedro, meu sogro, se chama Marcello. Ele tem 1,75 metros, cabelos pretos meio grisalhos, olhos verdes, tem uma barriguinha mas é um quarentão bem charmoso. Ele sempre foi simpático comigo e também bastante prestativo, gosta de conversar bastante comigo sobre os mais variados assuntos.

Uma das coisas que meu sogro sempre fez é me levar pra casa depois de eu namorar na casa dele. Como Pedro não podia dirigir, ele se prontificou a fazer isso.

Depois de uns três meses de namoro, numa dessas voltas para casa ele me perguntou como estava o namoro. Eu respondi que estava tudo bem e que estava apaixonada. Então ele perguntou se nós já havíamos transado. Eu morri de vergonha dessa pergunta, afinal eu era virgem. Ele sorriu safadamente quando viu meu rosto corado e voltou a perguntar. Falei pra ele que não tinha acontecido ainda. Então ele perguntou o porquê. Falei que tinha receio.

Nesse momento ele colocou a mão na minha coxa e disse pra eu relaxar e deixar acontecer e que quando eu começasse não ia mais querer parar.

Eu estava usando uma saia de moletom com cropped que deixava minha barriguinha à mostra. A mão dele na minha coxa me deixou muda e paralisada. Não sabia o que fazer, o que dizer, afinal ele era meu sogro e eu não entendia direito o que estava acontecendo. Como quem cala consente, ele continuou deslizando a mão sobre minhas coxas, subindo cada vez mais. Já estava com a mão perto da minha virilha e eu comecei a sentir uma sensação estranha. Meu rosto queimava de tão vermelho, na minha barriga sentia um frio que arrepiou todo meu corpo e minha bucetinha estava quente e úmida, igual quando beijava meu namorado.

Ele entrou em uma rua sem saída, escura e não movimentada. Parou o carro e colocando a mão na minha bucetinha é olhando nos meus olhos disse pra mim:

- Dudinha! Se você quiser eu posso te ensinar umas coisinhas. Prometo ser bem carinhoso e vou fazer só o que você deixar!

Aquele pedido me pegou de surpresa. Não tinha resposta pra situação. Ele era meu sogro! Mas eu queria perder minha virgindade e tinha medo do Pedro ser muito afoito e me machucar. Também fiquei muito excitada com a mão dele na minha bucetinha. Pensei um pouco e acenei que sim com minha cabeça. Mas sabia eu que era só o início de muitas safadezas que fiz depois.

Ele veio pra cima de mim com muita vontade, me beijando bem gostoso, eu ficando ofegante e gemendo baixinho. Ele disse que meus gemidos deixavam ele louco. Que eu era muito gostosa e que ia ensinar muitas coisas, que me faria virar uma putinha!

Fiquei com mais tesão ainda quando falou isso! Seus dedos já deslizavam na minha buceta toda molhada me fazendo sentir espasmos. Ele era bem mais safado que meu namorado, puxou minha saia pra cima e tirou minha calcinha. Ficou me chupando um tempão e eu sentindo toda aquela sensação maravilhosa que nunca havia sentido antes. Ele bebeu todo líquido que saiu da minha bucetinha e vendo que eu já estava mortinha tirou sua camiseta e abriu suas calças. Pensei que ia perder minha virgindade já naquele momento! Ele deitou em cima de mim chupando meus peitos e esfregando seu pau nas minhas coxas. O pau dele era um pouco maior que o do meu namorado.

Depois de mais um beijo bem gostoso ele colocou suas mãos no meu rosto e disse:

- Dudinha, agora eu vou sentar e você pode brincar com meu pau. Vou te deixar bem à vontade. Ta?

Ele sentou e eu deitei de bruços ao lado dele. Comecei a punhetar ele e ele gemia de prazer! Disse que eu tinha mãos macias e elogiava todo meu corpo enquanto passava a mão no meu bumbum e minha bucetinha. Segurou meus cabelos, disse que queria ver meu rostinho de princesa. Eu já estava bem mais soltinha, ele me deixou bem à vontade e cheia de tesão. Ele falou que se eu quisesse podia chupar o pau dele igual a um pirulito.

Meu namorado também já tinha pedido isso, mas ele tentava forçar a barra, às vezes empurrando minha cabeça para o pau dele. Com meu sogro foi diferente, sempre tive curiosidade de saber do gosto que tem um pau e achei a oportunidade perfeita!

Fechei meus olhos e comecei a lamber a cabecinha. Ele delirou com minha boquinha no pau dele, gemendo mais ainda e aprovando minha atitude dizendo “isso!”, “continua Dudinha!”.

O gosto do pau dele era levemente salgado. Depois de um tempo chupando a respiração e os gemidos dele aumentaram, e o pau dele jorrou um líquido branco espesso e bem gosmento na minha boca. Meu namorado sempre gozava na minha mão. Era a primeira vez que sentia o gosto da porra na minha boca. Era levemente ácido, não achei nojento. Resolvi engolir porque não sabia o que fazer. Essa atitude meio que por instinto deixou ele eufórico! Ele disse:

- Dudinha!? Você engoliu tudo!? To vendo que com o tempo você vai ser uma putinha bem safada!

Confesso que aquelas palavras me deixaram com vergonha. Mas quando ele pediu pra eu lamber um pouco mais o pau dele pra limpar melhor eu fiz na hora. Depois disso fiquei sentada do lado dele e ele me deu mais um beijo bem demorado e penetrante. Me olhou nos olhos e disse que essa foi minha primeira lição.

Nos arrumamos e ele me levou pra minha casa. Meus pais estavam na porta me esperando. Meu sogro cumprimentou eles e eu me despedi dele sem nenhum contato físico. Só disse um “até amanhã” com um sorriso que ele disse depois que foi como de uma princesa safada.

Nossa historia continuou por uns 2 anos, ele me comeu primeiro que o filho dele. Foi um tempo muito bom. Esse foi meu primeiro conto. Espero que gostem.

  • Enviado ao Te Contos por Maria Eduarda

terça-feira, 11 de novembro de 2025

Sexta feira dei gostoso pro vizinho do andar de baixo e pro meu maridão depois (07-11-2025)

 

By; Tânia

Oi Sou a Tânia, tenho 31 anos, sou casada a 5, sou moreninha clara, peitos grandes, bundinha média e o cúzinho guloso.

O que contarei aconteceu sexta feira passada (dia 07 de Novembro). Neste dia, ao subir de elevador encontro o meu vizinho de prédio, no andar de baixo do meu saindo da garagem e subindo para o seu apartamento, eu estava chegando do trabalho também. Buceta suadinha querendo rola. Puxei conversa e ofereci ajuda, estava levando sua cadelinha e compra de mercado. Perguntei:

Eu: - Vai ter surpresa para patroa hoje?

Vizinho: - Não, sou viúvo, moro sozinho.

Eu (gostando): - Poxa, verdade. A quanto tempo?

Vizinho: - A um ano mais ou menos.

Eu: - Nossa, recente, né?

Vizinho: - É, mas já passou, agora é focar no trabalho.

Eu: - Isso mesmo, já tem namorada?

Vizinho: - Ainda não. Nem procurei na verdade.

Eu: - Opa, mas um homem charmoso e prendado como vc vai ser fácil.

Chegamos no apartamento dele e ele ofereceu para entrar, entrei e vi que o apartamento estava um brinco, todo arrumado.

Vizinho: - Espero. – (rindo).

Eu: - Vai sim, ainda mais se elas conhecerem a sua casa, vão querer dar no primeiro encontro.

Vizinho: - Opa! Será?

Eu: – Eu já fiquei com vontade.

Vizinho: - Sério???

Eu: Quer ver, indicando com o dedinho a direção da xotinha que neste dia estava de calça social.

Vizinho (Com aquele sorrisinho safado): - Mas assim?

Eu: - E precisa ser diferente? Eu com vontade, vc também? O que mais precisa.

Ele então se chegou em mim e me beijou romanticamente, mas ao memso tempo apalpando minha bunda. Não parávamos de nos beijar e coloquei a mão dele dentro da minha calça para mostrar o quão molhadinha eu estava.

Ele: - Nossa, isso que é vontade.

Eu: - Só tem um detalhe, para não dizer que não avise.

Ele: - Sabia que tinha uma exigência. Pode dizer.

Eu: - Sou casada e meu marido não pode saber.

Ele: - Nossa!!!! Isso é traição?

Eu: - Se não for você será outro, vc quem sabe?

Ele: - Eu nem quero saber os motivos, mas eu que não vou deixar outro comer essa gostosa.

Me jogo no sofá , tirou minhas calças, abriu minhas pernas e caiu de boca na minha buceta. Faz tempo que não recebia uma língua tão sedendo por buceta.

Ele chupava e cheirava e lambia e cheirava, esfregava a cara com vontade.

Eu: - Faz quanto tempo que não trepa?

Ele: - Desde 4 meses antes de minha esposa falecer.

Eu, abrindo mais ainda as pernas:

- Então vc merece uma buceta bem aberta.

Ele: - Adoro...

Foi subindo e me apalpando, chupando os meus seios, os biquinhos, apertando meu quadril, minhas nadegas.. ia a loucura.

Daqui a pouco o telefone toca, era o corninho para trabalhar. Peguei o telefone e fiz sinal de silencio.

Eu: - Oi Mor, onde vc está? (Nosso sinal para quando eu tiver com outro macho que não pode saber)

Mor: - Em casa safada, que vc está aprontando?

Eu: - Está no trabalho, tá bom, vai chegar quando?

Mor: - Tá com rola na buceta, tá?

Eu: - Ainda não, mas pode deixar que vai ter, tá.

Mor: Quero o cuzinho arregaçadinho para minha pica entrar fácil, tá bom linda.

Eu: - Pode deixar, deixo do jeito que vc quer. Tchau, te acho mozão.

Mor: - Também te amo minha putinha.

O vizinho me olha e eu:

- Era o maridinho avisando que irá demorar para chegar de novo, que temos tempo para uma boa trepada.

Ele: - Então vem. E me tascou um beijo caliente.

Já foi se ajeitando para me comer, eu, é claro, tirei de lado e falei:

- Só com camisinha.

Ele: áh!!

Eu: - Quer quer, não quer tem quem quer.

Colocou a camisinha rapidinho e veio metendo, a piroca entrou fácil. Nós ai mesmo no sofá, trepando feito adolescentes. A cachorrinha do lado só latindo. Aquele soca, soca gostoso, o suor escorrendo e ele, acho querendo que eu gozasse primeiro. Quase nunca gozo pela buceta, então pedi para ele sair um pouco, me virei e me pus de quatro no sofá, pedi pica no rabinho.

Ele sorri, e eu:

- Vai, mete logo no meu rabo que eu sei que vc quer.

Ele: - Faz anos que não como um cú, desde antes de me casar.

Eu: - Quanto tempo ficou casado.

Ele: - 7 anos.

Eu (já começando a ser enrabada): - Então aproveita que não é todo dia.

Ele: - Gostosa.

Começou devagarinho, mas como não era muito grosso e pelo tesão, e o melado que saia da bucetinha, a pica entrou fácil, depois foi só socar. Ele metia com parcimônia, afinal queria me acostumar, eu naquele tesão que fico com uma piroca no rabo pedi.

Eu: - Soca como macho, mete fundo esse porra no meu cú.

Ele ai, aproveito, E começou a socar sem dó, com força:

- Ai sim, assim que eu gosto, macho de verdade, aiiiiii caralhooooo, que delicia, fode a puta da sua vizinha, foooodeeeeeeee, caralhooooooo que delicia essa pirocaaa no meu cúúúúú.…

E Gozei feito adolescente enquanto ele aproveita e gozava junto.

Caímos nos sofás, pelados e enquanto me acariciava minhas tetas, ficávamos um olhando para o outro e rindo.

Eu: - Não vai contar para o meu marido, ok.

Ele: - Claro que não. Teremos outras vezes?

Eu: - Talvez, talvez (será?).

Nos despedimos e subi rapidinho. Cheguei em casa toda amassada, o maridão sorriu, me beijou, meu acaricio e perguntou no meu ouvidinho:

- Está do jeito que eu gosto?

Eu: - Claro meu corninho, o que não faço por você. (Adoro quando ele me recebe assim com carinho, fico toda excitada).
É claro que no final ele me enrabou gostoso enquanto eu contava detalhe por detalhe da trepada.

  • Enviado ao Te Contos por Tânia

Aff ! (11-11-2025)

 

By; Gigi

Oi TeContos, eu me chamo Gigi, tenho 17 anos, sei que pela minha idade não deveriam postar minha historia ai mais isso é mais um desabafo do outra coisa.

Desculpem os erros e o tamanho desse texto, estou digitando pelo celular e tambem com pressa pois pode chegar alguém aqui no quarto.

Claro que moro com meus pais, sou de uma cidade minuscula em uma cidade na serra, e aqui ninguém me atrai, sei que não devia tá no tempo pra isso, eu devia tá pensando em outras coisas e principalmente em estudar, mas to louca pra chupar uma rola, to louca pra transar, pra dar a buceta e tambem meu cuzinho (embora tenha medo da dor, estou bastante curiosa pra sentir um anal).

Mas que cidade bizonha, nenhum garoto bonito, nenhum garoto atraente, e olha que devido ao tamanho da cidade todos se conhecem.

Minhas noite de um tempinho pra cá tem acabo em siriricas, lendo contos ou vendo video pelo celular, nos ultimos 3 dias estou parecendo uma cachorrinha no cio, vivo procurando um lugar para ficar sozinha e me tocar, gozar em meus dedos, imaginando uma rola, que dificil.

Espero logo transar, chupar uma rola e tudo que tenho direito e vontade para poder um dia contar o que aconteceu aqui. Ate lá sofrerei com as minha siriricas solitarias e lendo os que são postados aqui.

Sei lá, foi um desabafo, com logica pra mim e talvez sem logica para quem ler, mais que importa é que vocês leram e ficarei bastante feliz se postarem.

Beijos da Gigi.

Enviado ao Te Contos por Gigi

Sim Gostei ! (10-11-2025)

 

By; Diana

Oi Te Contos, acabei de chegar em casa, após ter aprontado algo que acho que merece ser contado aqui.

Me chamo Diana, tenho 26 anos, trabalho e a noite costumo ajudar meus pais, eles tem um quiosque na praia. Já a alguns meses, um homem aparece sempre quando eu estou por lá, sempre educado, conversa bastante e muito simpático.

Hoje ele apareceu, pediu para olhar suas roupas e foi dar um mergulho e quando voltou eu não consegui tirar os olhos da direção do seu pau, estava marcando o calção de banho, me deixou um pouco desnorteada, ele viu que eu estava olhando.

Fui buscar as coisas dele, atendi uma outra mesa e me chamou, fez um pedido de um refrigerante, ainda estava só de calção de banho, quando voltei a ate a mesa dele com o seu pedido, ele perguntou se gostei, seu pau estava duro dentro do calção de banho, eu fiquei olhando, ele peguntou novamente dessa vez dando uma pegada;

- você gostou?

Eu dei uma olhada pros lados, conferi se estavam olhando ai disse a ele que não saberia o que responder já que eu não vi nada pois estava dentro do calção, e sai de perto, fui atender outras mesas, e passado mais uns 10 minutos ele me chama novamente, quando eu cheguei lá ele estava com o seu pau pra fora do calção de banho, estava duro, pau branco de cabeça vermelha, e perguntou de novo;

- Gostou agora?

Eu respondi imediatamente com o que veio na minha cabeça.

- gostei do que estou vendo, mas quero provar pra saber se gosto mesmo.

Passei meu numero pra ele e pelo whats falei pra ele me esperar mais lá pra frente pois já ia sair, terminei minhas ultimas coisas, despedi dos meus pais e fui ate onde ele estava, quando cheguei nele, ele me disse que não teria muito tempo hoje, sua mulher já estava esperando. Falei pra ele.

- nada disso, vai arrumar um tempinho sim, agora quero provar. Tá de carro ?

Ele disse que estava sim.

- Otimo, vamos dar uma voltinha.

Entramos no carro e fomos ate um estacionamento de uma loja que já estava fechada, eu abri a sua bermuda, coloquei seu pau pra fora do calção de banho que estava por baixo, segurei seu pau que estava meio mole, a cabeça estava melecada, eu dei umas punhetadinhas, olhando em volta para ver se tinha alguém por perto, senti seu pau endurecendo, então ajoelhei no banco do passageiro e abocanhei seu pau, fazendo le terminar de ficar duro dentro da minha boca, chupei bem gostoso.

Ouvia ele gemendo, tentando pegar na minha bunda enquanto eu metia seu pau bem fundo na minha boca e tirava, metia e tirava, lambia e chupava, apertava suas bolas, ele por sua vez, passava sua mão na minha buceta, por dentro do meu short, e dentro da calcinha, eu punhetava e chupava.

Então ele começou a dar sinal de que não aguentaria mais, eu continuei, punhetei mais forte e rapido, chupei sugando a cabeça e apertando suas bolas e então ele avisou;

- vou gozar!

Eu continuei ate ele esporrar forte na minha boca, urrando e seu pau esporrando 1, 2 ,3 jatos fortes e fartos enchendo a minha boca, me fazendo quase engastar, outros jatos pequenos vinheram nos meus labios enquanto eu engolia a quantidade que estava na minha boca e então voltava a mamar o restante daquele leite quente que saia da mamadeira, quente, pulsante, com veias dilatadas.

Como uma boa memina eu tomei tudinho, deixei seu pau limpinho, amoleceu bem gostoso na minha boca, nos meus labios e língua, levantei a cabeça, ainda de joelhos no banco disse a ele que adorei, e o beijei.

Esse fdp tambem ia provar o gosto da sua porra na minha boca, beijo bem demorado, só então me arrumei no banco, ele arrumou sua bermuda e saimos dali. Ele me deixou pertinho de casa e então seguiu para a sua casa.

É isso Te Contos, não sei de onde veio a coragem e a vontade de fazer isso com ele. Mais GOSTEI.

  • Enviado ao Te Contos por Diana

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...