sexta-feira, 12 de abril de 2019

Rapidinha no ônibus indo viajar

By: Paulo

Meu nome é Paulo, tenho 37 anos, sou casado, tenho 1.79cm, peso 82 kg, cabelos loiros, porte atlético e adoro esportes.
Tudo aconteceu quando estava indo a para uma cidade próxima a minha, eu viajava a noite, pois detesto viaja durante o dia e o ônibus em que estava parava em quase todas as rodoviárias
Na segunda parada após ter saído da minha cidade entra um grupo de moças e rapazes bebendo e muitos animados, todos se acomodaram e só restou um lugar ao meu lado, onde se sentou um verdadeiro avião, fiquei até sem fala.
Após a saída do ônibus ela me ofereceu o que estava bebendo, mas como não bebo não aceitei, mais a parti dai começamos a conversar e nos conhecemos melhor, ela se chamava Aninha, tinha 26 anos, cabelos loiros, lábios não muito carnudos, seios médios com volume, biquinho rosados, peso mais ou menos 65 kg, coxas um pouco grossas, bumbum médio arredondado e pele lisa como pêssego.
Passado da meia noite as luzes do ônibus se apagaram e todos começaram a dormi inclusive os amigos dela só ficando eu e ela acordado, foi quando ela se disse um pouco cansada e que gostaria de cochila um pouco e me pediu para se deitar no meu colo já que as poltronas eram um pouco apertadas, em que aceitei na hora,]
Passei até a fazer cafuné nela, foi sendo mais ousado e comecei a alisar a sua barriguinha e ela nada de reclama, ai fui abaixando a mão e a deslizei bem de leve para dentro da sua calça, ficando alisando ela por cima da calcinha
Foi quando percebi que ela já estava bem molhadinha o que mim deixou com muito tesão, meu pau já estava a ponto de estoura.
Ela começou a gemer bem baixinho para que ninguém ouvisse, pois o ônibus estava lotado, quando não foi a minha surpresa ela começou a desabotoa sua calça para facilitar a minha investida, então passei a passar a mão por baixo da calcinha chegando naquela bucetinha linda bem depiladinha e cheinha, ela me pedindo para não para, pois já estava quase gozando
Passei a aumentar a intensidade da ciririca que estava fazendo nela, ela começou a se contorcer toda, até que gozou me dando uma mordida na minha perna para não gritar, depois ela se levantou e me deu um beijo e foi me dizendo que a tempos estava atrás de aventuras que todo namorado dela era mole, pois não tinha coragem de nada, sempre ficavam com medo, e então veio a frase mais bonita, ela chegou perto do meu ouvido e disse
- é minha vez de retribuir
Ela foi logo pegando no meu pau, que já estava doendo de tão duro, foi abrindo a minha calça e tirando ele para fora e foi se abaixando e colocou ele na boca e começou a chupá-lo como nunca ninguém havia feito antes em mim, tanto que quase gozei em poucos minutos, foi quando disse a ela que fosse com calma, pois ainda tínhamos algumas horas de viajem
Então ela se levantou e me deu outro beijo, agora com o gosto de meu pau na boca, logo depois ela perguntou se eu teria coragem de ir mais além do que acabara de acontecer
- não tem medo de alguém nós fraga aqui?
Eu disse lógico que não, o medo deixa agente com mais tesão ainda, foi quando ela começou a abaixar a calça dela até o joelho e veio se encaixar no meu pau descendo bem devagar para não fazer barulho, há mais que buceta apertadinha ela tinha, depois de encaixar meu pau todo nela e ficou um pouco parada e começou a contrair os músculos da buceta, era uma coisa maravilhosa que estava sentido
Depois de um tempo assim ela virou o rosto para mim e começou a me cavalgar e mim beija para não gemer alto, e começou a gozar novamente, comecei a sentir o liquido dela escorrer pelo meu saco, comecei a passar a mão na bucetinha dela e pegava o dedo todo melado e levava para nossas bocas, onde agente sentia o gosto dela juntos, era demais já estava quase explodindo, quando ela chega no meu ouvido novamente e sussurra
- ainda não goze, pois quero sua porra na minha bundinha
Quase gozei na hora mais me segurei, então ela se levantou bem lentamente e posicionou o meu pau naquele cu que tanto desejava, e foi descendo bem devagar, pois estava com medo de se machucar.
Foi ai que fiquei com mais tesão ainda e depois que ela encaixou aquele cuzinho todinho no meu pau e começou a subir e descer, em poucos minutos inundei o cuzinho dela de porra, era tanta que quando ela foi sair de cima de mim tivemos que pegar uma camisa e colocar em baixo dela para não suja tudo
Depois de recomposto foi que vimos que já esta chegando ao nosso destino, então nos despedimos com um longo beijo e troca de telefone, foi quando descobri sua profissão era enfermeira, e marcamos de nos ligar para marcar nosso próximo encontro para mais uma foda.
  • Enviado ao Te Contos por Paulo

O lado bom da tecnologia.

by: @censored-br

Meu nome é Pedro, tenho 21 anos. Corpo normal, 1,70 de altura.
É rotina eu dormir na casa da minha prima e não foi diferente essa semana.
Cheguei lá umas 17:30 e como de costume já fomos preparando algo para comer. Enquanto minha prima preparava o brigadeiro, eu estava sentado ao seu lado e conversávamos na boa.
*campainha*
— Tudo bem, pode autorizar ela a subir. É a Jessica.
— Oi Jessica. O que foi ?
— O Bruno me traiu Elina. Mandei ele pegar as coisas dele e ir embora.
— Calma Je. Vamos comer um brigadeiro, daí você me conta.
Me apresentei brevemente e obviamente que não me meti na situação. Só fiquei ouvindo e tentando entender.
A Jessica era uma garota extremamente linda. Cabelos loiros e lisos, bem longos e seu corpo era de dar inveja a muitas garotas.
Enquanto minha prima terminava o brigadeiro, eu fazia pequenas perguntas a ela, sem demonstrar interesse e focar na situação. E dali, ela foi confiando mais em mim para dizer mais detalhes dos problemas.
Eu sempre focando em ajudar, e sendo bem atencioso, percebi que ela queria apenas desabafar.
— Anota meu número e sempre que precisar, pode me ligar.
- Claro!
Fomos para a sala, e tentando distrair a Jessica. Brincávamos e fazíamos piadinhas o tempo todo.
Aquilo era um paraíso para ela, pois, na sua cabeça o assunto principal éramos nós três e nossas bobagens já vividas.
Assistimos um filme quando estava próximo dele acabar, minha prima fez um convite a Jessica.
— Dorme aqui hoje, amiga. Você dorme no quarto comigo.
— Mas não vai te atrapalhar?
— Imagina. Fica sim.
Minha felicidade aumentara ali. Jessica era uma menina marcante e ter mais alguns minutos com ela, seria de extrema importância para nós.
Elas foram para o quarto e eu fiquei na sala assistindo serie. Ouvi o barulho do chuveiro e alguns minutos depois, recebo uma mensagem:
“Oi, está com saudades de mim? Acabei de sair do banho e sua prima foi agora. Pode matar essa saudade kkkk”
Obvio que era ela.
“Mas é claro. E você?”
“Eu não. Deveria?”
“Fala isso agora né, mas a 20 minutos atrás, estava toda boba aqui kkkkk”
Cortando aquele clima de brincadeira e vendo o qual incrível era aquela garota, precisei tocar no assunto.
“Você está melhor?”
“Na verdade sim. Estou aliviada. Sei que não deveria estar assim, tão rápido. Mas eu sorri aqui com vocês por horas e em 6 meses com ele, eu não sorria nada”
“Eu acredito que precisamos ser maduros para colocar um ponto final em coisas que sabemos que não vai dar certo e você fez isso”
“Eu agradeço de coração e espero ter dado alegria a você, como fez pra mim”
“Minha alegria maior, foi saber que está solteira kkkk”
Sei que não deveria, mas meu consciente fez isso antes que eu percebesse.
“Nesses 6 meses eu sempre estive. Ele nem ligava pra mim e… cansa né”
“Não ligava?”
“Não, nem lembro a ultima vez que rolou algo sério entre a gente”
“E como você sobrevive? Kkkk”
Tentando mudar o clima
“Aaah, eu tento sozinha mesmo kkkk”
“Ôh dó. Eu já disse, se precisar de ajuda, eu estou aqui kkkkkkkkkkkkkkkk”
“Estou precisando kkkk”
“Quando, hein? Vou olhar aqui na minha agenda e olha, está disponível kkkkk”
“Agora está?”
“Agora não, porque minha prima já vai sair do banho, mas temos alguns minutos”
“Mas não posso sair daqui. Você sabe que independente da situação, ela também é super amiga do Bruno e vai me barrar, dizendo que estou agindo por impulso”
“Então olha:”
Mandei uma foto, segurando meu pau por cima da calça, que já estava bem duro.
“Nossa, estava precisando disso. Olha…”
Ela me mandou uma foto, mostrando o biquinho do peito, marcando a sua camiseta.
“Sua prima está saindo do banho. Vamos ter que parar”
“Tudo bem. Mas quando ela dormir, me avisa, que vou te mostra uma coisa”
Continuamos com essas conversas picantes e sem muito evoluir. Eis que ela me manda uma mensagem assim:
“Sua prima dormiu, o que queria me mostrar? Estou curiosa”
“Atende e não fala nada”
Liguei por chamada de vídeo. Mostrando meu pau marcando a calça, apertando ele e vendo ela olhar, mordendo os lábios. Abro o zíper da calça e mostro o quão duro ele está. Quando saindo da cueca e ela com os olhos de desejo sussurra.
“Deixa eu chupar?”
“Quer? Só deixo se me mostrar como estão esses peitos”
“Olha aqui então”
Ela me mostrava, apertando eles. Apertando o biquinho duro e gemendo beeem baixinho.
“Quero ser sua putinha e sentar de uma vez nesse pau duro”
“Pra isso, você tem que estar bem molhadinha”
“Eu já estou, olha”
Foi quando eu vi pela tela do celular, aquela bucetinha toda lisinha, bem apertadinha e ela esfregando os dedos, bem de leve.
Eu me tocava na sala e ela no quarto.
Estávamos tão próximos e tão longe ao mesmo tempo.
*a ligação cai*
Eu ouço um barulho da porta e abrindo bem devagar, vejo aqueles cabelos loiros vindo ate mim. Com pressa e sede. Era tanta sede que não me disse nada e foi logo me chupando.
— aaaah caralho. Chupa esse pau todo, putinha.
Eu sussurrava. Pois, minha prima estava no quarto ao lado.
Uma carinha de anjo e um oral sensacional. Como ela chupava e babava. Pegava nas minhas bolas, chupava, enquanto me masturbava. Eu já perto de gozar, avisei a ela.
— Vai com calma, porque assim eu vou gozar.
— Pode gozar, goza na boca dessa putinha. Vai!
— aaaaah…
Eu gozei e ela me provocando, pedindo pra eu olhar ela engolindo tudo.
Não dava pra acreditar em tudo aquilo.
Levantei e coloquei ela no sofá. Com a mesma rapidez. Tirei sua calcinha e fui chupando aquela bucetinha. Comecei pelo clitóris e depois fui descendo. De tempos em tempos eu enfiava minha língua lá dentro, chupava seu melzinho e voltava pro clitóris. Ela sentindo minha boca quente, sugando, esfregando a língua, contornando sua bucetinha com movimentos mais rápidos e depois, bem lentos.
Foi quando ela gemeu um pouco mais alto e me disse:
— Sua putinha vai gozar, não para.
Ela segurou minha cabeça, eu mantive os movimentos. Segundos depois, senti ela se tremer toda e gemeu com a mão na boca, doida para gritar.
Deixei o clima passar, estávamos jogados no sofá. Comecei a beijar sua boca, bem devagar. Parei, olhei nos seus olhos e disse para irmos até o quarto de hospedes, que era aonde eu dormia.
Na porta, ela se virou e começou a me beijar, sentir aquela boca, parecia um sonho, ela era tão calma e me beijava tão lento, que não demorou muito pro meu pau ficar duro de novo. Ela percebeu, me olhou nos olhos, sorriu, mordeu os lábios e já ficou de 4 na cama. Encostei a porta e finalmente poderíamos ter liberdade.
Desci com a cabeça naquela bucetinha e comecei a chupar. O melzinho escorria de tanto tesão que ela estava. Lambi o cuzinho e ela me disse:
— Aí não. Nunca fiz anal.
— Quer experimentar?
— Acho melhor não. Fode minha bucetinha que é melhor.
— Coloquei meu pau na entrada daquela bucetinha e ela veio com a bunda em direção a mim, enfiando ele todo, até o fundo. Gemi:
— aaaaaaah, vadia!
Seguido de um tapa naquela bunda.
— Isso. Judía dessa putinha, me castiga, vai
E eu metia com força, sem dó e realizando seu desejo de ser usada.
Enquanto metia naquela bucetinha. Comecei a esfregar o dedo no cuzinho, ela foi percebendo e disse:
— Só o dedo pode
Então eu fui enfiando, tirava e colocava e ela gemia sem medo.
— Fode essa putinha, vai, me faz gozar
— Então goza nesse pau, deixa ele todo melado, vai putinha.
— aai, vou gozar, aaiii, vou gozar. To gozando….
E senti ela se tremer no meu pau, tirei e ele estava todo melado. Ela se virou e me olhou com uma carinha, dizendo que ia sentir o gosto dela.
Deixou ele bem limpo.
Deitamos de conchinha e eu ainda com o pau duro comecei a esfregar só na entrada daquela bucetinha. Depois coloquei na entrada do cuzinho e ela arregalou o olho, forcei um pouquinho, segurei na sua cintura e sussurrei no ouvido dela:
— Vai, encosta sua bunda no meu corpo que ele vai entrar bem devagar. Ela nem pensou. Foi bem devagar e ele entrou todo. Fiquei metendo.
— Rebola vadia, vai que agora eu vou encher seu cuzinho de porra.
Metia enquanto apertava seus peitos e ela gemia
Gostoso.
— aaaaah caralho, estou gozando putinha. Continua vai…
Tirei meu pau. Tomamos um banho bem tranquilo, apenas namorando e curtindo uns beijos quentes e olhares apaixonantes. Depois ela foi pro quarto da minha prima e no outro dia, nós 3 tomamos café como se nada tivesse acontecido.
Não paramos de trocar mensagens hoje faz 4 meses que namoro com ela. Se existe um começo de namoro melhor que esse, eu desconheço
Enviado ao Te Contos por @censored-br

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Evangélica 1 - boquete na tempestade

Sempre senti tesão na hipocrisia religiosa das evangélicas (os), gosto dessa dissimulação. Vou relatar a seguir, algumas situações vividas com moças direitas, religiosas e fervorosas – verdadeiras putas na cama.
Conheci G em uma das muitas palestras que dei, em função do meu exercício profissional. Saímos diversas vezes e , em uma dessas oportunidades, encontramo-nos no final da tarde durante a semana, pois sendo casado, facilita mais sair de segunda a sexta… assim fomos seguindo em meu carro; era um dia nublado e muito chuvoso em Salvador.
O trânsito de fim de tarde caótico, e o celular dela que não parava de tocar… era gente da igreja, pastor, ligação de trabalho… um saco!
G é uma morena baixinha, rabuda, bonita, sensual… sabe o tipo mulher bibelô, uma boneca.
E seguíamos… congestionamento a dentro, chuva a dentro… a impaciência aumentava à medida que ouvia o ranger chato do limpador de parabrisa; para me acalmar disse ela:
- “fofo,não fique assim…”
Enquanto suas mãos massageavam meu pescoço, as minhas passeavam em suas coxas… nos beijamos loucamente.
O congestionamento segue lentamente… e novamente para, voltamos ao combate de línguas e mãos, pessoas nos olham do ônibus… ela abre minha calça e retira meu membro… hummm, tenho uma pica morena, minha herança afro; cabeça arroxeada em forma de cogumelo que já estava toda melada, pois eu libero fácil líquido pré-espermático. O cheiro de pica se espalha pelo carro todo fechado… ela não resiste… então a irmã G, caiu de boca, gulosa, numa chupada sôfrega e desesperada, como se fosse sua última mamada.
O transito fluiu mais livre e G permaneceu deitada em meu colo sugando meu pau com avidez. Chupou-me da Av. Bonocô, Acesso Norte, Av. Paralela toda… até o Aeroporto…quem conhece Salvador sabe a distância… enquanto chupava, punhetava, babava e gemia dizendo:
- “eu amo chupar pica…amo beber gala [porra]”
Enquanto isso o trânsito fluía, a irmã mamava e eu dirigia e gemia: ora, não se deve falar ao celular dirigindo, que dizer de ser boqueteado?
Chegando perto de seu condomínio, gozei ejaculando meu esperma que é grosso e concentrado, ela engoliu, sugou e, limpando os lábios com a ponta dos dedos, me olhou com aquela cara que só ela tem e disse:
- “humm, grossinho, doce e morno como eu gosto! Agora guarde esse pau que minha mãe e meu pai estão me esperando no estacionamento…”
Desceu do meu carro como uma lady, acenei para sua família, ela me agradeceu em voz alta:
- “obrigado colega abençoado…” e foi para o culto.
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Transei com a minha sogra gostosa

By: Gabriel

Me chamo Gabriel, tenho 23 anos e vou contar da rapidinha que dei com minha sogra Raquel, uma coroa super gostosa de 50 anos, loira, bronzeada, bunda e seios perfeitos, uma mulher que se cuida e aparenta ter bem menos na idade do que realmente tem.
Eu namoro com a Carol, a filha mais nova dela, de 18 anos e sempre fui um genro muito presente em sua vida. Desde o começo percebia que minha sogra me olhava diferente da forma que olhava para os outros genros.
Eu tive certeza do interesse dela uma vez quando estava todo mundo na piscina do condomínio onde ela mora e minha sogra gostosa não tirava o olho do meu pau. Eu tenho 18 centímetros de pica e tava bem evidente na sunga. Eu não aguentei e também comecei a secar ela inteira, minha sogra fica um tesão de biquíni.
Sua bunda é um tesão, a barriga retinha, dando show em cima de qualquer novinha que se acha gostosa. Depois desse dia passei a sentir o maior tesão por essa gata. Eu dormia e pensava na minha sogra. Ela é muito esperta e logo notou meu interesse, aí o padrão do nosso relacionamento foi mudando.
Quando estavamos sozinhos ela dava várias indiretas em mim, eu me fazia de desentendido mas tocava várias punhetas pensando nela. Na verdade morria de vontade de comer minha sogra mas tinha um medo da porra de dar a maior merda.
Um dia minha namorada foi pra casa de uma amiga, eu crente que ia ter um sábado numa boa tomando uma cervejinha com os amigos, atendi ela e minha namorada lembrou do favor que eu prometi pra minha sogra. Ela queria que eu levasse numa cidade aqui perto onde a mãe dela mora, uma TV.
Um verdadeiro programa de índio. Eu poderia arrumar uma desculpa mas a chance de ficar sozinho com minha sogra me deixou animadão, resolvi ir e umas 11 da manhã fui buscar ela, colocamos a TV e outras coisas no carro e fomos para a cidade dos pais dela. 
O Lugar fica a mais ou menos duas horas e meia de carro, fomos o tempo todo conversando, primeiro conversas animadas, depois ela foi ficando mais ousada e começou a me elogiar, dizendo que eu tava bonito com o cabelo cortado, que sou um homem cheiroso e rindo disse que a filha dela deveria tomar cuidado senão ia perder o namorado.
-Oh Gabriel, dá uma paradinha aí no posto que eu quero fazer xixi. 
Parei no posto, comprei uma água e quando ela voltou da conveniência veio com umas garrafas de ice e uma lata de cerveja no bico. Ela começou a beber tudo, falou que era para se refrescar um pouco porque tava com muito fogo, foi bem assim que ela falou mesmo, aí não aguentei, fiquei imaginando mil putarias, minha garganta até travou.
Depois de beber a lata de cerveja e as 4 garrafas de ice, minha sogrinha tava solta, rindo, falando comigo e passando a mão na minha perna. Ela ajeitava a blusa e eu via mais seu decote, sua calça marcando sua bucetinha gostosa me deixou louco, aí não aguentei e disse que toda vez que ela passasse a mão na minha coxa eu ia passar na dela também.
-E se eu passar a mão em outro lugar? você também vai?
Caralho, mais explícita que isso só se eu fosse retardado, não aguentei e respondi que se ela fizesse isso eu ia passar a mão e enfiar outra coisa. Essa foi a frase mágica que fez a safada ficar louca e começar a acariciar minha coxa, subir, segurar meu pau. Caralho, nem tava acreditando.
Fiquei meio sem graça, afinal a coroa é minha sogra, mas ela mexe comigo demais, até hoje.
-Que isso sogrinha, desse jeito não vou me aguentar, você é muito gostosa.
-Eu sei que você sempre quis me comer também, seu safado.
A gente ficou ali falando umas coisinhas safadas, ela botou meu pau pra fora, começou a tocar uma punheta bem gostosa que me deixou louco, todo melado. Ela ainda arriscava dar uma chupadinha, mas na BR é foda, por isso a safada só deu umas lambidas na cabecinha para provocar mas nem ela tava aguentando mais e disse que na primeira pousada eu parasse.
Depois de uns 20 minutos rodando e 1:30 de viagem, paramos em uma pousadinha daquelas de posto de gasolina. Pedimos um quartinho que era até meio vagabundo mas tudo limpinho. A gente nem quis saber de nada, minha sogra já foi tirando a calça, me puxando e abrindo meu zíper.
Ela começou a tocar punheta, dessa vez bem mais rápido, me deixou louco pra caralho. A safada se ajoelhou e me chupou. Ela adorou o gosto forte do meu pau suado em sua boca e se lambuzou inteira. Eu aproveitei cada segundo, coloquei as tetas dessa puta pra fora e mamei gostoso, deixei ela toda arrepiada com a minha chupada.
Na pressa de fuder, meti as mãos na sua bucetinha, toquei uma siririca pra ela e quando vi que ela tava toda molhada eu lambuzei meu pau com o líquido da sua entradinha e fui encaixando minha vara. Meu pau entrou quase todo de vez na buceta dela, foi um tesão do caralho.
Ela só fez gemer, um gemido alto que fez ela se tocar de onde a gente tava e colocar as mãos na boca. Meu pau entrava e saia gostoso, no quarto o cheiro do nosso sexo, a gente suando de tanto fuder e ela toda empinada na minha pica, rebolando gostoso e falando sacanagem.
-Mete mais forte na minha buceta, aproveita vai!
Eu comecei a segurar ela pela cintura e meter forte mesmo, a safada não se aguentou, começou a tocar uma siririca deliciosa e a gemer igual uma puta daqueles pornôs.
Apesar de coroa e de já ter dado muito essa buceta, minha sogra é super apertadinha, me dava muito prazer comer essa safada, teve uma hora que já não aguentei mais, a gente já tava metendo a vários minutos e acabei gozando dentro dela. Ela deixou eu jorrar minha porra todinha dentro dela.
Depois dei uma bela chupada naquela buceta melada e gostosa e fiz ela ficar doidinha e ter um orgasmo na minha boca.
Foi uma loucura da porra, depois disso, fomos para o carro e seguimos viagem.
Queria ter fodido ela a noite toda, mas se a gente demorasse todo mundo ia ficar preocupado, mas apesar disso, valeu muito a pena ter dado uma rapidinha com minha sogrinha deliciosa, e espero que se repita.
  • Enviado ao Te Contos por Gabriel

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...