sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Transei com meu primo e seu amigo (11-2019)

By: Luana

Eu me chamo Luana, tenho 21 anos, loirinha, olhos verdes, 1,60m, 51kg, seios pequenos, bumbum arrebitado e redondinho.
Isso que contarei me aconteceu no mês passado(Outubro), no dia em que fui na casa da minha tia 
Bom… quando cheguei ela não estava tinha acabo de sair só estavam meu primo Ricardo de 19 anos e um amigo dele o Felipe de 22 anos, resolvi ficar para esperar e então ficamos conversando nós três até que começamos a falar de sexo e meu primo teve a idéia de colocar um video porno no pc.
Eu fiquei um pouco sem graça, mas como o clima estava bastante descontraído resolvi ficar um pouco mais a vontade e até comecei a me excitar e o meu primo e o amiguinho dele também, comecei a notar um volume diferente neles, de repente comecei a sentir a mão do Felipe nas minhas pernas tentando abri-las e ele começou a sussurrar no meu ouvido 
Eu estava muito excitada e fui me deixando envolver, abrir a sua bermuda e tirei seu pau pra fora, que estava duro feito pedra, meu primo parecia não acreditar no que estava vendo e não perdeu tempo querendo participar também da “brincadeirinha”, mas por segurança resolvemos ir pro quarto do Ricardo.
Chegando lá eles me despiram vorazmente, e como já estava empolgada com o Felipe continuei segurando forte o seu pau e comecei a mamar como uma gatinha faminta louca pra ganhar seu leitinho… 
Enquanto eu chupava o Felipe fiquei de quatro numa posição privilegiada para o Ricardo que não pensou duas vezes e caiu de boca na minha bucetinha, ele me chupava muito gostoso, enfiava a língua na minha bucetinha e o seu dedo no meu cuzinho, foi simplesmente MARAVILHOSO
Quando já estava quase gozando o Felipe deu uma gozada maravilhosa na minha cara e na minha boca me lambuzando toda e me disse que eu tinha que ficar assim e que eles não deixariam eu me limpar… 
Eu estava com a bucetinha depilada, lisinha, bem bonitinha, Felipe depois disso começou a enfiar os dedos em mim enquanto desta vez eu chupava o Ricardo, ele enfiou uns 3 dedos em mim e falava pro Ricardo que a priminha dele era uma putinha muito gostosa e que ele iria me arrombar toda..
Depois disso foi a vez do meu primo gozar na minha cara e nos meus seios, me lambuzando ainda mais, eles pegaram pedras de gelos e começaram a passar pelo meu corpo me dando arrepios alucinantes, passavam nos bicos do seu peitinhos que estavam duros como pedras e foi aí que começaram a passar pela minha buceta e então me colocaram de quatro e começaram a enfiar no meu cuzinho, e antes de acabar de derreter começou a meteção 
O Ricardo me colocou na posição de frango assado e começou a me comer bem fundo, chegava a sentir ele encostando no meu útero já que esta posição permite uma penetração mais profunda, enquanto isso eu tocava uma punheta no Felipe, o Ricardo levantou e mandou que eu sentasse no seu pau o que fiz com maior gosto e começamos a cavalgar 
E o Felipe vendo isso não se contentou e veio por trás, não podia acreditar que seria enrabada também, e foi o que aconteceu naquele momento estava sendo possuída por dois ao mesmo tempo, ele começou a forçar na entrada do meu cuzinho que não resistiu muito, principalmente depois de ter levado tanto gelo, parecia que eu estava sendo rasgada ao meio, meu corpo estava entregue aos movimentos daqueles dois, o meu cu ardia muito já que o Felipe tinha um pau bem grosso, eu já estava exausta quando gozamos os três e eles saíram de mim que nesse momento era porra pura, descia pelas minhas pernas abaixo…
Fomos tomar um banho que foi mais uma sacanagem, eles passavam sabonete em mim e com isso aproveitavam pra enfiarem os dedos em mim e a chuparem os meus seios, saímos do banho e resolvemos dá mais uma fudida, eles queriam revezar e começou a meteção outras vez…
Fizemos de tudo, eu os chupei novamente, eles comeram meu cuzinho e me enrabaram os dois juntos, e os dois gozaram novamente no meu rosto e seios… 
Isso nos deixaram muito satisfeito, tomei outro banho, vesti minha roupa e vim embora…
Acho que quero repetir tudo !!! 
  • Enviado ao Te Contos por Luana

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

Ménage avec BDSM - Aventura em 02/11 –

By Ursula Safada

Depois da nossa aventura do dia 21/09 publicada na semana seguinte, onde conhecemos o arquiteto Carlos (nome fictício), ensaiamos outros encontros, mas sempre por um motivo ou outro, não rolava.
Finalmente no feriado agora do dia 02/11 parece que o Universo conspirou. Eu não tinha que dar aula, meu amado também de folga e o arquiteto com seu apê liberado uma vez que seu filho havia viajado com a namorada.
Relembrando, tenho 44 anos, corpo equilibrado (1,62m com 54kg) seios pequenos e achatados (ainda vou colocar um silicone), meu amado tem 56 anos, com 1,89m e 92 kg. Modéstia as favas, um homem lindo e inteligente…rs
Marcamos direto no apê do Carlos. Vale destacar que a reforma e decoração tinham um bom gosto incrível. Ele transformou 3 dormitórios em apenas dois ampliando a sala e sua suíte com um estilo moderno incrível. Por estar em um andar elevado, 18º andar penso eu, nos altos da V. Mariana/Paraiso, proporcionava uma vista maravilhosa para a região do Ibirapuera. 
Chegamos por volta das 22 hs e logo de cara fomos recebidos com um espumante delicioso e gelado. Braulio (meu amado) preferiu um whisky pois acha que o vinho lhe dá sono. Carlos então resolveu lhe acompanhar. Resumo: o vinho ficou todo só para mim.
Começamos com uma conversa meio frouxa sobre frugalidades enquanto sorvíamos nossos drinks. Música suave ao fundo, noite quente, resolvemos observar a vista do Ibirapuera na sacada do seu belo apê nos altos da V. Mariana. Sentei-me em uma cadeira de balanço (perecia uma grande cesta de vime, tipo palha trançada) que ficava pendurada no teto por uma grossa corda central. 
Lembrei-me de ter visto uma semelhante na sua suíte ao lado da janela. Fiz esse comentário e ele ressaltou minha boa memória, porém que naquele momento ele tinha retirado do quarto, uma vez que estava com outros planos para o gancho e as cordas. Nisso ele deu uma piscada para o Braulio e ambos riram desbragadamente. Achei um pouco estranho, mas o vinho me subindo à cabeça, me fez rir também, mais por causa da vibe do que pela graça da piada que não entendi direito. 
Ambos deram uma saída da sacada. Perdi um pouco da noção do tempo por conta da música suave e do espumante que eu bebia em goles contínuos.
Dali a pouco voltaram, e a conversa começou esquentando ao relembrarmos o episódio anterior. Eu ainda balançando na cadeira quando Braulio pediu para eu tirar minha calcinha. Mal acabei de tirá-la, ambos me cercaram, cada um de um lado, sacaram o pau pra fora e me pediram para chupa-los. Adoro pegar o pau meia bomba e senti-lo crescer na minha boca. Dose dupla então, nem se fala! 
Comecei a alternar as chupadas com punheta. Enquanto chupava um, punhetava o outro e vice-versa. Enquanto estava na sessão chupeta, lembrei-me que o Carlos disse que a 1ª ele gozava rápido. Questionei isso e ele respondeu que o Whisky retardava a ejaculação. 
Pensei cá comigo: que pena! Adoro engolir porra! Meu amado fica louco quando ele goza e eu mostro minha boca cheia de porra antes de engolir. Adoro brincar com a porra de um lado para outro nos dentes até coalhar. P’ra mim, mordiscar aqueles fiapos que ficam grudando nos dentes é um must!
Mas voltando à cena. Observei uma sacola no chão junto à porta de vidro. Quando sacaram meu vestido por cima (me deixaram nuazinha), resolvi questionar o que seria aquele conteúdo. Ambos responderam de maneira uníssona: SURPRESA!!!
Imediatamente Carlos pegou a sacola e entrou. Meu amado pediu para eu levantar e seguí-los. Foi aí que vi que estava completamente bêbada. Minhas pernas não obedeciam. Meu amado me pegou no seu colo e fomos rumo a suíte. Eu nuazinha enganchada no seu pescoço e ele brincando com um dedo a portinha da minha buceta que nessa altura já estava toda melada de tesão.. 
Ao chegarmos observei que o Carlos estava só de cueca. Ela havia subido em uma pequena escada em forma de cadeira basculável e estava amarrando umas cordas no teto onde antes havia a tal cadeira de vime igual a da sacada. 
Eu estava ainda meio mole do vinho, tudo parecia girar, mas deu tempo de ver o meu amado se despir e juntar-se a ele nas peripécias com as cordas. Era um entra e sai de argolas, ganchos e roldanas e eu lenta de raciocínio, comecei a sacar. Lembrei-me que quando comecei a transar com meu amado, ele segurava meu rosto e as vezes me apertava a garganta. Aquilo me dava um tesão louco. 
Até que um dia eu pedi para ele bater na minha cara no meio de uma trepada. Na hora do tapa eu dei uma gozada sensacional. Inesquecível. Daí para frente comecei a pedir para que ele me batesse. As gozadas se tornaram históricas. Adoro tapas, na cara e na bunda.
Continuando a cena, de repente meu amor, abriu novamente a sacola e começou a sacar um monte de tiras de couro, cintos e algumas cordas que começaram a me arrepiar. Ouvi a voz de Bráulio dizendo:
- Prepare-se para foda de sua vida!
Meu tesão começou a subir pois a minha imaginação estava solta quando vieram com uns braceletes de couro amarrando meus punhos. Eram grandes e pegavam quase metade do meu ante-braço com 3 argolas de metal. Estava pressentindo o que estava por vir, mas não estava ainda segura do que se tratava. Sentia um frio imenso na barriga. O meu amor me pegou novamente no colo, dessa vez com minhas pernas entrelaçando sua cintura e minha cabeça no seu ombro. Me colocou em pé na cadeira enquanto Carlos amarrava minhas mãos na roldana central do teto. Ainda mole do vinho, eu relaxava e me deixava amarrar. Senti que ficou mais fácil me segurar em pé com a corda segurando minhas mãos no teto. 
Na sequência, uma espécie de coleira bem grossa foi colocada em cada perna na altura dos joelhos. Também tinha umas argolas de metal pela qual passaram mais cordas. 
Foi quando olhei direto para o teto e observei que além da roldana central, tinham outras 4 argolas formando um XIS Minhas mãos estavam seguras por uma corda na rolda central, enquanto passavam uma corda em cada coleira do joelho abrindo minhas pernas, mantendo um alinhamento perfeito entre a rolda e as 2 argolas. Eu parecia um frango assado com as pernas escancaradas.
Confesso que me bateu um certo medo e ao mesmo tempo um tesão foi subindo minhas entranhas. Já estava pendurada com as mãos para cima quando finalmente passaram mais um cinto também largo e grosso pela minha cintura prendendo por cordas na parte superior e mais dois outros cintos que amarravam na parte superior das minhas coxas. Estava literalmente pendurada no teto, suportada pela cintura e pelas mãos, com as pernas abertas.
O Carlos então começou a chupar minha buceta, eu estava nas nuvens com a cena naquela embriaguez, misturada com medo e tesão. Ele enfiava os dedos dentro e brincava com uma facilidade tão grande como se fosse um macaco comendo bananas. A minha 1ª gozada veio muito rápido e com tudo. Ainda estava gozando quando senti o meu amor colocando uns clipes nos bicos dos meus seios. Difícil de descrever. Tem uma certa dor, mas um tesão junto. Em seguida ele veio com uma máscara cega, uma venda negra, blindando minha visão. Meu tesão crescia e sentia agora que o Carlos além de chupar minha buceta continuamente, estava enfiando 4 dedos. 
Na medida em que me sentia imobilizada, minha buceta sendo arrombada com aqueles dedos enormes, aquela língua trabalhando no meu grelo, fui ficando mais louca ainda de prazer. Gritei como uma cadela quando veio o segundo gozo. Senti que tinha me aberto mais ainda. Estava totalmente entregue. Imobilizada e aqueles dois homens abusando de mim. 
Carlos continuou sua operação de língua e dedos na buceta quando senti aquele geladinho percorrendo meu cú. Já sabia o que era. Meu amado estava passando gel no meu buraquinho para prepara-lo. Senti um arrepio percorrer minha espinha. Aí, ele do nada chegou com a taça de vinho, encostou na minha boca e falou no meu ouvido:
- Bebe amor! Bebe tudo que você aguentar.
Já estava alta o suficiente, mas obedeci. A falta de coordenação e o balançar das amarras fez com que eu babasse um tanto do vinho que começou a escorrer pelo meu corpo. Carlos começou a passar língua pela minha barriga sem tirar os 4 dedos de dentro da minha buceta. Aquele tesão não parava nunca de crescer. Senti os dedos do meu amado encostar na minha portinha do cu. 
Aquele filho da puta tinha aprendido a me rasgar com dor e prazer ao mesmo tempo. Ouvi quando ele instruiu o Carlos a voltar a me chupar que ele iria me comer todinha. Disse que iria começar pela buceta. Voltei a sentir a língua de Carlos no meu grelo e o pau do meu amado entrando na minha buceta. Queria reagir, mas não conseguia. O torpor do espumante mais as amarras impediam. O pau dele começou a entrar e sua voz grossa no meu cangote soou:
- Vamos puta! Pede para eu te foder! Fala que é minha puta. Pede para socar tudo…Vamos!
- Fode sua puta – disse eu. Fode com tudo a buceta da sua puta!
Parecia que eu iria gozar de novo, mas ainda faltava um pouco. O tesão crescia sem parar. Carlos parou de me chupar e senti seu bafo de whisky na minha cara e seu pau procurando meu grelo. A sensação era indescritível. Eu toda imobilizada, pernas abertas, o pau do meu amado entrando por trás na minha buceta e o pau do Carlos pincelando meu grelo. Falei que iria gozar forte. Pedi para baterem na minha cara. O 1º tapa veio meio de leve na minha face esquerda. Senti a contração das minhas entranhas e aquele ensaio de começar o gozo. Aí o 2º tapa, com as costas da mão, veio com força! Estourou meu gozo novamente. Forte! Intenso! Contínuo! Eu gritava e pedia:
- Mais! Mais! Mais! Acaba com sua puta! Me fode mais! Bate na sua cadela!
O 3º tapa veio para eu me entregar de vez. Estava curtindo os espasmos quando percebi que o pau do Carlos estava se juntando ao do meu amado na minha buceta. Entrou de uma só vez sem dó! Meu grito de dor saiu seco. Tentei subir, mas as mãos do meu amado me impediram, e, naquele momento me senti rasgada pelos 2 caralhos. A dor e o prazer se tornaram uma coisa só. 
Os dois me puxavam para baixo e me enterravam. Acho que estavam correndo lágrimas dos meus olhos, quando o Carlos falou para o meu amado para alternarem as metidas. Em alguns segundos o sincronismo foi perfeito. Quando um entrava o outro saia. Relaxei! Aí saquei que um novo orgasmo se avizinhava. 
Quando falei que iria gozar mais uma vez, meu amado sacou seu pau da buceta e colocou na portinha do meu cu. Carlos continuou bombando na minha buceta. Cada estocada no fundo era uma piscada do meu cu. E a cada descontração sentia o pau do meu amado entrar um pouco mais. Pedi pra me bater de novo. Adoro apanhar quando o Braulio mete no meu cu. Novamente o 1º tapa foi meio de leve.
- Mais forte! Mais forte! E mete no meu cu com força!
O 2º tapa foi de gente grande e a enterrada no meu cu foi simultânea. Não sabia distinguir onde doeu mais, mas a seguir veio o prazer. Eu balançando e aqueles dois paus entrando e saindo da minha buceta e do meu cu. Achei que iria desmaiar de tanto prazer. O 2º e 3º tapas começaram a me anestesiar. O orgasmo veio com tudo e a sensação de prazer foi seguida de um quase desmaio. Me larguei completamente. Só conseguia pronunciar:
- Sou puta, sou puta, sou puta….
Quando aliviaram a pressão e tiraram aqueles caralhos de dentro de mim, já não tinha forças para mais nada. Estava absolutamente entregue. Soltaram as cordas e me desamarraram delicadamente. Sentia meu rosto em chamas, vermelho e inchado. As amarras foram sendo soltas lentamente até que me levaram para a cama. Ao tirar a venda dos olhos, vi aqueles 2 cacetes ainda em riste. Pedi para chupa-los. O meu amor me deu um beijo de língua maravilhoso. Depois perguntou que se queria que a eles gozassem na minha boca. Seria perfeito disse eu. 
Ajoelhados na cama começaram uma punheta. Um de cada lado. Com uma mão se masturbavam e com outra brincavam no meu cu e na minha buceta que estava meladíssima. Eu alternava as engolidas até que o Carlos começou a gemer mais intensamente. Rapidamente me concentrei nele e senti o 1º jato quente invadir minha boca. Segurei seu pau firme na minha boca e senti a sequência. Era muita porra! Não contei qtos jatos vieram, mas foram muitos. Tentei segurar um pouco na minha boca , mas o fato de estar deitada fez  com que a porra abundante escorresse rapidamente para minha garganta. Achei que fosse até engasgar quando o meu amor gritou:
- Minha vez!
Mal deu tempo de virar e o primeiro jato ainda pegou um pouco fora no meu olho, mas os seguintes não deixei escapar nenhum, engolia e chupava com uma saciedade intensa de tanto prazer que ambos haviam me proporcionado. Como usual, ainda abri a boca para mostrar um pouco da porra na minha língua. Terminei com meu bochecho habitual e a porra se transformando em fiapos mastigáveis. Como eu adoro isso!
Depois ambos desmaiaram ao meu lado. 
Sim, teve mais sim, mas essa é uma outra história…
Se quiserem que eu prossiga, façam seus pedidos e comentários. ;-)
Inté
  • Enviado ao Te Contos por Ursula Safada

Segunda (11-11-2019) de muita mamada na rola do meu namorado

By: Sabrine

Meu nome é Sabrine, tenho 20 anos, sou branca com cabelos castanho escuro, longos e cacheados, 1,63 e peso 50kg, e tenho um corpinho malhado, seios redondinhos, bonitos, grandes e uma bundinha que atrai muitos olhares masculinos. 
Meu namorado de 25 anos, ele tem 1,80, 79 kg, olhos cor de mel, cabelos pretos.
Segunda feira passada (11-11-2919), fui na casa dele, era tardezinha e eu vestia uma calça jeans apertadinha com uma blusinha rosa que ele diz ser a mais sexy por marcar meus seios. 
Quando ele abriu a porta, pude perceber sua excitação imediata, ele me recebeu com caricias, apalpando meus seios, bunda, acompanhado de beijos provocantes. Ambos estávamos excitados, no entanto não podia rolar nada intenso ali. Ele como sempre me levou até a faculdade, mas não tive aula esse dia devido a um grande evento, voltamos então pra sua casa. 
Chegando lá, fomos para o sofá da sala, e logo as caricias foram surgindo e pude “sentir” o seu pau completamente duro através da bermuda, o que me deixou muito excitada e molhadinha.
Não sendo possível fazer algo mais ousado ali, ele me fez uma proposta tentadora, ir pro seu carro na garagem do prédio (predio velho, sem cameras na garagem). Eu, lógico, aceitei e saímos de mansinho sem que ninguém nos notasse. Percebemos que o porteiro do prédio não tinha vindo trabalhar, o que nos deixou mais excitados ainda, pois apenas teríamos que tomar cuidado com outros moradores que poderiam aparecer na garagem, e os vidros escuros nos davam grande privacidade. Sentamos no banco de trás para poder ter uma posição mais confortável.
Ele adora umas preliminares e por isso sempre me atiça ao máximo, me deixando louca e totalmente molhada. Ele começou a me beijar, beijos demorados, fortes e intensos, ao mesmo tempo foi deslizando sua mão pelo meu corpo, começou nos cabelos, passando pelo meu rostinho, nuca, seguido de um beijo na minha orelhinha, o que me deixa sem controle, indefesa, e ele sabe muito bem disso. Continuou passando a mão pelos meus seios, descendo a alcinha da blusa carinhosamente, e logo lambeu o biquinho e beijou loucamente meus seios.
Quando ele viu que eu estava excitada ao máximo, desabotoou minha calça, abaixou a calcinha começou a lamber os cabelinhos da minha vagina, passando a língua quentinha bem perto dos meus grandes lábios, o que me deixou louquinha. 
De repente ele colocou as duas mãos por baixo da minha bundinha, e passou sua língua sobre meus grandes lábios, e deu um beijo intenso e forte passando vagarosamente toda a extensão da língua no meu clitóris, o que me fez estremecer.
Sua língua fazia um misto de movimentos circulares, verticais e horizontais sobre meu clitóris, o que me arrancava gemidos, meu corpo tremia feito batedeira e segundo ele, eu já estava dizendo palavras sem sentido! Eu estava quase no orgasmo, mas de repente ele parou, sua costa estava dolorida devido à posição desconfortável no carro, ele sentou do meu lado, colocou rapidamente seu dedo médio no meu clitóris e continuou os movimentos e me deu um orgasmo tão incrível que cheguei a sentir falta de ar, devido os vidros do carro estarem quase fechados.
Logo depois do orgasmo descansei alguns segundos e fui retribuir esse prazer maravilhoso. Abaixei seu short e cueca e vi seu pau completamente duro, então comecei a acariciar seu pau com a mão dando leves beijos. Notei que ele começou a se excitar, e então comecei a beijar com mais intensidade, beijos que envolviam a metade ou mais do seu pênis, fazia movimentos circulares com a língua sobre a glande do pênis, o que deixava ele mais e mais excitado.
Logo em seguida, aproveitando que o pau já estava molhado com os beijos, fiz movimentos de vai e vem com a mão abrangendo todo o pau, desde a base até a glande, isso resultava em gemidos cada vez mais intensos e o deixava com respiração ofegante. Comecei devagarzinho aumentando a velocidade e a força com que eu segurava seu pênis, que naquele instante já estava até expelindo um pouco de líquido. Repeti mais uma vez a sessão de beijos, o que o deixava louco, e novamente os movimentos com a mão, eu sabia que nessa hora ele ia chegar ao orgasmo, mas pra aumentar ainda mais seu prazer, parei os movimentos com a mão e dei mais beijos de vai e vem com a língua, e então continuei com os movimentos, ele tremia o corpo todo e estava suando.
Agora sim, vendo que ele não aguentava mais, fiz os movimentos freneticamente com a mão até que ele começou a pedir pra não parar, eu espertinha quando vi que ele ia gozar, comecei a fazer os movimentos com a língua, e ele gozou na minha boca, senti um jato quente de esperma e minha boca ficou cheia a ponto de eu quase engasgar, mas era uma sensação maravilhosa ter aquele triunfo do prazer dentro da minha boquinha.
Então, ficamos abraçadinhos por uns 10 minutos até ele se recuperar. Eu já estava pronta pra sairmos do carro quando de repente ele parou e me surpreendeu com um pedido: ele queria outro orgasmo!
Eu logo aceitei e sem aviso algum, pulei em cima do seu colo, de modo que podia sentir a ponta do paau tocando a minha calcinha, ele então me abraçou com força e começou a beijar meus biquinhos de modo tão intenso que até me afastei, mas ele me puxou novamente de um jeito tão gostoso que me deixou até mole, então deixei ele beijar como um louco meus seios… foi então que saí de cima e comecei a acariciar seu pau.
Dessa vez o paus estava mais sensível e qualquer toque era motivo de delírio, ele pedia muito que eu passasse a linguinha nele, e o fiz com movimentos frenéticos, alternados com beijos envolvendo a glande e movimentos com a mão, e às vezes tocando o saco, ele tremia muito, suava, gemia, enfim estava fora de si. Por ele ter gozado a tão pouco tempo achei que ele não o faria novamente, mas me enganei, não demorou, pois ele gozou intensamente, e mais uma vez engoli todo aquele néctar ele, gozou tanto dessa vez que acabou caindo na minha blusinha e no meu braço.
Mesmo após ele ter gozado, eu ainda continuei fazendo os movimentos com a língua, o que o deixava mais louco ainda, a ponto de pedir para parar e quanto mais ele pedia mais eu fazia, acho que ele quase morreu de prazer essa hora.
Descansamos por algum tempo e ele então foi me levar em minha casa, ambos muito felizes pelo prazer dado e recebido.
  • Enviado ao Te Contos por Sabrine

Boquete no meu padrinho foi o melhor presente de anivesario que ganhei ate hoje

By: Tatá

Me chamo Talita, tenho 18 anos, sou de Foz do Iguaçu-Pr, semana passada pela primeira vez visitei este site, achei legal o jeito como as pessoas com naturalidades narram suas histórias.
Vou tentar narrar o que aconteceu-me quando completei meus 17 anos, acontecido este que mudou completamente minha personalidade como mulher.
Eu comecei minha vida sexual com 15 anos e sou ativa com meu namorado (o mesmo) até hoje, meu corpo desenvolveu-se de maneira fenomenal, minha bunda é redondinha e dura, tenho seios medios e coxas grossas, tenho 1,66 de altura e sou loira.
Meus pais prepararam uma festa para meus 17 anos (assim como em todos os outros anos), chegavam parentes de todos os lugares, só faltava meu padrinho que mora no Rio de Janeiro,Leandro, engenheiro aposentado e muito bem sucedido financeiramente, leva a vida no “bem bom”, divorciado, 56 anos, curte muito sua vida.
Quando ele chegou, eu logo me encantei, vejo ele de ano em ano, em natal, ou em aniversario, e da ultima vez em que o vi ele tava gordinho, até que um pouco descuidado, dessa vez não acreditei, com seus l85 de altura, ele tava malhado, com braços fortes e uma pele bronzeadíssima, chamou atenção de todas as mulheres ali presente.
Cumprimentou a todos, cativou a todos com seu jeito carioca, descontraído e malandro, veio até mim, abraçou-me forte, beijou meu rosto com aqueles lábios carnudos e quentes, com sua idade deveria colocar qualquer garotão no bolso, devo admitir que senti algo diferente por aquele homem, senti que seus olhos brilharam.
Na véspera da festa, convidou-me para sair com ele, pois queria que escolhesse meu presente, vesti-me rapidamente, uma mini-saia jeans e uma blusinha branca.
Fomos até um shopping, e escolhi algumas coisas, roupas e sapatos e fomos até a praça de alimentação tomar um sorvete.
Ele muito simpatico, falando muito e sempre olhando diretamente para mim, comecei a ficar excitada com aqueles olhares e para ele não achar que era bobinha e caipira e sentindo confiança naquele másculo homem, comecei a contar-lhe algumas situações em que transara com meu namorado, que com seus 18 anos, transava gostoso mas não era um expert como parecia ser ele na arte do sexo, senti um sorriso malicioso brotar em seus lábios.
No retorno até minha casa, chovia forte, e ele encostou o carro, os vidros estavam levantados, ele ligou o ar, olhou para meu olhos e beijou-me carinhosamente, na maior cara de pau, tirou minha blusinha e meu sutien, saltaram para fora meus peitinhos durinhos e tesos pela excitação, começou a mamar e beijar os biquinhos, desceu até minha bucetinha e sugou ávidamente, sentia calafrios em meu corpo, sentia sua lingua quente lamber meus pequenos lábios e meu cítoris, meus gemidos começaram a ficar mais fortes, ele subiu novamente até meus lábios e voltou a beijar-me, enroscando sua lingua na minha, afastou minhas pernas e enfiou seu dedo em minha bucetinha e começou um entra e sai frenético.
Aquela situação deixava-me cada vez com mais tesão, nem o pau de meu namorado trabalhava tão gostoso em minhas entranhas, sentindo que iria gozar, acelerou as estocadas de seu dedo em minha ensopada vagina, não aguentando mais, fechei minhas pernas apertando seu dedo dentro dela, e tive um orgasmo descontrolado, meus gritinhos, resultado de meu gozo, foram abafados pela sua boca que persistia em ficar grudada a minha, afastei minha perna, ele tirou seu dedo, estava lambuzado por meu liquido vaginal, ele levou até a boca e o chupou elogiando o gostinho doce.
Olhei para seu pau, estava quase rasgando a bermuda que usava, a chuva estava passando, teria de ser rápida, coloquei seu pau para fora, era pouco maior que do meu namorado, sem demora abocanhei-o e comecei a mama-lo e punheta-lo com a mão, seu gosto era delicioso, senti-o inchar e pulsar forte e começou a encher minha boca, 1 jato molhou minha lingua e em seguida mais 2 fortes e em grande quantidade que bateram em minha garganta, fechei minha boca em sua glande e esperei sair até a última gota, levantei minha cabeça, seu esperma quente deslizou em minha lingua, chegou até minha garganta e foi descendo vagarosamente, uma delicia! 
Fomos para casa e fiquei com seu gosto o resto do dia.
Após meu aniversário, ele ficou 2 dias em Foz, mas o palhaço do meu namorado não largou do meu pé, queria de toda forma dar minha bucetinha para aquele coroa gostoso, não teve jeito, no dia de seu embarque, beijou meu rosto acertando o cantinho de meus lábios e medisse que na proxima vez ira me foder bem gostoso de um jeito que ainda não fui.
Minha buceta latejou, por mim eu ja queria ser fodida ali mesma, naquele instante… mas não deu… agora só me resta esperar, enquanto isso vou treinando com o meu namorado até o dia que me darei ai meu padrinho.
  • Enviado ao Te Contos por Tatá

Trai meu marido na suruba da republica da galera da faculdade

By: Olivia

Oi gente… Sou a Olivia, tenho 24 anos, sou morena de olhos negros, seios médios e firmes, posso dizer que sou eroticamente atraente.
Sou casada há 4 anos, meu marido chama-se Ricardo, 32 anos, no começo de nosso casamento seu tratamento para comigo era exemplar, mas com o passar dos anos posso dizer que esta deixando a desejar, jamais descuidei de meus anti-concepcionais pois pela crise em meu casamento não queria engravidar.
Ricardo relaxou-se e ficou barrigudo, consequência das muitas cervejas que toma e de suas constantes pescarias, não quero aqui dizer que este é um motivo justo para o que vou-lhes relatar a seguir, mas as mulheres que estiverem lendo meu desabafo, me darão razão, nós mulheres sentimos a carência de sermos acariciadas e amadas como fêmeas.
Como relatei acima, eu estava cansada das constantes pescarias de Ricardo e numa sexta-feira quando saia para ir á faculdade, ele disse-me que iria pescar com amigos e voltaria no domingo a tarde, despedi-me dele friamente e sai desiludida, triste e carente, teria que passar mais um final de semana só e meus dedos não estavam mais causando um efeito desejado em meus orgasmos.
Tivemos somente a 1ª aula e fomos dispensados, meus amigos da sala iriam para a república onde moram e iriam tomar um vinho e tocar um violão, convidaram-me e como iria para casa á toa resolvi aceitar.
A festa estava animada, tomei alguns copos de vinho e soltei meu libido, dançava e cantava animadamente.
Eram lá pelas 22h30m o pessoal começou a ir embora, ficamos eu, minha amiga Débora e 4 amigos nossos que moravam na república, Fábio, Marcelo, Lucas e César.
Débora era solteira, 21 anos, uma loira muito linda, corpinho de 15 anos, na faculdade ela era uma galinha, transava com todo mundo, adorava sexo e era desinibida e comunicativa.
De repente quando estava dançando com Lucas, sentia que o vinho já estava me deixando um pouco alta, mas estava consciente e sabia o que estava fazendo, percebi que Débora beijava César na boca, estavam no maior amasso, aquilo não iria acabar bem, Lucas procurou minha boca e beijou-me, tentei escapar pois sou uma mulher casada, mas minha carência falou mais forte que a razão e entreguei-me a seus beijos molhados.
Em questão de minutos quando voltei meu olhar para Débora, a safadinha estava nua em pêlos, chupava o pau de Cesar e sua bucetinha estava sendo sugada por Marcelo, aquela cena deixou-me muito excitada, meu coração disparou e senti o volume na calça de Lucas, e que volume, estava com uma mala enorme.
Levaram Débora para um dos quartos e fui arrastada por Lucas e Fábio para o outro, despiram-me deixando-me só de calcinhas, Fábio beijava minha boca e Lucas mordia minhas costas descendo até minha bunda e arrancando minha calcinha, desfizeram de suas roupas e colocaram seus enormes cacetes para fora, a cena do crime estava pronta, fui chupada nos seios na bucetinha e beijada no cúzinho, coisa essa que Ricardo sempre negou-se a fazer, dizia que no cúzinho não era higiênico, jamais senti algo entrando em meu ânus, só saindo, minhas pregas estavam intactas.
A coisa começou a esquentar, desfiz de todo meu pudor e comecei a mamar e chupar aqueles cacetes, estava tão a perigo que não aguentei e gozei na boca de Lucas, apertei forte com os lábios o pau de Fábio, meu gemido estava abafado por aquela pica deliciosa.
Colocaram-me de quatro e senti o pênis de Lucas penetrar-me, deslizou vagarosamente esfolando as paredes internas de minha vagina que estava encharcada, efeito de minha excitação, acelerei minha chupeta e comecei a receber rios de esperma quente em minha boca, relaxei minha garganta e deixei escorrer para meu estômago aquele líquido gostoso que a muito tempo não sentia o gosto.
Comecei então a rebolar no pau de Lucas, sentia sua pulsação em minha xaninha, começou a inchar e dilatar ainda mais minhas entranhas, socou fundo encostando sua cabeça em meu útero e comecei a sentir esguichos de sua porra fervendo lavarem meu útero, foram umas 4 ejaculações fortes, inundaram minha bucetinha.
Fábio restabeleceu-se e foi para trás de mim, nem esperou o esperma de Lucas sair de meu interior, seu pau foi abocanhado por minha vagina, estava dilatada e super lubrificada, metia forte fazendo um barulho estranho, estava encharcada de porra, totalmente melecada.
Abocanhei o pau de Lucas e comecei a mama-lo para ressuscita-lo, então Fábio começou um ritual que nunca tinha sentido, fodia forte minha vagina e roçava o dedo em meu cuzinho, foi devagar pressionando, meu cúzinho foi recebendo aquele dedo gostoso, senti uma dorzinha, mas quando entrou tudo e começou a mexer lá dentro, comecei a gostar, jamais ninguém meteu o dedo em meu cú, era uma sensação diferente.
A Pica de Lucas já estava grossa e quente em minha boca, rebolava minha bunda na pica e no dedo de Fábio, estava nas nuvens, estava saciando minha fome, Fábio tirou seu dedo, apontou seu pau melecado em minha portinha traseira, e com muito cuidado foi empurrando aquela picona, minhas pregas começaram a serem arrebentadas, sua cabeça entrou, doeu demais, meus gemidos de dor foram contidos pela enorme e grossa pica que estava em minha boca, meu esfíncter foi dilatando-se e aquela vara enorme foi deslizando para dentro de meu buraquinho, alargou as paredes internas e chegou ao fundo,tirou quase que tudo e socou novamente, o safadinho ficou meladinho e acostumou-se com a enorme ferramenta.
Meu cú a cada estocada apertava aquele cacete, sentia-o pulsar, e algo que não imaginava aconteceu, comecei a gozar pelo cú, a dor misturou-se ao prazer, sentia-o coçar e calafrios percorreram meu corpo e comecei a ter o orgasmo mais alucinante de toda minha vida, eu rebolava como uma serpente, gritava esbofadamente no cacetão atochado em minha boca, e para completar minha felicidade comecei a receber jatos de esperma em meu ânus, sentia os esguichos baterem lá no fundo, na porta de meu intestino,Fábio inundou-me com seu líquido do prazer, ele urrava e berrava, me xingava de vagabunda de puta safada e chamava meu marido de corno Filho da Puta, aquilo me excitava ainda mais, aumentei o ritmo de minha gulosa e fui recompensada com jatos intermináveis de esperma, sorvi todo ele, até a última gota, engoli tudo, uma delicia.
Deitamos abraçados, faziamos caricias mútuas, fomos até a sala, lá estavam Débora com Cesar e Marcelo, estavam deitados no chão.
Olhei no relógio e já passava das 04:h00 da madrugada, fiz menção de ir embora, mas fui impedida, a festa ainda não havia acabado.
Começamos uma verdadeira suruba, colocaram eu e Débora de joelhos no sofá com a bunda empinada para cima e faziam revezamento, todos comeram nossa buceta e nosso cúzinho, iniciaram-me na Dupla Penetração, onde recebi paus simultâneos em meus buraquinhos, sendo inundados por espermas fervendo e satisfazemos uma última fantasia daqueles quatro garanhões, posso dizer que foi em meus 24 anos a maior loucura que cometi, Cesar e Lucas gozaram em minha bucetinha, Débora recebeu o esperma de Marcelo e Fábio, eu e Débora deitamos e fizemos um 69, bebendo o coquetel de porra contido em nossas bucetas, gozamos simultaneamente, foi alucinante, minha primeira experiência homossexual.
Percebemos que o sol estava nascendo, ficamos a noite toda metendo, estávamos exaustos, eu e Débora fomos e tomamos uma ducha juntas, acariciávamos nossos corpos e firmamos um pacto de nossa cumplicidade, dei-lhe um beijo apaixonado, vestimo-nos e fomos para casa, aquela foi uma noite do barulho.
Tornei-me mais que amiga de Débora, quando meu marido vai pescar ela dorme em minha casa e ficamos abraçadas a noite toda.
  • Enviado ao Te Contos por Olivia

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...