quinta-feira, 7 de julho de 2022

Trai indo ao trabalho dentro do ônibus

 

By; Roberta

Meu nome é Roberta, tenho 28 anos, sou loira e eu vou contar uma coisa que aconteceu comigo a 3 anos atrás mas eu só me senti bem em contar agora aqui no site depois de ver alguns casos.

Moro em Porto Seguro na Bahia, mas a um tempo atrás meu marido arrumou um emprego em São Paulo e eu acabei indo com ele, moramos lá por 2 anos. Nos primeiros meses estava tudo bem, até que ele começou a focar mais no trabalho e não me dava muito atenção.

As coisas começaram a ficar bem chatas e entramos em uma rotina que realmente era cansativa e estressante, ao ponto de quando estávamos em casa trocávamos meia duzia de palavras e íamos dormir.

3 meses depois que estávamos em São Paulo, arrumei um emprego um pouco longe de casa, era quase 40 minutos de viagem até chegar no meu trabalho.

Pouco tempo de trabalho e eu comecei a perceber que um rapaz pegava condução até perto do meu trabalho. Um dia ele se sentou ao meu lado e começamos a conversar, o nome dele era Ítalo, tinha 23 anos, branco, cabelos pretos e olhos castanhos um corpo meio atlético, era estudante e segundo ele não trabalhava.

Passamos algum tempo pegando ônibus juntos 3 a 4 vezes na semana, criamos uma certa intimidade e eu acabei comentando com ele como estava meu relacionamento em casa com meu marido. Ele sempre me deu bons conselhos mas foi ai que algo estranho aconteceu comigo.

Comecei a sentir uma atração bem forte por ele e tomei uma decisão, queria descobrir se eu ainda era capaz de despertar o interesse de outros homens em mim, eu precisava saber aquilo e então em uma segunda feira a gente estava no ônibus e eu começamos a conversar coisas de relacionamento e ele me contou que ele tinha uma namorada que sempre fazia umas sacanagens com ele no ônibus.

Sexo oral, masturbação, mas nunca chegaram a transar… Toda aquela história despertou um fetiche erótico na minha mente. Comentei sobre meu fetiche com meu marido e ele me chamou de louca, se quer me deu ouvidos.

Fiquei chateada e enquanto meu marido estava no celular comecei a mandar mensagem pro Ítalo, mesmo sabendo que era bem errado, conversamos bastante durante a noite e eu percebi que algumas mensagens vinham com segundas intenções.

Na semana seguinte, pegamos o ônibus e sentamos um do lado do outro no fundo, o ônibus estava bem vazio, e nós conversando na maior putaria começamos a falar de sexo, olhei para o short dele e vi que ele estava com um baita volume nas calças.

Respirei fundo e toda trêmula perguntei ele se ele tava de pau duro (Sim, mandei na lata). E o que era esperado saiu da boca dele:

- “Sim”.

Ele colocou a mochila dele sobre o colo tentando esconder sua ereção, mas eu tava tão excitada, tão molhada que minha reação foi de atacar, encostei no ombro dele e meti a mão por baixo da mochila e comecei a pegar naquele pau enorme, grosso e ao mesmo tempo gostoso. Era incrível e certamente maior e mais grosso do que o do meu esposo. Como ele deixou, continuei com a brincadeira… Mesmo sendo bastante tímida, naquele dia eu estava bem safada e cheia de tesão.

Coloquei a mão por dentro da cueca dele, e comecei pegar realmente no pau dele, estava duro a cabecinha toda molhada o safado estava com muito tesão.

O ônibus parou em uma parada que  ficava a mais ou menos uns 25 minutos de distância do nosso destino, entrou apenas 2 senhoras e um cara que ficaram na frente conversando com o cobrador e o motorista.

Enquanto isso no fundo a gente tava na maior putaria, ele passou o braço em volta do meu pescoço e começou a me fazer carinho no rosto, desceu pela minha cintura até que me deu um aperto na minha bunda de um jeito que nenhum homem nunca pegou.

Fiquei ainda mais excitada, me deitei sobre o colo dele e tirei o pau dele pra fora, comecei a chupar ele e devagarzinho passando a língua na cabecinha da rola dele, e massageando aquelas bolas lisas e raspadinhas.

O boquete ficando cada vez mais gostoso e ele me veio até o meu ponto fraco, meteu a mão na minha blusa e começou a massagear meus peitos, acariciava meus mamilos com umas mãos de macho que me enlouquecia profundamente. Já não havia uma parte da minha calcinha mais seca.

Comecei a masturbar ele enquanto chupava aquele pau gostoso e relaxava com as carícias que ele me dava. A cara de prazer que ele fazia me fazia se sentir mais mulher e mais poderosa, era uma sensação inexplicável.

Infelizmente nossa parada chegou e tivemos que descer, eu já me sentia incrivelmente saciada, mas algo em mim queria mais e mais. Imediatamente peguei meu celular e comecei a mandar mensagem pra ele, ele me contou que tinha adorado o boquete, que nunca provou algo tão bom (Se é verdade ninguém sabe né), mas que se sentia mal por eu ser casada.

Não sei se foi a desvalorização em casa, mas sinceramente, naquele momento, toquei um foda-se pra tudo! Falei pra ele não esquentar a cabeça, por que o que ele queria eu também queria.

Cheguei em casa a noite e não pensei duas vezes. Mandei mensagem pra ele de novo, (sim sou bem grudenta quando quero algo), eu estava decidida a sentir o pau dele na minha buceta.

Marquei de encontrar ele no ônibus no dia seguinte, e nós dois sentamos no fundão de novo. Só que dessa vez, fui com um vestido que costumava a usar no meu trabalho, e claro, coloquei a calcinha guardada dentro da bolsa, fui cheia da maldade.

Começamos nos beijar no fundo do ônibus de novo, dessa vez com umas 5 ou 6 pessoas a mais do que havia na primeira vez, mas ninguém no fundo. O apressadinho já foi puxando minha cabeça para eu chupar o pau dele de novo, talvez ele realmente tenha gostado, bom eu também gostei. Chupei ele de novo e ele jorrava aquele líquido gostoso na minha boca em uma quantidade tão grande que por um instante imaginei que ele havia gozado na minha boca.

Tava tudo gostoso, uma maravilha, mas eu não tinha muito tempo, encontrar com ele fora dali seria bem difícil então parti para o ataque. Levantei e comecei a beijar ele bem namoradinhos mesmo, e me levantei para sentar no colo dele, mas com um detalhe… Tirei o pau dele pra fora e sentei em cima, cada centímetro que entrava em mim eu sentia uma vontade louca de gemer, mas não podia, cada mexida que o ônibus dava eu sentia meu útero pedindo por mais daquilo.

Em alguns segundos percebi que minha buceta já estava tão molhada que estava escorrendo na rola dele. Ele segurou na minha cintura e me puxava pra baixo, e o pau dele entrava cada vez mais fundo e forte em mim. Comecei a dar pequenos pulinhos no colo dele, ninguém ali podia imaginar que estávamos transando e a intenção era chamar o mínimo de atenção possível.

Ele suspendeu um pouco meu vestido pra ver minha bunda e me apertava com força, aquilo me deixava mais louca ainda.

Quando pensei que não poderia melhorar, ele veio com suas mãos gostosas e começou a tocar uma siririca em mim enquanto me penetrava. Foi só questão de tempos e eu gozei gostoso no pau daquele cara. Continuei sentando um pouco mais, mas sempre que gozo fico com a buceta um pouco sensível.

Tentei me levantar, mas ele me segurou e me puxou pra baixo de novo, e eu pude ouvir ele dizer;

- “estou gozando”.

Então continuei mais um pouco até que senti que ele me gozou inteira dentro (Safado, errado, mas eu gostei sim).

Sentei do lado dele e começamos a conversar como dois casalzinhos até que chegamos ao nosso ponto de novo, eu tava satisfeita e feliz dessa vez. Um pouco arrependida, mas não tanto, até por que fiz isso com ele mais umas duas vezes e até hoje trocamos mensagens.

  • Enviado ao Te Contos por Roberta

 

Ao ar livre

 

By; Mr. Erio

Saímos uma noite, queríamos fazer algo bem diferente. Pegamos o carro e rumamos para uma serra próxima.

No caminho íamos pensando besteiras e namorando, enquanto nos dirigíamos para o mirante, era tarde da noite, local era ermo, e um carro estava saindo de lá….

Paramos no acostamento, fomos para o banco de trás, visão era linda, dava para ver as cidades de la de cima, era a única luz que tinha, nem vagalumes haviam naquele momento.

Começamos a nos beijar, fui acariciando ela, com a mão boba, não tinha ninguém perto, por kilômetros. Abri a calça dela e comecei a tirar, ela abriu o meu zíper, ela estava com muito medo, e nenhum de nós dois tinha feito isso antes.

Nos beijávamos, eu a tocava por baixo da blusa, soutien já estava aberto, um vento frio passava pela gente. Ela já sem calça, sem calcinha, senta em mim, e fica se movimentando, se excitando em mim, gemendo baixinho em cada beijo, em cada carinho que fazia nela.

Ela me tocava, minha bermuda estava baixa, e ela me masturbava com a não fria (adoro isso) e tentava encaixar meu pau nela, quando encaixou ela olha para todos os lados pra ver se não tem ninguém vindo e começa a sentar, a gemer, estava muito molhada, depois de um tempo ela deita no banco para eu ficar por cima dela, ela se toca um pouco pra mim, enquanto eu penetro ela, beijo sua boca, pescoço, os seios, com a blusa levantada, ela goza ali, na minha frente deliciosamente, e eu também, ela ajoelha no banco e me beija dizendo que gostou muuuuuito.

Foi uma sensação maravilhosa mesmo, e programamos de voltar lá depois mais vezes, o que fizemos. Mas é caso para contar outra hora.

 

Nosso final de semana foi bem gostoso (02-07-2022)

 

By; Casal

Oi galera, somos um casal liberal, eu me chamo Marina e o meu marido se chama Marcio, temos 32 anos e somos de São Paulo.

Nesse final de semana que passou decidimos aceitar o convite de um casal amigo para curtir um fim de semana no litoral norte de São Paulo. É raro acontecer, mas às vezes conseguimos um final de semana inteiro sem os filhos e sem compromissos, daí podemos aproveitar melhor essa vida de swinger. É completamente diferente de ir numa casa de swing ou balada liberal, só quem já provou vai entender o que estou dizendo. (E quem não provou, fica a dica!). Eles tem um pequeno apartamento, muito aconchegante, a uma quadra da praia.

Nós chegamos perto do meio dia e fomos encontrá-los direto na praia, onde já tinham cadeiras esperando por nós, bem como uma taça de espumante refrescante.

Eu tirei minha saída de praia e fiquei de biquíni, e como eu não nasci ontem, tratei de usar o mais provocante que eu tinha na época – um todo branco, fio dental, socadinho no rego. A amiga, uma morena de parar o trânsito, cabelos lisos e longos até a cintura, usava um biquíni preto, também fio dental, socadinho no rego. E ali a gente ficou curtindo a praia, bebendo, rindo, conversando, exibindo as bundinhas pra quem quisesse ver.

Quando a fome bateu resolvemos voltar pra casa, tomar um banho pra ir comer alguma coisa.

Acontece que a nossa fome não era só de comida, ainda mais depois de ficar de provocação na praia! Foi só entrar no apê pra começar uma pegação gostosa entre a gente.

O Marcio (meu marido) com a morena, eu com o marido dela, os dois casais no sofá da sala porque nem deu tempo de chegar no quarto. Primeiro eu chupei o pau do amigo, e ela, fez o mesmo com o Marcio. Depois ele quis me chupar, enfiou a cabeça dele entre as minhas pernas e começou a lamber a minha bucetinha; o Marcio fez o mesmo com a amiga. Parecia um espelho, sabe? Tudo que um casal fazia o outro fazia igual.

Foi assim até que eu tirei o pau dele de dentro da minha xota e coloquei ele no meu cuzinho. Isso a amiga não quis fazer, disse que sentia muita dor e que não dava o lado B pra ninguém, mal e mal dava pro marido. Imaginem então o quanto ele ficou feliz comendo o meu rabinho, né?

Enquanto a gente terminava a foda, a amiga foi tomar um banho; eu ouvia o som da água vindo do banheiro. Quando eu terminei, ela ainda não tinha entrado no banho – acho que foi proposital e me chamou pra entrar junto com ela.

A gente ficou ali tomando banho juntas, uma loira e uma morena, uma passando sabonete no corpo da outra, uma lavando a outra, e aí fica aquele passa mão o tempo todo irresistível que começamos a transar ali mesmo, eu e ela. Ela me deu um beijo na boca, de língua, enquanto apertava os meus mamilos, duros de tesão. A gente se abraçava, tentando entrar uma no corpo da outra com as pernas, com as coxas, com os dedos… O Marcio, do lado de fora, via tudo e falava cheio de tesão

- “Essa eu não quero guardar só na memória!”

Nem sei quanto tempo demorou esse banho, só sei que foi uma delícia! Ela saiu primeiro, depois eu; e enquanto me enxugava percebi que alguma coisa acontecia lá na sala. Pra minha surpresa, quando cheguei lá, a amiga e o marido dela estavam transando, ele sentado no sofá, ela por cima dele e adivinha? Estavam fazendo sexo anal! Não quis interromper, afinal eu sabia que ela quase não liberava o cuzinho, nem mesmo pro marido. Mas que eu me senti ótima sabendo que o tesão geral era tanto a ponto dela conseguir transar por trás, ah… isso foi muito legal!

E a fome? Ninguém nem lembrava, o importante era comer outras coisas primeiro!

  • Enviado ao Te Contos por Casal

 

terça-feira, 5 de julho de 2022

Tô com o cú ardendo, dei ele pela primeira vez hoje (05-07-2022)

 

By; Daniele

Me chamo Daniele, tenho 21 anos e ando me relacionando com um homem casado e mais velho, que conheço desde quando tinha 14 anos, é um amigo da minha família e frequenta nossa casa e eu a dele.

E hoje dei meu cuzinho pela primeira vez! Só de lembrar ja dói!

Ele me pegou como faz sempre, me manda mensagem, eu vou a duas ruas aqui de casa e fico esperando ele uma esquina, disfarçando e assim que ele chega eu entro no carro dele e já vamos direto para o motel, e hoje no caminho ele me mostrou um frasco de gel. Disse:

- “hoje essa bundona vai ter o que ela merece!”

Arrepiei todinha, já enrolo ele a uns 5 meses, mas de hoje eu não escapei.

Chegamos e já fomos nos atracando num beijo louco. Depois ele caiu de boca na minha bucetinha e logo me pôs de quatro e passou a dar um trato na minha bunda, enfiava a língua no meu cuzinho! Foi a maior loucura, maior tesão da vida!

Depois meteu um dedinho e “untou” com gel que ele tinha levado, passou a colocar dois dedos estava delicioso! Até que senti o cabeção na entrada, deu um soquinho e a cabeçona passou comecei a chorar muito, doía, mas também sentia prazer, foi louco, uma mistura de dor e prazer.

Ele disse que aguentou muito tempo e que agora meu rabo teria o que ele merece e empurrou toda aquela rola, parecia que me rasgava ao meio!

Enfiava e tirava até que ele tirou tudo e derramou mais gel no buraco que com certeza estava enorme e enterrou tudo de novo. Começou a saraivada de rola, eu chorava muito e ele falou;

-  lembra quando você ia la em casa com aquele shortinho de lycra, eu vivia na punheta, agora vou gozar dentro desse cuzinho maravilhoso.

Não demorou muito ele urrou e encheu meu cu de porra. Deitou em cima de mim ficou dizendo que me amava e o pau não saia e nem amolecida.

De repente começou a bombar de novo devagarzinho, ai foi muito gostoso e acabei gozando, ele começou de novo a bombar com força e gozou de novo, deu duas no meu cu.

Só depois de comer bem o meu cuzinho foi que ele comeu a minha bucetinha, e disse que agora sempre vai querer comer o meu cuzinho!!

Cheguei em casa com o cu ardendo kkkk, doeu sim, mas foi gostoso!

  • Enviado ao Te Contos por Daniele

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...