quarta-feira, 13 de julho de 2022

Atitude é tudo! (lesb) (09-07-2022)

 

By; Anna

Meu nome é Anna, tenho 23 anos e um tesão "do cão" por mulheres mais velhas..

Sabado eu estava num barzinho, um lugar legal e aconchegante, tocava de tudo! Estava sentada num dos sofás e tinha espalhados pelo lugar e desde que cheguei fiquei reparando numa mulher de seus 40 anos, um belíssimo corpo e uma seriedade que me tirava o fôlego.. quase esnobava todos do lugar. Ela estava acompanhada do marido e eu tinha que olhar ela discretamente sem que ele visse..

De repente ela foi para o banheiro e eu fui atrás sem pensar duas vezes. Não fazia idéia de como puxar um assunto interessante com uma mulher mais velha e certamente muito culta pela maneira como se comportava. Sem saber o que dizer, apenas parei do lado dela em frente ao espelho e a olhei dos pés a cabeça demoradamente. Notei que ela me viu pelo espelho, mas não me observou por muito tempo.. Se arrumou e ia saindo.. A vontade que tive foi de pegá-la pelo braço com toda força e jogar na parede!!! Mas me contive, dei um passo longo até a porta antes que ela e apoiei a mão na parede á frente dela pra não saisse, olhei pra ela e tirei a mão devagar, dizendo mais ou menos assim:

- "Eu poderia dizer oi, ou perguntar o seu nome, mas não vou ficar de conversa fiada! Você é muito gostosa e eu não faço ideia do que dizer pra uma mulher tão maravilhosa como você que me deixou louca desse jeito!"

Ela foi direta:

- "Eu sei, notei o jeito como me olhava! Mas duvido que você saiba como enlouquecer uma mulher como eu enlouqueço você!"

E ela já ia saindo de novo... (metida!!) só que dessa vez eu peguei pelo braço bem como tinha imaginado, cravando as unhas no braço dela, eu queria aparentar que estava brava, quando na verdade achava engraçado meu atrevimento.. até achei que ia apanhar! Minha vontade era rasgar a roupa dela todinha, arrancar o vestido e encher aquela mulher que parecia bem arrogante de tapas!!!

Outra vez me contive e tirei o vestido dela bem lentamente, sem tirar os olhos dos dela e disse:

- "se você sabe como fazer isso me mostra que sabe!"

Ela me empurrou pra dentro de uma das "cabines" e sussurrou no meu ouvido com uma voz manhosa (que inclusive me surpreendeu);

- "eu sei que vc me quer, mas diz.. diz pra mim que você me deseja!"

Eu fiquei sem palavras na hora e só a olhava sem reação.. Rapidamente ela colocou o vestido e saiu! Fiquei com a maior cara de boba, mas tudo bem! Voltando pro bar, o mesmo clima chato, e pior ainda porque ela começou a se esfregar no marido olhando pra mim.. Fui ousada e sentei do lado dela, comecei a puxar assunto e perguntar coisas pra tentar deixar ela constrangida.. O marido dela foi comprar cerveja e ela sussurrou que tinha gostado da minha atitude, pois fui sincera e corajosa ao dizer aquilo, mas que não achava certo.. Eu provoquei dizendo um monte de besteiras..

Disse pra ela que se ela não queria por causa do marido eu apostava que ele ia adorar mulher dele dominando uma menina.. (me aproveitei que ela gosta de dominar) levantei e ia indo em direção dele quando ela me puxou e disse:

- "Não! Se for pra transar com vc eu quero que seja só eu e vc"

Percebi então que ela tbm queria..Eu mesma fui e falei pro marido dela que queria transar com a mulher dele, expliquei tudo e ele deixou com a condição de assistir e prometeu não se meter, ela ficou louca comigo, mas tava ainda mais louca de tesão..

Fomos pro apê deles, chegamos nos jogando no sofá e depois pelo tapete, mal deu tempo de tirar a roupa, eu mordia seus mamilos durinhos.. encaixei meu quadril entre suas pernas e me esfregava nela enquanto ela puxava meus cabelos, passei a lingua na sua buceta com força e demoradamente.. depois enfiei só a pontinha da lingua durinha e molhada na sua entradinha e teria ficado provocando mais se ela não tivesse me puxado contra a sua buceta, fiquei louca com o cheiro da sua excitação e dei um chupão com vontade.. ela dava gemidos baixos e longos..

Enfiei três dedos de uma vez e fodi ela com tudo, segurei em uma das suas coxas e encarei ela o tempo todo, eu tirava lentamente e enfiava com tudo, de uma vez e lá no fundo enquanto mordia os lábios e perguntava pra ela:

- "diz que eu não sei fazer! diz doutora!!!"

Ela só repetia com a voz fraca:

- "isso.. vai... hmmmm.. me fode!" enquanto ela gozava eu lhe beijava descontroladamente..

Ela mal conseguia me beijar e se contorcia, dei uns tapas nela com força e a noite foi passando, e só voltei para casa no domingo la pelas 9h da manhã...

Agora estamos combinamos de nos ver novamente e transarmos, me dei bem...

Enviado ao Te Contos por Anna

terça-feira, 12 de julho de 2022

Rapidinha na garagem apos a balada (09-07-2022)

 

By; Gustavo

Oi Te Contos, me chamo Gustavo, e minha namorada se chama Raquel, e vou contar o que rolou sabado passado.

Sabado passado foi meu aniversário e depois da balada eu e minha namorada fomos para minha casa (Apartamento) para continuar a festa, já no caminho eu estava cheio de tesão e minha namorada tambem, e já durante o caminho ela foi fazendo um boquete sensacional (ela é ótimo nisso), só não deu para gozar pois estava dirigindo e podia acontecer algum acidente.

Quando chegamos na garagem, estavamos com tanto tesão que começarmos a nós beijar, e os beijos foram aumentando, as minhas mãos já percorriam todo o corpo da minha gatinha e eu comecei a tirar seu vestido (diga-se de passagem um micro-vestido), tirei sua calcinha e a coloquei sobre o capo do carro e caí de boca naquela buceta molhadinha de tesão, chupava com vontade e ficava ouvindo os gemidos da minha namorada (o que me deixava com mais tesão ainda), fiquei chupando ela até que ela gozasse e então lhe disse que era para ela me retribuir.

Ela na hora se ajoelhou e tirou meu pau para fora que a essa hora já estava latejando de tanto tesão, e chupou com a maestria de uma putinha, chupava tudo, enfiava ele todo na boca e às vezes lambia as bolas tambem, já não aquentando mais pedi para ela parar pois não queria gozar ainda, ainda queria comê-la ali mesmo.

Eu a coloquei virada com as mãos no capo do carro e me posicionei atras dela e fui colocando meu pau todo dentro daquele bucetão (nossa como ela tem a buceta deliciosa), segurava ela pela cintura e ia metendo cada vez com mais força, a está hora ela já gritava de prazer e eu estava totalmente envolvido pelo tesão. Pedi para ela ela arrebitar um pouco sua bunda (pois adoro ver aquela bunda empinada) e continuei metendo com força.

Depois de alguns minutos pedi para ela se virar de frente para mim e que abrisse bem as penas, ela como uma puta que é já foi logo se abrindo toda e pedindo para comê-la mais e mais.

Depois de alguns vai e vem já não aguentando mais disse para ela que iria gozar e ela me respondeu que queria lamber tudo, ela se ajoelhou na minha frente e enfiou meu pau na sua boca tomando toda a porra que estava soltando, depois ainda lambeu tudinho deixando meu pau limpinho e pronto para outra.

Afinal ainda queriamos mais

  • Enviado ao Te Contos por Gustavo

domingo, 10 de julho de 2022

Ja fui sem calcinha para não perder tempo (09-07-2022)

 

By; Casal

Oi galera, somos um casal liberal, eu me chamo Marina e o meu marido se chama Marcio, temos 32 anos e somos de São Paulo.

Já mandamos um relato chamado (Nosso final de semana foi bem gostoso (02-07-2022) e agora queremos contar nossa aventura de sabado (09-07-2022).

Decidimos sair para uma baladinha liberal, chamamos um casal amigo nosso e fomos. Eu já saí de casa pronta pro crime, fui sem calcinha e estava querendo mais do que uma noite na balada liberal, isso eu já sabia. O que eu não sabia é que iriam despertar a vagabunda que há em mim naquela noite.

O lugar estava lotado, os reservados lotados, quente, só tinha um lugar livre, entramos os 4, mas não fechamos a porta, estava muito quente. Como era um casal de amigos, a gente meio que dispensou as preliminares – e também porque a gente queria mesmo era sexo! A gente começou a se pegar, beijo, chupadelas… eu, de frente pra amiga levando vara do marido dela; ela, de frente pra mim levando vara do Marcio (0 meu marido). A gente se beijava, se agarrava, encostava os peitos uma na outra, e os meninos apertavam a gente, uma na outra, enquanto beijavam as próprias esposas. Muito louco isso! Beijavam a esposa, mas fodiam outra.

Depois o Marcio foi pro sofazinho com a nossa amiga e eu continuei dando a buceta em pé – de novo – arrebitando a bunda pro gostosão comer. Foi aí que apareceu um terceiro casal e ficou ali, olhando a cena. Deve ter dado muito tesão porque o cara colocou o pau pra fora da calça e já estava durão! Eu dava um trato nele com a mão enquanto levava socada na xota.

Mas aí… baixou a vagaba! Me deu uma vontade louca de dar o cuzinho. Fui enfiando a rola do nosso amigo devagar, com calma, coloca um pouco, tira um pouco, coloca mais um pouco, tira mais um pouco, até entrar todinho no rabo, até o talo. Aí, foi só alegria!

O nosso amigo continuou a performance dele e socava forte no meu rabo, ainda em pé. De repente, ele me pegou pela cintura e sentou no sofá sem tirar o caralho de dentro do meu cuzinho. Ufa, vamos descansar um pouco, eu pensei. Mas antes de terminar o pensamento, ele abriu as minhas pernas e ofereceu a minha bucetinha arreganhada pro terceiro casal, que nem pensou duas vezes e caiu pra dentro, numa DP completamente inesperada. Aí já não era mais swing, já tinha virado putaria – e que putaria gostosa! O cara me fudia e eu falava pra ele ;

- “ta gostoso, né, você tava louco pra me comer, né safado!”

- “É, eu tava sim, sua vagabunda!”, ele respondia.

Ah, como eu gosto de uma palavrinha safada nessas horas…

Aguentei os dois cacetes numa boa, se tivesse mais um ou dois eu encarava também, estava louca de tesão e queria fuder! Mas não durou muito tempo, o Marcio (meu marido) já tinha gozado, o calor estava insuportável e as forças estavam indo embora, mesmo com muito tesão. A gente se vestiu e foi embora.

Chegando em casa, eu olhei pro Marcio, ele olhou pra mim e falou;

- bora trepar!

E como eu ainda estava vagabunda queria dar o cuzinho de novo! A gente pegou um pinto de borracha e toca outra DP! O Marcio socava o caralho dele e o de borracha dentro de mim, como se ele tivesse dois paus, até eu ficar mole de tanto gozar!

Depois ele gozou em mim e finalmente a gente pôde dormir satisfeitos, felizes e com uma nova energia pra recomeçar.

  • Enviado ao Te Contos por Casal

 

sábado, 9 de julho de 2022

Eu Gostos !

 

By; Rebeca

Oi gente sou a Rebeca, eu tenho mais de 27 anos e sou casada há mais de 8 anos, me casei nova por que engravidei, eu não estava muito afim de casar e nem de compromisso sério, mas não tive outra escolha não ser casar.

Casei-me com o Thiago, que é 9 anos mais velho. Ele é gerente de um mercado e ganha muito bem.

Nunca trabalhei e nesses anos de casamento, a minha rotina sempre foi: casa da minha mãe, academia de ginastica, faculdade, buscar minha filha no colégio… Mas não tenho do que reclamar, tenho muita liberdade.

As vezes tenho vontade de ser livre, ainda sou muito jovem e me acho bem razoável, tenho cabelos castanhos claros até os ombros, olhos amendoados, pele clarinha e estou no peso ideal, mesmo após a gravidez não engordei, e malho diariamente.

Gosto de ser paquerada e de levar cantadas também.

Confesso que já traí meu marido algumas vezes, não consigo ser fiel a ele, e o pior é que ele acha que sou a melhor esposa do mundo, mas não tenho peso na consciência por isso, sou boa mãe e boa esposa, só dou uns pulinhos de vez em quando.

Lembro a primeira traição, foi com um vizinho aqui do prédio, sempre encontrava com ele no corredor, no elevador, e começamos a conversar, papo pra cá, papo pra lá, ficamos íntimos, aí rolou atração física.

A primeira transa foi dentro do meu apartamento, o Thiago estava no serviço e a nossa filha estava dormindo, o nome dele era Cláudio, tinha a minha idade e fazia faculdade de Direito, ficamos nos encontrando uns 3 meses, mas terminamos o caso pois ele  foi morar longe, então não nos vimos mais.

Depois da primeira traição, a gente acostuma, e fica mais fácil achar desculpa para tal. Se bem que o Thiago confia em mim cegamente.

Vieram outros casos, mas eu não me envolvia, pra mim era só sexo e pronto, não iria arriscar a segurança e a comodidade do meu casamento por nada nesse mundo.

Eu gosto de aventuras, transas fora do casamento, de sair da monotonia do casamento.

A última pulada de cerca foi a pouco tempo.

Na faculdade conheci um professor chamado Márcio, ele lecionava História e começou a dar aula na minha sala. Ele chamava minha atenção, era charmoso, 35 anos, experiente, e tinha uma cara de safado!

Desde o primeiro dia de aula, eu não conseguia tirar os olhos dele e nos intervalos da aula sempre achava uma desculpa pra falar algo da matéria com ele.

Ele logo desconfiou do meu interesse. Eu percebia que ele me olhava diferente nas aulas, faltava me comer com os olhos, e aos poucos foi crescendo uma cumplicidade entre nós dois, mas ele jamais avançou o sinal até então.

Até que chegou o dia da prova, propositadamente eu fiquei por última na sala, já era mais ou menos 22:00h, o pessoal da minha sala já havia entregue as provas e saído, só restamos eu e ele, era a oportunidade que precisávamos.

Ele tomou a iniciativa, sentou na cadeira ao lado da minha e passou as mãos nos meus cabelos, confesso que senti um frio na espinha, e ai ele começou a dizer que me achava muito bonita, que se sentia atraído por mim e que tinha reparado no meu interesse por ele, eu confirmei tudo. Mas me fiz de difícil, e disse que era casada, que era uma pessoa responsável e tal, e tal, só pra fazer charme.

Ele então segurou no meu queixo e me beijou, eu é claro correspondi. Sentia um desejo dentro de mim, uma vontade de me entregar nos braços daquele homem, algo que nunca tinha sentido nem pelo meu marido e nem por nenhum dos meus amantes.

Então eu me afastei e disse que não poderia ser ali, pois alguém poderia nos ver e era perigoso, teríamos que tomar muito cuidado dali em diante.

Combinamos de nos encontrarmos em outro local mais sossegado e seguro, cada um no seu carro pra não levantar suspeitas. Guardamos o material e saímos. Eu sai no meu carro e ele no dele, eu atrás seguindo ele, fomos até um bairro mais longe “deve ser a casa dele”, pensei, e era.

Então ele estacionou o carro embaixo de um prédio e eu do lado. Descemos do carro e nos abraçamos como dois namorados, eu estava preocupada com o horário, pois já era tarde, e o Thiago já devia estar em casa, eu teria que inventar uma desculpa convincente.

Subimos e quando chegamos no quarto andar, ele abriu a porta do apartamento e disse que eu poderia ficar a vontade, pois ele era separado e morava sozinho.

Pedi uns minutos e liguei pra casa, o Thiago atendeu e perguntou onde eu estava, então disse que iria chegar mais tarde, pois estava indo para um aniversário de uma amiga da faculdade, ele estranhou, mas pediu que eu não chegasse muito tarde em casa.

Mentira dita, foi a desculpa que veio na cabeça na hora, Márcio olhava pra mim com um risinho maroto no rosto. Começamos a nos beijar ali mesmo na sala, ele tirou toda a minha roupa deixando-me completamente nua e ajudei ele a tirar a sua.

O pau dele já estava duro, sem pensar peguei-o e comecei a sugá-lo com força, Márcio gemia muito. Podia sentir cada cm de sua rola na minha boca. Lambia, mordiscava, fiz tudo que podia até ele gozar, só senti aqueles jatos de esperma na minha boca, e eu engoli até a última gota, chegava a escorrer nos cantos da boca.

Então ele me pegou no colo e me levou pro quarto dele e me deitou na cama. Eu sentia tanto tesão, a nossa respiração já estava ofegante.

Abri bem as pernas para poder recebê-lo, ele veio e apontou aquela pica na direção da minha buceta e foi entrando lentamente, dei umas reboladinhas pra ajudar a penetração, o pau entrou todinho até o talo me preenchendo. Começou então o ritmo frenético, aumentando cada vez mais os movimentos, ele parecia desesperado, e eu gemia feito uma louca. Era excitante levar pica do meu professor na cama dele, eu uma mulher casada. Ele me olhava com aquele olhar safado que ele tinha e eu estremecia toda.

Mudamos de posição ele deitou na cama e eu fui por cima dele, e comecei a cavalgá-lo, meus seios subiam e desciam, Márcio os segurava com força, apertava cada biquinho, pensei que eu iria morrer de prazer. A sensação era deliciosa, eu por cima dele, controlando a penetração, eu olhava pra baixo e via e pau dele entrando e saindo da minha buceta, todo melado, até que gozamos juntos.

Ele não satisfeito, me colocou de quatro, eu empinei a bunda oferecendo pra ele, e devagarzinho ele começou a enfiar na minha buceta, depois passava o pau na entradinha do meu rabo, fez isso algumas vezes, depois foi empurrando devagarzinho e de repente, numa só vez, ele enfiou a rola no meu cu e começou a meter, metia com tanta força que eu sentia bater no fundo, parecia que ele queria me rasgar por dentro, eu gemia com a língua pra fora e ele dava tapinhas no meu rabo, eu até suava frio e sentia gostoso aquele pau saindo e entrando no meu cu.

Imaginei a reação do meu marido se ele soubesse que a esposa dele estava tomando no rabo pelo amante, sentia prazer com isso, me sentia uma vagabunda.

Ele não aguentou muito tempo e gozou, podia sentir os jatos de porra dentro de mim. Quando ele tirou, o pau dele estava todo lambuzado de porra, eu como uma vadia ainda fui limpar com a boca, deixei o cacete limpinho.

Depois ele praticamente desmaiou de cansaço.

Depois do êxtase, voltei a realidade, me dei conta do horário, já era mais de meia-noite e o Thiago já deveria estar preocupado comigo a desculpa que eu usei da festa poderia não ter colado.

Levantei da cama, me vesti, não tinha tempo nem de tomar um banho, nos despedimos com promessas de novos encontros é claro e fui embora.

Cheguei em casa, o Thiago me esperava, disse que estava preocupado comigo, e eu na maior cara de pau, confirmei que estava na festa da amiga da faculdade e disse que estava chata, ele sorriu e me deu um beijo na boca, fiquei até com medo de estar com cheiro de esperma (coitado do meu marido!).

Confesso que não sentia nem um tipo de remorso pelo que tinha acontecido naquela noite, e achava até engraçado botar chifres no marido e ele ainda achar que sou a esposa mais fiel e honrada do mundo.

Tem marido que é cego, leva chifre até não poder mais e não desconfia, ou finge que não desconfia, sei lá.

  • Enviado ao Te Contos por Rebeca

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...