domingo, 14 de agosto de 2022

Foi numa van que passei a trair o meu marido (2021)

 

By; Julieta

Ola a todos, meu nome é Julieta, sou morena jambo, 27 anos, coxas grossas, cabelos compridos, bumbum grande e empinado, labios carnudos e um par de seios lindos no formato mamão.

Fui criada rigorosamente em uma familia evangélica, onde sexo sempre foi visto como algo sujo. Aos 19 anos de idade, me casei com um homem 24 anos mais velho, puritano e ruim de cama. Lucio até hoje só me leva a igreja, faz sexo raramente e me obriga a usar saias compridas que na verdade não gosto.

Tenho muitas fantasias sexuais e um vibrador de 20cm que escondo a sete chaves e que me consola nos momentos de solidão. Quando saio sozinha, levo na bolsa algumas roupas devassas e no banheiro de um shoping troco as saias compridas por uma mine, ponho uma calcinha fio dental, solto os cabelos e me transformo em uma mulher livre.

Esta história que conto agora, ocorreu no final de 2021:

Sou professora em uma escola infantil de salvador, sempre fui uma mulher respeitada pelo meu recato e seriedade no trabalho onde sabem que sou crente, mas isso nunca impediu que a minha beleza fosse admirada ainda que sutilmente.

Nesta escola, a um rapaz, filho da proprietaria, que trabalha dirigindo a van que transporta os alunos. Vitor sempre chamou minha atenção. Loirinho, musculoso, 21 anos, alto, um ar de cafajeste, e sempre educado e atencioso comigo. Inumeras vezes o vi olhando pra minha bunda e eu lhe sorria de volta com ar de inocencia como se nada entendesse.

Neste dia chovia torrencialmente em salvador, estava preocupada pois ja era quatro da tarde, as ruas estavam alagadas e sabia que meu marido só deixaria o serviço as 20h. Foi então que Vitor apareceu na minha sala:

- professora Julieta hoje tem poucos alunos devido a chuva, se quiser daqui a meia hora posso dar uma carona a senhora.

- não vai lhe atrapalhar? Perguntei preocupada.

- que nada, respondeu ele.  - levar a senhora sera um prazer!.

Decidi então aceitar, ja que a chuva só aumentava e começava a trovejar bastante. No caminho começamos a conversar sobre amenidades, trabalho, política, faculdade. Ele me disse que cursava educação fisica e que estava fazendo musculação e boxe, até que olhando pra mim perguntou:

- professora, a senhora acha que minhas coxas estão mais grossas?

Rí sem graça e lhe disse que não dava para perceber por causa da calça, ele então pegou minha mão e falou:

- aperte assim que da pra sentir.

E começou a deslizar minha mão em sua coxa, fingi que estava apenas verificando, mas percebi suas intenções e entrei naquele jogo.

- professora?

- sim Vitor, pode me chamar de Julieta.

- ta bem, Julieta, acredita que o pau cresce por causa da musculação?

- que papo Vitor, não creio nisto, que tem haver?

- é serio pegue aqui em cima e perceba propôs ele.

- que é isso Vitor! Sou casada e evangelica, que esta pensando?

- é sem maldade Julieta, pode pegar que ninguem vai saber.

- ta bem, mas é só pra tirar esta idéia de sua cabeça.

Então comecei a massagear a sua pica por cima da calça;

- pode colocar pra fora Juli, disse ele.

- não vai atrapalhar você no volante?- perguntei.

- posso parar um pouco naquela estrada e você fica mais a vontade

Então paramos numa estradinha que dava num matagal na estrada velha do aeroporto. Ja estava escurecendo, Vitor pôs pra fora sua pica ,ah! Dei um suspiro de espanto, sua rola era enorme, grossa, avermelhada, a cabeça parecia um bombom sonho de valsa e estava dura como uma rocha. Comecei a apertar aquele cacete, massageando seus ovos com vontade, foi quando Vitor segurou minha cabeça e empurrou em direção ao seu pau, cai de boca naquele cacetão:

- para Vitor, sou casada!

- ah,chupa esta rola Julieta!

Ele esfregava a pica no meu rosto e metia na minha boca;

- ai Vitor para...

Ao mesmo tempo, ele enfiou a mão debaixo da minha saia, puxou minha calcinha pro lado e começou a dar dedadas no meu cú.

- ai Vitor! Por favor para.

Eu chupava aquela vara e tomava tapa na bunda e dedada no cú. A chuva só aumentava e já estava escuro, Vitor me deixou completamente nua, me pôs de quatro no banco traseiro da van e começou a penetrar minha buceta:

- Vitor não para

E ele continuou metendo, gozei chorando naquela pica maravilhosa foi quando ele me disse:

- agora vou comer sua bundinha.

Entrei em desespero, pois na mina religião sexo anal é pecado

- não Vitor, nunca dei o cú por favor!

- relaxe, chupe mais meu pau e se acalme. Disse ele .

Então recomecei a mamar em sua rola, ele esfregava na minha cara, no meu nariz, na minha orelha, até que me pôs de quatro novamente e começou a enfiar a lingua no meu cú, me deixando arrepiada e enlouquecida, me tremendo dos pés a cabeça.

Ele então lambuzou meu cuzinho com cuspe e penetrou primeiro a cabeçorra em meu buraquinho, eu gemia e mordia um caderno de tanto tesão. Aquela pica era de outro mundo, foi quando de só uma vez ele meteu aquele mastro no meu rabo:

- aiii meu cúuuuuuuuuu Vitor, seu cachorro, malvado, não se come o cú de uma mulher casada!

Eu chorava e gemia de tesão, nunca imaginei que um dia iria gozar pelo cú, Vitor dava tapas em minha bunda, me chamava de vadia e vagabunda e eu rebolava naquela jeba, doia mais era bom, Vitor gozou dentro do meu cú e eu quase desmaiei de tesão,minha boca, meu rosto,minha bunda,minha buceta, enfim, todo o meu corpo estava impregnado do cheiro da rola de Vitor.

Tive a ideia de me molhar na chuva para poder tirar aquele cheiro de gozo, ele me deixou em casa, e eu sofri devido a ardência e dor do meu cu, mas consegui escapar do meu marido  que não desconfiou de nada, e virei pecadora após esse dia, estamos sempre transando agora.

  • Enviado ao Te Contos por Julieta

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Já é errado ter uma amante imagina se sua amante for sua nora (Jan-2022)

 

By; Roberto

Ola tecontos, eu sou o Roberto, tenho 55 anos, sou casado e vivo muito bem com minha esposa.

Nesse ano, aconteceu um fato bem marcante que rende ate hoje.

Temos três filhos, o caçula recém casado toca numa banda e vive viajando. Temos uma situação econômica boa, por isso quando Mônica, esposa do meu caçula engravidou cuidamos para que eles morassem na casa ao lado da nossa, até mesmo para que pudéssemos fazer companhia pra Mônica quando ele estivesse em viagem.

Bom, pra encurtar ela perdeu a criança, mas eles continuaram juntos.

A perda da criança abalou a todos nós, mas especialmente a Mônica, que vivia trancada em casa. Minha esposa e eu sempre íamos vê-la para tentar animá-la. Depois do almoço do domingo sempre saio pra tomar uma cervejinha com meus amigos numa padaria perto de casa; um destes domingos, minha esposa disse:

- Amor antes de ir tomar sua cerveja, dá uma passadinha na Mônica e vê como ela esta, tudo bem?

Eu disse que sim, peguei a chave da casa e fui.

Entrei e vi que tudo estava em silêncio, chamei baixinho para não acordá-la se ela tivesse dormindo, subi as escadas e fui até o quarto deles e tive a visão mais linda do mundo. Ela estava deitada na cama de espartilho e sandálias de salto muito fino e alto, sua lingerie preta era uma venenosa combinação de tentação. Cheguei mais perto e vi que ela gemia, a curiosidade foi enorme, me aproximei mais, ao lado da cama tinha uma garrafa de vinho vazia, ou seja, ela estava bêbada.

Coloquei a mão em seu ombro e chamei perto do ouvido dela, foi quando ela abriu os olhos sonolentos, agarrou meu pescoço e falou:

- trepa comigo sr Roberto.

Eu disse: - você esta precisando de um banho, quer que eu te ajude?

Ela disse: - Só se o senhor tomar comigo.

A esta altura meu pau doía de tão duro, mas afinal de contas ela era minha nora. A levei ao banheiro e liguei o chuveiro, quando ia colocá-la debaixo do chuveiro ela se agarrou ao meu pescoço e gritou:

- Você disse que ia tomar banho comigo.

Como eu já estava louco de tesão pensei, vou tirar minha roupa pra não molhar e entro com ela. Pedi que esperasse um pouco. Sai, deixei minha roupa em cima da cama e voltei pro chuveiro, ela já estava lá. Cantando e acariciando a buceta de uma forma tão provocante, eu fiquei ali curtindo a visão por um tempo, mas não aguentei. Falei:

- Você ainda precisa de mim?

Ela sorriu maliciosamente e falou: - Agora mais do que nunca. Vem, cuida de mim.

Eu quase explodi de tesão. A Mônica é uma ninfeta que ganhou lindas formas depois da gestação. Até eu já tinha me espantado como ela tinha modificado de menina para mulher. Mas voltando ao nosso banho, entrei debaixo do chuveiro meio deslocado, ela veio e colocou os seios em minha boca e disse:

- Agora mama.

Coloquei aquela obra de arte na boca e mamei feito um louco, ela levantou umas das pernas e grudou na minha cintura. Aproveitei pra enfiar uns dedos na xana molhada dela. Ela gritava de tesão e se agarrava mais ainda em mim. Eu a coloquei de joelhos e disse:

- Agora chupa o meu pau.

Ela não pensou duas vezes ficou de joelhos e começou a chupar, me espantei com o profissionalismo dela, eu não me lembrava qual foi a última vez que tive uma mulher me chupando com tanta fome como a Mônica. Eu já estava quase gozando quando ela falou:

- Vamos pra cama pro senhor me foder.

Eu disse: - Anjo não me chame de senhor, me chame de você.

Ela disse: - Você a partir de hoje é senhor do meu corpo, você que manda em mim.

Eu disse: - Ah é biscatinha? Você casou com meu filho querendo que eu te comesse não é? Agora você vai ver o que você merece. Levanta dai vagabunda, que eu quero dar o que você esta louca.

Eu praticamente arrastei pra cama e ordenei: - Fica de quatro cadela, quero você com esse traseiro empinado pra mim.

Ela era um misto de medo e de tesão. Eu também não me reconhecia porque nunca tratei minha esposa assim. Ela obedeceu. Que visão linda aquela bunda morena redondinha e durinha chamando meu pau. Eu disse pra ela:

- Vou comer sua buceta e depois vou comer seu rabo, putinha.

Ela sem eu mandar deitou de frente, abriu as pernas e pediu com cara de puta:

- Antes vem chupar minha buceta limpinha, vem. Eu chupo pau e você minha xana.

Envolvemos-nos em um 69 delicioso. Ela dava pequenas mordidas no meu pau e eu me perdia na suculenta xana de minha nora. Levantei e disse:

- Hora de levar ferro puta.

Então ela se abriu e eu deixei o tesão tomar conta. Cada estocada que recebia era um gemido. Estoquei com tanta força que vi que ela ia gozar, então tirei:

- Você vai gozar com pau no cú vadia.

A puxei para a beirada da cama e disse:

- Fica de quatro cadelinha do papai.

Ela empinou o rabo, nem lubrifiquei, estoquei na primeira. Senti um pouco de dó porque como bom descendente de negros, meu pau é grosso e grande. Vi que ela arriou e disse:

- Levanta cadela que não acabou não.

Ela empinou a bunda de novo e então fui com mais calma. Ali eu estava no paraíso. Aquele buraquinho apertadinho era só meu. Ela disse:

- você descabaçou meu rabo.

Eu falei: - Puta você precisa ser descabaçada por um homem e não por um muleque.

Ela riu maliciosa. Eu já não estava mais aguentando segurar. Tirei o pau do rabo dela e gozei muito gostoso na cara dela. Depois ela veio lamber o resto no meu mastro. Ela adormeceu e eu fui tomar minha cervejinha antes que algum dos meus amigos ligasse pra minha mulher, me procurando.

Hoje meu filho esta bem com a banda dele e eu bem com sua mulher e a bunda dela.

  • Enviado ao Te Contos por Roberto

 

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Nada melhor do que chegar no swing e ter uma rola grossa pra brincar (06-08-2022)

 

By; Casal

Oi galera, somos um casal liberal, eu me chamo Marina e o meu marido se chama Marcio, temos 32 anos e somos de São Paulo.

Já mandamos 5 relatos chamados ;

  • ·       (Nosso final de semana foi bem gostoso (02-07-2022) e também;
  • ·       (Ja fui sem calcinha para não perder tempo (09-07-2022),
  • ·       (Ele contou cada socada que me deu: Foram mais de 500! (16-07-2022),
  • ·       (Foi um convite bastante esperado!) e agora queremos contar  mais uma aventura nossa.

·       Dei o cuzinho pra 5 no sabado, 4 no swing e para o meu marido em casa (30-07-2022)

Nesse sábado não sabíamos se iríamos sair, ainda não tinha resolvido nada e já estava bem perto das 22h, quando depois de zapiar sem parar a TV e olhar as redes sociais o Marcio olhou para mim e falou;

- “vamos aprontar?” ele pergunta.

- “Com certeza!”, eu respondo! (claro, ainda não estou louca! rsrsrs).

Fomos tomar banho, nos arrumamos rápido e corremos para uma casa de swing em busca de prazer, lá já entramos direto no labirinto – pra quê perder tempo, né?

Chegamos numa salinha escura, beeeeeeeeem escura, não dava pra ver nada lá dentro, não sei se por causa da falta de luz ou porque estava lotada, mas o fato é que dava pra ouvir muita gente gemendo. Nós chegamos perto, mas não conseguimos entrar, então eu comentei com o Marcio;

- “vamos embora, a gente não cabe aí”

Mas uma voz (de homem, óbvio) respondeu rapidinho;

- “dá sim, cabe aqui”, abrindo um espaço minúsculo pra gente poder entrar.

O Marcio, em pé em cima de alguma coisa, ficou com o pau bem na altura do meu rosto; o cara que abriu espaço pra gente colocou o pau pra fora da calça e levou minha mão até ele, pra que eu pudesse sentir.

Puta que pariu, que pau grosso! Pouquíssimas vezes encontrei um desses no swing (e cá entre nós eu prefiro grosso do que comprido). Minha bucetinha ficou molhada na hora, morrendo de vontade de experimentar aquele pauzão. Pedi pra ele colocar camisinha, verifiquei com as mãos que ele realmente estava devidamente encapado e empinei o bumbum: caralho…! Foi entrando e rasgando minha bucetinha, e eu usava as mãos pra abri-la mais ainda – queria sentir aquele pau inteirinho dentro de mim!

Enquanto ele me rasgava todinha eu colocava a rola do Marcio na boca, chupando com muita vontade porque estava com muito tesão!

O amigo percebeu que eu era safada – nem sei como ele percebeu isso… kkkkkkk – e começou a falar baixaria no meu ouvido… quase fui à loucura! Ele socava e me chamava de gostosa, de vadia, e ainda pedia pra eu continuar chupando o Marcio. O tesão era tanto que coloquei o caralho do maridão todinho na boca, até a garganta, o amigo quase gozou de tanto tesão quando viu, e me disse no ouvido:

- “gosta de engasgar, safada? Então engole e engasga, gostosa do caralho!”

E socou forte na minha buceta até gozar. O Marcio, vendo o meu tesão, não conseguiu segurar mais tempo e esporrou na minha boca, eu deixei escorrer e fiquei espalhando com a mão toda aquela porra pelos meus peitos.

Ah, que coisa boa que é sexo! E que coisa boa quando a gente encontra pessoas que sabem envolver todo mundo. Às vezes o outro está preocupado só com ele mesmo e esquece que o swing ou o menage pra ser bom tem que ter a participação de todos os envolvidos. Momentos assim tem que ser compartilhados, sempre! Até a próxima aventura erótica, amores.

Beijosssssssssssssss

  • Enviado ao Te Contos por Casal

Ta ficando bastante dificil não pular a cerca novamente! (Julho-2022)

 

By; Helena

Me chamo Helena, tenho 20 anos, e quero contar sobre a maior e mais gostosa burrice que eu fiz. Agora estou louca tentando resistir a outra pulada de cerca.

Aconteceu nessas férias de julho, eu namoro o Gilberto (22 anos), ele tem 3 irmãos sendo que o Fernando é o mais tudo ! O mais engraçado, bonito, esperto, e por ter a idade proximo a minha ficamos bastante amigos.

Desde o primeiro dia que eu conheci o Fernando e não tirei os olhos dele, ate ciúmes eu tive, ele vivia andando pela casa com short de futebol e sem camiseta, sempre brincamos um com o outro, e nessas brincadeiras eu sentia que ele sempre passava uma mão aqui e outra ali meio que “sem querer”. Eu fingia que não percebia, porque no fundo eu gostava e se eu falasse algo, eu sabia que ele ia parar.

Na ultima semana desse mês de julho fomos todos para o sitio que a família deles tem, devia ter umas 13 pessoas, fomos bem cedo. Chegando lá curtimos o dia, comemos bastante e de noite tomamos um choconhaque, percebi que o Fer tomou bastante e já tava até um pouco alegrinho quando fomos deitar.

Ficamos em um quarto os três, eu e o Gilberto em uma cama de casal, o Fer em um colchão de solteiro no chão. Tínhamos deitado lá pela 01:30 da manhã. Quando foi umas 02:00 eu ainda estava bem acordada, comecei a passar a mão no pau do Gilberto, imaginando que o Fer já estaria dormindo ali do lado. Gilberto não gostava muito de se arriscar, então me falou bem baixo que ali não era o lugar nem o momento para aquilo. Isso me deixou bem chateada, pois minha calcinha já estava molhada. Voltei a tentar dormir.

02:30 da manhã e nada do sono vir. Quando olhei para o lado, o Fer estava também de olhos bem abertos no colchão do lado, enquanto Gilberto roncava alto ao meu lado. Então eu falei sussurrando:

-Fer?? Pq vc ainda ta acordado?

-To sem sono, vc também?

-Sim, não vou dormir tão cedo

-Desce aí pra gente conversar

Então eu fui pro colchão de solteiro no chão para não atrapalhar o sono do Gilberto. Logo que saí debaixo das cobertas me deu um frio tremendo e eu já me enfiei debaixo da coberta do Fer.

– Ai que frio Fer, como vc esta conseguindo ficar só de short?

– Eu to com frio também, vamos ficar bem perto que esquenta

Abracei ele já pensando que não deveria estar ali, minha cabeça já estava pensando maldade, mas tentava manter tudo sob controle. A gente conversou baixinho sobre o nosso dia e eu disse que estava toda dolorida pois o dia tinha sido cansativo.

Ele: -  vira de costas, vou te fazer uma massagem

Eu: - não precisa, não quero ter que me descobrir nesse frio

Ele: - só vira de costas que eu faço assim mesmo, de lado

Então me virei. Eu estava dormindo com uma camiseta do Gilberto e um short bem larguinho, ele como sempre sem camiseta e short de futebol. Ele começou a passar a mão nas minhas costas, me apertar, descer, subir… aos poucos foi subindo a camiseta e colocando a mão por debaixo da camiseta, apertando, esfregando… tudo em silêncio, eu bem quieta. Ele me abraçou mais de perto e eu senti o pau dele duro encostando na minha bunda mesmo com as roupas.

A massagem foi ficando mais intensa, o pau dele fazia uma pressão um pouco maior por cima da roupa. A massagem foi descendo e ele começou a passar a mão na minha bunda e em meio ao nosso silencio, soltei um gemido sem querer. Foi o suficiente para ele perceber que eu estava gostando da malícia. Voltei a ficar em silêncio, Gilberto ainda roncava. Debaixo do cobertor agora fazia calor, mas eu não queria me descobrir.

Agora o Fernando descia para a minha coxa e subia, subindo também o meu short pouco a pouco, até passar a mão pela minha virilha, como eu não falava nada, ele continuou. Tentei fingi que estava dormindo também, mas quando o dedo dele deu uma empurradinha na minha calcinha para o lado e alcançou minha bucetinha, outro gemido saiu da minha boca.

Minha buceta estava toda molhada, ele estava adorando a brincadeira, foi enfiando o dedo devagar, fazendo movimentos, tirando e colocando cada vez mais fundo e eu cada vez mais excitada, adorando tudo aquilo e morrendo de medo do Gilberto acordar, de repente ele tirou o dedo e se afastou um pouco. Na hora eu pensei “ué, acabou?” e antes de virar para saber o que tinha acontecido, ele puxou minha calcinha para o lado de novo e eu senti um pau bem duro e grosso entrando na minha bucetinha encharcada.

Na mesma hora enfiei a cara no travesseiro para não fazer barulho. Ele ia enfiando devagar e eu sentindo aquele pau abrindo minha bucetinha, parecia que não cabia, mas ele forçou e deslizou até o talo pra dentro. Ele começou a estocar devagar, eu gemendo no travesseiro, bem baixo, mas ele ouvia e falava no meu ouvido

-isso, bem baixinho pra ninguém ouvir…

Mas cada vez que ele metia ficava mais gostoso, tava difícil segurar o gemido, então com uma mão ele tampava a minha boca e metia mais rápido, que delícia sentir aquela pica enorme do meu cunhado entrando até o fundo em mim!! Ele me puxou pra perto e falou

– Não posso gozar aí dentro

Ele destampou minha boca por um segundo e eu falei o que me veio na cabeça, sem ter tempo nem de pensar

– Goza no meu cuzinho!

Ele meteu mais forte na minha buceta, o pau dele estava latejando, eu estava sentindo que o jato estava vindo, então ele tirou da minha buceta e enfiou com tudo o pau no meu cuzinho e meteu leite pra dentro. Eu senti uma dor e um prazer absurdo ao mesmo tempo, senti meu cuzinho enchendo com aquela porra quente, o pau dele pulsava!

Eu fiquei imóvel, na mesma hora o Gilberto parou de roncar e se mexeu, o pau do Fernando enterrado no meu cuzinho, fiquei morrendo de medo dele nos pegar ali. Gilberto virou para o outro lado e continuou dormindo. Senti a porra escorrendo quando o Fernando tirou o pau de dentro. Fui ao banheiro me limpar e voltei a deitar com o Gilberto como se nada tivesse acontecido.

No dia seguinte, tudo estava normal, agimos normalmente, até chegar na noite seguinte e a gente escapar de novo para onde os carros estavam estacionados, bem longe da casa e ele me jogar de bruços no capo do carro e comeu gostoso o meu cuzinho, do começo ao fim. Só que dessa vez ele me fez mamar o leitinho e engolir tudinho. Que delícia!

Depois desse final de semana estamos fingindo que nada aconteceu, mas ta ficando bem difícil aguentar a não pular a cerca outra vez.

  • Enviado ao Te Contos por Helena

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...