terça-feira, 4 de outubro de 2022

Eu quero a loira da bunda perfeita da balada swing de sexta (30-09-2022)


By; Casal

Oi galera, somos um casal liberal, eu me chamo Marina (tenho 32 anos) e meu marido se chama Marcio (tem 33 anos) e somos de São Paulo.

Já mandamos 10 relatos chamados ;

·       Nosso final de semana foi bem gostoso (02-07-2022);


·       Ja fui sem calcinha para não perder tempo (09-07-2022),


·       Ele contou cada socada que me deu: Foram mais de 500! (16-07-2022),


·       Foi um convite bastante esperado!.


·       Dei o cuzinho pra 5 no sabado, 4 no swing e para o meu marido em casa (30-07-2022)


·       Nada melhor do que chegar no swing e ter uma rola grossa pra brincar (06-08-2022)


·       Fui para a balada apenas para curtir e acabei transando bem gostoso (13-08-2022)


·       Baladinha vip em uma mansão no Morumbi sabado (20-08-2022)


·       Baladinha de aniversario do Marcio (27-08-2022)


·       Festa swing no interior nesse final de semana (10-09-2022)

Devido as eleições desse domingo, o Marcio me convenceu a ir pra balada na sexta feira, já que sabado a balada tava programada para fechar meia noite.

Eu tinha certeza que não iria transar aquele dia. Estava cansada e tinha ido na casa de swing só pra encontrar os amigos; até escolhi uma roupa qualquer, algo que não chamasse muita atenção, pois não estava pensando em sexo aquela noite. O Marcio já sabia que eu estava de boa e também não estava preocupado em fazer swing, assim como eu, estava de boa.

Subimos para o mezanino da pista de dança, lá na casa de swing que fomos a pista é contornada por um mezanino, com piso de vidro, de onde você tem uma incrível visão panorâmica da pista. O acesso é pelas escadas ao lado do bar, onde um segurança fica ali de plantão pra ajudar no que for preciso.

Assim que subimos no mezanino, duas loiras subiram no balcão. Uma ficava provocando a outra naquele jogo gostoso de uma tirar a roupa da outra. Foi quando uma delas levantou a saia da outra. Foi uma das coisas mais lindas que eu vi naquela noite. Eu e toda a pista de dança! Parecia que todos deram um suspiro ao mesmo tempo quando viram o bumbum daquela loira.

Além de ser perfeito, redondinho, durinho, ela usava uma calcinha vermelha com detalhes em strass; só um fiozinho descia no meio do reguinho – e isso levava nossa imaginação longe, bem longe!

Ela dançou, dançou, desceu do balcão e eu fiquei observando lá de cima pra onde ela ia: eu queria saber se era single ou casal. Mas antes de descobrir o que eu queria minha atenção foi desviada e quando tentei encontrar a dona do bumbum perfeito já era tarde demais – tinha desaparecido na multidão.

O tempo passou, a gente ficou curtindo a balada, os amigos, bebendo e dançando. Fazia tanto calor que nem roupa estava conseguindo usar. Perguntei pro Marcio se ele achava ruim eu ficar pelada ali na pista, ele disse que não. Melhor pra mim! Fiquei completamente nua dançando no mezanino!

Logo chegou um grupo fazendo a despedida de solteira de uma delas e eu achei melhor colocar a roupa de novo pra não chocar as garotas assim logo de cara! rsrsrs! Fui ao banheiro e quando voltei, um casal parou bem na minha frente, distraído, e eu reconheci os dois por fotos que já tínhamos trocado.

Isso é raro, viu gente! Sou péssima fisionomista, quase nunca reconheço as pessoas, mas quando o destino resolve agir, tudo pode acontecer.

Pronto! A gente já conversava há um tempão mas ainda não tínhamos nos encontrado. Chamei os dois pra subirem no mezanino comigo pra apresentar o Marcio e eles aceitaram. E era como se fôssemos conhecidos de muito tempo, tamanha a sintonia entre nós. Lá em cima, todos devidamente apresentados, eu percebi que conhecia a roupa que ela estava usando.

— Peraí, era você que estava dançando no balcão? De calcinha vermelha?

— Eu mesma!

Fui tomada por um sentimento de alegria, misturado com tesão, misturado com uma puta vontade de transar. Algo que não acontece há muito tempo. Olhei pro Marcio e percebi que ele estava do mesmo jeito. Nem precisou perguntar mais nada, tudo o que eu queria naquele momento era beijar aquela menina linda e maravilhosa que estava sorrindo pra mim.

A gente foi se beijando, beijando… dava pra sentir que ela também queria mais do que só um peguinha na pista… uma sintonia impressionante foi tomando conta da gente. Era como se tudo o que eu pensava ela pensava também; tudo o que eu queria ela queria também.

Sem parar de beijar, virei o corpo dela, trocando de lugar – ela ficou com o bumbum virado pro Marcio e eu pro marido dela. Os meninos, já experientes, trataram de ir grudando na gente. Eu sentia o beijo do marido dela no meu pescoço, no meu rosto, virei a boca e deixei que ele me beijasse. Ao mesmo tempo o Marcio fazia o mesmo com a deliciosa de bumbum perfeito.

E agora, corre pra uma salinha? Que nada, não dá tempo. Eu e ela tiramos a roupa ali mesmo, no mezanino. Ela ficou de quatro no sofá, empinando o bumbum pro Marcio lamber a bucetinha dela. Eu ajoelhei pra chupar o caralho do marido que já pegou uma camisinha. Oba! Pensei comigo mesma.

Fiquei de quatro, igual a minha amiga, do lado dela, nossas pernas bem juntinhas pra que os meninos pudesse nos fuder à vontade. Que swing gostoso! Cada socada que eles nos davam faziam a gente gemer mais alto. Não era competição, mas não tinha como não gemer alto com tanta socada gostosa.

As poucas vezes que olhei em volta deu pra perceber que tinha um monte de gente olhando a nossa transa – mais tarde fiquei sabendo de casais que ficaram loucos de tesão e também transaram ali junto conosco. Mas na hora do sexo, eu meio que desligo do resto do mundo. Ainda mais quando a foda é boa! Pra mim só importava nós quatro naquele momento.

Eu olhada pro Marcio e dava pra ver que ele estava gostando da transa; o marido olhava pra esposa e sentia que ela estava gostando também; e tudo isso nos fazia relaxar, eu e o marido gostosérrimo poderíamos aproveitar a nossa transa também!

Foi quando ele me mudou de posição: me colocou sentada no sofá, de frente, com a bunda bem levantada e as pernas bem abertas, pronta pra receber o caralhão dele.

E ele veio, e veio forte, e veio duro, e veio na socada. Porra, quem aguenta? Gozei! E nem dava mais pra gemer, já era grito de tesão mesmo! Menos mal que o Marcio também provocava o mesmo efeito na menina linda que também gritava de tesão.

Pra fechar com chave de ouro, o marido tirou o pau de dentro de mim, arrancou a camisinha e me puxou pelo cabelo pra perto da rola dele.

“Será que ele quer gozar na minha cara? Será que eu vou conseguir dessa vez? Será que ele vai gozar no meu peito?”

Todas essas dúvidas passavam pela minha cabeça nessa hora, enquanto isso ele se masturbava e eu chupava as bolas dele, passava minha língua no saco, engolia tudo, até ele gozar. E gozou nele mesmo.

— Podia gozar em mim, querido — eu falei pra ele.

— Eu sei, mas como aqui não tem papel nem nada pra limpar não quis fazer isso com você.

Ownnnn… que gentleman! Fiquei mais apaixonada ainda por esse casal! Dois lindos, dois gostosos, dois safados e os dois conscientes. Parabéns! No que depender de mim e do Marcio nós ainda teremos muitas aventuras pra contar. Mesmo porque eu não experimentei ainda o bumbum perfeito dessa loira maravilhosa – eu quero muito!

Enviado ao Te Contos por Casal

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Aqui se faz, aqui se paga ! E foi com requinte de crueldade. (02-01-2022)

 

by; Andressa

Oi, me chamo Andressa, tenho 35 ano, sou casada desde os meus 22 anos, eu sou formada em fisioterapia e nutrição. Eu tenho 1,68 de altura, sou branquinha, cabelos castanho escuro, tenho seios medios, coxas grossas, bunda grande (105 centimetros).

Acontece que eu descobri que meu marido me traiu, ate então eu tinha desconfiança, pressionei ele, mas ele sempre negou, então deixei de perguntar, mas fiquei de olho, e veio que antes do final do mes de Março eu descobri que ele tinha beijado uma mulher em uma situação.

Meu marido tem 40 anos, tambem é formado, tem 1.70 de altura, barriguinha de chopp.

Bom, descobri a traição e foi aquela inevitável confusão, ameaças de separação, duas semanas muito pesadas, horriveis, então conversamos, ele jurou que não aconteceria novamente, mudou alguns hábitos, e continuamos o casamento.

Mas eu nunca parei de pensar em descontar, e isso é foda, pois durante esses meses, eu procurei isso, procurei maneiras de trai-lo, passei a ver os homens como objetos sexuais, mas falta a coragem e a oportunidade certa para acontecer, eu não queria que fosse apenas trair em algum lugar e só, eu queria que fosse marcante, algo que eu lembrasse toda vez, todo dia.

Acabou que conheci uma paciente em meu consultório, que foi acompanhada pelo seu filho, um Garotão de 22 anos, puta de gostoso, alto, forte sem exagero, peitoral lindo e braços gostoso, eu confesso que fiquei excitada só pelo boa tarde que ele me deu, voz forte, gostosa.

Durante tres semanas eu passei a conversar com ele, passei a dar em cima descaradamente, e só não saimos antes porque eu embora ter o desejo, ainda estava faltava a coragem e o momento marcante para acontecer. E aconteceu!

Aconteceu!, Os planetas se alinharam, a situação marcante surgiu.

O meu marido deu azar e foi convocado para trabalhar na eleição, tadinho kkkk, e para completar nosso filho foi passar o domingo na casa de um coleguinha e a nossa funcionaria de folga para viajar e votar.

Então no sabado era hora de organizar as ideias, sabia que deixaria o marido no local de votação, iria deixar o meu filho no colega, iria votar e depois estaria "livre" pelo dia inteiro, avisei ao meu marido que iria a praia apos votar, liguei para o Felipe (O garotão) para também votar cedo, pois eu iria busca-lo para irmos a praia. E foi o aconteceu.

Votamos cedo e fomos a uma praia que nunca vou para podermos ficar sem preocupação, agimos como casal, muitos beijos, muita pegação, peguei muito em seu pau, principalmente dentro da agua, ele pegando nos meus peitos, bunda e na minha buceta (que deixei lisinha para ele).

Lá pelo meio dia, ja estava vermelhinha do sol, assim poderia dizer que estava sim na praia, depois disso corremos aqui para a minha casa e transamos muito, ele ja começou a me comer na sala, gente que rola gostosa, eu fodi como uma adolescente, eu desejei muito aquilo e aproveitei muito.

Alem de transar em casa eu tinha outros objetivo em mentes, um deles era levar varias gozadas na buceta, porque isso?! Porque meu marido tem a tara de gozar nos meus peitos SEMPRE!. Depois de transar muito na sala, depois uma rapidinha na cozinha enquanto comiamos algo, depois fomos para meu quarto e lá eu tinha outros objetivos.

Fomos tomar banho para tirar o sal do corpo, e lá ganhei uma deliciosa chupada na buceta e lambidas de arrepiar no meu cuzinho, nossa, há quanto tempo isso não acontecia, então fomos para cama e mais um objetivo foi realizado, levar no cuzinho, mas levar com gostoso, pra ficar sentida, ardida, e pqp, o Garotão trabalhou bem, me comeu forte, socou muito e gozou gostoso dentro do meu cuzinho.

Ficamos bem cansados, era tudo que eu queria, eu achei a pessoa certa, queria cansar gostosamente, cansar e querer mais, fui tomar um banho e sentia meu cuzinho piscando, minha bunda estava ardendo dos tapas que levei, eu adoro levar tapas na bunda quando estou transando e meu marido não curte, eu estava feliz de mais com isso!

Ele foi tomar banho e eu voltei para cama, deitei um pouco e fiquei esperando ele voltar, ainda tinha coisas a realizar, e quando retornou voltamos a transar, montei nele, sentei com a minha buceta em seu pau e galopei feito uma amazona, que delicia, e ele aproveitava para chupar meus peitos, parecia um bebe faminto querendo mamar muito.

Preste dele gozar eu pedi uma coisa meio "Doida" a ele, pedi para ele gozar em meu dedo onde esta a minha aliança, isso pra mim era importante, e era mais um dos meus objetivos e ele fez sem reclamar ou perguntar o porque disso. Então ele avisou que iria gozar, eu sai de cima dele, deitei na cama coloquei minha mão espalmada em cima do meu peito, ele ajoelhou ao meu lado, encostou a cabeça, melada e vermelha, da sua rola em cima da minha aliança e soltou a gozada forte e quentinha.

Deitamos e ficamos namorando por um tempo, era tarde, precisávamos aproveitar o tempo restante daquela tarde, fui para entre suas pernas deitei e caprichei no boquete, chupei muito o seu pau, chupei suas bolas, sugando-a com forças, ele urrava alto, eu estava me sentindo poderosa, há muito tempo eu não transava dessa maneira.

Chupei muito e então eu montei novamente no seu pau e fiquei rebolando devagar, curtindo o momento, sem nenhuma pressa, ao mesmo tempo ele chupava os meus peitos, ou segurava na minha cintura e aproveitava a cena toda, dai veio mais uma loucura e então falei para ele realizar mais um pedido meu, ele aceitou e então pedi que ele gozasse no travesseiro do meu marido, ele não entendeu nada, mas mandou ver, eu retirei as fronhas e ele gozou cruzando de um lado a outro do travesseiro, depois eu recolei as fronhas.

Era hora, de nos arrumar, eu iria ainda ter que deixa-lo em casa e de la pegar o meu filho, ja era quase 5h da tarde, namoramos no banheiro, e no carro antes de saimos, no caminho fomos conversando, planejando outras coisas (que ainda não sei se acontecera), antes dele sair do carro ainda trocamos beijos bem gostosos, ai busquei meu filho, lá pelas 6;30 da tarde meu marido chegou, jantou, viu pouco de tv e quando foi dormir nem desconfiou de nada.

A varias certezas, uma dessas é que um dia ele saberá, haverá o momento certo, isso é certeza, pois vou querer que ele saiba disso.

São exatamente 20:30 da segunda feira, 3 de outubro de 2022, nesse exato momento posso dizer que sem duvida nenhuma Eu, Andressa, sou uma mulher feliz, realizada e sem nenhuma culpa, arrependimento ou ressentimento pelo que fiz.

Esse é meu conto, essa é minha historia, obrigada por lerem.

  • Enviado ao Te Contos por Andressa

domingo, 2 de outubro de 2022

Aprendi direitinho...

 

By; Angelica

Me chamo Angelica, tenho hoje 26 anos, sou casada e quero revelar que nasci para ser puta (e sou!).

Gosto de me sentir uma puta, embora seja bastante discreta. Mas quando estou sozinha e entre quatro paredes assumo totalmente essa condição que me satisfaz intimamente e me realiza como femea, como mulher, seja com homem, seja com mulher.

Mas, gostaria de voltar ao passado e contar como minha mãe, na época com 38 anos, me ensinou, sem querer, a ser uma puta.

Moravamos numa casa simples, de madeira, num bairro aqui em São Paulo. Minha mãe ganhava pouco, como funcionária da Prefeitura e para poder viver um pouco melhor e também me sustentar, pois era mãe solteira e sequer sabia quem era o meu pai, pois sempre teve também uma vida sexual bastante ativa e com vários parceiros, fazia ainda alguns programas. Sempre dava um jeito de sair e me deixar com uma vizinha.

Mas, costumava também receber em casa uma especie de namorado, um amante. Tinham um relacionamento sem qualquer compromisso. Ele era casado, alto, musculoso, mulato, trabalhava como segurança em boates, bem ao gosto da minha mãe. E meu também.

Lá pelos meus treze anos de idade, quando já menstruava, já com algum interesse em sexo, passei a acompanhar mais de perto essas vindas desse amante da minha mãe. Passei a prestar mais atenção nos dois. Na minha frente era o maior respeito. Mas eu via que era só cena, então me recolhia para o meu quarto logo apos o jantar para deixar os dois a sós. Fechava a porta, apagava a luz e ia direto para um buraquinho feito na tábua da parede, que separava o meu quarto do quarto da minha mãe, e esperava os acontecimentos.

As vezes demorava, pois costumavam entrar nas preliminares ou na sala ou na cozinha, e depois quando a coisa esquentava iam para o quarto, onde minha mãe logo trocava a lâmpada comum por uma lâmpada vermelha, dessas de puteiro, para dar um clima melhor para os dois. Eu assistia do buraquinho minha mãe ser fodida por aquele animal musculoso. Segurava a cabeça da minha mãe fazendo com que ela chupasse o pau dele. Trepava nela feito fazendo ela se agarrar com força nas grades da cama, inclusive de quatro.

Fiquei assistindo isso durante um ano, pelo menos, aprendendo a trepar, e morrendo de vontade de estar naquela cama também. Tanto que sempre que podia, principalmente quando minha mãe ia ao banheiro, usava shortinhos curtos e camisetas, sempre descalça, e passava na sua frente tentando seduzi-lo, tentando despertar a sua atenção. Claro que eu sabia que ali, na minha casa, principalmente com a minha mãe presente, eu não poderia sequer sonhar em ser levada para a cama por ele. Se tivesse que acontecer alguma coisa teria que ser em um motel. Eu me exibia, mas não dava moleza. Nunca deixava ele se aproximar, pois não queria ter problemas com a minha mãe que apesar de ser uma mulher de programa gostava muito dele. Se ele se casasse com ela, acredito que ela desistiria inclusive de fazer programas. Mas como ele já era casado, tudo isso ficava no terreno das hipóteses.

De qualquer forma, vi e aprendi como se trepava com os dois.

Aos quinze anos de idade, finalmente, pude realizar o meu sonho, o de rasgar o meu cabaço. Fui para a cama com um motorista de táxi, mulato também, não muito alto, mas em forma fisicamente. A gente já vinha trocando olhares há muito tempo e um dia finalmente ele me abordou e passamos a conversar amenidades. Disse, é claro, que não queria namoro, mas uma amizade mais íntima vinha bem a calhar, com encontros sem compromissos de qualquer um dos dois. Assim, após algumas saídas, cinema de tarde, lanchinhos dentro do carro, e o relacionamento se estreitando.

Numa dessas vezes, quando estavamos fazendo um lanche, tomei a iniciativa, quando estava sendo beijada, de levar minha mão ao pau dele, que estava duro feito pedra e para a minha alegria parecia ser grande, grosso, eu apertei ele com vontade para mostrar que eu estava a fim de te-lo nas mãos, sem uma calça atrapalhando. Queria sentir o seu calor, a sua textura, o seu cheiro, queria acaricia-lo. Ele imediatamente chamou o garçom, pagou a despesa e fomos para um hotelzinho que ele conhecia, onde casais se encontram. Um puteiro enrustido.

Sem vergonha nenhuma, acompanhei ele ao tal hotelzinho, entramos num dos quartos e nos atracamos em cima da cama. As vezes que eu tinha visto minha mãe ser jogada em cima da cama e fodida pelo amante dela me trouxeram pelo menos um conhecimentozinho a respeito de como eu devia me comportar entre quatro paredes.

De repente me livrei dele e comecei a me despir, o que ele também fez. Tão logo ficou completamente nú, vi aquele pau grande, igual ao do amante da minha mãe, eu me agarrei com ele, chupando ele de tudo que foi jeito e maneira. Imaginem uma garota de apenas quinze anos se transformando finalmente, ali, naquele momento, numa puta, numa vagabunda, pois o que eu mais queria era fazer sexo.

De repente, ele se levantou, me deitou na cama e me chupou por inteira, da boca aos pés, parando na minha buceta, chupando meu clitóris, meus lábios vaginais, passando a lingua nela, por inteiro, num vai-vem enlouquecedor. Nesse momento eu disse a ele que era virgem. Antes que ele dissesse alguma coisa eu me adiantei e implorei para que ele me rasgasse, que me tornasse mulher de uma vez por todas.

Como resposta me deu um beijo de língua daqueles de tirar o folego e olhando nos meus olhos me chamou, da maneira mais tarada que eu já vi, de vagabunda, de piranha, o que eu adorei. Disse que não queria me rasgar naquela tarde. Queria apenas brincar, apenas colocar a cabeça do pau na entrada da minha buceta, só para me dar prazer, mas que não iria me comer.

É claro que fiquei estranhando aquela atitude, e comecei a ficar chateada, pois estava preparada para ser rasgada e pelo jeito tudo tinha ido para o "beleleu". Enquanto ele apenas encostava a cabeça do pau na minha entrada, eu resolvi perguntar para ele porque ele tinha decidido fazer isso. Me olhou nos olhos e de repente, numa estocada firme, rápida, sem me dar qualquer chance, me rasgou, me enfiando aquele pau enorme. Só me restou gritar um "ai" e me agarrar nele com força, enquanto ele levemente botava e tirava o pau de dentro de mim.

A essa altura eu só queria que ele completasse o serviço. Pedi a ele que me comesse, que me fodesse, que me fizesse ter o primeiro orgasmo com um macho dentro de mim. Enquanto ele me comia passei também a massagear meu clitóris e o gozo logo veio, intenso, como eu nunca tinha sentido antes. Ele também gozou, mas em cima de mim, me lambuzando toda.

Toda animada com toda aquela porra em cima de mim, espalhei ela pelos seios, pelo rosto, lambuzei o dedo e enfiei na boca, sentindo aquele gosto caracteristico pela primeira vez. Enquanto isso, ele estava se lavando, pois estava com o pau todo melado com vestigíos de sangue da minha buceta.

Fui ao encontro dele, debaixo do chuveiro, onde o lavei e ele a mim, nos abraçamos, nos beijamos, e como não podia deixar de ser me ajoelhei e o chupei mais uma vez, agradecida por tudo que tinha acontecido naquele quarto, principalmente o fato de eu ter tido a minha buceta finalmente inaugurada e pronta para agasalhar todos aqueles que eu viesse a me agradar dali para a frente. Tinha iniciado a minha vida de puta, de vagabunda. Senti isso com o mais gostoso orgulho.

Ficamos trepando ainda por uns dois anos, sem compromisso, sem ciumeiras, apenas, como parceiros de sexo, nada mais.

  • Enviado ao Te Contos por Angelica

Que reencontro maravilhoso (lesb) (30-09-2022)

 

By; Anita

Oi, me chamo Anita, tenho 29 anos, sou casada, e contarei algo bem recente, aconteceu nessa sexta feira 30 de setembro.

Quando o desejo a bate a nossa porta fica praticamente impossível resistir. Mesmo sendo casada nunca esqueci das mulheres que já passaram por minha cama, mas ter recordações é algo completamente normal. Mas nem sempre essas recordações vem sozinha, vem junto a saudade, o desejo de vivenciar tudo aquilo novamente.

Meu marido sempre me realizou, sempre gostei do bom sexo que temos, mas as vezes eu quero mais, quero uma mulher, quero sentir seu prazer na minha boca e isso não quer dizer que eu ame menos meu marido, as pessoas dizem que quem ama não trai. Discordo! Quem ama sente desejo, sente tesão por outras pessoas e eu que me deixei levar pelo desejo, pelo momento e confesso que não me arrependi.

Sexta feira estava em um grande restaurante aqui de São Paulo, acompanhando o meu marido em um jantar, com amigos, que tambem seria um jantar de negocio, quando olhei para a mesa ao lado e eu coração bateu acelerado…

- Anita, ei está me ouvindo?

- Oi Fred claro que estou, estava pensando… que horas o pessoal vai chegar?

- meu amor, logo eles chegam!

Fred chama o garçom e pede um whisky com gelo para ele e para mim um vinho tinto. Olho novamente para a mesa ao lado, e lá esta ela, a Amanda, e eu fico sem jeito, tento disfarçar para o meu marido não perceber.

Tivemos um caso no ultimo ano da faculdade e no ano seguinte, depois nos afastamos. A Amanda estava linda, usava um blusinha de alça vermelha e uma calça jeans preta e um salto preto, seus cabelos pretos que iam até a cintura estava soltos e aquele olhar que me fascinava, azuis que se destacava pelos cabelos pretos.

- Eles chegaram amor!

Abro um sorriso e comprimento a todos que estão acompanhados de suas esposas.

- Aff ter que aguentar essa novela! - Pensei sem deixar com que percebam minha insatisfação.

Aquele jantar estava um porre, odeio fazer pose para os sócios do meu marido, todos estavam conversando e dando risadas, embora estivesse participando da conversa meu olhar sempre ia ao encontro com o de Amanda.

- Com licença vou ao toalete.

Levantei quando uma das esposas se levantou rapidamente pedindo para que a esperasse que iria comigo, esperei e pude sentir o olhar de Amanda me despir, estava com um vestido branco rodado que ia até o meio das coxas, e um salto nude meus cabelos estavam preso em um rabo de cavalo bem alto.

Ao entrar no toalete digo que tenho que voltar à mesa, pois esqueci a bolsa (propositalmente, assim ganharia tempo para ela voltar à mesa antes de mim) pois queria respirar e queria ficar sozinha por alguns minutos.

Voltei a mesa e enrolei um pouco e quando voltei ao toalete e ela já estava chegando a mesa.

Apoiei minhas mãos no lavabo e me olhei no espelho respirando fundo, não queria me envolver com Amanda não estava acreditando que ela estava ali depois de tanto tempo sem ter contato com ela, não podia mais te-la nos meus pensamentos.

- Como esta linda bela com esse vestido branco.

Amanda falou sussurrando no meu ouvido.

Senti um arrepio percorrer por todo corpo, seus dedos deslizaram pelo meu pescoço em direção ao ombro, me viro e sou surpreendida com um beijo, naquele momento me entrego aqueles beijos sem pensar que alguma daquelas esposas poderiam entrar no toalete, meu corpo estava pegando fogo, já não aguentava ficar no mesmo ambiente que ela e não toca-la.

– Quanto tempo amor!

Amanda disse me puxando para dentro de uma das cabines, me empurrou contra a parede e voltou a me beijar, suas mãos passeavam por todo meu corpo, meu coração estava acelerado, meu corpo queimava de desejo por aquela mulher, sentia seus dedos me invadir enquanto seus lábios me beijavam com veracidade, logo minhas mão foram de encontro com o corpo daquela mulher deliciosa, minhas mãos retiravam parte de cima da sua roupa, meus lábios mordiscava sua orelha e pescoço e logo chegaram aos seios, mordiquei um depois o outro, empurrei Amanda contra a outra parede e terminei de retirar parte debaixo de sua roupa, passei meus dedos em sua boceta e logo adentrei com dois dedos, Amanda gemia ao pé do meu ouvido, estava completamente tomada pelo tesão, sentir aquela boceta que pulsava em meus dedos, o gosto de sua boca, aquele perfume adocicado e a expressão naquele olhar só me deixava mais excitada.

Deslizei minha boca pelo seu corpo até chegar em sua boceta, Segurei em suas coxas em seguida apoiei uma de suas pernas no meu ombro, passei minha língua debaixo para cima até chegar em seu clitóris, suguei ele com gosto, meus dedos fodiam aquela boceta enquanto sentia seu sabor, mordiscava aquele clitóris e o sugava me deixava louca, Amanda segurava na parede enquanto eu me deliciava naquela boceta maravilhosa, sentia o sabor do seu néctar invadir minha boca e ouvia aqueles gemidos discretos, quando mais sentia o sabor daquela mulher maravilhosa mais queria sentir…

- Anita você está ai?

Ouvi uma voz feminina me chamar ao lado de fora da cabine.

– PQP! Logo agora! Pensei com raiva.

Olhei para Amanda que estava com parte do seu rosto coberto pelos cabelos, em seguida respondi:

– Já estou saindo, só vou terminar de falar com minha irmã!

(- Beijos Bruna, quando chegar em casa te ligo.) fingi que estava falando com minha irmã.

Arrumei meu vestido e meus cabelo, dei mais um beijo em Amanda que me olhava extasiada. Sussurrei em seu ouvido:

- Depois te ligo para terminarmos.

Ela se escondeu atrás da porta e eu sai.

– Minha irmã me ligou não teve como não atender!

Falei para Julia esposa de um dos sócios.

- Ah claro Anita eu entendo.

Retoquei minha maquiagem enquanto Amanda esperava que nos saíssemos para ela também poder sair.

Voltamos para mesa e depois vi Amando saindo com um sorriso nos lábios. Passei o resto do jantar olhando para Amanda e ela para mim, ninguém percebeu porque o assunto de negócios era mais importante que qualquer coisa que estivesse acontecendo ao redor.

Beijinhos

  • Enviado ao Te Contos por Anita

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...