quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

"descobrindo" a minha namorada

 

By; Alex

Oi, em chamo Alex, hoje sou casado e vou contar uma historia de quando minha esposa e eu ainda éramos namorados, isso tem uns 3 anos. Eu morava em Goiânia e conheci a minha namorada, a Karina no trabalho. Ela é alta (1,75), loira, cabelos abaixo dos ombros, seios grandes e quadril na medida certa para deixá-la com aquele lindo perfil violão. Sendo do interior de Goiás, ela foi criada de modo tradicional: ocultando seus desejos para ser mais exato.

No inicio das nossas transas, eu peguei leve, fazendo o tipo romântico, mas aos poucos fui apimentando a nossa relação.

Admito: sou meio tarado. Curto muito um sexo “meio diferente” tipo ménage, swing, exibicionismo etc. E, claro, fetiche. E fui vendo que a Ká se sentia mais a vontade com o passar dos tempos. Comecei falando as sacanagens de sempre na cama, mas sempre visando aumentar a autoestima dela e não revelar as minhas taras. Se eu fosse muito direto ela iria se retrair, se ver como um objeto, que não era amada essas coisas. Por isso, tudo girava em volta dela, de fazê-la se sentir mais desejada.

Ela ia respondendo bem as besteiras que falava no ouvidinho dela e junto a elogiava sempre que colocava uma roupa mais sensual, um vestido com salto ou uma calça apertada (com salto, lógico). Fui pedindo para ela usar umas roupinhas íntimas mais sensuais e, quando ela o fazia, eu demonstrava toda a minha paixão por ela, seja no ato sexual em si, seja nos elogios, seja na minha cara de bobo quando a via “arrumada” daquele jeito.

Num determinado momento ela já respondia os meus comentários na cama no mesmo tom. A princípio meio tímida, mas foi melhorando (por “melhorando” leia-se palavrões). Era uma delícia ouvir aquela mulher, no início recatada, falando sensualmente “que pau gostoso”… “mete, amor, mete”. Hummmm… Estou de pau duro agora só de lembrar. Inevitavelmente comentários envolvendo outras pessoas entraram nas conversas de cama. Falava para ela que percebia os olhares dos homens quando estávamos juntos em lugares públicos como shopping. Ela ria e brincava:

– Claro, com uma mulher gostosa como eu, quem resistiria?

Adorei ouvir aquilo. Ela estava chegando ao ponto ideal, a autoestima estava excelente. Ela sabia do poder que tinha. Então propus um início de exibicionismo: ela vestir uma roupa bem sensual e irmos passear no maior shopping de Goiânia, para ver as reações que ela despertaria. Claro, corria o risco de encontrarmos com gente conhecida por isso marcamos para o meio da semana ao invés de sábado ou domingo. Ela comprou um vestido que salientava o seu corpo, com um decote meio generoso, mais sensual do que vulgar e sacou do seu melhor salto agulha. Combinamos que ficaríamos separados no começo para eu, á distancia ver as reações.

Estacionamos o carro, saímos, ela se ajeitou e fomos em direção à entrada. Dei um beijinho de boa sorte e disse olhando bem nos seus olhos:

- “arrasa, gata”.

Ela sorriu e foi na frente. Não deu outra: ao entrar ela parou em frente a uma loja na entrada e já atraiu olhares, a começar pelo vigia do shopping. Discretamente ela olhou para a Ká junto com mais dois garotos. A entrada tem uma parte central enorme e ela passou por ali bem devagar hipnotizando mais um cara, só que este estava acompanhado. Hummmm… que maravilha ver isso. Então ela foi se exibir na escada rolante. Foi muito engraçado ver dois caras subindo atrás dela e olhando para a sua bunda a “viajem” inteira. Logo que eles começaram a subir, liguei para ela e disse:

– Amor, tem dois caras atrás babando por você. Não param de olhar para a sua bunda.

– Estou adorando isso, amor. Te amo e desligou.

Ao sair ela, discretamente, viu os caras e pegou ambos olhando para ela. Como estava de óculos escuros, conseguiu disfarçar que estava olhando para eles. Como estava no andar de baixo subi para ir atrás dela. Estávamos na praça da alimentação e a vi parada em uma vitrine. Ela estava procurando por mim e, ao me ver, ficou tranquila podendo voltar a brincadeira. Ficamos nessa por duas horas. Jantamos lá, passeamos mais, brincamos mais e fomos para a casa. A deixei na porta do prédio (ainda morava com a família). Nos beijamos gulosamente no carro e disse que queria fazer novamente. Ela adorou a ideia. Mais elogios feitos a ela e fui embora.

Depois disso ela passou a se vestir mais sensualmente e nossas transas ficaram mais quentes. Ela passou a me chupar mais safadamente, passou a xingar mais na cama, soltar-se mesmo.

Um dia, abraçadinhos no sofá, curtindo um dos raros momentos de frio em Goiânia, conversando sobre traição e tal ela falou:

– Se você me trair eu corto o seu pingulim fora, hei – disse em tom meio jocoso. E respondi também sorrindo:

– Amor, só te traio com você junto. Separados, jamais. Pronto, joguei. Se colar, colou. Ela respondeu:

– Ah, homem é tudo safado mesmo. Quer estar com duas mulheres né?

– Claro! E você obrigatoriamente tem que estar presente. Senão não tem graça.

– Ai, ai, ai – disse toda sapeca mas meio que querendo esconder que estava curtindo.

– Não vai me dizer que toda mulher não pensa em estar com dois homens na cama – soltei de bate pronto. Ela parou, pensou um pouquinho e respondeu:

– Hummmm…. talvez – respondeu manhosamente.

Aquilo foi um sinal mais do que verde para as minhas intenções. Havia conseguido o meu objetivo: perverter a Ká. Mas na verdade, não pervertemos ninguém né? A pessoa já tem a semente da sacanagem dentro de si. A gente apenas rega para ver se cresce.

Depois desse dialogo fomos para o meu quarto transar. Ali a coisa pegou fogo. Ela soltou-se mais, comportou-se como uma puta (claro que para os padrões dela). Quando estava de fudendo ela de quatro, com ela bem tesuda cheguei no ouvido dela e disse:

– Imagina que outro cara esta te comendo, sua safada…

Putz… ela passou a gemer mais, rebolar mais.

– Esta gostando, meu amor? Ele mete bem, mete?

– Ele é uma delícia, amor. Tenho muito tesão nele.

– Grita o nome dele, cachorra, grita – pedi ensandecido.

– Vai André….  vai… mete… vai… mete gostoso.

Ouvir aquilo me deixou doido!!!! Ela falou o nome de outro cara comigo na cama!!!!!!
Soquei a vagabunda com mais força. Soquei, soquei, ela gemendo, e chamando pelo tal André de novo. Ficamos nessa por mais alguns minutos e, próximo de gozar, tirar meu pau daquela buceta encharcada, fui para frente dela e mandei abrir a boca. Ela ajoelhada na cama abriu bem e fiquei punhetando vendo aquela cena maravilhosa que ainda não imaginava ela protagonizando. Ká me olhava nos olhos enquanto eu, de pé, a via ali, toda submissa e puta. O gozou chegou e deixei jorrar um pouco dentro da boca e o restante no rostinho e em volta dos lábios Putz… ela ficou ali me olhando toda melada, toda vagabunda com aquele olhar de safada que tanto desejei que tivesse. Cai na cama enquanto ela foi limpar o rosto da porra que sobrou (pois ela me fez o lindo favor de engolir o que joguei na boca).

Ela voltou e se aninhou comigo. Que delicia. Perguntei quem era o tal de André e ela disse que era um colega do MBA. Perguntei como ele era, se eram próximos e tal. Ela contou tudo numa boa. Elogiou ele, o que me excitava muito mas não dava muita bola para ela. Ficou um lance de tesão platônico.

Depois disso a nossa relação melhorou muito. Ambos revelávamos as nossas fantasias, sem pudores ou receios de que o outro não fosse gostar. A intimidade cresceu em um nível que eu jamais tivera com outra namorada.

Um dia propus algo mais real para a Kaká: queria que ela ficasse com um cara na minha frente. Ela adorou a ideia! Combinamos então como seria. Entraríamos na boate mas a deixaria sozinha, observando de longe. Ela manteria o celular próximo para nos comunicarmos quando houvesse a necessidade. Escolhemos então um final de semana, mas já estávamos conscientes de que não poderia rolar na primeira vez.

Chegada a esperada sexta feira estávamos excitados. Fui pega-la em casa e ela desceu com um vestidinho preto, deliciosamente sensual… cheirosa… maravilhosa. Ela meio nervosa, mas adorando a situação.

Chegamos à boate (escolhemos uma onde o ambiente é de rock’n’roll anos 60-70 e 80). Nos separamos ela dentro. Ela ficou na pista de dança de frente para a banda e eu no balcão do bar, bebendo. De vez em quando ela passava e tomava um pouco da minha caipirinha para ficar mais solta. Ali não demonstrávamos qualquer intimidade.

Em um determinado momento ela foi abordada por um cara. Mas logo vi pela reação dela que não rolaria nada. Não demorou muito e ela espantou o sujeito. Ela foi dar uma andada pela boate, voltou ficou dançado. Mais um chegou nela e também não rolou nada. Ela veio conversar comigo. Não tinha achado nenhum dos dois legais e não estava vendo ninguém interessante. Os possíveis candidatos já estavam acompanhados. Ela meio que desanimou e pediu para ir embora.

Fomos para a minha casa e conversamos muito sobre aquilo. Demonstrei a minha excitação com aquilo tudo e falei para tentarmos novamente. Ela concordou e tive uma ideia na hora: criar um perfil nosso no insta. Ela curtiu a ideia e tirei ali mesmo as primeiras fotos. Criei a conta e as subi. As primeiras eram mais sensuais, dela com o vestido da noite em posses sem mostrar nada revelador. Apenas insinuando. No perfil, em cada foto, eu descrevi o que havíamos feito naquela noite e que continuaríamos tentando.

No dia seguinte mostrei para ela os vários comentários na foto. Muitos chulos é verdade, mas alguns bem legais, tanto de homens quanto de casais. Ela adorou aquilo! O ego feminino vai as alturas com elogios. Passamos a tirar fotos mais eróticas, mostrando ela de lingerie, mas já mostrando alguma coisa. No começo apenas os seios e a bundinha arrebitada pelo salto. Mais elogios. Um deles a chamando de “potranca” a deixou cheia de tesão. Gostamos de ver as fotos e os comentários juntos. Ela de salto, tanguinha fina e sem sutiã e eu pelado. Ela sentada no meu colo comandando o computador entrando em cada perfil que a elogia. Alguns são horríveis, mas outros ela adora, seja de casal, seja de homem. No dos homens ela fica mais tempo falando pra mim dos que mais gosta. E ela se empolga! Comentava dos corpos deles, bunda, braço, dos tipos de pau que mais gostava.

Aquilo tudo era maravilhoso de vivenciar. Estava vendo a Ká como ela realmente era. Sem falsos moralismos e repressões. Comentou que fantasiava também com negros. Tinha fantasia de dar para um negão pauzudo (segundo ela nem sabia que tinha essa tara até ver os perfis). Então disse para ela:

– Podemos providenciar um dia, meu amor. O que acha?

– Quem sabe… olhou pra mim e me deu um selinho sapeca.

Decidimos voltar um sábado na boate para ver se consumaríamos a nossa fantasia. Ela se arrumou deliciosamente de novo e fomos. Era show de musica dos anos 70. Ela animadíssima ficou na pista e eu no balcão, repetindo a nossa estratégia. Mas fiz diferente: antes de sairmos, na minha casa, bebemos um pouco para ela já chegar mais solta.

Na boate já comprei uma caipirinha e ela ficou tomando na pista. De vez em quando me olhava e sorria marotamente. Começou a dançar mais sensual quando um cara se aproximou. Boa pinta, moreno de sol, da cor dela, malhado. Puxou assunto com a Ká e ela deu abertura para ele. Ela se posicionou de modo a ficar de frente para mim e, de vez em quando, me olhava para ver se eu estava acompanhando.

Em determinado momento naquelas pausas de conversa ela me fez um sinal de joia rapidamente, como combinado caso ela gostasse de alguém. Putz…. gelei! Acenei com a cabeça de volta dando permissão. Eles então voltaram a se falar e logo foram para um canto escuro da boate, perto do banheiro. Dei um tempinho para eles se ajeitarem e fiquei naquele masoquismo imaginando o que rolaria e como.

Me aproximei por trás dela e os vi se beijando!!! A minha namorada estava se pegando com outro cara! Aquilo me enlouqueceu de tesão. Eles pararam, ficaram conversando e voltaram a se beijar. Mudei de posição e fiquei de frente para ela, para que me visse. Ele estava sentado encostado numa pilastra e ela de frente para ele. Eu estava num ângulo meio lateral, pois ela, propositadamente, se colocou com ele de modo a permitir que os assistisse. Ela ficava meio de lado para mim, mas nos víamos perfeitamente. Fiquei a uns 3 metros deles.

A cena era linda: ele a segurando pela cintura, sentado e ela de pé. Ambos pareciam namorados já. Ela alegre, feliz. Beijavam-se bem gostoso e, a certa altura, ele falava coisas no ouvido dela. E ela adorando. Beijava o pescoço dela, abraçavam-se… maravilhoso!!! Depois da quase uma hora naquilo ela falou alguma coisa para ele e saiu passando na minha direção e falou rapidamente:

– Vamos embora. Agora.

Ela tinha dito que iria ao banheiro, mas queria ir embora para deixar o lance no ar mesmo. Saímos e, ao entrarmos no carro, ela me pegou pelo rosto e me deu um beijaço. Chegou ao meu ouvido e disse toda sensual:

– Quero transar!

Fomos para a minha casa e metemos loucamente. Ela estava incontida! Gozamos como dois animais! Abraçadinhos ela me agradeceu pelo momento, fazendo mil elogios a mim. Naquele momento ela estava feliz por descobrir uma Karina que ela não sabia que existia.

  • Enviado ao Te Contos por Alex

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Rola gostosa (03-12-2022)

 

By; Maura

Oi gente, meu nome é Maura, tenho 21 anos e sou morena, tenho uma amiga que se chama Letícia.Ontem a minha amiga me chamou pra sair com ela e me pediu o favor de sair com o amigo dela. Eu a principio não me animei muito porque na foto o cara não fazia o meu tipo… Mas pra minha amiga não ficar sem ver o namorado, já que ele não tinha coragem de vir sozinho porque eles moram longe e então resolvi quebrar este galho!!

Saímos para beber e eu não posso beber dois copos de cerveja que já fico bêbada. Então logo voltamos para casa chegando lá capotei no sofá e dormi…Depois a minha amiga me chamou e ai abriu a bi cama eu apaguei a luz e deitei para continuar a dormir já que ainda estava me sentindo mole.

O amigo dela ficou sentado na beirada da cama meio desconcertado sem saber o que fazer, eu estava mole, mas consciente do que estava acontecendo, falei para ele você não vai deitar?? Ele sem responder deitou do meu lado e percebi que ele estava tremendo muito.

Ele começou a puxar conversa comigo perguntando se eu tinha gostado do passeio! Eu disse que sim e ele perguntou se eu estava com muito sono, disse que não só estava meio mole.Percebi que ele conversava comigo passando a mão no meu braço e depois pegou no meu cabelo, começou a cheirar e falou que tinha gostado do meu perfume.

No silêncio comecei a escutar a minha amiga gemendo baixinho, a imaginação dela transando no outro quarto e escutando seus gemidos foi me deixando muito excitada, foi quando ele tomou a iniciativa e começou a me beijar, parecia que já tínhamos feito isso muitas vezes, pois o beijo dele foi muito quente e me senti muito a vontade, foi ai que o bicho pegou.

Nossas meninas onde estava escondido todo aquele pau? Pois era enorme ele veio e me chupou inteira achou o meu ponto certo e me fez gozar já com as preliminares. Ai não perdi a chance de cair de boca e chupar aquele cassete enorme e me deliciar de prazer. Fiquei de lado contraria a ele e enquanto eu chupava ele, ele me masturbava, gozei junto quando ele ejaculou na minha boca, não consegui me controlar meu corpo tremia com seu pau latejando em minha.

Fiquei de quatro e pude assim sentir todo aquele pau me penetrando, sentia como se meu corpo não tivesse se recuperado do orgasmo, minha vagina vibrava a cada estocada e entrei novamente em outro orgasmo, ele notou e começou me chupar as costas, acho que para eu pegar forças, virei de lado e comecei a passar o pau dele no meu cu, mas sabia que não podia fazer aquilo porque ele ia acabar comigo.

Estava tão relaxada que me arrepiava de prazer enlouquecida com tanto tesão, ai acabamos dormindo, logo depois o relógio despertou e eu tinha que levantar pra ir embora quando fui dar tchau para ele o pau dele estava trincando de duro não aguentei e sentei em cima e cavalguei gostoso até gozar mas uma vez só que me aconcheguei nele e dormi morta de prazer, perdi a hora de fazer o que precisava e não estou nem um pouco arrependida e sim satisfeita com a minha noite

  • Enviado ao Te Contos por Maura

50 TONS DE ANITA

 

Escrito por: Dannilo

Olá amigos do Te-Contos, hoje vim contar algo que aconteceu há alguns meses com essa maravilhosa mulher chamada Anita. Me chamo Dan e tenho 42 anos, sou casado, moreno de olhos e cabelos castanhos com 1,85 de altura. Anita é uma mulher linda, 53 anos, olhos castanhos assim como seus cabelos curtos encaracolados, com 1,77 de altura, seios médios e uma bunda que me arrebata sempre. Moramos na capital paulista, eu na zona oeste e Anita na zona leste, nos conhecemos aqui no Tumblr e desde então venho escrevendo sobre nossos encontros, e esse aqui aconteceu há algum tempo e na época não consegui escrever, apesar de ficar na memória, assim como tantos outros contos. 

Pensei em fazer algo especial com a Anita, e pensei escolher uma suíte temática para explorar ainda mais nossos desejos e claro fazer essa mulher desfrutar de horas sendo devorada. Então pesquisando, achei uma suíte com a temática 50 tons de cinza, aquilo que me empolgou, pois quando conheci a Anita ela relatou que nunca imaginou que um homem poderia satisfazê-la tanto como nos livros/filmes de 50 tons de cinza, então achei propício. Então marquei de encontrá-la só que desta vez em outra estação do metrô, mais próximo deste motel. Para quem ficou curioso, este motel está também na zona leste. Anita no primeiro momento perguntou:

-    (A) Por que lá?

Mas claro que fiz mistério. Então a encontrei e fomos até o motel. Quando chegamos, Anitta foi ao banheiro e fiquei aguardando. Enquanto isso, fui observando o quarto. Havia um espelho na lateral da cama, a porta do banheiro era um espelho, no teto tinha um espelho mais ou menos na altura dos travesseiros, quando se saía do banheiro tinha um espelho na parede inteira à esquerda e uma barra de segurar na altura da cabeça. Um X enorme na parede com amarras, uma bela poltrona erótica e claro uma cama enorme. Já fui imaginando as alternativas para brincar com a Anita.

Assim que Anita saiu, eu aproveitei para também ir ao banheiro, pois o dia estava quente e bebi tanta água que já estava apertado. Foi aquele alívio enquanto observava a hidro grande, luzes coloridas no teto entre outras coisas. Aproveitei para encher a banheira. Quando eu saí do banheiro Anita estava deitada com um espartilho preto sobre a poltrona erótica. Aqui fez eu ir de 0 a 100 em 2 segundos. Me aproximei e comecei a beijar suas pernas, alisar sua bunda e seios, e fui beijando até chegar em suas coxas. Apoiei seus pés sobre meus ombros e comecei a lamber sua virilha, chegando até a borda de sua calcinha. Anita começou a passar suas mãos em minha cabeça, conduzindo os pontos onde deveria lamber. Mas claro que adoro provocar, então fui intercalando da virilha até as coxas e joelho, depois voltava e ia até a outra perna forçando quando passava por sua bucetinha que já estava quente e sedenta pela minha língua. Após lamber e excitar muito, fui apertando sua bunda e aos poucos fui puxando sua calcinha, assim que percebeu, Anita ainda apoiada com os pés nos meus ombros, ergueu seu quadril facilitando e permitindo a retirada. Então ela abriu suas lindas pernas, olhou em meus olhos, viu minha cara de tarado safado que imediatamente foi beijando sua buceta com todo amor e carinho, socando com vontade explorando aqueles lábios deliciosos que ela tem com toda vontade. A cada lambida, Anita gemia gostoso, segurando minha cabeça e apertando contra sua bucetinha:

-     (A) Ai que delícia. Como estava com saudades dessa língua gostosa.

-     (A) Lambe sua putinha, chupa gostoso.

Minha boca percorria toda sua buceta, inclusive lambendo até seu cuzinho, deixando-a arrepiada. Lambi tão gostoso, Anita se contorcia em cima da cadeira. Enquanto lambia, fui tirando minha roupa, sem perder o contato e o ritmo que conduzia. Então me levantei e puxei a Anita bem na borda da cadeira, ela se assustou, mas quando me viu de pé e meu pau duro entre suas coxas, era o sinal de que agora eu judiaria bastante. Então segurei firme a Anita pelos braços, puxando contra a mim, e soquei em sua bucetinha já encharcada com intensidade. Comecei a meter com muita força, em um ritmo rápido, batendo minhas bolas e minhas coxas contra ela. Essa posição permitia meter com força e isso fez Anita virar os olhos:

- (A) Puta que pariu! Que delícia.

-         (A) Não para caralho.

-         (A) Ahhhhhhh caralho gostoso. 

-         (A) Fode sua putinha.

Anita estava enlouquecida e senti meu pau ficar bem quente. Seu mel já estava em todo meu pau neste momento. Então continuei metendo com ainda mais intensidade, para que ela pudesse gozar com todo prazer enquanto meu pau se acabava naquela buceta. Então ergui Anita da poltrona e a conduzi até o espelho onde tinha aquela barra. Coloquei suas mãos na barra, puxei seu quadril para trás, ergui sua bunda, peguei pelo seu quadril e voltei a meter. Era uma visão maravilhosa vendo a Anita pelo espelho, toda suada. Eu estava pingando de suor, e observava aquela bunda tremendo a cada estocada. Metia enquanto nos observava pelo espelho da porta do banheiro e isso só aumentava ainda mais meu tesão. Depois de alguns minutos conduzi Anita até a cama, coloquei de joelhos próxima aos travesseiros e de frente para a parede, deitei-me deslizando por baixo dela para lamber sua buceta permitindo assim que ela esfregasse e conduzisse as ações. Nesse momento eu dei a Anita meu celular para ela filmar, pois até então nunca registramos nada. Ela sem hesitar começou a filmar e a socar aquela bucetinha em minha boca, e eu lambendo feito um cachorro no cio sentindo seu melzinho escorrer para o meu deleite. 

-         (D) Rebola minha puta, rebola. 

Anita esfregava gostoso, pressionando minha cabeça, meus braços contornando suas coxas permitia que meus dedos abrissem ao redor do clitóris deixando caminho aberto para minha língua lambe-lo com vontade enquanto a observava eu degustando todo seu sabor.

-         (A) Ai, ahhhh, hummmm, 

-         (A) Chupa filho da puta, chupa.

Minha língua freneticamente lambia enquanto ouvia seus gemidos e sentia sua mão acariciar meus cabelos. Ela parou de gravar e foi apreciando aquele oral gostoso, tocando meus cabelos enquanto apoiou a outra mão sobre meu peito, inclinei minha cabeça para socar minha língua safada em busca do seu prazer. Minhas mãos percorriam seu corpo ainda suado, em destaque aos seus seios que estavam enrijecidos de tanto tesão. Anita então se inclinou ainda mais para trás e segurou meu pau que estava rígido por proporcionar a essa mulher, tantos momentos de excitação e prazer. Ela então saiu de cima e ainda segurando meu pau o abocanhou com todo tesão chupando ferozmente enquanto me olhava gemer.

-         (D) Ai caralho. Chupa seu pau minha puta. 

-         (D) Chupa seu caralho gostoso minha Deusa deliciosa.

Anita segurava na base com força, exibindo meu pau como um prêmio e lambendo ele de lado, mostrando sua língua a percorrer de baixo até a cabeça, chupando logo em seguida e fazendo eu delirar. Após alguns minutos desse sofrimento, ela deu uma lambida deixando meu pau todo babado, se debruçou sobre meu quadril, e ainda segurando, conduziu até a entrada de sua de sua buceta. Nessa hora eu comecei a filmar registrando uma das cenas que sempre esteve em minhas memórias. Anita sentou e iniciou uma cavalgada rápida e deliciosa enquanto minha outra mão apertava seu seio e ouvia seus gemidos. 

-         (A) Ahhh, ahhhh, ai ai.

-         (D) Isso minha putinha, rebola no seu caralho, rebola.

-         (D) Rebola no seu caralho.

-         (A) Ai caralho gostoso.

Essa cena elevou meu tesão ao ápice. Eu já estava me segurando há mais de 40 minutos. Os gemidos de Anita fizeram eu perder toda a concentração. Nesse momento Anita percebe que estou filmando pelo reflexo do espelho lateral e começa um vai e vem muito rápido assistindo sua performance. Eu já não estava aguentando mais.

-   (D) Eu vou gozar desse jeito.

-   (A) Goza, goza gostoso goza, goza.

-   (A) Enche sua bucetinha de porra quentinha bem gostosa enche.

-   (A) Enche.

Revirei os olhos sentindo o jatos enquanto pulsava dentro de sua bucetinha

-   (D) Ai caralho - (Começo a gozar).

-   (A) Hummm Ahhhhhh

-   (D) Ai caralho, ai que delícia

-   (D) Ai que delícia.

Nesse momento meu pau está lateja dentro de Anita que geme ainda mais alto e aumenta o ritmo ao sentir minha porra quentinha preenchendo-a todinha.

-   (A) Ahhhh Ahhhh.

-   (D) Isso minha putinha, vem minha cadela gostosa, vem.

-   (D) Vem minha cadelinha vem. Isso, ai delícia. Isso.

Sinto meu pau quente sendo agraciado com mais um orgasmo de Anita. 

-       (A) Ai que pau gostoso. - Enquanto diminui a cavalgada.

Anita cavalgou gostoso demais, ainda sentindo meu pau latejar dentro dela viu que não estava mais filmando. Viu que estávamos esgotados dando uma última olhada no espelho. Então se deitou sobre meu corpo onde pudemos sentir nossos corpos quentes, suados e com a aceleração ao máximo. Eu acomodei seu corpo sobre o meu e a abracei, sentindo toda a energia que aquele momento nos proporcionou. Aos poucos ela foi deslizando para o meu lado enquanto sentia meu pau saindo de dentro dela. Nossos orgasmos misturados escorriam por nossas virilhas. Ainda ofegante, abraço e sentimos nossos batimentos desacelerando após toda a intensidade que a ocasião se fez. Comecei a acariciar seu corpo, que exalava seu cheiro maravilhoso, enquanto sua cabeça se acomodava em meu pescoço. Anita é uma mulher intensa, de qualidades ímpares. A cada encontro meu desejo por ela só aumenta. Meu desejo de sempre fazê-la se sentir uma mulher ainda mais completa me faz cada vez mais feliz. Eu sou um admirador de sua garra e da mulher que ela é e se tornou ao longo dos anos que conheço. Nossa cumplicidade brilha quando olhamos um para o outro, ainda mais quando está em meus braços com uma expressão de plenitude. Por isso faço questão de sempre escrever sobre ela e de expor minha admiração. Não à toa que sempre a chamo de “Minha Deusa Deliciosa”, como referência a sua grandiosidade, audácia, beleza, sensualidade, delicadeza e energia. Assim, quando faço referência ao seu signo chamando de “Minha Leoa”. Admiro sua força, garra, inteligência, perspicácia, ousadia e mais tantos adjetivos que nunca canso de falar. Ela sempre me responde: “Que exagerado”.

Depois aproveitamos a hidro deliciosa com mais carinhos e carícias e recomeçamos tudo novamente até porque tínhamos muitas horas para aproveitar. 

 Escrito por: dannadodebom2.tumblr.com

  • Enviado ao Te Contos por Dannilo

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...