quarta-feira, 14 de dezembro de 2022

Aproveitando bem a viagem do namorado (lesb)

 

By; Jessica

Oi sou a Jessica e sou de São Paulo. Eu sempre tive vontade de ter experiências novas. E quando meu namorado viajou de férias em julho, não pensei duas vezes em realizar minhas fantasias. Ficaria 7 dias sozinha e resolvi fazer muitas loucuras, mas o melhor dia foi quando resolvi ceder aos convites para sair de uma amiga da Internet.

Tinha falado algumas vezes com essa garota, era muito legal e parecia ser muito bonita com uma pele branquinha, cabelos negros e olhos verdes radiantes. Marcamos nosso encontro em um barzinho da cidade e as 22h nos encontramos. Quando a vi levei um susto, senti um arrepio na espinha, pois ela era linda. Conversamos bastante tempo no tal bar até que ela convidou-me para conhecer uma boate gls proxima dali.

O local era no mínimo interessante. Gente divertida, lugar bonito, tinha homem com homem, mulher com mulher, homem com mulher.... várias misturas, mas ainda sim tudo com muito respeito. E eu cheia de tesão vendo todas aquelas misturas.... pensando que sempre quis frequentar esses lugares.

Eu e ela dançamos muito a noite toda, nos olhamos muito. Tinha um cara me paquerando lá e senti que ela começou a ficar enciumada por causa disso. Mas nem isso foi suficiente para que ela tomasse alguma iniciativa e me agarrasse de uma vez, pois meu tesão já era grande. As 4h da manhã decidimos ir embora.

Levei-a até a sua casa e ela me convidou para subir. Perguntou-me se eu não queria tomar algo, ver um filme... essas mentiras saudáveis. Senti novamente um frio na espinha, medo, tesão, mas decidi subir.

Sentadas no sofá e assistimos tv mas nada que estava passando era interessante, até que desistimos da tv, ficamos conversando e ela começou a me tocar, no cabelo, nas mãos.... toques suaves, mas quentes. Nos olhamos um tempo até que veio o beijo, a adrenalina, senti minha calcinha molhar de imediato.

O tesão foi tão grande que comecei a tocá-la, beijá-la, pegar seus seios, até que ela pediu para que eu parasse e revelou-me que não estava preparada e pediu-me que marcássemos outro dia. Eu fiquei sem entender.

Fomos até a janela de um quarto, ela me beijou novamente, sentamos na cama, ela beijou meu pescoço e virou-me de costas para que eu deitasse na cama. Estava de saia preta e calcinha de renda fio dental preta. Ela passou as mãos nos meus seios e disse que eram perfeitos, que cabiam na palma da mão. Eu de costas, ela me beijando, passando as mãos suavemente nas minhas coxas, no meu bumbum até que chegaram entre as minhas pernas, estava me acariciando e eu estava completamente molhada, se estivesse em pé teria escorrido gozo pelas minhas pernas.

Ela me tocou durante um bom tempo até que não aguentei e gozei, gozei muito, fui até a lua. Ela ficou me chamando de bonequinha, me virei, beijei-a e fiz menção de retribuir o gesto tão prazeroso, pois eu estava louca de tesão, mas ela não quis, disse que se eu quisesse poderia ser no outro dia, não entendi, eram 7h da manhã eu tinha de ir embora.

Não conseguia parar de pensar nela, no tesão que senti, no outro dia não pude sair, tinha muitos compromissos, mas dois dias depois marcamos de ir novamente naquela boate gay, coloquei um vestido preto curtinho, uma pequena calcinha e apanhei-a em casa.

Na boate a música nos embalava, o cara que me paquerara anteriormente estava lá e insistia em passar por mim. Enquanto ela percebia isso, eu dançava muito, olhava pra ela, olhava pra ele, beijei-a, dancei de costas para ela enquanto ela enfiava a mão embaixo do meu vestido e o cara assistindo aquela insinuação. Esse joguinho estava me deixando louca de tesão, estava muito molhadinha.

Dançamos mais até que convidei-a para ir embora. Fomos novamente para sua casa, chovia muito, tivemos de correr do carro até a porta do prédio e ficamos sensualmente molhadas.

Logo que entramos começamos a nos beijar, nos tocar e fomos para o quarto, ela tirou meu vestido e começou a me beijar por toda parte, meus seios, meu pescoço... beijos suaves e ardentes.

Eu tirei a blusa e o sutiã dela e beijei aqueles lindos seios fartos que pularam na minha frente. Tirei minha calcinha bem devagar e ela tirou a dela, ficamos um tempo nos beijando nos acariciando, até que de tanto tesão pulei por cima dela e a beijei até chegar na sua xaninha gostosa e ardente de desejo. Chupei com vontade enquanto brincava com meus dedinhos nela, ela gozou, foi lindo aquele momento... vê-la gozando na minha boca, nos meus dedos.

Ela me segurou, abriu as minhas pernas e ficou olhando minha xaninha, passando a mão, começou a passar os dedos e língua no meu grelinho, disse que era linda e cheirosa e me chupou freneticamente até que não aguentei e gozei na sua boca que insistia em continuar a lamber o meu mel.

Nos abraçamos, nos beijamos e quase adormeci em seus braços.

Foi muito bom, repeti mais 2x, e não esqueço o quanto foi gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Jessica

O amigo do meu marido me comeu bem gostoso no motel (Out-2022)

 

by; Joelma

Ola Te Contos, eu me chamo Joelma, sou morena, tenho 31 anos, sou casada. Meu marido é um homem que sabe o que fazer com uma mulher, sabe trabalhar direitinho com as mãos, língua e sobre tudo com seu pau. Ufa! Como é gostoso.

Ele tinha sido meu único homem, no entanto, em um período em que ele se ausentou a trabalho, conheci um amigo dele que começou a mexer comigo de uma maneira intensa. No início eu resistia, não aceitava estar sentindo todo aquele desejo, mas aos poucos fui me entregando a aquele tesão louco.

Começamos a conversar pelo zap, até que um dia inesperadamente ele me mandou uma foto do seu pau grosso e duro, foi aí que vi que eu também mexia muito com ele.

Começamos a transar virtualmente, ele pedia para eu colocar a mão na buceta e dizia que estava me comendo, me chupando, e eu louca gravava áudios com meus gemidos, tirava fotos nuas e enviava. Transávamos virtualmente todos os dias.

Meu marido voltou e notei que quanto mais me envolvia com ele, mais gostosas ficavam minhas transas com meu marido, que sempre dizia que eu estava deliciosa, uma verdadeira puta.

Certo dia meu marido chegou em casa e pediu que fizesse oral nele, queria que eu chupasse ele todinho, depois me colocou sentada na janela do quarto e me comeu ali mesmo, minha buceta escorria de tanto tesão, fez eu me sentir uma verdadeira puta, adorei a sensação e em pensamentos sempre aparecia minhas brincadeiras virtuais com o amigo dele.

No outro dia meu marido foi embora iria ficar novamente um tempo fora, foi a deixa para meu tesão, peguei o telefone e liguei para o outro marcando um encontro, nosso primeiro encontro real, pois não mais aguentava de tanto desejo por ele.

Ele topou na hora e foi ao meu encontro em uma cidade afastada. Marcamos em um hotel lindo e charmoso.

Quando cheguei, ele já estava à minha espera. Entrei e tomei um banho delicioso e quando saí ele me pegou pelo cabelo, me encostou na parede, eu só vi a toalha caindo e ele começou a chupar meus seios com força, me morder e me chamou de putinha gostosa, isso me arrepiava e senti minha buceta latejando e encharcada.

Ele me jogou na cama me beijando até chegar à minha buceta, chupava tão gostoso, colocava sua língua lá dentro e depois ia passando nela toda, pediu que gozasse na sua boca, e eu não resisti e fiz direitinho como ele tinha me pedido foi uma delicia.

E para agradecer comecei a chupar seu pau grosso e ele gemia incontrolavelmente e me chamava de gostosa e tesuda, subi em cima dele, me encaixei e comecei a cavalgar enquanto ele chupava meus seios, foi quando ele me disse no ouvido que ia comer meu cuzinho e eu mole de tesão não resisti, fiquei de quatro e virei o meu bumbum para ele, e em movimentos fortes senti ele penetrando tudo, foi bem fundo dentro de mim, com estocadas incríveis e batendo na minha bunda. Uma transa louca de muito tesão e safadeza. Ele dizia que eu era safada e metia fundo, dizendo que eu era gostosa e não parava de meter até que gozamos juntos.

Foi uma transa inesquecível. Tomei banho, saí me despendido com um beijo na boca e ele disse que eu fui a mulher mais gostosa que ele teve em seus braço

  • Enviado ao Te Contos por Joelma

Loucurinha no trem com um desconhecido (dezembro 2022)

 

By; Cibele

Me chamo Cibele, tenho 22 anos, acabei numa foda com estranho e adorei. Vou contar um pouco sobre mim: Cabelos castanhos, 1,70m, 62kg e faço faculdade de enfermagem. O que vou contar hoje, foi algo que aconteceu semana passada.

Uma coisa polêmica que até agora, não entendi direito como aconteceu. Eu fui visitar minha mãe, que mora em Ribeirão Pires, na grande São Paulo. Peguei o trem lotado na estação da luz. Na parada seguinte, entraram mais passageiros e estávamos comprimidos igual sardinhas em lata.

Senti alguém encostando no meu traseiro. Isso já aconteceu muitas vezes no metrô e penso que foram acidentais e inevitáveis. Só uma vez, percebi que era proposital, com o sujeito fungando na minha nuca. Quando a mão avançou para meu baixo ventre, mesmo surpresa e assustada com a abordagem agressiva, reagi dando uma cotovelada. O abusador afastou rapidinho.

Sempre que posso, pego transporte coletivo com calça branca, uniforme de enfermeira, já que trabalho numa clínica. Como era dia de folga, estava com um vestido justo e colado, o que realça cinturinha e quadril largo, sem falar no bumbum redondo e empinado. Meus pontos fortes.

Quando o trem arrancou senti que a encostada foi mais forte, me fazendo inclinar o tronco, deixando o traseiro arcado. Fiquei na dúvida se era proposital ou não. Fiquei parada, encaixada nele, já que não havia nem espaço para se mexer, de tantas pessoas no vagão.

– Desculpe!

Ouvi uma voz masculina se desculpando. Virei a cabeça e vi um homem com no máximo trinta anos, aparência distinta, paletó sem gravata. Não pareceu bonito à primeira vista. O que chamou atenção foi seu perfume, discreto e agradável. Acabei sorrindo, como dizendo

- “Não foi nada”.

Não sei porque, inexplicavelmente, senti tesão. Ele procurava manter o ventre longe, se bem que não havia como deixar de encostar seu peito nas minhas costas. Acabei empinando o traseiro, encaixando melhor a minha bunda bem no pau dele. Ele não recuou e ficamos assim, encaixados. Sua calça social facilitava meus sentidos perceberem que ele estava com o pau duro, em plena ereção.

Tomada pela libido exacerbada, cometi a loucura de rebolar lentamente.

O recado foi claro. Eu estava gostando! Ele entendeu e passou a corresponder, dando estocadas como estivesse metendo. Na hora nem pensei na insanidade de estar fazendo sacanagem pública e pior, com um total desconhecido! A buceta cada vez mais umedecida pela excitação.

Mais confiante, segurou minha cintura com uma das mãos. Na parada seguinte, enquanto pessoas desciam e mais ainda subiam, fui puxada para o canto do vagão. Naquele mar de pessoas espremidas, ele colocou a mão por baixo do vestido, passando o dedo na bocetinha, acariciando-a por cima do tecido da calcinha. Enfiou o dedo por dentro dela e com certeza, deve ter sentido no tato o quando eu estava molhada.

Na hora pensei que devia ter colocado uma calcinha fio dental, o que facilitaria ainda mais a bolinação. Como ninguém nos conhecia, parecíamos um casal de namorados, com ele “protegendo” a minha retaguarda.

O cara sabia mesmo como manipular meu clitóris. Parou um pouco e logo soube porque. Foi quando algo grosso e duro, roçou minha virilha, a ponta buscando a entrada da minha buceta. Senti um choque quando a cabeçona roçou os lábios vaginais. Seus dedos voltaram a manipular a xaninha, enquanto o pau deslizava pela minhas intimidades.

Estava gostoso demais o roçar da pele na pele. Ousado, ele tentava me penetrar e eu, louca de desejo, tentava facilitar o que era impedido pela calcinha. Se pudesse, eu a teria tirado ali mesmo. O clímax estava chegando. Acabei tendo um orgasmo forte, a ponto de sentir as pernas bambearem.

Nessa altura, me agarrei fortemente na alça de sustentação. Ele com as duas mãos nas minhas ancas, fazia seu pau inchado deslizar no meio das minhas coxas. Até que aconteceu! Uau, ele gozoou! Foram jatos e mais jatos de gala morna, enchendo tudo!

Já estávamos em Mauá e quando a porta do trem abriu, senti que ele desengatou e desceu rapidinho naquela estação. Nem consegui vê-lo direito descendo do trem. Quando saiu, só então, pude vê-lo pela janela, tentando disfarçar a barraca ainda armada.

O trem já estava mais vazio. Eu sentindo o desconforto da porra gosmenta escorrendo pelas coxas. Quando chegou em Ribeirão Pires, corri para o banheiro me limpar. Não fiquei sabendo o nome dele e nem ele, o meu, mas foi muito gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Cibele

 

Que satisfação!

 

By; Kelson

Me chamo Kelson, tenho 25 anos e isso aconteceu sábado passado. Foi o meu encontro com a Samya.

Nós já nos conhecíamos a algum tempo, mas não éramos íntimos, ao menos não como ficaríamos depois de algumas horas do nosso reencontro.

A festa foi acabando, praticamente todos foram embora e ficamos eu e ela conversando em um canto afastado da varanda. O vento frio deixava os mamilos claramente marcados embaixo da blusa branca e embora ela tentasse disfarçar não há como negar que foi esse o estopim do nosso flerte.

Toda a bebida ingerida nas horas anteriores também foram de grande ajuda quando começamos a nos aproximar entre uma história e outra. Aos poucos os toques foram ficando mais constantes e provocativos.

Resolvi então ser mais sacana e levei a conversa foi para um lado mais erótico fazendo questão de deixar ela como assunto principal. As mulheres gostam de falar sobre sexo e gostam ainda mais de se sentirem desejadas e foi isso que eu dei pra ela.

Decidimos ir embora. Eu a convenci de acompanhá-la até sua casa e nesse momento nós dois já sabíamos onde aquilo iria terminar. Ao chegarmos à porta foi a cartada final, uma aproximação após a fechadura ser aberta e o beijo finalmente deu o passe livre que precisávamos para fazer um do outro o que quiséssemos.

Na sala a luz nem precisou ser acesa, ela me puxou e me jogou no sofá, o casaco foi atirado para longe e a blusa que antes escondia os seios agora estava no tapete deixando a vista os mamilos rígidos de tesão.Quase não me beijou, foi logo tirando minha camiseta, arranhando costas e barriga. Seu olhar mostrava que ela estava decidida a ter o prazer que desejasse, sem escrúpulos e sem demagogia. Hoje ela queria tudo! Hoje ela ia dar!

Em seguida, sem rodeios, ajoelhou e se viu frente a frente com a minha cintura. Dessa vez ela queria estar ali, não queria ser a esposa que transa com o marido, queria ser tudo aquilo que por vezes teve dúvida sobre como a veriam, queria ser a puta, queria usar e principalmente queria ser usada.

Abriu o zíper da minha calça e levou-a para perto dos pés. Ainda sobre a cueca passou a mão de baixo pra cima e percorreu todo o meu pau já enrijecido e louco pra ser tocado. Sem frescura abaixou a cueca com um intenso puxão e antes mesmo que ela chegasse ao chão sua boca já começava a chupar meu pau. Foi uma chupada com tesão, entre subidas e descidas sua língua percorria toda a extensão do cacete que agora estava dentro de sua boca e brincava especialmente na cabecinha, deixando-a bem melada antes de esfregá-lo em seu rosto afim de me excitar ainda mais.

Eu então percebi suas intenções e resolvi entrar no jogo. Segurei seu rosto e comecei a conduzir seu boquete: primeiros algumas chupadas, leves balanceios, depois uma pegada mais firme e sua boca descia engolindo e umedecendo o máximo do pau que ela conseguia por na boca, algumas falas soltas a mandavam babar e chupar de olhos fechados. Já não sabíamos quem ali sentia mais tesão, eu ou ela e foi então que a fera se soltou.

Passou a chupar e punhetar ao mesmo tempo, de cabeça baixa deu aquele olhar que todas as mulheres dão quanto sem palavras provam aos homens que são elas quem mandam.

As chupadas ficaram mais intensas, os dedos apertavam a parte de baixo do pau enquanto boca, língua e saliva lustravam a parte de cima. Eu já não resistia de tesão e ela estava decidida a dar o golpe final arranhou com as unhas o máximo que alcançou do peitoral e repetindo o olhar de safadeza mandou eu gozar!

Ela se projetou para dar as últimas chupadas e quando meu corpo deu todos os sinais de que o grande momento havia chegado ela segurou com delicadeza e lambuzou o interior da boca sugando com uma ou duas chupadas. Em seguida deixou o gozo lentamente escorrer de sua boca para o resto do meu pau. 

O sorriso de satisfação era a prova de que o prazer sexual é inigualável e também de que a noite estava longe de terminar.

  • Enviado ao Te Contos por Kelson

 

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

Encontro Inesperado

 

É impossível prever certas situações, afinal nada pode se esperar de um dia que parecia ser rotineiro e é dessa maneira que começo esse conto, pois é a única maneira de explicar o quão surpreendentes foram os fatos que contarei.

Estava indo para o trabalho usando a mesma rota que sempre faço, quando um carro passou por mim, até estranhei pois era um carro que não reconhecia e passou um tanto devagar ao meu lado, de ínicio fiquei até com medo, mas ao vê a placa sinalizando que era uber um passageiro atrás, somente ignorei.

Ao chegar no trabalho verifiquei que tinha alguma chamadas de um amigo, retornei a ligação e ele foi me falando que me viu na rua descrevendo até mesmo as roupas que estava, foi quando entendi que o carro que passou por mim anteriormente foi o dele, ele me elogiou muito e foi falando que queria me ver para contar algumas coisas, faltavam alguns minutos para iniciar meu horário mas acabei recusando pois sabia que não seria somente para me ver, apesar de ter ficado curiosa em saber o que ele falaria.

Achei que ele já tinha aceitado, mas falou que iria entrar no meu trabalho e perguntar sobre mim, como todos lá conhecem meu marido, fiquei receosa dele fazer isso e não nego a minha curiosidade em saber o que ele falaria, então acabei indo o encontrar na esquina onde trabalho.

Entrei no carro e fui recebida com muitos elogios de como estava mais bonita, ele falava que o tempo que passamos sem nos vê tinha feito bem, fiquei sério só olhando enquanto ele continuava a me elogiar, me olhando com uma cara provocadora, eu tentando passar uma imagem de forte, mesmo gostando bastante, principalmente das caras safadas que ele fazia.

Chegou um momento que ficamos nos olhando e eu perguntei o que ele queria tanto falar, foi quando num movimento rápido segurou meus cabelos e me puxou, logo iniciamos um delicioso beijo e eu lembrei de como aquele safado sabia meus pontos fracos. A intensidade do beijo foi me deixando doida, pois a tempos não sentia algo assim, a vontade só aumentava, querendo mais. 

Podia perceber o quão excitado ele estava pois usava uma calça de malha fina e a medida que ele ia me beijando, mordendo meu lábios e acariciando meus seios eu via o volume crescer. Não consegui resistir e logo estava punhetando seu pau por cima da calça, apertava com vontade aquele pau que mal cabia em minha mãos, sempre tive muita curiosidade em saber se aguentaria sentar.

O fato de ter muito tempo, está dentro de um carro no meio da rua, vendo as pessoas passando sem imaginar que dentro do carro estavam duas pessoas dando vazão para ao tesão que sentiam me fez ousar, coloquei o pau dele para fora da calça e comecei a chupar com muita vontade, mal cabia em minha boca, mas me esforçava pra deixar tudo bem molhado, o safado se contorcia no banco do carro gemendo, enquanto falava o quanto estava com saudade da minha boca, do quanto estava doido para me foder. 

Estava ajoelhada no banco de passageiro enquanto o chupava dando uma visão maravilhosa da minha bunda toda empinada, que ele soube aproveitar para dar uns bons tapas e apertos, enquanto ia segurando meu cabelo e dando uns puxões, o safado sabe como de deixar excitada, porém nosso tempo tinha acabado, rapidamente me sentei e já fui abrindo a porta do carro, praticamente sai corrida, pois sabia que se ficasse mais um tempo ali acabaria me atrasando pro trabalho e sentindo se aguentaria ou não aquele pau.

Se algum dia vou matar minha curiosidade ainda não sei, mas esse inesperado foi muito gostoso.

  • Enviado ao Te Contos

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...