quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Meus pais saíram e eu aproveitei para transar muito com o meu namorado (07-01-2023)

 

By; Raquel

Meu nome é Raquel, eu tenho 18 anos, 1.65 de altura, peitos médios naturais bem gostosos, bunda empinadinha, buceta lisinha sempre cheirosinha e gostosa e digamos que adoro fazer um bom sexo com meu namorado.

Quero contar sobre uma de nossas transas gostosas, aconteceu sábado a noite quando meu namorado chegou em minha casa, meus pais tinham saído para uma festa e eu teria todo o tempo com meu safado sozinha em casa.

Quando meu namorado chegou eu usava apenas um pijama com uma blusinha bem soltinha que deixavam meus peitos bem a vontade. Eu usava ainda uma bermudinha gostosa de se usar, enfim eu estava bem a vontade e completamente safada doida pra dar uma metida gostosa.

Quando ele entrou em casa já demos um delicioso beijo que me deixou com a buceta molhada de tesão. Eu estava disposta a não perder tempo e já fui logo tirando a calça do safado o deixando pelado todo pra mim. No mesmo momento eu já cai de boca fazendo um boquete gostoso do jeito que eu sei que ele adora. Passei a língua em volta da cabecinha do cacete dele e fui o chupando gostoso. Eu mamei com tesão, passava a língua das bolas até a cabeça do cacete. Eu chupava e o olhava com cara de safada pois sei que ele adora, e ele se contorcia todo com meu boquete babadinho e gostoso engolindo todo seu cacete grosso e duro.

Depois de mamar tudo eu o coloquei sentado no sofá e sentei gostoso no caralho. Senti quando seu cacete foi invadindo aos poucos minha buceta lambuzada de tesão. Logo passei a galopar gostoso castigando o safado que apertava meus peitos e metia com tesão em mim.

Não demorou muito e logo me empinei toda de quatro oferecendo minha bunda para que o safado me fodesse gostoso. Ele meteu bem gostoso na minha bucetinha e logo me fez gemer gostosinho de tesão. Suas bombadas fortes eram perfeitas e ainda mais quando ele me dava tapas na bunda e puxava meus cabelos.

Eu me sentia como uma puta, aquele pau duro sendo metido em minha bucetinha me levava a loucura. Quando ele me colocou na posição papai mamãe eu senti seu cacete socando no fundo dentro de mim. Eram metidas gostosas que me deixavam maluca de tesão, eu não poderia querer mais nada a não ser curtir cheia de tesão.

Depois de me comer gostoso em várias posições ele falou que iria gozar. Não pensei duas vezes e lá estava eu de joelhos esperando por sua porra quente. Foi quando levei várias gozadas na cara ficando com rostinho coberto de porra quente do jeito que eu tanto adoro.

Passamos o tempo todo fodendo, quando terminamos tive que jogar bom ar pela casa para disfarçar o cheiro de sexo que tava pela sala.

  • Enviado ao Te Contos por Raquel

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Minha vizinha e eu passamos a transar quando o marido viaja

 

By; Anderson

Meu nome é Anderson e irei compartilhar com todos vocês como foi minha transa com minha vizinha casada. Moro em um residencial horizontal e minha vizinha é uma mulher casada deliciosa que sempre é bem calada e muito na dela. Eu sabia que seu esposo viajava bastante e estava em casa nos finais de semanas e alguns deles nem estava.

Era então uma sexta-feira a noite por volta das 19:00 horas quando bate na minha. Para minha surpresa era minha vizinha me pedindo ajuda com gás. Eu fui até sua casa, ajudei e foi quando ela me perguntou se queria jantar com ela. Ela havia preparado um frango a espera do esposo que ligou falando que só viria no domingo ao invés da sexta.

Eu perguntei se por ventura se seu esposo chegasse se não ficaria um clima ruim ou se ele poderia entender as coisas de forma errada. Ela então me disse que não, que o esposo sempre fazia isso e que não teria motivos para ele achar ruim pois segundo ela o cara nem ligava muito pra ela. Eu então decide aceitar o convite e durante o jantar conversamos bastante e foi quando ela disse que se sentia muito sozinha e estava até mesmo passando por um momento difícil pois sentia que o marido não a desejava mais. Quase todo final de semana ela se arrumava e se preparava para recebe-lo e quase sempre ele a deixava na mão.

Acho que foi o vinho que estávamos tomando que fez com que ela se soltasse e se abrisse comigo. Confesso que fiquei com pena e ao mesmo tempo desejei aquela mulher. Eu então tentei consola-la e disse para que ela não ficasse assim, que ela era uma mulher muito bonita e que ela não podia ficar triste por isso.

Foi quando me aproximei e a abracei. Nesse momento senti seu perfume doce e delicioso. Senti também que ela me apertou um pouco mais e nesse momento fiquei de pau duro e não consegui esconder minha ereção. Notei que ela percebeu que eu estava com pau duro e me apertou sentindo meu caralho latejando de tesão em seu corpo.

Minha amiga casada então naquele momento ficou completamente entregue a mim. Em um movimento apenas ela abriu minha calça e foi logo abocanhando meu cacete que já pulsava de tesão por ela. Eu não disse uma palavra, apenas me deixei levar e curti aquele momento. Sua boca macia e quente ia engolindo meu cacete com muito carinho e tesão. A safada chupava, lambia, passava a língua em todo meu caralho e me olhava com cara de puta casada gostosa. Não demorou e a coloquei de quatro com sua bunda empinada o que me dava uma visão deliciosa daquela bunda gostosa que a safada tinha.

Peguei uma camisinha na carteira, coloquei no caralho e pincelei minha rola na portinha da buceta melada de tesão da safada. Fui então empurrando devagar o cacete em sua buceta quente e molhadinha o que a fez gemer gostoso de tesão.

Seus suspiros e gemidos foram aumentando e quando dei por mim estava metendo com força naquela bunda gostosa. Eu socava gostoso, dava tapas no rabo dela e puxava levemente seus cabelos. Os gemidos de tesão da gostosa foram aumentando e isso mostrou como a safada é mesmo perfeita e sacana de verdade. Logo me sentei e coloquei a vadia para sentar e cavalgar com tesão em meu caralho que era atolado com força em sua bucetinha perfeita. Eu metia forte enquanto apertava seus peitos gostosos e escutava seus gemidos gostosos de prazer enquanto a penetrava com tesão.

Não demorou muito e foi quando a vadia falou que iria gozar. Eu então aproveitei o momento e acabamos os dois gozando juntos em um delicioso sexo quente na cama.

Caímos pelados na cama e ficamos curtindo aquele momento. Naquela noite transamos mais uma vez no chuveiro. Quando cheguei em casa recebi uma mensagem dela no zap onde ela dizia que tinha adorado tudo aquilo. Depois daquela noite estamos sempre nos encontrando quando seu marido esta viajando.

  • Enviado ao Te Contos por Anderson

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Viagem da gozada (Julho-2022)

 

By; Monica

Ola eu me chamo Monica, tenho 28 anos, 1,68 m de altura e 59kg. Morena, olhos amendoados, cabelos no meio das costas clareados, rosto ovalado e lábios carnudos. Pernas, barriga e bumbum modelados à custa de muita malhação. Ano passado coloquei 220 ml de silicone nos peitos o que me deixou bem gostosa.

Sou casada há 4 anos, com um colega de classe da faculdade. Sempre tivemos um relacionamento aberto. Gostamos das mesmas coisas e procuramos o prazer sem limites. Vamos à casas de swing, nos divertimos com os fetiches de cada um. Temos um arsenal de acessórios para nos propiciar sensações extremas.

Temos uns amigos e sempre que podemos vamos visitá-los. Naquela semana nos cadastramos num destes sites de carona, já com segundas intenções. Combinamos que deveria ser uma viagem bem diferente e que eu também seria carona. Escolhemos três rapazes de acordo com o perfil constante no aplicativo. Pegamos o primeiro garoto na estação do metrô. Ele era corpulento, aproveitei e pulei para trás.

– Assim fica mais confortável. Disse eu.

Era noite de julho, fazia muito frio e garoava. O carro estava com problemas no ar condicionado e o vidro embaçava atrapalhando a visão. O jeito era deixar o vidro da janela um pouco aberto para ajudar e com isso o frio só aumentava. Pegamos os outros dois garotos no local combinado e caminhamos em direção ao nosso destino.

O garoto que sentou ao meu lado direito era sarado, moreno, com cabelo raspado e um brinco na orelha esquerda. Vestia calça jeans, tênis, camiseta branca e uma jaqueta de brim. O rapaz à minha esquerda, tinha cabelo comprido liso, calça jeans rasgada, botinha, camiseta polo e uma jaqueta de couro. Ambos foram gentis, cumprimentaram ao entrar no carro e seguimos viagem.

O trânsito estava pesado, paramos no primeiro posto de gasolina para abastecer. Meu marido cobrou o valor combinado pela carona e enquanto abastecia eu pedi licença para ir ao banheiro. Eu estava usando um vestido de couro curto, camisa branca, meia calça preta, jaqueta e botas de couro. Tirei a meia calça, a calcinha, o sutiã e guardei tudo na bolsa. Soltei o cabelo, abri o primeiro botão da camisa e voltei para o carro. A primeira rajada de vento e garoa me deixou toda arrepiada. Os bicos do meus peitos pareciam querer furar minha camisa. Deixei minha bolsa no porta-malas e peguei uma manta.

Sentamos todos e partimos, ofereci partilhar a manta entre o três no banco trazeiro o que foi prontamente aceito. Pude perceber a mão fria dos garotos roçando minhas coxas ao pegar a ponta da coberta. Puxei a manta até o pescoço e começamos a viagem. Conversávamos, cada um contava um pouco sobre sua vida e os motivos que nos levavam até aquela cidade.

Fomos parados numa blitz da Polícia Rodoviária. O policial pediu os documentos de todo mundo, perguntou para onde íamos e o porquê. Minha bolsa estava no porta-malas. O garoto da direita começava a descer do carro para eu passar.

– Não precisa, obrigado.

Passei por cima dele, não sem antes deixar raspar minha bunda na sua mão. Mostrei o RG ao policial. Entrei pelo outro lado do carro, passei por cima do outro carona, minha perna enroscou e eu cai no colo do cara, senti a mão gelada dele na minha Buceta, pedi desculpas e sentei no meio deles. Eu tinha feito depilação radical naquela semana. Meu marido me deu uma olhada pelo retrovisor.

Meu marido e o carona da frente começaram a conversar. Nós três, aqui no banco traseiro, comentávamos sobre o frio.

– Minha mão está gelada, reclamei.

Peguei na mão deles para provar. Eles começaram a esfregar minhas mãos para aquecê-la.

– A de vocês também está um gelo.

Coloquei as mãos deles sob minhas coxas para esquentar. Puxamos a manta mais uma vez. Coloquei minhas mãos entre as coxas deles. Eles apertavam as pernas para ajudar no aquecimento já que não podíamos fechar completamente os vidros das janelas.

O garoto da direita virou a palma da mão para cima e começou a acariciar minha coxa. Eu fechei os olhos e comecei a arfar. O outro, percebendo a situação, enfiou a mão por debaixo da manta e pegou no meu peito. O clima começou a esquentar. Puxei minha saia até a barriga. Sentei um pouco mais para a frente. Peguei a mão esquerda do garoto à minha direita, coloquei entre as minhas coxas e puxei até encostar na minha buceta. Peguei a mão do garoto à minha esquerda. Enfiei o dedo médio dele na minha boca, lambuzando-o. Coloquei a mão dele em baixo da minha bunda e levantei um pouco a perna me oferecendo. Eles entenderam rápido e me penetraram ao mesmo tempo. Segurei o gemido que teimava em sair.

O da direita começou a movimentar mais rápido. Segurei sua mão indicando a velocidade que mais me agradava. O da esquerda estava me incomodando um pouco. Tirei a mão dele debaixo de mim, peguei um tubo de KY que sempre levo na bolsa, espremi uma generosa dose de lubrificante no dedo do meio dele, espalhei por todo o dedo e o devolvi ao meu cuzinho ansioso por uma dedada. Ambos entenderam a situação e foram se excitando e me bolinando

Arrumei a manta e abri a calça dos dois. Puxei para fora o pênis de cada um, duros como pedra. Comecei a masturbá-los lentamente, eu ditava a velocidade, afinal eu estava no controle. Eles encostavam na minha orelha, mordiscavam, um pedia para eu chupar seu pau e o outro falava que queria fuder meu cu, eu não aguentava mais, estava toda melada, escorria pelas minhas pernas. O pau deles pulsavam na minha mão. Insistiam para eu chupar a pica deles, mas não dava ia ser muita bandeira. O pessoal da frente não tinha percebido nada até então, exceto meu marido que ficava rindo pelo retrovisor.

Ficamos assim por mais de meia hora, a vontade era de ser penetrada de foder de verdade. O garoto da esquerda já estava com dois dedos enterrados no meu cu e o da direita com três dedos na minha buceta, eu me movimentava para trás e para frente freneticamente. A coisa foi indo, indo e não resistimos. Explodimos numa gozada intensa, todos gozamos ao mesmo tempo já não importava quem escutava. Meu marido e o carona da frente viraram ao mesmo tempo com o triplo gemido. Limpei minha mão e o pau de cada um na manta de tantas utilidades.

Foi uma viagem bem gostosa !

  • Enviado ao Te Contos por Monica

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Aconteceu, não se evita o inevitável (lesb) (juntas desde Agosto de 2022)

 

By; Thiele

Oi, sou de São Paulo, sou de uma família conhecida daqui.

Eu tenho 25 anos, e vou fazer um relato sobre mim. Há 2 anos atrás minha vida mudou, exatamente quando não podia mudar, momento importuno, mas que aconteceu e esta ate hoje sendo maravilhoso, mesmo com os contras que vinheram.

Há 2 anos atrás meu noivo, Jeferson e eu estávamos em uma correria a respeito da nossa festa de casamento, eram tantos os pequenos detalhes que não podiamos deixar passar despercebidos, que o nosso tempo juntos tinha ficado cada vez mais escasso conforme se aproximava a data.

Por exemplo, nossa agenda estava lotada, há menos de uma semana para a data, ainda tínhamos muitas situações para resolver. Ele tinha prova do terno e de uma reunião com a cerimonialista e coisas do seu trabalho, eu iria provar o meu vestido e visitar o espaço que escolhemos para ver de fato se estava tudo dentro do que decidimos.

Eu não dirijo, e minha cunhada dirigi, e foi ela, a Natália, que me acompanhou para que eu consiga dar conta de tudo. Nós sempre nos demos muito bem, sou muito querida pela família, Jeferson foi meu único namorado, sendo assim, minha cunhada me conhece há anos e nos últimos tempos nós temos nos aproximado.

Ela estava solteira na época, tinha terminado o namoro com um jogador de futebol, e desde que marcamos o casamento ela se fez mais presente, nos ajudando de uma forma ou outra sempre que pode. Jeferson sempre brincou dizendo que a sua irmã tinha um interesse escondido por mim, mas eu nunca percebi absolutamente nada e isso sempre soou como uma fantasia da imaginação dele.

Combinei com Natália que me pegasse no fim do meu expediente, armava muita chuva e eu estava me apressando para que nada pudesse dar errado. Minha cunhada é linda, tem olhos azuis, sua pele muito branca das bochechas rosadas, seu cabelo longo, liso e acobreado, várias sardas enfeita seu rosto, ela é realmente encantadora. Esperei por ela na portaria do prédio onde eu trabalhava e em menos de cinco minutos seu carro chegou. O céu estava escuro, ventava muito e era nítido que uma tempestade iria despencar a qualquer momento.

Natália estava linda, usava um vestido justo, realçando seu corpo escultural, para piorar ela estava sem sutiã, deixando o bico dos peitinhos marcado. Por incrível que pareça, fiquei molhadinha vendo ela vestida desse jeito. 

Por baixo daquele óculos escuro estavam aqueles lindos e hipnotizantes olhos da cor do mar, pela primeira vez eu admirava minha cunhada de uma forma como nunca antes havia acontecido. De tanto Jeferson brincar de que ela tinha uma queda por mim, acabei dando mais atenção aos detalhes e percebi meu envolvimento. Entrei no carro, passei o cinto e lhe beijei o rosto. Natália segurou a minha coxa e sorriu com o canto da boca. Eu senti meu sangue sendo bombeado de uma forma mais intensa, meu coração acelerando e a minha buceta ficando molhada.

Chegando na loja de vestidos de noiva eu pedi para que ela me ajudasse na prova. Ela me ajudou a vestir a meia calça, a anágua, se ajoelhou para calçar os meus sapatos, desabotoou o sutiã que eu usava. Quando senti aquela mão delicada encostando nas minhas costas, pude sentir meu corpo arrepiando, ela percebeu e gargalhou. Acabei ficando sem graça, pois ela percebeu que eu estava ficando excitada. Enquanto o tecido bordado caía sobre o meu corpo, era possível sentir sua respiração bem próxima ao meu pescoço.

Não resisti, em um ímpeto de prazer acabei virando e beijando aquela boca carnuda e rosada. Rapidamente eu a soltei e me afastei, eu estava completamente fora de mim e quando fui me desculpar, acabei sendo surpreendida por um puxão de cabelo e um beijo ardente. Nossas línguas exalavam o tesão em comum, era um beijo diferente de todos os outros, molhado, selvagem, enlouquecedor. Ela era a primeira pessoa a me ver vestida de noiva e também a única pessoa que havia me tocado sem ser o Jeferson. Minha vontade era de arrancar toda sua roupa e a deixar completamente nua na minha frente, mas era impossível, não tínhamos tempo para isso. Acabei encostando ela sobre uma das paredes de madeira do provador, abaixei uma das alças do seu vestido e meti. Boca em seu peito. Minha língua circulava o bico do seu peito, o deixando duro e molhado.

De repente uma das atendentes bateu na porta para conferir se estava realmente tudo bem. Automaticamente eu acabei respondendo que sim, abri a porta e pedi a mulher que me ajuda -se a retirar o vestido, que os ajustes tinham ficado perfeitos. 

Saímos da loja em silêncio, ambas ficamos atordoadas com a situação. Neste caso havia uma dupla infidelidade, tanto a minha como noiva quanto a de Natália por ser irmã. Daquele dia em diante eu não consegui esquecer, ela se distanciou, já não brincava comigo como antes, mal olhava na minha cara. Na minha cabeça aquilo teria sido a minha despedida de solteira, um momento fugaz e só. Mas aquele peito perfeito, sua cintura e bunda, não saiam dos meus pensamentos.

No dia do casamento acabei chegando bem cedo para receber os doces e o bolo, a nossa recepção seria intimista, apenas para os convidados mais íntimos e as nossas famílias.

Ate que Natália adentrou o espaço da festa e se veio ate mim, nossos olhos não se desgrudavam, meu corpo queimava, enquanto meus membros tremiam com toda a situação, aquele insano desejo percorria o meu peito e eu sentia o seu chamado íntimo. Minha cunhada me puxou pelos cabelos, levantou a minha blusa, seus lábios sugavam o meu peito como se ela estivesse com fome, sentei na mesa onde estava o bolo, abri minhas pernas que logo foram tocadas por seus dedos. Aqueles dedos esfregando sobre o meu clitóris me faziam segurar o orgasmo com um grito abafado de tesão.

Em meio ao calor do momento, ela se agachou e começou a lamber a minha buceta enquanto sua boca deixava escapar um doce gemido. Antes que alguém pudesse entrar naquele espaço, me deitei em cima da mesa, levantei as pernas e ela enfiou três dedos dentro de mim. Meu peito ainda exposto era mamado de uma forma intensa. Comecei a tremer, senti minhas pernas bambearem e em um misto de emoções, acabei gozando.

Minha vontade era de cancelar o casamento e me entregar a paixão por Natália. Estar com o seu irmão já não fazia sentido, mas ele não merecia passar por isso e decidimos que seríamos amantes.

Algumas horas depois Jeferson e Eu nos casamos, juramos amor eterno, mas meu coração já tinha dona e era da minha cunhada.

2 anos se passaram, minha cunhada e eu em um caso super quente, a ponto de esquecer quem estivesse em volta, esquecer lugar e tudo, ate sermos pegas transando em um domingo na casa dos meus sogros, praticamente fomos esculachadas da casa, nossas famílias não queria nos ver nesse planeta.

Jeferson e eu nos separamos, e acabei vindo morar com a Natalia aqui em Curitiba.

Amamos ler os contos aqui do tecontos, e sempre falamos em compartilhar nossa historia aqui, espero que gostem.

  • Enviado ao Te Contos por Thiele & Natalia

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...