quinta-feira, 6 de abril de 2023

Trai meu marido em casa no carnaval enquanto ele dormir (fev-2023)

 

By; Penelope

Oi Te Contos me chamo Penelope, sou casada, sou de São Paulo, tenho 29 anos, acompanho já a 2 anos o vocês e sempre quis contar alguma coisa minha para que lessem, e escolhi o que me aconteceu nesse carnaval de 2023.

Na sexta-feira que precedeu o Carnaval, meu cunhado (irmão de meu marido) e mulher vieram à nossa casa, para assistirmos pela TV os primeiros desfiles das escolas de samba de São Paulo.

Chegaram por volta de oito horas da noite, trazendo, como já combinado, bebidas e carne. A gente ia “queimar uma carne” e beber. Assim que chegaram, começou um “esquenta”.  E como “esquentou”!

Meu marido, uma hora antes, já tinha providenciado acender a churrasqueira e dispor um balde com gelo. Ele já tinha passado no supermercado, tendo trazido algumas cervejas, refrigerante e algumas vodkas e ia ser um prato cheio, estávamos planejando fazer algumas caipirinhas.

Porém, eu não sabia que minha cunhada tinha convidado: um de seus irmãos e a respectiva esposa. Eles chegaram por volta de dez horas e, para minha surpresa, sem os filhos: era uma noite só de adultos.

Como estava calor, resolvemos ligar uma TV no espaço de fora da casa, próximo à churrasqueira, perto da piscina. Já tínhamos “engatado a segunda” no churrasco e na bebida! Os irmãos, muito “alegres”, fantasiados de mulher, davam o tom da reunião – um carnaval para poucos.

Minha cunhada e eu pusemos biquíni, do estilo cortininha, com shortinho, ambos brancos. Antes de mais nada, preciso falar a respeito do Alberto, ou Bertinho, irmão de minha cunhada, e da Cíntia, sua mulher. Ambos de estatura mediana, morenos de sol, olhos – ele castanhos, ela verdes. Minha cunhada é bonita, mas, ele… lindaço! Gatão mesmo!

Como não bebo, fui testemunha de que meu marido, o irmão, sua mulher e a Cíntia estavam afundando o pé na jaca no que se refere a bebidas… Por volta de meia-noite, já estavam meio embriagados.

Como estavam dançando, a movimentação física estava dando conta de eliminar parte do álcool ingerido. Mesmo assim, eu sabia que, no decorrer da noite, chegariam a um ponto em que, ou perderiam o controle sobre si mesmos, ou “apagariam”.

A Cíntia foi a primeira que perdeu o controle. Me pediu um biquíni – falou-me no ouvido:

- bem cavado! Porque queria despertar ciúme no maridão.

Como é possuidora de um bumbum avantajado, com o biquíni do tipo cavadão, proporcionou a todos nós um vislumbre do que seria nua. Um corpo sensual e provocante demais.

Ele, que bebeu pouco, dançou muito com ela, especialmente depois que a mesma passou a trajar um de meus biquínis; entraram na piscina várias vezes para “acalmar” a bebedeira dela e, provavelmente, seu tesão. Percebia, de longe, que, dentro da piscina, eles se “pegavam”. Numa dessas saídas, ele chegou perto da churrasqueira com o pau duro.

Os homens perceberam e começaram a zoar com ele, dizendo que precisava de cachaça pra levantar o pau, de Viagra. E a esposa? Ela não se fazia de constrangida e ia pra cima dele. Ele, um tanto contido, e nada embriagado, “fugia” da fúria uterina dela.

Mas … como a ingestão de álcool não cessava, ela “apagou” primeiro. Por volta de uma e meia da madrugada, precisaram levá-la amparada para o dormitório em que passariam a noite.

Ele voltou para onde estávamos para continuar com a zoeira. Todos continuavam bebendo e comendo, dançando e cantando músicas de outros carnavais.

Meu marido, que não parava de beber, mas que sabe se controlar, de vez em quando vinha me beijar e falar besteiras no meu ouvido. Queria me ver nua assim que chegássemos ao quarto quando a reunião chegasse ao fim. Essas atitudes dele não me empolgavam porque eu sabia que, ao ir pro dormitório, ele também “apagaria”. Então, nem adiantaria eu ficar com a libido ligada.

O relógio pontuava três horas do sábado quando, exaustos, meu marido e o irmão resolveram encerrar o churrasco e tratar de, após outro banho de piscina, coroar a noite com uma saideira de uísque com gelo.

Deixei as coisas caminharem com naturalidade – todos (os que estavam despertos) passaram a procurar seus aposentos. Meu marido foi o último a deixar o ambiente em que passamos a noite. Percebi que o gás dele estava por um fio.

Assim, sabia que era questão de tempo ele cair na cama e desmaiar. Permaneci na cozinha arrumando os utensílios porque não queria acordar com louça para lavar, né?

Quando fui ao nosso quarto ver como estava meu marido, me deparei com a cena esperada: ele dormindo profundamente e roncando! Não haviam ruídos de outros preparando-se para o sono. Supus que todos já estavam em seus respectivos dormitórios, ou dormindo, ou quietos para pegar no sono.

Voltei para a cozinha para dar conta daquilo a que estava me propondo: lavar tudo e arrumar a mesa de café da próxima manhã. Tive o cuidado de fechar a porta que dava acesso à ala de dormitórios para que possíveis ruídos de panelas, louças e copos não perturbassem quem já havia deitado.

Por volta de três e meia… um susto! E um tremor íntimo: o Bertinho entra na cozinha…

Ai, Jesus! – assustada, disse-lhe: – Ai! Que susto! Achei que você já estivesse dormindo!

Ele, com a maior cara de safado do mundo, respondeu: – Como iria dormir se meu dia ainda não terminou?!

Acho que fiz a maior cara de interrogação!

– Bom! Se está acordado, não terminou mesmo! – disse-lhe, já trêmula porque, imediatamente, conjecturei que ele viria me assediar.

Embora tivesse convicção de que meu marido, a mulher de Bertinho e outros não voltariam à cozinha, o medo de que alguém nos encontrasse a sós, àquela hora, longe de nossas camas era para mim amedrontador.

Ele foi se aproximando e pousou as mãos sobre meus ombros. De frente, firmemente, olhou nos meus olhos e me disse:

– Como ir dormir sem beijar você?! Quase desmaiei!

Tentei me desvencilhar de suas mãos e braços, mas era tarde. Ele juntou-me ao seu tórax e me beijou. Num abraço apertado, quase engole minha boca!

Fazia tempo que não era beijada como naquele instante… Meu marido, nem de longe, saberia me fazer entrar num transe sexual como o que o Bertinho me proporcionou! Fiquei molhada na hora!

Ao mesmo tempo que me segurava pela cintura, apertava vigorosamente minha bunda. Me entreguei quando ele, enlaçado em meu corpo com a mão esquerda, tocou meus seios com a direita (meu ponto fraco são meus seios).

Segurando-me pela cintura, foi me empurrando em direção à porta da cozinha para o corredor e passou a chave … Se alguém aparecesse, não teria acesso ao lugar onde estávamos.

Daí em diante, virei Eva num paraíso que eu tinha como cozinha… Parti, então, pra cima dele como uma loba no cio… Me ajoelhei sobre o piso e baixei violentamente a bermuda e a sunga dele … caindo de boca naquele mastro enorme e duro!  Ele delirou!

Mamei com voluptuosidade, lambi seu saco, sua virilha, suas coxas, voltei a mamar-lhe o cacetão – por volta de 20cm! Grosso, rijo, melado…

Pediu-me que parasse… caso contrário gozaria imediatamente. Ainda que estivesse possuída por um desejo sexual intenso, controlei-me e fiquei em pé, junto dele, colada mesmo, para beijá-lo com todas as minhas forças (que eram muitas desde que me dispus a ceder ao assédio de que era “vítima”).

Ele propôs tirarmos o que havia sobre a mesa e sobre ela deitarmos. Foi tirando o meu shortinho, meu biquíni enquanto eu o despia. Que corpo surgiu aos meus olhos!

Bunda durinha, alguns pelos no peito, pelos pubianos aparados. E um pinto… um pênis… uma jiboia… uma sucuri… uma anaconda que multiplicou por mil meu tesão! Caí de boca novamente naquele mastro! Suguei, lambi, suguei, lambi … ele pedia por favor para que eu parasse.

Cedi e pedi para que ele passasse a ser o ativo da transa.  Ele começou pela minha boca, beijando-me intensamente e, com o furor de um bisão, desceu aos meus seios … enlouqueci! Quase arrancou os bicos! Mamava, chupava, mordia, voltava a mamar!

Virou-me de bruços e, a partir da minha nuca, foi lambendo e chupando pescoço, costas, nádegas, coxas, pernas, voltou a percorrer o caminho de volta até minha bunda e nela, deteve-se! Ora lambia, ora mordia, ora dava palmadas, ora sei lá!

Perdi o controle e a noção do que estava acontecendo tais eram as sensações que passei a sentir a partir do momento em que ele passou a linguar meu botão cor de rosa. Em sete anos de casada, nunca meu marido tinha me proporcionado prazer igual, tão intenso!

Com a ponta da língua endurecida, penetrava meu cuzinho virgem… lambia, enfiava a língua, mordia as nádegas, voltava a linguar, lambia … Que loucura!

Virou-me de costas sobre a mesa e atacou minha xana com a voracidade de um leão que tem o domínio sobre sua presa.

Aquela mesma língua – quente! – que penetrou-me por trás, agora sorvia todo o mel que foi produzido por orgasmos múltiplos e contínuos. Meu clitóris estava tão endurecido que doía! Um misto de dor e prazer, muito mais prazer que dor.

Com ele por cima de mim, pude, então, sentir a rigidez de seu cacete que já pincelava minha gruta. Sabia que estava por segundos ser penetrada na minha mais esperada sensação – gozar com o pau dele dentro de meu canal vaginal.

E não deu outra! Aquela piroca deliciosa tocou o fundo do meu útero, o que me proporcionou o mais longo e prazeroso gozo! Desde que seu pênis entrou em mim, não parei mais de ter orgasmos – contínuos, intensos. Estive à beira de desmaiar. Ele, ao mesmo tempo, desabou seu corpo sobre o meu, exausto, mole, exaurido.

Quando voltamos a nos dar conta do que ocorria à nossa volta, nos deparamos com o dia que começava a clarear… eram pouco mais de cinco horas da manhã. Tinha sido uma maratona de sexo intenso.

Pé ante pé, para que ninguém nos percebesse, cada um foi para um dos banheiros a fim de tomar o derradeiro banho da sexta-feira gorda de Carnaval …

  • Enviado ao Te Contos por Penelope

Uma trepada de apaixonar (2022)

 

By; Priscila

Olaa todos do teContos, o que contarei agora aconteceu em meados de 2022.

Depois que me separei dos pais dos meus filhos eu fiquei sozinha no apartamento de sempre. Minha mãe sempre adorou ficar com meus filhos durante o dia, o que me ajudou a ter mais paz, a estudar e a resolver algumas coisas do dia a dia.

Lá pras sete da noite, eu passava na minha mãe, e trazia meus filhos pra casa. De segunda a sexta, minha rotina sempre foi exatamente essa, mesmo tendo apenas, 23 aninhos.

Nos fins de semana, como eu já disse que minha mãe adora ficar com os netinhos dela, sempre tenho um tempinho pra sair à noite com as amigas e o destino principal, é o baile da comunidade onde eu moro. Todo sábado, estamos la, firmes e fortes !

Bom, depois que terminei com o pai dos meus filhos, confesso que me tornei uma pretinha bem mais assanhadinha do que eu já era. Ainda mais que eu tinha voltado a malhar, tinha voltado a usar meus shortinhos super curtos, meus tops bem decotados, deixando uma boa parte dos meus peitões à mostra e isso, sempre chamou muito a atenção dos novinhos e dos marmanjos também, além das minhas coxas grossas e do meu bumbum grande.

Preta peituda, preta bunduda, preta danada, preta delícia, eram alguns dos apelidos que minhas amigas me deram. Os homens ficavam meio assim, sem graça, pra me chamarem assim, mas eu confesso que gostava quando os mais saidinhos passavam do meu lado e arriscavam um “Oi, preta danada”. Eu dava um sorrisinho, ajeitava o cabelo e seguia em frente.

Mas tinha um, que me intrigava…Ele me olhava sempre que me via, e não olhava pouco não ! Parecia querer me devorar com os olhos, de cima a baixo, mas não trocava uma palavra se quer, talvez por ser novo na vizinhança.

Disfarçadamente, óbvio né, eu também o devorava com os olhos, pois era um preto delicioso ! Cabeça raspada, aquela barba bem feita, cara de homem mandão, corpo malhado…Ohhh papai !! Dava um frio na barriga toda vez que eu passava por ele, mas ele continuava mudo, sem dar um oi, até que um dia, eu chegando da escola, avistei-o entrando em seu apartamento, que fica um andar abaixo do meu…

– Boa tarde, novo vizinho…

Ele olhou pra trás pra ver quem era, e novamente me devorou com os olhos, de cima a baixo. Meu coração disparava, aquele frio na barriga, continuei andando devagar, fingindo que olhava algo o celular e nada dele falar, mas quando eu estava subindo a escada pro meu andar…

– Boa tarde, preta danada !

Meu corpo estremeceu ! Aquela voz firme, de homem e ainda por cima, chamando por um dos meus apelidos !!

– EEeeii, como assim, sabe meu apelido ? – Perguntei voltando ao corredor pra poder avistá-lo.

– Sei de todos eles…Ouço suas amigas chamarem você e confesso que concordo com todos eles.

A pretinha aqui, ficou super sem graça ! Não esperava isso dele…Nunca falou comigo, mas foi super direto e eu amo esses homens com essas atitudes, sem medo de mulher…

– Prazer, meu nome é Paulo…E o seu ?

Paulo olhava bem nos meus olhos e eu saí de órbita por um instante…

– Ééé…Oi ?? Ah sim, meu nome…Meu nome é Priscila, mas pode me chamar de Pri, se quiser…

– Eu te conheço como Preta Delícia, e vai ser assim que vou te chamar. Agora, eu preciso entrar…Tenho coisas a fazer…A gente se esbarra depois…

Uau ! Nossa ! Eu não sabia nem o que responder, mas sabia que minha calcinha estava toda molhada ! Só consegui responder:

– Com certeza…Até mais…

E subi, quase tropeçando nos degraus de tão bamba que estavam minhas pernas. Um calor foi tomando conta por dentro de mim e eu entrei em casa desesperada ! Tranquei a porta, liguei o ventilador e me deitei pelada, na frente dele. Se a minha calcinha estava molhada, a minha buceta estava inundada ! A vontade que eu tinha naquele exato momento, era de descer pelada mesmo, entrar naquele apartamento e fazer aquele preto delicioso me comer a força. Talvez, se fosse de noite, eu teria coragem de bater na porta dele pelada…

Bom, ânimos acalmados, pepequinha seca, porém quente ainda, mas eu me lembrei que tinha que ir ao mercado…Almocei rapidinho, tomei um banho e fui. Passei pela porta do apartamento dele bem devagar, pra ver se dava uma sorte de encontrar com ele de novo, mas não foi dessa vez. Então, desci direto…

Comprei tudo o que tinha que comprar e voltei com algumas bolsas, mas eu já estava acostumada a carregá-las e chegando na portaria do meu prédio, encontrei uma amiga minha. Parei alguns minutos pra falar com ela e de repente, eu vi o Paulão vindo da rua, pra entrar no prédio. Não consegui mais me concentrar na conversa…Camiseta apertada, bermuda…Que peitoral ! Que pernas !

– Boa tarde…Estarão na porta do seu apartamento…

Sem falar mais nada, ele pegou as bolsas e subiu com elas…Além de gostoso, super cavalheiro…Eu estava louca por ele ! Era só ouvir aquela voz, que o tesão me devorava, minha buceta logo molhava minha calcinha toda…

– Amiiiiga, quem é ??????

– Paulo…Vizinho novo…Ahh que preto gostoso !

– Nossa…Delícia mesmo ! Vai dar ou já deu ?

– Vou dar, amiga…Nem que seja a força…Deixa eu subir, pra ver se eu o vejo de novo…

Subi correndo as escadas e pra minha surpresa, ele estava na minha porta, esperando eu subir…

– Não precisava esperar…Podia só ter deixado aqui…Mas de qualquer forma, obrigada..

– Não tô aqui pra ficar ouvindo você me dizer o que eu tenho que fazer…Eu faço o que eu quiser…

Nossa ! Curto e grosso, mas estranhamente, eu não sentia raiva, muito pelo contrário…O tesão só aumentava ! Abri a porta e ele fez questão de levar as bolsas até a cozinha, e mais…Foi abrindo o armário e guardando as compras !! Aaaii papai…Fiquei observando ele guardando as coisas, reparando naqueles músculos, naquela bunda espetacular…Além de gostoso, prendado !

– Nossa ! Prendado…Esse é pra casar !

– Eu tenho 35 anos…

– A novinha aqui adora os mais velhos…

Depois dessa direta, fiquei nervosa, pois não sabia qual seria a reação dele. De início, ele ficou calado…Seu olhar me devorando da cabeça aos pés…Pensei: “É agora !”

E foi…De uma forma bem brutal, ele me pegou pelos cabelos, foi me levando até a porta e mandou eu fechar a porta, daquele jeito grosso dele. Claro que eu obedeci…Tranquei a porta e ele me pegou pelo braço e foi me levando até o sofá, grosseiramente, ele deu um puxão na alça do meu top, que chegou a rasgar e meus peitões pularam pra fora…Depois, foi me jogando no sofá, de qualquer maneira, enfiando meu rosto nele, espancando minha bunda…

– Você gosta de fuder ?? Hein ?? Gosta mesmo ?? Gosta dos mais velhos, né ??

Enquanto perguntava tudo isso, ele ía tirando a bermuda, junto com a sunga e quando aquele troço, pulou pra fora…Eu dei um grito ! Fiquei apavorada !!! Que piroca era aquela !!! Não estava nem tão dura e já era gigante !! Super grossa !! Nunca tinha me deparado com algo tão bruto como aquele pau…

– Ainnnn nossa !!! Siim ! Gosto de fuder sim..Sou puta sim…Gosto dos mais velhos sim e quero que você me coma com força, quero que deixe minha buceta toda arrombada com esse pau gigante, porque eu tô morrendo de tesão !

Imediatamente, ele me puxou pelos cabelos novamente, eu me sentei no sofá e ele foi guiando aquele pirocão na direção do meu rosto…Abri minha boca desesperadamente e fui engolindo aquela anaconda inteira, com dificuldade, engasgando…Paulão empurrava meu rosto mais pra dentro dele, mas não tinha mais espaço nenhum dentro da minha boca…Eu continuava me engasgando, as vezes dava até falta de ar…Então, ele tirou da minha boca, deu dois tapas na minha cara, e disse:

– Puta minha, faz o que eu quiser e do jeito que eu quiser !

– Sim senhor…

Resolvi entrar no joguinho dele, mas na verdade, eu adoro ser tratada dessa forma violenta, como se eu fosse uma piranha vagabunda…Afinal, pra mim, na hora do sexo, vale tudo !

– Maaaas, o senhor não vai me tratar com cariiinho ?

– Puta minha não recebe carinho…

Depois de dizer isso, ele me deu duas pirocadas na cara, que chegaram a doer, pois aquele pau gigante já estava duro feito uma pedra.

– Então, quer dizer que o senhor vai me comer feito uma vagabunda ?

Enquanto perguntei, desabotoei meu shortinho e fui tirando lentamente, olhando bem nos olhos dele com carinha de ninfetinha…

– Isso mesmo ! Vou acabar com você !

Fui tirando o shortinho…

– Então vem ! Come a sua novinha, come !

Quando ele viu que eu estava sem calcinha, ficou louco ! Tirou logo meu shortinho por completo, abriu ao máximo minhas pernas e caiu de boca na minha bucetinha carnudinha e lisinha. Ela estava alagada de tesão e ele a deixou mais molhada ainda. Que boca gostosa ! Ele chupava tudo, colocava meu grelinho todo na boca !! Parecia que ia tirar ele todo de mim. Eu me contorcia toda, gemia, urrava…De repente, senti ele pincelando aquele cabeção bem na entradinha da minha buceta…

Pensei: “Aiii é agora…Será que eu vou aguentar ??”

Ele entrou com gosto ! Sem pena, com força, de uma só vez, tudo dentro de mim ! Eu nem liguei pra vizinhança…Dei um grito libertador de tesão ! Nossa, que loucura !! Eu nunca tinha sentido um pau tão enorme, tão grosso e tão duro dentro de mim. E ele realmente não teve pena de mim…Socava tudo, violentamente…Eu sentia aquele cabeção bater la no fundo e não parava de gritar, de gemer, de urrar…Acho que a vizinhança inteira sabia que eu estava trepando naquele momento…

– Aiiiiiinnn caralhooooo !! Filho da putaaaa que pirocaaaa !!

Ele socava na minha buceta e chupava meus peitos ao mesmo tempo e eu rebolava forte pra sentir aquelas veias na minha buceta…Que loucura ! Em um movimento rápido, ele tirou da minha buceta, virou meu corpo, fazendo com que eu ficasse de quatro pra ele e socou novamente, de uma só vez, tudo dentro da minha buceta. Aquele entra e sai avassalador, aqueles tapas firmes que ele me dava na bunda, os xingamentos de puta, vagabunda, piranha, foram tirando todo o meu controle e quando eu perco o controle, eu me torno uma novinha devastadora !

Enquanto ele fazia tudo isso, meu controle foi indo embora e com ele, a minha primeira gozada…E que gozada ! Saí espirrando tudo na piroca dele, pelo sofá..Ele tirou um pouco de dentro de mim e eu fiquei estirada no sofá, com uma tremedeira no corpo que não parava. Estava em transe..Que orgasmo ! Era tão louco, que, mesmo sem aquele pauzão dentro de mim, eu gemia, gritava…

– Tá gostando, tá ?? minha puta vagabunda !

– Uhum…Ainnn…Mais…Quero mais ! Me come mais, seu filho da putaa !

Em um momento de fúria, eu me levantei e comecei a socar aquele peitoral delicioso dele, empurrando-o pro sofá…Mesmo sentado, ele ainda me dava tapas na cara.

– Filho da puta gostoso !!!

E acertei um tapa bem dado na cara dele…Como retribuição, ele puxou meu cabelo e me deu um beijo devastador ! Talvez, o melhor de toda a minha vida ! Excitante, quente, de tirar o fôlego ! Empurrei ele, olhei bem naqueles olhos castanhos…

– Caralho, que beijo !! Que tesão !!!

Subi mais que depressa no colo dele e, como minha buceta ainda estava super molhada, sentei direto naquele pirocão enorme, que entrou todinho, de primeira e eu comecei a cavalgar igual uma louca ! Gritando, gemendo, enfiando meus peitões naquela boca deliciosa, sentando firme…Consegui arrancar alguns gemidos dele e eu não aguento ouvir gemido de homem enquanto eu sento. Eu me sinto a super gostosa, com aquela sensação de que ele não está aguentando comigo e, de fato, ele não estava aguentando. A todo instante, ele segurava minha cintura, travando meus movimentos…Acertei uns tapas bem no meio daquela cara linda, e disse, com o dedo apontado pra ele:

– Seu filho da puta, me solta ! Eu que tô mandando nessa porra e quando eu tô mandando, eu faço o que eu quiser e você obedeEEEECE AHHHH FILHO DA PUTAAAA !!!

Ele me deu dois tapas na cara, beijou minha boca, agarrou minha cintura e enfiou a piroca na minha buceta de novo. Do jeito que ele estava, eu não conseguia me mexer e ele só fazia o movimento de vai e vem dentro de mim e como enfiava ! Eu gritava, xingava… Estava desesperada ! Não conseguia me controlar e gozava horrores no pauzão do Paulão enquanto ele espancava minha bunda com tapas…

De repente, ele me jogou no sofá e eu fiquei toda me tremendo, espirrando goza no sofá, pela sala, suspirando, gemendo…

Todo bruto, ele me pegou pelo braço e me levou até a cozinha. Chegando la, ele me colocou apoiada na pia, de costas pra ele e saiu entrando de novo na minha buceta, que já estava toda ardendo, mas eu queria mais, muito mais ! Eu urrava, batia na pia, gritava…Eu estava tão fora do normal, que eu nem me ligava pra vizinhança…

– Aahhhh caralhoooo Fode minha bucetaaa seu filho da puta…Fode fode fode !!

Eu me sentia uma máquina de goza e tinha a sensação que, ele era uma máquina de fazer gozar ! Era um orgasmo atrás do outro…Eu já tinha perdido as contas e de repente, ele tirou de dentro de mim, pegou no meu braço e me empurrou pro chão…Caí sentadinha, na frente dele e, fazendo um teatrinho, fiz uma carinha de menina que tava sendo maltratada…

E segundos depois, a campanhia tocou. Não acreditei ! Ficamos em silêncio por um tempo, mas não adiantou..A campanhia tocou novamente

– Vai la ver essa porra !

Levantei, quase caindo, pois minhas pernas estavam bambas e, olhando pelo olho da porta, vi que era a minha amiga Thayane…

– Que foi, Thay ??

– Tá tudo bem, amiga ?? Tô ouvindo você gritando, xingando…

Ela mora no andar de cima ! Eu já imaginava os comentários de outras pessoas, mas não estava nem aí…Só queria terminar aquilo…

– Amiga, eu tô metendo…Volta mais tarde, por favor !!

– Ainnnn desculpaa…

Nem esperei ela terminar de falar…Voltei correndo pra cozinha e Paulão me esperava, segurando aquela piroca dura, enorme…

– é pra você chupar meu pau agora !

Ele batia tanto na minha cara, mas era com jeito. Ardia, mas não machucava… Fiquei de joelhos e voltei a mamar aquela piroca deliciosa. Ele fazia movimentos, como se tivesse me comendo e, nem ligava quando eu me engasgava. Socava tudo dentro da minha boca e logo depois, voltou a me jogar sentada no chão e, aí sim, ele fez o que queria: Apontou o pau na minha direção e gozou ! E como gozou ! Era muita goza !! Meu rosto, todo melado, meus peitões todos lambuzados e enquanto saía, eu abria a boca e engolia, o máximo que podia, porque eu adoro engolir…

Eu suspirava, deitada, toda lambuzada, no chão da cozinha…Paulão recuperava o fôlego e, depois de um tempo, ele me pegou no colo, e foi me levando até o banheiro. Pensei comigo: “Meu Deus…Mais ???!!!”

Mas não era isso…Ele me colocou debaixo do chuveiro, foi me limpando, passou sabão no meu corpo todo…Eu disse TODO…Depois tirou…Não parecia, nem de longe, aquele cavalo com quem eu estava há alguns minutos atrás !! Então, eu resolvi fazer o mesmo com ele. Dei um banho nele, bem gostoso, passei sabão, limpei ele todinho…Nos enxugamos e, carinhosamente, ele me pegou no colo e me levou até o quarto. Foi me colocando em cima da cama, com todo cuidado, e logo depois, deitou do meu lado e disse, olhando nos meus olhos e acariciando meu rosto:

– Pretinha, deita no meu peito…

Pronto ! Eu estava apaixonada por aquele preto ! Ele era perfeito, do jeitinho que eu sempre sonhei ! Prendado, violento na hora do sexo e super carinhoso depois do sexo.

Deitei e enquanto eu acariciava aquele peitoral, ele mexia nos meus cachos, beijava minha testa…

– Você é linda ! Você é maravilhosa ! Você é perfeita…quero você pra mim, será que tem como ?

Eu não estava acreditando ! Que homem ! Cheguei a chorar e mais que depressa, eu subi em cima dele e em meio à sorrisos e beijos apaixonados, eu respondi:

– Claro que tem, meu preto ! Quero você pra mim também !

Foi um momento lindo e como estávamos pelados na cama e, como eu estava em cima dele, a cabecinha do pau dele, encostou na minha buceta e a deixou molhadinha novamente. Não aguentamos ! Eu me abri todinha, e ele foi enfiando, dessa vez, bem devagar, aquele pirocão na minha buceta de novo. Ele mostrava que sabia fazer amor, com carinho, também…Deitada em cima dele, sentíamos nossas respirações…Sem aumentar o ritmo, gemíamos alto, nos entregávamos um ao outro e aí, foi inevitável…Gozamos juntinhos, nos abraçando, nos beijando…Eu, lambuzando aquela piroca todinha, e aquela piroca gozando bem no fundo da minha buceta.

Essa tarde, foi inesquecível…Tão inesquecível, que estamos juntos até hoje, transando todos os dias e deixando os vizinhos, com inveja dos nossos gritos e gemidos.

  • Enviado ao Te Contos por Priscila

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Dei uma deliciosa foda nesse final de semana com um amigo (01-04-2023)

 

By; Vanessa

Oi, sou a Vanessa, tenho 24 anos, sou gordinha, quadril largo, baixinha, coxas grossas e do cabelo grande cacheado. De Fortaleza-CE

Vim contar mais uma aventura, essa aconteceu no final de semana passado, fui para uma casa de praia, aniversário de um amigo com direito a muita bebida, não tinha ninguém que me interessasse dentro da casa, então chamei Marcos, um amigo que eu queria pegara um tempinho, ele é moreno forte, da barriguinha sarada, e com um pau grande e grosso de dar água na boca.

Ele chegou no sábado à noite e iria ficar até domingo pela manhã. Começamos a beber e quando a madrugada chegou todo mundo resolveu cair na piscina, óbvio que eu e Marcos também fomos, eu com um biquíni fio dental vcs já podem imaginar o que vai acontecer, tinha umas 9 pessoas dentro da piscina bebendo e conversando, fiquei de costas para Marcos e ele ficou agarrado a mim pela cintura, e eu tinha muita vontade de transar dentro de uma piscina, logo comecei a atiçar passando meu bumbum no pau dele, mas continuei conversando com a galera, senti que seu pau já estava duro feito pedra e eu já estava louca, então resolvi deixar a conversa pra lá e me virei de frente para Marcos, estava fazendo um frio de tremer o queixo, água super gelada.

Então agarrei no pescoço dele e encaixei minhas pernas em seu quadril, passando para as outras pessoas que estava morrendo de frio, daí ficou bem fácil, pedi pra ele por o pau pra fora e coloquei o biquíni de lado, quando senti seu pau entrar, estava quase impossível não demonstrar minha cara de tesão, porque tava muito gostoso, a adrenalina é um ótimo estímulo sexual, ficamos ali até as pessoas resolverem sair da piscina, quando eles saíram ficamos mais à vontade e deu para sentir bem mais seu pau dentro de mim, mas eu queria mais, todos os quartos tinham gente e com o tesao que eu tava impossível não fazer barulho.

Então tive a ideia de ir no quarto suíte master onde tem um banheiro enorme com uma banheira de hidro janelas de vidro com vista pro mar, fechei a porta, entramos na banheira, liguei o chuveiro e comecei a chupar ele, chupei bem gostoso até deixar seu pau bem meladinho, engasgando e passando minha língua em sua cabecinha, chupei até ele gozar tudo na minha boca hummmm, mas quem disse que amoleceu alguma coisa?! Virei e fiquei de quatro pra ele foi a deixa, ele veio e enfiou o pau dele de de uma vez na minha bucetinha, mas que delicia.

Bombou nela, me fudeu gostoso até que veio mais leitinho, dessa vez ele jogou tudo em cima do meu bumbum, eu já estava exausta da transa, das bebidas então sai da banheira e fui pra pia, logo ele veio atrás de mim com o pau durinho ainda, me encoxou, me fez ficar de quatro novamente escorada ali na pia e enfiou de novo, estava cansada mas gostando de tudo aquilo que delicia, puxou meus cabelos, socou fundo na minha buceta e gozou de novo, melou minhas pernas de leitinho, fiquei melada de todas as maneiras.

Foi uma noite maravilhosa. E o dia quase amanhecendo, tomamos um banho e fomos deitar.

  • Enviado ao Te Contos por Vanessa

Sexo em familia

 

By; Arthur

Oi me chamo Arthur, tenho 26 anos de idade e irei relatar algo que aconteceu comigo e minha irmã de criação Cíntia.

Na minha família somos 4 irmãos homens e acabou que meus pais acabaram adotando uma garota. Sempre nos damos muito bem, eu meus dois irmãos de sangue e nossa irmã de criação. Desde mais novos sempre nos damos muito bem e conforme os anos se passaram minha irmã ficou linda.

Com 18 aninhos a gostosa estava com tudo em cima. Loira gata, peitos naturais lindos, bunda empinadinha, buceta lisinha magrinha gostosa e aquela cara de safada. Minha maninha é realmente uma delícia de ninfeta sempre provocante e gostosa.

Por ser o filho mais velho eu acaba cuidando de casa quando meus pais trabalhavam. Quando minha irmã fez 18 anos notei que ela passou a me dar bola. Sempre que a gente ficava sozinhos em casa ela me provocava bastante. Meus dois irmãos estudavam no período da manhã e ela a tarde. Com isso a gente ficava sempre sozinhos em casa durante toda parte das manhãs.

Um dia eu ainda estava dormindo quando escutei barulhos vindo do banheiro de casa. Me levantei e fui ver o que era, quando cheguei na porta vi que era minha irmã. A porta tinha um pequeno buraquinho que dava pra ver tudo la dentro. Curioso demais acabei vendo minha irmãzinha se masturbando com a mangueirinha do chuveiro.

Ela ali totalmente nua com as pernas bem abertas com jatos da água mirados pra sua bucetinha. E por sinal que buceta linda, ela tem a buceta rosadinha toda raspadinha que vive pegando fogo. Ali com as pernas abertas se masturbando de tesão a gostosa me deixava louco. Fiquei ali na porta vendo a cena por uns dez minutos até que me afastei. Com medo de ser notado acabei saindo de fininho do local.

Quando ela saiu do banheiro ela foi direto para seu quarto. Fiz barulho para ela notar que acordei e logo tive minha primeira surpresa. Ela veio apenas de toalha até meu quarto e me pediu para colocar um colar nela. Aquele corpo ainda molhado, seu cheiro e todo seu corpo acabou me deixando de pau duro.

Foi inevitável e claro que a ela percebeu minha ereção:

– Nossa Arthur isso tudo é emoção?

Tentei disfarçar porém minha irmão me surpreendeu mais uma vez! Ela tirou a toalha e logo disse:

– Ele está assim por causa de mim?

– Me deixa ver ele?

Antes que eu respondesse algo ala foi logo segurando meu pau. Com força e tesão ela agarrou bem meu cacete e já começou a chupa-lo.

Fiquei sem reação porém confesso que eu desejava aquilo a muito tempo. Ela chupava me olhando com cara de puta. Sempre chupando gostoso, ela se revezava entre chupar e lamber todo meu caralho. Ela cuspia, mamava gostoso e sempre com tesão real e gostoso.

Depois de ficar uns 10 minutos me chupando, ela deitou no chão abriu bem as pernas e disse:

– Me chupa vai, me chupa gostoso maninho!

Não resisti e cai de boca naquela buceta rosadinha a chupando toda. Comecei passando a língua debaixo pra cima a deixando bem babadinha. Louco de tesão dei um trato gostoso naquela bucetinha sempre chupando bem seu clitóris. Mamei gostoso em todo aquele grelinho tesudo da sacana. Logo depois passei a chupar os peitos dela e assim fiquei revezando entre a bucetinha e seus seios. Aqueles peitos gostosos e buceta molhada me deixaram maluco de tesão.

Ficamos nisso por uns 15 minutos só comigo chupando a gostosa dos pés a cabeça. Parece que todo aquele desejo que eu tinha dentro de mim saiu pra fora naquela hora. Nos chupamos com tanto tesão que parecíamos um casal de namorados apaixonados. Louco de desejo e sem pensar mais em nada, eu só queria fode aquela boceta quente.

Coloquei ela de ladinho e comecei a esfregar meu cacete na portinha da buceta. Sua xoxota estava quente e meladinha o que fazia meu cacete deslizar facilmente. Depois de provocar bastante decidi então socar gostoso naquela xota linda. Coloquei a cabecinha do cacete e fui forçando devagar até entrar tudo bem gostoso.

Com caralho atolado na buceta da minha irmã eu comecei então a bombar gostoso. Segurando seus peitos e respirando perto dos ouvidos, eu fui então metendo em sua bucetinha. A cada metida minha irmã gemia mais alto e gostoso. Fodemos em várias posições sempre com ela gemendo alto de prazer.

Eu já não me aguentava mais e sabia que estava próximo de meus irmãos chegarem da escola. Passei a meter mais forte na bunda dela e anunciei a gozada. Falei pra ela que queria gozar em seu rostinho de puta. Ela porém pediu pra que eu lambuzasse seus peitinhos de porra quente. Nem pensei duas vezes e meti com tesão até que não me segurei e enchi seus peitos com todo meu esperma. Dei um verdadeiro banho de porra quente na gostosa.

Eu estava louco de tesão, minha irmã também mostrava estar com prazer depois daquela nossa primeira foda. Desse dia em diante nos tornamos bons amantes dentro de casa.

  • Enviado ao Te Contos por Arthur

Ela gozou duas vezes no meu pau

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