quinta-feira, 20 de julho de 2023

Chantilly, morango e buceta, não ha nada melhor que isso ! (lesb) (18-07-2023)

 

By; Patricia

Oi, me chamo Patricia, sou de São Paulo, tenho 27 anos.

Na última terça-feira acordei com uma vontade imensa de comer bolo. Mas queria um daqueles bolos caprichados mesmo, que eu pudesse rechear com morango e colocar chantilly como cobertura. Em geral, eu gosto eu mesma de fazer meus bolos, sabe? Adoro comprar farinha de trigo de marcas diferentes e misturar outros tipos de farinha para ver se funciona, gosto também de testar corantes naturais, enfim comprar bolo pronto não faz minha cabeça.

O problema é que, nesse dia que me bateu a vontade, eu tinha várias reuniões de vídeo, uma atrás da outra, e faltava ovo, ingrediente fundamental, além do morango e do chantilly – que, afinal, acho que era o que eu mais queria, para satisfazer minha vontade de doce na TPM que eu estava.

Quando vi que não daria tempo de ir ao mercado comprar as coisas e fazer o bolo para comer ainda no mesmo dia, mesmo sendo contra apps de entrega, acabei pedindo mercado por um deles.

Era por volta de 17h quando fiz o pedido e, lá pelas 17:40h, o interfone tocou. Desci para pegar o que encomendei e uma moça, que eu já tinha visto que se chamava Lia pelo app, tirou o capacete, abriu o baú da moto e me entregou uma caixinha de papelão fechada, na qual deveriam estar os ovos, um spray de chantilly, os morangos e mais um cacho de banana e meia dúzia de limões que eu aproveitei para pedir. Lia era bem gata e estava vestida com uma calça legging preta, jaqueta bomber corta vento roxo com verde e usava o cabelo dividido ao meio com duas tranças que começavam na raíz. Ela tinha cabelos escuros e os olhos mel, fiquei um pouco hipnotizada com sua figura. Ela me entregou a caixa, disse “obrigada” e eu, meio boba, não disse nada. Só fiquei parada, assistindo ela arrancando com a moto e, então, voltei a mim e entrei de novo no prédio.

Já em casa, fui separar as vasilhas e ingredientes para o meu tão sonhado bolo e, quando abro a caixa que veio do mercado vejo na minha compra um spaghetti integral, uma lata de tomate, queijo ralado, um pacote de farinha de trigo e limões. Os limões eram compatíveis com meu pedido, mas com certeza minha compra veio trocada. Xinguei Lia até a primeira geração de sua família e também me xinguei horrores por ter usado app de entrega para fazer uma compra tão pequena e superficial. Minha TPM, nem preciso comentar, acabou ficando 3 vezes mais intensa. E, para completar a situação, em 15 minutos eu tinha uma reunião de vídeo com meu chefe – ou seja, nem poderia pedir para atrasar um pouquinho.

O jeito foi ir passar um batom de leve para não aparecer com cara de ódio na reunião e aceitar que meu dia terminaria com Netflix e macarronada feita com produtos escolhidos por outra pessoa.

Um minuto antes de meu chefe entrar na reunião, recebo uma mensagem:

- “Dona Patrícia, aqui é a Lia, entregadora do app, houve uma troca da sua compra com a de outro cliente, mas o engano já foi identificado. Posso passar para realizar a troca? 😉”.

Fiquei aliviada pelo erro identificado, aflita porque teria que pedir para que ela passasse dali a uma hora e feliz porque ela havia finalizado a mensagem com o emoji de uma carinha piscando. “Meu deus, Patrícia, pensei comigo, você está paquerando a entregadora do app, achando que ela está te dando mole por causa do jeito que ela escreveu uma mensagem para consertar um erro que ela cometeu no trabalho!”

Bem, se Lia voltaria dali a uma hora para trocar as compras, eu poderia fazer minha reunião sossegada. Quando desliguei, mandei uma outra mensagem, dizendo a ela que se quisesse, já poderia passar, e para minha surpresa, ela disse que já estava lá embaixo aguardando.

Como já tinha passado um batonzinho para a reunião, só conferi se meu cabelo estava ok, eu também estava usando uma legging, só que rosa coral, que uso para fazer yoga, e uma camisa de brim, de trabalho. Aproveitei para colocar uma das pontas da camisa para dentro da calça para deixar um pouco do corpo à mostra, porque eu adoro meus culotes largos, acho que minhas gordurinhas a mais são meu charme, e desci.

Lia havia parado a moto na frente do prédio e estava encostada, apoiando uma perna no meio fio e a outra esticada. Quando apareci, ela abriu um sorriso e foi logo dizendo:

- Mil desculpas, dona Patrícia. O mercado não colocou os números dos pedidos na caixa, eu entreguei pela ordem dos endereços, nós não conferimos na hora e aí já sabe, né?

- Ah, tudo bem, imagina! A culpa não é sua. Eu quase não peço nada por app, também não tenho muita experiência. É que hoje me deu muita vontade de comer bolo, TPM é foda. 

- Sei bem como é. Aqui a caixa certa. Vai fazer bolo de que? Hoje é meu aniversário.

- Jura? Se quiser, quando acabar as entregas, deixo um pedaço do bolo pronto na portaria pra você.

- Bondade sua. Mas, se nos conhecêssemos, ia me oferecer para te ajudar a cozinhar, já que o rapaz da caixa que entreguei para você só vai poder receber a certa daqui a uma hora.

- Ué, se você não for uma traficante de órgãos e me prometer que não vai roubar um dos meus rins, está convidada. Acabei de fazer minha última atividade do trabalho.

E foi assim que Lia, a entregadora do aplicativo, foi parar na minha casa. Ela era toda educada e, ao mesmo tempo, despachada. Pediu licença ao entrar, tirou o coturno que usava para não sujar a casa, tirou o casaco e o pendurou no cabide do corredor de entrada. Para minha surpresa, por debaixo da jaqueta, ela usava um top, tipo faixa, preto, de lycra e tamanho mínimo, que só cobria os seios pequenos dela, combinando com a legging. Ela tinha várias tatuagens no braço e uma outra que saia do meio do peito e ia de ombro a ombro, com flores e pontilhados. Mesmo sendo muitas e grandes, as tatuagens dela eram lindas e delicadas. Tentei não demonstrar que eu estava olhando e reparando cada centímetro dela, a chamei para a cozinha, conferi as compras e comecei a, finalmente, separar as vasilhas para fazer a massa do bolo.

- Você vai fazer bolo de que? 

- Uma massa básica e rechear com morango e chantilly. 

- Uau, que prendada.

- É que eu adoro fazer bolos. 

- Em que posso te ajudar? 

- Ah, você pode juntar as farinhas, enquanto eu quebro os ovos em uma cumbuca diferente. A quantidade está nesse papel pregado na geladeira.

Lia estava terminando de peneirar as farinhas e o açúcar, eu havia terminado de bater os ovos, então cheguei perto dela para juntar os ingredientes e acabamos nos encostando pela primeira vez, ombro com ombro. Eu dei um sorrisinho sem graça e ela abriu um sorrisão.

- O ovo que vem pra cá ou a farinha que vai praí? 

- A gente pode trocar de lugar e eu vou mexendo enquanto você joga os ovos aqui, pode ser? 

- Claro.

Óbvio que, quando fomos trocar de lugar, a gente trombou uma na outra. Rimos, porém, seguimos. Enquanto eu batia a massa, pedi para Lia acender o forno. Por fim, coloquei a forma de bolo para assar e não sabia muito o que fazer. Perguntei se ela aceitava um vinho, mas ela estava dirigindo, que cabeça a minha. Estava tão nervosa que perguntei se ela se importava se eu tomasse uma taça sozinha. Ela disse que não. Lia era muito risonha, concordava com tudo sorrindo, então a convidei para irmos para o sofá esperar o bolo assar. Coloquei uma música, começamos a conversar, ela me contou como tinha acabado de sair da faculdade e, sem emprego, começou a fazer entregas com a moto. Ela tinha cursado História.

Conversa vai, conversa vem, levantei para colocar uma música enquanto esperávamos o bolo, e, instintivamente, quando sentei no sofá de novo, acabei me sentando mais perto dela. Ela reparou, lógico, e foi aí que ela agiu: passou a mão pelos meus cabelos, disse que meus cachos eram muito bem cuidados e que meu cabelo estava lindo. Eu elogiei o estilo dela, que a fazia parecer uma mulher decidida. Do cabelo, Lia passou a mão para o meu pescoço e me deu um super beijo. Eu me entreguei, claro.

Coloquei a mão por baixo do top de Lia, que saiu rapidinho do lugar, e beijei seu peito. Ela desabotoou minha camisa. Quando me dei conta, eu estava em cima dela, no sofá, e então puxei sua calça legging para baixo. Ela não se opôs. Pelo contrário, também começou a puxar a minha, que eu mesma tive que terminar de tirar. Lia estava com uma calcinha de renda fio dental preta, enquanto eu estava com uma calcinha e sutiã brancos de algodão, bem conjunto de ficar em casa e confortável, já que meu peito é bem grande e pesado. Ela, embaixo de mim, colocou uma perna em cima do encosto do sofá, enquanto me enlaçou pelas costas com a outra. Tirei minha calcinha, puxei a dela para o lado e ficamos esfregando nossas bucetas.

Enquanto estávamos nos esfregando no sofá, o bolo começou a cheirar. Perguntei se ela também estava sentindo o cheiro e ela disse que sim. Pedi desculpas e fui até a cozinha checar se já estava pronto. Ela veio atrás de mim e ficou me observando escorada na mesa enquanto eu tirava a forma do forno e deixava em cima da pia para esfriar.

- Seus peitos são muito maravilhosos, vem aqui – me disse Lia.

Quando cheguei perto dela, ela pegou o spray de chantilly, sacudiu e fez um círculo em cima de um dos meus mamilos. Ela me segurou pela cintura, se abaixou um pouco e começou a chupar e se lambuzar toda. Eu queria rir, mas confesso que estava achando aquilo tudo uma delícia. Então peguei o spray, a caixa de morangos e propus que voltássemos para o sofá. Dessa vez, eu que me deitei por baixo e Lia ficou fazendo desenhos de chantilly no meu corpo para poder me chupar. Às vezes ela colocava um morango em cima do meu peito e o abocanhava junto com meu mamilo. Estávamos completamente meladas de doce e molhadas de tesão.

Foi aí que a coisa foi avançando e, enquanto me beijava, Lia meteu seus dedos na minha boceta e me fodeu muito gostoso – aliás, a trepada teve, literalmente, gosto de chantilly e morango. Quanto mais ela enfiava a mão, mais prazer eu sentia, até que eu esguichei em Lia.

Fiquei sentindo minha buceta palpitando e meu coração acelerado enquanto olhava para aquela mulher gatíssima, tatuada, de tranças, que eu nunca tinha visto na vida e que estava em cima de mim, no meu sofá, com a cara toda branca de chantilly.

  • Enviado ao Te Contos por Patricia

quarta-feira, 19 de julho de 2023

Rapidinha com um desconhecido antes do trabalho (Julho-2023)

 

By; Neide

Olá, meu nome é Neide, moro em Tocantins, trabalho como cozinheira em um restaurante. Sou morena, tenho cabelos compridos, uma boca carnuda, bumbum e seios fartos.

Tenho várias fantasias sexuais, venho realizando a maioria delas. Sou uma mulher fogosa adoro provocar uso roupas com decotes bem ousados, adoro um vestido colado ao corpo. Percebo que os homens me devoram com olhares famintos e sedentos. E isso me dá um tesão que sinto minha doce bucetinha melar a cada investida desses olhares. O trajeto de minha casa até ao trabalho é feito via ônibus, um local propício para rolar umas paqueras.

No meio dessa multidão sempre tem um ou mais gatinho, que me deixam com o corpo em êxtase com as batidas do coração acelerado, um arrepio percorrendo minha coluna, desejando ser possuída.

Semana passada aconteceu um fato marcante e excitante em minha vida indo para ao trabalho. Havia um rapaz moreno forte com olhar sedutor quem não tirava os olhos de mim, principalmente dos meus seios volumosos. Eu comecei a retribuir aqueles olhares, sentia meus seios ficarem durinhos e minha xaninha molhar a calcinha fio dental azul.

Em certo ponto ele se levantou e fez sinal com a cabeça para que eu descesse com ele, eu com o tesão a flor da pele desci com ele. Na calçada ele começou a segurar minha mão disse que se chamava bruno. Que iria trabalhar em uma obra a alguns quarteirões de onde estávamos. Bruno começou a me beijar loucamente me apertava contra a parede, mordia meu pescoço eu gemia de prazer.

Eu estava usando uma calça legging preta, minha xaninha estava inchada pronta pra ser possuída. Eram umas cinco horas da manhã, ele me puxou pra um beco entramos num barraco, que homem que pegada monstruosa me senti uma fêmea dominada, ele tirou minha blusinha arrancou meu sutiã meus seios vieram a tona e ele caiu de boca feito um bebê sedento, suas mãos percorria meu bumbum, depois por dentro de minha calça seus dedos deslizava na minha xotinha melada, tirou minha calça e calcinha juntos meteu aquela lingua grossa em mim com fúria, seu dedinho circulava no meu cuzinho, me deu seu pau pra ser engolido, chupei com maestria, apoiei na parede empinei meu traseiro ele arrombou sem dó meu cuzinho, aquilo latejava dentro de mim que tesão, seus dedos masturbava minha buceta ao mesmo tempo que prazer.

Ajoelhei comecei uma nova chupada babando naquela rola cheia de nervos. Na mesma posição ele começou fuder minha xotinha era um entra e sai bem gostoso, eu rebola, xingava, gritava igual uma puta no cio, ja não aguentava mais gozei naquele pau, melei ele todo e ele continuou bombando, daí a pouco ele grita;

- vou gozaaaaar safada

Tirou o pau da minha xotinha, eu ajoelho e sou alvejada com jatos quentes de porra que lambuzaram meu rosto e percorreram meus seios. Deixei o pau dele limpinho com minha língua. Passei a toalha no meu rosto e seios, vesti minhas roupas, dei um beijo de despedida sem dizer uma palavra e fui embora mega feliz e satisfeita.

Cheguei no trabalho levinha e saltitante, quem dera se toda manhã eu encontrasse um homem pra fuder gostoso antes do trabalho.

  • Enviado ao te contos por Neide

terça-feira, 18 de julho de 2023

Rapidinha sabado a tarde (15-07-2023)

 

By; Milena

Oi, me chamo Milena, tenho 22 anos e a transa que vou contar aconteceu nesse sábado dia 15.

Num desses aplicativos de relacionamento conheci Rafael. Ele era simpático, baixo, cabelo escuro, pele clara e tinha cara de malandro pegador. Marcamos de sair e ele levou um amigo e eu uma amiga. Nos demos bem demais, demos uns beijos e a noite terminou por aí.

Umas semanas depois, Rafael me liga perguntando se eu e minha amiga estavamos afim de ir tomar umas na casa do amigo dele que os pais viajaram. Eu estava de bobeira e topei, chamei minha amiga arrumamos e ele foi nos buscar. Ela e Wigo que era amigo de Rafael começaram a se pegar lá e havia mais algumas pessoas. Eu e Rafael estávamos entrando num clima intenso ali no meio da galera, beijos quentes e uns apertos fortes.

Ele me levou para um quarto que tinha uma cama de solteiro e era espaçoso e confortável. Me deitou na cama e começou me beijar, Rafael era baixo e também tinha muito fogo, ele levanta meu vestido soltinho e leve com estampa de onça que eu amava pois valorizava meu bumbum e marcava minha cintura, além de me deixar super confortável pois não era colado. Tirou minha calcinha e lá estava minha buceta melada de tanta vontade que eu estava de dar ali mesmo. Eu estava muito excitada e queria sentir o pau dele dentro de mim.

Quando ele tirou pra fora não consegui ver, pois estávamos de luz apagada e escuro o quarto. Senti quando ele me penetrou e era maior do que eu esperava o pau dele, ele não tirou a roupa, tinha que ser uma rapidinha gostosa e assim foi… Ele meteu em mim rápido e sem dar tempo nem que eu dissesse alguma coisa ele disse:

- “Que buceta gostosa”

E metia, metia rápido em mim ali com as pernas abertas, de bota de cano baixo com cadarços uma singela menina noturna da cidade, tarada e dona de si. Eu fiquei ali sentindo Rafael me penetrar e estava gostoso, logo ele disse:

- “Vou gozar” e assim fez.

Rapidinha o bom é que é rápido pra sair de cena. Puxei minha calcinha toda melada e levantei e já estava pronta pra sair do quarto. Ajeitei o cabelo enquanto ele se vestia também. Ele me pegou pela mão e saímos como se nada tivesse acontecido e foi tão natural e isso me traz leveza e a sensação que não fiz nada de errado transar no quarto de um desconhecido.. kkkk.

Os amigos dele continuaram conversando normalmente depois da nossa chegada e isso era bom, não tinha constrangimento de ficarem perguntando nada ou fazerem da nossa chegada um evento. Rapidinha gostosa!

  • Enviado ao Te Contos por Milena

Dando pro primo do meu namorado enquanto ele dormia bêbado.

 

By; Luana

Como eu posso começar a explicar o Jordan? Bom… Vou começar dizendo que ele é só um moleque de 18 anos, carinha de neném, cabelinho arrumadinho, corpo gostosinho, 1.80 mts, olhos castanhos, bem gatinho.

Agora como posso explicar porque deixei ele me comer?…

Então… Eu tenho 23 anos, namoro com o primo dele de 21, o Giovanni meu namorado é bem gostoso, piroca grande, barbudo, alto e estiloso… mas um pau só nunca foi suficiente pra mim….

Pois bem…

Primeiro quero que você me imagine. Branquinha, cabelo bem preto, olhos cor de mel, bem tatuada, e pelo que dizem acredito ter um rabão bem gostoso.

Então…

O Jordan sempre dormiu na casa do Giovanni, eles sempre foram próximos.

Eu confesso que sempre tive um tesão reprimido nele, afinal, é uma coisa MUITO proibida.

Aconteceu assim…

Era uma sexta e estávamos na casa do Gio, tomando uma cerveja e conversando, eu vim direto do trabalho, fazia calor.

Depois de algumas cervejas estavam todos cansados. Resolvemos dormir.

O Gio foi direto pro quarto e desmaiou.

Eu fui tomar um banho.

Durante o banho a porta abriu, e o box do banheiro é transparente. O Jordan demorou um pouco pra perceber que eu estava la, pelada, olhando para cara dele, acho que a ficha não caiu na hora, e quando percebeu foi fechando a porta com tudo em pânico.

Eu ri, e disse um pouco mais alto que o normal para que ele me escutasse antes da porta fechar

- “Ei Jordan, ta tudo bem, aproveita e pega a toalha para mim por favor”

E assim ele o fez, como um garoto não tão ingênuo de 17 anos.

Enquanto ele adentrava e atravessava o banheiro levando a toalha ate mim, fiz questão de ficar de lado para que ele pudesse ver meus seios, a curvatura da minha bunda, e minha buceta.

Eu percebi que ele tentou não olhar, mas não conseguiu. Não que ele seja um virgem ou algo do tipo, pelo contrário, ele é comedor. Comeu ate uma amiga da minha amiga, que contou pra gente, que a piroca dele era uma delícia de grossa, o que me deixou bem atiçada.

Eu abri o box lentamente, peguei a toalha e olhei em seus olhos sorrindo. Ele sem graça mas claramente excitado mordia os lábios e me olhava de volta.

- “Valeu” - eu disse estendendo a mão, que tocou direto no pau dele.

Eu o sentia extasiado. Seus olhos me olhavam sem parar, e eu fiz assim com o dedo pedindo para que se aproximasse. Ele veio lentamente e encostei minha boca na sua orelha:

- “não se preocupa, ninguém nunca vai saber”

Quando terminei a frase, sorri e o olhei deixando claro o que queria. Naquele momento ele cedeu, sua mão segurou minha nuca e eu senti a boca dele, macia, gostosa e molhada. O pau encostou em mim com força e ele me pressionou na parede, eu, toda molhada, e ele agora, com as roupas molhadas.

Em determinado momento, parei o beijo, o empurrei de leve e abaixei. Tirei o pau dele do shorts, grosso, meu tesão aumentou ainda mais, e comecei a mamar. Enfiando toda a boca ate encostar na garganta e tirar toda babada.

Ele mordia os lábios para não gemer. Eu repeti a mamada várias vezes.

Depois levantei, e saímos do box. Coloquei uma perna em cima da tampa da privada e senti a boca dele, molhada e ágil, chupando minha buceta sem parar. E então veio o pau, socando de uma vez só, meus olhos viraram, senti a mão dele segurando minha boca para não gemer;

- “calma putinha, é devagarzinho”

Mas não era, ele metia cada vez mais forte e sem parar, eu sentia as bolas dele batendo na minha buceta, queria que elas entrassem dentro de mim também rs

Um dos quartos da casa estava vazio e pedi para irmos para lá. Me coloquei de quatro e perguntei:

- “quer meter no meu cú?” Sorrindo.

Obviamente ele quis. E eu senti o pau bem molhado entrando bem devagar, a cabeça grossa arregaçando a entrada. Doía, mas enquanto doía minha boceta pingava de tesão.

Ele foi colocando, colocando, ate que enfiou tudo. E começou a meter. E foi metendo… subia na cama, me deixando completamente empinada. Enquanto aquele pau grosso e delicioso metia no meu cú, batendo as bolas com força.

Depois de arrebentar ele veio gozar na minha boca, coloquei a língua pra fora enquanto ria baixinho. Ele foi pro quarto dele sem falar mais nada, só sorrindo, e eu fui para o meu.

Não limpei minha buceta nem minha boca de porra. Deitei do lado do Giovanni e o abracei.

No dia seguinte ele acordou já me chupando e me comendo. Me disse que minha buceta tava mais gostosa que o normal.

Eu ri...

  • Enviado ao Te Contos por Luana

 

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...