quinta-feira, 27 de julho de 2023

Eu transei com a Carol (lesb) (Julho-2023)

By; Taty

Oi a todos meu nome é Taty, tenho 20 anos, sou de São Paulo.

Eu acabei de tocar uma siririca lembrando desse momento maravilhosa que aconteceu nesse inicio de mês de Julho, então vim aqui compartilhar essa delícia com vocês.

Eu moro em Osasco, famosa OZ, tenho um irmão mais velho e pela tarde nos reuníamos com outra galera da rua em uma praça, meu irmão, andava de skate com os amigos dele enquanto eu só ficava no banco sob a sombra de uma árvore lendo meus bons livros, nossa mãe me forçava a sair e interagir com outras pessoas, más mal sabe ela que eu gostava mais te interagir com meus livros, vez ou outra eu acenava pros amigos do meu irmão quando chamavam meu nome.

- E aê Taty, beleza ?

E eu acenava com minha mão sem nem tirar meus olhos das páginas que eu lia. Minha atenção só era tirada quando ela chegava, a minha musa, meu sonho de consumo.

Ai, a Carol <3 Ela era maravilhosa, tão estilosa com seu estilo skatista, sempre com sua camisetona de banda, shorts e tennis, um piercing na boca, pulseiras de couro... aaaaiiii ai. Aquele era o melhor momento do dia, ver ela interagir com os rapazes da rua, como ela era habilidosa com aquele skate, fazia manobras que deixavam meu irmão e os outros rapazes putassos de inveja, ela se destacava, e meu coração batia mais forte por ela, hora ou outra nossos olhares se encontravam e eu fingia estar lendo novamente, nesses momentos eu podia jurar que ela sorria ao me ver desconfortável.

Talvez ela soubesse do meu interesse por ela, será que ela imaginava que eu me masturbava todas as noites pensando nela ? Ninguém cogitava ou opinava sobre a minha sexualidade, eu era a irmã estranha e quieta do carinha popular, todos estavam ocupados demais ouvindo as asneiras do meu irmão pra repararem em mim, más eu acho que a Carol percebia algo em mim que eu não falava para os outros.

Certo dia Carol ligou convidando meu irmão pra jogar vídeo game porque ela estava sozinha em casa e teria a tv só pra ela, estava chovendo horrores e certamente ninguém se encontraria na praça pra andar de skate ou jogar bola, tanto ele quanto eu estávamos entediados em casa, e nossos pais também não estavam lá, lembro dele conversando com ela pelo celular.

- Bora zerar essa merda de jogo hoje então hein... ta... demorou então, colo ai logo mais, vou tomar um banho e vazar.

Antes de desligar ele foi interrompido pela Carol perguntando algo de última hora

- Quem, a Taty ? – Meu ouvido se movia como a de um cachorro entrando em estado de alerta, porém fingia desinteresse olhando a tv. - Beleza, eu chamo ela também, sem problemas.

Logo mais ele desliga e joga uma almofada em mim

- Quer colar na Carol ?

- Quero colar velcro com ela ( pensei ) – Na Carol ?

- É, to indo lá e ela sabe que o pai e a mãe não estão aqui, ai ela te convidou também, vamos jogar vídeo game, se quiser jogar também, ou levar teus livros, pra mim tanto faz.

- Vou sim, vou me arrumar então.

E assim o fiz, me arrumei bem arrumadinha, até perfume eu coloquei, por baixo eu vestia minha melhor calcinha e sutiã, mesmo sabendo que ela não veria, más a Carol me incentivava a me arrumar, me mostrar atraente. Sai do meu quarto e la estava meu irmão prestes a bater na porta, ele me olhou de cima a baixo e disse

- Vai pro shopping carai ? Até maquiagem botou !!

- Cala a boca seu bosta, cansei dos seus amigos me achando a estranhona, decidi me arrumar melhor.

- Ta, foda-se, vamos !!

Chegando lá, lá estava a Carol, com suas tradicionais camisas de banda e um rabo de cavalo, ela cumprimentou meu irmão com os típicos insultos que cada um trocava pro outro e ao me ver ela deu um largo sorriso, ah que sorriso, e me deu um abraço apertado e disse;

- Nossa, que cheirosa. Bem vinda.

As horas foram passando e íamos interagindo e rindo, jogamos jogos de corrida, de luta, comíamos pipoca, bebíamos refrigerante, fazíamos apostas em quem ganharia, riamos de quem perdia e etc. Em determinado momento o celular do meu irmão toca e é a namorada dele pedindo pra ir ajudar ela com algo urgente, ele resmungou más como a casa dela não era longe ele disse que ia.

- Carol, eu preciso dar uma passada na casa da minha mina, ela precisa da minha ajuda. Vou correr lá.

- Claro, claro, corre lá.

- Taty, você volta pra casa sozinha, pode ser ?

- Claro, vai lá.

Carol levou meu irmão até o portão e voltou e me encarou timidamente.

- Quer continuar jogando ou topa ver um filme ?

- Um filme seria legal.

- Hmmm, vou comprar uns pãezinhos pra gente comer alguma coisa e dai já passo no camelô e vejo algum filme pra gente assistir, é 10 min.

- Não quer que eu vá com você ?

- Não não, eu vou correndo, ta o maior pé d’agua agora, fica ai jogando um pouco que eu já volto - Carol dizia pegando as chaves na mesa de centro e um granda-chuva perto da porta.

Ao me ver sozinha na casa da minha crush eu decidi que eu estava disposta a agarrar aquela oportunidade de xeretar e conhecer o quarto e a cama onde eu me imaginava todas as noites. Não foi difícil saber qual era o quarto de Carol, o pôster na porta do quarto era um belo de um indicativo, sem pestanejar eu corri pra lá, me sentia eufórica, como uma criança explorando um lugar proibido, olhei seus cds, deitei em sua cama, cheirei seu travesseiro e me abracei nele, fingi estar abraçada nela, perto da cama e em meio a algumas peças de roupas jogadas no chão estava a calcinha (tipo shortinho) que ela usou, queria saber como era o cheiro da buceta dela, peguei a calcinha e a encarei em dúvida;

“será que tava cheirando a buceta ou cheirando a cú, será que me arrependeria de esfregar aquela peça de roupa no meu nariz ? “AH, FODA-SE”” – respondi a mim mesma, e imediatamente me afoguei naquela calcinha, ela era preta com elástico branco, ela tinha um cheiro característico de pele, más nenhum odor constrangedor como eu me preocupava.

Eu beijava a calcinha dela no lugar onde o clitóris dela deveria roçar cada vez que se movia, eu lambia o tecido, eu o cheirava, eu estava literalmente fazendo amor com uma calcinha, más para mim era mais que aquilo, era a representação da mulher que eu desejava, era o mais próximo que eu chegaria ao corpo dela.

Decidi me masturbar enquanto sentia o cheiro de Carol, levei meus dedos pra dentro da minha calça e comecei a esfregar o meu clitóris, pra cima e pra baixo, e em círculos, sentia algo em mim esquentar, sentia meus lábios vaginais morderem minha calcinha, la estava eu, deitada na cama de Carol, cheirando-a e me masturbando, eu estava louca, más mais do que louca eu estava desesperada para gozar, eu estava quase lá quando de repente

- QUE PORRA É ESSA ??

Dei um pulo, apoiei meus braços na cama e encarava com espanto Carol que me encarava de volta perplexa.

- O que você pensa que ta fazendo ? – Carol perguntava

- Eu... – Eu olhava ao redor algo que pudesse justificar meus atos, más nada aparecia, eu estava deitada na cama de Carol com minha calça desabotoada e sua calcinha ainda estava apoiada sobre os meus seios. Decidi tomar a decisão mais coerente que era fugir, eu estava muito envergonhada - ME DESCULPE

Sai disparada pra fora do quarto más antes que eu pudesse cruzar a porta, Carol se pôs na minha frente bloqueando a passagem.

- Calma, eu já entendi tudo. Só acho que podemos fazer isso de um jeito melhor. – Carol mudava o tom de sua voz e agora segurava a minha mão tentando me acalmar.

- O que acha ? - Carol levou minha mão até seus lábios e a beijou.

- Mhmm – era tudo o que eu conseguia responder no momento.

- Então você quer saber o que eu estou usando agora ? – Carol sussurrava em meus ouvidos enquanto beijava o meu pescoço.

- Quero sim – Respondi tremula e ofegante.

Carol me empurrou para a sua cama e começou a se despir na minha frente, tirou seu camisetão, revelando seus lindos seios, abaixou sua bermuda até a altura dos joelhos e depois usou os pés para leva-la ao chão. Olhei para ela com surpresa, ela usava uma calcinha rosa com desenhos de sapinhos.

- Surpresa ?

- Demais !! – Respondi

- Quem disse que eu não posso ser fofinha as vezes ?

Eu ri

- Agora vamos ver a sua ? – Carol já se abaixava de encontro com as minhas calças, pronta para puxa-las junto com meus sapatos.

- Acho que você vai gostar, é a melhor que eu tenho. - A encarava com meu melhor olhar de safada.

- Noooossssaaa !! - Carol se surpreendia com a minha calcinha rendada preta com bastante transparência.

- Ela combina com meu sutiã - Imediatamente tirei minha camisa por cima dos ombros e a encarava com desejo.

Carol deu uma longa pausa para me admirar.

- Caramba Taty, que mulherão que você é. Quero te comer todinha.

- Ta esperando o que então ? – Eu via Carol se surpreender com minhas insinuações, jamais ela deveria imaginar que a quietona da irmã do melhor amigo dela fosse tão safada.

- Demorou então. - Carol tirou sua calcinha e jogou na minha cara – Vai se divertindo ai com os sapinhos que eu agora vou chupar a sua buceta.

Deixei de me apoiar em meus cotovelos e comecei a cheirar a calcinha de Carol enquanto ela se preparava para me chupar.

- Essa calcinha é linda demais pra se tirar – Carol dizia.

Ela puxou minha calcinha pro lado e começou a me chupar, o quarto ecoava os estalos que a sucção de Carol fazia em meus lábios vaginais. Eu gemia enquanto me afundava no cheiro de sua calcinha. Carol era muito habilidosa, ela dava leves tapinhas na minha buceta e a beijava com fúria.

Eu gritava de prazer, eu me agarrava aos lençóis de sua cama. Carol veio ao encontro de minha boca e sua língua massageava a minha, eu podia sentir o gosto do meu sexo através de seu quente e saboroso beijo. Eu explorava a buceta de Carol com meus dedos enquanto nos beijávamos com fúria, Carol tirava meus seios do sutiã e os mamava intensamente, eu podia sentir meus mamilos completamente rígidos e sensíveis por conta do prazer. Carol esfregava a calcinha dela em meu rosto e eu me cansei dela.

- Chega da calcinha, senta na minha cara AGORA. – Ordenei

- Uau, a gatinha tem garras. Muito que bem - Carol me encarava com luxuria e foi de joelhos até meu rosto massageando seu clitóris.

Eu podia contemplar aquela visão vista de baixo, suas pernas, aquele bucetão maravilhoso, aquela barriga, seus seios. Meu sonho estava se concretizando, eu ia cair de boca na mulher dos meus sonhos.

- Chega de cheirar calcinha então Taty, vem, CHEIRA MEU GRELO !!

Carol como a dominadora que era puxou minha cabeça contra seu sexo, esfregando seu clitóris em meu rosto, era como se ela quisesse foder a minha cara, ela estava molhada, seu sexo estava quente, aquele cheiro delicioso de buceta melada misturado com tesão, eu queria aquela mulher, e queria agora, segurei a sua cintura e meti a boca em sua buceta, enquanto enfiava a cara nela minhas mãos buscavam pelos seus seios, eu podia sentir seu corpo tremer e pulsar e enquanto eu trabalhava no oral, mesmo de costas para minha buceta, Carol massageava meu clitóris com uma mão, eu me lambuzava nela, enfiava um dedo em sua buceta e ela estava tão molhada e relaxada, aquele era o cheiro e gosto de Carol, más eu não estaria satisfeita até provar do gozo dela.

A segurei com força pelos glúteos e a puxava com força de encontro com minha língua e boca, era como se agora fosse tudo ou nada, era pra valer, seria o melhor oral da vida dela, e eu estava empenhada e sabia que estava funcionando porque ela parou de me masturbar para segurar minha cabeça contra ela, ela agarrava meus cabelos e gemia, suas pernas tremiam.

- Vou gozar, VOU GOZAR - Carol gritava

Eu não me importava, eu queria ela me encharcando com seu orgasmo, e ela desaguou, seu corpo relaxava após um longo gemido de alivio

- AAAAAAAAAAAHHHHHHHH.

Ela sentava em meu peito e me encarava de cima.

- Quem é você Taty ?? Como você faz isso ?

E eu apenas respondi com um sorriso sarcástico e safado.

- Eu não sou quietinha não. – Respondi

- Agora vem aqui que vou retribuir o favor.

Fizemos a famosa pose de tesourinha e esfregamos nossas bucetas enquanto nos beijávamos até que eu também gozei. Depois ficamos deitadas curtindo o momento de carícias até que ela lembrou que havia voltado para pegar a carteira que esqueceu.

- Ainda quer ver algum filme ?

Balancei a cabeça dizendo que não e comecei a chupar os seus peitos

Aquele dia foi maravilhoso, até hoje tenho a calcinha de sapinhos que peguei dela como recordação daquela transa maravilhosa.

  • Enviado ao Te Contos por Taty

 

quarta-feira, 26 de julho de 2023

Desejo... necessidade... vontade

 

By; Roberta

Ola, sou a Roberta, tenho 32 anos, sou gaucha, moro em São Paulo, sou loira, baixinha, olhos verdes e corpo roliço.

Sempre fui uma boa esposa mas o sexo pra mim passou a ser secundário até que em janeiro desse ano trai meu marido pela primeira vez e daí pra frente passei a ter muita vontade de fazer sexo. Olho um homem bonito na rua e já fico imaginando coisas a ponto de me masturbar no banho, coisa que eu nunca tinha gostado. Mas quando meu marido tenta me comer, o que aliás é bem esporádico, eu não sinto vontade nenhuma.

Não sei o que acontece comigo que de lá pra cá eu sinto muito tesão com outros homens e foi o que aconteceu comigo naqueles feriados de abril quando eu e meu marido fomos pro Guarujá e os filhos foram pra outras bandas.

Chegamos no final de tarde e meu marido resolveu ir a praia beber com os amigos no quiosque enquanto a tontona aqui ficou no ap. arrumando as coisas. Coisas de geladeira e roupas e como fazia muito calor resolvi tomar uma cerveja. Depois de tudo arrumadinho, fui tomar um banho pois estava muito quente e assim que eu sai do banho a campainha tocou.

Ao abrir a porta me deparei com um gato lindo de uns 25 anos, alto, moreno, olhos redondos e pretos e me perguntou se eu tinha um pouco de açúcar pois ele e sua irmã tinham acabado de chegar e não tinha açúcar pra fazer uma caipirinha. Disse que tudo bem, peguei a xícara que ele havia trazido e quando eu entrei pra pegar o açúcar ele entrou atrás de mim, fechou a porta e sentou-se no banquinho da cozinha. Como eu estava com um vestido branco de malha curto, bem decotado e sem nada por baixo, pois acabara de sair do banho, percebi que ele me olhava com olhos famintos o que me deixou excitada. Ofereci uma cerveja pra ele que aceitou de imediato e ficamos conversando banalidades quando a campainha tocou de novo e eu fiquei nervosa pensando que fosse meu marido, mas ao abrir a porta vi uma moça muito bonita perguntando se seu irmão estava lá.

Afirmei que sim e a convidei pra entrar, mas ela só pegou a xícara com o açúcar e disse que iria fazer a caipirinha se retirando e nos deixando sozinhos.

Em seguida pedi licença pro gato pra ir até o terraço ver se meu marido estava chegando e estando eu debruçada no parapeito do terraço do 3º andar espiando a rua, me senti fortemente abraçada por trás sentindo um pau muito duro na minha bunda enquanto suas mãos seguravam meus seios. Fiquei estática enquanto um calor enorme subiu pela minha espinha pensando no que iria acontecer. Ele ficou me encoxando e acariciando meus seios enquanto eu rebolava no seu pau. Ele agachou-se por trás de mim, levantou meu vestido até a cintura, lambeu minhas coxas até encontrar minha buceta melada e começou a sugar. Passava a língua na buceta e ia até meu cuzinho me fazendo gemer.

De repente ele começou a enfiar um dedo na frente e colocar atrás e eu comecei a pedir pra ele me foder, mas ele continuava me lamber todinha até que pude sentir a cabeça do seu pau tentando invadir minha xota toda molhada. Empinei bem minha bunda pra facilitar a penetração e então pude sentir suas estocadas duras e fortes rasgando minha buceta. Fui ao delírio. Gozei muito quando ele tirou seu mastro da minha xana e disse que ia comer meu cuzinho.

Como eu já tinha sido enrrabada nas últimas vezes, não me incomodei, e senti ele me penetrar sem nenhuma resistência pois meu cu não. Ele socou aquela pica no meu rabo e ficou me judiando um tempão até sentir meu cu sendo alagado com sua porra quentinha me fazendo gozar feito uma louca.

Ele me puxou pra dentro me encostou na parede e me deu um beijo muito demorado, se vestiu, me disse que desse um sinal quando ele pudesse voltar, e foi embora me deixando gozada.

Ainda dei mais duas vezes pra ele.

  • Enviado ao Te Contos por Roberta

Aprendendo bem com o professor particular.

 

By; Malu

Meu nome é Malu, tenho 18 anos, tenho a buceta bem peladinha, tenho olhos azuis, cabelo cacheado, e bem morena, peso 62 kg, sou de Caxias do Sul.

Eu sempre fui ruim em exatas, desde pequena minha mãe sempre contrata professor de matemática para vir em casa, e o atual professor que ela contratou mudou a minha vida, não pela a aparência e sim pelo modo de ser…

Seu nome é Franccesco, tem uns 30 e poucos anos, casado, professor em uma escola no período da manha e da aula particulares no período da tarde. bom pela aparência do corpo parecia ter um pau grande, e sempre que eu batia uma siririca, batia pensando nele.

Um dia em que a minha mãe foi fazer umas compras para a casa e nos deixou sozinhos lá no quarto, logo senti o clima esquentando entre a gente, teve uma hora que eu não estava mais aguentando ouvir aquela voz falando sobre tudo o que não me interessava, logo soquei um beijo de língua nele, e encravei as minhas unhas no seu pau, ele tentou evitar dando a desculpa que logo a minha mãe chegaria das compras e eu disse que era por isso mesmo que a gente deveria aproveitar o tempo pra ficar relaxados e começarmos a aula, ele aceitou.

Ele foi me beijando e acariciando os meu seios, logo a sua mão foi descendo para a minha buceta, enquanto ele acariciava o meu grelinho eu batia uma punheta bem gostosa para ele, quando seu pau estava eu abaixei e mamei seu pau.

Que delicia! estava bem duro e quente, eu deixei bem molhado, levantei e tirei meu short e calcinha e sentei de costas pra ele, minha buceta estava bem gulosa pelo seu pau, logo eu já estava quicando e ele apertando os meus peitinhos e mordendo meu pescoço.

20 minutos depois eu ouvi um “eu vou gozar”, logo sai de cima dele e me agachei para receber porra na minha boca, eu tomei todinho….

Foi tão bom, mas tão bom, que todas as vezes que a minha mãe sai fazemos uma rapidinha para esquentar um pouco a aula, e nessas férias damos um jeitinho para nos encontrarmos para ele me comer gostoso.

  • Enviado ao Te Contos por Malu

 

terça-feira, 25 de julho de 2023

Uma vida boa!

 

By; Ana

Meu nome é Ana e tenho 21 anos, sou de Brasilia e o que contarei aconteceu quando eu tinha 18 anos. Sou branquinha, magra, e de cabelos negros que vai ate a bunda, e tenho franjinha, boca carnuda e olhos castanhos, peitinhos parecendo dois limões e bundinha dura.

Sabe, sou uma menina que adora se masturbar assistindo filmes pornôs, sempre de homens bem mais velhos, essa sou EU!.

Uma noite através de um comentário em uma foto minha encontrei alguem aqui da minha cidade, chamei sua atenção e fomos para o privado e depois no zap. Era um coroa com seus 50 anos, casado, muito tarado, daqueles que adora uma novinha. Me pediu fotos dos meus peitinhos, mandei, depois recebi a foto do seu pau, era muito grande.

Ficamos dias e dias conversando sacanagens, ele fazia eu me masturbar, enfiar os dedos na bucetinha, tirei muitas fotos dela para ela. Minha buceta é rosinha, com quase nenhum pêlo e ficava vermelha depois de várias dedadas.

Um dia saindo da escola, mandei uma mensagem no whats chamando ele para se encontrar comigo, marquei em um shopping,ele respondeu imediatamente que iria sim e e quando cheguei lá já encontrei com ele que estava me esperando, eram 11:30 horas da manhã.

O Jairo é alto, barba branca curtinha, um pouco careca, gordinho e rico.

Ele me viu e veio ate a mim, me chamou para ir ate o seu carro. Fui com ele, chegando lá, pegou na minha mão e me levou para o banco de trás, sentou e me puxou pra sentar em seu colo, tirando a mochila e jogando no chão e me disse:

– Nossa, que delicia vc é ao vivo ( começou a passar a mão nos meus lábios)

– Quero um beijo de lingua bem gostoso ( fiquei toda envergonhada, ele pegou no meu queixo e aproximou sua boca da minha, ate que a minha se abriu, ele começou a chupar minha lingua e tambem fui chupando a dele, suas mãos foram me apertando, veio e segurou meus cabelos na nuca para aprofundar o beijo, depois desceu uma mão e ficou alisando meu peito por cima da blusa, ate que parou de beijar e disse:

– Quero ver seus peitinhos!

– Aqui não, alguém pode vê..

– Ninguém vai ver, estamos isolados minha putinha, vai tira a blusa um pouquinho pro seu dono…vai..anda

Comecei a desabotoar a blusa, quando acabei ele abriu ela e baixou a cabeça e praticamente engoliu uma das minhas tetas, enquanto sua mão esmagava a outra… chupava forte…me colocou sentada com as pernas abertas de frente com ele, pra ficar melhor chupar meus peitos, hora um ora o outro, eu gemia de dor e de prazer, ele segura minha bunda abrindo as partes…enquanto devorava meus peitos. Então parou.

– Cachorrinha, fica de joelhos em cima do banco..

– Mas alguem pode ver..

– Aqui é seguro, anda… fica de joelhos, depois encosta o rosto no banco e empina a bundinha pro seu dono apalpar.

Então ajoelhei e baixei a cabeça e empinei a bunda, ele subiu minha sainha escolar, fiquei com a bunda de fora, ele começou a abrir as bandas da minha bunda, e passar a mão no meio, tava uma delicia, então ele baixou minha calcinha ate os joelhos e começou a esfregar os dedos no meu grelo, massageava forte e parava, então enfiou dois dedos bem fundos na minha buceta, e ficou socando, me comendo com os dedos.

– Tá gostando putinha, tá gostando? Quer mais fundo ? ( eu so gemia)

– Vou socar mais forte neste buraquinho delicioso que vc tem…toma toma toma (e metia fundo, tira e colocava, sua mão não parava….e tava muito gostoso, ate que gozei!)

– Gozou em safada…kkkkkkk

– Agora minha vez, senta ai e abre a boquinha pro seu macho

Então sentei e abri a boca, ele abriu o ziper da calça e tirou o pau e disse:

– Coloque as mãos pra trás que nem uma prisioneira ( coloquei).

Ele pegou meus cabelos e segurou forte, e meteu o pau, foi direto na garganta, começou a fuder minha boca, puxava minha cabeça pelos cabelos, pra frente e pras trás, hora deixava ela parada e metia o pau, quase engasguei, mas ele sabia fazer, então ele geme bem alto e começa a gozar na minha boca, sinto o gosto de sua porra descendo, me mandou engolir e depois lamber o resto, guardou o pau e subiu o ziper e me disse:

– Amanha venho de novo pra gente namorar, se você quiser ser a minha amante e ter tudo basta aparecer aqui.

– Sim, eu estarei aqui!

– Ótimo, amanhã tem mais!

E assim começamos, sou sua amante desde então, ganhei casa, carro, faço facul, boa mesada.

  • Enviado ao Te Contos por Ana

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...