terça-feira, 3 de outubro de 2023

Transei com o meu irmão no começo desse ano (Jan-2023)

 

Obs; ESSA É UMA HISTORIA DE INCESTO, SE NÃO GOSTA NÃO LEIA!

By; Naty

Oi gente, meu nome é Naty, tenho 22 anos, sou de Goiania e estou aqui compartilhando minhas aventuras sexuais malucas.

No começo do ano eu precisei voltar para minha cidade natal (bem no interior do Goias) e resolver uns problemas, mas acabei me prolongando e decidi passar as férias na casa dos meus pais.

Eu não me dou muito bem com eles, mas o que me deixou super contente é que eu poderia voltar e tomar conta do meu irmãozinho mais novo, o Erick. Eu sempre o chamei pelo diminutivo, mas ele é só 3 anos mais novo do que eu. Acho que aqui em casa todo mundo o trata que nem um bebêzão, mas ele já é um rapaz muito bonito e atraente, embora tenha uma péssima autoestima e por isso está sempre escondido dentro no quarto em frente ao PC jogando algum jogo…

Teve uma noite que eu entrei no quarto dele durante a madrugada parar tirar umas dúvidas sobre um jogo. Dei um toquinho de leve na porta e entrei, e levei um susto por ele estar com o pau de fora batendo punheta na frente no notebook!

— Porra Naty, vê se bate antes de entrar!

Eu fiquei tão espantada na hora que fechei a porta com tudo e até esqueci o que ia perguntar! Eu bati na porta, ele só não escutou. Eu sei que a regra na casa é que depois da meia noite ninguém mais entra no quarto um do outro, mas eu não sei o que deu em mim, juro que não foi na maldade!

Quase meia hora depois foi a minha vez de escutar um barulho na porta. Destranquei o quarto para ver o que tinha acontecido e encontrei o Erick na frente do meu quarto, ainda vestido de pijama e todo corado de vergonha. Eu chamei ele para entrar e acendi o abajur. Nós dois ficamos quietos, nos encarando no escuro.

— Desculpa — eu falei primeiro — eu devia ter te mandado uma mensagem ao invés de ir lá, foi bem invasivo.

— Eu que peço desculpas — falou Erick — fui bem grosso com você, e detesto isso. E você ainda precisou passar por essa situação embaraçosa de ver seu irmão mais novo com o pau de fora, deve ter sido traumatizante?

Traumatizante? Pobrezinho, ele estava mesmo assustado. Se ele soubesse o tanto de pau que já chupei na vida ou recebo em mensagens privadas não requisitadas, ele não ficaria assim tão muadinho… senti muita pena dele, e quis recompensá-lo de alguma forma.

— Você é um fofo, Erick. Todo menino bate punheta, não se sinta um estranho. Se quer saber, eu também me masturbo toda hora.

— Sério? — ele perguntou incrédulo.

— Óbvio, você pensa que meninas não fazem essas coisas? Eu também acesso esses sites pornôs, e na hora eu percebi que você estava lendo aqueles hentais na internet — falei com uma risada abafada. — Você deve curtir mesmo essas garotinhas fofas, né?

— Na verdade a categoria era outra… — ele tentou disfarçar. — Eu não gosto de garotinhas fofas. Acho que prefiro as mais velhas.

Eu quase me acabei de rir na frente dele. Meu irmã estava falando na minha cara que comeria uma coroa, se pudesse. Ele sempre brincou com essas coisas, e eu meio que reparava na forma como ele olhava para minha bunda enquanto eu estava jogando no quarto dele.

— Sabe que eu também gosto dos novinhos? — fui sincera. — Eu curto um pouco de tudo, e já experimentei de tudo. Gosto de ser dominada, mas também sei tomar a iniciativa. Já me aventurei com coroas, casados, mulheres e já tive experiências a três. Sua irmã também não é nenhuma santinha, Erick.

Ele sorriu aliviado e me agradeceu por ser uma companheira tão boa para conversar sobre aqueles assuntos. Eu olhei para a calça dele por cima do pijama e percebi que tinha uma pontinha molhada. O pinto dele estava começando a crescer, embora ele tentasse espremê-lo só para eu não notar. Pensei em atiçá-lo um pouquinho mais.

— E que outro tipo de categoria você gosta de assistir? Tem algo mais proibido?

— Bom, eu… estava lendo uma história de um filho metendo com a mãe.

— Incesto?? Puta merda, Erick! — falei alto, e imediatamente contive minha voz para nossos pais acordarem. — Você fica mesmo excitado com mãezonas?
— Coroa, peluda, o que vier — ele falou com orgulho. — Céus, não sei nem pq estou contando algo assim pra você, até porque já cansei de bater punheta para vídeos envolvendo irmãs mais velhas também.

Aquela declaração pareceu girar uma chavinha na minha mente. Ele estava claramente se declarando para mim. Eu sempre curti o Erick, tenho aquele instinto protetor de querer proteger o que é meu. Eu acho que ele ainda era virgem naquela ocasião, mas nunca perguntei. E se não fosse, uau, o menino mandou bem demais!

Nossa diversão estava prestes a começar. Desci a mão por cima do pijama dele e comecei a massageá-lo bem devagar, curtindo o momento.

— Você provavelmente não terminou de se masturbar aquela hora quando te interrompi — falei em sua orelha. — Posso terminar o serviço?

O Erick deitou-se na minha cama e cobriu os olhos, tentando conter a respiração ofegante. Eu puxei a calça dele e ri ao notar que ele já estava até sem cueca! O pau dele já estava duro na minha mão. Comecei a lamber a pontinha da cabeça com movimentos circulares, desci a língua até suas bolas e dei um boquete para que ele nunca mais esquecesse a experiência maravilhosa que teve com sua irmã mais velha!!

— Naty — ele sussurrou baixinho — eu sempre te achei sexy demais.

— Verdade? — perguntei, me sentindo lisonjeada. — Você é tão fofo. Não quero que nenhuma piriguete escrota tire você de mim.

— Eu queria ter uma namorada que nem você.

Aquilo me fez gozar um pouquinho. Meus dedos não paravam de roçar minha xaninha e eu estava louca pra meter com ele, mas eu ainda tinha meus receios. Me concentrei em dar aquele boquete delicioso, o pau inteiro dele cabia na minha boca e eu amava isso.

— Para, para para — o Erick pediu de repente — eu preciso gozar.

— Goza na minha boca então — falei com a voz apaixonante.

O pau dele explodiu em gozo como se ele tivesse se segurado por um mês. Eu senti aquela porra espirrar na minha cara e me deliciei com sabor. Eu e minha melhor amiga Mari temos uma regra: “Porra nenhuma deve ser desperdiçada!”. Algumas garotas têm nojo, mas se o cara não finalizar na minha boca a noite não estará completa.

O Erick alcançou um orgasmo tão forte que senti suas pernas tremerem. Eu senti seu esperma branco amargo preencher minha garganta, e amei cada segundo. Eu sempre engulo, é parte do processo. Os caras com quem fiquei dizem que meu boquete era um delírio, e acho que tornei essa a minha especialização. Meu irmãozinho lindo estava ali, nas alturas por minha causa. Ele mal se recuperou e eu já estava arrancando minha camisola e ficando por cima dele, roçando minhas coxas no seu pau.

— Você também dorme sem roupa de baixo? — perguntou.

— Acho que é coisa de família — brinquei, sorrindo para ele.

Eu abri minhas pernas e foi minha vez de dar a ordem:

— Vai. Mete sua língua na minha buceta e retribua o favor. É uma ordem.

Eu sabia que aquilo ia deixar aquele danado de pau duro num segundo. Eu gosto de mandar, e ele gosta de obedecer como o bom submisso que é. Meu irmão caiu de boca na minha xaninha.

Permiti que o Erick ficasse lambendo minha buceta, mas ele ainda tinha dificuldades em saber onde era a melhor parte. Me preocupei em instruí-lo como fazer e do que as mulheres gostam. Sério, se não for pra ensinar seu irmãozinho mais novo o que fazer, nem o chama pra cama! A vantagem é que eu pude treiná-lo do jeito que eu gosto, sem vícios. Numa próxima vou meter uma coleira nele e só parar quando estiver satisfeita.

Minha buceta já estava pingando, e o pau dele babava tanto que o lençol ficou com uma mancha. Eu ainda não tinha certeza se devíamos cruzar a linha, e nossos pais estavam ali no quarto do lado, dormindo. O Erick me olhou com aquela carinha de cachorro pidão e eu não resisti, abri as pernas pra ele e minha boceta pareceu convidá-lo a entrar.

— Vem, meu lindo. Sua primeira vez vai ser com aa sua irmãzona.

O pau dele pareceu vibrar de entusiasmo. Antes de começarmos, eu só pedi pra ele colocar uma camisinha. Erick enfiou a cabecinha do pau dele pra dentro da minha xana, e eu dei uma gozadinha. Aquilo estava sendo melhor do que muitas experiências sexuais que tive!

Minhas pernas se enrolaram nas costas dele e eu o puxei para dentro, enfiando com tudo. Eu só queria abraçá-lo e amá-lo do jeito que ele era, porque sempre fui apaixonada por meu irmão. Nós éramos tão compatíveis que minha buceta parecia ter sido feita só pra ele.

— E-Eu posso te beijar? — Erick perguntou, ainda meio incerto.

Nem o deixei terminar a frase. Eu o agarrei e comecei a beijá-lo, nossas línguas deslizando para dentro da boca um do outro. Erick começou a se mover devagar e eu o convidei a ser só meu, ele metia de um jeito delicado, mas seu pau preenchia tudo dentro de mim.

— Você bate punheta pra mim? — perguntei em meu ao nosso sexo gostoso.

— Todos os dias — ele respondeu. — Me tranco no banheiro ao menos três vezes e te imagino peladinha na minha frente.

— Continua.

— Você me manda cair de joelhos e te fazer um oral. E aí nós metemos de todas as posições que você puder imaginar.

— Você vai foder meu cuzinho?

— Eu vou fazer tudo que você me mandar.

Eu adoro escutar sacanagens. Meu irmão parecia saber tudo que eu gostava, ele me conhecia como ninguém! Sabia meus gostos e vontades mais até do que os namorados que tive, e se preocupava de verdade em como eu estava me sentindo. Nós fodíamos como cães da mesma ninhada, segurando o som para que nossos pais não escutassem, mas eu estava quase alcançando o clímax e pedi pra ele manter o ritmo só mais uns minutinhos.

Eu amei de verdade aquela nossa primeira experiência. Somos naturalmente compatíveis, e o fato de estarmos debaixo do mesmo teto significa que toda madrugada poderíamos foder sem que ninguém saiba.

— Naty, eu vou gozar.

— Goza, meu amor — enrolei minhas pernas nas costas dele e sussurrei em sua orelha. — Hoje você pode fazer o que quiser comigo. Eu sou toda sua, sempre.

O Erick gemeu baixinho, como quem faz tudo escondido no banheiro. Ele durou só o suficiente para eu gozar duas vezes, mas para uma primeira vez foi excelente. Nos desvencilhamos e eu vi aquela camisinha tão cheia que não pude resistir — abri a boca e virei tudo para dentro, deixando a porra escorrer pela minha bochecha e meus seios.

— “Obrigada pela refeição” — falei brincando, imitando as personagens de anime que ele gostava.

Naquela noite o Erick dormiu abraçado comigo ate ao comecinho do amanhecer quando tive que acorda-lo para ele voltar ao seu quarto antes dos nossos pais se acordarem.

O problema é que eu perdi completamente o sono, e acabei me masturbando umas três vezes até minhas pernas ficarem bambas, pensando que eu finalmente fui capaz de cometer incesto. É proibido, mas esse tabu tornou tudo tão excitante!

Quando nossos pais saiam para o supermercado eu e o Erick nos trancavamos no banheiro e metemos até os dois gozarem. Ele tenta se segurar ao máximo só para eu atingir o ápice junto, e quando o escuto gemer sinto sua porra escorrer pela minha coxa. Sempre terminamos com um beijo terno, como os dois apaixonados que somos.

Quando minhas férias acabou eu tive que voltar pra casa em Goiania, mas o Erick sempre da um jeitinho de convencer os nossos pais a deixarem ele vir pra cá, afinal, que mal tem dois irmãos se visitarem com frequência? Minha bocetinha está sempre pronta para recebê-lo. Beijão.

  • Enviado ao Te Contos por Naty

No retiro preparatório de batismo da igreja evangélica eu transei pela 1ª vez com outra mulher. (lesb)

 

By; Bruna

Oi, me chamo Bruna, hoje tenho 24 anos e o que vou contar aconteceu quando eu estava com 22 anos e me preparando para o meu batismo na igreja evangélica.

Eu tinha 22 e estava deitada sobre um colchonete em uma sala de colégio improvisado como quarto, em um retiro de uma igreja evangélica. Eu ainda não tinha sido batizada. Estava frequentando a igreja há algum tempo e fui convidada a participar do retiro.

O retiro duraria os 4 dias do feriado de carnaval em um colégio. Havia reuniões pelas manhãs e noites, durante as quais os pastores gritavam muito e cantavam louvores.

Eu já estava a quase 2 meses sem transar, sentia falta de uma piroca grossa metendo no meu cuzinho. Sempre gostei muito de dar a bunda.
Sentir aquela dor e medinho que antecede a entrada da rola. Depois ser socada com força até gozar, levando pirocada no cu, tocando uma siririca.

Às vezes, durante os cultos eu respirava fundo, me lembrando de algum sexo gostoso dentro de um carro ou no banheiro de alguma boate.
Apesar de ser bem safada, era bem conservadora em alguns aspectos, tanto que era totalmente contrária ao sexo entre pessoas do mesmo sexo.

O próprio fato de estar em uma igreja evangélica em pleno carnaval revelava um pouco desse meu lado bem contraditório.

Depois do culto da noite, ficávamos conversando até tarde e só íamos dormir quando o diácono responsável apagava as luzes. Tínhamos que entrar na sala de aula, transformada temporariamente em quarto, achar a camisola no escuro e deitar em um colchonete no mesmo ambiente que umas trinta mulheres, velhas, jovens, adolescentes e crianças, tudo misturado. Só homem era proibido. Os homens ficavam alojados em um andar abaixo do nosso.

Já na primeira noite, uma colega da igreja, esposa do ministro de louvor se deitou ao meu lado. De madrugada, senti seu corpo se aproximar do meu. Senti o cheiro de mel nos seus cabelos e sua respiração forte.

Achei que ela tivesse se aproximado do meu corpo sem querer, mas na segunda noite percebi que eu estava enganada.

Acordei à noite, sem enxergar nada, a sala estava muito escura, podia ouvir a respiração e o ronco das mulheres, notei que o corpo da mulher do ministro estava muito próximo ao meu, sua boca carnuda estava encostada em meu ouvido, quase gritei assustada.

Ela colocou dois dedos em minha boca e fez o som baixo de

- “xiiii, não grita, vai acordar todo mundo”.

Eu dei um sorriso sem graça, que tenho certeza que ela não enxergou na escuridão.

Ela disse: - “seus peitos são grandes e duros, notei ontem durante o culto”

E com um movimento delicado, passou os dedos nos meus bicos por cima da camisola. Havia tanto tempo que eu não dava meu cuzinho que me arrepiei, mesmo tendo aversão ao sexo entre mulheres.

A mulher continuou sua investida descendo sua mão pela minha barriga e sussurrou no meu ouvido:

- “deixa eu te alisar?”

Eu falei que não, disse que ela estava louca, que ela era crente, que eu estava me preparando para o batismo, que ela era casada, que estávamos em um retiro, que o quarto estava lotado de pessoas, de crianças.

Ela encostou a boca na minha devagar, se virou para o outro lado e dormiu com a bunda redonda roçando na lateral da minha perna.

No dia seguinte, eu passei o dia desassossega, eu era uma mistura de perplexidade e indignação. A mulher ministrava para outras na maior cara dura, como se não tivesse tentado me alisar na noite anterior na presença das irmãs. Aquilo tudo era um absurdo. Uma abominação. Uma abominação que me acendeu a buceta.

Mesmo com raiva, entrei em uma das cabines do banheiro coletivo e, sem me importar, tirei a calcinha, coloquei um pé sobre a tampa do vaso sanitário e me masturbei com força, me segurando pra não gozar alto e pessoas ouvirem, sai da cabine com a buceta empapada e fui pra reunião das mulheres virtuosas.

Na terceira noite, deitamos por volta de meia noite. Havia muitas conversas paralelas no quarto, grupinhos de mulheres reverberando a ministração da noite “dons do espírito”.

A mulher do ministro de louvor se deitou ao meu lado. Pouco tempo depois, a luz apagou. Ainda podia ouvir as conversas sussurradas das mulheres e brincadeiras das crianças, quando senti a mão da mulher sobre meu quadril, eu estava deitada de lado, com a bunda virada para ela.

Sua mão deslizava na volta da minha cintura e subia pelo meu quadril. Subia e descia gentilmente. Mesmo agoniada eu deixei.

Passado um tempo, senti ela puxando meu quadril para que minha barriga ficasse virada para o teto. Deixei ela conduzir meus movimentos sem falar nada. Minha respiração começou a ofegar.

Sua mão desceu pela minha calcinha, e apenas dois de seus dedos pararam no meu grelho por cima da calcinha. Ela deixou os seus dedos ali parados. Comecei a molhar. Ela sentiu. Ela afastou um pouco minhas pernas. Enfiou os seus dedos por dentro da minha calcinha, no meu grelho, em uma massagem maravilhosa, seu corpo, a essa altura já estava grudado no meu.

Ainda havia mulheres acordadas, eu não podia dar um pio, nem ela.
Deixei a mulher me masturbar, deixei minha buceta molhar em sua mão. Ouvi ela sussurrar no meu ouvido

- “olha, como ela molha pra mim, essa gostosa”.

– vou te fazer gozar bem baixinho sua gostosa do caralho! Vai gozar na frente da congregação que dorme.

Cada blasfêmia proferida por ela me enchia de um tesao absurdo, pecaminoso. Eu queria beijar sua boca gostosa, chupar seus peitos. Pensei em como era fácil sentir tesao por uma mulher. Como eu havia passado tantos anos sem me permitir aquilo?

Gozei gostoso nos dedos dela. Ela dormiu acariciando meus peitos. Eu mal podia esperar pela quarta e última noite.

E o último dia do retiro chegou.

Fui me deitar, esperando a mulher do ministro, sem sutiã e sem calcinha, só com a camisola. Facilitei ao máximo pra ela. Ela entrou no quarto só pelas três da manhã, eu já estava puta de ansiedade. Com raiva. Ela entrou de mansinho pela escuridão, se deitou ao meu lado. Eu sussurrei ja completamente possuída pelo ciúmes e desejo:

– onde você estava?

Ela me respondeu naturalmente:

– mamando.

Nem tive tempo de articular qualquer frase, pq ela já emendou;

– agora quero mamar sua buceta, abre bem pra mim e não faça barulho.

Abri minhas pernas e senti sua língua quente no meu grelho, puta que pariu, caralho, que língua quente a piranha tinha. Só que eu queria dar pra ela direito, queria chupar seus peitos e sua buceta. E ali era impossível. Falei pra ela o que queria. Ela levantou e pegou minha mão.

Saímos as duas do quarto e fomos para a cozinha da escola. Lá, havia um pequeno vestiário dos funcionários. Fomos pra lá e nos fodemos por toda a madrugada.

Eu meti no cu dela com meus dedos e ela fez o mesmo comigo. Chupei seus peitos. Lambi sua buceta, meti com meus dedos. Colamos velcro, metemos grelho com grelho molhados, escorrendo, gememos alto. Eu me movimentava como serpente sobre ela, buceta com buceta, grelho com grelho, parava pra beijar sua boca e seus peitos e depois voltava e me mexer sobre sua buceta gostosa, rosada. Lambi seu cu. Fiz tudo que faria com um homem. Mas com ela foi com um tesao inexplicável. Um sexo de outro mundo.

Infelizmente, o retiro acabou e voltei pra casa.

Mas até hoje chupo aquela delicia. Lambo sua buceta. Nos fodemos dentro da igreja e fora, em motéis, no carro, onde dá. Mamo paus de alguns membros da igreja junto com ela. Dividimos a mesma piroca olhando profundamente uma nos olhos da outra. Ela adora me ver gozando alto em pirocas grandes. Depois que gozo ela bebe todo meu líquido.

Já eu, amo chupar sua buceta, enquanto ela toma no cu. Ela goza muito desse jeito. Adoramos falar baixarias no ouvido uma da outra durante os cultos. Ela é minha gostosa safada.

  • Enviado ao Te Contos por Bruna

Minha mulher se revelando uma bela puta nessa viagem a Noronha (setembro-2023)

 

BY; Sergio

Oi. Sou Sergio e minha mulher Paula (nomes fictícios para manter privacidade). Eu 52 anos (1,78m, 82kg) e ela 49 (1,60m, 59kg) anos, casados há quase vinte e cinco anos, sempre disse a Paula que quando o assunto é sexo, ela pode fazer o que tiver vontade, porém até então nunca tinha rolado nada.

Mas nesse mês de Setembro, fomos passar um feriado em Fernando de Noronha, reservamos uma charmosa pousada por 4 dias, não conhecíamos nada do lugar, fora o que pesquisamos na internet, quando chegamos minha mulher começou a fazer perguntas ao atendente de onde deveríamos ir, estava cheia de gracinha pra cima dele, um moreno de 1,80m. Fizemos o check-in, fomos pro nosso quarto e no caminho eu lhe disse:

- você estava cheia de conversa com o rapaz né? – ela devolveu;

– não posso?

- pode sim, eu lhe disse que comigo vc não precisava passar vontade.

Chegando no quarto já nos trocamos, pois queríamos aproveitar a praia, estávamos passando protetor solar e o interfone tocou, minha mulher atendeu e era o rapaz dizendo que nos traria um mapa da ilha e minha mulher nada besta já pediu pra ele dar dicas dos melhores lugares, ela safada pediu pra eu passar protetor solar em suas costas assim que desligou o interfone, assim na hora que o cara chegou la estava ela, com sua maravilhosa bunda exposta num biquininho mínimo, então ela pediu pra ele sentar na cama enquanto nós estávamos passando protetor e perguntou quais os lugares mais tranquilos da ilha, pq a gente gostava de ficar a vontade. Essa hora se o cara tinha duvidas já se ligou quais as intenções de Paula.

Ele nos indicou uma praia que as vezes tinham até praticantes de nudismo, se ela quisesse poderia ficar bastante a vontade, ela olhou pra mim esperando o que eu diria, pois nunca tínhamos passado por uma situação dessas, eu lhe disse que se ela quisesse já podia ir sem calcinha, apesar de ficar muito bem com aquele biquíni, e questionei o amigo que soltou uma das mãos que segurava o mapa e passou na rola com certeza já em riste

– ela não fica bem?

Ele já no clima respondeu que ela deveria ficar melhor ainda sem, então minha mulher me surpreendeu, veio até mim, me deu um beijo delicioso e pediu:

- tira pra mim?

Nisso eu já com o pau duraço sob a sunga, baixei seu biquíni e coloquei a mão em sua buceta que já estava ensopada e lhe disse:

- pode ir la, ela retrucou – vem você também

Então ela subiu de quatro na cama e começou fazer uma bela chupeta, deixando expostos pra mim sua buceta e seu cuzinho, enquanto ela chupava o (descobrimos depois) proprietário da pousada.

Eu fui direto com a língua na sua buceta subindo pro seu belo rabo, então enfiei dois dedos nela que não aguentou 2 minutos e gozou na minha boca dando gemidos que ela custou a conter, conforme solicitação do nosso companheiro, que já havia lhe tirado a parte de cima do seu biquíni, dai ela me pede pra sentar ao lado dele e começa a revezar as rolas em sua boca, engolindo tudo, o nosso amigo dessa vez era quem fodia ela com os dedos, ficamos assim por uns 4min, Paula sabia que eu sempre levava camisinha pras nossas viagens, me pediu uma e deu ao rapaz, falando:

- me fode!

O safado mandou ela subir e cavalgar ficando de costas pra ele, então minha mulher me olhou e disse que queria duas rolas ao mesmo tempo, eu ainda não acreditando naquilo nem titubeei, enquanto ela sentava na rola dele, fiquei em pé de frente pra ela, que se divertiu sendo fodida na buceta por 2 caras juntos pela primeira vez, logo o cara do hotel gozou e minha mulher pediu pra não pararmos, em seguida gozou e pediu que eu gozasse em sua boca, gozei jatos de porra e ela não desperdiçou nem uma gota sequer.

Depois nós 2 fomos para a praia indicada e rolou mais uma aventurazinha, mas ficara pro próximo relato.

  • Enviado ao Te Contos por Sergio

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Dando pro bombeiro que conheci no insta.

 

By; Girlane

Me chamo Girlane, tenho 29 anos, hoje estou namorando, mas o que vou contar aconteceu em Julho desse ano.

Depois que me divorciei fiquei a procura de namorado, mas estava difícil encontrar. Vi no instagram um rapaz que tinha em comum comigo alguns amigos

Enviei solicitação de amizade e ele aceitou. Ele tem 31 anos, bombeiro, magro, moreno e muito simpático, se chama Felipe.

Puxei papo com ele e pegamos intimidade, até que ele entendeu que eu queria algo com ele. Descobrimos que moramos próximo e eu tratei de marcar um encontro para nos conhecermos. Marcamos no final de uma tarde no shopping. Ele nem queria ir, pois tinha acabado de chegar da academia, mas eu insisti e ele foi.

Quando cheguei lá ele estava sentado no banco já a minha espera, lanchamos e quando eu chupava o picolé ele disse:

“__você fica chupando este picolé fica me fazendo pensar besteira”.

Depois de muito conversar ele me acompanhou até a minha casa e eu achei que ele ia embora. Ele chegou aqui e sentou na varanda comigo e continuou a conversar. Quando ia embora me roubou um beijo e logo veio com mão boba, querendo meter as mãos pela roupa de laycra que eu vestia. Alisou minha buceta por cima da calça, o que me deixou molhadinha. Eu quis manter compostura e mandei-o embora.

Passou um tempo e as conversas só aumentavam o tesão. Ele me enviava fotos com o pau dentro da cueca, duro o que me deixava curiosa, até que um belo dia ele me enviou a foto do pau bem gozado. O pau não era grande, mas parecia gostoso. Não resisti e desejei. Ele foi logo direto e me disse:

-”vamos namorar gostoso amanhã”.

Eu aceitei, mais só poderia ser a tarde, pois era o horário disponível dele. Com atraso, ele veio me pegar aqui na minha casa e fomos para o motel. No caminho ele já passava a mão na minha perna, e eu já imaginava que seria bom.

Chegando lá no motel, ele logo foi tirando a camisa, e me agarrando, eu então tratei de tirar minha roupa (já que estava de calça jeans) e o deixei de cueca. Ele usava uma cueca vermelha, linda cueca, bem na cor vermelha que é de bombeiro. Coloquei uma venda nos olhos dele e comecei a beijá-lo e descer beijando pela barriga, depois tirei bem devagar o pau dele de dentro da cueca e estava duríssimo. Logo vi que se tratava de uma rola não muito grande, mas moreninha do jeito que eu gosto. Comecei a dar beijinho de leve e ele começou a gemer, lambi muito, e quando ele estava bem excitado e dizia que tava muito bom, então eu parei e fui subindo novamente e voltando a beija-lo, e ele ainda com a venda eu disse no ouvido dele:

“___vê como ela tá molhadinha, pega gostoso”.

Coloquei a mão dele bem por dentro da minha calcinha branca de rendinha. Minha buceta já estava encharcada. Minha buceta é bem moreninha e bem vermelha por dentro. Sou dona de um clitoris grande. E ele ao tocar disse:

“__-nossa, lisinha”.

Eu comecei a gemer e logo tirei a calcinha e comecei a esfregar minha buceta na mão dele e ele não se conteve e me jogou na cama tirando a venda que estava e caindo de boca na minha buceta melada. Ele chupava e se masturbava, e eu amando ver ele com a mão na rola no vai e vem gostoso e eu ali rebolando na língua do safado.

Depois ele ficou em cima de mim e jogou aquele mastro novamente na minha boca, fazendo um 69 gostoso. A rola dele com pelinhos aparados, e bem moreninha, com as bolas com alguns sinais de nascença. Chupei muito a rola do bombeiro e acabei esguichando várias vezes um liquido gostoso que ele chupou muito(não era gozo ainda).

Ele queria colocar sem camisinha e eu não deixei, daí ele quando foi colocar a camisinha acabou brochando, porque demorou muito pra colocar, e ele é hipersensível. Voltei a agir e chupara rola dele e ele logo ficou duro e colocou a camisinha e veio com tudo. Meteu gostoso, com força, me arrombando muito e logo gozou.

Fiquei bem querendo mais, mas ele tava exausto. Comecei a querer chupá-lo, mas ele ainda está sensível, ficamos ali abraçados, e ele de conchinha comigo. E quando eu peguei o dedo dele e passei na minha buceta eu disse:

- “olha como ela tá”.

Ele não pensou duas vezes e começou a beijar meu ouvido e eu logo fui abrindo a bucetinha e ele por cima de mim me disse no meu ouvido:

“vou meter sem camisinha, tô com muito tesão”.

Eu não queria, mas ele era bombeiro, se cuida, faz exame periodicamente, doa sangue(tinha doado recente), então eu pensei eu não teria nenhum problema ele meter sem camisinha, não deveria ter doença, então abrir a xana e disse:

“me come gostoso, vai, enfia bem lá no fundinho”.

Ele foi metendo e eu sentindo aquela rola quente, pele com pele, bem gostoso. Ele fechava os olhos de tesão e eu enfiava o dedo na boca dele e ele chupava meu dedinho bem gostoso.

“ai que delicia, gostoso”

“__ta gostoso, ta? Ta muito gostoso. Você é gostosa”.

“__mete mais delicia, mete meu bombeiro gostoso”.

Ai que ele meteu ais fundo e eu logo quis mudar de posição.

“__deixa eu empinar pra vc, ficar de quatro.”

“___se você ficar de 4 eu vou gozar muito rápido”.

“___quero lhe ver gozando, gostoso”

Empinei pra ele e ele logo tratou de meter gostoso. Metia e eu gritava, pedia pra ele pegar no meu clitóris e ele massageava. E em 3 minutinhos naquela posição, ele logo disse que ia gozar.

“___ai não tô aguentando mais não. Vou gozar”

“__aguenta mais um pouquinho, gato, minha bucetinha quer mais rola”

Ele logo tirou e perguntou onde eu queria a gozada. Virei pra frente dele, juntei os seios e disse:

“coloca o leitinho aqui no meu seio”.

Ele começou a me dar leitinho e eu gritava para estimula-lo:

“da leitinho, da meu bombeiro. Da leitinho pra cachorra vai”.

“___vai sair, tá saindo leitinho quente”.

Depois de ter gozado pela segunda vez, ele ficou exausto e fomos tomar banho. No banheiro ele passou sabonete em mim. Esfregou bem minha buceta, e eu molhadinha e provocava ele dizendo:

“lava ela direito. Ela tá molhadinha ainda. Vai”

Quanto mais ele passava a mão mais melzinho saia da minha buceta, até que ele começou a me fuder com o dedo e eu gritava de tesão. As vezes ele colocava a rola na portinha da buceta e eu não deixava entrar.

“___assim eu vou gozar, ai delicia, tô querendo gozar, vai, ai, ai”

“aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, gozei gostoso na mãozinha do salva-vidas”.

Cá, entre nós, eu não quis mais, pois ele não soube apagar o fogo da minha bucetinha. Hoje somos amigos, mas nunca mais rolou nada.

  • Enviado ao Te Contos por Girlane

Ela gozou duas vezes no meu pau

    Era 17 de Outubro de 2022, eu havia acabado de completar 38 anos, após alguns meses de conversa e pregações, decidimos que iríam...